Gamification – tudo pode ser um jogo

Trabalhei o conceito de gamificatin com meus alunos do terceiro ano. O assunto foi tema da prova. E olha a resposta que o Vitor F.M. Morais, que já é redator da Supera, deu para uma das questões:

Dê play no jogo da sua vida

No cenário atual das novas tecnologias, as redes sociais são cada vez mais frequentes na rotina das pessoas e as horas gastas com a internet já superam as com a TV. Hoje há uma mudança no cenário midiático, mas uma mudança que explorou uma característica que nossos pais (ou avós) já se encantaram: os videogames. Os inúmeros recursos facilitaram o desenvolvimento da gamificação, onde o usuário, além de jogar, pode interagir com o conteúdo de redes sociais, passar por níveis, agregar ações do dia-a-dia e, claro, ser impactado por publicidade.

A gamificação usa os mesmos conceitos dos jogos, podendo ser usada por um leque (maior que o Japão) de possibilidades. Um suco pode fazer com que cada litro comprado proporcione uma vida no jogo, o abastecimento no Posto Shell pode encher o tanque da Ferrari no jogo e adquirir a nova Colgate pode ser a entrada para uma balada virtual, sem falar das possibilidades relacionadas à sustentabilidade e branding, que podem criar outra visão para os usuários.

O game tem seu poder e com ingredientes de inovação pode ser uma ferramenta muito poderosa para a publicidade. A experiência que você pode proporcionar aos usuários depende das ideias que a sua transpiração irá liberar. Ao pensar em gamificação, não dê pause na primeira ideia, enfrente o chefão e feche o jogo.  Se é que ele tem fim.

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