Coluna “Discutindo a relação…”

É como montanha russa

O crescimento das tecnologias digitais e as consequentes mudanças no cenário total da comunicação são um imenso desafio.

Não é fácil. Principalmente para aqueles que, como eu, não são nativos digitais.

Afinal de contas são tantas novas plataformas, novos aplicativos, mudanças diárias… Além disso há muitas novas técnicas e novas terminologias. Muitas coisas foram e serão acrescidas ao rol de coisas fundamentais para um bom profissional de comunicação ao menos saber, ter ideia.

Tanta coisa para aprender: mídia programática, big data, IA, machine learning, métricas digitais, realidade aumentada, CTR, mídias sociais, KPI, funil de vendas, bots, assistentes de voz, games etc

Confesso que fico desesperado em algumas situações. Há muito para se aprender em curto espaço de tempo (ahhh… o FOMO!). Há o medo de ficar ou apenas parecer ultrapassado. A garotada olha para você e seus cabelos – e agora barba – brancos, sua idade e logo sentencia: já era. Mas… tudo bem. Sigo tentando vencer mais este obstáculo para tentar ensinar – e aprender – um pouquinho mais.

Sim… é difícil!

Um baita desafio. Mas tenho dito a muitas pessoas próximas que por outro lado nunca o mercado de comunicação criou tantas novas possibilidades profissionais como agora. É lógico: muitas coisas novas, muitas novas funções para desempenhá-las.

Também configura-se como um grande desafio para as agências, assessorias e consultorias de comunicação. Que profissionais buscar? Que setores desenvolver? O que ter em sua estrutura e o que terceirizar?

Parece com andar de montanha russa. Você leva sustos enormes, grita de desespero, até pensa que vai morrer… mas quando sai de lá pensa: que demais!!! Quero de novo!

O futuro da TV Conectada

TV, TE VI: o futuro é conectado

Por Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil*

Fico pensando sobre Assis Chateaubriand em 1950, quando fundou o primeiro canal televisivo no Brasil, a TV Tupi. Por muitas décadas o princípio “dessa televisão” era ser um receptor, ou seja, uma caixa que transmite conteúdo vindo de outros lugares. Depois de alguns anos, os nossos hábitos de audiência evoluíram, principalmente depois do advento do cabo nos anos 1970. Esse progresso não parou, lembro que passamos por alguns formatos, até chegar nos modelos de distribuição de streaming e over-the-top (OTT, qualquer app ou website que entrega conteúdo em streaming via internet), que também é conhecido por um termo genérico para descrever o que a TV se tornou: TV avançada, que representa a convergência da TV tradicional com o streaming de vídeo fornecido por plataformas OTT e TVs conectadas.

Foto: Pixabay

Essa evolução é tão evidente que o consumo de televisão com hora marcada está morto! Isso mesmo, morto, pelo menos entre Millennials (nascidos após 2000) e a GenZ (os nativos digitais nascidos em meados da década de 90), que em alguns poucos anos vão comandar o mercado de consumo. Os jovens de 18 a 34 anos já dedicam 24% do tempo de consumo de TV nos Estados Unidos a TVs conectadas, em comparação a 10% entre toda a população adulta, de acordo com estudo recente da Nielsen. Eles esperam assistir o que eles querem, quando eles querem e da forma que eles querem. Isso mesmo, estamos falando de streaming, de VOD (vídeo por demanda).

E essa mudança de comportamento está recriando a indústria de mídia, produzindo novos modelos de negócio. A Netflix, com seu investimento de US$ 8 bilhões, é o exemplo mais proeminente, mas há outras dezenas de bilhões sendo investidos em produção de conteúdo para streaming por empresas como Hulu, Amazon e Apple, além de fusões multibilionárias, derretendo e recriando modelos que nascem da intersecção de mídia, ad tech e telco a se sucederem. Disney e Fox, AT&T e Warner Media são casos recentes, e a evolução da Roku, de um hardware para o consumo de vídeo para um ecossistema de conteúdo, distribuição e publicidade segmentada é outro exemplo da transformação pela qual a indústria está passando.

No Brasil, que tem enorme tradição com TV, a tendência não é diferente. E mais, a receptividade a anúncios nos torna um mercado de alto potencial para um futuro AVOD (ad-based video on demand). Um estudo recente da Telaria com painéis em cinco países, incluindo o Brasil, mostra que somos o mercado que mais bem aceita a publicidade como uma troca para acessar conteúdo de qualidade. A única coisa que não dá para esquecer é que Millennials e GenZ toleram – até gostam da publicidade e a tratam como Conteúdo – mas desde que ela seja relevante e altamente personalizada. O que é boa notícia, pois as TVs conectadas reúnem o melhor dos dois mundos, a experiência lean back de consumo de vídeo associada às possibilidades de segmentação do ambiente digital, com 100% de viewability e 95% de completion rate (taxa de conclusão de vídeo), já que é non-skippable.

Imagem: Pixabay

Então, quem diria, a TV está mais viva que nunca. O que muda é a forma de ver. O OTT cresceu 200% em audiência no mundo nos últimos três anos, e muitos produtores de conteúdo premium estão surfando a onda. No Brasil, onde TV linear, tradicional, tem qualidade e um alcance gigantesco ainda há muito espaço para convívio amigável entre o que foi e o que será.

Mas o ambiente para o streaming já existe, e as oportunidades para os produtores de conteúdo de conquistar audiências e para as marcas de conversar com seus públicos já está aí. E você, não vai aproveitar essa oportunidade? Recomendo você dar o play, não perca tempo.

*Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil, é especialista em Ad-tech, Marketing e Mídia com foco em publicidade programática, streaming de vídeo e TVs Conectadas.

Três passos para as empresas engajarem o público certo e venderem mais na internet

Especialista em audiência na internet, Samuel Pereira explica como atrair a atenção do público mesmo com a avalanche de informações

Existe uma forma totalmente nova de se comunicar com a audiência através da internet. Segundo o especialista Samuel Pereira, autor do livro “Atenção: o Maior Ativo do Mundo” e criador do Segredos da Audiência, maior evento de tráfego e audiência da América Latina, a forma como as pessoas lidam com a propaganda mudou. “Elas preferem ir atrás da informação quando precisam dela, em vez de serem interrompidas por propagandas que não pediram para ver”, alerta.

Samuel Pereira

Para ajudar os empreendedores e profissionais responsáveis por marcas e empresas a compreenderem como captar a atenção do público e transforma-lo em cliente, Samuel desenvolveu o conceito de Jornada do Engajamento, este material está presente em seu livro que já chegou à lisa dos mais vendidos. “Os três passos da jornada do engajamento ajudam a construir uma trilha com muito mais chances de fazer a audiência estar com você a escolher contratar seus produtos ou serviços”, completa Samuel, que destaca a importância de conquistar o interesse das pessoas com algo de valor em vez de apenas interromper o conteúdo que estão consumindo. “A ideia é que as marcas e empresas não tenham que correr atrás do cliente, mas sejam encontradas quando ele precisar do seu serviço”, completa, antes de listar os passos.

1- Atração do interesse:

O primeiro passo é definir o público-alvo e se tornar um verdadeiro especialista em interpretar suas dores e desejos. “O empreendedor tem que saber explicar o problema do seu público-alvo melhor do que ele mesmo”, sugere. Assim, o cliente em potencial automaticamente percebe que pode encontrar a solução para o problema. “O segredo é focar em uma comunicação para gerar identificação, trazendo características que fazem parte desse público, como a linguagem, os desenhos e os problemas, assim o consumidor vai sentir que é este o produto ou serviço que vai ajudá-lo”.

2- Doutrinação:

Ao contrário do que muitos fazem na internet, o conteúdo não deve ser composto apenas de dicas soltas. “O que as marcas ou especialistas produzem deve seguir uma lógica que leve as pessoas até o que vai ser oferecido depois”, enfatiza. Ao fazer assim, o conteúdo irá ter um objetivo na jornada do cliente. “A ideia é usar o que é ensinado para reforçar a importância do produto ou serviço que você oferece”, completa.

3- Conversão:

Por fim, deve-se oferecer o produto ou serviço que soluciona um ou mais problemas do público-alvo. “As marcas devem oferecer ao seu cliente não o meio, mas o fim, ou seja, a transformação que ele terá ao adquirir o produto ou serviço”, ensina. Um exemplo é quando se vende um produto para cabelos: a venda deve se preocuparem oferecer cabelos mais bonitos e saudáveis, e não apenas um creme. “O segredo é vender o resultado que ele terá com o serviço, método ou produto”, completa Samuel Pereira.

Definir esses três passos é fundamental para que a audiência seja alcançada no momento certo, preparada para consumir o produto, e entenda os motivos pelos quais deve comprá-lo.

Sobre Samuel Pereira

Samuel Pereira, é publicitário, empresário, especialista em tráfego e audiência na internet e criador do Segredos da Audiência Ao Vivo, o maior evento de tráfego e audiência do mundo, que em sua última edição reuniu mais de 3 mil pessoas. Concentra o seu trabalho em ajudar empreendedores a criar negócios online sustentáveis a longo prazo, por meio de estratégias de tráfego e audiência que não dependam das constantes mudanças de regras das redes sociais, atraindo um público extremamente qualificado e capaz de gerar resultados. É ainda, autor do livro “Atenção: o maior ativo do mundo – o caminho mais efetivo para ser conhecido, gerar valor para seu público e ganhar dinheiro” e co-autor de “Negócios Digitais”.

Fonte: Sigma Six Comunicação Integrada – Taiana Bueno

Automatizado e inteligente

SAC inteligente, não artificial

por Marcio Rodrigues*

Quem já precisou entrar em contato com uma empresa para pedir informações, solicitar serviços ou fazer uma reclamação, muito provavelmente foi atendido, num primeiro momento, por um sistema automatizado, também conhecido como bot. Os bots são softwares que conseguem “conversar” com o cliente para determinar qual a sua demanda e o canal mais adequado para resolvê-la. Eles foram criados para facilitar a vida dos dois lados: o cliente fica menos tempo na espera e pode até resolver o problema ali mesmo, naquele primeiro atendimento; e a empresa otimiza o tempo e os recursos investidos no SAC ou contact center.

Imagem: Pixabay

A mesma solução que veio para descomplicar acabou acumulando uma gigantesca massa de dados, gerados por todos nós quando utilizamos qualquer tipo de tecnologia. Para dar conta desse volume insano de dados e transformá-los em informação útil, insights e conhecimento estratégico, nada mais eficiente do que se valer dos avanços da Inteligência Artificial (IA).

Ao investir no desenvolvimento e na implantação de ferramentas de IA no atendimento ao público, as empresas ganham em agilidade, assertividade e personalização. O SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) vira SIC (Soluções Inteligentes para o Consumidor).

Mas a interação com a pessoa do outro lado da linha (ou da tela, ou do teclado) é apenas uma das funcionalidades da IA. Tão ou mais importante, ela serve para orientar os atendentes e supervisores na hora de lidar com o público. Não é à toa que essas ferramentas são consideradas inteligentes: elas conseguem aprender as diversas maneiras como os humanos se comunicam, interpretá-las e captar as emoções ou o estado de espírito dos participantes da conversa.

Conhecendo a demanda, o contexto e as características do cliente, a equipe de suporte estará preparada para atendê-lo de forma personalizada. A ferramenta pode até fazer o best match entre o atendente e o cliente, escolhendo a pessoa mais adequada para lidar com aquela situação. Ou ainda, monitorar a conversa e identificar se é necessária a orientação ou intervenção de um supervisor.

Imagem: Pixabay

Só que, para se chegar a esse nível de desempenho, temos que prestar muita atenção na alimentação e no monitoramento do sistema. Afinal, ele se sustenta sobre a tecnologia de machine learning, ou seja, vai aprendendo mais e mais à medida que coleta, processa e compara dados. Não apenas aqueles gerados pela interação do consumidor com a empresa, mas também levando em conta o ramo de atuação, o modelo de negócios e os produtos ou serviços oferecidos. Esses elementos são indispensáveis para se ler corretamente o contexto, avaliar as possibilidades e sugerir soluções para o problema do cliente.

A cada dia surge uma nova aplicação de IA para interação com o público, graças à criatividade dos empreendedores (com suas startups) e às inovações desenvolvidas pelas próprias prestadoras de serviços de atendimento. Não poderia ser de outro modo, pois lidamos com uma nova geração de consumidores, que não tem tempo nem disposição para interagir com sistemas lentos e ineficientes.

É difícil determinar as possibilidades, mas podemos dizer com segurança que “o céu não é mais o limite”, em termos técnicos, para a aplicação de IA, seja no trato com o público, seja para a geração de resultados de negócios. A questão principal é estabelecer os limites éticos e comportamentais dessas aplicações. Mas até nisso a inteligência artificial pode colaborar, por exemplo, informando que determinado cliente não gosta de bots e prefere falar diretamente com um colaborador.

A interação entre máquinas e humanos pode ser tão sofisticada que por vezes nos flagramos sem saber se estamos falando com alguém de carne e osso ou com um robô. Alguns deles já passaram no chamado Teste de Turing (quando a máquina consegue se passar por gente, sem que a pessoa que está conversando com ela identifique que se trata de uma IA). No entanto, ainda há muito a ser desenvolvido, aprendido e aplicado. A única certeza que temos é que novos marcos vão surgir nesse campo. A era da inteligência artificial está apenas começando.

Marcio Rodrígues é Presidente da Avaya Brasil

Fonte: RMA Comunicação

Mais do Festup Tendências

O Publicitando contou com um enviado especial no Festup Tendências 2018. Convidei a ainda estudante de jornalismo Fernanda Paiva para acompanhar o evento e traçar seu ponto de vista. Confira o que ela viu e ouviu por lá!

Fest’up muda para provocar mudanças

De maneira inovadora, as instalações da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), em São Paulo, receberam no dia 29 de setembro de 2018 a 30ª edição do Fest’up, evento produzido pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda). O cronograma de atrações contou com 24 palestras de 50 minutos cada.

Fernanda Paiva

A edição deste ano recebeu o título de “Tendências”. De acordo com o diretor da APP e organizador do evento, André Porto Alegre, a nomeação do Fest’up vem diferente em 2018 para cumprir com a tentativa de trazer novos ares ao evento. “Essa é também uma das razões pela qual nós trouxemos o Fest’up para a ESPM”, explica André. Nas edições anteriores a FAAP (Fundação Armando Alvares Penteado), em São Paulo, era sede do evento, que ocorria em dois dias.

De modo simultâneo, três auditórios divididos em cores contavam com convidados ministrando palestras durante todo o sábado. Com base no cronograma de palestrantes disponibilizado pela organização do evento, o público pôde escolher o local de interesse para acompanhar às apresentações. Após comunicar os organizadores sobre a escolha, os visitantes recebiam um crachá com a cor do respectivo auditório que fora escolhido, possibilitando o acesso.

Os principais temas expostos referiam-se às inovações do mercado de trabalho para o publicitário bem como as transformações digitais nas agências de propaganda, palestras com temáticas para compreender a relação das tendências com o comportamento dos consumidores também fizeram parte da abordagem do evento. Porém, a organização não se restringiu às apresentações de conteúdos de cunho apenas publicitário, profissionais de diferentes áreas da comunicação ministraram palestras.

Patricia Santos da Empregueafro

Além da presença de debates técnicos e tecnológicos, convidados, como Patricia Santos da Empregueafro e Neiva Justa #ondeestãoasmulheres, conscientizaram o público quanto a importância da presença de profissionais negros e de mulheres nos grandes cargos das empresas. Palestrantes como elas agregaram um ar social ao evento, abordando a necessidade de mudança no ponto de vista empregador e empregado. Mudanças as quais o Fest’up já se habituou e colocou em prática nessa edição de 2018. Como estudante de jornalismo, acredito que o evento tenha muito a agregar às diversas áreas de atuação no campo da comunicação. Mal posso esperar para visitar o Fest’up Tendências 2019.

Fernanda Paiva
Estudante de Jornalismo – UNITAU.

Por que as pessoas deixam de comprar pela internet?

8 motivos pelos quais as pessoas não compram um produto na internet

Conhecer as principais objeções dos clientes do mundo online é um dos principais passos que o empreendedor pode dar em direção ao aumento de vendas e faturamento

Foto: Pixabay

Aquela história de “nadar, nadar e morrer na praia” é um pesadelo para quem empreende, ainda mais pela internet; no entanto, não deixa de ser comum. Muitas vezes, mesmo que o empreendedor circule um conteúdo de qualidade, possua uma audiência consistente e seja visto como autoridade no negócio em que trabalha, o momento da venda ainda tem um final infeliz. E isso acontece porque “costumamos esbarrar nas objeções dos compradores e não convertemos nossas vendas”, explica Samuel Pereira, publicitário e especialista em tráfego e audiência na internet.

Motivado a entender sobre onde caía a responsabilidade desse insucesso em um momento tão crucial, que é o da compra, Samuel desvendou as 8 principais objeções do consumidor e ensina como driblar cada uma delas a seguir:

1º Isso não funciona

É comum que o consumidor “duvide”, ou ao menos questione se o produto ou serviço realmente cumpra tudo o que está prometendo. “Você mata essa objeção mostrando estudos de caso. Mostre como você ou alguém que já tenha usufruído do seu produto ou serviço conseguiu alcançar o resultado que está mostrando”, detalha o especialista.

Samuel dá o próprio exemplo: no lançamento do primeiro curso online criado por ele, o prestigiado “Segredos da Audiência”, o especialista mostrou vários casos de como alcançou 300 mil visitas por mês em alguns dos sites em poucos meses. “Gravei um vídeo com as métricas e compartilhei na internet. Esse conteúdo mostrou que o método que usei funciona e gerou bastante autoridade para mim”, conclui.

2º Não confio no vendedor

Mais uma vez, a dúvida se faz presente na mente do consumidor, ainda mais se for o primeiro contato com o produto ou com a marca. Quem não gosta de conhecer a procedência do que está comprando, não é mesmo? Desse modo, Samuel recomenda: “Ter muitas pessoas falando sobre você no mercado gera autoridade. Pode ser desde gente interessada no assunto que você aborda até profissionais do seu mercado que admiram seu trabalho”.

A partir do momento em que um especialista analisa o serviço ou produto de outro especialista da mesma área de forma positiva, uma parcela da autoridade dele é transferida para o outro, e isso gera confiança e segurança ao consumidor.

3º Isso não funciona pra mim

Nesta objeção, Samuel traz duas estratégias que podem ser usada tanto juntas como separadamente. A identificação com o outro é o primeiro passo. É comum que as pessoas encontrem motivos para diferenciar o negócio delas do restante e, desse modo, gerar a impressão de que aquela fórmula não é a melhor opção para ela. “Apesar de termos um conhecimento a mais, não somos melhores ou mais espertos que ninguém”, explica Samuel. É preciso lembrá-la que negócios bem-sucedidos são construídos através de riscos tomados e, especialmente, de erros cometidos. “Quanto mais você mostra que é uma pessoa comum, mais identificação e conexão você gera”, continua o especialista.

A segunda estratégia é mostrar estudos de caso mais uma vez. No entanto, é hora de partir para algum caso extremo. Desse modo, a pessoa se convence que, se deu certo “até” com tal negócio, é mais provável que o dela também tenha um final feliz.

4º Eu não vou conseguir implementar

Não há argumentação mais valiosa que o “baseado em fatos reais”. É por isso que Samuel bate na tecla dos estudos de caso. Exemplos de pessoas que se deram bem com o produto em um contexto “pior” do que o do consumidor que ainda não comprou é a chave para convencê-lo. “O objetivo é fazer seu público ter a seguinte sensação: ‘se ele conseguiu, eu também consigo!’”, completa o publicitário.

5º Não preciso disso agora

Uma das frases ditas pelo consumidor e mais ouvidas por quem tem um negócio é “Vou deixar para o mês que vem!”. As pessoas tendem sempre a postergar a compra de algo que ela julga não tão urgente por um motivo simples: elas sabem que poderão voltar para comprar quando quiserem. Samuel resume a solução desta objeção em uma só palavra: escassez. “Fechar as suas inscrições ou um evento mudar de lote, isso faz com que o cliente tenha vontade de aproveitar antes que aumente o preço ou se encerrem as inscrições – senão, vai perder a oportunidade”, são algumas das sugestões do especialista.

Contudo, Samuel ressalta que este recurso deve ser sempre usado com integridade.

6º Não tenho dinheiro

Essa objeção parte da mesma premissa da frase “Não tenho tempo”. Mas essas não são verdadeiras questões. A questão aqui é prioridade. Desse modo, o segredo é transformar a oferta do produto ou serviço em prioridade para o consumidor. Primeiro passo: ressaltar como o preço está bom. Segundo passo: trazer de volta a estratégia da escassez. Samuel dá um exemplo: “você já deixou de fazer um trabalho de escola ou de estudar para uma prova porque a data de entrega do trabalho ou da prova ainda estava longe, mas um dia antes da data você deu prioridade máxima ao tema? Portanto, gere senso de prioridade no seu cliente”.

Foto: Pixa

Essa sensação de escassez pode ser trabalhada com eficiência no texto de venda, a chamada “copy”, no marketing digital. Produzida tanto em formato de vídeo como em formato de texto, a estratégia é tornar a oferta o mais irresistível possível. É válido mostrar o quanto a pessoa vai perder no futuro por ter deixado escapar a oportunidade agora.

Quando a questão do consumidor é não ter, de fato, dinheiro para pagar, a ideia é concentrar-se nas formas de pagamento possíveis e, se for o caso, “ancorar o preço”, sugere Samuel, mas com a ressalva de que “se a pessoa tem prioridade, ela pega o cartão de crédito do vizinho emprestado e compra”.

7º E se eu não gostar?

O medo do arrependimento. A pessoa pode até estar convencida que conseguiria implementar o que foi planejado e vai dar um jeito de pagar, mas há algo que ainda a impede: o medo de não gostar do produto ou serviço. Para esta objeção, Samuel recomenda aplicação de garantias. É necessário encontrar a que mais combine com o negócio em questão e oferecê-la aos clientes. “Geralmente, a garantia para venda de produtos digitais é de trinta dias. Funciona da seguinte forma: se em trinta dias o seu cliente não conquistar um resultado proporcional ao que seu produto oferece, ou por qualquer desaprovação dele, você devolve o dinheiro”, exemplifica o especialista.

Outras garantias que, segundo ele, são mais fortes ainda: a devolução do dinheiro investido, caso o consumidor não tenha o resultado esperado em trinta, sessenta dias; ou a cobertura da passagem de deslocamento do consumidor até o serviço comprado. É possível lançar garantias ainda mais ousadas, mas também é preciso ter segurança para fazê-las.

8º Objeção na hora da compra

Após vencer todos os obstáculos descritos acima, o consumidor só precisa dar o clique da compra. Mesmo assim, algumas vezes, isso não acontece. É hora de entender os motivos específicos da marca. Samuel sugere manter sempre um feedback e coletar depoimentos das pessoas que compraram o produto ou serviço; certamente houve quem hesitou na hora de efetivar a compra. “Ter esses depoimentos pode ajudá-lo até a pensar em estratégias de persuasão com futuros clientes”, explica o especialista em marketing digital. “Você pode usar a experiência de seus clientes e incluí-la num vídeo de venda: ‘Eu estava pensando em comprar, mas achava que o cara era picareta. Mas, decidi e comprei assim mesmo. Percebi que eu estava totalmente errado e ter comprado foi a melhor decisão que tomei’”, continua Samuel. A pessoa que está assistindo ao depoimento pode se identificar com a opinião daquele cliente e ser motivada a comprar.

Quando o assunto é empreender, é preciso atentar-se não apenas às estratégias para atrair o cliente, como também às situações que podem dificultar a venda e que gerarão efeitos indesejados. Dessa maneira, aquele medo de “morrer na praia”, como foi comentado no início, tende a desaparecer e os bons resultados vêm naturalmente. Todas as estratégias para o sucesso de um negócio estão reunidas no livro “Atenção: o maior ativo do mundo”, escrito por Samuel Pereira e considerado uma referência quando o assunto é tráfego e audiência na internet.

Mais sobre Samuel Pereira:

Samuel Pereira é autor de “Atenção: o maior ativo do mundo”, livro que chegou a best seller da Revista Veja e Top1 na Loja Kindle da Amazon.com.br. Samuel também é o idealizador do maior evento anual de tráfego e audiência, o “Segredos da Audiência Ao Vivo”, que já teve 5 edições, reúne grandes empresários brasileiros e um público de quase 3 mil pessoas para revelar as estratégias mais inovadoras do segmento.

Fonte: Sigma Six Comunicação Integrada – Taiana Bueno

Coluna “Branding: a alma da marca”

Como o marketing político construiu esta eleição até aqui?

Continuando o assunto eleições, nesta coluna tratarei do marketing político e como ele tem construído os resultados destas eleições até o momento. Vamos abordar três assuntos principais: o fenômeno da polarização, o desejo da mudança e a imagem pública dos candidatos.

Como havia previsto na última coluna, esta eleição para presidente se definiu na polarização. Todas as pesquisas apontam para um segundo turno formado por direita x esquerda, cabendo apenas uma vaga para cada lado. A ideia de uma terceira via moderada, embora muito defendida, ainda não se confirma no voto, mostrando que o brasileiro ainda define seu voto pela paixão. Até aí, não haveria novidade se não fosse o fato de termos pela primeira vez a tendência de uma eleição por voto útil. Digo isso porque os candidatos, como mostram as pesquisas, não são nitidamente os escolhidos da população, mas sim, aqueles que contrapõem a ideia indesejada. A rejeição passou a ser mais importante nas avaliações do que propriamente a escolha do voto. Mas o que isso quer dizer?

Quer dizer que para vencer esta eleição, o marketing político precisa trabalhar a imagem de oposição. Bolsonaro precisou se mostrar o “anti-petista”, assim como Haddad é o substituto de Lula para “defender o país da direita opressora”. Ciro, Alkimin e Marina tentaram colar “o anti-Bolsonaro” no primeiro momento, e agora o “anti-ambos” nesse momento de explícita polarização.

O fato é que está mais fácil entender o que a população não quer, do que aquilo que ela quer. Quem fez antecipadamente esta leitura de cenário conseguiu se posicionar e levou vantagem até o momento.

Nas últimas eleições a palavra “mudança” esteve em cena inúmeras vezes. Essa palavra tinha signo de porta-voz da esperança e foi a base para a eleição do Collor, FHC e Lula, mas parece ter sido dizimada quando Aécio passou a representá-la.

Quando perdeu a eleição o político questionou o processo democrático, fomentando a mudança através do impeachment da eleita Dilma, mas foi em seguida flagrado como corrupto em uma gravação indiscutível, jogou uma ducha de agua fria no Brasil representado pela direita. Para seu azar o PSDB não conseguiu descolar sua imagem de um desastroso governo de Temer, preenchido por escândalos e recessão. O próprio ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, em entrevista surpreendente definiu esta situação como “conjunto de erros memoráveis” da legenda que não só denegriu os políticos envolvidos, como se alastrou para toda a classe política colando a imagem de não confiáveis a qualquer um que lá estivesse. Parece que enfim o medo venceu a esperança e nesta situação a imagem de vítima deu ao PT uma sobrevida e a volta ao jogo.

A legenda soube se aproveitar da situação para gerar em torno do nome de Lula uma verdadeira Jornada do Herói aglutinando em torno do ícone o voto esquerdista e acirrando os ânimos dos dois lados.

Tais fatos explicam a busca pelo “anti”. O voto de protesto migrou de uma ideia de “Tiririca” do qual “pior não fica”, para “não podemos ter o pior, por isso meu voto é contra!”

Nesta situação cada marqueteiro político construiu o que leu do cenário e de forma diferente moldou seu candidato com uma imagem pública inédita.

A imagem pública nada mais é do que uma representação arquetípica que se constrói como uma máscara que reveste o discurso do candidato e suas ideias. Costumo chamar isso de “persona”. O candidato representa um papel, interpretando-o como um ator, que quando faz bem o seu papel transpassa ao público verdade em sua apresentação e quando ruim não cola e mingua.
Dessa forma o cenário que vejo é:

O Capitão: A ideia de polícia contra bandido é a explicação para o fenômeno Bolsonaro, o caçador de corruptos que em seu discurso fala em “metralhar os petralhas”, militariza sua imagem gerando em torno de si a ideia de heroísmo. Um atentado contra sua vida lhe deu força para saltar os obstáculos de seu discurso radical, mas hoje está em uma encruzilhada, pode pacificar seu discurso atraindo votos do centro direita, mas isso poderia soar como fragilidade, ressaltada por sua incapacidade de voltar ao corpo a corpo de campanha. No entanto, se voltar a vociferar contra seus rivais pode completar o ciclo do monomito quando o herói volta do inferno para se vingar dos inimigos. Sua imagem é muito forte, mítica e milimetricamente construída por bons comunicadores.

O Arauto: Ouvi uma pessoa dizer que o Luiz Inácio está acabando com a imagem do Lula, isso é bem verdade! Por isso o PT está transferindo o arquétipo do “pai dos pobres” para um arauto “Lula é Haddad, Haddad é Lula” uma saga aos moldes de Game of Thrones, onde os heróis morrem e renascem. A transferência parece ter sido muito bem-sucedida, seu crescimento é espantoso e sua chance de vitória em um segundo turno são muito boas, visto que, as alianças com as terceiras vias devem se formar ao seu redor.

Algo que não se pode ignorar é o próprio arauto, Haddad não é a Dilma, tem uma imagem mais conciliadora e culta. Pode ser um renascimento da velha politica, mas isso vai depender de como o velho Luiz Inácio irá ver isso em caso de vitória. Pois como bem sabemos não devemos nos apegar aos personagens em Game of Thrones.

O Professor: Ciro teve um bom começo encarnou bem a ideia de professor, de solução inteligente, experiente e com uma grande didática para explicar. Soube controlar seus nervos no começo e teve uma boa arrancada com o SPCiro, ideia populista que lhe levou a cristalizar bons 10% de intensão de votos, mas precisava de outras ideias populares como esta, sem elas empacou.

A falha mais comum entre os professores conhecedores de sua matéria é de não ter paciência de explicá-la aos alunos do fundão, e isso também está acontecendo com o Ciro. Tem se perdido por não ter a paciência com os eleitores dos outros. As vezes quando um professor não consegue fazer um aluno aprender ele se irrita com este aluno, e a critica dele aos seus adversários tem passado do tom, por isso deve brigar para manter-se como melhor ator coadjuvante e ter peso de negociação em um segundo turno.

A via do meio?: Não é à toa que o apelido de picolé de chuchu colou tanto em Alckimin, seu grupo não conseguiu colar uma imagem publica contundente, como merecia o seu candidato. Tentou várias apostas como o preparado, o pacificador e atualmente a solução moderada, mas nenhuma delas colou mais que seu apelido. Enfim deve se manter na 4ª colocação, perdendo inclusive o apoio do dito centrão, oferecendo uma piada pronta, de que nem os ratos gostam de chuchu!

A ideia frágil: Como já disse na última coluna, Marina perdeu suas chances quando apoiou Aécio na última eleição perdendo vinculo com seu eleitor tradicionalmente simpatizante da esquerda. Também tentou novidades em sua campanha deste ano, peitando Bolsonaro no primeiro debate e tentando se apresentar como líder das mulheres. Mas não colou, ficou no caminho sendo novamente a mais derrotada da eleição. Sua queda é fantástica!

O novo: Amoedo se apresentou como novidade e como novidade sumiu, pelas razões que já apresentei.

Os demais, são só os demais. Volto no próximo mês analisando o resultado do primeiro turno e projetando a decisão do segundo turno, até o mês que vem!

Para engajar clientes na Era Digital

Era digital: ferramentas e práticas com foco no engajamento do cliente

“Só há um patrão, o cliente. E ele pode despedir todo mundo na empresa, do presidente para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar.” A frase, dita por Sam Walton, fundador de uma das principais multinacionais de lojas de departamento estadunidense, nunca esteve tão atualizada. A transformação digital e as consequentes mudanças nas relações de consumo fizeram com que o conceito “consumer centric” – ou o consumidor no centro – se firmasse como mantra central da estratégia de negócios.

Hoje, a Deloitte define a Era do Cliente pelo reconhecimento das necessidades no ponto de contato, para que elas decidam como maximizar, dinamizar e personalizar a melhor experiência possível, gerando o máximo retorno de seus esforços.

De maneira prática, a necessidade de atender à demanda cada vez mais rigorosa e ágil do consumidor, força as organizações a se adequarem à realidade digital. Para isso, é preciso desenvolver uma estratégia que garanta a efetividade das práticas de engajamento do cliente. A base está na total compreensão de como um serviço ou produto pode contribuir da melhor maneira para o dia a dia dos compradores; e em seguida, o desafio de apontar o real valor agregado do que está sendo oferecido.

De informações sobre comportamentos presentes em sites e redes sociais – como os cookies, por exemplo – até dispositivos conectados por Internet das Coisas (Internet of Things, ou IoT), que captam os dados, há um infinidade de ferramentas disponíveis para compreender exatamente o que o cliente quer, a partir da ciência de dados. Ao analisar as informações, inicia-se uma cultura de cocriação com os interlocutores, no qual pessoas participam – direta ou indiretamente – do processo de e desenvolvimento de produtos e serviços.

Esse engajamento proporciona um olhar mais abrangente para os negócios, facilitando a visualização de lacunas nas demandas e prevendo eventuais tendências. Isso requer lidar com padrões elevados. É preciso focar atenção e esforços em pesquisa e desenvolvimento para estimular uma cultura de inovação nas empresas, de forma que as novidades cheguem constantemente aos clientes. Mais do que analisar as informações do mercado e dos concorrentes, o foco está nas pessoas. Compreender, efetivamente, as necessidades dos compradores – sejam elas relacionadas a serviços, soluções, ferramentas ou experiência – é o que vai definir uma experiência verdadeiramente positiva.

*José Renato Gonçalves é vice-presidente para a região da América Latina da Orange Business Services

Fonte: aboutCOM – Natália Diogo

Coluna Propaganda&Arte

Games: eles alcançaram uma nova fase

Os videogames surgiram como uma forma de entretenimento, mas hoje evoluíram e já são considerados uma mistura de filme, arte e experiências sensoriais inovadoras.

Se você é um ser humano normal, já deve ter jogado pelo menos uma vez na vida um game: Tetris, Super Mario, Street Fighter, DOOM, Final Fantasy, Diablo, The Witcher, só para citar alguns. Elas são consideradas franquias de sucesso e figuram entre os maiores games já criados.

O objetivo pode ser variado, resolver um caso, conquistar áreas ou pequenos objetivos, aumentar seu poder, construir uma história com o personagem, não importa. O game consegue o que outras artes tentam e nem sempre alcançam: imergir o usuário em uma nova realidade para desenvolver capacidades diversas para resolução de problemas. Tudo isso pode refletir na sua vida pessoal, sim (apesar de muitos dizerem ser perda de tempo). Um fato que prova o contrário é o número cada vez maior de jogadores que aprendem inglês jogando.

A arte, nesse momento, entra como apelo visual, sonoro, animações, storytellings, grandes conceitos, arcos de histórias interativas, com diversos caminhos e finais alternativos que dependem muito de suas escolhas como jogador. Isso representa muito a nossa vida e pode ser uma bela experiência imersiva com as novas ferramentas de realidade aumentada (VR) ou outros sensores, como os de movimento, proporcionando atividades físicas durante os jogos.

Se você ainda acha que game é coisa de gente preguiçosa, ou que não quer fazer nada da vida, é melhor retomar os estudos na área, pois existem profissionais/gamers que são muito bem patrocinados para representar seus times em partidas mundiais, como League of Legends (LOL), Counter-Strike, dentre outros, movimentando uma grana alta, na faixa dos 1,5 bilhão de dólares só no Brasil (expectativa/2018).

Mais especificamente na área da arte, quero citar o jogo Electroplankton, do Nintendo DS, criado pelo artista Toshio Iwai, onde você inventa imagens abstratas e o console as interpreta com sons. Você exercita uma nova linguagem da arte e experimenta novas linguagens.

Nós não sabemos até que ponto os games podem ser considerados “a nova arte”, pois estamos vivendo isso agora. No futuro, quem sabe, poderemos olhar para trás, para as fases passadas, para os desafios e moedinhas coletadas, e concluir que os games foram e são uma nova forma de expressão da arte. Talvez indo além da arte e proporcionando experiências em um novo nível nunca visto antes. Concluiremos, finalmente, que os games alcançaram uma nova fase do estado da arte.

Vamos jogar?

Dicas básicas sobre redes sociais

Segredos de marketing em redes sociais que todo profissional deve saber

Para ter uma boa estratégia de divulgação na internet, existem vários segredos de marketing em redes sociais para as empresas que todo bom profissional do ramo deve saber. Nas redes sociais, o número de conteúdos compartilhados cada vez aumenta mais e competir com eles não é fácil.

Marcas que querem receber uma boa atenção devem encontrar maneiras para ter estratégias bem definidas nas mídias sociais.

Veja agora 3 grandes segredos de marketing em redes sociais

1- Não existe padrão para o sucesso: não há provas concretas ou alguma fórmula matemática mirabolante para o gerenciamento das redes sociais. Cada empresa possui sua particularidade, um público único e questões específicas que precisam de soluções para trazer audiência. Além disso, plataformas de mídia social estão mudando o tempo inteiro e, com elas, o comportamento dos grupos sociais também. Não existe maneira de obter bons resultados através uma mesma estratégia.

2- Tenha um plano de conteúdo bem documentado e moldado: para passar do primeiro obstáculo é essencial possuir um plano de marketing de conteúdo. Para que o conteúdo seja eficiente ele deve ser relevante para o seu público, desenvolvendo algum tipo de interação com o material ou com a página. A documentação da estratégia também é fundamental. Uma pesquisa do Content Marketing Institute mostrou que uma estratégia documentada pode dar mais confiança a equipe, porque auxilia na justificativa dos gastos com mídias sociais.

3- O boca a boca pode ser melhor do que o imaginado: existe a possibilidade de gerar boca a boca para sua marca através das mídias sociais. Isso porque elas costumam impactar clientes, parceiros e funcionários de maneira igual. A construção de relacionamentos com as pessoas é o grande segredo para o sucesso em qualquer tipo de negócio.

Fonte: Agência IMMA