Jornalista descomplica a economia no Instagram

Jornalista do Vale do Paraíba ensina economia no Instagram

Aproveitando o período de quarentena, o jornalista Gabu Camacho de São José dos Campos ensina finanças pessoais de graça nas redes sociais

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) fez as pessoas pararem na chamada quarentena, em que muitos estão ficando em casa e realizando suas atividades por meio do computador. Trabalho, escolas e universidades tem adotado cada vez mais os métodos de ensino à distância, que motivam as pessoas a consumirem mais conteúdo na internet.

Com base nisso, o jornalista Gabu Camacho, de São José dos Campos, também usou das ferramentas online para repassar seus conhecimentos em economia e finanças pessoais, mas com uma diferença: DE FORMA TRADUZIDA.

Tudo começou na faculdade, quando Gabu, ainda estudando Jornalismo, se interessava pelas pautas de economia e explicava conceitos complicados aos amigos de forma mais simples e com muito humor. “As pessoas assistiam ao noticiário e não sabiam sequer o que significava a queda da taxa Selic, por exemplo”, conta Gabu. Foi então, que em dezembro do ano passado criou o Jornalista Econômico (@jornalistaeconomico no Instagram), uma conta para desmistificar o “economês” e fazer com que as pessoas entendessem de fato o que estava sendo dito nas notícias.

A conta tem alcançado cada vez mais pessoas e atingiu a marca de 400 seguidores em menos de dois meses. Além de explicar os conceitos, Gabu agora comenta as principais notícias do dia com as pessoas que acompanham a conta. “Eu quero que as pessoas entendam o que acontece de fato no país e saibam que falar sobre dinheiro é necessário, não é um tabu”, completa.

Durante a quarentena, Gabu, agora chamado de Jornalista Econômico pelas pessoas que o seguem, preparou um intensivão de conteúdos gratuitos que são divulgados duas vezes ao dia no Instagram e no seu site, apelidado de #QuarentenaFinanceira. A ideia é que as pessoas aproveitem o tempo em casa e reflitam sobre como podem melhorar sua relação com a economia e com suas finanças pessoais e familiares.

Jornalista Econômico

Instagram: @jornalistaeconomico (https://instagram.com/jornalistaeconomico)

Facebook: Jornalista Econômico (https://facebook.com/jornalistaeconomico)

Blog: www.jornalistaeconomico.com

Fonte: Helpis

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O rádio aproveita o embalo digital

Praticidade e dinamismo garantem vida longa e relevância ao rádio em meio à revolução digital

Crescimento no consumo de ‘podcasts’, arquivos de áudio disponíveis na internet e que abordam temas diversos, prova que a mídia está longe do fim.

Poucas mídias são tão dinâmicas e práticas quanto o rádio. Quem vê toda a euforia com que o veículo é tratado hoje em dia nem imagina que um dia chegou a ser condenado à extinção, quando a televisão surgiu, no início do século XX. Com o passar dos anos, o rádio se reinventou e hoje desponta como um dos canais mais promissores do século. E foi justamente a chegada da internet que permitiu essa grande virada: a rede mundial facilitou o acesso a gravações de entrevistas, análises e até mesmo programas de entretenimento. Tudo isso impulsionado pelos populares ‘podcasts’.

O recurso ainda está em fase de consolidação, mas já é visto como um dos responsáveis pela revitalização da plataforma. Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Podcasters (Abpod) com duas mil pessoas que estão regularmente conectadas À internet, 32% nunca ouviram falar de podcast. Por outro lado, 40% do público já acompanhou ao menos um programa desse tipo. A variedade de conteúdo impressiona: mais de três mil projetos foram produzidos em 2018, em todo o território nacional. Os maiores consumidores são os paulistas, que correspondem a 37% do total. São Paulo também é o lar de 80% dos apresentadores que comandam os cinquenta programas campeões de audiência.

Surfando na onda
O investimento em dinamismo e entretenimento passou a ser essencial para manter a audiência. Programas exibidos nas grades tradicionais das rádios mudaram para se beneficiar da nova onda. É o caso do ‘Esquenta’, exibido diariamente na Rádio 89 FM, o programa conquistou um público cativo e hoje assumiu a liderança de audiência no horário, segundo o IBOPE. O conteúdo tem como base pautas modernas e a presença de formadores de opinião para cativar o público durante o horário de apresentação. Exibido ao vivo, a partir das 22h, o programa é conduzido por Fitinha, Marcele Becker, Wendell e Bia Sato. Além dos temas diferenciados, a interatividade com o público é uma das marcas do Esquenta.

As mudanças na grade de programação também ajudam a promover novas bandas nacionais. Tudo isso porque uma das estratégias foi o desenvolvimento de programas com foco no ouvinte. Como resultado, a rádio ocupa a liderança na audiência da Grande São Paulo, de segunda a domingo, das 5h à meia noite, tanto nos rádios dos carros como também durante o trajeto dos ouvintes nos horários de pico, segundo dados do Ibope. No ranking geral, o programa é líder de audiência, em toda a Grande São Paulo, oferecendo muito rock n’roll e relacionamento com o público.

Mercado americano
Nos Estados Unidos, os podcasts fazem parte da rotina mensal de 26% da população. A abrangência ajudou a conquistar dinheiro e promoveu adaptações para a televisão e outras mídias. Consultores especializados estimam investimentos de quase US$ 700 milhões nesse tipo de mídia, neste ano, em todo o país.

Fonte: Valle da Mídia

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Os influenciadores mudaram as regras do jogo

Especialista em marketing digital explica como os influenciadores mudaram as regras do jogo no mercado publicitário

Há não muito tempo atrás, as marcas criavam campanhas publicitárias pensando em espaços publicitários na TV, rádio como soluções completas para atingir sua audiência e público alvo. No entanto, nos últimos 10 anos, cada vez mais as mídias tradicionais perdem o protagonismo para um público que busca conteúdo em multiplataformas e de maneiras nunca vistas antes. Os digital influencers, ou influenciadores digitais, mudaram a maneira como consumimos informação, e também todo o mercado publicitário.

Seja falando de viagens, beleza, fitness, games, humor ou moda, não é difícil encontrar influenciadores nas redes sociais com milhares de seguidores em todas essas áreas. Como os influenciadores assumiram tamanho protagonismo?

Pós graduado em comunicação, marketing digital e também influenciador digital, Pedro Marinho Neto tem centenas de milhares de seguidores nas redes sociais. Ele é um especialista no assunto e expõe seu ponto de vista sobre esta nova realidade: “O papel do influenciador digital é agregar valor às pessoas, sendo comunicativo e transparente em relação aos seus sentimentos em relação a alguém ou alguma marca. Em geral somos pessoas normais fazendo coisas normais, gerando empatia com o público, que se identifica e acaba dando credibilidade ao que dizemos, seja indicar um produto ou serviço”.

Para Pedro Marinho Neto, essa proximidade com o público proporcionada pelas redes sociais é um grande trunfo e que tem sido usado pelo mercado publicitário com muita eficácia: “O influenciador cria um público de identidade de comunicação mais próxima, que só se tornou possível graças a internet. Por isso, influenciadores são capazes de sugestionar a uma comunidade inteira que compre determinada marca. Imagine que, um youtuber com 5 milhões de seguidores, resolva indicar serviço ou produto “A” ao invés de “B”. Você acredita que os seus seguidores, acostumados a tê-lo como referência, comprariam a B? Dificilmente. O influenciador aqui fica em uma posição de proximidade e acaba assumindo o papel daquele amigo que te indica algo e você confia”.

Isto não é um fenômeno que se restringe apenas a millennials ou a pessoas jovens com menos de 30 anos. Até mesmo pessoas de mais idade têm sido influenciadas, principalmente pelo conteúdo veiculado em vídeo no YouTube, Instagram e Facebook: “não é raro ver pessoas de faixa etária bem acima dos 30 anos assistirem e compartilharem vídeos que os impactaram de algum modo nas redes sociais. O fenômeno dos influenciadores não está restrito aos jovens”.

Pedro aponta que devido ao crescimento e relevância dos influencers diante da opinião pública, o mercado mudou e está tendo de se adaptar: “os profissionais de marketing têm aprendido rápido a lidar com essa nova realidade. Muitos deles ainda procuram entender este novo momento para conseguir surfar nessa onda”.

O especialista também explica porque cada vez mais as marcas têm procurado veicular propagandas em parceria com influenciadores digitais: “os seguidores daquele influencer estão ali espontaneamente e concordam em receber aquele conteúdo, confiam no que aquela pessoa diz e que acreditam ser alguém como ela, o que é diferente da TV, em que querendo ou não você é obrigado a ver aquela propaganda, mesmo que o produto, conteúdo ou o interlocutor não lhe interessem. E por isso cada vez mais os anunciantes procuram a nós influenciadores”.

Fonte:  MF Press Global

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Martech para eliminar fake cliques

Martech israelense chega ao Brasil para eliminar fake cliques

Clickcease usa inteligência artificial e monitoramento de tráfego para bloquear fraudes em publicidade digital; golpes correspondem a 20% de acessos em anúncios

Responsáveis por prejuízos de US$ 35 bilhões em 2018, segundo a Juniper Research, as fraudes na publicidade digital são uma dor de cabeça para os anunciantes. Para atacar esse problema, a martech israelense Clickcease, que acaba de chegar ao Brasil, desenvolveu um produto que identifica e bloqueia tráfego inautêntico no Google Ads e Bing.

De acordo com análises da empresa, até 20% dos cliques em anúncios de texto na internet são falsos, por terem sido feitos por robôs, usuários que não têm interesse real por aquele conteúdo e concorrentes da empresa anunciante.

Para evitar que esse tipo de golpe pese no orçamento da empresa responsável pela propaganda, a Clickcease usa machine learning para estabelecer quais acessos não são espontâneos. Isso significa medir quanto tempo a pessoa se mantém no site depois de acessá-lo a partir de um ad, assim como estabelecer padrões de comportamento que denotam fraudes.

“A partir daí, temos a capacidade de bloquear esses IPs e fazer uma abertura de reembolso junto ao Google, por exemplo”, diz Michel Primo da martech. Ele ressalta, no entanto, que este não é um processo estático: “As pessoas que operam este tipo de golpe estão sempre mudando os canais de acesso, então a defesa precisa ser constante, porque novos IPs serão utilizados”.

Na avaliação do executivo da Clickcease, o Brasil é um mercado especialmente vulnerável nesse sentido. Isso porque ainda não há no país uma consciência estabelecida sobre o potencial de prejuízo que problemas do tipo podem causar. “No melhor dos casos, notamos que um quinto do orçamento de marketing digital vai para o ralo por conta de fake cliques”, afirma.

A Clickcease atende tanto empresas quanto agências que produzem e intermedeiam campanhas para terceiros. Para demonstrar o quanto esses ads são explorados, há um demo grátis de até 14 dias. No Brasil desde meados de 2019, a expectativa da martech é chegar ao fim do ano com mais de mil clientes.

Fonte: Press Works

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Novo podcast do Estadão

Ford Edge ST apresenta Notícia no Seu Tempo, novo podcast do Estadão

Em alguns minutos, o ouvinte fica por dentro dos principais conteúdos do Estadão

Chegar ao trabalho, pela manhã, já sabendo as principais notícias do Brasil e do mundo está ainda mais fácil. O Estadão e a Ford apresentam o novo podcast Notícia no Seu Tempo, projeto concebido pelas duas empresas e que promete facilitar a vida de quem precisa estar bem informado nas primeiras horas do dia.

Aberto e disponível nos principais players do mercado, o produto representa uma nova fase dos podcasts dentro do Grupo Estado, que ingressou nesse universo em 2017 com o pioneiro Estadão Notícias e, atualmente, mantém 11 deles ativos na Rádio Eldorado.

Ao unir o novo Ford Edge ST ao projeto, a companhia pretende destacar atributos do veículo como performance, tecnologia e inovação. “Cada vez mais as marcas precisam se aproximar dos consumidores com conteúdos relevantes. Para o lançamento do Edge ST, um SUV para executivos de alto padrão, que valorizam tempo e informação, criamos uma nova maneira de estar bem informado, transformando o conteúdo da edição impressa do Estadão em áudio que chega ao Spotify na mesma hora em que o jornal chega às bancas”, afirma Andre Leite, gerente de Comunicação de Marketing da Ford.

Ainda de madrugada, simultaneamente ao fechamento do jornal, uma equipe formada por jornalistas, roteiristas, produtores e locutores estará a postos na redação do Estadão preparando o Notícia no Seu Tempo. Os podcasts serão divididos em editorias com 2 minutos de duração, para o ouvinte ficar por dentro da essência das notícias mais relevantes do dia, como Política, Economia, Esportes, Caderno 2, entre outras. Assim, é possível selecionar apenas as notícias que mais interessam, já que os áudios são independentes.

“A inovação está na simplicidade. Em geral, podcasts são bastante opinativos. O Notícia no Seu Tempo faz diferente ao sintetizar, durante amadrugada, as notícias mais quentes para consumo on demand”, explica José Alves, diretor da Unidade de Negócios Mobilidade do Grupo Estado. A ação prevê investimento em todas as plataformas, como meio impresso, rádio e redes sociais.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Pesquisa detalha consumo das redes sociais no Brasil

Cerca de 88% dos brasileiros acessam as redes sociais

O consumo de redes sociais é o mais alto da América Latina, superando Argentina (83%) e México (80%). De acordo com a Comscore, no Brasil há 121 milhões de pessoas online

Mais de 114 milhões de pessoas acessam as redes sociais por mês no Brasil. O levantamento feito com dados de abril de 2019 pela Comscore, por meio da ferramenta Media Metrix Multi-Plataform, aponta as seguintes tendências no país:

● O acesso a redes sociais por meio de dispositivos móveis e outros multiplataforma chega 98 milhões de pessoas. Enquanto que 68 milhões acessam exclusivamente por mobile;

● A faixa etária que mais consome redes sociais é a de adultos com mais de 45 anos (275), seguida por adultos entre 25 e 34 anos (25%);

● A região sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro nas primeiras posições, concentram metade do consumo das redes sociais de todo o país;

● Levando em conta o acesso por aplicativo e browser, o WhatsApp alcança 85% entre os usuários de aplicativos de mensagens, considerando o acesso mobile por browser e aplicativos. Já o Facebook Messenger chega a 50%;

● Os brasileiros gastam aproximadamente 4 horas por mês nas redes sociais através de múltiplas plataformas (mobile, desktop e tablets);

● O Instagram é a rede social que gera maior quantidade de engajamento com os conteúdos (74%), seguido pelo Facebook (21%) e Twitter (5%);

● Com relação à presença das marcas nas redes sociais o Brasil é o país com a maior quantidade de conteúdos pagos (38%) do continente, à frente do México (24%), Argentina (20%) e Chile (20%);

● As cinco principais categorias de influenciadores são:

– Músicos

– Atletas

– Política

– Artistas

– Jornalistas

● Anitta, Gustavo Lima e Marília Mendonça são os três maiores influenciadores no âmbito musical.

Alcance das redes sociais no Brasil:

“As redes sociais se converteram em plataformas de alcance transversal e multiplataforma. Isso impulsiona o crescimento de um mercado publicitário pujante. Portanto, é essencial desenvolver métricas que permitam detectar e interpretar as principais tendências de usuários e consumidores. O branded content, vídeos e celular são três formatos que ganham força em nosso país em tudo e no mundo”, completa Eduardo Carneiro, diretor da Comscore Brasil.

Fonte: Comscore – Denilson Oliveira

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Instagram: Plataforma monetiza stories privados de influenciadores digitais

Bume cria sistema de assinaturas para seguidores terem acesso a conteúdo exclusivo

Lançada pelo Instagram em novembro de 2018, a função “Melhores Amigos” facilitou a vida de quem, muitas vezes, tinha de criar um perfil exclusivo para interagir somente com amigos mais próximos ou bloquear determinados seguidores um a um antes de postar. De olho nessa atualização, a plataforma Bume, de gestão e crescimento na rede social, desenvolveu uma ferramenta voltada a influenciadores, produtores de conteúdo e empresas, que permite a automatização de uma rede de assinantes para stories privados mediante pagamento de mensalidade.

A ferramenta permite que marcas e criadores de conteúdo tragam mais engajamento às suas redes sociais. É possível, por exemplo, desenvolver workshops especiais, de acordo com a área de atuação do influenciador. Foi o caso da FII’s, plataforma de fundos imobiliários que abriu um curso sobre o mercado financeiro e dicas para prosperar no ramo, em que disponibilizaram 100 vagas na função Melhores Amigos.

Além de automatizar e gerenciar a nova funcionalidade do Instagram, o software também disponibiliza uma landing page para os influenciadores enviarem convites aos interessados em se tornarem “melhores amigos” no Instagram. “Os seguidores que desejam fazer parte da rede exclusiva se registram diretamente no link e, uma vez concluído o processo, em até dois minutos terão acesso ao Melhores Amigos”, explica Pedro Villalobos, gerente de produto do Bume. A assinatura pode ser mensal ou anual, mas o valor a ser pago e o limite de participantes são definidos pelo próprio criador de conteúdo.

Demais funcionalidades

As assinaturas complementam uma série de funções disponíveis no Bume para gestão de contas no Instagram. O software auxilia a segmentar o púbico; agendar posts e stories; gerar interações e enviar mensagens diretas automáticas; elaborar relatórios de crescimento, entre outras. Para dar um boom nas redes sociais e desfrutar das funcionalidades da plataforma, o usuário pode escolher entre três tipos de plano: semestral (R$ 347), trimestral (R$ 197) e mensal (R$ 79).

Fonte: Press Works

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Formato inovador de publicidade

AdoroCinema e Universal Pictures lançam Movie Impact

Formato inovador de publicidade utiliza o trailer como principal elemento de campanhas de divulgação de filmes e séries

Maior vertical de filmes e séries do País, com audiência média de cinco milhões de pessoas por semana, o AdoroCinema está lançando o Movie Impact, formato de publicidade exclusivo para a indústria do cinema e do mercado audiovisual. O produto, que já existe na Webedia (proprietária do AdoroCinema) em seu mercado sede, a França, prevê uma entrega de aproximadamente 10 milhões de impressões no período de uma semana de veiculação.

O principal elemento do Movie Impact é o trailer do filme durante a campanha de lançamento. Além de oferecer oito tipos de entrega, este formato impacta diretamente os usuários ao longo da navegação pelo site, por meio de conteúdos nativos, trailer e ficha do filme. O formato foi implementado no Brasil para promover o lançamento do filme “A Morte Te Dá Parabéns 2”, da Universal Pictures.

O Movie Impact pode ser usado em diferentes momentos da campanha, seja no lançamento, na divulgação do trailer, na estreia (para gerar awarness), ou na fase de sustentação. Por ser um conteúdo nativo, não há interrupção na experiência do usuári..

Para Antoine Clauzel, diretor-geral da Webedia Movies, o Movie Impact traz uma solução para alcançar os potenciais movies goers com assertividade e força. “Estamos muito felizes de trazer este produto para o Brasil. A integração nativa do trailer garante que a transmissão da mensagem final aconteça de uma forma natural e exclusiva. Os resultados na Europa tem sido incríveis para os produtores e distribuidores, temos certeza que aqui no Brasil o sucesso será o mesmo, começando com o filme “A morte te dá parabéns 2”.

Sobre o AdoroCinema – Maior portal de cinema do Brasil, com 12 milhões de visitantes únicos mensais (segundo a comScore) e 4 milhões de vídeos vistos por mês. O conteúdo inclui lançamentos, resenhas, notícias sobre premiações e estrelas das telas. Seu catálogo conta com mais de 30 mil fichas de filmes, 18 mil traillers e 477 mil fotos. O site reúne a maior comunidade de apaixonados por cinema e séries do país: são mais 80 mil críticas de filmes postadas pelos usuários.

Sobre a Webedia – Presente em 15 países, a multinacional francesa de mídia digital (www.webedia.fr e www.webedia.com.br) vem construindo uma rede global de marcas e serviços dentro do universo do entretenimento, abrangendo cinema, games, gastronomia, e-sports, glamour, celebridades e saúde. Seus mais de 50 sites e aplicativos atraem 177 milhões de visitantes únicos/mês. O Brasil é o país que gera a maior audiência, com 49,5 milhões de unique visitors mensalmente. Uma das dez maiores propriedades digitais do mercado brasileiro, o grupo detém marcas líderes em seus segmentos: AdoroCinema (entretenimento), IGN Brasil (games), PurePeople e PureBreak (celebridades e glamour), TudoGostoso (gastronomia), Minha Vida (saúde e bem-estar) e Hypeness (inovação e criatividade). Também controla a agência de influenciadores Digital Stars, a arena de eventos eSports, a produtora de conteúdo digital Massiv, o canal de humor Parafernalha e a unidade de negócios Nerd ao Cubo.

Fonte: Marco Barone

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Clear Channel assume comercialização publicitária do Bondinho Pão de Açúcar

Empresa amplia presença na capital carioca e passa a atuar na exploração dos ativos de mídia de um dos principais parques do Brasil

Destacado no site Trip Advisor como a atração número um do Rio de Janeiro, o Bondinho Pão de Açúcar é o principal cartão postal do Brasil e um dos mais conhecidos globalmente. Com charme e atmosfera incomparáveis, o Bondinho, primeiro teleférico instalado no País e o terceiro do mundo, recebe, em média, 4 mil pessoas diariamente. A partir de agora, a comercialização dos espaços publicitários do parque turístico passa a ser feita, em caráter de exclusividade, pela Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo. Esse movimento abre um novo leque de oportunidades para promover a conexão entre marcas e consumidores na capital carioca.

No total, há cerca de 55 ativos espalhados por toda a extensão da atração, incluindo bondes, telas digitais, painéis, entre outros. Com esse portfólio que alcança cerca de 1,5 milhão de visitantes por ano, a expectativa é oferecer a agências e anunciantes infinitas alternativas para se apropriarem deste importante cartão postal carioca de forma inédita, com possibilidades de campanhas que envolvem, até mesmo, o patrocínio de circuitos temáticos em diversos formatos, construindo relacionamento duradouro com visitantes do complexo de entretenimento.

Com a novidade, a Clear Channel, atuando no Rio de Janeiro desde 1999, reforça a presença em áreas onde a economia carioca acontece, com grande circulação de pessoas e locais icônicos, operando com mobiliário urbano, relógios digitais e bancas de jornais. “O Rio de Janeiro é uma importante operação para nossa empresa. Nossos ativos são criteriosamente distribuídos em locais de necessidade pública e atividade econômica, oferecendo o que há de melhor para o mercado publicitário. A comercialização do Bondinho vem para fortalecer ainda mais a nossa presença na vida dos cariocas, expandindo nossas ofertas para o mercado”, explica Lizandra Freitas, CEO da Clear Channel.

“Além do potencial turístico e de entretenimento, nosso parque recebe um público qualificado, de toda parte do mundo e oferece diversas possibilidades para ativações de marca, dando visibilidade às marcas parceiras. Recebemos em média 4 mil visitantes por dia que, inspirados pela experiência de estarem em um cartão postal único, são impactados da melhor maneira pelas oportunidades de mídia que o parque oferece.” destaca Sandro Fernandes, CEO do Bondinho Pão de Açúcar.

Fonte: Lucia faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

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4 perguntas que você precisa fazer sobre mensuração de mídia

Talvez seja hora de rever como você está abordando suas métricas de sucesso

por Fernando Teixeira

Você tem uma estrutura para medir e otimizar suas campanhas de publicidade com foco nas métricas mais importantes do seu negócio? E isso está tornando você mais inteligente como profissional de marketing ao longo do tempo?

Fernando Teixeira é Head of Practice – Advertising na Adobe

À medida que mais e mais formatos de mensuração de mídia são desenvolvidos, é essencial que se conectem as métricas aos objetivos. Infelizmente, muitos aderem a KPIs que podem ser facilmente manipulados e não transmitem valor real de publicidade ao comprador de mídia. Isso pode ser um desafio na hora de otimizar seu desempenho e aproveitar ao máximo os investimentos em anúncios digitais.

Dentro dessa cadeia, quatro questões-chave para pensar:

1. Estou comprando o que acho que estou comprando?

Parece simples, mas não é. Esta questão está relacionada à qualidade da mídia. Questões como visibilidade, fraude e segurança de marca têm sido as perguntas que mantêm os maiores anunciantes acordados à noite. Embora a otimização dessas métricas muitas vezes pareça um desafio já resolvido com tecnologias de ad cloud, pequenas alterações nas equações matemáticas que usamos podem ter grandes retornos.

Vamos começar com a visibilidade. Determinar se um anúncio é visível tem sido uma métrica com a qual a indústria normalmente está obcecada. Embora 100% de visibilidade seja uma meta razoável, nem sempre é a melhor medida de audiência real. As métricas de volume, como o número real de pessoas que podem ver o anúncio, são mais significativas. Portanto, você pode optar por analisar o CPM visível (viewable CPM), que leva em conta a visibilidade assim como o custo final e a contagem total dessas visualizações.

A seguir, está a segurança de marca: meus anúncios realmente são exibidos em um ambiente com o qual estou confortável? Eu comprei espaço nos aplicativos, sites e programas de TV que pretendia comprar? Depois, fraude: realmente exibi anúncios para seres humanos?

A maioria das plataformas de compra agora considera esses tipos de problemas por meio de recursos relacionados à transparência. E, embora as ferramentas não detectem todas as infrações, você pode reagir em tempo real diretamente nessas plataformas.

2. Estou investindo a quantia certa em uma determinada tática ou canal? Existe um ponto de saturação?

Em seguida vem o desafio de equilibrar alcance e frequência em cada canal de publicidade. Já cheguei a um ponto de retorno decrescente em determinada tática ou canal? Existe espaço para crescer? Investir mais dinheiro em uma determinada tática trará valor incremental à marca ou eu estarei alcançando os consumidores que alcancei em outro lugar? Basta lembrar de quantas vezes você viu um banner que não tinha nada a ver com você (ou com seu momento) para saber que a resposta provavelmente é não.

As campanhas de anúncios otimizadas para altos percentuais on-target ou taxas de conversão são inerentemente limitadas na escala de impacto que podem ter para uma determinada marca. Marcas com uma tolerância maior para “perder” em uma base de impressão por impressão, na verdade acabam tendo mais “hits” únicos nos clientes com os quais se importam. Considere a possibilidade de atualizar as métricas para recompensar o alcance exclusivo, analisando itens como Custo por alcance humano ou Custo por ponto único de contato.

3. Meus anúncios digitais estão funcionando para que? Eles, por exemplo, levam mais gente para a loja física?

Essa pergunta precisa entrar na mente do cliente: meu anúncio está funcionando? Quais mudanças de percepção estão sendo criadas que podem levar a mudanças comportamentais?

A clareza na mensuração é crítica aqui. Não é incomum que os compradores de mídia se concentrem em metas conflitantes. Quero ter alcance e frequência. Eu quero melhorar a reputação e vender. É essencial saber o que a campanha está tentando alcançar e alinhar as métricas com essas metas específicas.

Isso parece simples, mas é frequentemente ignorado. Conversões são o objetivo dos anunciantes em geral; mas as marcas que buscam experimentação, por exemplo, podem focar no aumento do número total de consumidores. Considerando marcas que trabalham com uma base de clientes já existente, um volume eficiente de conversões (custo por ação) é mais apropriado.

Você pode dar um passo adiante ao enriquecer essa “ação” no final do custo por ação. As marcas que se concentram na coleta de receita conhecida devem contar os totais de transações de cada ação. As marcas que conduzem o teste e a exploração podem querer analisar as métricas de pré-compra, como o tempo de permanência e as ações totais do site, o que pode sinalizar a exploração e a intenção de compra do produto. E se você é como a maioria das marcas de publicidade no mundo, as principais ações do consumidor acontecem off-line. O uso de feeds de atribuição off-line – como dados de ponto de venda, dados do cartão-fidelidade ou geolocalização – tornou-se algo bastante difundido para solucionar esse problema e muitas marcas agora operam com uma estrutura “aways on” para incorporar o comportamento off-line.

Mas essa compreensão mais rica do comportamento ainda é insuficiente para incorporar o sentimento, métrica que “gruda” tudo isso. Compreender como o sentimento pode se relacionar com o comportamento – em vez de tratá-lo como um objetivo final em si mesmo – pode levar a um entendimento muito mais claro de como seus anúncios estão funcionando e unir seus esforços de mídia e criação. Por exemplo, estabelecer uma correlação entre os picos nas métricas da marca e os comportamentos de compra resultantes da visualização de um anúncio específico pode fornecer insights para que isso seja incorporado em futuros processos criativos.

4. Estamos realmente estimulando novas vendas ou impactando pessoas que já iriam comprar de qualquer jeito?

Por último, a parte difícil. As marcas precisam, em última análise, saber se a campanha publicitária está causando um comportamento que não teria acontecido se elas não tivessem anunciado. Isso é complicado, pois o conceito de “atribuição” sugere que os consumidores que compram depois de ver um anúncio foram influenciados por esse anúncio – uma noção que infelizmente nem sempre é verdadeira.

Veja o exemplo daquele anúncio de calçado que acompanha os consumidores em todo o processo de compra que eles já pretendiam concluir, independentemente dos anúncios. Esses banners estão aí para irritá-lo por um motivo muito específico: os modelos de atribuição são recompensados ao colocar um cookie em você antes de fazer uma compra. Essa miopia é grave para o entendimento dos modelos de atribuição.

E se pudéssemos criar uma janela em que as ações do consumidor iriam ocorrer de qualquer maneira e, em seguida, removê-las da equação na hora de atribuir crédito? Este é o mundo dos testes incrementais que está surgindo rapidamente, impulsionado por um novo conjunto de ferramentas e um crescente entendimento das limitações das métricas de desempenho usadas até hoje.

Essa parte começa a parecer uma aula de ciências, com grupos de teste e controle, “pílulas de açúcar” ou placebos, e a necessidade de uma nova classe de analistas de mídia para interpretar e responder aos resultados. Se isso parece novo e desafiador para você como marca, você provavelmente não está sozinho. Enfatizar a importância das ferramentas de teste incremental com seus parceiros de tecnologia e começar a construir sua equipe para incorporar especialistas em experimentos de publicidade é uma obrigação para marcas que buscam maximizar o impacto de seus anúncios.

Uma pergunta que adoro fazer em reuniões é: “os seus resultados de conversão em mídia excluem o impacto nas pessoas que já iam comprar de qualquer jeito?” A maioria dos profissionais de marketing ainda trava na hora da resposta.

Se você for bem-sucedido nessas estratégias de mensuração avançadas, precisará ter o framework correto. Fazendo essas perguntas a você mesmo e ajustando seus KPIs para permitir a otimização de campanhas em tempo real nas métricas relevantes, você estará criando as bases necessárias para aproveitar ao máximo seus investimentos em compra de mídia.

OBS.: O artigo tem como base o texto original de Tom Riordan, Head of Measurement Services na Adobe

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

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