Coleta de dados faz diferença no desempenho de empresas

Gartner diz que empresas em crescimento são mais ativas na coleta de dados de experiência dos clientes

As organizações que têm registrado crescimento positivo de receita coletaram mais dados de experiência dos clientes (CX – Consumer Experience, em inglês) do que as companhias que não cresceram, de acordo com recente pesquisa do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. O estudo indica que quase 80% das organizações em crescimento usam pesquisas para coletar dados de experiência dos clientes, comparado com apenas 58% das organizações sem crescimento.

Image by emudria from Pixabay

“Há uma clara tendência, entre as empresas que crescem, em coletar ativamente dados de CX usando uma ampla variedade de ferramentas, como pesquisas, testes de usabilidade, grupos focais e análises em tempo real”, diz Jessica Ekholm, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Isso é o que chamamos de abordagem de fora para dentro – a ideia de que a criação de valor para o cliente e a abordagem orientada à experiência dos clientes impulsionará o sucesso dos negócios a longo prazo.”

Uma organização em crescimento é definida como aquela que teve um crescimento positivo da receita de 2018 a 2019. Além disso, tem expectativa de crescimento positivo da receita de 2019 a 2020. Uma organização sem crescimento teve receita inalterada ou em declínio entre 2018 e 2019, com o mesmo ritmo esperado para 2019 a 2020.

Pesquisas de clientes usadas pela maioria das organizações em crescimento – As pesquisas com consumidores continuam sendo o meio mais popular entre as organizações que crescem e as que não crescem para coletar dados de experiência dos clientes, segundo a pesquisa do Gartner. Embora as pesquisas podem fornecer aos gerentes de produto um entendimento básico das experiências e sentimentos dos clientes, elas têm algumas limitações. Os consumidores estão experimentando cada vez mais uma sensação de “cansaço de pesquisas”, com os levantamentos mostrando taxas de resposta em declínio para cada pesquisa subsequente que um cliente recebe. Além disso, as respostas das pesquisas geralmente são escritas às pressas ou fornecem informações ambíguas, diminuindo a qualidade dos dados coletados. As pesquisas são incapazes de trazer informações em tempo real. “Apesar de seu amplo uso, as pesquisas com clientes apresentam algumas falhas que limitam sua capacidade de coletar dados com qualidade da experiência dos clientes”, diz Ekholm. “Reconhecendo isso, as empresas em crescimento estão começando a usar análises em tempo próximo ou real para complementar ou aproveitar os dados coletados nas pesquisas.”

Análise em tempo real acelera e aprofunda insigths da experiência dos clientes – O uso de analytics em tempo próximo e real para coletar dados de Consumer Experience é uma tendência crescente entre empresas em crescimento, com 43% dos gerentes de produtos dessas operações usando ferramentas de analytics para coletar e analisar dados de percepção e sentimentos dos clientes, em comparação a apenas 22% dos gerentes de produtos em empresas que não crescem. As tecnologias de Inteligência Artificial (IA) podem ajudar as organizações a coletar dados em tempo próximo e real sobre os problemas e experiências atuais dos clientes. Esses dados podem ser usados ​​para prever a próxima ação dos consumidores, recomendando proativamente recursos, soluções ou ações que melhoram a jornada do cliente. “As empresas que aproveitam aplicações de Inteligência Artificial e analytics em tempo próximo e real para coletar dados de clientes se destacarão como líderes nos índices de experiencia dos consumidores nos próximos cinco a 10 anos”, afirma Ekholm.

A pesquisa Gartner “Mudando Abordagens para o Desenvolvimento de Produtos” foi realizada on-line entre julho e setembro de 2019, entre participantes com o título de gerente, equivalente e superior, em organizações do setor de alta tecnologia com receita prevista em 2019 de mais de US$ 100 milhões. No total, 214 participantes foram entrevistados nos EUA, China, Índia, Canadá, Reino Unido, França e Alemanha.

Fonte: Planin – Assessoria de Comunicação e de Imprensa do Gartner no Brasil –
Caroline Belleze

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Coluna Propaganda&Arte

Tudo vai (realmente) mudar depois da pandemia?

Ainda estamos no olho do furacão. Alguns dizem que as coisas vão piorar, outros ainda acreditam que tudo é uma conspiração, mas afinal: a propaganda e toda nossa compreensão do mercado vai realmente mudar após a covid-19?

Nós aprendemos na faculdade que a propaganda mostra aquilo que as pessoas querem, desperta desejos e nos oferece soluções, certo? E se todo o sistema que conhecemos estiver mudando, não só por uma mudança brutal da economia, mas por mudanças nas pessoas, como seres humanos? Isso pode mudar a regra do jogo e mudar DE jogo.

Eu trabalho com marketing e publicidade há mais de 10 anos e sinto que a partir de 2020, as pessoas vão começar a valorizar outros aspectos, muito além de produtos e marcas. As pesquisas de comportamento apontam a segurança como o principal atributo das marcas do futuro. Na verdade, já é do presente.

Ninguém está mais vendendo, ninguém mais quer falar de produto e com razão

Todas as campanhas que estou vendo/produzindo são ou 100% comerciais (como o serviço de delivery) ou 100% conteúdo para informar, entreter, auxiliar as pessoas. No final, as marcas estão tendo que ser mais humanas na marra. Claro, estamos revendo nossa Humanidade, nosso papel e nossa força como grupo.

Marcas globais e regionais estão buscando soluções, tanto comerciais como de comunicação. A hora da grande virada da propaganda parece que chegou, principalmente a digital. Quem está no celular nesse momento? Em casa? Todos nós (ou deveríamos). Quem está vendo mais séries do que nunca, vídeos no Youtube e canais pagos cheios de propagandas? Nós. Isso mesmo.

Image by fernando zhiminaicela from Pixabay

As agências estão revendo formas de trabalhar, os clientes delas também. Todo mundo quer entender o momento, quer superar essa fase, ver um cenário melhor. E tudo só vai melhorar quando a comunicação for eficiente. Das marcas, governos e pessoas. As mensagens de união e esperança parecem disputar espaço com as manchetes de desespero e angústia. A voz de uma marca agora não parece mais alta do que de uma pessoa. Todos têm valor, mas o que dizer nessa hora?

(Silêncio)

Desafio: pense em uma marca que está se sobressaindo nesse momento

Conseguiu pensar em alguma? Provavelmente você ficou sabendo de alguma empresa fazendo doações para hospitais, famílias, etc. Ou então ajudando de alguma forma filantrópica, mas nem todas estão divulgando. Parece que agora a propaganda percebeu que precisa ser real. Propaganda para mostrar que ajuda não pode ser mais importante que a própria ajuda. Ou seja, o marketing pensando na imagem só pela imagem não se sustenta.

Marcas mais humanas para pessoas mais humanas

Eu sei que muita coisa ainda vai acontecer e está acontecendo na vida de cada um. Estamos mais conectados, mais ligados, mais próximos e distantes. Esse dicotomia é reflexo de uma transição que já estava acontecendo e só vai acelerar daqui pra frente. Você quer se relacionar com marcas verdadeiras e com pessoas reais. Mesmo que esse contato seja virtual, pois agora, mais do que nunca, o virtual nunca foi tão real. Que esta mudança seja um ótimo motivo para nos tornarmos pessoas melhores. Assim, as marcas vão precisar acompanhar, afinal, para quem nós vendemos mesmo?

Fique seguro, cuide dos outros e se comunique melhor.

#FiqueEmCasa

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Coluna “Discutindo a relação…”

Momento de adaptação e mudança acelerados

As mudanças impostas pela pandemia do virus Covid 19 impactaram todos os setores da atividade econômica mundial, brasileira e, óbvio, regional. Esses impactos tiveram que ser absorvidos em prazo de tempo curtíssimo pelas agências, veículos e fornecedores de nossa região.

Discutir a relação tem sido fundamental para superar esse momento complicado e absolutamente único em nossa história.

O Publicitando foi buscar a opinião de algumas lideranças regionais para entender como tem sido a adaptação principalmente à necessidade do trabalho remoto. Veja na sequência o que eles nos disseram:

Eduardo Costa – Resultage

Aqui na Resultage entramos em home-office no dia 18/3, alguns dias antes do anúnciio oficial da quarentena na cidade.

Já tínhamos uma certa cultura de home office esporádica, em casos de doença ou compromisso, o colaborador já fazia isso. Mas foi a primeira vez que isso aconteceu massivamente.

Quem não tinha um computador em casa levou a máquina. Na rotina, como tínhamos processos e ferramentas bem estruturadas , não foi tão difícil.

Eu tenho 2 times bem específicos: o de desenvolvimento, que cuida basicamente do Widgrid, nosso produto que é um CMS para construção de sites e o time de Mkt digital.

Cada time tem ferramentas próprias de gerenciamento de projetos e tarefas (Trello, no Widgrid e Basecamp no Mkt DIgital), o que facilitou muito a adoção em massa.

Cada time criou seu processo de reunião diária. Como exemplo, no Mkt, todo dia de manhã o time se reúne via call usando Hangout e faz uma mini reunião (como os daily meeetings do Scrum) onde é analisado o dia anterior, erros, acertos e problemas surgidos e depois traçam-se as tarefas macro do dia , que já estão no Basecamp em detalhes. E durante o dia, micro-reuniões sobre assuntos específicos ou micro-gerenciamento de alguns colaboradores ou assunto específico.

Quanto aos clientes, assim como todos tivemos reduções, cancelamentos e congelamentos, mas estamos abraçando a todos eles, independente de escopo, contrato ou assinatura pois nossa meta é ajudar a todos nesse momento já que o lema é não deixar ninguém para trás.

Nos adaptamos ao momento , estamos preparados para continuar assim o tempo que for necessário, fazendo as adequações que houverem. Estamos dando consultoria para alguns clientes e amigos sobre processo, inclusive. Gerei uma aula que dei para empresários sobre a crise, como se adaptar a esse momento.

Telma Marcondes – Qualicom Diálogos Estratégicos

Estamos há 36 dias em trabalho remoto. Como já é rotina uma reunião online semanal com os atendimentos in-house dos clientes, mantivemos a prática com toda equipe, intensificamos as conversas entre departamentos e centralização de informações no sistema de gerenciamento de projetos.

Além disso, estamos priorizando as reuniões com vídeo para não perdermos a identidade da equipe e tb trabalhando em projetos de comunicação que apoiem comerciantes locais a manterem seus negócios e empregos aqui na nossa região.

Bom humor e alegria! Fotos de gente queimando arroz, pano de prato queimado, pets queridos, doces e cenas do distanciamento da família. Distantes, mas juntos!!!

Gustavo Gobbato – Alchemy

Em face ao trabalho remoto, nós já havíamos nos adaptado ao Home Office há 3 anos, quando deixamos a operação física a um mínimo. Com equipe in company no cliente e uma sede compartilhada com a Holding da qual fazemos parte.

A gente não teve dificuldade porque já vivemos isso e temos um aprendizado já há algum tempo. Temos software de gerenciamento de atividades, o que auxilia muito.

Estamos acostumados a nos falarmos o tempo todo e aos grupos de whatsapp. O mesmo acontecendo com clientes, com quem a gente se relaciona digitalmente apesar das distâncias, já que a maioria de nossos clientes não está na região do Vale.

O maior desafio está sendo por conta dos fechamentos devido ao isolamento. Nossa carteira tem como base os clientes de varejo, que diante do isolamento, reduziram ou suspenderam contratos. Isso trouxe um movimento de redução indesejada do time, pois vínhamos em crescimento extremamente forte nos últimos 3 anos com metas ambiciosas, mas realizáveis para 2020, que agora já estão sendo revistas.

A bem da verdade, elas já foram revistas e estamos já na fase de implantarmos o plano de ação para nos adequarmos.

Lucas Rodrigues – Casa 33

Aqui na agência já tínhamos o hábito do trabalho remoto, então esta adaptação foi tranquila.

Tivemos apenas que adaptar as reuniões por vídeo conferência. Desde de o começo mantivemos a relação de parceria com os clientes nos disponibilizando a ajuda-los neste momento de crise.

Não sabemos quanto tempo ainda vai durar, mas estamos juntos, criando e buscando oportunidades para ajudar a economia local.

Vitor Morais
Diretor de Criação e Conteúdo na Supera (Agência de Comunicação especializada em Estratégia e Cultura Organizacional)

Naturalmente, a gente já tinha o desafio de fazer os alinhamentos e processos com equipes trabalhando de diferentes lugares. Por exemplo, toda a criação está na unidade de São José dos Campos, mas temos profissionais na unidade de São Paulo, em Fortaleza, em Salvador, alguns que ficam dentro dos clientes, então o nosso cotidiano já é muito organizado por plataformas e relações digitais.

Mesmo assim, as equipes 100% em home-office, por tanto tempo, foi uma adaptação diferente. As rotinas específicas de cada área precisaram ser migradas para plataformas, as interações com outras equipes precisam de um aviso prévio (Pode falar agora? Vamos fazer uma vídeo?), os processos colaborativos precisam ser provocados; caso contrário, o trabalho passa a ser individual. Mas nada é impossível, e de fato o isolamento reforçou essa possibilidade.

Fizemos uma mobilização para entender se todas as equipes tinham os recursos básicos, alguns profissionais precisaram levar o desktop para dar conta de edições mais pesadas, organizamos todo um acesso remoto para possibilitar que todos continuem acessando os arquivos necessários.

A gente já usava um sistema interno, além do Workplace, então a adaptação da rotina foi muito mais uma questão de incentivar as conexões digitais e intensificar nosso uso dessas ferramentas. Para ajudar, a gente está produzindo pílulas com dicas práticas e mensagens diárias para manter o engajamento.

Alguns trabalhos foram congelados, como treinamentos presenciais e pesquisas, mas em geral as demandas continuam. Até apresentar concorrência por videoconferência já aconteceu. De certa forma, vejo que a situação nos acelerou a tomar uma decisão que estava ali na frente: flexibilizar o formato de trabalho.

Deborah Meister – Triadaz – Propaganda e Marketing

Bom, embora alguns já fizessem home office, ainda tínhamos o hábito da equipe reunida. Percebemos a possibilidade de migrar para o home office antes de ser declarada a pandemia, o que nos deu tempo de preparar um pouco mais a nós e a equipe.

Estamos trabalhando remotamente desde o dia 16. Entendemos que muitos funcionários vivem e convivem também com idosos e isso valia para resguardar todos.

Assim, desenhamos uma nova rotina há um mês. Desde então, Skype tem sido a principal comunicação interna da agência. Com os clientes, muitos deles já estavam habituados com o uso de meios digitais, assim sendo, apenas uma ou outra reunião teve a plataforma alterada, migrando para zoom, FaceTime, WhatsApp e afins.

No geral, acho que chegamos numa nova normalidade. Todos da equipe já nos adaptamos, conseguimos prover máquinas e acessos a servidores, bancos de imagens e afins.

E os “bom dia”, cafezinho e reuniões continuam, só de uma outra forma.

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Dança das cadeiras (edição especial)

Mudança em liderança de agência

O publicitário Thiago Luz anunciou recentemente sua saída da sociedade da agência Árvore, localizada em São José dos Campos.

O publicitário Thiago Luz

 Thiago tornou pública sua decisão em um texto postado nos seus perfis de redes sociais. Reproduzimos o texto abaixo:

MINHA SAÍDA DA ÁRVORE

Você acorda todo dia e se enche de esperança? Acreditando que as coisas vão dar certo? Sinto dizer, mas você não acordou ainda.

“Esperança” é uma palavra inspiradora em alguns contextos. Se você naufragar no mar – por exemplo – a esperança poderá manter você vivo (tom hanks que o diga). Mas no mundo dos negócios não dá pra esperar milagres acontecerem.

É preciso que você saiba que a Árvore está bem e tenho fé de que, mesmo com a minha saída, vai continuar firme com as raízes fortes que têm.

Há alguns anos, a minha conta “ação + realização” não fechava mais. A vida vinha me cobrando caro por eu não dar ouvidos a quem mais precisava de mim: eu.

Em 2010 criamos o que se tornaria uma das agências mais premiadas do mercado, quando me dei conta, putz, 10 anos se passaram. Neles realizei sonhos, me tornei conhecido, trabalhei para marcas gigantes e conheci muita gente foda.

Mas chegou um momento em que eu não me reconhecia mais ali.

A empresa foi se desprendendo do que eu acreditava, cada galho em uma direção, e um sentimento de que minha missão ali havia sido cumprida.

Decidi fechar a conta, levantar da cadeira que eu estava sentado e começar a agir para responder as perguntas que a vida estava me fazendo e eu não conseguia responder.

Mergulhei em um recomeço, troquei o “medo de perder” por “o que eu tenho a oferecer?”. O “quero 1 milhão de reais” por “quero ajudar 1 milhão de pessoas”, troquei também a “esperança” pela “ação”.

Saio da Árvore sentindo muita gratidão por tudo que conquistei, por todas as pessoas que convivi e por todas as transformações em minha vida. Assim como uma árvore no outono, deixo minhas certezas e crenças caírem, para que na próxima estação eu possa crescer de outro jeito, em outro lugar, em novas formas.

Gratidão à minha família, por segurar a barra e me apoiar em minhas decisões. Gratidão a todos os clientes, fornecedores e parceiros (muitos me seguem aqui). Gratidão aos meus ex-sócios pela longa caminhada. Gratidão aos colaboradores que ficaram por lá, máximo respeito.

Seguimos forte: Eu, meus valores na armadura e um propósito na espada.

A Árvore continuará atuando sob o comando de Lucas Bornal e de Ramon Toledo.

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Na atividade

Pilares Relações Públicas anuncia quatro novos clientes

Entre os novos clientes da agência estão: Sicoob Cressem, FAEL SJC (Faculdade Educacional da Lapa), Capeletti & Barini Advogados e a loja da franquia Croasonho em Taubaté

A agência de RP, localizada em São José dos Campos, comemora o primeiro trimestre deste ano com a conquista de novos clientes na RM Vale. Atuando há 4 anos na região, a Pilares busca oferecer soluções estratégicas para que os clientes tenham presença em todas as plataformas.

Diferente das agências de comunicação tradicionais da região, a empresa trabalha com um atendimento personalizado e especializado para cada segmento, focando em planejamentos de Relações Públicas, redes sociais, assessoria de imprensa, organização e planejamento de eventos, pesquisas direcionadas, criação de conteúdo interno, gerenciamento de crise e consultoria de comunicação.

Hoje, a empresa integra quatro novos clientes de categorias distintas e trabalha no relacionamento das marcas com o público. O objetivo é prestar um serviço de qualidade focando nos valores que cada empresa quer transmitir para o público.

Entre os novos clientes da agência de RP estão a FAEL SJC (Faculdade Educacional da Lapa) que está há treze anos em São José dos Campos; Sicoob Cressem, cooperativa de crédito dos servidores municipais, presente em nove cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte; Capeletti & Barini Advogados, que trabalha com advocacia corporativa em geral, atendendo as mais diversas demandas empresariais; Croasonho, franquia localizada dentro do Taubaté Shopping a partir de março.

A Pilares RP vem fazendo um trabalho com excelência na cidade e já coleciona cases de sucesso. Buscando conectar as ideias e propor soluções para seus clientes, com transparência e qualidade, a expectativa para este ano é de crescimento.

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KTBO investe no Brasil para ampliar atuação na América Latina

Uma das maiores agências independentes da América Latina consolida seu crescimento no Brasil

Com uma abordagem “digital first” e clientes como Kellogg, Mattel e Electronic Arts, a KTBO cria estruturas personalizadas para liderar processos de transformação para grandes empresas da região

A KTBO, uma das líderes no mercado de publicidade independente na América Latina e entre as três principais agências no México, anuncia a expansão de suas operações na América Latina. O escritório no Brasil, o primeiro fora do país de origem, terá importância estratégica fundamental para expansão e consolidação regional como uma das maiores agências independentes da região. Fora do Brasil, grandes marcas, como Coca-Cola, AT&T, Grupo Bimbo, Colgate-Palmolive, Pandora, entre outras, brilham em seu portfólio. No total, são mais de 40 clientes, atendidos por cerca de 250 funcionários em sua sede na Cidade do México.

No Brasil, a KTBO é a agência digital da Kellogg’s, Mattel e Electronic Arts. “Para nós, ter uma base com uma equipe local em uma das maiores economias do mundo é um passo natural. Os acordos regionais com grandes clientes nos permitem estabelecer uma operação no Brasil com talentos locais”, afirma Armando David Ortigosa, fundador e CEO da empresa, presente no Brasil para o evento de lançamento.

A operação local será liderada por Mário Reys (profissional de Planejamento, que já trabalhou na F.biz e TV1) com apoio de Andrea Tornovsky (ex-Ogilvy, YDreams Global, Fábrica e Heads), responsável pelo Atendimento e pela área de Novos Negócios. A liderança criativa é de Maria Lígia Monteiro, que já atuou na AZZA, AG2 e Casa Mar.

Maria Lígia Monteiro, Mário Reys, Armando Ortigosa, Andrea Tornovsky e Paulo Diaz

Segundo Ortigosa, em um primeiro momento, o desempenho do escritório brasileiro visava o desenvolvimento de campanhas digitais para a Kellogg’s e a Mattel. “Acreditamos e estamos investindo pesadamente no país. Nosso objetivo é ganhar novas contas no primeiro semestre, agindo de forma independente da sede”, acrescenta. “Não importa onde estejamos – México, Brasil, Argentina, Colômbia ou em qualquer lugar do mundo -, nosso objetivo é entregar soluções de classe mundial como uma única unidade “.

Para ele, México e Brasil sofrem vícios no mercado de comunicação e modelos operacionais obsoletos. “Buscamos criar experiências relevantes, independentemente da mídia. O Brasil é um país de talentos criativos. Para nós, unir equipes criativas a especialistas em dados e idéias, prática já adotada pela KTBO no México, é o modelo do futuro ”, enfatiza. Este modelo já se mostrou vitorioso. Em 2019, o estudo Agency Scope, realizado com executivos de marketing no México, identificou a KTBO como a principal agência digital do país. “Somos uma agência criativa, nativa digital, para um mundo onde o digital está em primeiro lugar”, explica Ortigosa, reforçando o perfil full service da agência.

Estreia com o Tigre Tony – A KTBO logo mostrou seu cartão de visita com uma campanha digital de “relançamento” do Tigre Tony, mascote do cereal Sucrilhos, que estava afastado da mídia. Com apoio de influenciadores, a campanha “Recreate the Game” pediu a pais e crianças que reinventassem suas brincadeiras, transformando objetos banais do dia-a-dia em peças de um grande jogo.

De acordo com Damian Pirichinsky, diretor de marketing da Kellogg’s para o Mercosul, a iniciativa mostra um novo momento da empresa na região. “Nossa parceria estratégica e criativa com a KTBO está inovando a forma como monitoramos o público-alvo de nossas principais marcas. Isso nos dá insights diferenciados para testar diferentes execuções e projetos-piloto que nos permitem alcançar milhões de consumidores em diferentes momentos do dia”, afirma o executivo.

Prova dessa confiança está no investimento em uma extensão de sua unidade especial de atendimento, a Kellogg’s Unit for Brand Engagement (KUBE), em São Paulo, que há cinco anos funciona com sucesso no México. Na estrutura da KTBO, as unidades especiais são núcleos de trabalho totalmente dedicados a determinadas contas, como Coca-Cola (Media House) e Colgate (CODE). Seu foco é a promoção de engajamento do público com as marcas nos ambientes digitais.

Primeira dessas unidades especiais, o KUBE surgiu em 2015 a partir de uma iniciativa de Ortigosa e Omar Carrión, gerente-geral da multinacional para a América Latina. A proposta era unir a empresa e todos os seus pontos de contato digitais com os consumidores sob uma única liderança.

De acordo com Carrión, os primeiros anos de experiência do KUBE foram altamente proveitosos. “A KTBO está ajudando a revolucionar nosso modelo de engajamento em toda a América Latina, no qual o Brasil é um mercado-chave para o êxito de nossas estratégias comerciais”, garante.

Outra campanha lançada recentemente no Brasil pela KTBO foi a de reposicionamento da marca de sucos Trink, da Parati, com criação de personagens com características diferentes para cada um dos sabores: os Trinkinos, que fizeram sua estreia no Instagram e logo já foram até para blocos de Carnaval.

Fonte: Galbraith PR – Marco Barone

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Shopping Pátio Pinda recebe exposição com mais de 100 carros antigos

Encontro é gratuito e acontece neste domingo (26)

Com modelos nacionais e importados, fabricados até o ano de 1990, um encontro de carros antigos vai reunir diversas marcas em mais uma edição no Shopping Pátio Pinda, que acontece neste domingo (26), a partir das 9h, no estacionamento do centro de compras e lazer. Entre os modelos disponíveis ao público estarão Dodges – com seu motor V8 –, Opalas, Fords das décadas de 1920 e 1930, Pumas e MP Lafer.

Além da exposição, os clientes do shopping poderão conferir também um tradicional “mercado de pulgas” – estandes com peças e acessórios exclusivos para autos antigos. Muitos colecionadores encontram nesses locais aquele item especial que estava faltando para concluir a restauração de um veículo. “Os encontros reúnem apaixonados por carros, pessoas que não medem esforços para recuperar e restaurar, deixando-os como ‘novos’, explica Aldo Fusco, presidente do CAAT e um dos organizadores do evento.

Serviço
Encontro de carros antigos
Data: domingo (26)
Hora: a partir das 9h

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Vaga para Representante Comercial em veículo

 A Rádio Antena 1 FM São José busca profissional da área comercial

Vaga destinada aos profissionais que desejam desenvolver uma carteira de clientes selecionados para veiculação na ANTENA 1 FM de São José.

Desafios:
Prospecção
Vendas
Atendimento
Planejamento de Mídia
Interação com o cliente
Gestão de prazos e metas

Requisitos:
Ensino Superior Completo
Experiência em vendas/veículos de comunicação
Possuir bom relacionamento interpessoal
Ser responsável e organizado
Ter empresa aberta

Área de atuação:
São José dos Campos e região

Regime de contratação:
Representante comercial via Empresa individual, contrato com valor mensal + ajuda e custo + comissões. Horário Comercial.

Envie o seu currículo e pretensão salarial até 27/01 para gerenciasjc@antena1.com.br com o assunto:
Vaga Representante Comercial

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Recorrência como modelo de negócios para agências

Receita previsível: A recorrência é o futuro das agências digitais

por Alessandra Sadan, vice-presidente da Duda para América Latina

A recorrência é um modelo de negócio que se disseminou nos últimos anos pelas mãos das empresas de tecnologia – mais especificamente, das que trabalham com plataformas SaaS (Software as a Service). Quem assina Netflix, guarda fotos no OneDrive ou tem conta no Spotify está imerso nesse sistema, baseado em pagamentos mais parecidos com uma assinatura para ter acesso a um serviço do que com a compra de um produto. Alguns anos atrás, talvez soasse impossível aplicar o modelo a segmentos tradicionalmente habituados a trabalhar “por job”, como é o caso de certos serviços das agências digitais. Efetivamente, não é. A recorrência, na verdade, pode ser o principal aliado delas na sustentabilidade dos seus negócios.

Image by Megan Rexazin from Pixabay

Depender da prestação de serviços pontuais é uma grande dor das agências digitais. Esse modelo dificulta estimativas de demanda no longo prazo e, principalmente, atrapalha qualquer espécie de planejamento financeiro. Não à toa, aumentar a carteira de clientes recorrentes foi eleito o principal desafio das agências para 2020*. Isso porque o modelo assegura que pelo menos parte da receita seja previsível, garantindo a sustentabilidade dos negócios. Fora isso, manter um relacionamento de longo prazo também eleva as chances de vender novamente para os mesmos clientes – com um custo menor do que adquirir novos contratos.

Presença online por assinatura

Pode soar contra-intuitivo, mas mesmo serviços como a criação de sites podem ser vendidos em um modelo semelhante ao de assinaturas. Pense na situação em que um pequeno empreendedor esteja em busca de presença online para seu novo negócio. Para que possa fazer anúncios pagos, investir em conteúdo para blog ou apostar na gestão de suas redes sociais (que são, esses sim, serviços de marketing digital recorrentes para as agências) o primeiro passo é ter um site. Como criar sites normalmente não é o foco das agências, é comum que indiquem um profissional externo ou demandem uma equipe especializada para um serviço que tipicamente é pontual.

Daí derivam alguns problemas. Colocar um site no ar costuma ser demorado e caro. O pequeno empreendedor, que precisava de presença digital, logo sente que gastou tempo e dinheiro demais só com o primeiro passo. Para compensar, ou busca alguém mais barato para os próximos serviços de marketing digital, ou improvisa internamente com a própria equipe, ou simplesmente adia os planos (quando não desiste deles). Conclusão: a agência perde a oportunidade de vender seus produtos e serviços de marketing digital para esse cliente potencial.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

O que aconteceria se a criação de sites fosse assumida pela agência digital em um modelo de recorrência? Usando tecnologia de ponta, é possível fazer isso de maneira escalável, precificando o serviço de forma recorrente. A agência poderia, por exemplo, reduzir o valor cobrado na entrega de um site e diluir a diferença em mensalidades que abranjam também serviços de manutenção (como hospedagem, backup ou segurança). Ou poderia oferecer uma revisão de funcionalidades e layout das páginas a cada ano, na época da renovação de um contrato com pagamentos mensais. Poderia ainda estabelecer diferentes pacotes de serviços de marketing digital, por assinatura, que incluíssem a criação do site.

Pacotes que cabem no bolso

A sensação de que o preço de um conjunto de serviços “cabe no bolso” (assim como as parcelas de uma geladeira comprada no crediário) pode ser decisiva para um pequeno empreendedor contratar uma agência digital. Se estiverem dispostas a mudar a forma como sempre cobraram por certos trabalhos, buscando ferramentas tecnológicas que permitam ampliar seu rol de ofertas sem acrescentar custos fixos elevados, as agências digitais tendem a se beneficiar. As chances de conseguir reter e fidelizar os clientes aumentam. Fora o alívio nas contas, considerando a previsibilidade da receita e dos custos das entregas que precisarão ser feitas ao longo do contrato.

Estarão os clientes brasileiros preparados para contratar serviços como a criação de sites em um modelo de recorrência? Respondo essa pergunta com outra: por que não estariam? Em mercados maduros, como o norte-americano, a recorrência é a regra entre as agências digitais e os jobs, a exceção. Uma assinatura normalmente garante ao cliente ser abastecido com o que há de mais moderno e atualizado no segmento que for – voltemos aos exemplos de Netflix, OneDrive e Spotify. Não seria diferente com as agências. Quanto vale não ter de se preocupar com a manutenção do site? Ou ganhar um site novo todos os anos? Ou ter uma agência que conheça seu negócio, oferecendo todos os produtos e serviços necessários a cada passo da jornada digital? Convencer clientes não é a parte difícil. O maior desafio talvez seja convencer as próprias agências.

* Panorama Agências Digitais Brasil 2020 (Resultados Digitais e Rock Content)

Duda é uma empresa de tecnologia do Vale do Silício que desenvolve soluções para criação de sites de alta performance, com foco em agências digitais e plataformas SaaS.

Fonte: Dialetto – Mariana Segala

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Shopping recebe novas lojas

Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), inaugura sete novas lojas no fim do ano

Centro de compras fecha ano com saldo positivo, após abrir 12 operações durante 2019; para direção do shopping, inaugurações turbinam a campanha de Natal

Localizado no corredor de compras mais nobre de São José dos Campos (a 90 quilômetros da capital São Paulo), o Colinas Shopping celebra a chegada de novas operações neste fim de ano, em plena campanha de Natal. Loungerie, Mundo do Cabeleireiro, TNG, Anacapri, Element, Faberge e Simple Organic inauguram suas lojas dentro do centro de compras entre novembro e dezembro.

Com as inaugurações, o Colinas Shopping encerrará 2019 com 12 novas operações, mantendo um saldo positivo em 2019. Antes, abriram unidades da Piticas, RC Store, Action VR, Japa Já e Preçolândia.

Com a campanha “A Doce Magia de Natal” – na qual o centro de compras sorteia vales-compra e um carro, entre 20 de novembro e 30 de dezembro –, a direção do Colinas espera que as inaugurações movimentem ainda mais o mall.

“Assim, o Colinas Shopping se atualiza para acompanhar o ritmo de mudanças que a região demanda dia após dia. O objetivo é se tornar cada vez mais um centro de compras plural e dinâmico. Um ponto de encontro que alia entretenimento, serviços e as melhores marcas”, afirma a diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas.

Diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas / Divulgação

O shopping espera um crescimento de 15% nas compras de Black Friday e Natal, com um intenso movimento diário de pessoas nas vésperas das datas comerciais.

“O que buscamos é oferecer um leque completo de opções aos clientes, dentro do plano de tornar o Colinas Shopping o principal complexo multiuso entre São Paulo e Rio. Com a inauguração da torre comercial no ano que vem, a tendência é valorizar ainda mais nosso mix de lojas voltadas ao varejo”, completa Larissa.

Inaugurações

Entre as operações que serão inauguradas, está uma das mais queridas lojas de lingerie do país, a Loungerie. Com 66 unidades espalhadas por diferentes regiões do Brasil, a marca se notabiliza por criar modelos que unem conforto e sofisticação sob medida, para incluir toda a diversidade das mulheres do Brasil.

Quem procura as melhores marcas de produtos para os cabelos, vai adorar a loja Mundo do Cabeleireiro. No espaço, é possível encontrar as novidades de marcas como L’Oréal, Wella, Selena Hills e Butter Hair, entre outras.

Ainda na linha de beleza, a Simple Organic Beauty chega ao Colinas Shopping com o conceito slow beauty. A marca de cosméticos conta com produtos orgânicos e 100% veganos, formulados com matéria-prima orgânica e natural, sem parabenos, conservantes naturais e sem testes em animais.

O setor de vestuário conquistou novas operações. Uma delas é a TNG, de roupas e acessórios masculinos e femininos. Outra opção com muito estilo e personalidade é a Element, que confecciona modelos inspirados na moda urbana.

Conhecida por seus sapatos, bolsas e acessórios, a Anacapri é mais uma entre as novidades que chegam para o fim do ano no Colinas Shopping. A loja conta com modelos cheios de estilo para o dia a dia.

Há ainda a loja do Grupo Faberge, multimarcas do setor automotivo que comercializa grandes marcas como Volvo, Audi e Citroën, que será inaugurada no piso superior.

Confirmando o bom momento do centro de compras, as lojas O Boticário, Espaço Acessórios e Manazzo, já na ativa, também aproveitam o fim do ano para uma repaginação completa. O Boticário amplia seu espaço para uma loja maior; já o Espaço Acessórios apostará em um novo modelo de loja da franquia; e a Manazzo (já inaugurada) ampliou seu espaço e repaginou o décor de tabacaria.

A Doce Magia do Natal

Na campanha de Natal do Colinas Shopping, a cada R$ 400 em compras realizadas entre os dias 25 e 29 de novembro, os clientes concorrem a cinco vales-compra de R$ 5.000. Depois, a cada R$ 400 em compras, de 20 de novembro a 30 de dezembro, os clientes concorrem a um BMW X-1 equipado com produtos Thule.

Fonte: CABANA | João Pedro Teles
Repórter

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