150 anos de imprensa

O ano de 2011 marca importante momento da trajetória da imprensa de Taubaté com a comemoração de 150 anos da criação do 1º jornal impresso do município – O Taubatèense – fato ocorrido em 1861. Para marcar a data, e também comemorar seus 15 anos de atividades na investigação e compreensão da mídia regional, o Núcleo de Pesquisa e Estudos em Comunicação – Nupec – do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté, criado em 1996, está organizando o terceiro livro de uma série que reúne perfis de profissionais da imprensa da cidade e da região.
Cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Nupec conta com a participação de professores, pesquisadores, alunos e ex-alunos da Unitau para elaborar o livro “O legado histórico de jornalistas e radialistas de Taubaté”, que tem por objetivo recuperar e documentar a trajetória dos jornalistas que trabalharam em jornais, rádios e TVs de Taubaté e que deverá ser lançado no final do ano. A partir de dados obtidos junto a arquivos, hemerotecas, bibliotecas e demais fontes institucionais e documentais, além da coleta de depoimentos, o projeto realiza um inventário da produção desses profissionais e organiza, em forma de textos, suas respectivas histórias
O projeto coletivo é, na verdade, desdobramento de duas iniciativas anteriores. O primeiro passo foi dado em 2006, com livro “Memórias da mídia taubateana”, publicado pela Editora Papel Brasil e de autoria dos pesquisadores Profª. Dra. Eliane Freire de Oliveira e Prof. Ms. Francisco de Assis. A publicação consiste numa coletânea de entrevistas concedidas por 12 profissionais – alguns hoje falecidos – que se dedicaram a jornais e a rádios de Taubaté: Waldemar Duarte, Lygia Fumagalli Ambrogi, Silva Neto, Dom Antônio Affonso de Mirando, Isacil Lélis Martins, J. Bonani, Stipp Júnior, Djalma Castro, Judith Mazella Moura, Camões Filho, Osny Guarnieri e José Luiz da Silva.
O segundo passo foi a publicação do livro “Jornalistas do Vale do Paraíba: experiência e memória”, organizado pelos professores do primeiro livro e pelo coordenador do Nupec, Prof. Dr. Robson Bastos da Silva, e que foi elaborado em comemoração aos 200 anos da Imprensa Brasileira em 2008. Novamente, 12 personagens – mas, desta vez, de seis municípios – puderam narrar suas memórias, para que pudessem ser transformadas em documento histórico, publicado em livro, pela Editora Oficina de Livros (Rio de Janeiro), em 2009. Foram eles: Cid Moreira, Honoré Rodrigues, Robison Baroni, Alberto Simões, Francisco Fortes, João Bosco de Oliveira, Maria Encarnação, José Carlos Ducatti, Pe. César Moreira, Irani Gomes de Lima, Luiz Carlos Batista e José Antônio de Oliveira.
Agora, a meta do Nupec é resgatar as trajetórias de profissionais já falecidos, por meio de pesquisas documental e bibliográfica, bem como de entrevistas concedidas por familiares e por demais fontes que conhecem as histórias em foco. Estão em andamento pesquisas sobre os profissionais da imprensa e do rádio, como: Antonio Gomes de Araújo, Oswaldo Barbosa Guisard, José Pedro Saturnino, Pedro Giolo, Gentil de Camargo, Cesídio Ambrogi, Evandro de Campos, Emílio Amadei Beringhs, Renato Braga, João Dias Monteiro, Alaor Fernandes Lima, Praxedes de Abreu, Geraldo de Oliveira, Otávio Rodrigues de Souza, José Romão Pereira, Mons. Antonio Nascimento Castro, entre outros.
A Profª. Dra. Eliane Freire de Oliveira, que é pesquisadora do Nupec desde sua criação e já desenvolveu pesquisas sobre o Jornal da Companhia Taubaté Industrial (CTI) e sobre a trajetória de Monteiro Lobato como jornalista, ressalta que a coletânea de perfis biográficos reunidos nos três livros é fruto da investigação sistemática do Nupec, no sentido de recuperar a memória da imprensa regional. “As obras contam com a participação de alunos de jornalismo e jornalistas de hoje, que dialogam com jornalistas do passado, transformando a memória da imprensa em um rico acervo historiográfico para Taubaté e para a região”, destaca a professora.

NUPEC comemora 150 anos da Imprensa Taubateana com novo livro

O ano de 2011 marca importante momento da trajetória da imprensa de Taubaté com a comemoração de 150 anos da criação do 1º jornal impresso do município – O Taubatèense – fato ocorrido em 1861. Para marcar a data, e também comemorar seus 15 anos de atividades na investigação e compreensão da mídia regional, o Núcleo de Pesquisa e Estudos em Comunicação – Nupec – do Departamento de Comunicação Social da Universidade de Taubaté, criado em 1996, está organizando o terceiro livro de uma série que reúne perfis de profissionais da imprensa da cidade e da região.

Cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Nupec conta com a participação de professores, pesquisadores, alunos e ex-alunos da Unitau para elaborar o livro “O legado histórico de jornalistas e radialistas de Taubaté”, que tem por objetivo recuperar e documentar a trajetória dos jornalistas que trabalharam em jornais, rádios e TVs de Taubaté e que deverá ser lançado no final do ano. A partir de dados obtidos junto a arquivos, hemerotecas, bibliotecas e demais fontes institucionais e documentais, além da coleta de depoimentos, o projeto realiza um inventário da produção desses profissionais e organiza, em forma de textos, suas respectivas histórias

O projeto coletivo é, na verdade, desdobramento de duas iniciativas anteriores. O primeiro passo foi dado em 2006, com livro “Memórias da mídia taubateana”, publicado pela Editora Papel Brasil e de autoria dos pesquisadores Profª. Dra. Eliane Freire de Oliveira e Prof. Ms. Francisco de Assis. A publicação consiste numa coletânea de entrevistas concedidas por 12 profissionais – alguns hoje falecidos – que se dedicaram a jornais e a rádios de Taubaté: Waldemar Duarte, Lygia Fumagalli Ambrogi, Silva Neto, Dom Antônio Affonso de Mirando, Isacil Lélis Martins, J. Bonani, Stipp Júnior, Djalma Castro, Judith Mazella Moura, Camões Filho, Osny Guarnieri e José Luiz da Silva.

O segundo passo foi a publicação do livro “Jornalistas do Vale do Paraíba: experiência e memória”, organizado pelos professores do primeiro livro e pelo coordenador do Nupec, Prof. Dr. Robson Bastos da Silva, e que foi elaborado em comemoração aos 200 anos da Imprensa Brasileira em 2008. Novamente, 12 personagens – mas, desta vez, de seis municípios – puderam narrar suas memórias, para que pudessem ser transformadas em documento histórico, publicado em livro, pela Editora Oficina de Livros (Rio de Janeiro), em 2009. Foram eles: Cid Moreira, Honoré Rodrigues, Robison Baroni, Alberto Simões, Francisco Fortes, João Bosco de Oliveira, Maria Encarnação, José Carlos Ducatti, Pe. César Moreira, Irani Gomes de Lima, Luiz Carlos Batista e José Antônio de Oliveira.

Agora, a meta do Nupec é resgatar as trajetórias de profissionais já falecidos, por meio de pesquisas documental e bibliográfica, bem como de entrevistas concedidas por familiares e por demais fontes que conhecem as histórias em foco. Estão em andamento pesquisas sobre os profissionais da imprensa e do rádio, como: Antonio Gomes de Araújo, Oswaldo Barbosa Guisard, José Pedro Saturnino, Pedro Giolo, Gentil de Camargo, Cesídio Ambrogi, Evandro de Campos, Emílio Amadei Beringhs, Renato Braga, João Dias Monteiro, Alaor Fernandes Lima, Praxedes de Abreu, Geraldo de Oliveira, Otávio Rodrigues de Souza, José Romão Pereira, Mons. Antonio Nascimento Castro, entre outros.

A Profª. Dra. Eliane Freire de Oliveira, que é pesquisadora do Nupec desde sua criação e já desenvolveu pesquisas sobre o Jornal da Companhia Taubaté Industrial (CTI) e sobre a trajetória de Monteiro Lobato como jornalista, ressalta que a coletânea de perfis biográficos reunidos nos três livros é fruto da investigação sistemática do Nupec, no sentido de recuperar a memória da imprensa regional. “As obras contam com a participação de alunos de jornalismo e jornalistas de hoje, que dialogam com jornalistas do passado, transformando a memória da imprensa em um rico acervo historiográfico para Taubaté e para a região”, destaca a professora.

Fonte: www.csonlineunitau.com.br

1 pensou em “150 anos de imprensa

  1. Acho de extrema importância esses livros. Meu pai Alaor Fernandes Lima está sendo citado qualquer dúvidas entrar em contato pelo e-mail.

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