Tendências para o Marketing Conversacional

Aposte nessas três tendências do Marketing Conversacional em 2019

*por Raphael Godoy

O marketing conversacional – estratégia que visa criar diálogos personalizados para cada cliente, seja para gerar leads no processo de vendas ou em frentes como atendimento, promoção, campanhas, e outras – reserva boas surpresas para 2019, tanto para empresas quanto para consumidores. Isso porque, até 2020, 85% dos consumidores vão se relacionar com as empresas sem passar por um contato humano, segundo a consultoria Gartner. É fácil compreender essa nova realidade se tomarmos como exemplo o fato de que cada vez mais tarefas estão sendo automatizadas para ganhar agilidade, reforçar a estratégia e minimizar erros, por exemplo.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

O desafio é: como equilibrar máquinas e humanos em uma equação ideal? O caminho é usar o marketing conversacional em seu máximo potencial, de acordo com cada necessidade de negócio. Nesse contexto, apresento as três principais tendências do marketing conversacional para 2019. Vamos lá?

1. Respostas rápidas

Para os chamados consumidores 4.0, super conectados e empoderados, resultados rápidos e personalização no atendimento são fundamentais. Por isso, as empresas precisam estar preparadas – em termos culturais e processuais – para dar respostas rápidas e eficientes, seja qual for o canal de comunicação. A agilidade torna as conversas entre empresas e clientes mais inteligentes, gerando satisfação dos dois lados. Mas, para isso, é preciso que as marcas estejam atentas ao canal de comunicação que cada consumidor prefere.

2. Interações personalizadas

Um dos maiores desafios das empresas é atingir as expectativas do cliente quanto a customização. Por isso, se por um lado as marcas precisam estar atentas ao mercado e às tendências, é essencial que conheçam o perfil do seu cliente e o problema que cada um deles quer resolver. Somente com essa informação clara, poderão oferecer soluções e ferramentas que se adequem a cada um, levando em conta a personalização. Chatbots e inteligência artificial são grandes aliados nesse sentido. Um exemplo é a Paris Filmes, que aumentou o engajamento para as produções “Mulheres alteradas”, “Uma quase dupla” e “Meu ex é um espião” com chatbots.

3. Conteúdos de qualidade, ajustados ao público

Outro ponto é que, caso opte por aderir à técnica de humanização de um robô, lembre-se: todo mundo quer ser compreendido. Nesse sentido, estude qual será o público consumidor e, sobretudo, qual é a imagem e mensagem que a empresa deseja passar. Também se faz necessário o uso de tecnologias de compreensão de linguagem natural, treinamento e manutenção do chatbot, para que ele entenda qual é a melhor resposta, visando as expectativas de quem está conversando com ele. Após unir esses pontos importantes, trace uma estratégia adaptada ao DNA da sua empresa. O desafio das organizações aqui é identificar a melhor forma de conduzir as diferentes etapas do processo por meio de um fluxo conversacional coerente.

As três tendências que destaquei mostram que, em 2019, agilidade e personalização serão ainda mais fundamentais nas relações das marcas com seus clientes, ressaltando a importância do marketing conversacional. Mas como saber se elas são escaláveis para a sua organização?

O ponto um é refletir sobre a necessidade de adoção, os custos e os benefícios que podem ser gerados. Nesse estudo inicial, não perca de vista a missão do seu negócio, o seu público, o que é primordial oferecer a ele e como se manter competitivo no seu mercado de atuação.

Pensando de forma mais ampla, caso decida adotar uma ou todas as tendências, mas não se sinta confiante na elaboração da estratégia, procure ajuda! Hoje, há todo um mercado especializado para auxiliar na consultoria.

*Raphael Godoy é head de Marketing da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores.

Fonte: Grupo RPMA

As novas utilidades do reconhecimento facial

De identificar emoções até personalizar menus, as possibilidades da tecnologia de reconhecimento facial estão só começando a se concretizar

por Ubiratan Resende (*)

Mais conhecido pelas aplicações na área de segurança, o reconhecimento facial vem se popularizando em celulares e aplicativos como o Facebook, e também no marketing, na publicidade, nas vendas e no relacionamento com clientes. Nesses campos, ele vem sendo explorado para testar, identificar e medir reações das pessoas, facilitar compras, fazer pagamentos e fidelizar clientes.

Imagem de Jonny Lindner por Pixabay

Já existem portas de metrô interativas que exibem anúncios e monitoram a reação das pessoas à publicidade apresentada nas portas. Além de medir quantas pessoas viram os anúncios, os sensores de reconhecimento facial embutidos nas portas podem segmenta-las por idade e/ou sexo, ou classificar seu comportamento em quatro tipos: feliz, insatisfeito, surpreso ou neutro.

A tecnologia do reconhecimento facial avança aos saltos: o mercado de US$ 3,85 bilhões deve atingir US$ 9,78 bilhões em 2023, segundo a ResearchAnd Markets. À medida que a tecnologia progride, avançam os diversos usos do reconhecimento facial já disponíveis, como reconhecer emoções, fazer pagamentos, ver quem está atento na aula, acordar um motorista sonolento, menus personalizados e marketing dirigido.

Como o reconhecimento facial consiste na análise de certos pontos da face de uma pessoa para a identificar, o mesmo processo pode ser utilizado para mapear as relações entre os mesmos pontos a fim de detectar emoções. Juntamente com as chamadas “microexpressões”, é possível ao software determinar emoções mais simples, como surpresa, alegria, raiva, tristeza, desgosto e outras.

Hoje, a detecção de emoções pode tanto avaliar um sentimento despertado por uma determinada marca ou campanha publicitária, contribuir para um teste de produto, como para identificar pessoas que dão sinais de agressividade em aeroportos e outros locais púbicos de forma a ajudar serviços de segurança a detectar possíveis agressores.

A face já é ingresso em diversos parques temáticos chineses e eventos de tecnologia. A pessoa também pode retirar passagens de trem depois de identificada por reconhecimento facial e até mesmo fazer transferências de dinheiro para outra pessoa, e sorrindo para ela, com apps para smartphones como Alipay. Clientes do HSBC na China podem fazer pagamento com uma selfie e não deve demorar muito para outras instituições financeiras copiarem a solução.

Hoje, a Ásia lidera a adoção de novas tecnologias e um relatório da Trust in Technology afirma que mais de 60% dos chineses acreditam que a biometria, como o reconhecimento facial ou digital, serão o único meio de acessar serviços bancários dentro de 10 anos.

Imagem de teguhjati pras por Pixabay

O reconhecimento facial, porém, não se limita a identificar pessoas; também pode ser empregado para impedir que um motorista durma ao volante. A campanha Think, do governo britânico, mostrou que cerca de 20% dos acidentes nas principais rodovias do país tem a ver com o sono e que 40% daqueles 20% envolvem veículos comerciais. Sistemas de detecção de sinais de sono por reconhecimento facial funcionam pelo monitoramento de movimentos da cabeça e dos olhos, alertando e acordando o motorista antes de cair no sono.

O mesmo princípio de monitorar movimentos dos olhos e da cabeça pode ser usado para identificar desatenção em salas de aula e centros de treinamento, mas não para punir os desatentos, e sim para selecionar as aulas que mais motivam os estudantes, localizar alunos problemáticos e determinar que tipo de distrações podem ser removidas para melhorar o ambiente de ensino.

Casas de fast food na China usam reconhecimento digital em menus digitais para sugerir pratos a clientes usuais, dispensando cartões fidelidade e logins demorados, inclusive na hora de pagar. Lojas de departamentos identificam clientes pelo reconhecimento facial e a fim de exibir anúncios segmentados em displays inteligentes que casam com as preferências e hábitos daquele cliente. Mesmo na primeira vez que uma pessoa entra na loja, é possível segmentar a publicidade dirigida a ela nos displays digitais com base em sua idade, gênero e outras características faciais.

(*) Ubiratan Resende é diretor-geral da VIA Technologies no Brasil

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

Coluna propaganda&Arte

Futurologia: pare de falar de tendências e comece a agir

Todos os anos nós vemos pipocar, em grandes eventos de comunicação e discutimos nos papos de bar, assuntos que vão ser tendências no mundo: a próxima cor da moda, a próxima série revolucionária, as próximas tecnologias, as próximas big ideas, a próxima astrologia hypster, o próximo som do verão e por aí vai. Mas só ficar na futurologia pode ser um pecado, sem perdão.

Já se fala de Realidade Aumentada, Virtual Reality, Georreferência, Foco no Mobile, Inteligência artificial, Internet das coisas e novos valores do Marketing 3.0 há um bom tempo. Realmente, as previsões estão acertando com o passar dos anos, mas de tanto falar e não ver acontecer aqueles cenários que imaginávamos nos filmes de ficção científica dos anos 80, acabamos ficando um pouco desapontados. Será que isso não é culpa nossa?

Estamos vivendo um futuro que não imaginamos

Estou falando de Big Data, grande quantidade de dados que são usados por corporações para diversos fins, alguns duvidosos. Seus dados, meus dados, os dados de comportamento de compra e político de milhares de pessoas estão sendo monitorados e usados livremente. Esse parece um cenário futurista, mas de um filme pós-apocalíptico. E o pior, onde nós não percebemos que está acontecendo porque ainda estamos presos na “Matrix”, no superficial das coisas.

Imagem de Tumisu por Pixabay

Você vive 100% as possibilidades atuais de tecnologia?
Quais aplicativos mais usa? Sabe dosar o uso de redes sociais e celular para não prejudicar sua vida social e equilíbrio mental? Acredite estamos usando muito pouco do potencial atual para nossa vida (pessoal e profissional) ou usando mal. Só para se ter uma ideia, é possível hoje contratar inteligências artificiais por valores bem mais acessíveis (algumas até de graça), para fazer funções de atendimento, outras mais complexas para sua empresa e até para fins de pesquisa. Você tem usado isso como?

Veja novamente quantos aplicativos você tem e quantos você usa no seu celular? Dá pra você controlar seus gastos, medir seu rendimento na academia, ver sua dieta diária em calorias, praticar algum jogo que exercite sua mente e pensamento lógico, aprender idiomas em poucos toques, criar filmes, editar fotos e até ver dicas de astrologia se você é ligado nestas coisas. Tudo com a escolha certa dos seus parceiros tecnológicos.

As maiores empresas que estão utilizando bem essas tendências (que são realidade hoje) são as empresas que se posicionam bem nas redes sociais, criando relações diretas, reais e espontâneas com seus clientes. Eles não estão presos a pensamentos de “será que vai ser assim?” e estão agindo, colocando em prática aquilo que muitas pessoas ainda acham que é “papo do futuro”, até se arriscando em alguns momentos.

Bons exemplos são os bancos que estão investindo em IA
Chega uma hora que não basta saber, ter domínio das tendências ou até mexer nas ferramentas mais modernas do mercado. É preciso agir com o pouco que você já sabe que funciona, porque essa história de prever o futuro é bem mais teórica e tem sua função, que não podemos negar, é importante, mas muitas vezes fica limitada aos slides de power point por aí, apenas despertando nossa imaginação.

Não estou falando que futurologia é furada (mas pode ser… rs). Existe inclusive profissionais que trabalham com isso, como os investidores, provando que nós publicitários somos todos futurólogos por paixão, mesmo que amadores.

Qual marca não sai da sua cabeça?
Provavelmente, de algum aplicativo que usa muito e resolve a sua vida, certo? No final das contas, vai ser lembrada a marca que está agindo agora, com o que já assimilou que é vital, com ferramentas disponíveis hoje. Com ou sem tecnologia envolvida, mas sempre focando no público e em como eles estão lidando com este mundo maluco que está mais para um filme de sessão da tarde, onde o personagem se mete em confusões e tem que se virar com o pouco tempo que tem para solucionar o grande problema da trama.

Imagem de Free-Photos por Pixabay

No caso dos comunicadores, o problema é saber fazer certo hoje, não comer bola e procurar acertar amanhã. Seria como ter os olhos no futuro, mas ficar com as mãos na massa vivendo 100% o AGORA e colocando sempre o cliente como personagem principal desse filme que estamos fazendo ao vivo e dirigindo coletivamente.

E aí? Já sabe qual vai ser o seu papel nessa história?

Coluna “Discutindo a relação…”

O que vai virar

Na semana passada na esteira da notícia da aquisição da Droga5, uma das maiores, mais criativa e mais competente agências independentes do mundo, pela Accenture Interactive, uma consultoria, escrevi em meu perfil do Linkedin: As consultorias querem ser agências de propaganda. As agências de propaganda querem ser consultorias… Que tempos confusos!

Caso não tenha acompanhado os fatos veja aqui e aqui.

Realmente há muita discussão em torno do fato de as consultorias cada vez mais partirem para cima do mercado sempre ocupado e atendido (muitas vezes mal atendido, aceitemos) pelas agências.  Alguns estudiosos e observadores do mercado de comunicação e marketing acreditam que as consultorias terão grande dificuldade em incorporar em suas estruturas o principal ativo ofertado pelas agências: a criatividade. Daí a enorme repercussão da aquisição.

Explicando: há muita dúvida se o modelo racional das consultorias absorverá de modo correto o pensamento criativo, a liberdade criativa e até mesmo parte do modelo de operação das agências.

Post no Twitter dá a notícia da aquisição

Do outro lado da moeda vemos as agências correndo contra o tempo para mudar seu modelo de negócio e ficar cada vez mais “com cara de consultoria”. Mudanças e acréscimos de funções e departamentos, novos cargos, novas áreas. Também vemos as grandes holdings de comunicação (WPP, Interpublic, Publicis, Dentsu, Omnicom) buscando mais integração entre suas diversas agências e empresas de comunicação e tratando de apostar mais em dados e inteligência de mercado para entregar um pacote mais amplo de serviços e soluções.

Quem vai prevalecer?

Eu creio que os dois modelos de negócios vão conviver por um bom tempo no mercado. Creio que a adaptação e a convivência entre consultorias e modelos baseados em criatividade vão dar certo em alguns casos e falhar em outros. Também creio que muitas agências descobrirão um modelo que equilibre foco em negócios, soluções e consultoria com a expertise da criatividade. Tudo vai depender das lideranças. E também de quem paga a conta: o anunciante.

Costumo afirmar com frequência que quem realmente causa as mudanças no mercado são os clientes. Suas demandas e suas necessidades de solução de problemas de mercado e comunicação são fatores determinantes para as mudanças verdadeiras.

Quem viver verá. E verá um mercado mais amplo e, provavelmente, muito melhor e mais repleto de oportunidades de trabalho para profissionais de comunicação.

Futuro da Assessoria de Imprensa: tecnologia de ponta para manter-se relevante

Inteligência artificial e analytics puxam inovações que tornam relacionamento com a imprensa mais efetivo

Por Michel Bekhor*

Comparada a outros campos da comunicação corporativa, a assessoria de imprensa parece evoluir devagar. Herdeiro de uma longa história, que vem desde pelo menos 1820, quando o advogado e jornalista Anton Kendall se tornou o primeiro secretário de imprensa do presidente americano Andrew Jackson, o profissional da área continua a trabalhar de maneira semelhante à de uma década atrás.

Abaixo da superfície, no entanto, a assessoria de imprensa passa por um momento de transição – e o espaço para inovar é amplo. Esse movimento acompanha mudanças tecnológicas no mundo, com a ênfase da comunicação no ambiente digital e a proliferação de empresas e mercados nativos da internet ou intrinsecamente dependentes desse ecossistema.

A transformação acontece em alguns polos, como o tecnológico, o de hábitos de trabalho e o de expansão de fronteiras da atividade. Para começar pelo final, o fato é de que há uma tendência a integrar o papel da assessoria – assim como os resultados que podem ser obtidos a partir dela –, conectada com estratégias mais amplas de marketing.

De acordo com o estudo publicado pela Escola de Comunicação da University of South California em 2017, 60% dos executivos da área nos Estados Unidos acreditam que isso deve ocorrer em um futuro próximo. Não necessariamente uma mesma empresa oferece serviços variados, mas também guia o trabalho de divulgação no sentido de ter um impacto direto no resultado de vendas ou expansão do cliente.

Redefinindo o que é assessoria de imprensa

É necessário que os assessores assumam para si o papel de pensar – e aplicar – técnicas de marketing digital, como SEO e link building. Além disso, o próprio entendimento de mídia a ser atingida também está em processo de mudança. Um novo horizonte que inclua entre os interlocutores influenciadores digitais é essencial.

Mas antes, é preciso garantir que ela tenha sucesso. Nesse sentido, a equipe precisa estar ciente de que a maneira de consumir e produzir informação mudou. O grande palco das notícias são as redes sociais e é indispensável estar atento ao que acontece por lá, quais são os temas quentes, o que pode gerar repercussão e o que deve ser evitado.

No século XXI, o assessor de imprensa precisa ser um trend hunter. E também, por que não, um trend setter. O cliente tem o material a ser divulgado. A assessoria deve saber como transformá-lo na isca perfeita.

Essa isca é um conteúdo relevante, cujo formato também tem sido repensado. Por que se limitar a um release em texto quando podem ser feitas apostas com fotos, infográficos, vídeos curtos? Com o renascimento do rádio na internet por conta dos podcasts, vale inclusive pensar em áudio-releases. O importante é que a mídia seja fisgada.

Enviado via fax há apenas algumas décadas, a casa atual do release é o e-mail, mas também já se pensa o contato com o jornalista via outros canais. Vale fazer a ponte para divulgação por meio de redes sociais ou mesmo direto por aplicativos de mensagens no celular – desde que um relacionamento prévio abra espaço para tal.

Análise de dados para melhorar resultados

O valor dessas novidades, no entanto, fica sujeito a uma variável difícil de mensurar, já que a medição de resultados é um ponto crítico da assessoria de imprensa. E aqui entra o pilar tecnológico: enquanto a economia da informação avança como um todo pelo mercado, o uso de big data e ciência de dados na assessoria de imprensa ainda é incipiente. As possibilidades são infinitas, mas uma ideia é avaliar o histórico de campanhas em busca de quais títulos, construções textuais e narrativas atraem mais ou menos a mídia em geral ou determinado veículo em específico.

Associadas à inteligência artificial, estratégias do tipo permitem uma redução de esforço com a identificação de abordagens e métodos mais eficientes, e maiores taxas de sucesso na assessoria. Um exemplo concreto de como isto tem sido aplicado é o monitoramento da mídia para que estratégias de relacionamentos com jornalistas e influenciadores sejam mais certeiras.

Por fim, a inovação na assessoria de imprensa também está ligada aos clientes que têm acesso a esse serviço. Antes restrita a orçamentos parrudos, hoje há modelos de negócio que permitem atender PMEs, startups e profissionais liberais que têm pouco a gastar, mas muito a oferecer em conteúdo.

A comunicação caminha para o futuro. Se olhar na direção certa, a assessoria de imprensa pode ajudar a abrir a trilha.

Michel Bekhor é fundador da Assessoria de Imprensa Press Works

Fonte: Press Works

Coluna Branding: a alma da marca

Fora da imagem

Nesta semana, fui surpreendido com um post de uma das maiores jornalistas do Vale do Paraíba, anunciando seu desligamento da emissora líder de mercado. Em seu texto o motivo da demissão, foi que, após ser mãe vinha tendo dificuldades para voltar ao peso anterior à gravidez. A jornalista afirma que a emissora a fez sair do ar primeiramente, passando a fazer trabalhos internos até ser demitida posteriormente. A emissora nega tal motivação, mas o fato é que a jornalista que estava na emissora desde o começo da TV regional, e que ancorou boa parte desse tempo os principais telejornais, sai desta casa alegando que seu problema foi a manutenção da imagem.

Não vou entrar aqui na polêmica da injustiça do caso, até porque esta coluna e este blog não tem este propósito, mas quero chamar a atenção para a repercussão e para a questão da identidade de marca.

Desde a sua criação a emissora buscou criar uma relação de intimidade com sua audiência, foi esse o atributo que fez da emissora uma campeã em aceitação, buscou entre muitos candidatos testados, os que mais se identificavam com este povo peculiar do Vale do Paraíba. Público que mesmo tão próximo entre si é tão diferente em suas regionalidades, e que, de forma geral é enraizado a costumes e tradições, sendo até mesmo arredio aos forasteiros, mas receptivo com quem simpatiza pra tomar um café com bolo de fubá.

A personalidade da jornalista combinou em cheio com isso, ela tem na sua forma de apresentar e de se comportar, aquele jeito carismático que traduz credibilidade sem ser assim tão séria ou arrogante. Isso populariza sua aparição e conversa tipicamente com a família tradicional interiorana.

E não pense que esta característica é fácil de substituir, pois não é! A jornalista é prata da casa, vinda do vale histórico e formada na Universidade de Taubaté, iniciou em uma TV local na mesma cidade em que estudou, e desde lá já demonstrava essa “pegada” própria de fazer seu jornalismo do interior. Não é à toa que seu sucesso se manteve regionalizado mesmo quando alguns de seus colegas com menos tempo de casa ascenderam ao âmbito nacional.

Ou seja, a jornalista foi perfeita para o posicionamento da emissora que tinha na sua pessoa aquela que era sempre recebida para o café da tarde.

Se julgarmos a repercussão nas mídias sociais, me parece que ao ser demitida ela leva consigo a intimidade que trouxe à marca da emissora. Portanto, uma perda significativa para a imagem de marca da TV, isso sem contar que sua demissão por qualquer que seja o motivo, já gerou reações negativa à imagem da emissora. Se for realmente pela motivação dita pela jornalista, não valeu a pena a demissão, pois a imagem dela aqui fora gera mais ” “buzz” negativo do que ela gordinha na TV.

Temos que levar em consideração também o momento. Sabemos que a mídia televisiva vem perdendo espaço para o streaming, e que o jornalismo online já é realidade, portanto, não é difícil imaginar que sabendo conduzir, a jornalista pode oferecer não só uma perda de intimidade à emissora, mas uma concorrência on-line para o seu jornalismo.

Essa situação deu a ela a oportunidade de construir seu próprio canal de comunicação fidelizando os telespectadores da emissora, pois, um simples twitter dela será seguido por milhares de pessoas no vale do paraíba e pode gerar grande repercussão, como podemos ver por sua postagem de Facebook.

Um caso similar é o do jornalista Paulo Henrique Amorim, que ao sair da maior emissora do país construiu seu próprio caminho jornalístico e conta com mais de 820 mil inscritos em seu canal de YouTube, se posicionamento contrário a antiga emissora.

Dessa forma, se é verdade que a demissão da jornalista foi por uma questão de imagem, está na hora da emissora repensar seus conceitos, pois, neste caso quem ficou com a imagem fora dos padrões da sociedade!? Opinem!

Coluna “Discutindo a relação…”

O que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Coincidiu de a minha coluna cair exatamente no Dia do Consumidor. Sim, hoje, 15 de março, é o Dia do Consumidor. E a primeira coisa que me veio a cabeça é o discurso predominante atualmente no mundo da comunicação e do marketing que afirma que devemos, sempre, nos lembrar de que o consumidor é uma pessoa. É gente. Como a gente.

Longe de ser só uma expressão ou conceito “modinha”, entender que o lado humano das relações comerciais (e de comunicação comercial por consequência) é muito importante tornou-se algo obrigatório e fundamental. E para entender gente temos que lembrar que pessoas são movidas por razão e emoção. O tempo todo! Toda hora!

Então eu pergunto: é mais importante saber o que as pessoas pensam ou o que as pessoas sentem?

Difícil responder…

Em seu capítulo sobre planejamento para o livro “Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar”, o grande e inesquecível mestre Julio Ribeiro afirma: “Depois de muitos anos e uma centena de pesquisas, tenho constatado que, em geral, as pessoas não sabem por que fazem as coisas, mas sabem como se sentem fazendo. Acho mesmo que a maneira como as pessoas se sentem fazendo determinada coisa é mais importante do que a coisa em si.”

O grande publicitário e mestre do planejamento, Julio Ribeiro

Tendo a concordar com o mestre Julio Ribeiro. Compreender o que as pessoas sentem é mais importante do que tentar descobrir o que elas pensam. O lado mais humano, pessoal e próximo de um ser humano está ligado aos seus sentimentos. Conectar-se a seus sentimentos pode gerar muita empatia e engajamento.

Não por acaso ouvi recentemente que uma das métricas mais importantes e decisivas no mundo da comunicação e do marketing será, pasmem, o batimento cardíaco. Sim, o bater de nosso coração. Ele poderá ser medido através da Internet das Coisas (IoT), ou seja, através da troca de informações entre gadgets e, provavelmente um wearable (tecnologia vestível). Ao medir o batimento cardíaco das pessoas em determinadas situações e momentos podemos saber como elas estão se sentindo. E então entregar uma experiência mais bacana para esse consumidor…ops, para essa pessoa.

Smartwatchs, um exemplo de wearable

Dois outros conceitos têm muita relação com a questão de entender pessoas e atendê-las bem. Vejamos:

Dor(es) do consumidor – Todos temos conflitos e necessidades. Nossas dores. Trata-se aqui de descobrir e analisar o que aflige as pessoas em seu dia a dia, em seu cotidiano. De saber quais pequenos (ou grandes) conflitos uma marca/empresa/serviço/produto pode atenuar, evitar/prevenir ou mesmo resolver.

Pontos de paixão – trata-se exatamente de tentar descobrir e entender o que move as pessoas do ponto de vista emocional, subjetivo. O que elas amam? A que elas se entregam sem entender muito bem porque se entregam? Conectar-se aos pontos de paixão é tão ou mais decisivo de que atenuar ou resolver suas dores.

Em artigo para a Meio&Mensagem dessa semana, Gabriela Fernandez (estrategista da Today) escreve que “…um produto por si só pode não solucionar a necessidade do consumidor. Porque hoje a busca é por novas experiências.”

E mais a frente, no mesmo texto, também afirma: “Somos obrigados a deixar de lado a perspectiva racional, onde os resultados eram medidos com números de vendas e relatórios cheios de gráficos, para algo mais profundo. Estamos falando sobre mensurar sentimentos, percepções imediatas e frustrações.”

Bacana, né?! Eu curti muito. No fim fica mesmo a lição: temos que entender pra valer de gente. Temos que gostar de gente. Temos que pensar (e sentir) e propor um mundo para as pessoas. E isso passa pelo consumo, é óbvio.

7 dicas para trabalhar com influenciadores no Instagram

Veja como se dar bem em uma das redes que mais cresce em engajamento

por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup*

O Instagram se tornou uma das redes sociais mais importantes para promover as marcas. Não é a toa que em oito anos de existência acumula cerca de um bilhão de usuários ativos mensalmente e mais de 25 milhões de pessoas interagindo com as 8 milhões de marcas presentes por lá. O sucesso crescente é resultado da proposta da rede em estabelecer um diálogo entre as pessoas, criando novas funcionalidades que fazem a participação e engajamento dos usuários aumentar a cada ano.

Marina dos Anjos – Gerente de Marketing da Scup

 

Um dos pontos fortes para a estratégia de marketing no Instagram é contar com os influenciadores para promover e divulgar um produto ou serviço. Eles oferecem uma mensagem mais autêntica, que mostra o lado humano e prático da marca, ensinando como usam um determinado produto e os resultados dele. Tudo isso incita uma conversa mais próxima e empática com o público.

Para trabalhar com os influenciadores, no entanto, alguns cuidados e precauções são necessários. Por isso, confira abaixo sete dicas para não errar:

1. Trace metas e planeje com antecedência

Ao traçar as metas, considere alguns pontos como: Quais os objetivos da sua campanha? Você pretende divulgar a marca? Vender mais? Lançar produtos novos? Quais são os pontos de partida que te auxiliam a ter sucesso no Instagram? Além disso, ter um orçamento antes mesmo de escolher o influenciador te ajudará a entender qual seria mais adequado para a sua marca.

Lembre-se que durante o ano há várias oportunidades que podem ser aproveitadas para alavancar as vendas. Para que tudo dê certo, no entanto, é necessário se preparar com antecedência. Para os influenciadores, datas comemorativas, como dia das mães, dia dos namorados, natal, etc, são muito movimentadas e a quantidade de marcas que procuram parcerias para promover seus produtos também são altas.

2. Aposte na criatividade

As compras em datas comemorativas são as que mais geram lucro para as empresas, então você deve encontrar uma maneira de usar o alcance dos influenciadores de forma criativa, então, pense fora da caixa.

Uma forma de explorar a criatividade é usar seus produtos para contar histórias. Os usuários do Instagram gostam de assistir a experiência dos influenciadores, e isso pode fazer a diferença para sua empresa. Quando eles veem alguém usando, principalmente pessoas influentes, as chances de compra aumentam.

3. Determine como oferecer seu produto

Uma vez que você já decidiu as metas e o orçamento da sua campanha com influenciadores, é importante pensar quais produtos você vai vender e como. Essa é uma etapa fundamental para indicar como eles deverão abordar o seu conteúdo.

Separe quais os produtos você quer que façam parte da campanha e dê “adjetivos”. Sabe quando você vê um publipost com “uma opção maravilhosa para dar de presente de natal” na legenda da foto? É quase isso, mas de maneira mais incisiva. Seu produto pode ser a melhor opção de presente, basta você indicar como você quer que o influenciador fale sobre ele.

Uma dica: considere o trajeto de entrega do produto até o endereço do influenciador quando traçar as estratégias. Pense em uma forma criativa e cativante para que, assim, a pessoa que receber se sinta mais motivada a falar do seu produto.

4. Faça um guia de postagens para seu influenciador

Imagina o tanto de job que um influenciador tem nas datas comemorativas. Pois é, é muita coisa para falar! E certamente você não quer que seu produto seja divulgado com informações erradas. Por isso é necessário fazer um guia do que você quer anunciar na campanha.

Você pode reunir desde as coisas mais básicas, como para que serve, até as mais complexas, como explicar o processo de criação e produtos utilizados. Claro, tudo depende do produto da sua marca. Quanto mais seu influenciador parceiro souber, melhor ele vai falar sobre.

Foto: Pixabay

5. Encontre o influenciador certo para sua marca

Ao escolher um parceiro no Instagram, você deve procurar por alguém que combine com o que sua marca vende. Uma forma fácil de fazer isso é buscar por pessoas que falam sobre produtos parecidos com o seu. Se sua marca vende produtos para estudantes, por exemplo, não faz sentido tentar parceria com um influenciador mais famoso que não converse diretamente com seu público-alvo.

Neste caso, vale a pena você pensar se não seria melhor trabalhar com micro influenciadores. Eles têm um número menor de seguidores mas um público muito mais segmentado, com quem conversam diretamente e têm um interesse em comum.

6. Aproveite as fotos dos influenciadores

As produções das fotos de influenciadores são, provavelmente, de alta qualidade até porque eles trabalham, principalmente, com a imagem deles, então já sabem o jeito certo de fazer as coisas no Instagram.

Fazer repost das fotos super-produzidas deles pode ajudar o seu perfil na rede social. Assim, você mostrará que está trabalhando com um parceiro e, ao mesmo tempo, melhora o feed do seu Instagram. Você pode até conversar com o influenciador e estabelecer datas para fazer os reposts, assim já consegue deixar os dias programados.

7. Monitore seu Instagram e veja os resultados

Com ferramentas de monitoramento você consegue cuidar da sua conta do Instagram e ver os resultados das campanhas. Com ele, é possível coletar todas as postagens (ou seja, tudo que alimenta o perfil da sua marca), os comentários feitos em fotos, quando alguma outra conta te marca em uma publicação e muitas outras coisas.

Além disso, é possível gerar relatórios que te ajudam a ver o comportamento dos seguidores mostrando, por exemplo, o horário em que o engajamento é maior e quais as palavras mais usadas relacionadas a sua marca. Uma vez que você monitora tudo isso, consegue segmentar melhor as próximas campanhas e estratégias.

*Sobre Marina dos Anjos

Marina dos Anjos é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Marketing e Vendas. Trabalha com comunicação corporativa desde 2009, tendo passado por agências de comunicação e atendido startups e empresas como BIC, boo-box (já vendida) e Scup (antes de passar a integrar a equipe da empresa). Na Scup desde 2014, foi head de conteúdo e atualmente gerencia o marketing da plataforma.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

Coluna Branding: a alma da marca

A arte sempre encontra uma maneira

Muito se fala sobre uma revolução digital que mudará o jeito como nos relacionamos com o mundo. O futuro com a internet das coisas parece reservar a todos uma conexão virtual que identifica nossos passos e controla cada vez mais aceleração do comprar e vender. A big data conhecerá tão bem as individualidades que o tropeçar em anúncio será substituído pelo tropeçar no consumo e promoverá a formação dos desejos latentes através dos seus clicks em redes sociais e inteligência artificial transformará toda essa prática de venda em autônoma, quase que deixando para escanteio a necessidade da relação humanizada, podendo ser substituída pela relação racionalizada.

No entanto, o que não parece estar presente nesta equação e que pode mudar muito o que as previsões desse futuro almejam é o fator da angústia juvenil e sua natural rebeldia criativa.

Está energia psíquica que naturalmente movimenta as gerações e muda o modo de pensar, pode exigir um modo diferente de lidar com os valores que atribuímos às coisas e desvalorizar em muito está automação do meio de viver.

Sinto que as expressões artísticas da juventude já deixam claro essa resignação, ou melhor a ressignificação, e esta não se parece em nada com a grande expectativa que o mercado ostenta para este futuro tecnológico.

Tenho reparado no caminho que os criativos das agências de propaganda têm tomado para fugir deste mundo que os incomoda e os aprisiona. Muitos deles deixaram o mundo de glória das agências para viver seus pequenos sonhos artísticos, que graças a internet ganharam fãs e patrocinadores. São canais de ensino, produtos manuais e arte pela arte.

Imagem: Pixabay

A solução que parte deles encontrou é a volta para as “artes e ofícios” agora conectada pela grande rede e patrocinada por nichos de prestigiadores do mundo analógico.

Algo tão revolucionário quanto o pensamento de William Morris que peitou a revolução industrial mantendo sua arte por manufatura, com um design que sobreviveu aos séculos.

Criativos encontram formas de viver através da sua arte e encontram ressonância na internet, porque há um grande público que já despertou desta Matrix em que ela nem ao menos tenha chegado.

É fato que a grande massa será levada por essa enxurrada digital, mas se o meu empirismo estiver certo ainda haverá romantismo em meio a tanta racionalidade, é que como diz o filme Jurassic Park: “a vida sempre encontra uma maneira.”

Um casamento feliz: big data e mkt digital

A união do Marketing Digital com o Big Data: Um casamento que chegou para ficar!

O marketing digital já é uma realidade consolidada no Brasil, e este tipo de publicidade, pode ajudar muito na hora de vender mais e acertar no público alvo. Para isso, algumas empresas estão usando um antigo conhecido do mundo digital, o Big Data. O fornecimento de dados específicos às marcas que necessitam entregar a mensagem correta, à pessoa correta, no momento indicado, gerando uma experiência integral e eficiente entre anunciante e consumidor.

Foto: Pixabay

“A indústria da publicidade digital no Brasil é conhecida por ter profissionais com práticas de alta performance e, sobretudo, por uma capacidade única para desenvolver soluções, práticas, processos e experiências que funcionam especificamente no mercado local” assinala Mario Rubino, novo Country Manager da Retargetly, principal fornecedora de soluções de marketing baseadas em dados para o mercado latino-americano.

Big data é um termo que descreve o grande volume de dados — tanto estruturados quanto não-estruturados — que sobrecarrega as empresas diariamente. Mas não é a quantidade de dados disponíveis que importa; é o que as organizações fazem com eles. O big data pode ser analisado para obter insights que levam a decisões melhores e ações estratégicas de negócio.

Neste sentido, e referindo-se especificamente a combinação entre Big Data e MarTech, Rubino acrescentou que “vive-se um momento especial no Brasil, a medida que se consolida o uso da tecnologia em publicidade e as companhias embarcaram no intrincado processo de aprender como e em que profundidade usar os dados que possuem”.

O caminho para a união entre big data e marketing digital foi natural, uma vez que o ambiente online é propício para a captação de informações dos clientes. Todo movimento do usuário online gera uma série de dados sobre o comportamento deste usuário, e o Big Data torna possível captar tais dados e utilizar as informações, por meio do marketing digital, para tomar a melhor decisão e prever os resultados das ações propostas.

Em 2017, os investimentos em publicidade digital superaram os da TV pela primeira vez, nos EUA, segundo dados do Interactive Advertising Bureau (IAB). Pesquisa do Instituto Provokers, feita em parceria com o Google Brasil e o Youtube, no ano passado, reforça essa tendência. Estudo realizado com 1500 brasileiros, entre 14 e 55 anos, das classes A, B e C – uma amostragem que representa 123 milhões de pessoas – indica que, em três anos, o consumo de vídeos online saltou 90,1%, enquanto a TV se manteve próximo do estável. O smartphone se consolida nessa frente: é usado por 83% das pessoas. Além do fato de 87% dos pesquisados permanecerem online enquanto assiste a algo na TV.

Processar e analisar os dados gerados a partir dos comportamentos na rede, então, é fator chave no marketing digital. A tecnologia chegou para ficar!

ᐧFonte: Kipus Comunications & Media Lab