Na atividade

Pilares Relações Públicas anuncia quatro novos clientes

Entre os novos clientes da agência estão: Sicoob Cressem, FAEL SJC (Faculdade Educacional da Lapa), Capeletti & Barini Advogados e a loja da franquia Croasonho em Taubaté

A agência de RP, localizada em São José dos Campos, comemora o primeiro trimestre deste ano com a conquista de novos clientes na RM Vale. Atuando há 4 anos na região, a Pilares busca oferecer soluções estratégicas para que os clientes tenham presença em todas as plataformas.

Diferente das agências de comunicação tradicionais da região, a empresa trabalha com um atendimento personalizado e especializado para cada segmento, focando em planejamentos de Relações Públicas, redes sociais, assessoria de imprensa, organização e planejamento de eventos, pesquisas direcionadas, criação de conteúdo interno, gerenciamento de crise e consultoria de comunicação.

Hoje, a empresa integra quatro novos clientes de categorias distintas e trabalha no relacionamento das marcas com o público. O objetivo é prestar um serviço de qualidade focando nos valores que cada empresa quer transmitir para o público.

Entre os novos clientes da agência de RP estão a FAEL SJC (Faculdade Educacional da Lapa) que está há treze anos em São José dos Campos; Sicoob Cressem, cooperativa de crédito dos servidores municipais, presente em nove cidades do Vale do Paraíba e Litoral Norte; Capeletti & Barini Advogados, que trabalha com advocacia corporativa em geral, atendendo as mais diversas demandas empresariais; Croasonho, franquia localizada dentro do Taubaté Shopping a partir de março.

A Pilares RP vem fazendo um trabalho com excelência na cidade e já coleciona cases de sucesso. Buscando conectar as ideias e propor soluções para seus clientes, com transparência e qualidade, a expectativa para este ano é de crescimento.

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KTBO investe no Brasil para ampliar atuação na América Latina

Uma das maiores agências independentes da América Latina consolida seu crescimento no Brasil

Com uma abordagem “digital first” e clientes como Kellogg, Mattel e Electronic Arts, a KTBO cria estruturas personalizadas para liderar processos de transformação para grandes empresas da região

A KTBO, uma das líderes no mercado de publicidade independente na América Latina e entre as três principais agências no México, anuncia a expansão de suas operações na América Latina. O escritório no Brasil, o primeiro fora do país de origem, terá importância estratégica fundamental para expansão e consolidação regional como uma das maiores agências independentes da região. Fora do Brasil, grandes marcas, como Coca-Cola, AT&T, Grupo Bimbo, Colgate-Palmolive, Pandora, entre outras, brilham em seu portfólio. No total, são mais de 40 clientes, atendidos por cerca de 250 funcionários em sua sede na Cidade do México.

No Brasil, a KTBO é a agência digital da Kellogg’s, Mattel e Electronic Arts. “Para nós, ter uma base com uma equipe local em uma das maiores economias do mundo é um passo natural. Os acordos regionais com grandes clientes nos permitem estabelecer uma operação no Brasil com talentos locais”, afirma Armando David Ortigosa, fundador e CEO da empresa, presente no Brasil para o evento de lançamento.

A operação local será liderada por Mário Reys (profissional de Planejamento, que já trabalhou na F.biz e TV1) com apoio de Andrea Tornovsky (ex-Ogilvy, YDreams Global, Fábrica e Heads), responsável pelo Atendimento e pela área de Novos Negócios. A liderança criativa é de Maria Lígia Monteiro, que já atuou na AZZA, AG2 e Casa Mar.

Maria Lígia Monteiro, Mário Reys, Armando Ortigosa, Andrea Tornovsky e Paulo Diaz

Segundo Ortigosa, em um primeiro momento, o desempenho do escritório brasileiro visava o desenvolvimento de campanhas digitais para a Kellogg’s e a Mattel. “Acreditamos e estamos investindo pesadamente no país. Nosso objetivo é ganhar novas contas no primeiro semestre, agindo de forma independente da sede”, acrescenta. “Não importa onde estejamos – México, Brasil, Argentina, Colômbia ou em qualquer lugar do mundo -, nosso objetivo é entregar soluções de classe mundial como uma única unidade “.

Para ele, México e Brasil sofrem vícios no mercado de comunicação e modelos operacionais obsoletos. “Buscamos criar experiências relevantes, independentemente da mídia. O Brasil é um país de talentos criativos. Para nós, unir equipes criativas a especialistas em dados e idéias, prática já adotada pela KTBO no México, é o modelo do futuro ”, enfatiza. Este modelo já se mostrou vitorioso. Em 2019, o estudo Agency Scope, realizado com executivos de marketing no México, identificou a KTBO como a principal agência digital do país. “Somos uma agência criativa, nativa digital, para um mundo onde o digital está em primeiro lugar”, explica Ortigosa, reforçando o perfil full service da agência.

Estreia com o Tigre Tony – A KTBO logo mostrou seu cartão de visita com uma campanha digital de “relançamento” do Tigre Tony, mascote do cereal Sucrilhos, que estava afastado da mídia. Com apoio de influenciadores, a campanha “Recreate the Game” pediu a pais e crianças que reinventassem suas brincadeiras, transformando objetos banais do dia-a-dia em peças de um grande jogo.

De acordo com Damian Pirichinsky, diretor de marketing da Kellogg’s para o Mercosul, a iniciativa mostra um novo momento da empresa na região. “Nossa parceria estratégica e criativa com a KTBO está inovando a forma como monitoramos o público-alvo de nossas principais marcas. Isso nos dá insights diferenciados para testar diferentes execuções e projetos-piloto que nos permitem alcançar milhões de consumidores em diferentes momentos do dia”, afirma o executivo.

Prova dessa confiança está no investimento em uma extensão de sua unidade especial de atendimento, a Kellogg’s Unit for Brand Engagement (KUBE), em São Paulo, que há cinco anos funciona com sucesso no México. Na estrutura da KTBO, as unidades especiais são núcleos de trabalho totalmente dedicados a determinadas contas, como Coca-Cola (Media House) e Colgate (CODE). Seu foco é a promoção de engajamento do público com as marcas nos ambientes digitais.

Primeira dessas unidades especiais, o KUBE surgiu em 2015 a partir de uma iniciativa de Ortigosa e Omar Carrión, gerente-geral da multinacional para a América Latina. A proposta era unir a empresa e todos os seus pontos de contato digitais com os consumidores sob uma única liderança.

De acordo com Carrión, os primeiros anos de experiência do KUBE foram altamente proveitosos. “A KTBO está ajudando a revolucionar nosso modelo de engajamento em toda a América Latina, no qual o Brasil é um mercado-chave para o êxito de nossas estratégias comerciais”, garante.

Outra campanha lançada recentemente no Brasil pela KTBO foi a de reposicionamento da marca de sucos Trink, da Parati, com criação de personagens com características diferentes para cada um dos sabores: os Trinkinos, que fizeram sua estreia no Instagram e logo já foram até para blocos de Carnaval.

Fonte: Galbraith PR – Marco Barone

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Shopping Pátio Pinda recebe exposição com mais de 100 carros antigos

Encontro é gratuito e acontece neste domingo (26)

Com modelos nacionais e importados, fabricados até o ano de 1990, um encontro de carros antigos vai reunir diversas marcas em mais uma edição no Shopping Pátio Pinda, que acontece neste domingo (26), a partir das 9h, no estacionamento do centro de compras e lazer. Entre os modelos disponíveis ao público estarão Dodges – com seu motor V8 –, Opalas, Fords das décadas de 1920 e 1930, Pumas e MP Lafer.

Além da exposição, os clientes do shopping poderão conferir também um tradicional “mercado de pulgas” – estandes com peças e acessórios exclusivos para autos antigos. Muitos colecionadores encontram nesses locais aquele item especial que estava faltando para concluir a restauração de um veículo. “Os encontros reúnem apaixonados por carros, pessoas que não medem esforços para recuperar e restaurar, deixando-os como ‘novos’, explica Aldo Fusco, presidente do CAAT e um dos organizadores do evento.

Serviço
Encontro de carros antigos
Data: domingo (26)
Hora: a partir das 9h

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Vaga para Representante Comercial em veículo

 A Rádio Antena 1 FM São José busca profissional da área comercial

Vaga destinada aos profissionais que desejam desenvolver uma carteira de clientes selecionados para veiculação na ANTENA 1 FM de São José.

Desafios:
Prospecção
Vendas
Atendimento
Planejamento de Mídia
Interação com o cliente
Gestão de prazos e metas

Requisitos:
Ensino Superior Completo
Experiência em vendas/veículos de comunicação
Possuir bom relacionamento interpessoal
Ser responsável e organizado
Ter empresa aberta

Área de atuação:
São José dos Campos e região

Regime de contratação:
Representante comercial via Empresa individual, contrato com valor mensal + ajuda e custo + comissões. Horário Comercial.

Envie o seu currículo e pretensão salarial até 27/01 para gerenciasjc@antena1.com.br com o assunto:
Vaga Representante Comercial

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Recorrência como modelo de negócios para agências

Receita previsível: A recorrência é o futuro das agências digitais

por Alessandra Sadan, vice-presidente da Duda para América Latina

A recorrência é um modelo de negócio que se disseminou nos últimos anos pelas mãos das empresas de tecnologia – mais especificamente, das que trabalham com plataformas SaaS (Software as a Service). Quem assina Netflix, guarda fotos no OneDrive ou tem conta no Spotify está imerso nesse sistema, baseado em pagamentos mais parecidos com uma assinatura para ter acesso a um serviço do que com a compra de um produto. Alguns anos atrás, talvez soasse impossível aplicar o modelo a segmentos tradicionalmente habituados a trabalhar “por job”, como é o caso de certos serviços das agências digitais. Efetivamente, não é. A recorrência, na verdade, pode ser o principal aliado delas na sustentabilidade dos seus negócios.

Image by Megan Rexazin from Pixabay

Depender da prestação de serviços pontuais é uma grande dor das agências digitais. Esse modelo dificulta estimativas de demanda no longo prazo e, principalmente, atrapalha qualquer espécie de planejamento financeiro. Não à toa, aumentar a carteira de clientes recorrentes foi eleito o principal desafio das agências para 2020*. Isso porque o modelo assegura que pelo menos parte da receita seja previsível, garantindo a sustentabilidade dos negócios. Fora isso, manter um relacionamento de longo prazo também eleva as chances de vender novamente para os mesmos clientes – com um custo menor do que adquirir novos contratos.

Presença online por assinatura

Pode soar contra-intuitivo, mas mesmo serviços como a criação de sites podem ser vendidos em um modelo semelhante ao de assinaturas. Pense na situação em que um pequeno empreendedor esteja em busca de presença online para seu novo negócio. Para que possa fazer anúncios pagos, investir em conteúdo para blog ou apostar na gestão de suas redes sociais (que são, esses sim, serviços de marketing digital recorrentes para as agências) o primeiro passo é ter um site. Como criar sites normalmente não é o foco das agências, é comum que indiquem um profissional externo ou demandem uma equipe especializada para um serviço que tipicamente é pontual.

Daí derivam alguns problemas. Colocar um site no ar costuma ser demorado e caro. O pequeno empreendedor, que precisava de presença digital, logo sente que gastou tempo e dinheiro demais só com o primeiro passo. Para compensar, ou busca alguém mais barato para os próximos serviços de marketing digital, ou improvisa internamente com a própria equipe, ou simplesmente adia os planos (quando não desiste deles). Conclusão: a agência perde a oportunidade de vender seus produtos e serviços de marketing digital para esse cliente potencial.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

O que aconteceria se a criação de sites fosse assumida pela agência digital em um modelo de recorrência? Usando tecnologia de ponta, é possível fazer isso de maneira escalável, precificando o serviço de forma recorrente. A agência poderia, por exemplo, reduzir o valor cobrado na entrega de um site e diluir a diferença em mensalidades que abranjam também serviços de manutenção (como hospedagem, backup ou segurança). Ou poderia oferecer uma revisão de funcionalidades e layout das páginas a cada ano, na época da renovação de um contrato com pagamentos mensais. Poderia ainda estabelecer diferentes pacotes de serviços de marketing digital, por assinatura, que incluíssem a criação do site.

Pacotes que cabem no bolso

A sensação de que o preço de um conjunto de serviços “cabe no bolso” (assim como as parcelas de uma geladeira comprada no crediário) pode ser decisiva para um pequeno empreendedor contratar uma agência digital. Se estiverem dispostas a mudar a forma como sempre cobraram por certos trabalhos, buscando ferramentas tecnológicas que permitam ampliar seu rol de ofertas sem acrescentar custos fixos elevados, as agências digitais tendem a se beneficiar. As chances de conseguir reter e fidelizar os clientes aumentam. Fora o alívio nas contas, considerando a previsibilidade da receita e dos custos das entregas que precisarão ser feitas ao longo do contrato.

Estarão os clientes brasileiros preparados para contratar serviços como a criação de sites em um modelo de recorrência? Respondo essa pergunta com outra: por que não estariam? Em mercados maduros, como o norte-americano, a recorrência é a regra entre as agências digitais e os jobs, a exceção. Uma assinatura normalmente garante ao cliente ser abastecido com o que há de mais moderno e atualizado no segmento que for – voltemos aos exemplos de Netflix, OneDrive e Spotify. Não seria diferente com as agências. Quanto vale não ter de se preocupar com a manutenção do site? Ou ganhar um site novo todos os anos? Ou ter uma agência que conheça seu negócio, oferecendo todos os produtos e serviços necessários a cada passo da jornada digital? Convencer clientes não é a parte difícil. O maior desafio talvez seja convencer as próprias agências.

* Panorama Agências Digitais Brasil 2020 (Resultados Digitais e Rock Content)

Duda é uma empresa de tecnologia do Vale do Silício que desenvolve soluções para criação de sites de alta performance, com foco em agências digitais e plataformas SaaS.

Fonte: Dialetto – Mariana Segala

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Shopping recebe novas lojas

Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), inaugura sete novas lojas no fim do ano

Centro de compras fecha ano com saldo positivo, após abrir 12 operações durante 2019; para direção do shopping, inaugurações turbinam a campanha de Natal

Localizado no corredor de compras mais nobre de São José dos Campos (a 90 quilômetros da capital São Paulo), o Colinas Shopping celebra a chegada de novas operações neste fim de ano, em plena campanha de Natal. Loungerie, Mundo do Cabeleireiro, TNG, Anacapri, Element, Faberge e Simple Organic inauguram suas lojas dentro do centro de compras entre novembro e dezembro.

Com as inaugurações, o Colinas Shopping encerrará 2019 com 12 novas operações, mantendo um saldo positivo em 2019. Antes, abriram unidades da Piticas, RC Store, Action VR, Japa Já e Preçolândia.

Com a campanha “A Doce Magia de Natal” – na qual o centro de compras sorteia vales-compra e um carro, entre 20 de novembro e 30 de dezembro –, a direção do Colinas espera que as inaugurações movimentem ainda mais o mall.

“Assim, o Colinas Shopping se atualiza para acompanhar o ritmo de mudanças que a região demanda dia após dia. O objetivo é se tornar cada vez mais um centro de compras plural e dinâmico. Um ponto de encontro que alia entretenimento, serviços e as melhores marcas”, afirma a diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas.

Diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas / Divulgação

O shopping espera um crescimento de 15% nas compras de Black Friday e Natal, com um intenso movimento diário de pessoas nas vésperas das datas comerciais.

“O que buscamos é oferecer um leque completo de opções aos clientes, dentro do plano de tornar o Colinas Shopping o principal complexo multiuso entre São Paulo e Rio. Com a inauguração da torre comercial no ano que vem, a tendência é valorizar ainda mais nosso mix de lojas voltadas ao varejo”, completa Larissa.

Inaugurações

Entre as operações que serão inauguradas, está uma das mais queridas lojas de lingerie do país, a Loungerie. Com 66 unidades espalhadas por diferentes regiões do Brasil, a marca se notabiliza por criar modelos que unem conforto e sofisticação sob medida, para incluir toda a diversidade das mulheres do Brasil.

Quem procura as melhores marcas de produtos para os cabelos, vai adorar a loja Mundo do Cabeleireiro. No espaço, é possível encontrar as novidades de marcas como L’Oréal, Wella, Selena Hills e Butter Hair, entre outras.

Ainda na linha de beleza, a Simple Organic Beauty chega ao Colinas Shopping com o conceito slow beauty. A marca de cosméticos conta com produtos orgânicos e 100% veganos, formulados com matéria-prima orgânica e natural, sem parabenos, conservantes naturais e sem testes em animais.

O setor de vestuário conquistou novas operações. Uma delas é a TNG, de roupas e acessórios masculinos e femininos. Outra opção com muito estilo e personalidade é a Element, que confecciona modelos inspirados na moda urbana.

Conhecida por seus sapatos, bolsas e acessórios, a Anacapri é mais uma entre as novidades que chegam para o fim do ano no Colinas Shopping. A loja conta com modelos cheios de estilo para o dia a dia.

Há ainda a loja do Grupo Faberge, multimarcas do setor automotivo que comercializa grandes marcas como Volvo, Audi e Citroën, que será inaugurada no piso superior.

Confirmando o bom momento do centro de compras, as lojas O Boticário, Espaço Acessórios e Manazzo, já na ativa, também aproveitam o fim do ano para uma repaginação completa. O Boticário amplia seu espaço para uma loja maior; já o Espaço Acessórios apostará em um novo modelo de loja da franquia; e a Manazzo (já inaugurada) ampliou seu espaço e repaginou o décor de tabacaria.

A Doce Magia do Natal

Na campanha de Natal do Colinas Shopping, a cada R$ 400 em compras realizadas entre os dias 25 e 29 de novembro, os clientes concorrem a cinco vales-compra de R$ 5.000. Depois, a cada R$ 400 em compras, de 20 de novembro a 30 de dezembro, os clientes concorrem a um BMW X-1 equipado com produtos Thule.

Fonte: CABANA | João Pedro Teles
Repórter

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Coluna “Discutindo a relação…”

Pequenas, ágeis e enxutas

Semana passada aconteceu uma discussão muito legal no Linkedin a partir de um texto postado pelo grande Luiz Buono, sócio e fundador da Fábrica. O Luiz tem se destacado nesta plataforma com textos e reflexões sempre muito bacanas e úteis.

No texto ele narrou um acontecimento de três anos atrás: uma pessoa na fila do SXSW lhe disse que o futuro seria das agências ágeis, enxutas e que tivessem liberdade maior de movimento. Agências independentes. E o Luiz relacionou isso com o recente destaque que três agências brasileiras com esse perfil obtiveram na edição deste ano em Cannes. As agências são a David, a AKQA e a W+K. Esse assunto também foi capa da Meio&Mensagem de 01 de julho.

Comentei na postagem do Buono que acreditava fortemente em um futuro breve no qual as estruturas independentes e ágeis terão mais espaço, enquanto as grandes holdings de comunicação passarão por mais dificuldades.

Olhando para nosso mercado, o mercado do Vale do Paraíba e de interior de SP como quase um todo, podemos constatar que as estruturas condensadas de nossas agências – mais por necessidade do que por inventividade –  têm garantido espaço para  competirem até mesmo nos centros maiores. O digital e suas ferramentas deixaram tudo mais horizontal e como sempre tivemos talento agora podemos competir com a vantagem da estrutura pequena (mas competente), do preço inferior (nosso custo é menor) e da agilidade e multioferta de serviços.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

As primeiras a desbravarem essa trilha e abrirem espaço no mato do mercado das capitais e até do exterior foram as chamadas agências digitais.

Muitas agências – tradicionais e digitais – optam inclusive por trabalhar por projetos, montando equipes de freelancers de acordo com cada demanda. Mesmo em São Paulo capital esse modelo já é bastante encontrado. Tive uma conversa muito boa com o Filipe Crespo da criativosbr sobre isso. O modelo de operação deles é exatamente assim. Dois sócios e uma equipe de frilas de acordo com cada demanda de cada cliente.

Também acredito que muitos modelos operacionais de prestação de serviços em comunicação passem a coexistir. Um necessariamente não exclui o outro. Todos os tipos e modelos de negócios em comunicação, marketing e propaganda estão buscando aprimorar suas armas e caprichar cada vez mais na entrega. Uns permanecerão, outros talvez não.

O mercado é assim. E novos modelos de negócios em comunicação ainda estão por surgir. É aguardar para ver.

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Coluna “Discutindo a relação…”

Como manter o relacionamento saudável

No artigo para essa coluna do mês passado escrevi sobre como as agências estão buscando recuperar sua relevância dentro do cenário atual de comunicação e marketing. Neste mês vamos persistir no assunto. Mas desta vez o foco será mais em como manter uma relação duradoura e saudável com os clientes.

Para melhor tratar o assunto quero trazer aqui um pouco das ideias de outros líderes do setor de agências de propaganda. E vou começar com uma declaração de David Laloum, presidente da Y&R. Ele afirma que para construir uma relação perene com os seus clientes as agências devem apostar em três fatores:

1 – construção de uma trajetória de sucesso – essa construção deve ocorrer em conjunto, com extensa participação do cliente para se chegar a bons resultados de negócios. Ou seja, a construção de seguidos “cases” de sucesso em parceria com os clientes;

2 – consistência na entrega – evitar ciclos de altos e baixos, perseguir a entrega com qualidade e excelência em todas as situações, manter um alto nível de entrega;

3 – capacidade de continuar a inspirar – uma agência deve sempre manter-se como fonte inspiradora não só de ideias mas também de inovação e soluções de demandas de negócios.

Quem também recentemente abordou o tema foi Ricardo John, presidente da JWT. Ricardo afirmou que para um relacionamento saudável entre agência e anunciante é preciso tomar cuidado para que a agência não seja vista como uma mera “tarefeira”. Para tanto, o caminho, diz o presidente, é trabalhar a consciência das equipes para que vistam a camisa de sócios dos projetos dos clientes e propor novas alternativas, evitando ser entendida (a agência) como simples fornecedora.

Imagem de rawpixel por Pixabay

É claro que essas ideias impactam e têm relação direta com novos modelos de operação das agências. Fernando Musa, CEO da Ogilvy, diz que as agências devem estar abertas à implementação de diferentes modelos operacionais e que a escolha do melhor modelo será definida pela demanda do cliente. Musa afirma que para manter um relacionamento “quente” é preciso estar aberto a qualquer modelo.

Outro aspecto destacado por várias lideranças é a diversidade. Buscar a montagem de equipes diversas, em vários aspectos, ajuda na entrega de soluções mais eficazes, assertivas e impactantes. Além da diversidade de gênero e classe social também passa a ser fundamental a diversidade de formações profissionais com a absorção de cientistas de dados, analistas de dados, antropólogos-sociólogos-filósofos, programadores e profissionais de inteligência artificial.

Fica óbvio, ao menos para mim, que as agências estão superando aquele momento de descrédito e de perda de relevância e estão trabalhando para virar o jogo e aproximarem-se definitivamente de seus clientes e de suas necessidades de negócios e soluções de problemas.

Vamos seguir observando e comentando!

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CRM e mkt de relacionamento: lado a lado

Gestão: CRM e marketing de relacionamento devem caminhar lado a lado

* Octavio Garbi, sócio e diretor de vendas da Ploomes

Priorizar oportunidades de vendas de acordo com a disponibilidade de tempo do vendedor faz total sentido. Porém, alguns profissionais da área podem frequentemente confundir prioridade com exclusividade. Sentindo a necessidade de dar escalabilidade e organizar o processo de prospecção, empresas implantam plataformas de CRM (Customer Relationship Management ou gestão de relacionamento com o cliente, em português), mas esquecem de alinhar a plataforma com estratégias relacionadas à gestão da carteira de clientes – que vão muito além das etapas de prospecção. Ao restringir a utilização da ferramenta à adaptação do processo comercial, ou seja, preocupando-se apenas com o acompanhamento e o fechamento de oportunidades identificadas, a companhia deixa de explorar um enorme potencial existente no uso desse tipo de tecnologia: a definição de estratégias de marketing de relacionamento para uma melhor gestão e aproveitamento da carteira.

Fomentar uma base de dados de prospects, leads e clientes sem a combinação dessas estratégias personalizadas de relacionamento significa, necessariamente, perder dinheiro. Qualquer contato cadastrado na plataforma tem ou já teve algum nível de relevância para o negócio de alguma forma. O marketing de relacionamento nada mais é do que a compreensão dessa relevância para que as estratégias de comunicação sejam traçadas com objetivo de gerar o seu completo aproveitamento. Variados clientes (com diferentes características demográficas, comportamentais e em momentos distintos de suas jornadas) pedem, claro, estratégias diferentes.

Em determinados setores da economia, como as indústrias e distribuidoras B2B, o marketing de relacionamento torna-se ainda mais relevante, uma vez que o número de potenciais compradores é muitas vezes restrito. Uma fabricante de leitos hospitalares e demais materiais relacionados, por exemplo, tem como mercado potencial 6.820 hospitais ativos no país, entre públicos e privados, de acordo com os últimos dados da Federação Brasileira de Hospitais divulgados em 2018. Como sabemos que a construção de um hospital demanda tempo e um elevado investimento financeiro, estamos tratando de um mercado com limitado crescimento a curto prazo. Então definir como estratégia de venda a prospecção de novos hospitais é limitar sua velocidade de crescimento com a do mercado em questão. Nesse sentido, ganha ainda mais importância a prática do marketing de relacionamento.

A essência do CRM, isto é, o motivo pelo qual ele foi criado, não pode ser esquecido. É por meio de sua correta utilização que uma organização conseguirá tornar o relacionamento com o cliente mais inteligente – tanto no retrabalho daqueles que ainda não estabeleceram qualquer vínculo formal com a empresa como no fortalecimento dos laços com clientes que já efetivaram ou realizam periodicamente compras. Assim, as empresas conseguem aliar o processo comercial a uma estratégia de relacionamento consolidada, extraindo o maior retorno possível desse tipo de software.

Photo by rawpixel.com from Pexels

Para alcançar êxito na empreitada, também vale ressaltar que é imprescindível que todos os colaboradores envolvidos no processo participem de treinamentos para correta utilização do software de CRM. Além disso, é necessário ter conhecimento sobre técnicas de atendimento ao cliente, valores e missão da empresa e, obviamente, entendimento completo em relação ao serviço ou produto comercializado no mercado.

Portanto, o marketing de relacionamento e o CRM não podem de jeito nenhum andar separados. A junção de ambos permite melhores resultados por meio de vendas mais ágeis, inteligentes e satisfatórias aos consumidores. Mais do que tudo isso, a aplicação dos conceitos em conjunto é reconhecer a importância da carteira de clientes para o sucesso da empresa.

* Octavio Garbi é sócio e diretor de vendas da Ploomes, empresa que disponibiliza plataforma com as funções estratégicas dos sistemas de CRM mais modernos e a parte operacional de indústrias e distribuidoras B2B

Fonte: Motim – conteúdo criativo – Raphael Bueno

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As novas utilidades do reconhecimento facial

De identificar emoções até personalizar menus, as possibilidades da tecnologia de reconhecimento facial estão só começando a se concretizar

por Ubiratan Resende (*)

Mais conhecido pelas aplicações na área de segurança, o reconhecimento facial vem se popularizando em celulares e aplicativos como o Facebook, e também no marketing, na publicidade, nas vendas e no relacionamento com clientes. Nesses campos, ele vem sendo explorado para testar, identificar e medir reações das pessoas, facilitar compras, fazer pagamentos e fidelizar clientes.

Imagem de Jonny Lindner por Pixabay

Já existem portas de metrô interativas que exibem anúncios e monitoram a reação das pessoas à publicidade apresentada nas portas. Além de medir quantas pessoas viram os anúncios, os sensores de reconhecimento facial embutidos nas portas podem segmenta-las por idade e/ou sexo, ou classificar seu comportamento em quatro tipos: feliz, insatisfeito, surpreso ou neutro.

A tecnologia do reconhecimento facial avança aos saltos: o mercado de US$ 3,85 bilhões deve atingir US$ 9,78 bilhões em 2023, segundo a ResearchAnd Markets. À medida que a tecnologia progride, avançam os diversos usos do reconhecimento facial já disponíveis, como reconhecer emoções, fazer pagamentos, ver quem está atento na aula, acordar um motorista sonolento, menus personalizados e marketing dirigido.

Como o reconhecimento facial consiste na análise de certos pontos da face de uma pessoa para a identificar, o mesmo processo pode ser utilizado para mapear as relações entre os mesmos pontos a fim de detectar emoções. Juntamente com as chamadas “microexpressões”, é possível ao software determinar emoções mais simples, como surpresa, alegria, raiva, tristeza, desgosto e outras.

Hoje, a detecção de emoções pode tanto avaliar um sentimento despertado por uma determinada marca ou campanha publicitária, contribuir para um teste de produto, como para identificar pessoas que dão sinais de agressividade em aeroportos e outros locais púbicos de forma a ajudar serviços de segurança a detectar possíveis agressores.

A face já é ingresso em diversos parques temáticos chineses e eventos de tecnologia. A pessoa também pode retirar passagens de trem depois de identificada por reconhecimento facial e até mesmo fazer transferências de dinheiro para outra pessoa, e sorrindo para ela, com apps para smartphones como Alipay. Clientes do HSBC na China podem fazer pagamento com uma selfie e não deve demorar muito para outras instituições financeiras copiarem a solução.

Hoje, a Ásia lidera a adoção de novas tecnologias e um relatório da Trust in Technology afirma que mais de 60% dos chineses acreditam que a biometria, como o reconhecimento facial ou digital, serão o único meio de acessar serviços bancários dentro de 10 anos.

Imagem de teguhjati pras por Pixabay

O reconhecimento facial, porém, não se limita a identificar pessoas; também pode ser empregado para impedir que um motorista durma ao volante. A campanha Think, do governo britânico, mostrou que cerca de 20% dos acidentes nas principais rodovias do país tem a ver com o sono e que 40% daqueles 20% envolvem veículos comerciais. Sistemas de detecção de sinais de sono por reconhecimento facial funcionam pelo monitoramento de movimentos da cabeça e dos olhos, alertando e acordando o motorista antes de cair no sono.

O mesmo princípio de monitorar movimentos dos olhos e da cabeça pode ser usado para identificar desatenção em salas de aula e centros de treinamento, mas não para punir os desatentos, e sim para selecionar as aulas que mais motivam os estudantes, localizar alunos problemáticos e determinar que tipo de distrações podem ser removidas para melhorar o ambiente de ensino.

Casas de fast food na China usam reconhecimento digital em menus digitais para sugerir pratos a clientes usuais, dispensando cartões fidelidade e logins demorados, inclusive na hora de pagar. Lojas de departamentos identificam clientes pelo reconhecimento facial e a fim de exibir anúncios segmentados em displays inteligentes que casam com as preferências e hábitos daquele cliente. Mesmo na primeira vez que uma pessoa entra na loja, é possível segmentar a publicidade dirigida a ela nos displays digitais com base em sua idade, gênero e outras características faciais.

(*) Ubiratan Resende é diretor-geral da VIA Technologies no Brasil

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

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