Resumo da UTI – Parte I

Ontem, 21 de outubro, tivemos a edição 2010 da UTI da Propaganda, promovida pelo departamento de comunicação social da Unitau no campus do Direito, dentro das atividades do Enic.

Na parte da manhã tivemos como primeiro palestrante Gerson Afonso, que veio expor as atividades da empresa em que atua, a Enox.

Ele considera a Enox como um veículo e a classifica como “indoor experience”, uma evolução da mídia indoor. Presente em cerca de 20 cidades no Brasil e com uma rede de cerca de 5.000 pontos de contato, a Enox desenvolve várias formas de ativação de marca.

Gerson afirmou que duas características são muito fortes na “indoor experience”: grande capacidade de segmentação através da escolha dos pontos de contato mais adequados para cada situação de comunicação e para cada campanha; e a alta impactação, em função do envolvimento do consumidor com a marca/produto/serviço no ponto de contato.

Por fim, ele afirmou que a Enox está entrando também no segmento de mídia digital, com telas de LCD espalhadas por vários pontos de contato, preferencialmente em locais onde há a chamada espera forçada.

Logo após a palestra da Enox tivemos a palestra de Fernando Abreu, sócio-proprietário da Ophicina Mix, agência de propaganda com sede em Taubaté. Ele abordou o tema atendimento/planejamento.

Inicialmente ele propôs as diferenças entre os grandes mercados e os mercados regionais. Observou que nem sempre é possível aplicar tudo que se aprende nos bancos escolares (e que é correto) em mercados como o do Vale do Paraíba, pois as realidades são distintas.

Disse que no mercado de interior o profissional ou estagiário de propaganda é forçado a acumular funções. Mas não vê isso como ponto negativo e sim positivo, pois acaba por forjar profissionais completos, com mais visão de todo os processos. E as áreas onde há frequente acumulo de funções são justamente o atendimento e o planejamento.

Fernando afirmou que o atendimento é “o cara que interpreta”. É o profissional que deve entender as necessidades do cliente/anunciante, interpretando seu mercado e seus problemas.

Já o profissional que lida com atendimento é, na visão de Fernando Abreu, ” cara que interpreta a interpretação”, pois deve, a partir das informações colhidas pelo atendimento, elabora e propor estratégias e soluções adequadas de comunicação para cada cliente.

Fernando terminou falando sobre a importância da APP Vale – da qual é membro da atual diretoria – para a construção de um mercado de comunicação mais forte.

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