Dados do e-commerce no Brasil abrem novas possibilidades de emprego

Está à procura de um novo emprego ou profissão? Acredite no poder dos dados do e-commerce no Brasil

por Elton Ivan Schneider*

Diante do cenário atual de pandemia e transformação digital, falar sobre o crescimento do e-commerce no Brasil, pode ser comparado a navegar em um céu de brigadeiro… será?

Os números impressionam, mas nos mostram que estamos em um momento de copo meio vazio, com muitas possibilidades para crescimento (para encher o copo, o que é bom) e uma falta de empresas e profissionais preparados para estas oportunidades (o copo está vazio, indicando oportunidades para enchê-lo, porém, falta conteúdo para colocar dentro).

Nosso objetivo com este texto é mostrar que existem muitas oportunidades para quem tem conteúdo (conhecimentos, habilidades e atitudes) e sabe aproveitar o momento. São oito grandes áreas de crescimento e oportunidades para futuros empregos e profissões, você está preparado?

Área 01 – Sites e Plataformas de E-Commerce

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): 50% dos sites brasileiros estão inativos, somente 8,48% dos sites são plataformas e E-Commerce.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em: Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital.

Área 02 – Vendas e Comércio Eletrônico (Sites, Plataformas de E-Commerce, Aplicativos, Marketplaces)

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): a maior parte dos sites de E-Commerce, trabalha com poucos itens (até 10 itens) e de pouco valor agregado (até R$100,00), se considerarmos que muitos deles tem menos de 10.000 acessos mensais, implica que estamos usando o comércio e as vendas digitais para testar produtos, para arriscar e perder pouco ou até mesmo devido a imposição da pandemia. Precisamos de mais ousadia.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital, Engenharia de Software, Engenharia da Computação, Análise de Sistemas e especialistas em Planejamento Estratégico.

Área 03 – Geração de Empregos e Negócios com Comércio Digital

O copo não está vazio, mas tem espaço para muito mais: quase 80% dos sites de E-Commerce brasileiros empregam até 05 funcionários, ou seja, temos mais de 1,075 milhão de Micro e Pequenos Negócios na internet. Isto demonstra o potencial empreendedor do brasileiro, e a possibilidade de mais de 5 milhões de empregos gerados.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 04 – Virtualização dos Negócios

O copo está vazio e carente de conteúdo (ótima oportunidade para crescermos): 82% dos novos negócios criados por empreendedores virtuais não possuem lojas físicas, somente 12,16% deles em aplicativos próprios para vendas, e 5,73% apostam em grandes sites de marketplaces para vender seus produtos. Significa dizer que o mercado para desenvolvedores de aplicativos é enorme, que muitos ainda não compreenderam o potencial dos marketplaces, abrindo portas para profissionais das áreas de estratégia e varejo digital.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Varejo Digital, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços.

Área 05 – Comunicação em Redes Sociais

O copo está meio cheio, significa dizer que este será o futuro desta área de trabalho: mais de 68% das empresas já usam as redes sociais para se comunicar com seus clientes, Facebook (54%) e Youtube (40%) são as redes preferidas, porém isto exige estratégias de gerar, informar, esclarecer, assegurar e proteger seus clientes em transações com o seu negócio.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão de Mídias Sociais, Publicidade e Propaganda, Segurança Cibernética, Marketing Digital, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 06- Descentralização dos Negócios Digitais

O copo está enchendo rápido, porém com alta concentração: 72% dos novos negócios baseados em plataformas digitais, estão concentrados na região sudeste do Brasil. A oferta de cursos na modalidade a distância, nestas áreas, pode ajudar na descentralização da formação de mão de obra especializada, bem como, na possibilidade de as empresas conseguirem profissionais habilitados a realizarem a transformação digital em seus negócios.

Elton Ivan Schneider

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital, Marketing Digital.

Área 07 – Crescimento do Comércio Eletrônico e Digitalização dos Negócios

O copo está enchendo rápido, não acompanhar o crescimento do mercado, implica em ficar para trás: crescimentos acima de 30% ao ano no comércio eletrônico, apontam para a necessidade de uma mudança radical nos modelos de negócios existentes.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 08- Conveniência, Segurança e Acessibilidade Digital

O copo está meio vazio e com furos que deixam escapar boas oportunidades: sites inseguros, com deficiências de desenvolvimento que não respeitam a experiência do usuário e com grandes problemas de acessibilidade, principalmente para com as pessoas com alguma deficiência são uma grande realidade

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Design Gráfico, Design de Games, Design de Animação, Design Editorial, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

*Elton Ivan Schneider é diretor da Escola de Gestão, Comunicação e Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Artigo mostra como o SEO melhora a performance de sites

Marketing digital: como o SEO melhora a performance de sites no Google

por Rafael Paiva*

Há 3 anos pouquíssimas pessoas sabiam o que era SEO, ou melhor, nunca tinham ouvido falar sobre! Hoje, principalmente, com a pandemia e o marketing digital ganhando ainda mais força, esse termo em inglês está cada vez mais presente na internet e se tornado mais familiar, mesmo para as pessoas fora da área de comunicação.

Rafael Paiva

Isso acontece porque a sociedade está mais e mais utilizando o digital para realizar suas compras, pesquisas, consultas, tomadas de decisão, afetando todo o mercado.
Como as empresas e sites querem e precisam ser encontradas pelas pessoas na internet, até os mais relutantes ao investimento online, estão entendendo que precisam estar bem posicionados e presentes no digital e que se trata de um caminho sem volta.
É sobre as práticas de SEO que promovem esse melhor ranqueamento e presença digital que vim explicar um pouco melhor. Então, continue lendo para você saber mais sobre o que é e como fazer um bom SEO para o site da sua empresa.

SEO é a sigla em inglês para Search Engine Optimization que, traduzindo para o nosso português é otimização dos mecanismos de buscas, tendo hoje como principal plataforma o Google.

O SEO existe pois o Google que tem como objetivo proporcionar os melhores resultados e melhor experiência possível para os seus usuários desenvolveu algumas métricas do que seria um site e/ou conteúdos relevantes para ranquear melhor e, com isso, precisamos “surfar na onda” já que queremos ranquear bem.

O SEO completo é feito em 3 pilares que são: SEO On-Page, Produção de conteúdo e Link Building. A soma desses três fatores fará com certeza com que seu site cresça nos resultados de busca do Google, pois são esses os pontos que o robô dessa plataforma mais valoriza quando vai verificar os sites e páginas.

O SEO On-Page vai cuidar dar parte de código, velocidade do site, se o site ou página está bom para quem acessa pelo mobile ou desktop, se é seguro, o título de cada página nas buscas do Google, escrever uma meta-description atrativa e muito mais.

Já a Produção de Conteúdo precisa ser otimizada para um formato específico de leitura na internet que o Google considera como ideal, uma vez que estimula a melhor experiência do leitor. Negrito, uso de links e repetição certa de palavras-chave são algumas das regras que se têm para escrever um conteúdo lapidado.

E por fim, mas não menos importante, temos o Link Building que nada mais é que links do seu site em conteúdo de outros. Isso para o Google é equivalente a recomendação, ou seja, uma sugestão aos seus leitores a ler a entrar no seu site também para encontrar algo de qualidade.

Apesar da explicação ser simples, o Link Building também tem suas regras e configurações para que seja visto com bons olhos pelo Google e não seja um “tiro no pé” para o seu site.

O ideal é ter um time com uma pessoa responsável por cada setor, porém, caso a verba esteja baixa, é possível sim, na medida em que você for publicando conteúdo e configurando o site, fazer esses ajustes e otimizações que já ajudarão bastante no ranqueamento.

Agora que você já sabe um pouco mais, o que acha de investir no SEO do seu site?

*Rafael Paiva
Desenvolvimento de Novos Negócios e Responsável pelo SEO na Código BR Comunicação

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Coluna Propaganda&Arte

Como as sinapses do nosso cérebro podem nos ensinar sobre o Google?

Você já parou para pensar em como o nosso cérebro consegue armazenar informações, as memórias? Sim, nosso querido cérebro tem muitas funções complexas e uma delas é fazer você lembrar a sua senha do banco, como dirigir seu carro, o rosto de seus familiares etc.

Image by Colin Behrens from Pixabay

Tudo parece muito simples, mas pode ser bem mais profundo se analisarmos bio-quimicamente. Como este é um texto sobre marketing digital, vou me ater a seguinte definição:

“A memória é a capacidade de armazenar informações de modo que essas possam ser recuperadas quando buscamos recordá-las. Ocorre pela formação de conexões pelos neurônios ou células nervosas no cérebro. Tais conexões são ligadas por pontos chamados sinapses.”
Fonte: Mundo Educação

Ao ler essa afirmação e como a questão emocional está intimamente ligada ao reforço da memória rapidamente pensei nas conexões e links do Google entre sites, domínios e plataformas, criando a relevância que tanto conhecemos. Mostrando inclusive que quanto mais interações e conexões um site possui (links), mais relevância ele terá na busca, mais autoridade. Lembrou de algo?

“Os fatores emocionais que auxiliam no processo de memorização são formados por conexões neurais localizadas na amídala permitindo a ação rápida.”
Fonte: Mundo Educação

Desde a mudança do marketing, trazendo os 4 Ps para o ambiente digital — Produto, Praça, Preço e Promoção — percebemos a relevância do Google nessa mecânica de busca, unindo anunciantes e clientes. Por isso, se faz necessário lembrar (olha a memória aqui) os itens que podem determinar a relevância de um anúncio:

1- Taxa de clique: quanto as pessoas clicam ou podem clicar (média histórica);

2- Relevância: as palavras-chave contam muito aqui;

3- Experiência da página: tem a ver com a navegação, tempo de carregamento da página, etc.

Dos 3 itens analisados, gostaria de sinalizar o item 3, pois ele tem tudo a ver com a emoção. Se você clica em um site e ele demora mais de 20.9389 segundos para abrir, você simplesmente desiste e muitas vezes fica furioso, com a internet, com o site ou com seu celular (ou PC). Novamente, estamos falando de emoções em um mercado que deveria ser apenas análise de dados racional.

Não à toa, o campo de UX (Experiência do usuário) está ganhando muita força. E tudo isso faz sentido! Se você não possui mais os 4 Ps no ambiente físico, precisamos pensar em otimizar o ambiente digital. Isso significa sites mais otimizados, relevantes, intuitivos, compras mais acessíveis, econômicas e sem complicações.

Ou seja, quando você faz uma visita em um site, compra um produto ou usa algum aplicativo, você tira uma sensação disso, gera uma memória: positiva ou negativa. Isso irá gerar ações possíveis em você como cliente.

1- Reclamar

2- Elogiar

3- Comentar algo neutro

4- Não agir

Tirando a opção 4, todas essas ações (que partiram de uma emoção, vale lembrar) irão gerar dados. Estes dados poderão ser lidos pelo Google e aumentarão a relevância de uma marca para o bem ou para o mal.

A diferença então de nosso cérebro e do algoritmo do Google é que em nosso cérebro nós estamos trabalhando com informações que nós temos acesso: pensamentos próprios, imagens vistas, sons escutados, sensações, vibrações, sonhos etc.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

No mecanismo de busca mais usado no mundo, nós temos mais de 63 mil buscas sendo realizadas no mundo por segundo e 20 mil sites criados por dia.

Parece muito, mas o nosso cérebro parece ainda mais impressionante. Tanto que cientistas japoneses tentaram reproduzir o número de processamentos do cérebro usando um supercomputador chamado K e conseguiram. Porém, apenas 1% do funcionamento do cérebro durante apenas 1 segundo.

Vamos usar todo esse potencial cerebral para entender coisas bem menos complexas como o mecanismo de buscas do Google e como tornar um anúncio mais relevante?

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Artigo traz dicas para a construção de um blog diferenciado

Seis dicas para construir um blog diferenciado e fortalecer a marca da empresa

por Rodrigo Gomes de Oliveira*

A criação de um blog é uma estratégia de marketing eficiente para trazer resultados positivos à empresa. Um blog com conteúdo de qualidade traz autoridade e credibilidade à empresa tornando-se uma boa referência dentro do setor, gerando maior visibilidade e fortalecendo o relacionamento entre a marca e o cliente.

A construção de um blog não é um bicho de sete cabeças, mas existem seis dicas importantes que podem facilitar o processo:

1. Estude o seu público-alvo

Ao começar um blog, você precisa atentar-se ao seu público alvo e estudá-lo ao máximo para saber o que funcionará com esse público. Portanto, o blog deve ser adequado para agradar ao público. Não adianta começar um blog e insistir em fórmulas que afastam o público que você quer atingir do seu conteúdo.

É preciso conhecer bem os seus leitores, estudando quais são seus hábitos e que tipo de conteúdo consomem e qual linguagem estão acostumados.

O próximo passo é elaborar um calendário editorial que definirá os assuntos a serem pesquisados.

2. Pesquise a concorrência

Ao começar um canal, é preciso deixar claro qual é o seu diferencial em relação aos demais. Os leitores precisam enxergar o seu blog como canal principal de conteúdo. É nesse momento que concorrência pode ajudar. Nos canais semelhantes você pode pesquisar quais os assuntos que eles ainda não abordaram e quais os pontos que faltam em seus conteúdos. É analisando o que os outros blogs estão fazendo que você conseguirá ser diferenciado e desenvolver assuntos que atrairão os leitores para o seu blog.

3. Escolha a ferramenta correta ao começar um blog

Um blog precisa ser elaborado para ser funcional e capturar a atenção dos leitores. Hoje, existem diversas plataformas no mercado que permitem a criação de um site ou blog na internet sem a necessidade de conhecimentos técnicos na área. Uma dessas plataforma é o WordPress, com uma estrutura que é extremamente intuitiva e um suporte que funcionará perfeitamente para atender todas as suas dúvidas iniciais.

Aproximadamente 60% dos domínios em toda a internet estão associados ao WordPress. É mais da metade do mundo digital, oferecendo quantidade enorme de temas e de recursos disponíveis.

4. Gerencie o tempo que você dedicará para o blog

Um blog é um projeto a longo prazo. Assim é preciso ter constância nas atualizações e na quantidade de informações. Para isso, é essencial dividir o tempo disponível da melhor maneira possível e alimentar o conteúdo periodicamente. Além de produzir novos conteúdos, recomendamos que você visite os posts mais antigos e os atualize, coloque novos links internos. Não utilize o seu tempo apenas para criar novos posts.

Atualize o canal de modo que o calendário de postagens seja funcional e natural. Assim, seus leitores se habituarão às datas de postagem e irão visitar seu blog nesses dias.

5. Invista em técnicas de SEO

O SEO (Search Engine Optmization, ou Otimização para os Motores de Busca) consiste na aplicação de técnicas envolvendo os conteúdos para que sejam ranqueados nas primeiras páginas dos principais buscadores, como o Google e o Bing.

É uma técnica indispensável para quem quer começar um blog e deseja que o conteúdo do blog faça parte da sua estratégia de captação e conversão de clientes.

O SEO é responsável por trazer tráfego orgânico para o seu blog, ou seja: seu blog será visto por mais pessoas, sem a necessidade de se investir em conteúdo pago. Por exemplo, se seu blog falar sobre advocacia e alguém buscar por alguma palavra-chave da qual fale sobre em seu blog (como remuneração, por exemplo), ele aparecerá logo nos primeiros resultados de busca.

Lembrando que esse resultado depende da qualidade do conteúdo e leva algum tempo.

6. Cuidado com os erros de português

Por fim, cuidado com os erros gramaticais. Não adianta ter um blog com o melhor design do mundo se o conteúdo estiver cheio de erros gramaticais e de ortografia.

Blogs com muitos erros causam uma má impressão em qualquer visitante e perdem totalmente a credibilidade, não importa o assunto do qual estejam falando.

Além do português podemos entender como erro uma imagem mal cortada, um design sem acabamento ou links incorretos. Isso faz parecer que o seu blog foi feito “às pressas” ou que o autor é desleixado.

Seguindo essas seis dicas é possível dar o pontapé inicial e oferecer conteúdo de qualidade ao seu público, fortalecendo sua marca.

*Rodrigo Gomes de Oliveira é sócio fundador na Agência Tupiniquim, especialista em marketing digital e performance.

Fonte:Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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Artigo mostra como melhorar a comunicação interna da empresa

Como melhorar a comunicação interna da empresa

por Rodrigo Gomes de Oliveira*

Investir na comunicação interna da empresa (endomarketing) pode ajudar a aumentar a motivação e a produtividade de todo o time de colaboradores, gerando melhorias permanentes para a empresa. Mas como trabalhar essas ações?

Um exemplo prático ocorreu recentemente em uma multinacional farmacêutica onde representantes comerciais e médicos não estavam reportando com a frequência desejada os possíveis efeitos adversos que os medicamentos produzidos estavam causando nos pacientes. Isso gerava perda de informações importantes, usadas para aprimorar os medicamentos, melhorar o produto e aumentar a satisfação do cliente final.

As ações de endomarketing realizadas para essa questão envolveram os representantes comerciais (público externo) e os colaboradores da empresa (interno), visando motivá-los e conscientizá-los sobre a importância dos relatórios de efeito adverso. Primeiro, a ideia foi mostrar que a função dos representantes comerciais não estava apenas ligada diretamente a sua atividade principal, que é a de apresentar o medicamento, mas ao sucesso da empresa, uma vez que com a menor satisfação do paciente, menor seria a aceitação por parte do médico em conhecer o laboratório e menores as chances de vendas.

Com base nesse cenário foi desenvolvida uma campanha com a mensagem chave que comunicava esse ciclo de dependência e ligações, mostrando inclusive que um dos pacientes poderia ser um familiar de um desses representantes. Outra ação foi criar uma competição interna com colaboradores, com um ranking de destaques em envio de relatórios de efeito adverso.

Toda ação de endomarketing configurou nas seguintes etapas:

• criação de identidade para a campanha de endomarketing;

• ilustração de personagens para melhor comunicação;

• desenvolvimento de um site interno com um ranking de resultados;

• envio de e-mails com conteúdo relevante para os representantes;

• entrevistas em áudio com os mais bem colocados no ranking;

• eventos de confraternização da equipe.

A ação de comunicação interna melhorou a motivação e o engajamento dos colaboradores, com aumento da produtividade, proatividade e diminuição no turnover (rotatividade de funcionários), que, inclusive, é um dos grandes desafios de uma empresa. Mais de 80% dos gestores de Recursos Humanos relatam essa dificuldade, gerando uma série de transtornos e perdas. Dessa forma, campanhas de incentivo podem aumentar muito a satisfação e o senso de pertencimento do colaborador, ajudando a reter talentos para alcançar bons resultados.

Para medir os resultados da campanha, a agência utilizou o Key Perfomance Indicators, indicador importante que norteia quais serão os próximos passos da empresa, de acordo com o sucesso de cada ação.

Entre outras ações gerais de endomarketing estão:

1. campanhas de incentivo: resgate de prêmios, bônus ou experiências;

2. palestras motivacionais;

3. eventos comemorativos;

4. dinâmicas e workshops: atividades lúdicas para conscientizar sobre o novo processo;

5. pesquisas;

6. treinamentos;

7. reconhecimento e Accountability;

8. vídeos institucionais ou tutoriais;

9. artigos com conteúdo rico;

10. newsletter;

11. podcasts;

12. cursos de aprimoramento;

13. rádio corporativa.

Diante desses fatos, a empresa precisa entender que ações de comunicação interna bem estruturadas são fundamentais para manter a equipe motivada, envolvida, informada e comprometida com os resultados, diminuindo o turnover e criando maior alinhamento entre os níveis hierárquicos. É importante destacar que o plano de marketing interno é elaborado de acordo com a necessidade de cada empresa, sendo fundamental o apoio de profissionais especializados para um projeto eficiente.

*Rodrigo Gomes de Oliveira é sócio fundador na Agência Tupiniquim, especialista em marketing digital e performance.

Fonte: Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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Artigo aborda a necessidade de reinvenção do setor de eventos

Setor de eventos precisa se reinventar urgentemente

por Carolynne Bonfatti*

A pandemia provocada pelo novo coronavírus chegou para abrir os olhos do setor de eventos e mostrar que existem diversas alternativas para inovar e alcançar ainda maior sucesso nos resultados dos clientes. Nesse momento de afastamento social, os eventos online mostraram uma nova forma promissora de realizar eventos e, inclusive, abriu um leque de oportunidades no Brasil, como os eventos híbridos, drive-in (como nos filmes americanos antigos, onde um filme podia ser assistido dentro dos carros diante de uma tela grande com retroprojetor), entre outras novidades.

De acordo com pesquisa do Sebrae, realizada em abril deste ano, dos 2.702 empresários do setor ouvidos, 62,9% relataram que o seu faturamento caiu entre 76 e 100%, se comparado ao mesmo período do ano passado. No entanto, quase metade dos entrevistados dizia que não estava tentando adequar o modelo de negócios para continuar funcionando. E após cinco meses da pesquisa é observado que o segmento ainda está engessado no Brasil, com dificuldades de se reinventar e de criar novas oportunidades para a inovação do setor, tanto no corporativo, como no social.

Muitos profissionais ainda estão esperando ver o que vai acontecer, mas a tecnologia vem para nos ajudar de uma forma mais positiva. É uma aliada para trazer mais visibilidade, com custo mais acessível, trazendo maior abrangência, movimento, divulgação, aproximação, entre outras possibilidades ainda reticentes pelo setor.

Num casamento, por exemplo, é possível fazer um mix aliando o presencial e o online, conseguindo maior abrangência. O que antes ainda não era pensado é que, além dos convidados presenciais, é possível abrir espaço para mais mil convidados virtualmente de qualquer lugar do mundo.

No mercado corporativo, a tecnologia também permite a realização de eventos com estrutura mais enxuta e de uma forma mais comedida. Os webinários, além de terem um custo mais acessível, também geram maior abrangência aos clientes.

Além disso, as empresas de eventos ainda têm a vantagem de conseguir realizar três eventos simultaneamente, com uma equipe enxuta. Isso era bem difícil antes da pandemia, sem contar que a forma remota diminui as despesas com deslocamentos, alimentação, tanto do público convidado, quando dos próprios colaboradores.

Esse novo “mindset” precisa atingir toda a cadeia, ajudando os profissionais, sobretudo da produção a se prepararem para entender essas novas oportunidades, a entender a tecnologia, evitando desempregos, como é observado hoje.

Por fim, precisamos de um novo “mindset” por parte dos profissionais de eventos em relação às oportunidades trazidas durante a pandemia para possibilitar a evolução do setor como um todo. Não dá mais para pensar em eventos do jeito que era antes da pandemia. Precisamos nos reinventar e aproveitar as possibilidades para que possamos de maneira muito mais leve e promissora viver esse novo normal.

*Carolynne Bonfatti é sócia fundadora da Bonfatti Eventos, empresa especializada há quase 20 anos em eventos corporativos e de casamentos.

Fonte: Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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Artigo trata do funcionamento dos algoritmos nas redes sociais

Como funcionam os algoritmos das redes sociais?

*por Maria Carolina Avis

Depois do lançamento do documentário “O Dilema das Redes” no Netflix, muitas pessoas tentam entender como os algoritmos das redes sociais funcionam e, principalmente, se o conteúdo pode de certa forma, manipular os usuários. O documentário relata experiências de ex-colaboradores de empresas como Facebook, Google, Pinterest, Twitter e YouTube, mostrando que a principal forma de operação dessas empresas é com a captação de dados e monitoramento das atividades dos usuários.

O que acontece é que as redes sociais funcionam com base em algoritmos de relevância, ou seja, algoritmos programados para mostrar com prioridade o que é mais relevante naquele momento. Isso porque, de acordo com Brian Boland, vice-presidente de Tecnologia de Publicidade do Facebook, existem, em média, 1.500 histórias que poderiam aparecer no feed, cada vez que uma pessoa se conecta. O que cada um vê no momento em que entra na rede é personalizado de acordo com a relevância do conteúdo e daquela página específica.

Mas o que são os tais algoritmos? De acordo com o dicionário Aurélio, “algoritmo é um conjunto de regras e operações bem definidas e ordenadas, destinadas à solução de um problema”.

Segundo o Instagram, o alcance orgânico é de 100%, ou seja, se o usuário rodar o feed até o fim, ele verá todas as publicações, então para os criadores de conteúdo, a chance da publicação chegar a todos seus seguidores é de 100%, na teoria. Na prática, o alcance orgânico não chega nem perto da média de 10%. É claro que para que o conteúdo alcance mais seguidores, ele precisa ser altamente interessante, já que os critérios do algoritmo são de qualidade.

As redes sociais não abrem como funcionam os algoritmos, portanto o que se sabe foi percebido em testes e experimentos práticos, visando entender a operação dessa inteligência artificial. Mas o que dá para saber sobre seu funcionamento é que são baseados em relacionamento, temporalidade e engajamento.

Relacionamento: você já percebeu que quando abre alguma rede social, vê com prioridade as postagens dos perfis que você se relaciona mais? Isso inclui: fotos com marcações, check-ins nos mesmos lugares, curtir a publicação um do outro, compartilhar a publicação um do outro, comentar nas publicações, responder inbox, passar certo tempo assistindo vídeos ou stories, clicar no “ler mais” para ver toda a legenda, marcar nos comentários, e até mesmo a velocidade com que se assistem os conteúdos; se a pessoa postar agora e eu abrir agora seu conteúdo, significa que tenho interesse naquela página. Se a pessoa postar uma sequência de 10 vídeos no stories e você assistir aos 10 sem pular, significa para o algoritmo, que você que tem interesse naquele conteúdo. Mas não é um desses fatores isolados que determina a ordem dos resultados, mas a junção de vários deles.

Temporalidade: apesar de as redes sociais não disponibilizarem as publicações por ordem cronológica, o tempo de uma publicação ainda é levado em consideração. Em geral, após 7 dias as publicações tendem a perder vez, e as mais recentes são mostradas com prioridade. É claro que cada rede social tem sua programação de relevância. No LinkedIn, por exemplo, uma publicação pode durar meses rodando no feed, já que existem poucos usuários produzindo conteúdo e a maioria apenas consome conteúdo, então o feed é, geralmente, menos disputado. Uma ótima oportunidade para gerar conteúdo relevante e alcançar uma boa base de pessoas.

Engajamento: é medido pelas curtidas, comentários, reações, compartilhamentos, envio da publicação via DM (mensagem direta no Instagram, quando você envia uma publicação para um amigo pelo bate-papo) e publicações salvas. O algoritmo calcula a taxa de engajamento das publicações para priorizá-las, então é natural que publicações com bastante engajamento apareçam com prioridade no feed, para dar maior visibilidade.

No LinkedIn, funciona diferente, na principal rede social profissional do mundo, para que uma publicação tenha boa posição no feed, ela precisa ter um conteúdo muito bom. Assim que a publicação é feita, os algoritmos analisam o conteúdo para classificá-lo, e se for spam ou conteúdo copiado, não terá bom alcance, ou podem até ser tirados do ar. O conteúdo é analisado pelo engajamento. As postagens com maior engajamento têm prioridade no feed. Quando um conteúdo viraliza, a postagem tem ainda mais chance de ficar no topo do feed, já que concentra muitos likes e comentários. Além disso, o LinkedIn analisa quais os temas mais relevantes para cada usuário e prioriza postagens sobre este tema.

Como mostrado no documentário, existe sim a especulação de que as grandes empresas de tecnologia manipulam as informações que recebemos, para fazer com que tenhamos preferências específicas. Em 2012, o Facebook financiou um experimento em que milhares de usuários tiveram seu feed manipulado, para analisar seu “contágio emocional”. Foi um estudo em conjunto com pesquisadores e universidades, em que o algoritmo do feed de mais de 600 mil usuários foi manipulado com conteúdos que manipulavam seus sentimentos. O objetivo era compreender se mensagens animadoras ou depressivas apresentadas aos usuários poderiam influenciar no emocional, refletidos em seus status. O estudo “contágio emocional em larga escala”, realmente constatou que as pessoas que foram expostas ao experimento reagiram atualizando seus status de acordo com o conteúdo que viram em seus feeds. Como essa pesquisa foi financiada pelo próprio Facebook, reforça que sim, podemos ser manipulados pelos algoritmos de relevância. E igualmente, uma empresa pode ter sua performance prejudicada, ou melhorada, pelos critérios de qualidade.

*Maria Carolina Avis é professora do curso de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter

Fonte: Página 1 Comunicação – Lola Dias

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Que semana!

Tudo de uma vez agora! Ou a riqueza do caos

por Josué Brazil

Lembro que quando era um jovenzinho solteiro ficava esperando as sextas e sábados na ânsia por um programa legal pra fazer com os amigos e/ou namorada. E muitas vezes não havia nada pra fazer…

Em outras ocasiões, entretanto, aconteciam várias coisas no mesmo dia e horário, nos forçando a tomar uma decisão: o que deixar de lado e o que escolher fazer.

Essa semana me lembrou essa sensação de ter muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo. Explico. Sou professor e estou diretor do departamento de Comunicação Social da Unitau e nessa semana teremos o mais importante evento do curso: A Secom – Semana da Comunicação. Vai de hoje, 28 de setembro, até 02 de outubro. Será a primeira edição 100% online deste evento. A programação está pra lá de boa.

Hoje também inicia o Maximídia, grande e já tradicional evento promovido pela Meio&Mensagem. Sempre foi inacessível para mim, mas este ano será free para os assinantes da publicação. E vai até 01 de outubro com uma extensa e ótima programação.

Além disso, no fim de semana teremos um dos evento de que mais gosto; o Fest’up – Festival Universitário de Propaganda. Promovido pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda) esse longevo evento também terá edição on line esse ano. E também conta com uma grade de palestras muito boa. Começa nesta sexta, 02/10. E segue no sábado e domingo (03 e 04 de outubro).

Estarei presente, de um modo ou de outro, em todos. Talvez não 100% (na Secom estarei firme e forte em todos os minutos do evento), mas tentando extrair o melhor que cada um deles tenha a oferecer. E não é pouca coisa…

Vamos lá! Esses tempos digitais são assim: caóticos e ricos!

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5 dicas valiosas para implantar a jornada do cliente

O poder da jornada do cliente

Entenda como os mínimos detalhes são importantes para fidelizar um cliente; especialista dá 5 dicas valiosas para implantar a jornada do cliente em seu negócio

Você sabia que conquistar um novo cliente custa, em média, cinco vezes mais caro do que gerar satisfação e resultado para um cliente fiel? Exatamente por isso, prezar pela fidelização em um negócio é fundamental para criar resultados realmente expressivos. Para isso, é necessário criar um ambiente em que tal cliente se sentirá satisfeito em todos os aspectos. É nesse sentido, que um conceito importante deve ser incorporado desde o início de qualquer operação: a jornada do cliente.

De acordo com Aline Oneda, especialista em marketing e encantamento do cliente, o poder da jornada do cliente está na possibilidade da empresa desenvolver ações específicas para cada uma das etapas que levam o consumidor à compra, criar relacionamento de confiança e senso de autoridade que podem ser decisivos na hora do cliente fazer sua decisão de compra.

Afinal, o que é a jornada do cliente?

Aline explica que este é um método para analisar cada ponto de contato do cliente com a empresa e checar todo o caminho do mesmo, desde a sua primeira interação com a marca. Assim, é possível identificar a realidade da empresa. “O objetivo é a satisfação do cliente, entregar a melhor experiência para poupar tempo, agregar valor e oferecer produtos certos na hora certa.. Ao passo que o crescimento do faturamento acontece de forma consistente”, acrescenta.

Aline Oneda

A especialista destaca que esse modelo é uma ótima forma de mostrar o quanto uma empresa se importa com seu consumidor e está disposto a fazer de tudo para melhorar a experiência dele. “Existem diversos formatos de jornada do cliente, você deve desenvolver o formato alinhado com as necessidades da sua empresa”, orienta.

5 dicas para implantar a jornada do cliente na sua empresa

1- Junte as pessoas chaves da sua empresa;

2 – Viva a experiência do cliente na perspectiva dele;

3 – Passe por cada ponto de contato do cliente;

4 – Levante os problemas que ele pode ter e as soluções que ele recebe hoje;

5 – E lembre-se que você também pode contratar profissionais de Experiência do Cliente (customer experience) para te ajudar a implantar a jornada do cliente na sua empresa.

Fonte: Aline Oneda, publicitária, especialista em marketing e encantamento do cliente

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Marketing de conteúdo para gerar credibilidade

Ah, a credibilidade. Tão desejada, tão sonhada e tão possível!

Mas, para isso é preciso entender a importância do marketing de conteúdo que bem produzido e realizado tem o poder de construí-la positivamente junto ao público-alvo, além de uma ótima oportunidade para abrir portas e conquistar clientes.

Eu e você fazemos parte de um novo cenário, onde as pessoas passam mais tempo conectadas, pesquisando e de olho em tendências, seja para a vida ou para os negócios. E o marketing de conteúdo nunca saiu de moda –talvez esquecido por um tempo-, porém, voltou com força total. E saber entender essa nova realidade é o grande diferencial de um profissional, seja ele o ‘criador’ ou o representante da marca.

Vivian Zwaricz

O fato é que saber se posicionar com um bom conteúdo é sinônimo de resultados como reconhecimento da marca, fidelização de clientes, facilidade na captação e autoridade no mercado.

Conteúdo bom é informação relevante, de qualidade e de interesse do público. Todo marketing de conteúdo deve apresentar objetivos que agregam valores, que despertam a curiosidade, o desejo de saber mais sobre o tema proposto, revelar problemas e oferecer maneiras para solucioná-los.

Caso contrário, quando o conteúdo não é relevante ou inovador, é esquecido, podendo até prejudicar a imagem da empresa/negócio.

Conteúdos precisam ser construídos pensando no interesse das personas da marca, mostrando valor, verdade, humanismo, seriedade, profissionalismo e por que não uma pitada de humor. Tudo é necessário e válido quando feito com planejamento, foco e respeito.

Pare e reflita: já que conteúdo está em todo lugar, ele é uma peça fundamental no relacionamento de qualquer empresa com seu público-alvo. Agora, imagine se ele não existisse. Qual mensagem seria transmitida?

Por isso, o marketing de conteúdo é uma das principais ferramentas para ativar o modo credibilidade e conquistar o sucesso.

Não é possível falar de credibilidade sem mostrar o conteúdo, como não é possível manter a credibilidade sem reputação.

Todos caminham de mãos dadas, pois a comunicação é um dos principais pilares que sustentam uma estratégia, principalmente a digital.

Então, o recado é: jamais esqueça que o marketing de conteúdo é uma ferramenta usada para gerar valor por meio de informações relevantes e construir a credibilidade da sua marca, conversando, entendendo e respeitando o tempo de cada lead.

Talvez a credibilidade seja um dos primeiros passos que devem ser conquistados rumo ao sucesso tão sonhado e, diante dessa realidade e mais do que nunca, não há espaço para mentiras. E, mais uma vez, entender e aproveitar o momento são estratégicos e de extrema sabedoria.

A gente se conecta com o que a gente acredita!

Vivian Zwaricz
Jornalista e produtora de conteúdo digital
Agência de Marketing Digital – Código BR Comunicação

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