Por que contratar uma agência de comunicação para o seu negócio?

por Beatriz Destefani Augusto*

Mesmo com as mudanças nos meios de comunicação que enfrentamos atualmente, o trabalho da assessoria de imprensa ainda é um mistério para muitas pessoas e empresas. Entre nossas funções visamos construir e solidificar a imagem da marca – seja empresa ou pessoa – , por meio de matérias orgânicas nos diferentes meios de comunicação, como televisão, portais, revistas, jornais impressos e até rádio. Porém, a maneira de consumir notícia mudou e, assim, as redes sociais como Facebook e Instagram roubaram o espaço de muitos veículos na hora de achar um /conteúdo. Com este cenário, o trabalho antigo de assessoria de imprensa vai morrer?

Não, na minha opinião não irá morrer, ele irá se transformar – e essa transformação já é perceptível. Para se ter uma ideia, segundo um estudo pela Hoopsuite com a We Are Social, o Brasil está classificado como o segundo país que mais usa a internet, em que, cada pessoa, fica em média nove horas e vinte e nove minutos por dia. Com este cenário, é possível perceber onde as pessoas procuram notícias e consomem informações atualmente.

 

Antes, um assessor de imprensa, produzia um release, ou seja, um texto com um título chamativo e disparava para um mailing gigantesco de jornalistas que, por sua vez, publicavam ou marcavam uma entrevista com o porta-voz para uma matéria mais ampla. Porém, muitos veículos de comunicação não existem mais, como a crise da editora Abril que, em 2018, anunciou o fechamento de 10 títulos. O mesmo aconteceu com a editora Escala, ou até mesmo com alguns programas de TV que simplesmente não têm mais audiência.

Por outro lado, Instagram cresce cada dia mais e torna-se perceptível que o público está no online, quer a notícia ali e agora, e dificilmente comprará uma revista para ler sobre emagrecimento, sendo que pode seguir uma influenciadora que mostra sua rotina saudável. Nesse momento, como assessora, me pergunto: qual estratégia seguir para dar visibilidade ao meu cliente? As agências de assessoria de imprensa passaram a oferecer um serviço de PR – Public Relations (Relações Públicas), em que a assessoria de imprensa se tornou apenas um braço. Na hora de vender o serviço, é importante explicar para o cliente que fazemos muito mais que uma aparição na mídia, pois somos os responsáveis pela imagem da marca diante do público externo, potencializando ainda mais os seus valores.

A imprensa nunca vai acabar, mas ela encontrará outros meios de chegar até quem consome notícia. E as marcas que desejam aparecer, precisam entender essa transformação e investir em um serviço de comunicação completa, conhecida como comunicação 360°. As agências, além de incluir os clientes na imprensa – independente da plataforma utilizada, também será responsável por alimentar as redes sociais dessa mesma marca, criar vídeos criativos para o Youtube, ou até criar os vídeos-releases, em que um jornalista poderá ter um canal e postar um vídeo pronto de um cliente, falando sobre um determinado assunto. Por que não?

O mesmo raciocínio podemos ter com os influenciadores digitais. Eles não são jornalistas, mas são formadores de opinião e contam com um grande público que se influenciam por suas opiniões. As marcas precisam estar lá, é preciso criar laços com esses influenciadores, por meio de parcerias, para dar mais visibilidade. Com este cenário, acredito que fica mais fácil de empreendedores e empresas entenderem a importância de um PR atualmente e não somente grandes empresas poderão investir nesse serviço, como acontecia há alguns anos.

Um micro empreendedor, por exemplo, precisa de visibilidade, precisa ser achado nas primeiras páginas do Google, precisa ter um bom posicionamento nas redes sociais, um bom site e, ainda, aparições orgânicas nos principais meios de comunicação. Costumo dizer para os meus clientes que, no momento em que eles saem na imprensa, isso mostra para o seu público-alvo que ele tem experiência, renome, mesmo que este mesmo público não tenha encontrado a notícia, mas no momento em que entre no Instagram da marca e vê que aquele serviço está como referência nos veículos, passará credibilidade, confiança. Por isso essa comunicação precisa estar alinhada.

O que seria essa tal comunicação 360°?

Para isso, são usadas algumas estratégias como mídias sociais, comunicação interna, branded content, assessoria de imprensa, entre outras. Vou dar um exemplo de como isso se aplica. Vamos supor que você é dono de um escritório de arquitetura, nós procuramos saber qual é sua especialidade, seu potencial, se você abre faturamento, seus lançamentos e o que deseja passar da sua empresa. A partir disso, traçamos um plano de comunicação, em que vamos divulgar alguns press release, textos direcionados para a imprensa com informações relevantes sobre seu trabalho e também podemos marcar encontros de relacionamentos com jornalistas – sempre de forma estratégica para alcançarmos aquela pessoa que se interessa pelo assunto. Sempre prezar por qualidade e não quantidade.

Quando começamos a divulgar seu nome e o da sua empresa podem começar a surgir as solicitações de entrevista, tudo de forma orgânica. Temos que saber qual é o seu intuito com o trabalho de assessoria de mídia, se você for um artista plástico e não abre faturamento, é mais vantajoso sair em veículos trade, como Arte1, em que seu público-alvo está mais presente do que no Valor Econômico, por exemplo. Muitas vezes, sair em 100 blogs sobre diversos assuntos, não traz o mesmo retorno de sair em apenas um portal que abranja seu público de interesse.

Depois de alinhar tudo isso, a agência precisará traçar um cronograma de pautas para o blog da empresa, além de pensar em estratégias de posts nas redes sociais para maior visibilidade e posicionamento. Se você gosta de falar em vídeo, criar um canal no Youtube ou vídeos para o Instagram, também é bem importante nos tempos atuais. Temos que pensar que as pessoas estão quase todo tempo no online, conectadas e, se o negócio que não estiver nesse meio, não sobreviverá. Tudo isso forma o plano de comunicação.

Portanto, é perceptível a importância da atualização e seguir essas tendências. O mercado de comunicação tem sofrido sim por uma transformação, mas tudo é adaptável e precisamos ficar de olho no que as pessoas estão consumindo. Isso vale para qualquer negócio. Consideramos um trabalho de formiguinha que, assim como no formigueiro, na agência o trabalho é planejado, com o desenvolvimento da comunicação corporativa focando todos os níveis: relacionamento com o jornalista/influenciador ou público-final, por meio da divulgação de conteúdo relevante que aperfeiçoam e destacam o trabalho do cliente.

*Beatriz Destefani Augusto é jornalista e sócia-fundadora da Comunica PR, agência de Relações Públicas

Fonte: Comunica PR – Maria Fernanda

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Três motivos para as agências de comunicação implementarem o home office

*Maria Carolina Martins Rossi

O tema Coronavírus está entre os mais comentados no mundo, seja nos noticiários, redes sociais ou nas conversas do dia a dia. A preocupação com Covid-19 impôs home office em uma série de empresas, porém, no caso das agências de comunicação esse cenário é bem diferente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) , trabalhar em casa ou até mesmo em outros espaços, como o coworking, cresceu 21,1% entre os anos de 2017 e 2018. Mas quem vive a rotina das agências, muitas vezes, ainda tem que ir ao escritório todos dias, mesmo sabendo o quanto nosso trabalho pode ser remoto.

O dia a dia na agência exige muitas atividades que podem ser feitas de qualquer lugar do mundo, desde que haja internet. Grande parte das funções realizadas acontecem com a ajuda de um computador e uma boa organização de tempo para lidar com as demandas exigidas. A agenda do Relações Públicas, por exemplo, envolve uma comunicação 360º, com diversos clientes, jornalistas e serviços, como assessoria de imprensa, branded content, treinamento e palestras, endomarketing, mídias sociais, consultoria de comunicação, análise de reputação, storytelling e gestão de crise, e todas essas funções são realizadas na maioria das vezes pelo computador. Mas porque ainda exigem a nossa presença nas agências e controlam nossos horários?

Para desmistificar esse assunto e acabar com o pré-conceito ao home office, listo três benefícios dessa modalidade de trabalho. Confira:

1 – Nosso ambiente de trabalho é o computador: o trabalho de um PR acontece primordialmente na internet. Normalmente, o espaço físico pode funcionar para reunir a equipe e garantir também um ambiente com todo o suporte necessário – telefone, computador e internet. Mas todas as atividades podem ser realizadas de casa e com uma gestão completa da organização de tempo. Adotando medidas como listas diárias, planejamento, agenda de tarefas e compromissos, checklist de suas tarefas, definindo o que é prioridade, é possível realizar todas as atividades com eficiência e no prazo.

2 – Menos horas no trânsito, mais qualidade de vida: quem trabalha em agências de comunicação sabe que temos um cronograma de atividades, pautas e temas para seguir, e que existem horários e momentos que todo o planejamento já foi cumprido. Muitas vezes, perdemos horas para chegar no escritório e também terminamos nossas atividades antes do esperado. Mesmo assim, ainda é preciso ficar “fazendo hora” – o que prejudica o desempenho do colaborador e não é necessário. Hoje, muitas empresas trabalham com entregas e flexibilidade, não importa que horas o colaborador chegue na agência ou o local em que trabalha, mas sim a entrega do que foi combinado. Por isso, a organização é o ponto chave e não a presença física.

3 – Nossa equipe não precisa de um lugar físico para se reunir: acredite ou não, muitas agências enfrentam problemas de falta de comunicação interna, o que prejudica o trabalho em equipe. Algumas estratégias podem ser utilizadas para unir a equipe e não apenas colocá-las no mesmo espaço física. Entre as opções está a utilização de alguns apps de Comunicação, como o Hangouts do Google, Google Drive – para a equipe compartilhar os arquivos e conseguir acesso de qualquer computador, em qualquer lugar -, Dialog uma ferramenta corporativa que tem “cara” de rede social e gerenciadores de tarefas, como o Todoist e o Trello, que é baseado na metodologia Scrum. Com as ferramentas encontradas no mercado atualmente, torna essa essa tendência de home office cada vez mais uma realidade.

*Maria Carolina Rossi é jornalista e sócia-fundadora da Comunica PR, agência de Relações Públicas

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Jeep® e Globo apresentam segunda temporada do “Expedição Brasil”

Jeep® e Globo apresentam segunda temporada do “Expedição Brasil” no Esporte Espetacular

Projeto de branded content realizado em parceria entre Jeep®, Globo e agência F.biz mostra as aventuras dos repórteres Clayton Conservani e Talitha Morete a bordo dos Jeep Renegade e Compass

Após o sucesso da primeira edição, Jeep® e Globo renovaram a parceria para desenvolvimento do projeto de branded content “Expedição Brasil”. A iniciativa, que conta também com agência F.Biz, busca atrelar as mensagens da marca às aventuras vividas, ao redor do país, pelos repórteres Clayton Conservani e Talitha Morete, reforçando os quatro principais pilares de Jeep®: liberdade, aventura, paixão e autenticidade. No total, a série conta com seis episódios, exibidos aos domingos no ‘Esporte Espetacular’.

O primeiro capítulo da aventura estreou dia 01 de dezembro e a jornada continuará a ser transmitida até 23 de fevereiro. Em cada episódio, a dupla Clayton Conservani e Talitha Morete visita lugares inexplorados do Brasil. Juntos, mostram toda a vivência dessa aventura repleta de emoção e esportes radicais, atrelada a capacidade off-road das versões Trailhawk dos Jeep Renegade e Compass. Na segunda temporada, a equipe visita locais como o Pico das Agulhas Negras (RJ), Cavernas do Petar (SP), Serra das Confusões (PI), Campo Novo do Parecis (MG), Fernando de Noronha (PE) e Chapada Diamantina (BA).

“Para explorar e mostrar os diversos significados do que é o Espírito Jeep, nós revalidamos parcerias com projetos que conectam o público de um jeito autêntico com a marca e o meio ambiente. Ano passado, em parceria com a Globo, realizamos a primeira temporada da “Expedição Brasil” com quatro capítulos e a repercussão foi tão positiva que motivou essa segunda temporada, agora com seis episódios. A nova edição desse projeto de branded content fortalece nossa busca por projetos originais pensados para veiculação na TV, como o documentário “O Mar Transforma”, veiculado no Canal Off, e amplia o nosso posicionamento em compartilhar experiências que personifiquem os pilares da Jeep”, afirma Frederico Battaglia, diretor de Brand Marketing Communication da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina.

Entre as mais diferentes paisagens do solo nacional e sempre a bordo de um Jeep, a dupla divide o que passou ao desbravar cantos remotos do Brasil e compartilha as suas experiências em esportes como escalada, rapel, canoagem e mergulho. Nos episódios já exibidos, Clayton e Talitha, subiram mais de dois mil metros do Pico dos Agulhas Negras localizado na cidade de Itatiaia; entraram na Caverna do Petar situada no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira e aberta apenas para cientistas; conheceram uma gruta com pinturas pré-históricas na Serra das Confusões, região sudoeste do Piauí; e enfrentaram corredeiras de três rios diferentes em um mesmo dia no Campo Novo do Parecis, munícipio do Estado de Mato Grosso.

Ainda com mais duas expedições para serem transmitidas na TV, a corajosa equipe mostrará como foi a viagem em Fernando de Noronha e na Chapada Diamantina. Além de mostrar os desafios de Cleyton e Talitha, a série também expõe a versatilidade do Jeep Compass e Jeep Renegade, que atravessam os mais diversos ambientes com tecnologia produzida direto do Polo Automotivo Jeep – Goiana (PE).

Parte do projeto, um especial no GloboEsporte.com reúne todos os episódios e apresentações completas das funcionalidades do Jeep Renegade e Jeep Compass (https://expedicaobrasil.globoesporte.globo.com/?_ga=2.67539985.1692278165.1578922221-1101678133.1578251996). Dentre os conteúdos exclusivos sobre as características de cada um dos modelos, pequenos vídeos explicam como funcionam o teto solar panorâmico elétrico command view, a tração 4×4 com seletor de terrenos e o sistema Keyless Entry N´Go, que destrava as portas quando a chave está próxima do veículo, no Jeep Renegade. Já para o Jeep Compass, os trechos animados abordam funções como a comutação automática dos faróis, o controle de cruzeiro adaptativo e o monitoramento de ponto cego.

Fonte: MSLGROUP Espalhe – Gabriel Grunewald

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É melhor divulgar a marca

Estrategicamente é melhor divulgar uma marca do que centenas de produtos, diz especialista

Na era da informação, é necessário escolher o melhor canal e as ferramentas adequadas para divulgar os produtos e serviços do seu negócio.

Foto: divulgação

Você já ouviu falar na expressão “zapear”? O termo significa ficar trocando de canal constantemente, ou seja, mudar de forma rápida e repentinamente o canal de televisão ou a frequência de rádio, até encontrar algo interessante para assistir ou ouvir. Hoje em dia, a expressão ganhou as redes sociais, onde os usuários passam o feed de publicações até encontrar algo que gostem e que chamem a sua atenção.

Na era da informação, as pequenas e grandes empresas precisam otimizar o tempo para conseguir alcançar os potenciais consumidores de seus produtos e serviços. E isso não é uma tarefa fácil. O empresário e consultor em gestão de marcas, Maka Werner, explica que, estrategicamente os resultados são muito mais satisfatórios quando as empresas se voltam a divulgar a sua marca, e não, centenas de produtos. “Além do valor investido ser menor, após a fidelização de um consumidor por determinada empresa, todos os produtos acabam virando sinônimo de qualidade. Em vez de divulgar mil produtos, divulgamos apenas uma única marca”, diz.

Para isso se tornar realidade, a estratégia precisa ser pensada com muito cuidado. A escolha das melhores ferramentas e canais para divulgar uma marca, deve ser escolhida após uma série de análises, verificando tanto a estrutura interna da empresa, a capacidade de gerar conteúdo, e, também a mídia mais conveniente ao seu publico e ao tipo de conteúdo do negócio. “Muitas empresas acreditam que precisam estar em todas as plataformas, acho que isso dificulta o trabalho e acaba tomando um tempo desnecessário, onde este tipo de esforço poderia gerar um conteúdo mais adequado e profundo em outro canal”, explica Werner.

Para conquistar a atenção do público, as marcas precisam remodelar o seu modelo de propaganda. Para isso, torna-se necessário entender que os consumidores não são todos iguais. Diante disso, o Branded Content está cada vez mais em alta no mercado. “Ainda assim, as empresas precisam entender que o termo não é a nova propaganda, mas sim, uma poderosa ferramenta para auxiliar neste mix de marketing. A propaganda se reinventou muito nos últimos anos e vem se atualizando mais e mais a cada dia, disseram que ela morreu, quando na verdade ela se atualizou e ganhou novas ferramentas que vieram para somar”, comenta.

O consultor ainda destaca que o Branded Content possui uma força especial para trabalhar a relação entre os consumidores e as marcas, já que quanto mais investimentos em conteúdo, menos é necessário investir em divulgação de produtos, porém, ainda sim as empresas precisam divulgar os produtos.

Para elaborar uma estratégia para divulgar a sua marca no mercado, o especialista explica que a parte principal é ter propósito. “Não se pode mais vender apenas um produto, isso todo mundo vende. O mesmo produto que você vende, está em todas as esquinas, isso eu garanto. O que precisamos é saber vender a nossa essência, a nossa imagem. Isso precisa ser verdadeiro, ter propósito e ser real, não pode ser uma mentira. Uma padaria vende pãozinho, assim como todas as outras, mas o que te leva a ir em determinada padaria comprar aquele pãozinho? Não pode ser o pão, pois se trocarmos o paradeiro podemos fechar a padaria, certo? Precisa ser algo a mais, algo único, algo que transmita uma experiência verdadeira para seus consumidores e que tenha um propósito maior do que somente vender pãozinho”, conta Werner.

Para alcançar o sucesso e firmar o nome no mercado, as empresas precisam se comunicar mais com seus consumidores, pensarem mais em experiências do que em produtos. Isso pode ser difícil e doloroso no começo, mas, o resultado a longo prazo é mais assertivo. “As marcas precisam começar a plantar essa ”raiz” da experiência e do conteúdo de marca com propósito e posicionamento sempre alinhado ao DNA da empresa, e, desde o início, fazer um trabalho mais próximo aos consumidores que possuem a mesma essência”, revela Maka.

Para finalizar, a dica do especialista é investir na sua marca. “Ela é o bem ativo mais valioso que uma empresa possui, depois dos seus colaboradores, é claro”, conclui.

Fonte: Presse Comunicação Empresarial – Bruna Gabriela Ziekuhr

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O papo é sobre “content house”

Mais um programete de rádio

O nosso drops de rádio desta semana tratou do surgimento das “content houses”. Não sabe o que é?! Então dá o play e entenda o que está acontecendo.

O drops do Publicitando é exibido toda terça dentro do Panorama, programa de rádio exibido de segunda a sexta na rádio Unitau das 14h00 às 16h00.

 

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Chegou o Papo na Nuvem

Coletivo reúne especialidades de conteúdo digital

Papo na Nuvem é um coletivo que trabalha com conteúdo digital. Tem como público alvo o profissional liberal ou a empresa que precisa de uma ajuda para entrar no mundo digital e/ou alinhar suas estratégias de marketing digital.

O Papo Na Nuvem Conteúdo Digital quer ajudar a promover as marcas no ambiente das redes sociais de forma profissional e eficiente, usando as ferramentas de Design Thinking e Branded Content. Criar, Planejar, Aplicar e Metrificar conceitos do marketing digital em ações de comunicação de empresas de forma integrada.

O papo na Nuvem aposta em um tripé de serviços:

Assessoria – Sua equipe está pronta para oferecer serviço especializado em marketing digital e de conteúdo para ajudar a sua empresa a atingir resultados relevantes no ambiente digital.

Gestão –  Uma boa gestão vai garantir que o planejamento estratégico dê resultado. Tudo que diz respeito a produção de conteúdo e marketing de influência fica por conta do coletivo.

Design –  Preocupação constante com a Marca, traduzindo qualidade, credibilidade, valor agregado em todas as peças.

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Pragma traz nova agência mobile ao Brasil

Pragma traz ao Brasil, com exclusividade, agência de mobile marketing referência nos EUA, segundo a Forbes

Eleito um dos 30 melhores profissionais de marketing com menos de 30 anos pela Forbes, Jesse Dundon, da agência Hathway, chega ao Brasil para parceria com Pragma Comunicação

A Pragma Comunicação, agência de publicidade e consultoria em estratégia de comunicação, traz para o Brasil, com exclusividade, os serviços oferecidos pela Hathway, agência norte-americana especializada em soluções inovadoras para empresas por meio de branded content e aplicativos voltados ao mobile marketing. Um acordo firmado entre as duas empresas torna a Pragma a representante oficial da Hathway no Brasil e na América Latina.

O objetivo desta parceria é trazer para o Brasil o que há de mais moderno no mundo digital com foco em otimizar a assertividade dos investimentos de marketing dos clientes. Miguel Villalobos, sócio-fundador da Pragma, avalia a parceria como uma oportunidade única. “A Hathway está localizada no Vale do Silício, a Meca da tecnologia e berço das principais descobertas na área digital. Com esta parceria seremos pioneiros no mercado a oferecer inovações direto da fonte para o Brasil em tempo real.

A Hathway conta com uma rede de desenvolvedores no Paquistão e na Índia, o que garante custos mais acessíveis e maior rapidez dos projetos pelo fuso horário. Desta forma, podemos oferecer ao mercado serviços que ainda não chegaram ao Brasil, revolucionando o planejamento de redes sociais e o desenvolvimento de soluções digitais de ponta, como aplicativos”, explica Miguel.

Criada em 2009 por Jesse Dundon e seu sócio, Kevin Rice, a Hathway conta hoje com mais de 50 funcionários em escritórios nos Estados Unidos e Japão. O rápido crescimento da empresa fez com que Jesse Dundon fosse eleito pela revista Forbes, em 2015, um dos 30 melhores profissionais com menos de 30 anos na área de Marketing e Publicidade. Atualmente a Hathway atende clientes como P&G-Clorox, Pizza Hut, Loreal, Wolkswagen, Amway, LVMH, Transamerica e Redbull.

“As soluções que a Hathway oferece aos seus clientes nos Estados Unidos partem de uma visão de consultoria, com uma análise de todo o ambiente digital do cliente, sempre tendo como foco os resultados de negócios. Reconheci essa visão de negócio na Pragma, que tem no mapeamento do negócio dos clientes o centro da estratégia de comunicação”, enfatiza Jesse Dundon.

Sobre a Pragma Comunicação

A Pragma Comunicação é uma agência de publicidade reconhecida por identificar os problemas e oportunidades de negócio dos seus clientes por meio de uma metodologia de pesquisa exclusiva. A ferramenta é oferecida pela Consultoria em estratégia de comunicação PragMap,que opera de forma independente mas fazendo parte do grupo. Fundada por Miguel Villalobos em 2008, a Pragma atende clientes como Danone, Merial, Tintas Renner, Boehringer, Ourolux, Bemis, entre outros. A Pragma Digital, divisão on-line da empresa, é comandada pelo Diretor associado Cesar Morelli.

Sobre a Hathway

Criada em 2009 por Jesse Dundon e seu sócio, Kevin Rice, a Hathway conta hoje com mais de 50 funcionários em escritórios nos Estados Unidos e Japão. O rápido crescimento da empresa fez com que Jesse Dundon fosse eleito pela revista Forbes, em 2015, um dos 30 melhores profissionais com menos de 30 anos na área de Marketing e Publicidade. Atualmente a Hathway atende clientes como P&G-Clorox, Pizza Hut, Loreal, Wolkswagen, Amway, LVMH, Transamerica e Redbull.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Camilla Demario

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Coluna “Discutindo a relação…”

Pessoas, propósitos e novos caminhos

Em vários outros artigos meus aqui tratei das mudanças do cenário de comunicação. A tecnologia empoderou de maneira absoluta o o outrora elo mais fraco do processo: o consumidor. Já falamos aqui sobre estarmos na era da comunicação puxada em detrimento da comunicação empurrada.

Desta vez quero tratar este assunto de outro ponto de vista. Quero falar de como a comunicação tem que voltar a entender as pessoas. É como afirmou Luísa Barwinski , em seu livro Branded Content – Conteúdo Estratégico para marcas:

“O que realmente aconteceu foi que, com a chegada dos meios eletrônicos e a velocidade da informação, perdemos o hábito de conversar com quem realmente importa: o cliente. Deixamos de conversar com quem precisa do que fazemos para tentar empurrar produtos que mal sabíamos se eles realmente precisavam.”

Perdemos um pouco o contato com a essência da comunicação: entender que do outro lado há um ser humano mesmo que um pouco escondido por todos os novos aparatos tecnológicos.

Paulo Camossa afirmou:

“O que vai fazer a diferença são as soluções para falar com as pessoas. Idéias com frescor e propriedade têm o poder de fazer com que uma marca seja notada em meio ao caos de informação ao qual estamos todos expostos”

Temos que pensar em como proceder para falar com esse novo consumidor que alguns já chamam de PROSSUMIDOR. Temos que entender que não temos e não teremos mais um público passivo. Entender que o expectador agora é INTERATOR.

Temos que buscar novas estratégias e novos caminhos dentro do cenário de comunicação.Então… como fazer? Uma boa dica foi dada pelo pessoal do Kantar Ibope Media em uma palestra que assisti ano passado:

“O que gera valor para as marcas é a bem planejada combinação de inovação, propósito e diferenciação.”

Creio fortemente que as marcas e instituições que não buscarem se mover a partir da tríade acima exposta terá enormes dificuldades para sobreviver nos próximos anos. Os anunciantes têm que lembrar sempre de que seu público é formados por pessoas. E que propósitos atraem pessoas. As fazem se mover, se emocionar. E aqui volto a recorrer a Luísa Barwinski e seu livro Branded Content – Conteúdo Estratégico para marcas:

“Algo que sempre costumo dizer é que marcas, empresas, produtos… Tudo isso exige que uma pessoa esteja na ponta de origem para entregar a outra, na ponta final. Portanto, se marcas são feitas de pessoas, precisamos começar a olhar para o lado humano de cada parafuso, fio, palavra ou o qualquer outro componente daquilo que você vende.”

Ainda na linha de como podemos fazer a comunicação das empresas/marcas/instituições funcionar, podemos dizer que a comunicação tem que ser suficientemente interessante, atrativa e útil a ponto de ser puxada pelas pessoas. E que a aproximação com o entretenimento e o desenvolvimento de novos formatos de conteúdo parecem ser essenciais.

As marcas deverão encontrar propósitos verdadeiros e fazer comunicação de pessoa para pessoa. Assim poderão trilhar novos caminhos nos tumultuados novos tempos de marketing e comunicação.

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Zoomin.TV contrata sete novos colaboradores

Profissionais chegam para reforçar novo hub criativo, o Zoomin.TV LAB

O Zoomin.TV LAB, novo hub criativo focado no desenvolvimento, produção e distribuição de midia de branded vídeos e native ads para anunciantes da Zoomin.TV, anuncia a contratação de sete novos profissionais. Para atender a crescente demanda dos clientes chegam, na área Comercial, Natalia Bastogi (ex-Samba Ads), Bianca Leite (ex-Samba Ads), Lucas Ruffo (ex-Traffic Sports) e Sérgio Lima (Ex-IG e UOL).

Já para o Departamento Editorial de Vídeo foram anunciados Jéssica Macedo, com especialização em Cinema nos Estados Unidos; Luis Naretto Garcia, video maker e editor há 20 anos. E Helena Cintra assume a posição de gerente de Engajamento e Social Media.

Com apenas três meses de funcionamento o Zoomin.TV LAB já conta com dez cases produzidos para grandes marcas e desponta como uma das principais fontes de negócios da Zoomin.TV. A previsão é de atingir a receita de R$ 45 milhões em 2017. Empresas como Chevrolet, Sebrae, Petrobras, Banco do Brasil, Banco Original, Caixa Econômica, Ministério dos Esportes, Vale, Budweiser, Panasonic, Embratur, SupperCell, entre outras, já utilizam a nova solução em video branding.

Sobre a Zoomin.TV: Maior e mais completo modelo de negócio para conteúdo em vídeo online do mundo. A operação da Zoomin.TV é full service e inclui produção e distribuição de matérias em grandes portais e sites do Brasil. Além disso, oferece estratégias de branded content e monetização de campanhas publicitárias de vídeo em diversos formatos, native ads e otimização digital de canais do YouTube para publishers. A empresa é a única do Brasil homologada pelo YouTube para venda de anúncios e monetização dos canais na plataforma. Sediada na Holanda, está presente em 20 países com produção de conteúdo e em 26 mercados com venda de publicidade online. Seu conteúdo alcança todos os meses mais de 4 bilhões de visualizações globalmente. No Brasil há cinco anos, a Zoomin.TV conta com mais de 80 grandes anunciantes por mês. São distribuídos diariamente mais de 50 vídeos exclusivos para mais de 100 publishers.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

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Boo-box/ftpi apresenta nova CEO

Marina Cunha assume

Marina Cunha deixa a Record TV em Brasília para comandar a operação da empresa de mídia digital em São Paulo. Guga Mafra passa a compor conselho do grupo

A boo-box/ftpi anuncia Marina Cunha como nova CEO. Ela atuava na operação comercial da Record TV em Brasília e se mudará para São Paulo para chefiar o braço digital do grupo FTPI, representante de veículos como Spotify, DynAdmic, Taboola e Jovem Nerd, além da sua própria ad network, a BBN. O movimento acontece pouco mais de um ano depois da compra da boo-box pela FTPI Digital, que resultou na criação da boo-box/ftpi.

Marina Cunha foi gerente Comercial no escritório da FTPI em Brasília, entre 2008 e 2014. “A FTPI foi a empresa onde me desenvolvi como gestora e comecei a trabalhar com mídia digital, que é minha área de especialização. Então é um desafio irrecusável cuidar dessa operação. É como voltar pra casa”, declarou a publicitária, com pós-graduação em Comunicação em Mídias Digitais. “Já estamos trabalhando para apresentar ao mercado novos formatos e otimizar processos de compra e produção de branded content, visando trazer receitas realmente significativas para os publishers da nossa rede”, planeja a executiva.

Guga Mafra, até então CEO da boo-box/ftpi, se mantém sócio da empresa e estará dedicado exclusivamente à expansão internacional do grupo. “Temos um escritório nos Estados Unidos desde o ano passado e atuamos fortemente na formação de parcerias para trazer plataformas internacionais para o Brasil e também para comercializar os veículos brasileiros no resto do mundo. A passagem de bastão para Marina dá à boo-box/ftpi as condições ideais para acelerar o crescimento no exterior”, explica o co-fundador da empresa. “Já queríamos contratar alguém para a função desde a aquisição da boo-box. Porém, era preciso encontrar a pessoa certa, com entendimento da nossa cultura voltada às vendas e ao desenvolvimento do meio digital. A Marina tem seis anos de casa, se formou aqui e tem o espírito empreendedor necessário para trabalhar em um meio que se transforma toda hora. Com essa configuração no comando, a boo-box/ftpi está preparada e fortalecida para 2017. Tem muita coisa legal para acontecer nos próximos meses”, complementa.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Camilla Demario

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