Startup mineira possibilita que todos aceitem cartão de crédito direto no celular

Aplicativo Pagatela oferece praticidade para vendedores de produtos e serviços

Quantas vezes deixamos de comprar ou vender algo porque não aceitamos cartão? A cena é muito comum para muitos de nós que não temos ou usamos sempre as famosas “maquininhas”. Atualmente, é cada vez mais habitual que os brasileiros optem por pagar suas compras com cartões de crédito ao invés do dinheiro de papel.

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), no ano passado, quase um terço dos pagamentos realizados no Brasil foram feitos por meio de cartões. Pensando nesse público e nos usuários deste serviço que Augusto Brighenti e Thiago Haddad fundaram a Pagatela: uma startup mineira que desenvolveu um aplicativo que oferece a “famosa” maquininha de pagamento direto na tela do celular.

Como não pensamos nisso antes? É uma pergunta que em tempos atuais tem sido feita com frequência. E justamente por estarem atentos, que a empresa desenvolveu um aplicativo específico para agilizar os processos de compra e venda de pessoas físicas e jurídicas. “Nosso objetivo é fazer com que todos aceitem cartão, ajudando aos prestadores de serviços e vendedores na agilidade das transações e otimizando os custos”, ressalta Thiago Haddad, sócio da startup.

Mas a Pagatela mira mais longe que isso. Enquanto o app oferece a simplicidade para os seus vendedores, no seu desenvolvimento há uma complexa e segura cortina de produção que fica a cargo de seus especialistas, desenvolvedores e analistas de segurança. O destaque para o aplicativo ainda é a sua evolução constante, com o uso de inteligência artificial, a empresa está aprimorando progressivamente tecnologias para combater fraudes. “Todos as transações são criptografadas e os dados dos cartões não são armazenados, diminuindo o risco de fraudes. Além disso, escanear o cartão aumenta a praticidade na transação, sem comprometer a segurança. Resumindo, usamos tecnologia de ponta para deixar a vida do usuário Pagatela mais prática”, pontua Augusto Brighenti.

A ideia é que todo mundo tenha uma maquininha de cartão no seu celular, evitando taxas mensais, pagamentos iniciais e qualquer valor de manutenção facilitando a vida de todos. Com foco na simplicidade e usabilidade prática, o aplicativo, que pode ser baixado gratuitamente em qualquer celular com sistemas iOS e Android, oferece cadastro simples e saque prático. Para ter acesso ao serviço, os empreendedores não precisam pagar nenhuma taxa de adesão ou mensalidade, como é feito nas maquininhas convencionais. São cobrados apenas taxas por transação, que variam de 3,99% a 4,99%, dependendo da quantidade de parcelas escolhida.

Fonte: Grupo Balo – Bianca Crispim

TrackMaven chega ao Brasil para impactar o mercado de Marketing

Empresa norte-americana passa a atuar em território nacional com comercialização de plataforma e serviços de social intelligence via Polis Consulting

A TrackMaven, líder mundial em soluções para análise e relatórios para o mercado de marketing, anuncia o início de suas operações no Brasil via parceria com a Polis Consulting. Com o acordo, a empresa brasileira especialista em Transformação Digital e Social Intelligence passa a representar e comercializar a tecnologia e os serviços da empresa norte-americana em território nacional.

Para Tim Koubek, presidente da TrackMaven, a parceria configura um grande passo na expansão da companhia sediada em Washington DC. “Estamos realmente empenhados em apresentar nossa tecnologia ao mercado brasileiro a fim de oferecer às marcas análises de marketing com a perícia que necessitam para resolver seus desafios de negócios”, diz o executivo. De acordo com Koubek, já em 2013 o Wall Street Journal Notes apontava o Brasil como o segundo maior usuário global no Twitter, Facebook e YouTube em uma escala global. “É um dos mercados mais ativos de tecnologia e mídia social. Precisávamos de um parceiro forte e à altura de nossas expectativas – daí a escolha pela Polis Consulting, tanto pela comprovada experiência e expertise em seu core business como pelo profundo conhecimento da região”.

Alexander Schmitz-Kohlitz, CEO da Polis Consulting, também celebra a parceria. “A plataforma TrackMaven é uma força motriz utilizada globalmente por centenas de companhias e marcas na indústria de tecnologia de marketing e tenho certeza que trará grande impacto positivo para os setores de comunicação, marketing, publicidade e propaganda no Brasil”.

Fonte: Allameda.com – Renata Bosco

Novos recursos no Pinterest

Pinterest lança recursos de colaboração para planejamento de festas com familiares e amigos

O Pinterest apresentou na última quarta feira novas ferramentas de colaboração que tornam ainda mais fácil planejar festas e projetos na ferramenta de descoberta visual.

Com o lançamento das pastas compartilhadas, você pode conversar com os outros membros por meio do novo feed de atividades das pastas. Esse recurso também te ajuda a acompanhar as atualizações – como quando alguém salva um novo Pin, cria uma nova subpasta, ou a entrada de um novo membro.

Comentar sobre um Pin específico também ficou mais fácil. Você pode clicar rapidamente no “curtir” ou comentar, mencionar um colaborador ou responder para iniciar um novo tópico. E apenas membros do grupo podem ver suas conversas.

Grande parte dos usuários utilizam as pastas compartilhadas com os amigos e familiares enquanto planejam festas, eventos e projetos juntos. O Pinterest realiza essas mudanças a partir dos pedidos dos usuários à plataforma para facilitar a comunicação com outras pessoas do grupo.

Fonte: SMARTPR – Natália Eiras

Dicas para usar o IGTV

Youtuber Rezende dá dicas para usar a IGTV e aponta: “Tem espaço para todos”

Rezende, do canal RezendeEvil, coleciona mais de 6 bilhões de views, quase 18 milhões de inscritos e considera que novo recurso do Instagram não concorre diretamente com a plataforma de vídeos

Seja em pé ou na vertical, o youtuber Rezende se dedica inteiramente a produzir vídeos de entretenimento para seu público na internet. Com a chegada do IGTV, o novo recurso do Instagram, o jovem, que ostenta mais de 6 bilhões de views e quase 18 milhões de inscritos na plataforma de vídeos, conta que não vê concorrência direta entre as redes sociais.

“Gosto quando aparece alguma novidade em uma plataforma já conhecida. Cada um tem sua função, seu perfil de engajamento, então tem espaço para todo mundo. O importante é produzir conteúdos chamativos e de qualidade em todos. Plataformas diferentes demandam conteúdos diferentes”, aponta o youtuber.

O IGTV funciona como uma espécie de televisão dentro do aplicativo. O usuário pode filtrar os vídeos a partir dos perfis que segue na rede ou até mesmo seguir apenas o conteúdo que te interessa. “O Instagram tem uma reputação tão sólida que todo lançamento é positivo de alguma forma. A galera experimenta, cria e acaba bombando, como os stories. Esse recurso tem todo potencial”, completa Rezende.

O Youtuber ainda dá 3 dicas para usar a nova ferramenta:

Não confundam IGTV com YouTube – As interfaces dos dois aplicativos são bastante diferentes. Ao entrar no IGTV, um vídeo já começa imediatamente a ser reproduzido, é tudo bem direto e é aceitável apenas vídeos na vertical e de até 60 minutos. O YouTube já é uma plataforma mais complexa, tanto visualmente quanto em termos de funções e serve para vídeos mais longos e sofisticados. É importante fazer um conteúdo diferente para cada tipo de plataforma.

Os vídeos precisam ter qualidade e estarem no formato correto – o IGTV aceita apenas vídeos na vertical. Isso significa que o ideal é que faça seu conteúdo com o celular em pé. A proporção mínima aceitável é de 4:5 e máxima de 9:16, no formato MP4. Caso seu vídeo não esteja nesse formato, será necessário usar algum aplicativo para edição de vídeo para salvá-lo no formato correto ao criar conteúdo no IGTV.

Conteúdo precisa ser relevante e capriche no título – Quando um vídeo é publicado aparece uma notificação para os usuários com o título do vídeo, por isso, é importante um título chamativo. Mas tome cuidado com o conteúdo, é preciso que ele seja atrativo e relevante para o seu público.

Sobre Pedro Rezende, do canal RezendeEvil
Rezende é, na verdade, Pedro Afonso Posso Rezende, 21 anos, nascido em Londrina, no Paraná, de onde saiu aos 16 anos para ser goleiro do Real Rieti, time de futsal na Itália. Mas foi no computador que se transformou em um grande astro com suas séries no Minecraft, vlogs e desafios em seu canais no YouTube – “RezendeEvil”, “RezendeEvil Minecraft” e “Rezendinho”.

Cotado entre os youtubers mais vistos no mundo e escolhido pela Forbes como uma das pessoas com menos de 30 anos mais influentes no Brasil, o influencer da nova geração é hoje um exemplo dentro deste mercado que está mais que profissionalizado. Além de trabalhar até 15 e 17 horas por dia no canal, Pedro encontra tempo para mostrar suas habilidades em diferentes plataformas como literatura e teatro. O youtuber é autor de três livros, que já venderam mais de 500 mil exemplares – “Dois Mundos, Um Herói”, “De Volta ao Jogo” e “Jogada Final”. E já esgotou ingressos em mais de 30 cidades com os espetáculos “O Paraíso”, “A Batalha dos Mundos” e “Festival Aliança do Rezende #ADR”. Em 2018 se tornou sócio do gastrobar Gerônimo, de Londrina.

Fonte: Novità Comunicação Estratégica – Letícia Baptista

App de live streaming de games e e-sports chega ao Brasil

Cube TV já conta com mais de 2 milhões de usuários ativos por mês

O Brasil acaba de ganhar um ambiente digital exclusivo que chegou para turbinar a atuação da comunidade de live streaming de jogos de PC e mobile. A novidade é o aplicativo Cube TV (www.cubetv.sg), voltado a digital influencers do segmento e seus fãs. Lançada pela BIGO LIVE, a rede oferece transmissão em Blue Ray e Full HD, uma loja virtual com itens específicos para games e informações sobre o universo de e-sports e jogos. A plataforma registra, atualmente, mais de 2 milhões de usuários ativos por mês.

Por meio do app, gamers podem realizar transmissões de jogos mobile e PC ao vivo em altíssima qualidade de som e imagem – no caso dos computadores, é preciso baixar um programa diretamente do site da Cube TV para que, a partir da leitura de um QR Code, inicie-se a live –, além de seguir e obter fãs, como em outras redes sociais. A plataforma viabiliza o streaming de alguns dos games mais famosos do mundo, tais como Fortnite, PUBG, League of Legends, Minecraft, Grand Theft Auto, FIFA, entre outros.

Outro fator que chama a atenção na Cube TV é a monetização. O aplicativo trabalha com três moedas: Beans, Diamantes e Moedas. Os Beans são angariados por meio da utilização das ferramentas – levando em consideração fatores como recorrência e tempo de lives realizadas, presentes virtuais recebidos e engajamento de seguidores – e os gamers podem trocá-los por dólares. As demais moedas não são monetizáveis.

Outra maneira de monetizar as lives é se inscrever no “Milhão de Fundo de Treinamento”, no próprio app . Nele, cumprindo um determinado número de horas de streaming por dia com uma frequência mensal, é possível obter recompensas de US$ 30,00 até US$ 1.000,00 – número que pode ser ainda maior caso o gamer já seja um digital influencer com expressiva audiência no segmento. “Além de beneficiar nossos usuários financeiramente, nosso objetivo é criar uma rede de streamers oficiais em nossa plataforma”, conta a Diretora Regional da Cube TV, Marta Chang.

Entre os principais influencers do setor presentes na Cube TV estão Hastad, aXt, Yetz, Leko e Pato Papão. O aplicativo da Cube TV é gratuito e está disponível para download na Apple Store e na Google Play.

Fonte: Press Works

Smartphone é a principal ferramenta de compra

Smartphone já é principal ferramenta de compra online para 33% dos internautas,
aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

74% dos internautas usam celular em ao menos uma etapa de compra online e 64% já desistiram de uma aquisição na internet na hora de realizar o pagamento, principalmente por causa do frete

Imagem: Pixabay

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Considerando o processo de compra pela internet como um todo, a pesquisa revela que o celular já é utilizado por 74% da amostra em ao menos uma de suas etapas, como pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras que faz online.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o protagonismo dos dispositivos móveis para o comércio online tende a aumentar ainda mais nos próximos anos, principalmente, com a popularização de pacotes de dados de internet móvel e do alcance maior da banda larga. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente.

Para os consumidores conectados, as lojas online já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Frete grátis é o que mais estimula compras online; 67% pesquisam índice de reclamações quando planejam comprar em um site pela primeira vez

De acordo com a pesquisa, os fatores que os internautas mais levam em consideração ao escolher um site ou aplicativo de compras é a possibilidade de frete grátis (58%), o preço dos produtos (51%) e a reputação da loja (37%). Em cada dez entrevistados, sete (68%) se sentem mais estimulados a comprarem pela internet quando não há cobrança de frete e 42% quando o tempo de entrega é reduzido.

Na opinião dos internautas que têm como hábito consumir pela internet, a principal vantagem percebida nesse tipo de compra é o preço mais baixo (53%), a comodidade de comprar sem sair de casa (43%) e a flexibilidade de poder realizar compras no momento em que quiser (33%). Em contrapartida, as desvantagens mais notadas são o pagamento de frete (64%) e o fato de não poder experimentar ou tocar o produto (58%).

Segundo o levantamento, 64% dos internautas admitem que já desistiram de uma compra pela internet no momento de concluir o pagamento e, nesses casos, o preço do frete, que encarece o valor final do produto (54%), é o principal empecilho. “O frete é um dos pontos mais sensíveis do comércio online. Muitas pessoas desistem da compra quando veem que a taxa pode encarecer o valor total a ser desembolsado, o que torna um desafio de custo e de logística para quem vende. Com o perfil cada vez mais exigente do consumidor digital, o frete grátis passa a ser um diferencial decisivo para os negócios dos varejistas na internet”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outra informação observada na pesquisa é a fidelidade do cliente online. Quando a experiência de compra é positiva, o consumidor tende a visitar novamente a loja online para novas aquisições. Exemplo disso, é que 91% dos entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site ou aplicativo, sobretudo em virtude da confiança na marca (53%) e pelos melhores preços (43%). Outro dado é que quando querem comprar um produto em uma loja online desconhecida, 67% pesquisam o seu índice de reclamação em sites e aplicativos.

Na hora de ir às compras, os conteúdos que os clientes mais esperam encontrar na internet sobre o produto ou serviço desejado são a ficha técnica e especificações (60%), depoimentos de pessoas que já comparam (56%) e fotos dos detalhes e ângulos do produto (44%).

“No mundo digital, os protagonistas são os consumidores e não as marcas. São eles quem participam ativamente do processo de construção de reputação das empresas, que devem promover um relacionamento mais próximo e de confiança com seus clientes. É o compartilhamento de experiências que influencia a decisão de outras pessoas e não, meramente, a propaganda” explica Pellizzaro Junior.

85% dos internautas ficaram satisfeitos com sua última compra online; entrega fora do prazo e não recebimento do produto são principais queixas

De modo geral, os resultados da pesquisa apontam que o comércio online já conquistou a confiança de grande parte dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 85% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 10% de compradores que se dizem arrependidos.

Imagem: Pixabay

Além disso, em cada dez consumidores ouvidos, oito (78%) afirmam não ter enfrentado problemas em sua última compra feita pela internet. Outros 21% não passaram por uma experiência positiva, sendo que as queixas mais comuns foram a entrega fora do prazo (12%) e o não recebimento do produto (6%). Entre os que lidaram com algum contratempo, 44% conseguiram, de algum modo, solucionar o problema. Nesse caso, 16% receberam o produto com atraso, 14% tiveram o dinheiro devolvido e 7% ficaram com crédito na loja. Outros 45% não conseguiram resolver o problema, sendo que 19% até mesmo desistiram da situação.

Internauta fez, em média, quatro compras online no último trimestre; 57% receberam oferta de desconto caso pagassem à vista

A pesquisa revela que, nos últimos três meses, cada comprador online fez, em média, quatro aquisições na internet. Os itens mais adquiridos nesse período foram peças de vestuário, calçados e acessórios (40%), artigos para casa (26%), eletrodomésticos (26%), ingressos para atividades de lazer (25%), perfumes e cosméticos (25%) e também celulares (23%). E o valor desembolsado para levar os produtos para casa na última compra foi, em média, de R$ 323,84. Para o pagamento, 58% utilizam o cartão de crédito parcelado diretamente com a loja e 56% o boleto bancário.

A pesquisa ainda mostra que a internet ganha força quando o assunto é parcelar as compras. Entre os consumidores que realizaram compras nos últimos três meses, sete em cada dez (71%) dividiram alguma dessas aquisições, sendo que, em média, foram cinco prestações.

Apesar de a maioria ter optado pelo parcelamento nesse período, 57% dos internautas disseram ter recebido oferta de desconto caso o pagamento fosse à vista, principalmente no boleto bancário (40%) e no cartão de crédito em parcela única (21%). “O parcelamento é um mecanismo útil para o consumidor adquirir bens de maior valor, mas é comum varejistas oferecerem descontos para pagamento à vista nas compras online, especialmente via boleto bancário. Se a pessoa pesquisar, pode ser mais vantajoso optar por esse meio de pagamento, desde que o valor não ultrapasse os limites do orçamento pessoal. Mas se a opção for o parcelamento, vale ficar atento para não ceder às compras por impulso que desajustam as finanças”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de imprensa SPC Brasil – CNDL

Um breve relato sobre o Digital Summit da Digital House

Evento gratuito promovido pela escola atraiu grande público

Neste último sábado, dia 30/07, participei do Digital Summit promoviso pela Digital House.

O evento foi gratuito e contou com muitas, mas muitas palestras simultâneas. O foco, claro, foi o marketing e a comunicação digital e também atrair atenção para os cursos ministrados pela escola. Vários professores da própria Digital House e vários convidados palestraram por uma hora. O evento começou às 09h00 e terminou às 17h00.

Contratempos a parte – havia excesso de inscritos o que fez com que se formassem filas enormes para cada sala/palestra e muita gente ficasse em pé ou sentada no chão – o conteúdo, a organização e a estrutura estavam muito bons.

Não pude acompanhar o evento todo. Mas vou falar – escrever – um pouquinho sobre o que presenciei por lá.

Comecei assistindo a palestra do Mauricio Sarmento sobre “Storytelling e geração de conteúdo”. Mauricio fez algumas colocações importantes sobre a produção audiovisual para plataformas digitais. Entre elas: o que vai realmente fazer diferença não é a plataforma e nem a quantidade de mensagens/conteúdos e sim o refino, a qualidade e importância das mensagens/conteúdos. As marcas e os publicitários devem fazer produção de bom nível, com qualidade realmente profissional. Isso faz e fará diferença. Outra: a importância do storytellig. A importância de saber contar boas histórias. Como a consequência a importância de boas ideias e bons roteiros.

Mauricio Sarmento

Como sou educador fui acompanhar depois a palestra “Aprender e ensinar após a revolução digital”, proferida pelo ótimo Cesar Michelin. Ele mostrou um histórico da educação para atestar o quanto a escola parou no tempo. Trouxe cases de países que estão buscando novos modelos de educação e de escola. Citou uma série de palavras-chave levantadas pelo Fórum Mundial de Davos acerca das novas demandas educacionais: relacionamento, solução de problemas, inovação, colaboração etc. E, claro, mostrou que a presença da tecnologia em sala de aula é e será fator fundamental para promover mudanças substanciais nos modelos educacionais.

Logo em seguida acompanhei a palestra da Vanessa Pontes sobre “Brand perfomance: o impacto da construção de marca na perfomance”. O tema é relamente relevante para um momento de mercado em que empresas e agências parecem muito focadas em resultados imediatos no digital, muitas vezes esquecendo do quanto a construção de marca é importante para a obtenção de resultados. Ela trouxe exemplos e um case para demonstrar sua linha de pensamento e mostrou como trabalhar com o conhecido funil de vendas dentro de uma ótica de marca, de branding. Muito útil!

Vanessa Pontes

Por último acompanhei “O mercado de big data analytics, data science e otimização, com Elmer Dotti. O Elmer é formado pelo ITA, de São José dos Campos, e sua empresa, a Otimizza, realiza e aplica projetos tailor made baseado em dados para otimizar resultados de empresas. Em outras palavras, a otimização busca melhorar rendimento, gerar mais lucro e crescimento. Uma área vasta e bastante técnica.

O que mais me impressionou foi a quantidade de público. Mesmo sabendo que o evento foi gratuito e tinha alto potencial de atração, a quantidade de jovens ligados à área de digital de agências e empresas presentes ao evento é admirável. Entre eles encontrei alguns poucos do Vale do Paraíba.

Parece mesmo que o marketing digital atrai muita gente.

Pesquisa mostra relação das crianças com gadgets

Pesquisa da CRESCER revela que 38% das crianças de até 2 anos possuem algum dispositivo eletrônico

Estudo também traz queda positiva no comportamento dos pais ao liberarem os gadgets na hora das refeições: 37% liberam o uso, atualmente, contra 84% em 2013

A tecnologia digital e a internet fazem parte do nosso dia a dia e da rotina das crianças. E tudo indica que esse é um caminho sem volta. Uma pesquisa realizada pela CRESCER, e que estará nas páginas da edição de julho da revista a partir do próximo dia 27, revela a influência da tecnologia no dia a dia das crianças brasileiras. Segundo o levantamento, feito com 2.044 pais e mães, com filhos de 0 a 8 anos, 38% das crianças já têm um dispositivo eletrônico, como celular, tablet, computador, videogame ou TV.

Para este estudo, também foi feito um comparativo com dados de outra análise similar de 2013, com 1.045 participantes com filhos na mesma faixa etária. Neste mesmo quesito, no passado, só 6% eram donas de um aparelho. Isso significa um aumento de seis vezes em cinco anos.

Outro destaque do levantamento é que 47% das crianças têm algum influenciador digital ou canal que acompanha com frequência. Para este caso, a neuropediatra Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, alerta que é preciso avaliar se o conteúdo é violento, sexual ou incentiva o consumismo, o que é comum em vídeos feitos para e por crianças. “É natural que as crianças copiem os gestos, o linguajar e até a forma de pensar dos youtubers, o que nem sempre condiz com a educação que a família preconiza”, afirma a médica.

Entre os achados que mais se destacam, eis uma boa notícia: caiu o número de famílias que permitem o uso de aparelhos eletrônicos durante as refeições ou antes de dormir. Por outro lado, aumentou o tempo que meninos e meninas passam diante de algum tipo de tela – dos televisores aos smartphones. Hoje, 47% deles gastam mais de três horas com a atividade. Há cinco anos, o volume era de 35%.

Confira dados da pesquisa completa:

Aumentou o número de crianças com seu próprio gadget

● 38% das crianças até 2 anos possuem algum dispositivo (computador, smartphone, tablet, TV, videogame). Em 2013, apenas 6% tinham seu próprio aparelho.

● 49% das crianças já têm seu próprio tablet.

● 20% das crianças já têm seu próprio smartphone.

O computador é o dispositivo mais compartilhado na casa pela criança com os outros moradores e/ou irmão (93%). Na sequência aparecem TV (83%), Smartphone (80%), tablet.

● 47% das crianças têm algum influenciador digital e/ou canal que acompanha com frequência.

● 45% das crianças passam mais de 3 horas por dia no videogame.

● 5% das crianças até 2 anos já têm perfil nas redes sociais (em 2013, apenas 1% tinha perfil).

Cresce o tempo das crianças gasto em frente as telas

● 43% das crianças passam mais de 3 horas em frente ao computador. Em 2013, somente 2% ficavam em frente a essa tela nesse mesmo período de tempo

● 30% passam mais de 3 horas diárias no tablet.

● 26% passam mais de 3 horas diárias no celular.

Comportamento dos pais

● 60% acham que os dispositivos preparam melhor o filho para o futuro.

● 59% acreditam que os gadgets são importantes para distrair os filhos enquanto fazem suas atividades.

● 51% ficam preocupados com o fato de o filho deixar de brincar para usar os gadgets.

Queda positiva

● Em 2013, 84% dos pais deixavam o filho usar algum dispositivo na hora de ele comer. Em 2018, somente 37% permitem esse hábito.

● A maior preocupação de 83% dos pais em relação aos dispositivos é sobre os conteúdos impróprios para a idade

Atividade preferida

O que as crianças mais gostam de fazer nos gadgets é assistir a vídeos, sendo essa atividade preferida para:

● 72% no smartphone

● 67% no tablet

● 65% no computador

Fonte: Assessoria de imprensa Revista Crescer – Giuseppe Mari

Novo conteúdo em áudio

Pesquisa sobre universo digital

O nosso conteúdo de áudio dessa semana traz dados de uma importante pesquisa realizada sobre o universo das mídias sociais e as marcas/anunciantes.

Vale muito a pena conferir!

 

Transformação digital e a produtividade em vendas

Aumentando a produtividade de vendas com a Transformação Digital na indústria de Bens de Consumo

* por Sandra Vaz

A Transformação Digital nasce com a adoção de novas tecnologias. Novas máquinas, IoT, IA, robots e softwares representam o primeiro passo. O segundo é envolver seus colaboradores dentro da nova realidade. Quando estamos falando da equipe de vendas, esse é um ponto ainda mais crucial.

Aumentar a produtividade em vendas é provavelmente o sonho de 10 em 10 CEOs. O crescimento em vendas é o termômetro do sucesso de uma organização, é um tema para o qual todos olham e lutam pelo crescimento. Já a produtividade é a capacidade de, com os mesmos recursos, melhorar os resultados obtidos, a margem da empresa e a Transformação Digital é um passo decisivo para essa conquista.


Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

Mas quais são os impactos desse novo momento para a área de vendas? Os primeiros reflexos são, certamente, os clientes e os vendedores. Com os avanços das tecnologias, cada um deles adquire uma nova postura. Os consumidores de hoje são pessoas empoderadas, que estudam sobre seu produto de desejo na Internet e muitas vezes chegam até as lojas já com todas as informações necessárias para concluir sua compra. Eles conhecem os produtos da concorrência e lutam pelos seus direitos. Nesse cenário, os vendedores precisam estar preparados para lidar com clientes bem informados e com pouco tempo para tomar decisões.

Por outro lado, as empresas e seus vendedores também possuem informações valiosas sobre seus clientes. Através de tecnologias como big data e redes sociais, os clientes estão muito mais abertos para receber e também ceder suas informações. Na busca por uma verdadeira experiência do usuário, o cliente permite acesso aos seus perfis nas redes, dados demográficos e muito mais.

As empresas e lojas, principalmente através do CRM, conseguem traçar facilmente o perfil de cada indivíduo e ter informações como a frequência das compras, preferências de marca, etc. Os dados não são captados apenas no momento final da compra. Isso prova que, com a Transformação Digital, o processo de venda foi fragmentado, dividindo-se a responsabilidade com mais áreas da empresa, e não apenas com a equipe de vendas. O Marketing, a Logística, o Pós-Venda: tudo tem reflexos importantes no momento da venda, pois geram dados e insights poderosos para gerar uma nova venda com menos esforço e mais assertividade. Isso aumenta a produtividade sem necessariamente aumentar os custos.

Sempre com o apoio dos dados coletados, o vendedor consegue conhecer a fundo o comportamento do mercado, a jornada de compra do seu cliente e até mesmo algumas de suas informações pessoais e preferências. Cabe ao profissional aprender a utilizar esses dados para otimizar seus processos, aumentando suas vendas.

Com o desenvolvimento tecnológico, teremos ainda mais pontos de coletas de dados durante a cadeia de conhecimento, interesse e compra do cliente. Com a interpretação correta dessas informações, as empresas saberão exatamente quando o cliente precisa realizar uma nova compra, pois seu perfil já terá sido estudado e suas necessidades e dores já são conhecidas. Hoje, as empresas já conseguem trabalhar com análise preditiva de dados. Em pouco tempo, acredito que teremos números surpreendentes e uma produtividade recorde para as equipes de vendas através da inteligência artificial, imagem e voice recognition. Os ganhos passarão facilmente da ordem dos bilhões.

A Transformação Digital representa um ganho em produtividade sem precedentes para qualquer negócio. Não basta apenas conhecer as novas técnicas e receber os novos dados: é preciso redesenhar processos e aplicar as diferentes soluções e plataformas, integrando-os à rotina de suas equipes. Para isso, um bom caminho é consultar empresas especialistas no assunto. A adoção das mais recentes tecnologias pode necessitar de treinamento inicial , mas profissionais com experiência nesse tipo de implantação poderão testemunhar sobre todas as suas vantagens. A transformação começa no digital, se torna real dentro da cultura da empresa e gera resultados formidáveis e sustentáveis quando bem aplicada.

Sandra Vaz é Chief of Sales & Marketing da MC1, multinacional brasileira especializada em inteligência de vendas utilizando soluções de mobilidade corporativa. Presente em mais de 21 países com um portfólio completo para força de vendas e trade marketing suporta cerca de 50 mil usuários e é apontada pelo Gartner como líder na América Latina “Market Guide for Retail Execution and Monitoring Solutions for the Consumer Goods Industry“. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka