O desafio de expandir as oportunidades de negócio dentro da base de clientes

Entenda o papel das equipes comerciais na era do Customer Success e veja três dicas para ampliar relações com uma carteira de consumidores

*Por Régis Lima

O que é mais difícil: conquistar novos clientes ou expandir a venda de produtos e serviços a partir de uma base de clientes fiel? A grande verdade é que estamos tratando de dois desafios diferentes e igualmente importantes para uma equipe comercial.

Todavia, embora ambas questões sejam fundamentais para o fortalecimento de um negócio, o fato é que, muitas empresas investem um capital considerável em treinamentos e capacitação para a conquista de mercado, mas não trabalham de modo eficiente com aqueles que, por já nutrirem uma relação com a marca, podem apresentar maior abertura para novas ofertas comerciais.

Esta, aliás, tornou-se uma problemática especialmente relevante em tempos de economia de recorrência e Customer Success: hoje, não basta mais vender um determinado serviço e contar com um bom suporte ou SAC. Os clientes querem mais. Eles desejam travar relações com empresas que entendam seu perfil, necessidades e sejam capazes de investir em suas experiências de consumo.

Este plus, essa capacidade de enxergar além e favorecer o sucesso contínuo de meu cliente pode, sim, ser conduzido ou contar com o auxílio de uma equipe comercial qualificada. Pensemos, por exemplo, em uma companhia que faz uso de um ERP que, por sua vez, é fornecido por uma consultoria que também disponibiliza para o mercado soluções de Compliance.

Neste cenário, um time de vendas mais afiado pode muito bem ser capaz de identificar novas necessidades por parte da empresa-cliente e ofertar o serviço de Compliance como forma de tornar mais segura as operações do contratante. Para tanto, será necessária uma comunicação muito próxima entre equipes de atendimento (identificação do problema) e comerciais (oferta da solução), agentes indispensáveis em um time de Customer Success.

Tal exemplo serve para demonstrar que não só é possível, como também é recomendável, ir além na relação com uma base fiel de clientes, posto que tal atitude demonstra que seu negócio está alinhado com o objetivo de fortalecer sua comunicação com os consumidores e ampliar seus níveis de satisfação.

Dito isso, gostaria de listar três estratégias eficientes para que você gere oportunidades de negócio dentro de sua carteira de clientes. Confira:

01. Transforme o Customer Success em um dos principais pilares do seu negócio

Para que você consiga, de fato, gerar novos negócios a partir de sua base de clientes, o Customer Sucess não só deve fazer parte de seu negócio, ele precisa ser um dos principais centros motores da empresa. Unindo esforços de especialistas em marketing, vendas, atendimento e análise de mercado, será possível criar estratégias para ofertar serviços complementares, premium ou adicionais, de acordo com as necessidades de um determinado grupo de clientes.

02. Abra espaço para a inovação

Mentes criativas e inovadoras devem fazer de seu negócio pois elas é que serão as principais responsáveis pela criação de novos produtos e serviços capazes de encantar seus clientes e convencê-los a expandir a relação deles com sua empresa. Além disso, colaboradores com espírito inovador tem maior potencial para desenvolver estratégias e insights para atrair, ainda mais, sua base de clientes em novas ações comerciais.

03. Entenda, surpreenda e crie experiências significativas

Por fim, o consumidor busca experiências de consumo significativas e surpresas positivas são sempre bem-vindas nesta relação. Para tanto, você precisará investir todo o tempo que for necessário na compreensão e entendimento das demandas de seus clientes. Do contrário, como poderá suprir tais necessidades com produtos ou serviços adicionais? Esteja atento, cultive relações sólidas, saiba ouvir e tenha em mente que seu sucesso é fruto do sucesso de seus clientes.

*Régis Lima tem mais de 16 anos de experiência em Gestão de Equipes e atuação em cargos executivos de empresas nacionais e multinacionais do mercado de TI. Atualmente é diretor executivo na Lumen IT, sendo responsável pelas áreas comercial, financeira e de marketing da empresa.

Fonte: Assessoria de imprensa Lumen IT/IDEIACOMM – Ana Beatriz Felicio

Aplicativos para fidelizar o consumidor

Pesquisa indica que marcas devem usar aplicativos para fidelizar consumidor

Os hábitos e preferências do brasileiro no uso de aplicativos de marcas foram avaliadas em pesquisa inédita, realizada pela TopperMinds e a MindMiners, que traçou o perfil do relacionamento do público com apps, entendeu quais as propostas de valor que justificam o download, as principais vantagens percebidas pelo consumidor e as oportunidades de funcionalidades dos aplicativos. A pesquisa comprova que as marcas precisam investir melhor nos aplicativos, não apenas enriquecendo-os com conteúdo, mas principalmente gerando utilidade real no dia a dia do usuário, para gerar fidelidade e vendas.

Participaram da pesquisa 1.000 brasileiros, 50% de homens e 50% de mulheres, de todas faixas etárias acima de 18 anos, das classes ABC das cinco regiões brasileiras. Os objetivos do estudo “Uso de aplicativos: pesquisa inédita revela hábitos e preferências dos brasileiros” foram compreender a motivação de uso, se consumidores pagariam por downloads, quais aplicativos são mais úteis, quais os app “queridinhos” e identificar o comportamento de compra por esse canal.

A principal conclusão é que o brasileiro está aberto para pagar por aplicativos que tenham utilidade, que ofereça benefícios reais, facilitem o dia a dia ou proporcione entretenimento, mas as marcas não entenderam como explorar tantos recursos tecnológicos e seus canais de venda.

“Agora está sacramentado: o único fator decisor para o consumidor manter o aplicativo da sua marca instalado no seu aparelho móvel é utilidade. A pesquisa realizada pela TopperMinds em parceria com a MindMiners evidencia, ainda mais, a importância da “transformação cultural e digital” que as marcas precisam atravessar para entender realmente a nova jornada de compra do seu público alvo. Apenas replicar conteúdo e funcionalidades do desktop no mobile é pura perda de tempo, é essencial entregar valor por meio de muita utilidade, com ainda mais facilidade e relevância do que os demais ambientes da marca, para se tornar parte do dia a dia do usuário ou seremos todos, pouco a pouco, deletados.”, explica Fabrizzio Topper, diretor executivo da TopperMinds.

Quem consome pelo app, prefere a praticidade de poder comprar em qualquer hora e lugar, pela rapidez do processo e vantagens de algumas lojas como desconto exclusivo ou frete grátis, por exemplo.

A pesquisa foi dividida em três partes: uso de smartphones, uso de aplicativos e experiência de compra.

Sobre o uso de smartphone, 90% usam sistema operacional android e 58% utilizam há mais de cinco anos. A maioria já baixou ou instalou aplicativo, sendo que jogos e redes sociais são os mais baixados, além dos apps úteis como de bancos e transporte, mas 59% nunca pagou para instalar aplicativo.

Entre as pessoas que baixam aplicativos: 78% usam aplicativo gratuito por serem mais atrativos, 83% priorizam os que auxiliam nas atividades pessoais, 60% porque recebem vantagens e ofertas, mas só 36% compram por aplicativo. A surpresa fica para os 57% de usuários dispostos a pagar pelo aplicativo se perceber que será útil.

Os estímulos para uso de aplicativo se baseiam em: facilidade de comunicação (41%), ajudam nas tarefas práticas do dia a dia (22%) e alternativa para diversão e entretenimento (22%).

Enquanto 72% já compraram pelo aplicativo, principalmente moda, eletrônicos, celular e livros; tem consumidor usando app dentro da loja física para obter benefícios, sendo que 77% garantem que usaram para obter desconto. Por ser um ativo ao consumidor, 71% estão dispostos a pagar por um aplicativo (de R$ 1,00 a mais de R$ 10,00), desde que perceba valor e utilidade.

A grande vantagem da loja física ainda é poder levar o produto para cada na hora. Site e apps ganham pela praticidade. Em pergunta aberta, o Mercado Livre foi indicado, espontaneamente, como o app de compras favorito de 20% dos entrevistados.

“As compras pelo celular também se tornam cada vez mais comuns. Dentre aqueles que nunca vivenciaram a experiência, a maior justificativa é a falta de oportunidade. As marcas parecem ainda não ter entendido como explorar tantos recursos tecnológicos dentro de seus canais de venda. Vantagens e descontos exclusivos são vistos com bons olhos pelos entrevistados e um grande estímulo para o download de um app”, explica Danielle Almeida, diretora da MindMiners.

Sobre MindMiners – empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Com plataformas exclusivas e a curadoria de uma equipe altamente experiente, entrega inteligência de marketing com agilidade, transparência e qualidade de forma acessível a todos os perfis de clientes. https://mindminers.com/

Sobre TopperMinds – Consultoria de modelagem de negócios digitais com foco em planejamento, gestão e transformação digital dos diversos tipos de negócios: industria, varejo, distribuidores e também startups. http://topperminds.com/

Fonte: Vera Moreira – Assessora de Imprensa/Fabrizzio Topper – TopperMinds e Danielle Almeida – MindMiners

Black Friday como oportunidade para fidelizar clientes

Black Friday: 5 dicas para se preparar e fidelizar clientes

*Por Maurício Trezub

A Black Friday acontece este ano no dia 24 de novembro e, por trás das grandes promoções, empresas de diversos segmentos se preparam para oferecer um ótimo atendimento e alcançar os melhores valores para atender às expectativas e preferências dos consumidores. A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) espera que o setor movimente um total de cerca de R$ 2,5 bilhões. Caso o número realmente se confirme – e, cá entre nós, esperamos que sim! – ele representará um aumento de 18% em relação ao ano anterior.

O primeiro semestre de 2017 refletiu a melhora no cenário das vendas. Segundo a pesquisa 36º Webshoppers, divulgada recentemente pela Ebit, o e-commerce faturou R$21 bilhões e registrou crescimento nominal de 7,5%, ante o mesmo período de 2016, quando foram registrados R$19,6 bilhões. O número de pedidos também aumentou, de 48,5 milhões para 50,3 milhões, bem como o tíquete médio, que passou de R$403 para R$418. Pensando na retomada econômica e nas previsões positivas que leio ultimamente, sugiro que ninguém deixe para última hora e pense com antecedência a preparação das suas estratégias.

Para isso, separei algumas dicas especiais para que você, lojista, possa evitar dores de cabeça e, assim, ofereça a melhor experiência de compra aos seus clientes. São elas:

1. Prepare seu estoque
Um dos principais motivos para um cliente nunca mais voltar no seu e-commerce é a falta de um produto desejado no estoque. É de extrema importância estar com um estoque bem planejado para atender ao pico de demanda. Por isso, trabalhar com uma margem de segurança, levando em consideração o tempo de reposição do produto, é o primeiro passo para não se ter atrito com o cliente. Também é necessário atualizar o inventário antes de datas como a Black Friday, para avaliar se os produtos e a quantidade de itens no estoque físico são os mesmos que constam no online.

Outro ponto de atenção aqui é aproveitar a data para liquidar os produtos que, eventualmente, estão parados e, assim, abrir caminho para renovar as ofertas. Para isso, você pode levar em conta as tendências de compras e hábitos do seu consumidor e como elas impactam na organização e na operação da sua loja. Assim, é possível avaliar quais são os mais atrativos e os que não precisam mais ser trabalhados. Os fornecedores também devem estar alinhados com a estratégia da sua loja. Ter um relacionamento estruturado com eles pode garantir bons negócios, além de apoiá-lo em possíveis apuros como os conhecidos pedidos de última hora.

2. Faça uma promoção de verdade
Defina suas ofertas. Não é necessário colocar todos os produtos da loja em liquidação, mas avalie e escolha quais deles podem garantir maior lucro e competitividade com os concorrentes e, só então, trabalhe com eles. Algum produto vai sair de linha ou vai ser atualizado? Veja as oportunidades. Além disso, uma das características da Black Friday é a ideia de urgência pela compra. Como as promoções duram pouquíssimo tempo, é esperado que o seu e-commerce tenha um alto número de visitas em um curto espaço de tempo. Por isso, é fundamental ter uma plataforma que suporte todo o tráfego para que o site não fique fora do ar e surpreenda negativamente seus clientes.

Não adianta também participar do evento sem promoções reais e consideráveis, visto que os consumidores estão cada vez mais atentos à pejorativa “Black Fraude” e não se importam em ter de pesquisar antes de comprar determinado produto. Por isso, anuncie apenas o que você pode cumprir. Não adianta oferecer descontos não planejados, pois você pode ficar no prejuízo e até arriscar a credibilidade da sua marca.

3. Cuidado com o prazo de entrega
As transportadoras geralmente levam mais tempo para entregar nesse período, por conta do alto volume de pedidos e entregas. Por isso, o alinhamento é a base de todas as etapas. Se alguma alteração no sistema de entrega e transporte acontecer, seja por data ou local, por exemplo, o ideal é que o lojista esclareça tudo antes com o cliente. O lojista deve ter cuidado em cada detalhe da operação. Manter mais de uma transportadora cuidando das suas entregas pode ser uma opção válida nessa época, pois os sistemas dessas operadoras também costumam ser bastante exigido em datas sazonais, por isso, é sempre importante se preocupar em ter backups.

Assim que as promoções iniciarem, tenha sempre uma equipe de plantão a partir do horário, ou até antes – uma opção é revezar grupos durante todo o dia. Ter planejamento e estar atento aos prazos de entrega que serão passados para o cliente é essencial, pois muitos consumidores se preparam para comprar nas primeiras horas na tentativa de aproveitarem o estoque.

Criar uma página exclusiva no site para deixar as regras e condições para o consumidor também é uma boa alternativa. Aproveite para colocar todos os detalhes que reforcem os pontos de respaldo da sua loja, em caso de qualquer acontecimento inesperado com as entregas como atraso ou extravio.

4. Atenção com pós-venda
Todo cliente quer ser ouvido e ver suas necessidades serem atendidas ou seus problemas resolvidos. E, tão importante quanto atrair, conquistar ou vender, é fidelizar os clientes. Ofereça mais que produtos e foque em um atendimento rápido e de qualidade, com equipes bem preparadas, para garantir uma boa experiência ao cliente.

Mesmo que ele não efetue uma compra nos próximos meses, poderá ter a marca como referência e indicar para outras pessoas ou realizar compras no futuro.
Além disso, disponibilizar várias formas de atendimento, como e-mails, chats online e SAC em redes sociais são cuidados fundamentais para o sucesso e para tirar o melhor proveito da venda.

Vendeu um produto na Black Friday? Que tal enviar junto um cupom de desconto para incentivar o cliente a retornar para seu e-commerce futuramente?

5. Se antecipe e aplique a experiência adquirida para outros eventos
Não deixe para fazer ajustes em seu site de última hora. Se antecipe e avalie o que é preciso mudar para vender mais e não se surpreender com problemas durante o percurso. O lojista deve pensar de forma estratégica e, para isso, não adianta trabalhar em ações para o dia ou a semana da Black Friday. Por exemplo, se o layout do site não está preparado, deve-se, o quanto antes, mudar o tema e pensar na performance.

Não deixe para alterar sua comunicação na última hora. Trabalhe com antecedência e esteja alinhado com sua plataforma de e-commerce para que no momento da Black Friday sua performance esteja pronta para o grande fluxo que está por vir.

Também é importante pensar nas oportunidades que surgirão com a boa saída de estoque, olhando para o seu potencial em longo prazo. A próxima data de destaque é o Natal e os conhecidos saldões estarão acontecendo. Por que não aproveitar melhor esse momento para sustentar as vendas e gerar mais oportunidades em janeiro? E você, está preparado para encantar, vender e fidelizar clientes nesta Black Friday?

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Coluna “Discutindo a relação…”

Um delicioso desafio

Trabalhar com propaganda tem sido alvo de inúmeras críticas nos últimos anos. Tais críticas em grande parte são justas e consequência de modelos de negócios exauridos (especificamente em relação às agências de propaganda) e das constantes mudanças de cenário ocorridas recentemente.

Posso dizer também que há uma questão de geração. Mas não quero entrar nesta discussão aqui. Ela já deu muito pano pra manga. Tanta gente já falou e escreveu sobre isso. Volta e meia aparece um texto sobre o assunto, como este aqui, por exemplo.

Quero falar na verdade que, apesar de tudo, acredito ainda que trabalhar com propaganda traz ao menos uma grande recompensa : aprender muito e quase sempre.

Isso não é novidade. De fato é bem antigo este negócio. Mas… explico.

Não sou daqueles que crê que em propaganda nunca há rotina. É claro que há. Mas é verdade que é uma atividade bem menos rotineira de que outras. E isso se dá pela diversidade de situações, casos, mercados, produtos e serviços com que podemos nos deparar na atividade publicitária. É aquela velha, mas ainda verdadeira conversa: num dia podemos trabalhar com um cliente de varejo de ferramentas e no outro lançar um empreendimento imobiliário. Podemos fazer feirão de automóveis para uma concessionária e ao mesmo tempo pensar em como fazer com que uma escola de inglês tenha mais alunos matriculados. Tentar vender túmulos num novo, bonito e moderno cemitério e lançar a moda primavera/verão para o publico jovem das classes B e C.

Isso sem falar no interessantíssimo esforço de se colocar no lugar do outro. De se livrar de pré conceitos e de preconceitos. De usar estereótipos mas não ficar preso a eles de maneira superficial.

A questão importante aqui é o quanto temos que aprender para fazer bem feito cada um destes trabalhos. Foi isso que sempre me motivou em propaganda. E acho que quem quer trabalhar com propaganda deve ter como principal característica a curiosidade. Ou melhor: a vontade de aprender.

De meus tempos de agência trago inúmeros aprendizados. A maioria deles obtive com clientes. Um outro tanto com fornecedores e uma outra parcela generosa com os veículos de comunicação. Entender cada mercado, cada cenário competitivo, cada público consumidor, cada produto ou serviço é um desafio delicioso.

Em conversas recentes tenho dito que as agências terão que forçosamente rever seu modelo de atuação ou implodirão ( veja esse texto). E dessa revisão é bem provável que apareçam mais agências bacanas para se trabalhar. Na verdade já estão surgindo. E por esse motivo sigo acreditando que muita gente vai continuar querendo ser publicitário.

Gente talentosa, inteligente e disposta a aprender sempre terá vez no mercado publicitário. E sempre será disputada pelas melhores agências, assessorias e consultorias. As agências, assessorias e consultorias por sua vez, terão que se esforçar para voltar a atrair gente talentosa, inteligente e disposta a aprender.

Como os CEOs podem lidar com a transformação digital

Transformação Digital e os CEOs

Atualmente o termo “Transformação Digital” está apavorando os CEOs de grandes empresas. Esse termo está sendo utilizado em todas áreas de negócios e em todos os lugares, mas por que causa tanto apavoramento?

Antes de explicar o porquê, vamos entender melhor o significado de Transformação Digital.

Fabio Correa

Transformação Digital é um processo em que as empresas se utilizam da tecnologia para aumentar a velocidade de resposta, fornecer um atendimento personalizado, melhorar o desempenho e aumentar o alcance da sua marca, priorizando seus clientes e funcionários.

Para as empresas aplicarem a transformação digital, elas precisam dar atenção a todo o processo, em especial à:

· Experiência do Cliente
Um dos itens mais importantes no processo, pois interfere na decisão final dos consumidores. Para uma melhor análise, as empresas utilizam ferramentas para identificar oportunidades, segmentar seu público alvo, monitoramento de rede social, marketing de precisão, a adoção de processos simplificados e atendimento ao cliente;

· Processos Operacionais
Um pouco mais complicado que o primeiro,tende a ser mais eficiente e envolve muitas áreas. Para que os processos operacionais sejam estruturados é necessária umarápida comunicação, integração entre as áreas, transparência organizacional e decisões em base de dados;

· Modelo de negócio
Outro item não menos importante que os demais,os modelos de negócio ganham novos formatos ao serem incluídos no mundo digital como: a ampliação de oferta de produtos e serviços, a transição do físico para digital ea criação de produtos digitais e serviços compartilhados;

Por esta razão os CEOs tendem a ficar preocupados, pois para fazer uma pequena transformação é necessário investimento em novas ferramentas, muito esforço de todos na companhia e o principal, agradar os consumidores os quais mudam de opinião a todo momento.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities.

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Como obter mais sucesso na Black Friday

Estratégias para fazer a melhor Black Friday de todas foram tema de evento em São Paulo

Representantes de empresas de diferentes setores da economia, de olho na data de maior faturamento do comércio eletrônico do país, se reuniram na manhã de quinta (21) em São Paulo. A Campanha S.O.S. Black Friday é uma iniciativa do Pagar.me e quatro empresas parceiras, para esclarecer seus clientes sobre estratégias e armadilhas presentes na data.

“A Black Friday tornou-se o dia mais importante do ano para todos os envolvidos em e-commerces. Entender o comportamento do consumidor e preparar seu negócio para atender com qualidade o cliente é essencial”, comenta Alessandra Giner, CEO do Pagar.me.

Durante o evento, especialistas em Inteligência de Mercado apresentaram dados e projeções de consumo, além de uma curva de comportamento, indicando horários de pico para pesquisa e para compras. Os indicadores trouxeram dicas sobre posicionamento de ofertas, cuidados com estimativa de fluxo de acessos, entre outros.

Após a apresentação de todo o cenário, foi realizada uma mesa redonda, com representantes de quatro das empresas envolvidas – Pagar.me, MundiPagg, Stone e Equals. O público, composto de representantes de 24 clientes destas empresas, pôde trocar ideias, tirar dúvidas e checar estratégias. Foram levantadas questões de prazos de pagamento, chargeback, segurança de informações entre outros.

As dicas da campanha SOS Black Friday não ficarão restritas aos atuais clientes das empresas parceiras. Elas podem ser acessadas gratuitamente através do hotsite (www.sosblackfriday.com.br), que inclui também um e-Book para download.

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação – Silvia Rossetto

99 Pontos: novo programa de fidelização digital sem complicação para empresas e clientes

100% digital, clientes precisam apenas do CPF para receber seus pontos

Os programas de fidelização de clientes através do acúmulo de pontos estão ganhando cada vez mais força no Brasil. Muito fortes no exterior, principalmente nos Estados Unidos, os programas apresentam vantagens muito interessantes tanto para as empresas quanto para os consumidores.

Os americanos são os mais abertos a este modelo de incentivo, com 70% da população engajada em ao menos um programa de pontuação. Essa cultura é tão forte que existem até mesmo programas de TV que acompanham clientes juntando cupons e realizando compras extraordinárias. No Brasil, o programa de pontos ainda é muito vinculado à companhias aéreas e programas vinculados aos cartões de crédito, mas esta é uma realidade que já está em transformação.

Programa de pontuação 100% on-line

O 99 Pontos é o mais novo programa de pontuação e fidelização de clientes lançado pela Lealis, desenvolvedora e consultoria diferenciada para serviços digitais e de inovação. Funcionando em plataforma web 100% digital e fácil de usar, ele permite que cada empresa configure seu programa de pontos como preferir. O cliente não precisa de um cartão especial para participar: basta informar o CPF no caixa na hora do pagamento e já recebe os pontos referente à sua compra.

Todo o processo é muito simples e intuitivo. A empresa que deseja participar deve criar uma conta na plataforma 99 Pontos, escolher seu modelo de pontuação para acúmulo e resgate e informar sobre alguma regra especial. O cadastro de novos clientes também acontece pelo site.

Notificações via push e e-mail

Quando o cliente realiza sua compra, basta informar o CPF na hora do pagamento que ele recebe seus pontos automaticamente. Aliás, quando uma compra na loja participante é concluída, o cliente recebe na hora um e-mail e uma notificação via push no seu smartphone informando seu saldo de pontos. E o melhor: não é necessário fazer a instalação de nenhum aplicativo extra. Esse acompanhamento pode ser realizado via Passbook, e-mail ou no site da 99 Pontos.

“As empresas precisam se destacar no mercado, oferecendo vantagens e promoções especiais para fidelizar seus clientes, e o 99 Pontos é uma excelente ferramenta para ajudar o lojista”, comenta João Moretti, diretor da Lealis. “Nossa principal vantagem é a simplicidade. Não exigimos cadastros complexos ou determinamos as regras para o programa de pontuação. Os lojistas têm a liberdade para configurar seu programa de acordo com o perfil de seus consumidores, o que vai gerar um incentivo ainda maior para que clientes esporádicos se tornem assíduos frequentadores”, finaliza.

Empresas e clientes têm acesso a diferentes painéis de controle, com gráficos mostrando seus pontos acumulados e frequência de visitas ao estabelecimento. Para o lojista essa é uma informação preciosa, pois permite que ele conheça com mais detalhes o perfil do seu cliente. Com base nesses relatórios gerenciais, ele pode apostar em promoções, convites VIPs ou outros incentivos para aumentar as compras no seu estabelecimento.

Sobre a Lealis

Startup focada nas necessidades dos clientes, a Lealis atua com o desenvolvimento e consultoria diferenciada para serviços digitais e de inovação, produtos para fidelização, OCR, FR e desenvolvimentos de bots. Oferece soluções digitais complexas e personalizadas, atendendo clientes B2B e B2C. Sua equipe, formada por cerca de 60 profissionais, possui grande experiência em mobile, digital, blockchain, beacons e outras tecnologias inovadora e disruptivas. Para mais informações acesse http://lealis.com.br

Fonte: Conecte Comunicação – Eliane Tanaka

Em busca de profissional de novos negócios

Phocus Interact busca Executivo de Novos Negócios

A Phocus precisa de um(a) Executivo(a) de Novos Negócios

 Requisitos
– Experiência em prospecção, negociação e relacionamento com o cliente;
– Conhecimentos consolidados em Marketing Digital e Mídias Sociais;
– Pesquisa e mapeamento de mercado;
– Organização e categorização de clientes;
– Gerar negócios e construir relacionamentos com clientes potenciais;
– Organização, articulação e boa comunicação;
– Gestão de funil de vendas.

Candidate-se: jobs@phocus.com.br

Um novo desafio: evitar que a mensagem seja invasiva

Comunicação online X Invasão de privacidade

por Marcos Alex Rodrigues

Toda oportunidade de comunicar, gerar novos leads e fidelizar clientes deve ser muito bem avaliada. Quando falamos de comunicação online, o cuidado precisa ser redobrado. Nesta era digital em que vivemos, é preciso conhecer muito bem os canais de comunicação para que a mensagem não seja invasiva.

E-mail marketing, SMS e Whatsapp são as ferramentas online mais utilizadas para a exposição de empresas, marcas e produtos. Mas qual destas opções é a melhor? Qual deve ser a estratégia para evitar a dispersão da mensagem e a irritação dos usuários?

Antes de começarmos a planejar a comunicação temos que entender um pouco sobre cada um deste canais. O Whatsapp, por exemplo, é uma ferramenta de uso pessoal e a utilização indiscriminada de mensagens para pessoas fora da sua lista de contatos, é encarada como uma abordagem sem autorização, passível de punição pela própria ferramenta; ou seja, não deve ser usada para abordar prospects. Nesse caso é muito mais aceitável fazer um telefonema, enviar um SMS ou uma correspondência física ou digital.

Mas se a intenção é manter o relacionamento com a sua carteira de clientes, essas regras não se aplicam. É preciso apenas descobrir qual ferramenta ou aplicativo possui o melhor retorno, para a sua empresa. Alguns clientes irão preferir mensagens de texto, outros, notificações ou imagem, enfim… é preciso conhecer a base de dados para que a comunicação seja desenvolvida com eficácia, objetivando respostas diretas.

Vale ressaltar que esse tipo de contato mais direto deve ser feito somente com seus clientes e novos leads, de modo que os esforços não sejam perdidos com um público alvo errado. É preciso canalizar a informação para obter o menor índice de rejeição e consequentemente a melhora nos resultados.

Sobre o autor:

Presidente da Central Mailing List, (www.centralmailinglist.com.br) Marcos Alex Rodrigues é um cientista de dados que há mais de 20 anos inseriu a comercialização de banco de dados no mercado. Hoje, além desse serviço, a empresa também trabalha com a correção, atualização, enriquecimento de database (banco de dados), disparos de e-mail marketing inteligente, SMS e geração de leads. Tudo isso, de maneira consciente, fazendo o uso coerente das informações e seguindo as regras de mercado com altos níveis de segurança. Projetos de consultoria mercadológica para a definição de público alvo atendendo as demandas dos departamentos de marketing, vendas, prospecção, retenção, fidelização, cobranças, pesquisas, TI e RH também faz parte da portfólio da empresa.

Fonte: Ludmila Baldoni – Agência Girassol