Chatbots como aliados no atendimento

Três boas razões para transformar os chatbots em aliados no atendimento ao cliente

* Por Rafael Barin

A era em que as empresas comandavam as relações de consumo chegou definitivamente ao fim. No lugar, surgiu o consumidor 5.0, que não aceita menos do que um atendimento de excelência e um produto de qualidade. Ele é ultraconectado, bem informado e pode tanto promover uma marca gratuitamente quanto contribuir para que a companhia feche as portas. Diante desse cenário, as empresas se viram em um impasse: como encantar, satisfazer e fidelizar o cliente 5.0?

A chave está em entender qual problema ele quer resolver, quais são os gostos e preferências, o que busca, como pensa e o que considera importante no relacionamento com as marcas. Difícil? Se você tiver a tecnologia como aliada, tudo se torna mais simples. Dentro desse contexto, há uma ferramenta muito útil – e melhor, válida para companhias de todos os tamanhos e ramos de atuação – que pode reunir esse conhecimento sobre o consumidor com agilidade e assertividade: o chatbot.

A tecnologia cognitiva dos chatbots permite identificar o contexto da conversa de forma rápida, para propor as melhores soluções ao cliente em linguagem natural, muito próxima da humana. Além disso, eles são capazes de aprender continuamente, com o apoio do profissional de tecnologia, conforme as interações vão acontecendo.

Outro benefício dos chatbots é que eles podem ser utilizados em diferentes necessidades, desde pesquisa de satisfação,  atualizações cadastrais, até campanhas de marketing e pós-venda, atuando como a interface entre a empresa e o cliente. Eles não se limitam a necessidades conhecidas e podem ser incluídos em qualquer projeto, oferecendo uma ampla gama de possibilidades, por ser uma das mais inovadoras formas de abordar clientes e prospects.

A automação e agilidade nos processos é outro diferencial dos chatbots. Eles permitem a interação com milhões de pessoas ao mesmo tempo, sem filas, aprimorando a relação empresa-cliente. Dados de mercado revelam que o ganho em economia fica próximo dos 95%, aliando a estratégia dos seres humanos com a operacionalidade dos chatbots.

Para ficar ainda mais claro, traço três principais motivos para adotar os chatbots e, assim, elevar a relação de clientes e marcas a um patamar muito mais inteligente, simplificado e eficiente:

1. O futuro é conversacional

Pesquisas recentes mostram que os chatbots devem assumir as interações entre empresas e consumidores em breve. Isso porque os consumidores, principalmente os 5.0, não querem esperar para ter seus problemas resolvidos ou para serem atendidos. Muitos deles já descobriram nas mensagens instantâneas a forma mais rápida e assertiva de encontrar as respostas. Além disso, preferem estabelecer uma conversa inteligente e informal com as companhias.

2. User experience na prática

O Gartner revelou que, em poucos anos, 89% das empresas estarão competindo pela experiência do consumidor. Nessa batalha, que nem sempre se trata de um “acordo de cavalheiros”, vencerá quem oferecer o que o cliente busca, e não necessariamente o produto ou serviço com mais recursos, interfaces, funcionalidades. É preciso começar já a conhecer o seu público-alvo! E não há maneira mais rápida, eficiente e próxima do que os chatbots.

3. Mimos? Sempre!

O consumidor 5.0 adora ser surpreendido. Precisa ter a percepção clara de que não é apenas um em um milhão de clientes. Para isso, a personalização é fundamental e está explícita nos chatbots. Com o chatbot você pode perguntar, por exemplo: “O que te deixaria ainda mais feliz com a nossa marca?” “Desconto?” “Promoções?” “Mais unidades?”. As possibilidades são infinitas.

Portanto, se você está buscando uma forma segura, personalizada, inteligente, simples e que, ao mesmo tempo, ofereça escala com investimentos atrativos para se relacionar com o novo perfil de consumidor, os chatbots são, sem sombra de dúvidas, grandes aliados.

*Rafael Barin é gerente Comercial para Pequenos e Médios Negócios na Zenvia, líder brasileira em mobilidade corporativa que viabiliza a comunicação entre empresas e consumidores por meio de chatbots.

Via Vale inicia campanha em prol de famílias atingidas pelas chuvas no Litoral Norte

As arrecadações serão feitas até o final do mês de fevereiro e serão destinadas para São Sebastião e Ilha Bela

O período de chuvas intensas chegou e com ele chegam também os diversos transtornos causados pelo grande volume das águas. Nos últimos dias, diversas famílias do litoral norte de São Paulo foram prejudicadas e desalojadas por conta das fortes chuvas. E pensando em trazer um pouco de alívio e ajuda para essas famílias, o Via Vale Garden Shopping começa hoje (19) uma campanha para arrecadar alguns itens de necessidades básicas para quem está precisando.

O ponto de arrecadação ficará na Loja dos Sonhos, localizada no segundo andar do Garden e criada para receber diversos tipos de ações solidárias. As doações serão destinadas para duas cidades do litoral: São Sebastião e Ilha Bela. A cidade de São Sebastião foi a mais afetada pelas chuvas até o momento. Cerca de 136 famílias, totalizando aproximadamente 500 pessoas, foram prejudicadas e serão atendidas pela prefeitura da cidade.

Os itens que serão arrecadados para São Sebastião serão: toalhas de banho, roupa de cama, alimentos não perecíveis principalmente arroz, óleo e pó de café, fralda infantil e geriátrica, roupas infantis de meninos, produtos de limpeza em geral, produtos de higiene pessoal e colchões. Já para Ilha Bela as principais necessidades são: água potável, produtos de higiene pessoal e limpeza, fraldas descartáveis, roupas e calçados de ambos os sexos e todas as idades, cobertores, travesseiros e lençóis, além de camas de solteiro e casal, fogão e geladeira.

“Acreditamos muito na força que ações como essas exercem em nossa sociedade. Sabemos que muitas pessoas perderam tudo o que tinham com as fortes chuvas e nosso objetivo e promover um pouco de conforto e alívio para quem está passando por esse momento de desespero”, ressalta Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do shopping.

As arrecadações serão feitas até o final do mês de fevereiro e entregues aos Centros Comunitários das cidades atingidas por uma equipe do Via Vale Garden Shopping. A Loja dos Sonhos fica aberta durante o horário de funcionamento do Garden.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Coluna Propaganda&Arte

Qual a relevância dos filmes do Oscar para as futuras gerações?

Quando se fala em filmes logo se pensa em ficar em casa tranquilo em um momento de puro entretenimento, mas para muitas pessoas fazer a sétima arte exige muito trabalho, estudo e sacrifícios. Ainda mais se você sonha em ganhar um Oscar.

Eu gosto muito de ver filmes, tanto para aproveitar um fim de semana preguiçoso, quanto para analisar as fotografias, os roteiros, os efeitos especiais e sonoros que fazem toda a diferença no produto final. Não quero entrar no mérito se os filmes ganhadores do Oscar são bons ou não, se o sistema de votação é justo ou não. Até porque esse é um elemento de arte, e arte é técnica, é subjetiva, é momento de vida e é História. Isso mesmo.

Eu sempre questionei esses filmes que se aproveitam de discussões do momento para mostrar situações nas telonas. Atualmente vemos muitos indicados falando de diversidade, sexualidade, preconceito, dentre outros assuntos polêmicos. Confesso que sempre achei forçada essa linha da Academia querer premiar os filmes que representam um momento da sociedade, um assunto relevante para aquele ano, pois para mim arte é atemporal e deveria premiar o que é bom e ponto final. E quando eu achava que nada me faria mudar de ideia, tcham! Um ponto de virada.

Depois de analisar filmes vencedores do Oscar dos anos 70 para cá, percebi a importância dessas premiações. Além de valorizar a parte técnica que só tem se aprimorado com a tecnologia e com novos autores de diversos países aparecendo, nós podemos fazer uma verdadeira viagem no tempo ao vê-los.

Por exemplo, assisti a um filme vencedor do fim dos anos 70, chamado Kramer vs. Kramer, onde um pai muito dedicado à sua carreira (aliás, um publicitário como eu – me identifiquei!) não percebe seu casamento desmoronar e acaba perdendo a mulher que sai de casa deixando-o com a missão de criar o filho e fazer as tarefas da casa (e quem tem filho sabe que são muitas – me identifiquei parte 2!).

Resumindo, ela pede o divórcio e eles entram em uma batalha judicial pela guarda do menino. Pense no fim dos anos 70. Nesse momento, a sociedade dos anos 80 já respirava um novo panorama, as mulheres estavam vendo uma possibilidade de viver uma nova chance, uma vez que o casamento já não funcionava e buscavam cada vez mais independência e igualdade. O número de divórcios começou a crescer e no meio disso tudo, levantou-se a questão: quais são as consequências de um divórcio?

Claro, toda decisão traz consequências e eu nem preciso dizer o impacto de um divórcio para uma criança de sete anos, como é o caso do filme. Essas grandes questões nos fazem pensar como aquelas pessoas pensavam, gerando emoções muito semelhantes e conflitos que marcaram uma geração.

Quer fazer uma experiência interessante? Escolha algum filme vencedor do Oscar de qualquer década para ver e sinta o ponto alto da história. Seja transportado para as emoções que foram geradas naquela época, por aquele filme. Ainda não inventaram forma melhor de viajar no tempo. Talvez escutar a um álbum musical famoso, que marcou época, mas esse já é assunto para um novo texto.

Qual filme do Oscar, na sua opinião, marcou sua geração?

Mestra abre vaga para mídia digital

Vaga para Analista de Mídia Digital

REQUISITOS
• Experiência em agência de publicidade na função de mídia online
• Conhecimento do pacote office, principalmente Excel e PowerPoint
• Conhecimento e dominio Google AdWords – Search, Vídeo, Display, Google Analytics e Facebook Ads
• Conhecimento de Remarketing
Conhecimento em ferramentas de teste A/B e otimização de bid
• Saber interpretar e analisar dados de mídia para construção de relatórios
• Domínio do processo de parametrização e codificação de URLs
• Domínio do processo de execução de mídia – pedido de produção, especificações, pedido de inserção, controle financeiro

Características fundamentais:
• Boa escrita;
• Análise crítica;
• Organização;
• Dinamismo e Criatividade;
• Ser heavy user de mídias sociais;
• Paixão por Marketing Digital.

BENEFÍCIOS
• Vale-transporte
• Vale-refeição
• Convenio Odontológico e Médico

Envie seu curriculum para temosvagas@mestracomunicacao.com.br

Você está vivendo Black Mirror? 7 coisas que não parecem mas são reais

Conheça 7 episódios de Black Mirror que provam que já estamos vivendo dentro desse universo

Você assiste a série Black Mirror da Netflix? Se sim, sabe que a obra apresenta muitas criticas a sociedade. Porém, será que além dessas críticas, nós já não estamos vivendo o que se passa na série? Separamos 7 episódios desse fenômeno para te mostrar que as coisas podem ser mais reais do que você imagina, dá uma olhada:

1. Nosedive

Ainda falando em redes sociais, o episódio Nosedive da terceira temporada reflete exatamente o que estamos passando. Julgamos as pessoas pela quantidade de amigos e likes que cada uma possui, damos uma avaliação para tudo, inclusive ao pegar um Uber. Somos números que dependem da aprovação de terceiros. Uma boa crítica também é a superficialidade e falsa imagem que passamos nas redes sociais.

Em Nosedive, a personagem é convidada para o casamento de uma amiga que possui uma pontuação maior que a dela e faz de tudo para que seus pontos também aumentem, sendo um desses caminhos ir ao casamento da suposta amiga. Ao longo do episódio, as situações em que ela se coloca para agradar e ganhar uma grande pontuação são absurdas. Não estamos distantes do ocorrido.

2. Be Right Back

Robôs substituindo pessoas? Sim, isso está começando a acontecer. Recentemente, um robô foi demitido de um supermercado na Escócia, mas ele não é o único empregado ao redor do mundo. Apesar de ainda não existir um robô com as mesmas características humanas, estamos cada vez mais próximos desse momento.

A trama mostra uma esposa que perde o seu marido e após isso começa a conversar por mensagens com uma simulação do parceiro. Isso a incentiva a comprar seu robô, que vive no dia a dia com a mulher como se fosse seu marido.

3.Fifteen Million Merits

Sabe quando você trabalha a sua vida inteira todos os dias para alcançar o sucesso? Você pode estar querendo ser um grande blogueiro, youtuber, empresário, simplesmente famoso. É isso o que as pessoas fazem em Fifteen Million Merits.

No episódio os personagens vão para suas bicicletas diariamente para gerar “pontos”. Com esses pontos eles podem comprar todas as coisas necessárias para sobreviver e chegar ao tão esperado “sonho”. Essa realidade transforma todos em pessoas fanáticas e sem identidade própria. É o que resume o “tudo pela fama”.

4.Arkangel

Pais que controlam todos os passos dos filhos e censuram todas as suas ações, que dificultam seu desenvolvimento. Você conhece algum assim? Aquele que protege demais. Isso pode afetar muito a vida de uma criança ou adolescente e a internet abriu essa possibilidade de bisbilhotar tudo o que acontece.

Quer mais provas de que estamos vivendo em Black Mirror? No episódio Arkangel, uma mãe consegue essa medida preventiva da filha, onde consegue monitorar tudo o que ela faz, com quem conversa, o que ela vê e entre outras coisas. A filha é muito afetada por isso e tem toda a sua maturidade prejudicada.

5.USS Calister

Jogos de realidade virtual estão cada vez mais presentes no nosso dia a dia. As pessoas querem estar dentro dos jogos de uma forma cada vez mais fiel ao que passamos na nossa rotina.

O USS Calister mostra um jogo chamado Infinity, que colocamos na têmpora e podemos sentir tudo o que acontece. As pessoas terão consciência de que estão dentro desse universo. Falta pouco tempo para chegar até esse momento, não acha?

6.White Bear

Já parou para pensar como atualmente muitas pessoas filmam um espancamento, um assalto ou outras atrocidades, mas ninguém ajuda? Todos seguram suas câmeras ao invés de dar atenção e prestar socorro. Já estamos vivendo uma parte do que é passado no episódio White Bear.

Além disso, a trama ainda envolve a questão dos direitos humanos de um criminoso. Até que ponto não estamos nos tornando iguais ao tomar algumas atitudes?

7.The Entire History of You

Que os relacionamentos ficaram mais complicados após as redes sociais virarem parte do dia a dia já sabemos. Mas, o que o episódio The Entire History of You traz é justamente uma reflexão de até que ponto isso está nos afetando. Esse episódio mostra uma crítica sobre a tecnologia está afetando as relações e nos deixando paranoicos.

No episódio, as pessoas possuem um dispositivo que grava todas as memórias. A trama gira em torno de uma família, que é desfeita após descobertas de situações passadas através do dispositivo. Parece que já estamos vivendo esse momento com fotos curtidas, comentários, conversas de WhatsApp e outras redes, não é?

Hoje em dia a tecnologia está cada vez mais ligada à saúde e aos nossos corpos, por exemplo: podemos ser atendidos por um médico sem estarmos em sua presença, recebemos laudos a distância. As evoluções robóticas como as de Black Mirror estão cada vez mais próximas de se tornarem algo real.

Fonte: Link Builder da SEO Marketing e DiagRad– Luana Santos

Artigo trata de omnichannel

A alavanca do omnichannel

por Anselmo Bragantini

Em 2011 criamos, eu e mais dois sócios, uma loja virtual de modelo dailydeal e sonhamos ficar ricos em pouco tempo. Não ficamos, mas felizmente meu objetivo principal de entender o modelo de vendas em plataformas digitais foi cumprido integralmente. Como eu já tinha uma vasta experiência na construção e gestão de canais físicos de vendas, a associação entre on e off passou a fazer parte do meu mindset na modelagem de negócios de qualquer natureza. Na época, o Brasil tinha 23 milhões de e-consumidores e menos de 15% dos celulares era composto por smartphones.

Corta! Estamos em 2018 e nesse soluço de tempo houve “alguma” evolução nas discussões e implementações de projetos de comércio digital. Vimos crescer a combinação dos ambientes on e off buscando transformar a jornada do consumidor numa experiência cada vez mais rica e repleta de significados, além de buscar criar identidade com as marcas e fidelizá-lo aos produtos. A era do marketing de massa foi substituída pelo marketing um-para-um, caminho que cada vez mais empresas de todo e qualquer segmento tentam percorrer, uma vez que nos parece inevitável a personalização da comunicação diante das mudanças no padrão de comportamento das pessoas, apontando a necessidade de se ter formas distintas de se fazer negócios.

É por este motivo que nos projetos que estamos desenvolvendo, e onde a modelagem da solução aponta para o omnichannel, nos questionamos a todo momento: quais são os elementos centrais para tornar esse conceito uma realidade nas operações dessas empresas?

Não existem receitas prontas, mas se considerarmos que o rastro que o consumidor deixa no seu dia-a-dia fornece uma série de informações relevantes para entender muita coisa sobre ele, e que hoje em dia o equipamento que mais pode nos fornecer informações sobre hábitos, comportamentos, características e padrões de deslocamento é o smartphone, existe aqui um ponto de inflexão provável.

Nesse contexto, projetos de transformação digital como implantar um ambiente omnichannel para uma empresa de varejo físico de equipamentos eletrônicos, desintermediar com responsabilidade a distribuição dos produtos de uma fábrica de moda ou colocar um produto congelado de uma das maiores empresas do mundo na mesa do cliente com agilidade e confiança, exige empresas com visão de futuro e internautas munidos de equipamentos cada vez mais sofisticados e com aplicações que permitem a aproximação do cliente à empresas que não se cansam de inovar.

Vamos pinçar alguns números que, avaliados em conjunto, podem nos trazer lucidez em meio a esse grande caldo que a onda da tecnologia nos aplica há algum tempo:

· Em 2016 vendemos R$44.4 bi no e-commerce B2C no Brasil. Para 2021 a projeção é de R$82.9, representando um aumento de 87%.

· No Brasil, neste mesmo ano, 19% das vendas do e-commerce B2C foram realizadas por dispositivos móveis. Em 2017 foram 26%¹.

· Fechamos 2017 com 47 milhões de e-consumidores, que serão 67 milhões em 2021.

· 28% da população mundial tinha um smartphone me 2016, sendo que em 2020 esse percentual será de 37%. Quase 10pp de diferença.

· Quase 60% das vendas feitas no e-commerce global em 2017 foram feitas em smartphones/tablets.

Vejam que sairemos de R$8.4 bi movimentados por dispositivos móveis em 2016 para R$21.5 bi em 2021 no Brasil, e cada vez mais a jornada desses e-consumidores estará no ambiente onmichannel, a medida que as experiências no on e off irão amadurecer suas verdadeiras vocações para entregar o que esse consumidor espera de cada um desses ambientes. Ou seja, sem alavancar a quantidade de dispositivos pessoais móveis que possibilitam saber por onde o consumidor anda, o que ele gosta de fazer, e o que ele está fazendo em determinado momento, o círculo virtuoso que começa no consumidor e termina no ponto de venda, não importa de qual tipo, não cumprirá com a sua missão de criar a conectividade neurológica tão sonhada por todas as marcas que querem entregar o produto onde o cliente preferir, mesmo quando ele próprio não esteja certo sobre o melhor momento e local para receber sua encomenda.

Além disso, é necessário que as empresas estejam preparadas e consigam surfar na onda omnichannel, com interação, usabilidade e interfaces que sejam corretamente entendidas pelo cliente final, uma vez que a transformação digital está acontecendo agora e é necessário correr contra o tempo para entender como cada empresa pode participar desse ambiente.

Anselmo Bragantini é especialista em Omnichannel da TopperMinds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Ana Finatti

Vai ter “Amigos do Oscar”

Via Vale recebe projeto “Amigos do Oscar”

Cerca de 50 animais estarão para adoção no estacionamento do Garden. O projeto é uma parceria com a Associação Vida de Taubaté

Nos próximos dias 17 e 18 de fevereiro, o Via Vale Garden Shopping recebe o projeto “Amigos do Oscar”, inspirado no mascote do Garden, que é o cachorrinho Oscar. Trata-se de um evento de adoção de animais, em parceria com a Associação Vida de Taubaté.

No dia 17, das 10h às 20h e dia 18, das 13h às 20h, cerca de 50 cães e gatos estarão na portaria do P2 do Garden esperando para encontrar um novo lar. O objetivo do evento é promover a adoção responsável dos animais e proporcionar uma nova chance para àqueles que têm vivido nas ruas.

“Esse é mais um projeto que ressalta o conceito Pet Friendly do Garden e que visa conscientizar a população sobre a importância da adoção responsável. Queremos incentivar a vinda até o shopping para que as pessoas conheçam esses animais e possam lhes dar uma nova chance de vida, com muito amor e carinho”, afirma Bruna Marcon, responsável pelo Marketing do Garden.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Paradona

Anitta é a estrela toda poderosa da campanha “Paradona” da Renault
Cantora fez ontem à noite (15/02) a maior live do Brasil no instagram, com a participação simultânea de Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso

Foto: Divulgação

A cantora Anitta, anunciada recentemente como a mais nova embaixadora da Renault, faz sua estreia nesta quinta-feira (15) na primeira campanha de varejo para a fabricante. É a chamada “Paradona Renault”, que traz uma Anitta forte e poderosa, mas até então não explorada pelas campanhas publicitárias: a de uma mulher de negócios.

A popstar já chega anunciando uma promoção excepcional para a aquisição de qualquer veículo zero quilômetro da marca – inclusive o Kwid. Durante o mês de fevereiro, na compra de qualquer modelo Renault, a primeira parcela pode ser paga somente em maio.

Nos filmes rodados no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, Anitta assume o papel de executiva da marca e demonstra todo seu poder, liderando e incentivando a equipe de profissionais da Renault a oferecer condições de pagamento ainda mais especiais aos clientes. “Foi muito divertido ser uma espécie de presidente da Renault por um dia. Um poder só! Incorporei o papel, fiz a atriz. Foi mais um desafio. Espero que todos gostem!”, comenta Anitta.

“A estreia de Anitta como embaixadora da marca vem justamente numa campanha muito importante para a Renault, que terminou o ano passado alcançando recorde de participação de mercado no país. Ao mesmo tempo, divulgamos vantagens comerciais imperdíveis para o nosso consumidor, mostrando que este é um momento excelente para comprar um carro novo”, afirma Federico Goyret, diretor de marketing da Renault.

Ao longo de quatro semanas, a campanha será exibida em três filmes na TV, além de redes sociais, spots de rádio e materiais para concessionárias.

Também nesta quinta-feira (15/02), Anitta participou de uma transmissão ao vivo com Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso para falar sobre a campanha Paradona e a experiência dos três embaixadores da Renault com a marca. A transmissão pode ser acompanhada pelo Instagram dos artistas, a partir das 21h.

Assista aqui a campanha “Paradona Renault”:

Fonte: Mattoni Comunicação – Laura Alonso

Coluna “Discutindo a relação…”

As duas faces da moeda

Desta vez quero abordar um assunto que é controverso. E sobre o qual nem mesmo eu tenho um ponto de vista ou uma opinião definitiva.

Quero falar do modelo de agências de propaganda no Brasil no que se refere especificamente à manutenção, nas estruturas destas agências, do departamento de mídia.

Sim, pois não sei se todos sabem, mas o Brasil é um dos poucos países do mundo em que a mídia continua sendo uma área dentro da estrutura da agência de propaganda. Na maioria esmagadora dos países a mídia tornou-se empresa apartada, externa, especializada e independente.

Por aqui isso não ocorreu e não ocorre.

E por que a questão é difícil? Vamos lá!

Nos países em que a mídia deixou de ser um departamento ou área da agência houve a percepção – há umas três décadas – de que essa era uma área ténica, sofisticada e estratégica demais para permanecer apenas como mais um “pedaço” da estrutura maior. A evolução e o desenvolvimento da área de mídia acabou por levá-la para fora da agência. Surgiram empresas especializadas em planejamneto, estratégia e tática de mídia. Então, a partir do momento da cisão, o anunciante contratava planejamento de campanhas e criação em uma agência de propaganda e planejamento e estratégia de mídia em outra.

Parte importante desta saída da mídia de dentro da estrutura das agências se deve ao fato de que nos principais mercados de propaganda não ser tão fundamental (ou nem acontecer) o comissionamento pela compra de mídia.

Houve muita confusão conceitual, pois também mais ou menos na mesma época surgiram empresas especializadas apenas na compra de mídia. Ficaram conhecidas como “brokers”. Elas compravam espaços nas mais diferentes mídias em grande quantidade e negociando altos descontos e depois revendiam estes mesmos espaços para anunciantes e até mesmo para agências de propaganda. Foram danosas em muitos mercados. A Argentina, aqui em nossa região, é um exemplo de como as empresas que compravam mídia poderiam ser prejudiciais ao cenário de comunicação. O mercado de agências de propaganda quase foi extinto no nosso vizinho.

Aqui no Brasil a mídia segue até hoje sendo parte da estrutura das agências. Uma das principais razões para não termos acompanhado a mudança quase global é que aqui o comissionamento, o desconto concedido às agências de propaganda seguiu e segue existindo. E mais do que isso: segue sendo a maior forma de remuneração das agências brasileiras.

Tão pesada e importante é a comissão paga pelos veículos de comunicação às agências que muitas delas cobravam muito pouco ou, em casos mais radicais, nada pelos outros serviços – planejamento e criação, principalmente.

O fato é que hoje vemos muitas agências, redes e holdings multinacionais elogiando a decisão brasileira e pensando em rever a mudança de mais ou menos três décadas e… trazer a mídia de volta para casa. Os que defendem essa decisão dizem que o modelo brasileiro faz com que haja maior interação e envolvimento nas decisões estratégicas para os anunciantes. E isso é fato!

Fato também é que, infelizmente, ganhar pela compra de mídia fez com que as agências nacionais deixassem de saber cobrar por serviços pra lá de importantes. Conheci inúmeras casos de agências que abriam mão totalmente de cobrar pela criação para ter clientes, faturando apenas com o comissionamento. Daí minha indecisão a respeito do tema.

Por um lado é claro que ter o departamento de mídia integrado ao planejamento e à criação, principalmente, faz grande diferença em favor dos clientes. Por outro lado esse modelo existe muito em função de um certo “vício” pela receita da compra de mídia. Já faz muito, muito tempo que a figura de agenciar compra de espaços em veículos deixou de ser aquela que melhor representa e traduz o papel de uma agência de propaganda.

E mais! Em muitos aspectos pode significar certa distorção, uma vez que sabemos, embora muitos neguem até a morte, que coisas como BV e fome por gordas receitas pode levar a decisões não tão técnicas na hora de utilizar veículos em prol de uma anunciante.

Fica o impasse. Eu tendo a achar que há mais vantagens no modelo brasileiro. E que se as agências deixarem de ser dependentes da remuneração do agenciamento e passarem a cobrar melhor por outros serviços a coisa fica toda melhor resolvida. As chamadas agências digitais estão aí para provar que é possível e viável atuar de modo sustentável e rentável no mercado de comunicação sem ganhar comissionamento.