Quais são as marcas brasileiras mais admiradas no exterior?

Segundo Michel Alaby, Natura, O Boticário e Havaianas são as marcas brasileiras que mais despertam interesse de consumidores em outros países

Recentemente, a consultoria internacional Brand Finance divulgou a lista das cem marcas mais valiosas do mundo em 2020. Em tempos de pandemia mundial, sem dúvida, se destacar é muito importante. Nesse ranking constam somente empresas da América do Norte, Ásia, Europa e uma única de outro continente, a Saudi Aramco, estatal de petróleo da Arábia Saudita. Mas, para Michel Alaby, especialista em Comércio Exterior e presidente da Alaby & Consultores Associados, há marcas brasileiras que fazem um bom trabalho, e poderiam fazer parte de uma lista como essa: Natura, O Boticário e Havaianas.

Para chegar a esse diagnóstico, Alaby analisou mais do que simplesmente o volume de negócios com países de fora e participação nas exportações, mas a existência de representantes regionais dessas marcas brasileiras, lojas em locais com grande visibilidade e principalmente a percepção de valor que o consumidor de fora tem dessas marcas, fruto de um bom trabalho de posicionamento de marca.

Cada uma dessas marcas tem uma estratégia de posicionamento diferente, que Alaby analisou separadamente, levando em consideração também se e como a origem brasileira faz parte dessa estratégia.

A Natura tem como um de seus propósitos de marca a sustentabilidade, um valor cada vez mais importante para o consumidor brasileiro e fundamental para consumidores de muitos mercados nos quais a marca está presente, especialmente quando trata da preservação da Amazônia, uma questão imediatamente relacionada à imagem do Brasil.

O Boticário, que já conta com lojas franquiadas em Dubai, e tem também outras marcas dentro de seu portfólio, como Eudora e Quem disse, Berenice?, que apelam à diversidade e ao empoderamento feminino, também tem a sustentabilidade como parte do seu posicionamento de marca, mas não apela diretamente à questão da Amazônia, falando sobre o tema. Em seu site em inglês, é possível encontrar informações sobre as práticas sustentáveis da empresa, como eficiência energética de suas fábricas ou a não testagem de produtos em animais.

Mesmo assim, a origem brasileira faz parte da maneira como essas marcas se apresentam ao consumidor estrangeiro, usando o próprio consumidor brasileiro como referência, se apresentando como “a mais amada marca de beleza do Brasil”.

O caso das Havaianas, segundo Alaby, pode ser considerado o mais emblemático de todos. A marca nasceu como um produto sem diferenciação, ficou estigmatizada como o calçado de uma camada da população com menor poder aquisitivo, reposicionou sua marca para ser universal e depois ganhou o mundo. Hoje, é uma das grifes brasileiras mais conhecidas, tanto no Brasil como no exterior. “Mais que um produto, um conceito que se tornou universal. A partir daí, mais do que sandálias, Havaianas vendem um estilo de vida, com DNA 100% brasileiro. De popular viraram pop e o mercado externo percebeu e gostou disso.”

“Essas são marcas que mostram caminhos que outras brasileiras podem seguir, especialmente aquelas que pertencem a empresas que pensam em se internacionalizar, porque elas não terão somente de disputar mercados estrangeiros com os players que já estão lá. Podem ter de defender sua posição no mercado brasileiro de competidores estrangeiros. E mais cedo ou mais tarde, nosso mercado se tornará mais aberto e essa competição vai acontecer aqui. É preciso estar preparado.”

Alaby ainda aponta que, apesar do bom trabalho feito por essas marcas, ainda há espaço para um trabalho de branding, para divulgar a “marca Brasil”. O consultor dá como exemplo países como Itália, Alemanha, Japão, Chile e Colômbia, que se tornaram tão especializados e sinônimos de excelência em um tipo de produto ou serviço que a origem se tornou uma segunda marca.

Ele cita o caso do design italiano, engenharia alemã, tecnologia japonesa, café colombiano e vinho chileno. Os consumidores foram percebendo ao longo do tempo que esses países eram bons nessas especialidades e o certificado da origem nacional acabou se tornando uma fonte de percepção de valor dos produtos tão grande, ou até maior em alguns casos, que a própria marca em si.

Em alguns casos, isso ocorreu organicamente. Em outros, foi resultado de um trabalho de branding muito bem feito, como é o caso do café colombiano, que, criando um personagem mascote, o cafeicultor Juan Valdez, que estrelava várias campanhas valorizando as características do produto do nosso vizinho, como sua acidez, em detrimento do café brasileiro. “Ao contrário de nós, brasileiros, que passamos o século passado exportando café como uma comodity, os colombianos foram pioneiros no conceito do café gourmet e uma saca de café colombiano custa mais caro que do brasileiro. Mas é um erro dizer, tecnicamente falando, que nosso produto seja inferior.”

Mas o Brasil pode aprender com as omissões do passado, em que simplesmente ficou olhando outros países crescerem em mercados internacionais que poderiam ser dominados por empresas e marcas brasileiras. “Carne bovina, carne de frango e calçados são exemplos de produtos nos quais temos qualidade, custos muito competitivos e profissionais competentes em todas as fases da cadeia produtiva. Esses setores, entre outros, poderiam se beneficiar muito de um trabalho de branding em conjunto, seguindo o exemplo do café colombiano, para que o carimbo do ‘Made in Brazil’ agregue valor a cada item vendido. Fica a dica para as empresas e associações de classe”, ensina.

Marcas e a pandemia – O consultor destaca que a pandemia causada pelo coronavírus tem sido uma oportunidade para que marcas mostrem que tem propósito e se destaquem positivamente, sem oportunismo, mas com posicionamento em assuntos relevantes. Ele cita recente pesquisa da HSR Specialist Researchers, denominada Marcas Transformadoras – maior estudo de marcas do País e que aponta as empresas que mantiverem um posicionamento mais consistente são as que estão construirão maior relevância. De acordo com o ranking, com algumas mudanças de posições, Magazine Luiza, Netflix, iFood, Natura e Ambev são as marcas mais transformadoras durante o isolamento social, de acordo com o público.

“Uma pesquisa da LLYC na Europa e na América Latina com cerca de cem executivos de marketing, entre o fim de maio e início de junho, definiu as prioridades na pandemia: ações de propósito de marcas, cooperação interna e canais digitais. O principal desafio das organizações, com 98% das respostas, foi promover a colaboração entre áreas e departamentos. Para o público externo, cresceu a preocupação com o propósito de marca (73% do total), bem como a experiência do consumidor,” conclui.

Fonte: Dupla Inteligência Editorial – Marco Barone

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Marcas Mais Valiosas do Mundo totalizam US$5 trilhões em 2020

Amazon mantém 1º lugar e é responsável por um terço do crescimento total das Top 100; O TikTok entra no ranking pela primeira vez em 79º lugar

As marcas mais valiosas do mundo viram seu valor total de marca aumentar em 5,9%, apesar dos impactos econômicos, sociais e pessoais gerados pela COVID-19, de acordo com o ranking das 100 Marcas Mais Valiosas do Mundo BrandZTM 2020, lançado hoje pela WPP e Kantar. O valor de marca total das TOP 100 alcançou US$ 5 trilhões, equivalente ao PIB anual do Japão. Isso representa um crescimento de 245% desde 2006, quando o valor total do ranking chegou pela primeira vez a US$ 1 trilhão.

As 100 Marcas Mais Valiosas mostraram que são mais resistentes e menos voláteis na crise atual do que durante a crise econômica global de 2008-9, com um crescimento de US$ 277 bilhões em relação ao ano anterior. O portfólio do BrandZ continuou superando o mercado, incluindo o S&P 500 e o MSCI World Index, e mesmo na atual crise caíram menos que a média global. “Vemos uma melhoria significativa no valor de marca agora em comparação com 10 anos atrás, porque as empresas entendem a importância de investir na construção da marca e, como resultado, são mais fortes e resistentes”, afirma David Roth, CEO da The Store WPP EMEA e Asia e Chairman do BrandZ.

O ranking utiliza dados de avaliações que incorporam o desempenho do preço das ações desde abril de 2020 para refletir o impacto da COVID-19. Em um cenário de incerteza, as empresas que investiram consistentemente em marketing de longo prazo e na construção de marcas fortes conseguiram evitar o pior da crise. Antes da pandemia global, o valor total do ranking estava definido para aumentar em 9%. “Embora a pandemia tenha impactado a todos, independentemente do tamanho ou da geografia, o investimento consistente em marketing pode e ajudará a sobreviver a uma crise”, diz Roth.

A Amazon manteve sua posição como a marca mais valiosa do mundo, crescendo 32%, atingindo o valor de US$ 415,9 bilhões. Tendo entrado no ranking das 100 marcas mais valiosas do BrandZ Global em 2006, o valor da Amazon cresceu quase US$ 100 bilhões este ano e representa um terço do crescimento total das Top 100.

As marcas de tecnologia continuaram a dominar o topo do ranking, representando mais de um terço (37%) do valor das Top 100 e crescendo em geral 10%. A Apple manteve sua posição como a segunda marca global mais valiosa (+14%, US$ 352,2 bilhões), enquanto a Microsoft recuperou a 3ª posição (+30%, US$ 326,5 bilhões) à frente do Google (+5%, US $ 323,6 bilhões) em 4o, devido ao crescimento de seu ecossistema de local de trabalho habilitado para nuvem que incorpora o Office365 e o Microsoft Teams, permitindo que as pessoas mantivessem os “negócios como de costume” durante a quarentena.

As marcas asiáticas representaram um quarto de todas as Top 100, incluindo 17 chinesas. O Alibaba (+16%, nº6, US$ 152,5 bilhões) é a marca chinesa mais valiosa, com a gigante de serviços de Internet, Tencent (+15%, nº 7, US$ 151 bilhões) uma posição atrás.

O BrandZ Top 100 deste ano mostrou que inovação e criatividade são os principais fatores de crescimento, à medida que as pessoas passam mais tempo online. Uma das novas marcas, a rede social de compartilhamento de vídeos curtos TikTok (nº79, US$ 16,9 bilhões) foi a mais nova entrante deste ano, oferecendo conteúdo divertido e de entretenimento gerado pelo usuário.

BrandZ Top 10 Marcas Mais Valiosas do Mundo – 2020

O setor de varejo apresentou forte desempenho, crescendo mais rapidamente (21%) em valor de marca, impulsionado pelos principais players de comércio eletrônico. As marcas de varejo de comércio eletrônico Amazon, Alibaba e JD (+24%, nº 52, US$ 25,5 bilhões) demonstraram inovação e agilidade em tempos difíceis, juntamente com os varejistas mais tradicionais como o Walmart (+24%, nº 27, US$ 45,8 bilhões), que investiu em suas capacidades de e-commerce.

Mais da metade das representantes da categoria de mídia e entretenimento apareceu entre os 20 primeiros que mais cresceram, incluindo o Netflix (+34%, US$ 45,9 bilhões), subindo oito posições para o 26º lugar, Instagram (+47%, US$ 41,5 bilhões), subiu 15 lugares para a 29ª posição, LinkedIn (+31%, 43º, US$ 29,9 bilhões) e Xbox (+ 18%, 65º, US $ 19,6 bilhões) subiram 22 posições.

No entanto, as marcas de energia caíram 22% em valor, os bancos globais caíram 19%, os bancos regionais caíram 11% e os carros caíram 7%.

As marcas também encontraram maneiras novas e criativas de se envolver com os consumidores, construindo confiança e criando um nível de intimidade, principalmente em saúde e bem-estar. A marca Lululemon (+40%, US$ 9,7 bilhões) foi uma das que mais subiu, tendo mudado seu foco de roupas inspiradas em ioga para roupas adequadas ao trabalho, além de oferecer aulas on-line para as pessoas em casa.

“A inovação provou ser um fator essencial para o crescimento das Top 100 deste ano – e uma maneira de evitar o declínio. A criatividade também é uma característica importante e valiosa para as marcas mais valiosas do mundo”, afirma Doreen Wang, Líder Global do BrandZ na Kantar. “Empresas como Amazon, Apple e Google, os gigantes da tecnologia que continuam inovando, combinam com sucesso as duas, continuando relevantes para a vida dos consumidores e facilitando a escolha da marca.”

Destaques do BrandZ Global 2020:

  • A MasterCard entrou no Top 10 pela primeira vez este ano, devido ao forte desempenho financeiro, apoiado pelo crescente valor da marca, especialmente no engajamento dos consumidores: adaptando-se com sucesso às necessidades diárias e ganhando uma estreita conexão emocional por meio de seu posicionamento com propósito.
  • Cinco novas marcas aparecem no Top 100, lideradas pela marca de entretenimento chinesa TikTok, seguida pela UnitedHealthcare (nº 86, US$ 15,8 bilhões), Bank of China (nº 97, US$ 13,7 bilhões), Lancôme (nº 98, US$ 13,6 bilhões) e Pepsi (No. 99, US $ 13,3 bilhões).
    Construir ecossistemas se tornou uma tendência na comunidade empresarial global. A Haier (no. 68, US$ 18,7 bilhões) é a principal marca ecossistêmica da internet das coisas pelo segundo ano consecutivo.
  • Os EUA representaram mais da metade das marcas do ranking. As marcas asiáticas representaram um quarto das Top100, 17 da China (incluindo Alibaba e Tencent no Top 10) e duas do Japão (Toyota e NTT).
  • A sustentabilidade é o novo luxo: atendendo à expectativa dos consumidores jovens de encontrar as características associadas ao luxo, mas com materiais sustentáveis e menos embalagens, quatro marcas de luxo chegaram ao Top 100 este ano, lideradas pela Louis Vuitton (+10%, nº 19, US $ 51,8 bilhões).

    O relatório BrandZ com as classificações das 100 marcas mais valiosas do mundo estão disponíveis para download aqui.

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A importância da humanização das marcas

Em um momento online e robotizado, especialista em branding fala sobre a importância de aproximar as marcas dos clientes para torná-los fiéis

Em um momento em que a robotização e o online estão tomando conta da vida das pessoas, a ideia de humanizar uma marca para torná-la mais acolhedora, adaptada ao seu público de maneira próxima, humana e, principalmente compreensiva, é essencial. Isso significa que a humanização das marcas busca aproximá-las dos clientes por meio de sentimentos, desejos e expectativas.

A internet é um novo mundo de oportunidades e vendas. Tudo passou a ser mais acelerado. “As marca aprenderam a utilizar as plataformas e ferramentas para mapear, monitorar e acompanhar cada passo dos consumidores, e souberam utilizar muito bem as informações para apresentar ofertas cada vez mais micro-direcionadas para os desejos do público, porém, pouco se pensava em detalhes, como por exemplo, as necessidades dos clientes”, conta o especialista em Branding, D.J. Castro, da Nexia Branding.

O especialista explica que cada detalhe é essencial. “As marcas precisam compreender até que ponto podem obter dados das pessoas e restabelecer relações mais humanizadas com elas. Não é necessário abandonar os sistemas de automatização de marketing, mas é imprescindível redimensionar a comunicação para a escala humana, um a um. As pessoas merecem se sentir ouvidas e compreendidas para se tornarem fiéis”, explica.

Humanizar uma marca é aproximá-la do humano, com sentimentos, desejos e expectativas, pode parecer óbvio, mas não é. Castro explica que a necessidade de empatia, consumidor e marca, não surge da noite para o dia, é uma construção. “Dá-se em cada momento de contato, seja no ato da compra ou em qualquer outra ação cotidiana em que a marca é lembrada, é fazer com que a compra seja mais do que apenas de um produto ou serviço, tornando a empatia real, com carinho, afeto e cuidado, ou seja, tocando o coração do cliente”, relata.

De acordo com o especialista, a abordagem das marcas deve buscar se reconectar com a sua essência. “Retomar um contato mais próximo e acessível e deixar um pouco de lado os excessos do passado recente. É uma grande oportunidade para reiniciar as relações com as pessoas, deixando claro o respeito pelas informações, e reconquistando o espaço, passo a passo”, conta.

“As marcas que optarem por esse caminho mais humano, poderão se beneficiar da boa vontade das pessoas que procuram uma conexão mais íntima com a marca, e estas sim vão consentir, de forma consciente, o uso de suas informações para criar experiências melhores. As pessoas querem ter um caso de amor com as marcas, mas é preciso ter respeito nessa relação”, finaliza D.J. Castro.

Fonte: Presse Comunicação Empresarial – NATHÁLIA HEIDORN

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Marcas ganharam visibilidade na Black Friday 2019

Levantamento mostra quais marcas foram mais procuradas pelos consumidores, nos dias anteriores à Black Friday

A Black Friday 2019 revelou que o consumidor brasileiro está mais atento às marcas que investem na Black Friday, motivo pelo qual ganharam destaque na preferência do público, notadamente as lojas de varejo físicas e digitais. Essa foi uma das constatações do levantamento realizado, em conjunto, pelas empresas Blend New Research e Shopper Experience, pertencentes à holding HSR Specialist Researchers. Desde 11 de novembro, as consultorias monitoraram campanhas publicitárias e ouviram, por meio de painel online, 5.880 consumidores de todas as regiões do País.

De acordo com o estudo, marcas de lojas de varejo foram mais lembradas pelos entrevistados do que as de produtos. Quando perguntados se lembravam de campanhas da Black Friday nos últimos dias, independentemente do tipo, 81% dos respondentes disseram que sim. As lembranças com relação às marcas foram, na ordem: Casas Bahia (citada por 25,19% dos entrevistados), Americanas (25,17%), Magazine Luiza (22,94%), TIM (10,23%), Netshoes (10,14%), Samsung (9,72%) e Vivo (7,83%).

Para Valeria Rodrigues, diretora da Shopper Experience, isso ficou mais evidente quando se percebe que as empresas varejistas têm tradição de começar suas campanhas bem antes da data em si (29 de novembro). “Independentemente da mídia, as campanhas das lojas de varejo tendem a ser mais massivas. Mesmo que sejam apresentadas ofertas de produtos, o que fica na cabeça do consumidor é quem vende”, afirma, assegurando que essa pode ser uma oportunidade para os fabricantes, pois o público tem demonstrado interesse cada vez maior em adquirir produtos e serviços que estão na sua lembrança.

No tocante a produtos, a pesquisa mostrou que o consumidor quer aqueles que precisam de constante atualização tecnológica, e nesse sentido os eletroeletrônicos tiveram grande destaque. No levantamento, os mais procurados foram celulares (pesquisados por 50,87% dos consumidores), televisores (31,9%), roupas (17,6%), computadores e notebooks (7,12%), e geladeiras (6,85%). Interessante, segundo ela, é ver que itens como pacotes de viagens e fast food, entre outros itens, começam a aparecer no radar do consumidor.

A pesquisa também observou como o consumidor estava percebendo a edição deste ano em comparação com o ano anterior. De acordo com o levantamento, 61% das pessoas ouvidas entenderam que os preços, este ano, estavam melhor que em outros meses do ano e em comparação a mesma data em 2018. Para 34% estavam no mesmo nível e somente 5% tiveram a percepção que estavam mais altos. Esse cenário demonstra o ganho de confiança da Black Friday, que abandona a imagem de ser apenas uma ação de comunicação promocional, sem trazer o benefício real de preços mais baixos.

Lucas Pestalozzi, diretor da Blend New Research, ressalta outro ponto interessante do levantamento, sinalizando que 52% dos respondentes pretendiam comprar na Black Friday deste ano. “As marcas precisam enxergar as oportunidades de contato – e venda – com o público. Essa consolidação abre espaço mercadológico para que novas datas sejam incluídas no calendário do varejo brasileiro, assim como a Cyber Monday, que, ainda tímida, já passa a ser vista. Anunciantes, setores de produção, prestação de serviços e varejo devem olhar com mais cuidado para esse tipo de ação”, defende. Ele enfatiza, ainda, que quanto mais empresas – de todos os segmentos – aderirem, com promoções realmente efetivas, mais credibilidade a data terá.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Coluna Propaganda&Arte

Você precisa falar com os haters mais do que com os brand lovers?

Você já deve ter ouvido falar do termo “haters”? Possivelmente sim, pois o termo é muito difundido no universo das redes sociais como aquelas pessoas que seguem você apenas para denegrir sua imagem, xingar ou criticar duramente. (com ou sem razão).

Os brand lovers, por sua vez, são os queridinhos da marca, quem protege e defende você de graça. O que às vezes acontece é que nem sempre queremos tê-los ou não lidamos com eles. Quer ver provas disso?

Bem me quer ou mal me quer: como as marcas estão lidando com os Haters?

Com a exposição das marcas nas redes sociais (aquelas que se aventuraram nesse caminho sem volta), vem tem a enxurrada de críticas e alguns elogios. Quem se coloca no meio digital precisa saber se planejar para se comunicar com pessoas de diferentes origens e intenções.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os trolls são aqueles internautas que não querem contribuir em nada na construção da sua marca, estão criticando ou falando coisas aleatórias apenas para confundir. Com esse público, é quase impossível conversar.

Os haters podem ter várias origens e a forma que você vai lidar com ele, pode definir o seu sucesso na rede. Um bom exemplo são os cases de Burguer King, Skol, Chevrolet e Sprite.

De Burguer King a Chevrolet, quem está falando dos seus haters sem medo?

No primeiro caso, a rede de fast-food percebeu uma série de críticas sobre um comercial de vídeo que mostrava um trisal, ou seja, um tipo de casal com três pessoas.

O poliamor, que fora criticado, se transformou em poliamigos, fazendo uma sátira e tirando com bom-humor um assunto importante que é o respeito das diferenças.

A Skol já recebia suas críticas dos haters pontualmente, mas ao invés de não escutar, apagar os comentários ou simplesmente “xingar muito no Twitter” a marca resolveu abraçar esses pedidos, colheu todas as reclamações dos produtos e lançou uma cerveja Puro malte, feita para “haters” e pelos “haters”.

Outra empresa que entendeu bem o ambiente digital foi a Chevrolet que apresentou seu novo carro com comentários dos clientes, tentando entender suas intenções e aproveitar o que era válido em um novo produto para mostrar que todo comentário, negativo ou positivo, pode ser um insight para uma melhoria.

Já a Sprite, apresentou um homem, profissional de pole dance que precisa conviver com diversos comentários na internet, de todo tipo: invalidando aquilo que ele faz ou simplesmente sendo preconceituoso. A marca se aproximou da situação e mostrou sua postura, mostrou seu DNA. Tudo a ver como momento de valorização do propósito das marcas que estamos vivendo.

Brand lover indesejado: a sociedade é mesmo incontrolável

Você já percebeu que se posicionar nas redes sociais é complicado. Sempre temos que conter crises, saber ser transparente e lembrar dos objetivos da marca. Se você estiver fazendo algo fora disso, sendo hipócrita em algum momento, as pessoas vão cobrar. Assim, nascem muitos haters, pessoas que dedicam seu tempo e saúde para expor raivas, injustiças ou incompreensões ligadas a sua marca. Mas nem todo brand lover, ou amante da sua marca, pode te proteger desse cenário. Na verdade, o próprio brand lover pode ser um problema. Sabe como?

Veja a nova onda de moda “outfit”. Não são apenas roupas de marca caras e com foco no público urbano e jovem (até adolescente), estamos falando de uma grande tendência que vai conversar com públicos além da classe A, que deveria ser o público-alvo.

Precisamos ir além do público-alvo, haters e brand lovers

As marcas de luxo são um bom exemplo de quando seu público-alvo nem sempre é o grande brand lover. Às vezes, a classe C está mais ligada a uma marca cara do que a classe B ou até A.

Essa busca por status pode gerar brand lovers indesejados, pois essa camada poderá se esforçar para comprar algo original ou fomentar o comércio de réplicas ou falsificados. Mas será que isso é ruim? A marca quer vender não importa para quem?

Nem sempre. Acho que como todo publicitário e “marketeiro” de plantão, precisamos entender as relações da sociedade como algo caótico que merece estudo e ações pontuais. Por exemplo, o crescimento do consumo de classes menores pode sim movimentar altos valores de marcas de luxo, mas nunca esse será o foco da marca, pois ela preza por outros elementos, um estilo que vai muito além da roupa. Na verdade, a roupa acaba sendo um acessório, muitas vezes de menor fidelidade para uma classe maior. Ela tem tantas marcas de luxo que não elege uma favorita. Por incrível que pareça, essa pode ser a realidade de muitas pessoas que consomem, mas estão longe de serem brand lovers.

No final, fica o aprendizado que nem sempre temos os brand lovers que desejamos, mas precisamos reconhecer e tratar todos bem. Como? Daí eu deixo para vocês pensarem em como e se devemos agir quando haters e lovers saem do nosso controle. Como você está lidando com os seus?

Obs.: E não se esqueça, como diria o filósofo dessa geração: “haters gonna hate”. Sendo assim, seja você, seja verdadeiro como marca e siga em frente!

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Empresas devem ser influenciadoras

Empresas precisam atuar mais como influenciadoras na era da Transformação Digital

“As pessoas estão procurando marcas e produtos que tenham ligação com suas próprias causas. Como as empresas devem se preparar para corresponder a estas expectativas?”,questiona Raíssa Garifalakis, Business Strategy Designer do CESAR, durante palestra “O Novo consumidor: conectado e em rede”, na HSM Expo 2019. Para a especialista, as compras são cada vez mais motivadas pelo aspecto emocional, e quem não começar desde já a aprender como se movimentar neste novo cenário corre sério risco de perder a relevância.

Raíssa Garifalakis, do CESAR, Bia Granja, da YouPix, e Laureane Cavalcanti, da DeepDive (Foto: Rodrigo Rodrigues/Divulgação)

Segundo a fundadora da DeepDive, Laureane Cavalcanti. um dos primeiros passos que precisam ser dados é agir rapidamente para obter uma definição clara sobre a essência da marca. Aquilo que é sua verdadeira causa. Quando isso fica claro, não só o consumidor, mas também os colaboradores, quando são contratados, já entram com vontade de defender a causa juntos. “Essa é uma preocupação que já começa a tomar conta da agenda dos altos executivos e executivas das companhias”, disse.

Hoje em dia a verdade sempre aparece

Mas de nada adianta ter um discurso engajado por fora e não praticar aquilo internamente. “Tenho conversado com muitas empresas que afirmam querer fazer estratégias de comunicação defendendo algum tipo de causa sensível. Quando isso acontece normalmente eu pergunto: mas como esse tema é trabalho dentro da companhia? Vocês já atuam da maneira que querem que as pessoas atuem? Neste momento a resposta muitas vezes é: não. Isso nós ainda não fazemos. Neste caso a orientação é: então não faça essa comunicação, porque hoje em dia a verdade sempre aparece”, destaca a cofundadora e CCO da YOUPIX, Bia Granja.

A especialista pondera que, para se conectar ao novo consumidor, as empresas precisam atuar verdadeiramente como influenciadoras, e isto significa ser relevante na vida da pessoa ao ponto de ela promover mudanças em seu comportamento em função do conteúdo que a marca oferece.

Na construção de branding estão caindo os conceitos de B2B e B2C. “Agora, praticamente todas as relações se integram a uma abordagem P2P. É de pessoa para a pessoa. Mesmo quando envolve apenas empresas, de fato, na prática, trata-se de uma pessoa falando com outra pessoa. Sendo assim, as relações pessoais voltam a ser relevantes para a estratégia”, adverte Laureane.

Em sua avaliação as empresas sempre tiveram um comportamento de ditar as regras. Elas determinavam o preço e como seria o produto. “Isso não será mais assim”, sentenciou. “Por isso, não adianta querer fazer transformação digital se a companhia nunca teve nem relacionamento com as pessoas por meio das redes sociais. A customização é fatal e será necessária, mas não dá para se atrever a oferecer conteúdo customizado se você não tiver conhecimento do consumidor”, completou, declarando que precisa haver bom senso.

É preciso ter plena certeza se a pessoa que vai receber o conteúdo tem algum interesse real sobre a sua marca. “Ninguém quer mais ter uma caixa de e-mail com mais de mil mensagens não lidas porque empresas que nunca ouvimos falar ficam nos mandando promoções de produtos nos quais nós não temos o menor interesse”,pondera a executiva.

As organizações, contudo, não podem cair na tentação de colocar suas necessidades em primeiro lugar. “Investir em esforços para agradar investidores, se posicionar para uma situação agradável na imprensa. Isto tudo já teve o seu valor, mas estamos em um novo tempo”, sentencia.

As empresas precisam ouvir as pessoas

Bia destaca que 84% das conversas que as pessoas têm atualmente não são detectadas por nenhum tipo de mecanismo de buscas. Elas são feitas em ambientes independentes como grupos de Whatsapp e outras plataformas. Assim, fica cada vez mais difícil monitorar o que os consumidores estão falando sobre as empresas.

“Algumas companhias já estão usando inclusive o conceito de morning briefings, no qual são feitas reuniões diárias e as pessoas trazem informações sobre os temas em que estão envolvidas. Se as empresas não circulam nestes meios, as pessoas estão circulando. Então as empresas precisam ouvir as pessoas”, explica.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Ana Carol Cortez

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Nova identidade visual e posicionamento

Superunion cria novo posicionamento e identidade visual da Cielo

Consultoria de branding do grupo WPP desenvolve estratégia de marca e nova identidade visual

A crescente digitalização do mercado de pagamentos está mudando a cultura financeira global de maneira profunda. Sintonizada nessa tendência e com o desafio de se preparar para nesse novo cenário, a Cielo designou a Superunion, empresa especializada em brand consultancy do WPP, para desenvolver a sua estratégia da marca. A partir de um mergulho profundo no negócio e no contexto da marca, a Superunion criou o novo posicionamento, que traduz o atual momento da companhia e a prepara para o futuro. “Cielo: o seu negócio, infinitas possibilidades” é o conceito que mostra um foco maior da marca em seus clientes. Uma estrutura muito mais fluida, digital e próxima. Nessa nova leitura, a Superunion criou também a nova identidade visual, com uma marca mais simples, leve e que reforça valores humanos em um mundo altamente conectado.

“O resultado é uma marca posicionada a partir da essência da empresa, respeitando e valorando a trajetória de sucesso da companhia, que ao mesmo tempo aponta para o futuro da categoria trazendo um universo de soluções que oferece infinitas possibilidades para todos os perfis de negócios”, afirma Janet Riddell, consultora de estratégia da Superunion.

A head de Marketing da Cielo, Simone Cesena, explica o projeto: “A Cielo está no Brasil inteiro e é para todos. Está presente junto ao comércio brasileiro em todos os momentos do dia. Ampla, presente, ilimitada, assim como o céu. É essa dimensão que a nova marca traz para o negócio, reforçando a nossa essência: ser como o céu. Com isso nasce a nova assinatura: ‘O seu negócio, infinitas possibilidades’. Endossando não só a amplitude, mas o espírito inovador da companhia”.

Ficha técnica:

Criação: Shingo Sato, Andrei Piucco, Robson Maciel, Isabela Carvalho, Mayara Grühauser e Robson Henriques

Direção de criação: Carlos Vale

Atendimento: Fernanda Klebis Dias

Estratégia de Marca: Marcelo Bicudo e Janet Riddell

Fonte: Galbraith PR – Marco Barone

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Rebranding de marca na Minalba

Minalba Brasil anuncia rebranding do seu Portfolio de Marcas

Essa representa a maior mudança no negócio de alimentos e bebidas do Grupo Edson Queiroz. O trabalho teve apoio da Agência Ana Couto.

Atenta aos movimentos do mercado e ao comportamento do consumidor, a Minalba Brasil lançará em julho o novo posicionamento adotado por todas as suas marcas. “Conectando negócio, marca e comunicação, o movimento de mudança vem fundamentado no consumidor, ele é nossa razão de existir. Nosso olhar atento para tendências e comportamento nos permitiu redesenhar a estratégia do negócio, com o propósito de nutrir o apetite dos brasileiros de transformarem seus mundos, esse é o jeito Minalba Brasil de atuar e com as nossas marcas não seria diferente” diz Camila Coutinho, Gerente Nacional de Marketing da Minalba Brasil. Os posicionamentos adotados conversam com essa sede por desafios e transformação.

As marcas estratégicas, Indaiá e Minalba, já são hoje líderes em recall e/ou preferência em seus segmentos de atuação. Com a implantação da fase conclusiva do projeto de Branding, a proposta de valor das marcas ficará ainda mais tangível- tanto das marcas estratégicas, quanto das marcas que hoje performam em outras categorias, a exemplo dos sucos, refrigerantes e energéticos. “Nossa meta é gerarmos diferenciação conectando pessoas, marcas e resultados, em observância ao legado de relacionamento já construído, e respeitando a cultura e os costumes de cada cantinho desse imenso Brasil que acolhe tão bem ao nosso portfólio”, acrescenta Camila Coutinho.

A expectativa de impacto no mercado é bastante positiva. As discussões internas sobre o negócio como um todo iniciaram em 2014, e em 2015 a Minalba Brasil deu início ao projeto de Branding, que teve sua implantação iniciada em 2018. O período de construção foi um ponto de partida e a transformação não para. “Toda a estrutura da Minalba Brasil tem trabalhado assertivamente para oferecer o produto certo, para o apetite certo. Isso requereu mudanças em todo o nosso modelo de atendimento ao mercado e o trabalho com as estratégias de marca e comunicação nos permitirá tangibilizar nossos posicionamentos, engajando nossas marcas aos nossos consumidores, gerando propósito e criando um ecossistema de valor que garanta nossa perpetuidade em harmonia com nossos valores e a sociedade”, diz a gerente.

O investimento nesse projeto como um todo, entre estudos, construção e implantação girou em torno de 25 milhões. O trabalho foi construído a quatro mãos por um time multidisciplinar muito interessante. “Tivemos o suporte da Agência Ana Couto desde o início, trazendo a metodologia e o know how necessários, passando pela construção das estratégias de marca e comunicação até a tangibilização do conteúdo com as campanhas; nossa agência, a G Marketing, está conosco há alguns anos, conhece nosso DNA e segue suportando as estratégias, além do time interno que deu show, composto por Marketing, Trade, Vendas e demais áreas do negócio que foram fundamentais para o sucesso dessa empreitada” complementa Camila.

Próximos Passos

Em linha com o mercado e esse momento de transformação, a Minalba Brasil segue focada no portfólio. A empresa faz parte da divisão de alimentos e bebidas do Grupo Edson Queiroz e pretende incrementar cada vez mais sua oferta ao mercado, seja por fusões, aquisições ou desenvolvimento próprio. “Recentemente lançamos nosso mel, um produto orgânico, com as melhores certificações da categoria, voltado para o consumidor que busca saúde e qualidade de vida e startamos com o pé direito nossa atuação no segmento de alimentos. Também temos outras parcerias sendo estudadas em paralelo, tanto para o mercado interno, quanto externo”, encerra.

Fonte: Engaja Comunicação – Leonardo Heffer – Coordenador de Conteúdo

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Coluna Branding: a alma da marca

Na era da informação teremos mais blanding e menos branding?

É sabido que boa parte dos especialistas indicam que as maiores marcas da atualidade tendem a perder importância ou até sumir nos próximos 10 anos. Isso se dá pelo fato da marca não conseguir ser digital. Digo ser, e não se adaptar, existe uma distância muito grande entre estas situações. O próximo passo da existência digital é não haver mais um meio digital e sim um mundo digital, onde as marcas deverão ser nativas deste modelo para terem competitividade. A chegada da internet das coisas, da inteligência artificial, da impressão 3D nas residências,da entrega por drone, tudo isto prevê modelos de negócios cuja interação estará cada vez mais por caminhos online.

Imagine a cena, uma mulher que escolhe um escarpam novo usado por uma atriz com quem se identifica, pelo vidro do seu box enquanto toma banho, assistindo a um filme. Verifica a modelagem 3D, se vendo em uma representação digital sua com o calçado, discute com uma atendente com inteligência artificial que rastreia seu perfil de compra por big data, compra por cripto moedas e recebe em 1 hora o produto em casa vindo de drone. Todas estas tecnologias aqui citadas já estão disponíveis, basta apenas que uma marca as implemente nativamente e a popularizem.

Imagem de rawpixel por Pixabay

O universo digital muito em breve assumirá o papel do maior shopping que já vimos e ocupará o espaço na vida das pessoas. Isso muda a cultura do comércio, isso muda a forma de produzir, isso muda a necessidades de empregar pessoas. Isso muda tudo.

O problema aí é que o mundo digital é tão veloz quanto fulgaz, e o trabalho de construção de marca pode aos poucos ir ficando obsoleto, para um tendência a perecividade da marca. Vejamos como exemplo a cadeia napster, torrent e o próprio Spotify. Chegaram, dominaram, explodiram como marca e perderam importância dentro de um mesmo segmento em poucos anos. São blandings, construções perecíveis de marcas e que contrapõe ao branding, como modelos de marcas criadas para não terem uma obsolescência programada. O mesmo vem acontecendo com as redes sociais Facebook com a tendência de queda e migração programada para o Instagram ou até outros.

Vejam que estas marcas são todas nativas digitais, portanto, vocês conseguem imaginar a dificuldade que possuem as marcas tradicionais para saltarem nessa direção?

Seria o fim do branding?

Vejam outro lado, notícias chamam a atenção para a volta do Mappin loja de varejo gigantesca que encerrou suas portas na década de 80 e que agora está de volta no mundo digital, usando toda uma construção de identidade física para credibilizar um serviço online. Isso não é branding?

Do meu ponto de vista o segredo desse novo mundo para a construção de marca é saber o que precisa ser construído com perenidade e também saber aproveitar aquilo que precisa ser perecível. Entender que o Branding precisará englobar o blanding e conviver com este barulho. Não acredito que o limite para essas tendências esteja claro para alguém ainda, em breve veremos aquilo que só precisa explodir por um tempo como uma tendência de moda e aquele negócio que precisa durar e ter uma promessa enraizada e profunda, ganharemos assim mais uma ferramenta na gestão de marcas.

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Dança das cadeiras

Quase carnaval, mas o mercado não para

O vai e vem de profissionais na área de comunicação segue em ritmo acentuado. Confira algumas das últimas trocas de posição do mercado de comunicação e marketing.

Arison Sonagere, sócio proprietário da Atributo Branding e articulista deste blog, assumiu na semana passada a coordenação do curso de Publicidade e Propaganda da Anhanguera SJC. O desafio será reposicionar a marca e encontrar novos caminhos para o curso. Uma de suas primeiras ações foi lançar uma fã page chamada NPP/SJC com o objetivo de interagir com o mercado.

Há novidades também pelo lado CCR. Moisés Rosa acaba de assumir o posto de Analista de Comunicação na CCR NovaDutra.

E a jovem publicitária Débora Carvalho é a mais nova contratação da CoreBiz, agência sediada em São Paulo. Ela assume posição como designer. Débora já tem passagens por Verge Parceria Estratégica (Taubaté) e Focusnetworks – OnLife Marketing Transformation (SJCampos).

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