Transformers de um modo diferente

Via Vale oferece um outro jeito de assistir Transformers
Nas salas do Cinemark do shopping, cinéfilos podem acompanhar o filme com a melhor tecnologia XD

Os apaixonados por cinema não podem deixar de conferir o último lançamento na melhor sala de cinema do Vale. Por isso, o Cinemark do Via Vale Garden Shopping convida a todos os cinéfilos para conferirem o Transformers: O Último Cavaleiro com o melhor da tecnologia XD da rede.

Com as opções de assistir o filme dublado ou legendado, o Cinemark oferece quatro horários diferentes para quem quiser viver essa experiência. Os horários podem ser conferidos no site da Cinemark (www.cinemark.com.br).

A tecnologia Extreme Digital Cinema – XD consiste em salas com telas 40% maiores que as convencionais e uma sonorização sete vezes ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D, deixando a vivência de ir ao cinema ainda mais fantástica.

Em Ritmo de Fuga

Passeando pelo Brasil promovendo seu filme, Ansel Elgort é quem estrelará o filme “Em Ritmo de Fuga”, que já está com a bilheteria aberta para a pré-venda. As entradas já podem ser adquiridas no site da Cinemark pelos valores regulares de bilheteria.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale Garden Shopping

Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil

Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil para interpretar, pela primeira vez em carne e osso, a Turma da Mônica
Escolhidos vão estrelar o primeiro filme de trilogia nos cinemas, ‘Laços’, que narra o amor incondicional do Cebolinha pelo seu cão desaparecido Floquinho, em aventura com Mônica, Magali e Cascão

O desenhista Mauricio de Sousa seleciona crianças de todo o Brasil para interpretar os personagens mais famosos da ficção infantil brasileira, também conhecidos em outros 29 países: Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Esta é a primeira vez em mais de 50 anos, desde que foram criados, que os integrantes da Turma da Mônica sairão dos quadrinhos, de onde fazem parte do imaginário de gerações de brasileiros, para trilogia nos cinemas em carne e osso (ou ‘live action’). Os interessados em atuar no primeiro filme, intitulado ‘Laços’, podem se inscrever gratuitamente pelo site turmadamonicaofilme.com.br, até 15 de maio.

Baseado na graphic novel homônima mais vendida no mercado brasileiro, o longa ‘Laços’ narrará a história de amor incondicional de uma criança pelo seu cãozinho de estimação e a importância da amizade. No roteiro, Floquinho desaparece e o seu dono, Cebolinha, conta com a ajuda dos amigos Mônica, Magali e Cascão em um plano infalível para encontrá-lo. A história une o clássico dos personagens do Mauricio de Sousa a uma narrativa repleta de emoções e perigos, roteirizada e desenhada por Lu e Vitor Caffagi. O filme, que chegará aos cinemas do Brasil e da América Latina em junho de 2018, é uma coprodução da Quintal Digital e Latina Estúdio com a Mauricio de Sousa Produções.

As inscrições dos candidatos devem ser realizadas por seus responsáveis legais, sendo que as idades mínima e máxima exigidas são de 8 (oito) e 12 (doze) anos completados em 2017, respectivamente. É obrigatório que os candidatos apresentem boa frequência na escola e aproveitamento escolar satisfatório em instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). O site do filme disponibilizará formulário pelo qual deverão ser enviados até três fotos junto com link do YouTube, em até 1 (um) minuto de duração, com performance artística de livre escolha da criança relativa ou não aos personagens dos quadrinhos. Para concluir o cadastro, os representantes também deverão disponibilizar os seus contatos (telefone e e-mail), além informações sobre perfis e medidas pessoais dos aspirantes. Não é exigido o registro profissional para atores, popularmente conhecido por ‘DRT’.

Todo o processo seletivo, gratuito, será realizado na cidade de São Paulo e os locais serão informados com antecedência aos candidatos pela produção do longa. Envolve audições e testes de atuação artística, entre maio e julho, além de oficinas e laboratórios de vídeo, em agosto. Possíveis despesas com transporte, acomodação e alimentação de candidatos e seus responsáveis legais durante esse período deverão ser arcadas de forma exclusiva pelos participantes.

As crianças serão avaliadas por uma banca liderada pelo diretor de ‘Laços’, Daniel Rezende, e que também será composta por produtores da Quintal Digital e da Latina Estudio. Todas as etapas de produção são supervisionadas pelo pai da Turminha, que se diverte diante de uma ansiedade incontida em ver as suas criaturas humanizadas. “Será que abriremos mão do roteiro original e o Floquinho virá com pelagem branca ou manteremos o esverdeado que o consagrou? E o Cebolinha, virá só com poucos fios de cabelos espetados ou lhe daremos uma cabeleira mais generosa?”. A brincadeira também questiona a percepção dos fãs sobre a adaptação que o cinema exige.

Critérios
“Como seria se a Turminha existisse de verdade?”. Esta é a questão que, segundo o produtor executivo Cao Quintas, norteia todo o trabalho da equipe de produção. Desde a criação do primeiro personagem – o Cebolinha em 1960 – Mauricio de Sousa sempre se pautou pela observação do cotidiano de gerações de crianças e da família dentro e fora do Brasil. “São hábitos, características e tipos diversos, que traduzem a identidade social de vários povos dentro e fora do Brasil, como a dislalia do Cebolinha e o prazer pela comida ainda na infância representado pela Magali, o amor pelos animais de estimação como Floquinho, entre outros aspectos”, explica o desenhista. Quintas ainda ressalta o resgate dos valores universais que os personagens transmitem. “O filme mostrará a origem dos Laços que mantêm a Turminha unida há mais de 60 anos”, revela.

De acordo com Rezende, o principal critério para seleção levará em conta a similaridade entre essas personalidades dos quadrinhos com as características dos candidatos. “Nós não queremos, e nem conseguiríamos, moldar a espontaneidade dessas crianças àquilo que já existe na ficção. Por isso estamos em busca do que há de mais próximo entre o mundo real com a criação do Mauricio. É uma troca entre esses dois lados”, explica. As outras qualidades que serão avaliadas nos candidatos são talento artístico, desenvoltura em cena e interação entre atores.

Questionado sobre as futuras cobranças dos fãs, Rezende afirma: “Manteremos boa parte das características dos personagens, mas é certo que o público pode esperar por novidades. Isso porque o cinema explora bem o sentido visual e trabalha com imagem em movimento, diferente dos quadrinhos. Então, estamos avaliando como serão as passagens de câmeras e dos atores em cena, assim como figurinos e maquiagem, por exemplo. Temos uma equipe que já pesquisa e desenvolve vários testes de adaptação”.

Rezende diz que existe grande possibilidade de novos personagens serem criados especialmente para o filme ‘Laços’ e manda um recado para adultos e crianças. “Nem eu, nem o Mauricio de Sousa, incentivamos a competição entre os candidatos que vão participar da seleção. Por favor, entendam muito mais como um processo em que se busca extrair a similaridade da ficção com o mundo real do que com uma disputa”, afirma.

Em agosto deste ano, Daniel Rezende estreará nos cinemas o filme ‘Bingo: O Rei das Manhãs”, cinebiografia de Arlindo Barreto, que interpretou o palhaço Bozo em programas infantis de TV nos anos 80. O profissional já foi indicado ao Oscar pela edição de ‘Cidade de Deus’, em 2004, e ganhou o prêmio BAFTA, da Britsh Academy of Film and Television Arts, também como editor.

@SigaOFloquinho
O filme ‘Laços’ já tem o seu primeiro ator escalado no elenco. Trata-se do cãozinho da raça Lhasa Apso que dá vida no mundo real ao Floquinho. Atualmente, o animalzinho vivencia uma rotina diária de treinamentos em São Paulo para estrear na telona. “Estamos socializando o Floquinho, por meio de brincadeiras e alguns truques de adestramento. A intenção é ensina-lo a entender a linguagem humana, para que possa se comunicar de forma mais natural nos sets de filmagem”, revela Elias de Oliveira, treinador do Floquinho, que possui mais de 41 anos de experiência na área e acumula experiências em trabalhos com animais em cinema, televisão, comerciais e internet.

O cãozinho de estimação do Cebolinha ficou imortalizado nos quadrinhos por ter uma farta pelagem, para lá de original, na cor verde, fato que espalha dúvida por onde passa e permite esconder objetos da Turminha de diversos tamanhos. “Estamos desenvolvendo alguns testes para dar vida às características originais dos quadrinhos e tenho certeza de que os fãs vão adorar o resultado. Se na vida real o cãozinho já tem todo um charme, imagina quando estiver sendo visto na telona? Será incrível!”, finaliza Rezende.

Os fãs podem interagir e acompanhar a rotina do Floquinho por meio do perfil oficial @SigaOFloquinho no Facebook e Instagram.

Sobre Quintal Digital e Latina Estúdio
A Quintal Digital desenvolve trabalhos destinados ao entretenimento em família, como as séries de animação Alladin e Turma do Pateta, para a Disney, e o longa-metragem Anastacia, da Fox Estudios. Já a produtora Latina Estudio atua com coproduções internacionais, por meio de filmes reconhecidos nos principais festivais audiovisuais do mundo, como Cannes, Veneza, Havana e Gramado. Os premiados Tony Manero e Post Mortem, do diretor chileno Pablo Larraín, fazem parte do line up da produtora.

Sobre a Mauricio de Sousa Produções
A Mauricio de Sousa Produções (MSP) é a maior empresa de produção de quadrinhos do Brasil, com mais de 50 anos de história e responsável por uma das marcas mais admiradas do país, a Turma da Mônica. Na área editorial, possui um dos maiores estúdios do setor no mundo – são mais de 300 títulos até hoje. A companhia responde por 80% das vendas de histórias em quadrinhos do mercado brasileiro. E ainda há outros números impressionantes: são mais de 400 personagens criados e mais de 1 bilhão de revistas vendidas. Não à toa, as revistas da Turma da Mônica participam de forma tão importante da alfabetização informal de milhões de brasileiros. A MSP investe em tradição com inovação e produz hoje conteúdos em todas as plataformas com a mais alta tecnologia, alinhando educação, cultura e entretenimento. No licenciamento, a empresa trabalha com uma média de 150 empresas que utilizam seus personagens em mais de 3 mil itens.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Rodrigo Cabral – Marcelo Affini

Barato de cinema está de volta ao Via Vale

O valor do ingresso varia entre R$ 5 e R$ 12 reais de segunda a quarta-feira

A promoção da rede CineMark está de volta ao Via Vale Garden Shopping. De segunda a quarta-feira os clientes podem assistir aos novos lançamentos de Hollywood por um preço super barato.

A promoção voltou com tudo, os últimos lançamentos do cinema são de tirar o folego, filmes como: Logan, 50 tons mais escuro e Kong ilha da caveira, estão na programação do cinema neste mês de março. Além da estreia de um dos filmes mais esperados do ano “A Bela e a Fera”.

A promoção barato de cinema é valida de segunda a quarta-feira, para as sessões em 2D, que saem a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia), e para as sessões em 3D, que saem R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia).

Rede Cinemark no Brasil
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 610 salas de cinema em 82 complexos distribuídos por 45 cidades em 17 estados e o Distrito Federal.

Fonte: Pilares RP

Cine especial no Via Vale

Via Vale tem cine especial para mães e bebês

O Via Vale Garden Shopping realiza a terceira edição do CineMaterna, na próxima quarta-feira (08). A sessão é organizada especialmente para mães e bebês de até 18 meses, com sala adaptada e muito carinho.

O encontro dessa quarta terá início às 14h10, e o filme escolhido por votação pelas mamães será o romance adaptado do segundo livro da trilogia de E. L. James, “50 tons mais escuros”, sucesso de bilheteria.

O filme é inusitado, mas as mamães terão tranquilidade para curtir a sessão. No local, trocadores equipados com fraldas, pomadas e lenços umedecidos – que podem ser usados gratuitamente – e um tapete emborrachado para os bebês que já engatinham, garantem a praticidade. Além disso, mães voluntárias recepcionam e auxiliam o público.

Na hora de exibir o filme, o bem-estar do bebê é levando em conta: o som, o ar-condicionado e a iluminação são bem suaves, tudo para garantir uma sessão tranquila. Vale lembrar que toda a família é bem-vinda nos encontros, que acontecem mensalmente.

Coluna Propaganda&Arte

No mês mais vermelho do ano, refleti sobre essa cor 

Esse não é um artigo sobre o Natal. Muito menos sobre os motivos do papai-noel icônico ser vermelho. Nem da influência daquela marca vermelha de refrigerantes em nossa cultura (que por sinal fez uma bela campanha natalina – “6224 Obrigados”). Nada disso. O assunto desse artigo é sobre a cor vermelha e como ela está intimamente ligada às artes, dentro e fora da propaganda.

Segundo alguns sites, o vermelho transmite energia, paixão e ação. Mais especificamente, o vermelho está ligado às nossas necessidades mais físicas, como a sexualidade, por exemplo. Não por acaso, esta é a cor do amor, do romance, do sexo e em várias propagandas e filmes é usada para estimular a ação, a ambição e a determinação.

Na 7ª arte, lembro do filme Beleza Americana (1999), que conta com uma cena clássica onde nosso personagem devaneia sobre a aparição da amiga de sua filha, no teto, nua, ou melhor, vestindo apenas pétalas de rosas (vermelhas), como em um sonho, daqueles que Freud adora. Está tudo ali, paixão, vontade, desejo sexual, vermelho, vermelho, vermelho, presente também em outras cenas do filme, com no sangue, no carro, no uniforme, na porta, nos objetos de cena, e claro, nas flores.

No universo da música, é impossível não falar da canção imortalizada na voz de Daniela Mercury: Vermelho. Nesse caso, é interessante ressaltar nesta letra a citação ao comunismo, ao boi Garantido, ao curral (que por algum motivo vermelhou e até hoje eu não sei como), a fragmentos da nossa cultura e do folclore brasileiro muito bem lembrados pelo compositor.

Para esse artigo eu fiz uma pesquisa e tive uma feliz descoberta! Um artista que faz parte de um movimento artístico do Barém (do Golfo Pérsico) e sua obra que fala sobre o movimento, a liberdade e a transição entre o físico e o líquido.

Confesso que me inspirou e me fez lembrar um aspecto físico da luz vermelha. Ela só é dessa cor, devido ao seu cumprimento de onda. Ou seja, luzes mais lentas chegam até nossos olhos com menos velocidade e nós interpretamos como outras cores. (Físicos de plantão, me corrijam se estiver errado!).

Nesse ponto tudo faz sentido. O vermelho é a cor mais rápida, na prática chama mais nossa atenção. Está no trânsito, nos comércios, nas marcas e em tudo mais, basta prestar atenção. Isso explica, por exemplo, no mundo dos quadrinhos, porquê sempre o personagem mais rápido está atrelado de alguma maneira à cor vermelha. Basta olhar o uniforme do Flash, super-herói famoso por ser o mais rápido de todos.

Depois de tantas voltas, chegamos ao ponto final. Foi rápido, eu sei, afinal o assunto é sobre a cor mais rápida de todas e não poderia ser diferente. E para fechar o artigo e o ano de 2016, ainda envolvido por essa cor e nesse clima quente e festivo, quero agradecer a quem me acompanha e apoia aqui no blog e fora dele, pois saibam, faz toda diferença. (Agora devo estar vermelho de emoção, mas é normal, logo passa).

Faço também aqui minha promessa de usar toda essa energia para iniciar mais um ano, falando de arte, propaganda e, por que não, sobre a vida, com o mesmo amor, paixão e emoção que o vermelho me ensinou. Ótima virada a todos! Obrigado.

Warner Bros. Pictures usa realidade aumentada

Warner Bros. Pictures usa realidade aumentada para divulgar animação Cegonhas – A história que não te contaram em abrigo de ônibus no Rio

Campanha da agência J. Walter Thompson em parceria com a Clear Channel divulgou o novo filme infantil em mobiliário urbano

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A Warner Bros. Pictures escolheu a cidade do Rio de Janeiro como novo abrigo das cegonhas. Para divulgar o lançamento nos cinemas de sua animação infantil, a empresa trouxe os personagens do filme em uma tela interativa no mobiliário urbano da capital carioca.

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O recurso de realidade aumentada foi utilizado para reproduzir o vôo desconsertado dos protagonistas de Cegonhas – A História que Não te Contaram, misturando imagens reais do ambiente com a divertida animação dos personagens, o que atraiu a atenção do público. Quem assina a ação é a agência J. Walter Thompson, em parceria com a Clear Channel, responsável por instalar o painel digital em um abrigo de ônibus próximo ao shopping Rio Sul, na Zona Sul da cidade.

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Assista ao vídeo case

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Danúbia Paraizo

Documentário aborda os tempos da censura

Documentário relata resistência do Estadão à censura militar

Estranhos na Noite – Mordaça no Estadão em Tempos de Censura tem pré-estreia neste sábado (20) em sessão única no Memorial da Resistência

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Um dos períodos mais emblemáticos da história do Estadão acaba de virar filme. A resistência do jornal durante a ditadura militar e a censura pela qual o veículo passou são o tema do documentário Estranhos na Noite – Mordaça no Estadão em Tempos de Censura, com pré-estreia em sessão aberta neste sábado (20), às 14h, no Memorial da Resistência de São Paulo (antiga sede do Departamento de Ordem Política e Social – Dops).

Com roteiro do jornalista José Maria Mayrink, direção do cineasta Camilo Tavares e produção do próprio Estadão, Estranhos na Noite – Mordaça no Estadão em Tempos de Censura mostra os fatos desse período, por meio de depoimentos dos jornalistas e outros profissionais que trabalhavam na redação naquela época.

O filme também traz depoimentos das atrizes Eva Wilma e Irene Ravache e do ex-ministro Delfim Neto. O jornal foi único veículo a recusar a autocensura e, por isso, teve censores atuando diariamente por três anos em sua sede como forma de proibir a publicação de notícias incômodas ao governo.

Para contar os bastidores dessa história única na imprensa brasileira e mundial, Mayrink, também autor do livro Mordaça no Estadão, e Tavares, que já havia dirigido o premiado O Dia que Durou 21 Anos, entrevistaram os jornalistas Ricardo Kotscho, Miguel Jorge, Carlos Chagas, Oliveiros Ferreira, Fernando Mitre, Flavio Tavares, Sérgio Mota Melo e outros profissionais que participaram desse importante capítulo da história brasileira.

Estranhos na Noite conta ainda como nasceu a estratégia de denunciar a censura aos leitores publicando versos de Luiz de Camões e receitas culinárias no lugar das notícias proibidas. Também relata como, mesmo depois do fim desse controle, o regime militar perseguiu jornalistas do Estadão com prisões, torturas e ameaças de morte.

Além dessa estreia, serão promovidas sessões de exibição com os funcionários do Grupo Estado e com o público externo em salas de cinema comerciais, instituições de memória, palestras em faculdades de jornalismo, entre outros eventos. Também serão distribuídos DVDs a leitores, mercado e outros públicos a serem definidos.

Serviço:
Sessão de pré-estreia do documentário Estranhos na Noite – Mordaça no Estadão em Tempos de Censura
Data: 20 de fevereiro (sábado), às 14h
Local: Memorial da Resistência de São Paulo (Largo General Osório, 66 – Luz)
Entrada gratuita (vagas limitadas) – serão distribuídas senhas no local a partir das 13h30

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Marcas unem forças em ação

Outback invade sala da Cinemark em ação inédita para celebrar 18 anos das marcas no Brasil

Na ação interativa, o ator e humorista Robson Nunes aparece ao vivo na telona e surpreende as pessoas dentro da sala de cinema

O Outback Steakhouse e a Rede Cinemark se uniram para uma intervenção inédita em comemoração aos 18 anos das duas marcas no Brasil. Na ação, o Outback surpreende os espectadores em duas sessões nas salas da Cinemark e interrompe o trailer com uma interação ao vivo do ator e humorista Robson Nunes com a plateia.

Após conversar e interagir com alguns dos convidados, o ator revela o motivo da intervenção e convoca todos a cantar um grande Parabéns para o Outback e Cinemark. A surpresa fica completa com a chegada dos Outbackers, que entram na sala agitando o Parabéns e distribuindo o brownie que compõe o Chocolate Thunder From Down Under®, uma das mais famosas sobremesas do restaurante.

A divertida surpresa no cinema resultou em um vídeo que mostra as reações dos clientes e toda a comemoração da data especial. O vídeo será veiculado em todas as plataformas digitais de ambas as marcas e nas sessões da Rede Cinemark a partir de 20 novembro.

“Surpreender o cliente faz parte da nossa essência e compartilhar bons momentos também. O Outback Steakhouse é conhecido pelas pessoas por ser um local de celebrações. Por isso, queremos nos conectar mais uma vez com os fãs da marca e dividir esse momento especial”, diz Renata Lamarco, gerente de Marketing do Outback Brasil.

“A Rede Cinemark completa 18 anos em 2015, consolidando-se como a maior rede de cinema do país. É um grande prazer poder dividir esse momento de celebração com um dos mais renomados restaurantes em operação no Brasil, o Outback. Resolvemos comemorar juntos o aniversário das duas redes com uma ação que envolve justamente quem nos ajudou a chegar nesse patamar ao longo desses anos: nossos clientes”, comemora a diretora de Marketing do Cinemark Bettina Boklis.

A ação foi desenvolvida pela ID em parceria com a HSTK, agência de comunicação que cuida da marca Outback desde os primeiros anos da rede no Brasil.

FICHA TÉCNICA
Agência: ID
Cliente: Paula Crosta Castellan, Renata Lamarco e Ticiana Sundfeld
CCO: Domenico Massareto
Supervisor de Criação: Gustavo Vieira
Criação: Rafael Darri, Leila Germano, Marcela Calura, Giulio Beloto e Lara Roncatti
Atendimento: Monica Cerantola e Mayara Cortez
Gerente de Projetos: Silmara Ferreira
Direção: Edu Figueiredo e Felipe Macedo
Direção de Fotografia: André Fancio
Assistente de direção: Tays Perez
Editor: Harry Amaral
Produção: ID e HSTK

Coluna Alerta Spoiler

‘’ Pois eu não pertenço a um mundo onde nós não terminamos juntos. Não mesmo. ‘’

Coluna Alerta Spoiler
Comet, mas para cá chegou como ‘’Eu estava justamente pensando em você’’

Um mistura de 500 dias com ela e do Brilho eterno de uma mente sem lembranças, ganhamos mais um delicioso filme de romance, ou que conta uma historia sobre o amor e não de amor. No decorrer do longa, vemos nitidamente a mistura dos personagens dos filmes citados, várias referencias em inúmeras situações.

Por exemplo, a toca que Dell usa, muito semelhante com a do Jim Carey no Brilho eterno de uma mente sem lembranças. Outro exemplo é o reencontro de Kimberly e Dell no trem, o que nos lembra muito o reencontro de Summer e Tom no 500 dias com ela.

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Até mesmo em características dos personagens você consegue viajar no universo de um dos dois filmes. Comet é simplesmente a mistura exata e mesmo assim consegue ser um filme único.

No primeiro contato que se tem com o filme, acredita-se que será mais um clichê com direito a bastante mimimi e uma trilha das boas pros dias chuvosos. Mas ai é que tá, a trilha boa para dias chuvosos você acerta, mas no clichê você erra muito feio.

O longa foge de tudo que é comum, desde sua produção até no jeito que se conta a historia de Kimberly e Dell.
Tudo começa quando Dell vai até um evento que acontecera no cemitério, todos de Los Angeles irão para ver uma chuva de meteoros que acontecera e será vista de lá.

Por um acaso da vida, quando Dell se vira, seu olhar se encontra com o de Kimberly que já está acompanhada. Dell é um cara descontraído e que fala tudo que vem em sua mente, diferente de Kimberly, uma garota tímida que fala muito pouco e tem uma leve pitada de loucura em suas atitudes, como o próprio Dell identificou de primeira.

Ele fica inconformado dela estar com um cara aleatório, e não estar com ele, e bom, não quer deixar aquela oportunidade passar e acaba que a vida dá um jeito de os colocar perto de novo, criando situações maravilhosas na mesma noite.

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A linha de tempo do filme te deixa um pouco confuso, mas quando está para chegar no fim tudo começa a fazer sentido. Você chega a se questionar se os momentos que você estava vendo dos dois são divididos em várias vidas ou tem uma certa continuidade.

O longa não segue com um começo meio e fim, você entende a historia de amor dos dois por lembranças do Dell de outras épocas vividas por ambos. Na verdade o filme se passa dentro de um sonho dele e só no final você consegue compreender o motivo.

O filme inteiro é um plot twiste, quando você acha que está tudo bem algo vira tudo de cabeça para baixo e assim vai indo. Mas é impossível não se apaixonar pelos personagens, construídos com uma doçura e com um cuidado inacreditável. Mas, você também consegue sentir bastante raiva dos mesmos, em algumas situações.

O final fica extremamente aberto. Você não consegue saber se os dois ficam ou não juntos, o roteirista teve um cuidado com todos esses detalhes, a chuva de meteoros que foi a que os juntou está presente de alguma forma em todos os momentos do filme, nos mostrando o grau de importância que essa noite teve na vida dos dois.

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Dell, acaba deixando Kimberly, e ela acaba ficando noiva do ex namorado Jack. Mas, Dell tem que lhe contar sobre o tal sonho estranho que ele teve, e em todas as suas lembranças era como se fosse uma eterna chuva de meteoros. Na verdade, a historia de amor de Kimberly e Dell foi tão intensa quanto uma chuva de meteoros.

‘’YEAH, provavelmente irei me apaixonar por você.’’

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“Eu acho que qualquer pessoa que se apaixona é uma aberração. É uma coisa louca para fazer. É mais ou menos como uma forma de insanidade socialmente aceitável.”

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Her, ganhador de Oscar como melhor roteiro original do ano de 2013, o que dizer sobre esse filme simplesmente incrível e apaixonante? Um filme americano, com gênero de comédia dramática, eu diria que é mais drama, um lindo filme, dirigido por Spike Jonze.

Theodoro é o personagem principal, com uma atuação incrível de Joaquin Phonex. Um escritor solitário, que sofreu uma separação a pouco menos a um ano e ainda não sabe como lidar com isso. Todo dia é a mesma coisa, pelo comando de voz sempre lê seus e-mails, pede para colocar músicas melancólicas e responde e-mails.

Theodoro, trabalha em um lugar onde escreve cartas para as pessoas, um tipo de ‘’correio’’ tecnológico, as pessoas contratam o serviço e ele escreve as cartas ou melhor, ele dita e o computador digita, algo que acho que não estamos tão distante. Aliás, o filme se passa em Los Angeles, porém em um futuro próximo.

Her, produção vencedora do Oscar

Her, produção vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2013

O filme nos mostra o quanto o mundo está tecnológico. Conseguimos ver o desespero das pessoas por querer ter um contato mais ‘’humano’’ com as outras, mas estõ tão presas àquilo que achamos de necessidade tecnológica, que perderam o habito de se comunicar cara a cara.

Theodoro não tem muitos amigos. É um cara que segue sua rotina a risca e aquilo o deixa vazio e o incomoda ao extremo. O diretor teve um cuidado absurdo em conseguir nos passar toda a angustia que o personagem sente, apenas com as feições ou o simples movimento das sobrancelhas, uma construção genial de personagem.
Por mais, que todas as pessoas a sua volta fossem vazias e apáticas a qualquer tipo de relação, percebemos as cores fortes como por exemplo o vermelho, laranja, amarelo e outras. Misturando essas três temos um resultado de cores quentes. Essas cores não foram colocadas por acaso, elas estão presentes a todo tempo pra nos mostrar que por mais vazio de emoção que o mundo esteja, ainda existe um pouco de ‘’amor’’ em nós e a vontade de o querer. Se você reparar, Theodoro usa constantemente ao menos uma peça vermelha, laranja ou amarela, porque por mais que ele esteja solitário, e triste com tudo, ele ainda sente muito amor. E isso é uma sacada fantástica do filme, com poucas falas e mais sequencias de cenas nos passa toda essa mensagem.

Bom, como Theodoro não tem muita companhia, em uma de suas passagens rotineiras, ele vê um comercial sobre um novo sistema operacional que tem inteligência artificial. Ele logo compra.

Chegando em sua casa já instala para testar. O legal desta cena é que enquanto ele está inicializando o sistema o comando de voz pergunta a ele como é o relacionamento dele com a mãe. Enquanto ele está se abrindo e contando a instalação fica pronta, e então é cortado. Isso só mostra, que por mais que ele demonstre ser fechado, se alguém até mesmo um comando de computador demonstrar interesse por alguma coisa dele, ele se abre e conta.

O personagem sempre veste uma peça com cor quente

O personagem sempre veste uma peça com cor quente

E é ai que a Samantha aparece, ele opta pelo seu sistema ser voz feminina, e dá o nome dela de Samantha, a voz do sistema é interpretada por Scarlett Johansson.

No primeiro contato que ele tem com ela, algo diferente começa a surgir, a afinidade dos dois é simplesmente absurda, e isso não poderia dar um bom resultado.

O filme gira em torno do ’’relacionamento’’ dos dois, o crescimento deste vínculo, o ‘’amadurecimento’’ de Samantha, quando ela começa a ‘’sentir’’ emoções, e o fato de Theodoro ver despertar sentimentos por ela também.

Enquanto assiste o filme, você se perde nesse universo de voz entre os dois, um piano bem de leve fica no fundo em várias situações que você não consegue muitas vezes nem perceber, de tanto que te faz mergulhar no universo que não vemos, apenas ouvimos.

Samantha ajuda Theodoro, a lidar com sua separação e ter coragem para assinar os papeis do divorcio. Tudo começa a parecer estar bem, mas Samantha começa a se descobrir muito e a perceber que ela pode crescer muito ainda, mas que não pode prender Theodoro.

E as brigas começam a aparecer como em todo relacionamento.

Então, chega um dia em que Samantha decide ir embora, ela diz amar Theodoro, mas precisa ir porque o universo em que ela vive é algo muito maior, não só ela, mas todos os outros sistemas operacionais se desligam e somem para algum lugar que nós nunca chegaríamos.

E mais uma vez Theodoro se vê sozinho em seu mundo, mas algo está diferente nele, talvez uma esperança maior na humanidade ou em qualquer outra coisa em que ele acredite.

Com o crescer do filme, percebemos a falta de conectividade entre as pessoas, mas não a do mundo virtual e sim a do mundo físico, o tocar, o sentir. A obra nos mostra como estão vazias e sedentas por amar, ser notadas ou por sentir qualquer coisa.

Acredito que HER seja um filme que nos faça pensar sobre esse tal amor do homem e sua máquina. Nos fazer pensar que o virtual não é tudo e que as palavras ditas cara a cara e com sentimento valem muito mais do que um simples e-mail ou uma mensagem de texto.

‘’Mas é neste espaço infinito entre as palavras que eu estou me encontrando agora. É um lugar que não é o mundo fisico, é onde tudo é, e que eu nem sabia que existia’’