Mídia programática e a exposição das marcas

“Na mídia programática, exposição indesejada da marca não é e nem nunca foi regra”

Durante algumas décadas em nosso país, quando uma empresa desejava comunicar os reais atributos de seus produtos ou serviços aos seus consumidores finais, os caminhos para fazer essa comunicação eram os mesmos. Além da TV aberta, meio de comunicação com mais de 90% de penetração junto aos brasileiros, as empresas e suas agências de publicidade encontravam, ainda, a mídia impressa e, claro, o forte e importante rádio.

Porém hoje, muitos anos mais tarde, ainda que com o máximo respeito aos veículos e aos profissionais que atuam nessas frentes, devemos entender que é tudo muito diferente de antes. As coisas mudaram e a possibilidade das marcas entenderem o que seus targets realmente querem, como eles querem e onde eles estão tornou-se absolutamente possível.

A exposição paga de marcas no ambiente online trouxe às empresas anunciantes características bastante vantajosas e nunca encontradas até então nas mídias tradicionais, como por exemplo a possibilidade de mensuração de resultados de campanha, a interatividade com seus públicos em real-time, além da importante e tão desejada segmentação de público.

Poderíamos aqui até tratar detalhadamente das questões de interatividade e da mensuração, enormemente importantes e que permitem às marcas serem mais assertivas, estabelecerem um diálogo com seus consumidores e, claro, atuar de forma mais otimizada e rentável. Porém, o que queremos aqui discutir é a característica da segmentação de público.

A mídia programática é uma das mais relevantes formas de atuação em mídia digital e tem atraído bastante a atenção de gestores de marketing não só no Brasil, mas em todo o mundo. É uma mídia inclusive bastante democrática e, por isso, tem levado empresas pequenas e médias a anunciar até pela primeira vez. O fato ainda de possibilitar às marcas anunciantes maior otimização na compra da mídia, na implementação e na mensuração dos resultados obtidos, a torna por consequência também mais assertiva, contribuindo rapidamente para os objetivos de negócio das empresas.

Mas talvez a maior das diferenças esteja no fato de que a mídia programática quebra uma lógica imposta por profissionais de propaganda e publicidade por muitos anos: o foco não está mais no veículo de comunicação e sim, no target. Desta forma, nesse tipo de mídia estuda-se o comportamento das pessoas no ambiente digital e então a marca aparecerá somente para aqueles que desejam e que tenham demonstrado interesse naquele conteúdo. A mensagem de marca surge então, de forma contextualizada, para quem deseja receber aquele conteúdo, no momento que deseja, na frequência ideal e onde esse público estiver. Pode ser num site de esportes, na mídia social preferida ou mesmo dentro de um aplicativo que utilize. Certeza de gol.

Ocorre que nas últimas semanas, acompanhamos pela mídia um verdadeiro massacre ao setor de mídia programática. O trabalho realizado pela chamada CPI das Fake News identificou e tornou público que o Governo Federal teria exibido ‘milhões de propagandas em sites maliciosos’ nos últimos meses e que isso ocorreu porque a veiculação se deu através de mídia programática.

“Na mídia programática, exposição indesejada de marca não é e nem nunca foi regra. O problema não está no uso da mídia programática. Está no uso inadequado da plataforma. Um planejamento bem feito cria filtros de brand safety, e a mensagem de marca aparece apenas em um ambiente seguro.”, diz Rodolfo Darakdjian, CEO da OPL Digital.

A OPL Digital é uma dessas empresas especializadas no tema. Com sede em São Paulo e também em Miami, nos Estados Unidos, a empresa investiu pesado na compra de tecnologia nos últimos anos, atua com uma DSP própria, e hoje tem como clientes governamentais, sendo alguns deles: Ministério da Saúde, Ministério do Turismo, Prefeitura de São Paulo, Eletrobrás, Caixa e Governo do Estado de São Paulo, além de clientes do setor privado como Schneider Electric, BRF, Seara, Unilever, Latam, Porsche, CCR, entre outras.

Para um anunciante que decida por comunicar seus produtos e serviços em mídia programática é extremamente importante que busque por empresas que sejam capacitadas e especializadas no tema. Prover cuidados básicos que impeçam as marcas de aparecerem em ambientes não seguros é essencial para quem trabalha com mídia programática.

Não se pode generalizar, e as recentes notícias que trataram das ações do Governo Federal não podem ‘carimbar’ ou marginalizar todo um mercado, que é composto por empresas e profissionais sérios e comprometidos com os resultados dos clientes. Uma ou duas empresas que tiveram tais equívocos não podem ser vistas como representantes de todo um setor. É importante ressaltar que mídia programática não financia o crime e nem patrocina e nem compactua com nenhum tipo de fake news. Atualmente existem políticas de brand safety que, inclusive, são atualizadas constantemente e que eliminam os sites impróprios ou maliciosos. As chamadas passlists, de uso bastante comum em mídia programática, possibilitam que a marca anunc iante es colha exatamente os sites e aplicativos em que serão exibidos os anúncios, evitando destinos indesejados. Segurança na rede é preocupação número um de qualquer marca que esteja na rede.

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TIM traz campanha de OOH inovadora em ônibus de SP

Ação pioneira tem um QR Code, que direciona o cliente para realizar recargas de celular sem contato físico

A TIM será a primeira marca a utilizar uma inovação de OOH que chegou recentemente em São Paulo: o painel B-AIR. A campanha, desenvolvida pela HavasPlus em parceria com a Altermark, estará disponível em 150 ônibus, nos principais corredores de São Paulo até o dia 06 de agosto. Os painéis contam com um QR Code que direciona o consumidor para uma página no site da TIM que possibilita recargas de celular pré-pago com cartão de crédito, sem necessidade de contato físico.

“Nesse período de pandemia, reforçamos ainda mais nossa atuação nos canais digitais. Nosso objetivo é tornar a experiência de compra do cliente o mais simples possível, aproveitando um momento da jornada dele em que normalmente ele já está usando o celular. Com essa ação o cliente faz a recarga online no celular de forma segura e conveniente, basta apontar o seu smartphone para o QR Code na peça”, explica Leonarda Trindade, Gerente de Trade Marketing da TIM São Paulo.

O painel B-AIR foi projetado e patenteado pela C2R após diversos estudos e pesquisas realizadas junto à SPTrans para garantir que a mídia não inviabilizasse o fluxo das pessoas nem a visibilidade dos motoristas e até então só tinha sido utilizado para exibir campanhas de prevenção à Covid-19.

“A comunicação OOH vem crescendo em relevância e visibilidade no Brasil, além de ser um meio muito interessante para testar e aplicar ideias inovadoras. Este novo formato, dentro dos ônibus, chega para compor esse cenário e, de forma pioneira, a TIM inaugura a veiculação nesse espaço que faz parte da rotina do brasileiro. Num mercado estratégico para a marca, vamos impactar milhares de pessoas que usam o transporte público com frequência e que representam um potencial target quando o assunto é Pré-Pago”, comenta Jairo Soares, COO e Head de Mídia da HavasPlus.

Além disso, os clientes TIM Pré TOP que realizarem qualquer recarga a partir de R$ 15,00 ganharão 2 GB de bônus de internet promocionais para usar como quiser por até 7 dias.

Fonte: Giusti Comunicação – VANESSA SILVA

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Aumento de publicidade online abre espaço para mídia em Apps

Projeções apontam que até 2023 marcas brasileiras vão investir mais verba em formatos digitais

De acordo com um levantamento da PwC, atualmente o investimento feito em publicidade digital no Brasil equivale a aproximadamente 30% do valor total que as empresas empregam na divulgação de suas marcas. A consultoria estima que, em 2023, a fatia do bolo equivalente ao digital deva se igualar às demais mídias. Ou seja: para cada real gasto em publicidade offline¸ outro será investido no digital.

À mesma velocidade, o mercado de aplicativos tem crescido exponencialmente. Apenas no primeiro trimestre de 2020, houve aumento de 30% no número de downloads, comparado ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o último levantamento da Apps Annie, que também demonstrou que apenas em março deste ano, somando as compras em lojas da App Store e da Google App Store houve uma soma de R$123 bilhões, um total de 31 bilhões de dowloads, destes 40% eram jogos.

“O aumento de downloads de apps de jogos é um número muito grande e existem jogos para todas as faixas etárias. Todo mundo precisa se divertir, relaxar, esquecer da rotina por alguns minutos, que na verdade, os dados já nos mostram que não são minutos, são horas, o que, quando encaramos os apps de jogos como uma plataforma de mídia, nos oferece a oportunidade de levar ao encontro do público a mensagem de forma extremamente qualificada”, comenta André Sales, consultor técnico e comercial para América Latina da YZ Media, startup focada em melhorar a performance de aplicativos por meio de campanhas que incentivam o download pelo público.

Quando mídias digitais como anúncios em websites, Google Ads, Facebook Ads, Instagram Ads, entre outras ferramentas começaram a surgir, muitas agências, e por vezes até mesmo clientes, eram resistentes em incluir verbas em campanhas online, mas atualmente lançar uma campanha sem presença digital é inimaginável, pois tudo já é planejado para conquistar seguidores, engajamento, leads, novos clientes, visibilidade e reunir todos os dados em um resultado de mensuração que apenas AI é capaz de oferecer.

Para Sales, o mercado de Mobile Ads está em expansão e oferece inúmeras oportunidades.

“O objetivo é incentivar o usuário não só a fazer download de um novo app, mas também a promover a interação e rentabilização desses apps através de uma compra, cadastro ou de qualquer outra ação que seja objetivo da marca anunciante. Se ele já é usuário de um app, já estamos a meio caminho andado. Usuários de jogos são heavy users de smartphones e estão acostumados a fazer tudo pelo celular, então se a marca precisa melhorar a performance de seus produtos via app, ela deve pensar em estratégias de interagir com seu público também por apps. Existe forma correta, linguagem, abordagem, não deixa de ser publicidade, e também não deixa de ser uma interrupção em meio a um jogo, então tudo tem que ser planejado para oferecer uma experiência interessante para usuário e anunciante, lembrando que precisamos ligar essas duas pontas”, finaliza.

Fonte: Arebo – Paulo Scalabrin

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ACI lança projeto especial de apoio à mídia

“Mídia & Você” traz descontos especiais dos principais veículos de comunicação de São José dos Campos para associados da ACI nestes tempos de crise

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos sabe dos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus nas nossas vidas, nos negócios e no cotidiano das nossas empresas. Mas sabe também que as empresas –sejam elas grandes, médias, pequenas, micro ou MEIs– não podem parar, principalmente em um momento de crise.

Vidas, empregos e empresas não são conceitos excludentes, mas, sim, valores interligados, defendidos pela ACI, nessa ordem.

Por isso, a ACI de São José dos Campos entrou em contato com os principais veículos de comunicação de nossa cidade e negociou, com cada um, propostas e descontos exclusivos para as empresas associadas. Afinal, diz o ditado, a propaganda é a alma do negócio. E, com a pronta adesão dos veículos, a ACI criou o projeto “Mídia & Você”, com descontos para publicidade nas emissoras de TV, emissoras de rádio, jornais e portais noticiosos de São José dos Campos.

Aberta a todas as empresas de comunicação interessadas, “Mídia & Você” reúne, nesta largada, os seguintes veículos: TV Band Vale, Rede Vanguarda, Record TV; as rádios Antena 1, Band Vale FM, Nativa, Stereo Vale, SP-Rio+; o jornal “O Vale” e o Grupo Meon de Comunicação.

E, agora, a ACI faz um convite especial: se você é nosso associado, pesquise no site da ACI (www.acisjc.com.br) as propostas do projeto “Mídia & Você”, veja qual se encaixa melhor no seu perfil e no seu bolso, e, a seguir, veja o passo a passo para transformá-la em realidade. Se você é veículo de mídia e quer levar sua proposta aos nossos associados, entre em contato com a ACI.

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Facebook anunciou que vai colocar em funcionamento o Reels

“O TikTok entrou de vez no Instagram (?)”

*por Paula Tebett

A nova função lançada pelo Instagram promete fazer o aplicativo ganhar força em uma disputa sobre produção de conteúdo de vídeo com o TikTok. A plataforma do Facebook anunciou que vai colocar em funcionamento nesta quarta-feira, 24 de junho, o Reels, um jeito diferente de criar os vídeos que podem ser compartilhados nos stories e no feed de cada perfil.

O Reels, como é conhecido no exterior, é o antigo Cenas, e vai permitir que o usuário edite os vídeos, insira músicas e salve rascunhos da criação, sendo bem parecido e incorporando algumas ideias do TikTok, da empresa chinesa ByteDance. A preocupação do Facebook, detentora do Instagram, é a forte concorrência dos chineses, que tiveram o aplicativo mais baixado nos últimos meses e bombaram com o crescimento durante a quarentena.

O Instagram já tem algumas estratégias definidas para o Reels. A maneira diferente de gravar e produzir os vídeos pode ser encontrada como uma das diferentes opções ao entrar na tela de criação dos Stories. De lá, é fácil seguir os passos de forma intuitiva e começar a filmar e editar o conteúdo. Mas o ponto central está no espaço dedicado aos vídeos produzidos no formato do Reels. O Instagram vai dar mais destaque a esse tipo de conteúdo na seção “explorar”, onde o usuário pode pesquisar e ver os conteúdos sugeridos pela mídia. Nesta parte o Instagram vai se aproximar do TikTok ao disponibilizar conteúdos que estão em alta, independentemente da escolha do usuário. O Reels também chega nos perfis com ícone de destaque ao lado do ícone do IGTV, tornando o acesso aos conteúdos produzidos bem intuitivo e simplificado.

Toda essa estratégia do Instagram tem ainda outro motivo. O TikTok permite que os seus vídeos sejam compartilhados em mais plataformas, incluindo na rede do Facebook. Quando isso acontece, o Instagram automaticamente diminui o engajamento dos posts vindos com a marca d’água do concorrente, para não dar muita visibilidade à outra mídia. Assim, a adaptação do Cenas no Reels vai dar mais força ao conteúdo nativo do Instagram gerado pela funcionalidade. Para os usuários e influencers no Instagram, será uma boa fonte de crescimento na rede em futuro próximo.

Vale lembrar que o Instagram tem esse perfil de incorporar conceitos dos concorrentes para também crescer. A criação dos stories, que hoje fazem tanto sucesso, foi um dos casos, quando a plataforma se utilizou das ideias do Snapchat, aplicativo que fez sucesso e foi superado no Brasil, por exemplo. O Reels já está disponível em três países, entre eles o Brasil. Os brasileiros são grandes criadores de conteúdo e sempre se adaptaram muito bem às redes que estimulam a produção de vídeos, além, é claro, de constituem um grande mercado para o Instagram. A plataforma também disponibilizou a função Reels na Alemanha e na França.

Parece que o TikTok entrou mesmo no Instagram.

*Paula Tebett é carioca, especialista em marketing digital e empreendedora apaixonada por comunicação. Graduada pela FACHA (jornalismo) e Fundação Getúlio Vargas (marketing). Tem experiência de mais de 10 anos em Marketing e hoje atua como consultora e palestrante, ministrando treinamentos em mídias sociais.

Fonte: Goldoni Conecta – Assessoria de imprensa

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Facebook mostra força no Brasil

Brasil ocupa 4º lugar do ranking de audiência do Facebook na quarentena

As mídias sociais são sistemas de grande distrações online para quem as usa, principalmente neste momento de isolamento social. Sabendo que o Facebook é uma das redes favoritas do brasileiro, o Cuponation, plataforma de descontos online e componente da alemã Global Savings Group, compilou dados sobre seu público no Brasil e no mundo.

De acordo com o levantamento da plataforma Statista, o Brasil aparece no ranking dos 20 países com a maior audiência de usuários no Facebook durante o mês de abril. Com cerca de 120 milhões de pessoas acessando a rede social diariamente durante a quarentena, nosso país está na quarta posição da lista.

Dentre as demais posições do ranking, a nação que ocupa o primeiro lugar é a Índia – que pertence ao continente asiático e possui a marca de segundo país mais populoso do mundo – totalizando a audiência de 280 milhões de indianos na mídia social no mesmo mês.

O país que se posiciona em segundo lugar é o Estados Unidos, maior potência mundial, com 190 milhões de usuários ativos no Facebook. Em contrapartida, o território que ocupa a último posição – o estudo leva em conta 20 países participantes da pesquisa – é Myanmar, com média de 23 milhões de pessoas utilizando a rede.

O Cuponation analisou um segundo estudo do Statista e foi registrado que o Facebook, dentre as 15 mídias apontadas, foi a rede social mais popular no mês de abril, com 2.498 milhões de indivíduos ativos no dia a dia. Veja os dois rankings divulgados no infográfico interativo do Cuponation.

Os aplicativos que estão em segundo e terceiro lugar são Youtube e Whatsapp, ambos com 2 milhões de acessos. O Pinterest está em último lugar da lista em questão, com apenas 366 milhões de usuários diários.

Fonte: Comuniquese – Giovanna Rebelatto

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Especialista dá 5 dicas para reconhecer as fake news

Pesquisa diz que 62% dos brasileiros não sabem reconhecer notícias falsas

As notícias falsas têm ganhado cada vez mais credibilidade entre os brasileiros. De acordo com um estudo feito pela empresa de cibersegurança Kaspersky, 62% dos brasileiros não sabem reconhecer uma fake news. Além disso, segundo o Massachusetts Institute of Technology (MIT), as notícias falsas circulam 70% mais do que as notícias verdadeiras na internet.

Por isso, é preciso estar atento e entender como descobrir se as notícias compartilhadas por amigos, familiares e conhecidos, são verdadeiras ou não. Para isso, a professora do curso de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis, dá cinco dicas de como verificar uma fake news. Confira:

DICA 1

Verifique se essa notícia é recente ou antiga. Muitas vezes a informação não é falsa, só é antiga. Após esse texto, foi publicada alguma atualização que seja mais recente? Então antes de repassar algo para frente, analise quando o texto foi escrito e se houveram atualizações. O Google Notícias pode ajudar nessa verificação.

DICA 2

Isso realmente é uma notícia? Não é uma propaganda que parece uma notícia? Cuidado com o compartilhamento de “notícias” de produtos milagrosos que se disfarçam de informação. Além disso, analise se o produtor do conteúdo tem credibilidade, se a fonte é confiável. Prefira repassar informações verificadas por grandes canais de comunicação.

DICA 3

Muitas informações disponíveis na internet são análises pessoais, e não informações baseadas em dados. Essas não necessariamente são falsas, mas têm uma intenção clara pelo autor que expôs sua opinião.

DICA 4

Se uma notícia é verdadeira, vários canais de comunicação a publicarão. Antes de compartilhar, faça uma breve pesquisa e analise essa questão. Neste momento, leia as várias versões de uma mesma notícia para ter a sua opinião sobre.

DICA 5

Tem muitos erros de português? Pelo link conseguiu ver que o nome da empresa está incorreto? Desconfie.

As notícias falsas são muito atraentes, por isso são tão compartilháveis. É importante verificar antes de repassar, afinal nem sempre as pessoas que receberão sua mensagem pensarão em verificar a veracidade, antes de compartilhar com ainda mais gente.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

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Jornalista descomplica a economia no Instagram

Jornalista do Vale do Paraíba ensina economia no Instagram

Aproveitando o período de quarentena, o jornalista Gabu Camacho de São José dos Campos ensina finanças pessoais de graça nas redes sociais

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) fez as pessoas pararem na chamada quarentena, em que muitos estão ficando em casa e realizando suas atividades por meio do computador. Trabalho, escolas e universidades tem adotado cada vez mais os métodos de ensino à distância, que motivam as pessoas a consumirem mais conteúdo na internet.

Com base nisso, o jornalista Gabu Camacho, de São José dos Campos, também usou das ferramentas online para repassar seus conhecimentos em economia e finanças pessoais, mas com uma diferença: DE FORMA TRADUZIDA.

Tudo começou na faculdade, quando Gabu, ainda estudando Jornalismo, se interessava pelas pautas de economia e explicava conceitos complicados aos amigos de forma mais simples e com muito humor. “As pessoas assistiam ao noticiário e não sabiam sequer o que significava a queda da taxa Selic, por exemplo”, conta Gabu. Foi então, que em dezembro do ano passado criou o Jornalista Econômico (@jornalistaeconomico no Instagram), uma conta para desmistificar o “economês” e fazer com que as pessoas entendessem de fato o que estava sendo dito nas notícias.

A conta tem alcançado cada vez mais pessoas e atingiu a marca de 400 seguidores em menos de dois meses. Além de explicar os conceitos, Gabu agora comenta as principais notícias do dia com as pessoas que acompanham a conta. “Eu quero que as pessoas entendam o que acontece de fato no país e saibam que falar sobre dinheiro é necessário, não é um tabu”, completa.

Durante a quarentena, Gabu, agora chamado de Jornalista Econômico pelas pessoas que o seguem, preparou um intensivão de conteúdos gratuitos que são divulgados duas vezes ao dia no Instagram e no seu site, apelidado de #QuarentenaFinanceira. A ideia é que as pessoas aproveitem o tempo em casa e reflitam sobre como podem melhorar sua relação com a economia e com suas finanças pessoais e familiares.

Jornalista Econômico

Instagram: @jornalistaeconomico (https://instagram.com/jornalistaeconomico)

Facebook: Jornalista Econômico (https://facebook.com/jornalistaeconomico)

Blog: www.jornalistaeconomico.com

Fonte: Helpis

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O rádio aproveita o embalo digital

Praticidade e dinamismo garantem vida longa e relevância ao rádio em meio à revolução digital

Crescimento no consumo de ‘podcasts’, arquivos de áudio disponíveis na internet e que abordam temas diversos, prova que a mídia está longe do fim.

Poucas mídias são tão dinâmicas e práticas quanto o rádio. Quem vê toda a euforia com que o veículo é tratado hoje em dia nem imagina que um dia chegou a ser condenado à extinção, quando a televisão surgiu, no início do século XX. Com o passar dos anos, o rádio se reinventou e hoje desponta como um dos canais mais promissores do século. E foi justamente a chegada da internet que permitiu essa grande virada: a rede mundial facilitou o acesso a gravações de entrevistas, análises e até mesmo programas de entretenimento. Tudo isso impulsionado pelos populares ‘podcasts’.

O recurso ainda está em fase de consolidação, mas já é visto como um dos responsáveis pela revitalização da plataforma. Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Podcasters (Abpod) com duas mil pessoas que estão regularmente conectadas À internet, 32% nunca ouviram falar de podcast. Por outro lado, 40% do público já acompanhou ao menos um programa desse tipo. A variedade de conteúdo impressiona: mais de três mil projetos foram produzidos em 2018, em todo o território nacional. Os maiores consumidores são os paulistas, que correspondem a 37% do total. São Paulo também é o lar de 80% dos apresentadores que comandam os cinquenta programas campeões de audiência.

Surfando na onda
O investimento em dinamismo e entretenimento passou a ser essencial para manter a audiência. Programas exibidos nas grades tradicionais das rádios mudaram para se beneficiar da nova onda. É o caso do ‘Esquenta’, exibido diariamente na Rádio 89 FM, o programa conquistou um público cativo e hoje assumiu a liderança de audiência no horário, segundo o IBOPE. O conteúdo tem como base pautas modernas e a presença de formadores de opinião para cativar o público durante o horário de apresentação. Exibido ao vivo, a partir das 22h, o programa é conduzido por Fitinha, Marcele Becker, Wendell e Bia Sato. Além dos temas diferenciados, a interatividade com o público é uma das marcas do Esquenta.

As mudanças na grade de programação também ajudam a promover novas bandas nacionais. Tudo isso porque uma das estratégias foi o desenvolvimento de programas com foco no ouvinte. Como resultado, a rádio ocupa a liderança na audiência da Grande São Paulo, de segunda a domingo, das 5h à meia noite, tanto nos rádios dos carros como também durante o trajeto dos ouvintes nos horários de pico, segundo dados do Ibope. No ranking geral, o programa é líder de audiência, em toda a Grande São Paulo, oferecendo muito rock n’roll e relacionamento com o público.

Mercado americano
Nos Estados Unidos, os podcasts fazem parte da rotina mensal de 26% da população. A abrangência ajudou a conquistar dinheiro e promoveu adaptações para a televisão e outras mídias. Consultores especializados estimam investimentos de quase US$ 700 milhões nesse tipo de mídia, neste ano, em todo o país.

Fonte: Valle da Mídia

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Os influenciadores mudaram as regras do jogo

Especialista em marketing digital explica como os influenciadores mudaram as regras do jogo no mercado publicitário

Há não muito tempo atrás, as marcas criavam campanhas publicitárias pensando em espaços publicitários na TV, rádio como soluções completas para atingir sua audiência e público alvo. No entanto, nos últimos 10 anos, cada vez mais as mídias tradicionais perdem o protagonismo para um público que busca conteúdo em multiplataformas e de maneiras nunca vistas antes. Os digital influencers, ou influenciadores digitais, mudaram a maneira como consumimos informação, e também todo o mercado publicitário.

Seja falando de viagens, beleza, fitness, games, humor ou moda, não é difícil encontrar influenciadores nas redes sociais com milhares de seguidores em todas essas áreas. Como os influenciadores assumiram tamanho protagonismo?

Pós graduado em comunicação, marketing digital e também influenciador digital, Pedro Marinho Neto tem centenas de milhares de seguidores nas redes sociais. Ele é um especialista no assunto e expõe seu ponto de vista sobre esta nova realidade: “O papel do influenciador digital é agregar valor às pessoas, sendo comunicativo e transparente em relação aos seus sentimentos em relação a alguém ou alguma marca. Em geral somos pessoas normais fazendo coisas normais, gerando empatia com o público, que se identifica e acaba dando credibilidade ao que dizemos, seja indicar um produto ou serviço”.

Para Pedro Marinho Neto, essa proximidade com o público proporcionada pelas redes sociais é um grande trunfo e que tem sido usado pelo mercado publicitário com muita eficácia: “O influenciador cria um público de identidade de comunicação mais próxima, que só se tornou possível graças a internet. Por isso, influenciadores são capazes de sugestionar a uma comunidade inteira que compre determinada marca. Imagine que, um youtuber com 5 milhões de seguidores, resolva indicar serviço ou produto “A” ao invés de “B”. Você acredita que os seus seguidores, acostumados a tê-lo como referência, comprariam a B? Dificilmente. O influenciador aqui fica em uma posição de proximidade e acaba assumindo o papel daquele amigo que te indica algo e você confia”.

Isto não é um fenômeno que se restringe apenas a millennials ou a pessoas jovens com menos de 30 anos. Até mesmo pessoas de mais idade têm sido influenciadas, principalmente pelo conteúdo veiculado em vídeo no YouTube, Instagram e Facebook: “não é raro ver pessoas de faixa etária bem acima dos 30 anos assistirem e compartilharem vídeos que os impactaram de algum modo nas redes sociais. O fenômeno dos influenciadores não está restrito aos jovens”.

Pedro aponta que devido ao crescimento e relevância dos influencers diante da opinião pública, o mercado mudou e está tendo de se adaptar: “os profissionais de marketing têm aprendido rápido a lidar com essa nova realidade. Muitos deles ainda procuram entender este novo momento para conseguir surfar nessa onda”.

O especialista também explica porque cada vez mais as marcas têm procurado veicular propagandas em parceria com influenciadores digitais: “os seguidores daquele influencer estão ali espontaneamente e concordam em receber aquele conteúdo, confiam no que aquela pessoa diz e que acreditam ser alguém como ela, o que é diferente da TV, em que querendo ou não você é obrigado a ver aquela propaganda, mesmo que o produto, conteúdo ou o interlocutor não lhe interessem. E por isso cada vez mais os anunciantes procuram a nós influenciadores”.

Fonte:  MF Press Global

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