Formato inovador de publicidade

AdoroCinema e Universal Pictures lançam Movie Impact

Formato inovador de publicidade utiliza o trailer como principal elemento de campanhas de divulgação de filmes e séries

Maior vertical de filmes e séries do País, com audiência média de cinco milhões de pessoas por semana, o AdoroCinema está lançando o Movie Impact, formato de publicidade exclusivo para a indústria do cinema e do mercado audiovisual. O produto, que já existe na Webedia (proprietária do AdoroCinema) em seu mercado sede, a França, prevê uma entrega de aproximadamente 10 milhões de impressões no período de uma semana de veiculação.

O principal elemento do Movie Impact é o trailer do filme durante a campanha de lançamento. Além de oferecer oito tipos de entrega, este formato impacta diretamente os usuários ao longo da navegação pelo site, por meio de conteúdos nativos, trailer e ficha do filme. O formato foi implementado no Brasil para promover o lançamento do filme “A Morte Te Dá Parabéns 2”, da Universal Pictures.

O Movie Impact pode ser usado em diferentes momentos da campanha, seja no lançamento, na divulgação do trailer, na estreia (para gerar awarness), ou na fase de sustentação. Por ser um conteúdo nativo, não há interrupção na experiência do usuári..

Para Antoine Clauzel, diretor-geral da Webedia Movies, o Movie Impact traz uma solução para alcançar os potenciais movies goers com assertividade e força. “Estamos muito felizes de trazer este produto para o Brasil. A integração nativa do trailer garante que a transmissão da mensagem final aconteça de uma forma natural e exclusiva. Os resultados na Europa tem sido incríveis para os produtores e distribuidores, temos certeza que aqui no Brasil o sucesso será o mesmo, começando com o filme “A morte te dá parabéns 2”.

Sobre o AdoroCinema – Maior portal de cinema do Brasil, com 12 milhões de visitantes únicos mensais (segundo a comScore) e 4 milhões de vídeos vistos por mês. O conteúdo inclui lançamentos, resenhas, notícias sobre premiações e estrelas das telas. Seu catálogo conta com mais de 30 mil fichas de filmes, 18 mil traillers e 477 mil fotos. O site reúne a maior comunidade de apaixonados por cinema e séries do país: são mais 80 mil críticas de filmes postadas pelos usuários.

Sobre a Webedia – Presente em 15 países, a multinacional francesa de mídia digital (www.webedia.fr e www.webedia.com.br) vem construindo uma rede global de marcas e serviços dentro do universo do entretenimento, abrangendo cinema, games, gastronomia, e-sports, glamour, celebridades e saúde. Seus mais de 50 sites e aplicativos atraem 177 milhões de visitantes únicos/mês. O Brasil é o país que gera a maior audiência, com 49,5 milhões de unique visitors mensalmente. Uma das dez maiores propriedades digitais do mercado brasileiro, o grupo detém marcas líderes em seus segmentos: AdoroCinema (entretenimento), IGN Brasil (games), PurePeople e PureBreak (celebridades e glamour), TudoGostoso (gastronomia), Minha Vida (saúde e bem-estar) e Hypeness (inovação e criatividade). Também controla a agência de influenciadores Digital Stars, a arena de eventos eSports, a produtora de conteúdo digital Massiv, o canal de humor Parafernalha e a unidade de negócios Nerd ao Cubo.

Fonte: Marco Barone

Clear Channel assume comercialização publicitária do Bondinho Pão de Açúcar

Empresa amplia presença na capital carioca e passa a atuar na exploração dos ativos de mídia de um dos principais parques do Brasil

Destacado no site Trip Advisor como a atração número um do Rio de Janeiro, o Bondinho Pão de Açúcar é o principal cartão postal do Brasil e um dos mais conhecidos globalmente. Com charme e atmosfera incomparáveis, o Bondinho, primeiro teleférico instalado no País e o terceiro do mundo, recebe, em média, 4 mil pessoas diariamente. A partir de agora, a comercialização dos espaços publicitários do parque turístico passa a ser feita, em caráter de exclusividade, pela Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo. Esse movimento abre um novo leque de oportunidades para promover a conexão entre marcas e consumidores na capital carioca.

No total, há cerca de 55 ativos espalhados por toda a extensão da atração, incluindo bondes, telas digitais, painéis, entre outros. Com esse portfólio que alcança cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano, a expectativa é oferecer a agências e anunciantes infinitas alternativas para se apropriarem deste importante cartão postal carioca de forma inédita, com possibilidades de campanhas que envolvem, até mesmo, o patrocínio de circuitos temáticos em diversos formatos, construindo relacionamento duradouro com visitantes do complexo de entretenimento.

Com a novidade, a Clear Channel, atuando no Rio de Janeiro desde 1999, reforça a presença em áreas onde a economia carioca acontece, com grande circulação de pessoas e locais icônicos, operando com mobiliário urbano, relógios digitais e bancas de jornais. “O Rio de Janeiro é uma importante operação para nossa empresa. Nossos ativos são criteriosamente distribuídos em locais de necessidade pública e atividade econômica, oferecendo o que há de melhor para o mercado publicitário. A comercialização do Bondinho vem para fortalecer ainda mais a nossa presença na vida dos cariocas, expandindo nossas ofertas para o mercado”, explica Lizandra Freitas, CEO da Clear Channel.

“Além do potencial turístico e de entretenimento, nosso parque recebe um público qualificado, de toda parte do mundo e oferece diversas possibilidades para ativações de marca, dando visibilidade às marcas parceiras. Recebemos em média 4 mil visitantes por dia que, inspirados pela experiência de estarem em um cartão postal único, são impactados da melhor maneira pelas oportunidades de mídia que o parque oferece.” destaca Sandro Fernandes, CEO do Bondinho Pão de Açúcar.

Fonte: Lucia faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

4 perguntas que você precisa fazer sobre mensuração de mídia

Talvez seja hora de rever como você está abordando suas métricas de sucesso

por Fernando Teixeira

Você tem uma estrutura para medir e otimizar suas campanhas de publicidade com foco nas métricas mais importantes do seu negócio? E isso está tornando você mais inteligente como profissional de marketing ao longo do tempo?

Fernando Teixeira é Head of Practice – Advertising na Adobe

À medida que mais e mais formatos de mensuração de mídia são desenvolvidos, é essencial que se conectem as métricas aos objetivos. Infelizmente, muitos aderem a KPIs que podem ser facilmente manipulados e não transmitem valor real de publicidade ao comprador de mídia. Isso pode ser um desafio na hora de otimizar seu desempenho e aproveitar ao máximo os investimentos em anúncios digitais.

Dentro dessa cadeia, quatro questões-chave para pensar:

1. Estou comprando o que acho que estou comprando?

Parece simples, mas não é. Esta questão está relacionada à qualidade da mídia. Questões como visibilidade, fraude e segurança de marca têm sido as perguntas que mantêm os maiores anunciantes acordados à noite. Embora a otimização dessas métricas muitas vezes pareça um desafio já resolvido com tecnologias de ad cloud, pequenas alterações nas equações matemáticas que usamos podem ter grandes retornos.

Vamos começar com a visibilidade. Determinar se um anúncio é visível tem sido uma métrica com a qual a indústria normalmente está obcecada. Embora 100% de visibilidade seja uma meta razoável, nem sempre é a melhor medida de audiência real. As métricas de volume, como o número real de pessoas que podem ver o anúncio, são mais significativas. Portanto, você pode optar por analisar o CPM visível (viewable CPM), que leva em conta a visibilidade assim como o custo final e a contagem total dessas visualizações.

A seguir, está a segurança de marca: meus anúncios realmente são exibidos em um ambiente com o qual estou confortável? Eu comprei espaço nos aplicativos, sites e programas de TV que pretendia comprar? Depois, fraude: realmente exibi anúncios para seres humanos?

A maioria das plataformas de compra agora considera esses tipos de problemas por meio de recursos relacionados à transparência. E, embora as ferramentas não detectem todas as infrações, você pode reagir em tempo real diretamente nessas plataformas.

2. Estou investindo a quantia certa em uma determinada tática ou canal? Existe um ponto de saturação?

Em seguida vem o desafio de equilibrar alcance e frequência em cada canal de publicidade. Já cheguei a um ponto de retorno decrescente em determinada tática ou canal? Existe espaço para crescer? Investir mais dinheiro em uma determinada tática trará valor incremental à marca ou eu estarei alcançando os consumidores que alcancei em outro lugar? Basta lembrar de quantas vezes você viu um banner que não tinha nada a ver com você (ou com seu momento) para saber que a resposta provavelmente é não.

As campanhas de anúncios otimizadas para altos percentuais on-target ou taxas de conversão são inerentemente limitadas na escala de impacto que podem ter para uma determinada marca. Marcas com uma tolerância maior para “perder” em uma base de impressão por impressão, na verdade acabam tendo mais “hits” únicos nos clientes com os quais se importam. Considere a possibilidade de atualizar as métricas para recompensar o alcance exclusivo, analisando itens como Custo por alcance humano ou Custo por ponto único de contato.

3. Meus anúncios digitais estão funcionando para que? Eles, por exemplo, levam mais gente para a loja física?

Essa pergunta precisa entrar na mente do cliente: meu anúncio está funcionando? Quais mudanças de percepção estão sendo criadas que podem levar a mudanças comportamentais?

A clareza na mensuração é crítica aqui. Não é incomum que os compradores de mídia se concentrem em metas conflitantes. Quero ter alcance e frequência. Eu quero melhorar a reputação e vender. É essencial saber o que a campanha está tentando alcançar e alinhar as métricas com essas metas específicas.

Isso parece simples, mas é frequentemente ignorado. Conversões são o objetivo dos anunciantes em geral; mas as marcas que buscam experimentação, por exemplo, podem focar no aumento do número total de consumidores. Considerando marcas que trabalham com uma base de clientes já existente, um volume eficiente de conversões (custo por ação) é mais apropriado.

Você pode dar um passo adiante ao enriquecer essa “ação” no final do custo por ação. As marcas que se concentram na coleta de receita conhecida devem contar os totais de transações de cada ação. As marcas que conduzem o teste e a exploração podem querer analisar as métricas de pré-compra, como o tempo de permanência e as ações totais do site, o que pode sinalizar a exploração e a intenção de compra do produto. E se você é como a maioria das marcas de publicidade no mundo, as principais ações do consumidor acontecem off-line. O uso de feeds de atribuição off-line – como dados de ponto de venda, dados do cartão-fidelidade ou geolocalização – tornou-se algo bastante difundido para solucionar esse problema e muitas marcas agora operam com uma estrutura “aways on” para incorporar o comportamento off-line.

Mas essa compreensão mais rica do comportamento ainda é insuficiente para incorporar o sentimento, métrica que “gruda” tudo isso. Compreender como o sentimento pode se relacionar com o comportamento – em vez de tratá-lo como um objetivo final em si mesmo – pode levar a um entendimento muito mais claro de como seus anúncios estão funcionando e unir seus esforços de mídia e criação. Por exemplo, estabelecer uma correlação entre os picos nas métricas da marca e os comportamentos de compra resultantes da visualização de um anúncio específico pode fornecer insights para que isso seja incorporado em futuros processos criativos.

4. Estamos realmente estimulando novas vendas ou impactando pessoas que já iriam comprar de qualquer jeito?

Por último, a parte difícil. As marcas precisam, em última análise, saber se a campanha publicitária está causando um comportamento que não teria acontecido se elas não tivessem anunciado. Isso é complicado, pois o conceito de “atribuição” sugere que os consumidores que compram depois de ver um anúncio foram influenciados por esse anúncio – uma noção que infelizmente nem sempre é verdadeira.

Veja o exemplo daquele anúncio de calçado que acompanha os consumidores em todo o processo de compra que eles já pretendiam concluir, independentemente dos anúncios. Esses banners estão aí para irritá-lo por um motivo muito específico: os modelos de atribuição são recompensados ao colocar um cookie em você antes de fazer uma compra. Essa miopia é grave para o entendimento dos modelos de atribuição.

E se pudéssemos criar uma janela em que as ações do consumidor iriam ocorrer de qualquer maneira e, em seguida, removê-las da equação na hora de atribuir crédito? Este é o mundo dos testes incrementais que está surgindo rapidamente, impulsionado por um novo conjunto de ferramentas e um crescente entendimento das limitações das métricas de desempenho usadas até hoje.

Essa parte começa a parecer uma aula de ciências, com grupos de teste e controle, “pílulas de açúcar” ou placebos, e a necessidade de uma nova classe de analistas de mídia para interpretar e responder aos resultados. Se isso parece novo e desafiador para você como marca, você provavelmente não está sozinho. Enfatizar a importância das ferramentas de teste incremental com seus parceiros de tecnologia e começar a construir sua equipe para incorporar especialistas em experimentos de publicidade é uma obrigação para marcas que buscam maximizar o impacto de seus anúncios.

Uma pergunta que adoro fazer em reuniões é: “os seus resultados de conversão em mídia excluem o impacto nas pessoas que já iam comprar de qualquer jeito?” A maioria dos profissionais de marketing ainda trava na hora da resposta.

Se você for bem-sucedido nessas estratégias de mensuração avançadas, precisará ter o framework correto. Fazendo essas perguntas a você mesmo e ajustando seus KPIs para permitir a otimização de campanhas em tempo real nas métricas relevantes, você estará criando as bases necessárias para aproveitar ao máximo seus investimentos em compra de mídia.

OBS.: O artigo tem como base o texto original de Tom Riordan, Head of Measurement Services na Adobe

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

“Guia da Facu” estreia neste sábado na tela da Band

Programa vai mostrar a realidade dos jovens e da educação no Brasil

A Band estreia neste sábado (12), ao meio-dia, o programa Guia da Facu. Apresentada por Bia Bauer, Marcello Palermo e Isa Dornelles, a atração será uma importante fonte de informação para jovens e pais que acreditam que a educação universitária é uma ferramenta imprescindível para uma vida melhor.

A apresentadora Bia Bauer

Com participação de convidados especiais como o cartunista Mauricio de Sousa e o reitor do Centro Universitário Belas Artes, Paulo Cardim, o Guia da Facu vai mostrar a realidade dos jovens e da educação no Brasil, levando conhecimento para o público que busca saber mais sobre o mercado de educação e de trabalho. E esse público é imenso: por ano, mais de 2 milhões de estudantes brasileiros ingressam em faculdades; em 2018, mais de 6 milhões de estudantes prestaram ENEM.

O programa vai ajudar os jovens a tirar dúvidas sobre em qual curso se matricular, como escolher a melhor universidade e como ter acesso a bolsas de estudo – oportunidade bem-vinda em um país onde o fator financeiro é apontado como principal obstáculo ao acesso ao ensino superior. Através de parceria com a empresa Quero Bolsa, o site do programa disponibilizará para aquisição dos interessados 1,5 milhão de bolsas de estudo para o primeiro semestre de 2019 em 1.300 instituições de ensino em todo o país. O público também conhecerá lindas histórias de alunos e de professores que foram construídas através da educação.

Na edição de estreia, o Guia da Facu abordará o valor da educação e como ela pode mudar a vida das pessoas.

Guia da Facu será exibido todo sábado, às 12h, na tela da Band. Após a exibição na TV, a atração continua por uma hora, ao vivo, neste site.

Fonte: Comunicação Band – André Rizzatto

Instagram impulsiona vendas

Vendas no Instagram impulsionam comércio

Mensalmente, 90 milhões de contas acessam publicações de compras na rede. Especialista dá dicas para empresas interessadas no recurso

Desde que surgiu, em 2010, o Instagram se firmou como uma rede social visual, com foco em fotos e vídeos. Hoje, as empresas podem usar os recursos imagéticos do aplicativo para montar uma vitrine de vendas eletrônicas. Trata-se da funcionalidade Instagram Shopping, inaugurada no Brasil em 2018. Em abril, por exemplo, foram realizadas 180 milhões de transações no app.

A professora Maria Carolina Avis, especialista em Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que o recurso foi uma grande “sacada” da rede social. “O principal fator para o sucesso é a facilidade de compra. O usuário consegue, de forma muito ágil, ter acesso às informações do produto e ir para a finalização da transação”, diz.

Segundo a rede, mensalmente 90 milhões de contas acessam publicações de vendas para saber mais sobre os produtos. “Para as empresas, houve uma facilitação na resposta sobre variedade de cor, disponibilidade, preço e forma de pagamento. A própria postagem disponibiliza esses detalhes”, explica.

Quem deve apostar no recurso

Desde o início do Instagram Shopping foi aferido um aumento de 25% no tráfego do aplicativo e de 8%, na receita. Isso significa que a rede social se tornou um ambiente propício para todos os tipos de lojas eletrônicas, desde que seu público-alvo seja usuário da rede. “É preciso ir onde seu público está”, recomenda Maria Carolina.

Para usar o Shopping, a empresa precisa comercializar produtos – e não serviços. Além disso, precisa ter um site próprio, para onde o usuário será redirecionado para finalizar a compra.

Mesmo já tendo um site próprio, a professora defende que a funcionalidade é vantajosa para as lojas. “O grande benefício é otimizar a experiência do usuário. No Instagram, ele escolhe o produto com mais facilidade e avança facilmente para o estágio de compra”, diz.

Ressalvas

Para aqueles que estão iniciando no Instagram, a professora ressalta algumas regras. Ao utilizar fotos de catálogo ou de outra empresa, por exemplo, é preciso fornecer os créditos da imagem. Também não é recomendado utilizar fotos de baixa qualidade ou resolução.

Algumas práticas são completamente proibidas pelo aplicativo, como realizar sorteios e trocar engajamento (curtidas e seguidores) por crédito na loja ou produtos. Postagens com esse teor podem ser retiradas do ar.

Fonte:Pg1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

Como bombar meu Instagram?

Especialista dá dicas para garantir o engajamento e o aumento de seguidores

Há cerca de 8 anos, em meio ao boom das redes sociais, o mundo conheceu um novo aplicativo: o Instagram. Diferente de outras mídias populares na época, o Instagram incentivava apenas o compartilhamento de fotos, oferecendo filtros e opções de edição que davam um ar profissional as imagens, o que fez com que a ferramenta conquistasse e aumentasse seu número de usuários consideravelmente ano a ano.

Além de popularizar uma nova forma de informação e interação entre o público da internet, o Instagram se transformou em um dos principais canais utilizados por marcas e empresas para alcançar clientes em potencial. E para destacar as principais formas de conseguir aumentar o engajamento e ganhar muitas curtidas e seguidores, a especialista em branding e professora do pioneiro curso de Digital Influencer do Centro Europeu de Curitiba, Lizi Zue, preparou uma lista com dicas preciosas para quem deseja bombar no Instagram.

Conteúdo relevante: para a especialista, é fundamental que as fotos, vídeos, sorteios e divulgações estejam alinhadas as necessidades e interesses do público alvo do perfil.

Visual: segundo Lizi Zue, outra boa dica é buscar um posicionamento visual interessante. “Um feed organizado com uma característica marcante e harmonia entre os conteúdos, é uma das formas mais eficazes para atrair o público”, detalha a especialista.

Stories: use e abuse dos vídeos e fotos nos stories. “É uma ferramenta maravilhosa para ampliar seguidores, pois gera uma aproximação maior com o público, além de oferecer opções como as enquetes, hashtags e perguntas possibilitam muita interação e ajudam a identificar o perfil do público e os conteúdos que mais interessam”, comenta a Lizi Zue.

Parcerias: outro ponto relevante apontado pelo especialista é o de marcar outras pessoas, marcas, locais e hashtags, para aparecer para outros seguidores além dos seus.

Eventos: “Participar de festas e acontecimentos de interesse para o público alvo, além de ser uma ótima fonte de conteúdo, também ajuda a ampliar a rede de contatos e cria a oportunidade de aparecer para novas pessoas”, afirma a especialista.

Regularidade: Lizi Zue explica que a palavra chave quando se trata de Instagram é conteúdo, “O conteúdo que você oferece é o que vai atrair o seu público, e neste ponto a regularidade de postagens é crucial. Você precisa aparecer para os seus seguidores e isso só acontece com postagens diárias”, explica.

Nicho de mercado: Em um universo em que todos têm muito o que falar, encontrar um nicho específico de público é uma ótima estratégia. “É preciso entender o perfil e as preferencias do seu seguidor principal e oferecer o que ele espera, pesquisando, planejando e sendo profissional em todos os pontos de contato”, completa Lizi.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Caroline Rodrigues

O futuro da TV Conectada

TV, TE VI: o futuro é conectado

Por Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil*

Fico pensando sobre Assis Chateaubriand em 1950, quando fundou o primeiro canal televisivo no Brasil, a TV Tupi. Por muitas décadas o princípio “dessa televisão” era ser um receptor, ou seja, uma caixa que transmite conteúdo vindo de outros lugares. Depois de alguns anos, os nossos hábitos de audiência evoluíram, principalmente depois do advento do cabo nos anos 1970. Esse progresso não parou, lembro que passamos por alguns formatos, até chegar nos modelos de distribuição de streaming e over-the-top (OTT, qualquer app ou website que entrega conteúdo em streaming via internet), que também é conhecido por um termo genérico para descrever o que a TV se tornou: TV avançada, que representa a convergência da TV tradicional com o streaming de vídeo fornecido por plataformas OTT e TVs conectadas.

Foto: Pixabay

Essa evolução é tão evidente que o consumo de televisão com hora marcada está morto! Isso mesmo, morto, pelo menos entre Millennials (nascidos após 2000) e a GenZ (os nativos digitais nascidos em meados da década de 90), que em alguns poucos anos vão comandar o mercado de consumo. Os jovens de 18 a 34 anos já dedicam 24% do tempo de consumo de TV nos Estados Unidos a TVs conectadas, em comparação a 10% entre toda a população adulta, de acordo com estudo recente da Nielsen. Eles esperam assistir o que eles querem, quando eles querem e da forma que eles querem. Isso mesmo, estamos falando de streaming, de VOD (vídeo por demanda).

E essa mudança de comportamento está recriando a indústria de mídia, produzindo novos modelos de negócio. A Netflix, com seu investimento de US$ 8 bilhões, é o exemplo mais proeminente, mas há outras dezenas de bilhões sendo investidos em produção de conteúdo para streaming por empresas como Hulu, Amazon e Apple, além de fusões multibilionárias, derretendo e recriando modelos que nascem da intersecção de mídia, ad tech e telco a se sucederem. Disney e Fox, AT&T e Warner Media são casos recentes, e a evolução da Roku, de um hardware para o consumo de vídeo para um ecossistema de conteúdo, distribuição e publicidade segmentada é outro exemplo da transformação pela qual a indústria está passando.

No Brasil, que tem enorme tradição com TV, a tendência não é diferente. E mais, a receptividade a anúncios nos torna um mercado de alto potencial para um futuro AVOD (ad-based video on demand). Um estudo recente da Telaria com painéis em cinco países, incluindo o Brasil, mostra que somos o mercado que mais bem aceita a publicidade como uma troca para acessar conteúdo de qualidade. A única coisa que não dá para esquecer é que Millennials e GenZ toleram – até gostam da publicidade e a tratam como Conteúdo – mas desde que ela seja relevante e altamente personalizada. O que é boa notícia, pois as TVs conectadas reúnem o melhor dos dois mundos, a experiência lean back de consumo de vídeo associada às possibilidades de segmentação do ambiente digital, com 100% de viewability e 95% de completion rate (taxa de conclusão de vídeo), já que é non-skippable.

Imagem: Pixabay

Então, quem diria, a TV está mais viva que nunca. O que muda é a forma de ver. O OTT cresceu 200% em audiência no mundo nos últimos três anos, e muitos produtores de conteúdo premium estão surfando a onda. No Brasil, onde TV linear, tradicional, tem qualidade e um alcance gigantesco ainda há muito espaço para convívio amigável entre o que foi e o que será.

Mas o ambiente para o streaming já existe, e as oportunidades para os produtores de conteúdo de conquistar audiências e para as marcas de conversar com seus públicos já está aí. E você, não vai aproveitar essa oportunidade? Recomendo você dar o play, não perca tempo.

*Rafael Pallarés, General Manager da Telaria no Brasil, é especialista em Ad-tech, Marketing e Mídia com foco em publicidade programática, streaming de vídeo e TVs Conectadas.

Novo visual do Hello

Hello Network está de visual novo: rede social acaba de lançar novo design

Usuários agora podem procurar por pessoas, visualizar seus potenciais, convidar e iniciar um chat com seus amigos de forma rápida e simplificada

A Hello Network, rede social do empreendedor Orkut Buyukkokten, acaba de lançar um novo design do app hello. A novidade reforça uma experiência mais atraente para os usuários que cada dia mais se conectam a pessoas e comunidades que dividem os mesmos interesses. Agora, com o menu lateral e a nova barra de navegação ficou mais fácil interagir e fazer novas descobertas dentro do app.

O novo design estimula a interação e torna a aproximação ainda mais fácil. Essa motivação foi bastante evidenciada por Orkut em sua recente visita ao Brasil, onde ele destacou que o aplicativo foi idealizado e desenhado com uma tecnologia que permite conectar as pessoas de forma mais profunda e verdadeira. “Os membros da nossa comunidade adoram interagir, compartilhar descobertas e fazer novas amizades dentro do app. As novas funcionalidades chegam para tornar a experiência mais interessante e descomplicada” explica o criador da rede Orkut Buyukkokten.

Com a barra de navegação simplificada localizada no canto superior direito é possível encontrar as três páginas principais e a central de notificações. Já com o menu lateral redesenhado ficou mais fácil procurar por pessoas, visualizar seus potenciais, convidar e iniciar um chat com os amigos.

Ao acessar o menu lateral também é possível visualizar o feed relacionado à persona que está interagindo. Com um toque em “personas” localizado dentro do menu, o usuário tem acesso à lista completa de personas, ou também pode optar por trocar de persona.

“Valorizamos muito o feedback dos usuários e a cada dia buscamos mais formas de melhorar a experiência do nosso usuário no hello e os brasileiros contribuem muito com seu engajamento e também com suas sugestões”, complementa Orkut.

No hello as comunidades são abertas a todos, permitem fóruns de discussões, não tem apenas um dono (tem líderes, são democráticas) são divertidas e móveis e seu conteúdo torna-se público, para que todos possam participar.

O novo design está disponível para sistema operacional Android e em breve estará para iOS.

Fonte: HUG Comunicação – Thamiris Rezende

Nova sede no Vale

Record TV Vale inaugura nova sede e amplia operações no Vale do Paraíba

Presente em 39 cidades, a Record TV Vale fortalece sua operação e inaugura em São José dos Campos a nova sede da emissora, reafirmando o seu compromisso com a comunidade do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Os investimentos da ordem de 3 milhões de reais possibilitaram, além do novo espaço, a aquisição de novos equipamentos e a implantação do sinal digital nestas cidades.

Já em operação na região desde 2009 por meio da atuação comercial e de equipes de reportagem para a cobertura jornalística, a Record TV Vale segue para um espaço amplo e moderno, localizado no edifício Hyde Park do Jardim Aquárius, em São José dos Campos, e foi projetado para que todos os departamentos trabalhem de forma integrada. A redação ganhou uma roupagem em formato “News Room”, integrando estúdio e jornalismo.

“Este é um momento de expansão, quando a Record TV Vale consolida um projeto iniciado há anos, o qual sempre projetamos incrementar ainda mais conteúdo regional de qualidade e possibilidades ao mercado joseense, do Vale e Litoral Norte. A hora chegou e quem ganha são os telespectadores, os anunciantes e o mercado publicitário”, conta Mário Toledo, Diretor Comercial da Record TV Vale.

João Batista Rodrigues, Diretor Executivo da Record TV Litoral, acrescenta que esta decisão representa um salto para a renovação da emissora. “São José dos Campos tem em seu DNA muito empreendedorismo e inovação, que vem de encontro também com o momento vivido pela Record TV Vale. Por este motivo, escolhemos esta macroregião para a ativação de um novo ciclo da emissora na região”, conta.

“Reinventar é a nossa marca e somos entusiastas para que este crescimento sustentável traga também benefícios, geração de negócios e novos empreendimentos para todos”, declara Marcelo Dantas, Diretor Administrativo da Record TV Vale.

Com 65 anos de atuação na TV brasileira, a Record TV é a segunda rede mais assistida de todo o país. Oferece uma programação de qualidade em seu conteúdo de entretenimento, como também um jornalismo imparcial e comprometido pela busca incansável pela verdade. Em São José dos Campos, Vale do Paraíba e Litoral Norte, a regional já atua desde 2009 retratando o desenvolvimento sócio econômico da região e desta vez mais integrada irá contribuir ainda mais para a expansão de toda a região.

Fonte: Agência Cápsula – Cimey Gadelha

Prêmio para mídia OOH

ABOOH lança Prêmio OOH de Criatividade

A Associação Brasileira de Out Of Home (ABOOH) vai premiar as três agências de propaganda ou anunciantes que tiverem os melhores trabalhos na mídia out of home, com a 1ª edição do Prêmio OOH de Criatividade. As inscrições são gratuitas e feitas mediante preenchimento e envio do formulário de inscrição, disponível no http://premiodecriatividade.abooh.com.br, até 30 de setembro de 2018. A iniciativa contemplará as peças considerando como critérios criatividade, adequação e utilização de setores de exibição que caracterizam o OOH como aeroportos, edifícios, estabelecimentos comerciais, grandes formatos, mobiliário urbano e transportes.

Podem concorrer os trabalhos veiculados entre 1 de outubro/2017 e 30 de setembro/2018 inscritos, que devem ter usado, pelo menos, uma das empresas exibidoras filiadas à ABOOH. São elas: BR Malls, ClearChannel, Coletiva, Elemidia, Eletromidia, GM7, Helloo, Hyperfator, Indoormidia, JC Decaux, Kallas, LedChannel, LedWave, Onbus, Otima e Urbana.

As propostas inscritas serão julgadas por uma comissão, integrada por representantes de agências e clientes do mercado publicitário. Os vencedores serão homenageados em cerimônia de premiação no dia 6 de novembro.

“A mídia OOH é a que está apresentando maior crescimento no País e acreditamos que há imenso potencial para que o setor avance ainda mais. Trata-se de um segmento que oferece possibilidades infinitas para a comunicação e marketing das marcas e os avanços dos recursos digitais integrados ao meio tornam o cenário extremamente favorável. Nesse contexto, a ABOOH cumpre sua missão de estimular o mercado de out of home com o lançamento do Prêmio OOH de Criatividade”, ressalta Eduardo Alvarenga, presidente da ABOOH e CEO da Elemidia.

Sobre a Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH)

Entidade que tem como associados as maiores operadoras do setor e como objetivo incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, além de ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio, posicionando-o como uma poderosa ferramenta na construção de marcas de produtos e serviços. A entidade agrega grandes e médios players – nacionais e internacionais – que estão atuando no meio e/ou chegando ao País, com status de associados. Mais informações, no site www.abooh.com.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Fernando Ciupka