Forte presença do varejo online no cotidiano da população acima de 60 anos, afirma estudo da SBVC

Estudo realizado pela SBVC revela que 48% desse consumidor utiliza smartphones para suas compras online

Segundo estimativas do IBGE, nos próximos 20 anos a população acima de 60 anos, mais que triplicará, chegando a 88,9 milhões de brasileiros (39,2% da população). Ou seja, o Brasil está no momento de proporcionar mudanças e novas oportunidades de negócios em muitos segmentos, pois a população está envelhecendo em uma velocidade muito rápida, o que trará um grande impacto sobre os sistemas de saúde e outros, com elevação de custos e do uso dos serviços.

Pensando neste futuro cenário, a SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo em parceria com a AGP Pesquisas atualizou a pesquisa feita em 2017, com informações sobre os atuais hábitos de compra da população com idade superior a 60 anos. “Realizamos este estudo para analisar os fatores que levam este público a consumir, que aspectos eles mais prezam em suas compras e a presença do varejo digital entre essa população. Além disso, avaliamos a experiência de compra e os aspectos mais valorizados no consumo de produtos e serviços”, comenta Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

O estudo da SBVC contou com 510 entrevistados numa pesquisa 83,3% dos 60+ afirmaram que eles mesmos são o elemento responsável pelo controle das finanças e decisões de compra em sua residência. Na média da população entrevistada, o item mais importante no orçamento mensal são os gastos com mantimentos (R$ 666), seguidos por Moradia (R$ 591) e Saúde (R$ 395), que obtiveram queda em relação ao ano passado, R$892, R$805 e R$758 respectivamente. É importante ressaltar que o consumo se dá em uma ampla variedade de canais: 47% dos entrevistados costumam ir semanalmente a redes de hipermercados ou supermercados, 55% ao mercado local e 59% às lojas de hortifrúti. Apenas 31% costumam ir toda semana à feira livre (sendo que 21% afirmam nunca frequentar esse canal). Percebe-se que o consumidor com mais de 60 anos, ao mesmo tempo em que utiliza super e hipermercados, tradicionais e de vizinhança, em seu mix de consumo, também vai aos hortifrútis para o abastecimento de itens perecíveis.

Sobre a experiência no ponto de venda dos supermercados, em 2017 os consumidores não a consideravam tão positiva, porém para este ano houve alteração, 32% consideram a experiência “muito boa”, versus 12% do ano anterior. Shopping centers não fazem parte do rol de escolhas e farmácias é considerado canal de reposição, 46% visita mensalmente.

Lojas cheias, filas, falta de atendimento são aspectos que atrapalham bastante a experiência de compra, pois dificultam o deslocamento pelo PDV e a finalização bem-sucedida da compra. “Assim como na 1ª pesquisa, o que mais nos chamou a atenção é o fato de que itens relacionados exclusivamente à experiência de consumidores 60+, como a disponibilidade de áreas de descanso, elevadores, escadas rolantes, são muito menos relevantes para a satisfação dos clientes do que itens que também são importantes para clientes de outras faixas etárias, como caixa sem filas”, ressalta Eduardo Terra.

Metodologia

O estudo entrevistou 510 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra da população acima de 60 anos, com especial interesse na comparação entre lojas físicas e online

Disponível no site: http://sbvc.com.br/2a-pesquisa-habitos-de-compra-do-consumidor-60

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff

Pesquisa aponta usos do 13° salário

ACIT realiza pesquisa sobre gasto com 13º salário e expectativa de venda

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), realizou uma pesquisa para saber o que as pessoas pretendem fazer com o 13º salário nesse ano de 2018. As empresas privadas tem até próxima sexta-feira, dia 30 de novembro, para pagar a primeira parcela desse benefício aos seus funcionários. A pesquisa, que foi realizada pelo Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais da UNITAU (NUPES) para a ACIT, também aponta as expectativas de vendas para o natal.

As entrevistas foram realizadas em outubro e, no total, foram entrevistadas 158 pessoas e 54 lojistas em Taubaté. O estudo apresenta margem de erro de 7,0 pontos percentuais para mais ou para menos e um intervalo de confiança de 95%.

Nesse ano percebe-se uma pequena mudança de comportamento sobre os gastos desse valor e o percentual das pessoas que já sabem o que vão fazer com a verba extra teve um aumento de 2%. Porém, cerca de 63% os entrevistados continuam sem saber como investir esse dinheiro, número que se manteve na mesma média do ano anterior.

Como em 2017, o item “pagamento de dívidas” continua como prioridade na maioria dos domicílios, com registro de 55,36% em 2018, comparado aos 56,9% do ano passado. Houve, também, um aumento de quase 5% no número de famílias que pretendem poupar o 13º salário, seja para eventuais emergências ou para pagamento de impostos, apontando maior conscientização das pessoas em relação ao planejamento financeiro.

A mudança de comportamento também é apontada no decréscimo de pessoas que pretendem gastar esse dinheiro em compras de presentes. Esse ano, outras formas de utilização foram apontadas, tais como conserto do carro e ajudar o filho nos estudos.

Já a pesquisa de expectativa de vendas, realizada junto aos lojistas, na opinião em relação as vendas no período de natal deste ano, 52,94% mostrou-se otimista, seguido por 35,29% dos entrevistados que declararam possuir uma atitude mais neutra. Nos extremos das opiniões 9,80% apontaram pessimismo, enquanto apenas 1,96% dos entrevistados tiveram uma atitude muito otimista para com a data natalina.

De um modo geral, dos lojistas que estão otimistas em relação às vendas do ano passado, 47,06% acreditam que as vendas irão crescer em até 10% neste ano. Ou seja, tanto a expectativa, quanto ao volume de vendas apontam para um otimismo moderado por parte dos lojistas.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

ACIT lança campanha de Natal

ACIT lança campanha promocional “Meu Natal Vale Mais”

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) deu início, junto ao comércio local, na promoção “Meu Natal Vale Mais”, fechando a campanha TaubateAMO 2018.

A ideia é trazer o consumidor ao comércio local em dois momentos, primeiro para realização de suas compras nas datas mais fortes em questão de vendas, que são consideradas comemorativas, como o natal por exemplo. O segundo momento é com a premiação das promoções, que esse ano distribui, novamente, cartões presentes de diversos valores, que poderão ser trocados exclusivamente nas lojas participantes do fundo promocional.

Para o natal, foram programados dois sorteios em duas datas diferentes. O primeiro acontece dia 14 de dezembro e serão sorteados 10 cartões presente de R$2.000 cada. Os vendedores registrados nos cupons premiados recebem cartões presente no valor de R$500 cada.

O segundo sorteio acontece dia 04 de janeiro de 2019 e serão dois contemplados, cada um irá receber 01 cartão presente no valor de R$5.000. Os vendedores identificados nos cupons premiados ganharão um cartão presente no valor de R$1.000 cada.

A vantagem para os consumidores que, ao longo do ano, participaram das promoções anteriores (dia das mães, namorados, pais e crianças) é que todos os cupons participam da grande campanha do natal e tem uma segunda chance de concorrer.

Os ganhadores poderão trocar seus cartões em diversas lojas, sempre respeitando o valor mínimo. Por exemplo, o consumidor que ganhar um cartão presente no valor de R$ 5 mil poderá usar uma parte em lojas de roupas e calçados, outra em salão de beleza, loja de utensilio e manutenção veicular, e assim por diante. O valor total não precisa ser todo usado em apenas um estabelecimento, e sim, poderá ser usado em vários locais para diferentes aquisições.

Para participar e concorrer ao grande prêmio, os consumidores devem realizar suas compras nas lojas participantes e a cada R$ 50 recebem um cupom, que deve ser completamente preenchido e depositado em uma das dezenas de urnas.

Com foco na valorização do comércio local, a campanha, elaborada pela Associação em parceria com as empresas participantes, traz no slogan a ideia de que as pessoas comprem na cidade e, com isso, colaborem com a economia local para que isso seja revertido em benefícios ao município.

Taubaté apresenta um comércio variado, com diferentes tipos de segmento e preços acessíveis. Essa campanha será o grande diferencial das lojas da cidade em relação ao comércio da região, que sai na frente oferecendo premiações de alto valor para seus clientes, além de serviços e atendimento de qualidade e uma variedade de produtos. Para tanto, a ACIT busca atender as necessidades de seus associados, oferecendo capacitação às empresas e seus funcionários para que possam, principalmente nessa época do ano, oferecer aos seus clientes um atendimento de excelência.

As lojas participantes sempre serão indicadas com material promocional da campanha e também podem ser consultadas no site www.taubateamo.com.br. Os associados que ainda não estão participado do fundo promocional mas tem interesse em participar da campanha de natal, ainda é possível aderir diretamente na ACIT. Maiores informações podem ser obtidas no Departamento Comercial, pelo telefone (12) 2125-8221.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Previsões para o Natal em pesquisa

Natal deve movimentar R$ 53,5 bi na economia, projetam CNDL/SPC Brasil

Este ano, mais de 110 milhões de brasileiros pretendem ir às compras e desembolsar, em média, R$ 116 por presente. Lojas de departamento, internet e shopping center são os principais locais de compra. Mais da metade dos consumidores pagarão à vista

Apesar da lenta recuperação da economia no país e do ambiente de incertezas, a maior parte dos brasileiros pretende manter a tradição e ir às compras neste Natal, movimento que promete aquecer as vendas do varejo em 2018. É o que revela pesquisa realizada em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). As projeções permanecem no mesmo patamar do último ano e indicam uma injeção de aproximadamente R$ 53,5 bilhões na economia.

Além disso, espera-se que mais de 110,1 milhões de consumidores presenteiem alguém no Natal de 2018. Em termos percentuais, 72% dos brasileiros planejam comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado principalmente nas classes A e B (83%). Apenas 9% disseram que não vão presentear — 26% porque não gostam ou não têm o costume, 23% por estarem desempregados e 17% por não ter dinheiro — enquanto 19% ainda não se decidiram.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia reforça o porquê a data é a mais aguardada do ano para consumidores e comerciantes. “Embora o cenário econômico atual não esteja tão favorável, a expectativa positiva para o Natal dá indícios sobre a disposição dos brasileiros em consumir”, afirma Pellizzaro Junior.

Consumidor pretende comprar entre quatro e cinco presentes; ticket médio será de R$ 116 por item. Considerando os que realizaram compras no ano passado, 27% planejam gastar mais

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa devem comprar entre quatro e cinco presentes. O valor médio com cada item será de R$ 115,90, sendo maior entre os homens (R$ 136,51). O levantamento também revela que o número dos que pretendem desembolsar entre R$ 101 e R$ 200 com presentes cresceu na comparação com 2017, passando de 10% para 16%. Esse percentual chega a mais de um terço (33%) na faixa acima de 55 anos. Há, contudo, uma parcela considerável de consumidores (33%) que ainda não decidiu qual ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal é que quase um terço (27%) dos entrevistados que compraram presentes em 2017 irá gastar um valor superior este ano — alta de oito pontos percentuais na comparação com o último Natal. Outros 30% planejam gastar a mesma quantia e 22% menos. Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2018, 29% afirmam que vão adquirir um presente melhor, enquanto 25% reclamam do aumento dos preços, principalmente as classes A e B (41%). Há ainda, 22% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos, em especial as mulheres (33%).

Entre os que irão diminuir os gastos, a principal razão deve-se à situação financeira ruim e ao orçamento apertado (34%). Outros 30% afirmaram que querem economizar, enquanto 14% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel e 12% estão desempregados.

85% dos consumidores vão pesquisar preços antes de comprar presentes; lojas de departamento e internet são principais locais de compra

Os reflexos da crise continuam sendo sentidos no bolso do consumidor, que enfrenta orçamento mais apertado e renda que não acompanhou ajustes de preço dos produtos. Tanto que a maioria dos consumidores ouvidos (56%) disseram que os presentes de Natal estão mais caros em 2018 do que no ano passado. Para 28%, os produtos estão na mesma faixa de preço, enquanto apenas 6% disseram que os preços estão menores.

Pesquisar preço antes de comprar já se consolidou como hábito entre os brasileiros: 85% dos entrevistados adotarão essa prática pensando em economizar e a internet (67%) será a principal aliada. O tradicional comércio de rua e as lojas de shopping são dois outros destinos de quem pretende comparar preços, com 49% e 47% das menções, respectivamente. Quanto ao local escolhido para as compras de Natal, este ano as lojas de departamento dividem a preferência dos consumidores (42%) com as lojas online (40%) — 75% desses consumidores virtuais farão, pelo menos, metade de suas compras neste canal.

Os shopping centers aparecem em seguida, com 34% das citações, enquanto as lojas de rua foram mencionadas por 30%. Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas nacionais (75%), sites de classificados de compra e venda (27%) e lojas virtuais especializadas em ofertas e descontos (22%).

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a internet vem se consolidando como um importante canal de vendas no país “Cada vez mais, os consumidores usam a rede para compras, principalmente pela comodidade e praticidade, além da possibilidade de comparar preços e encontrar uma diversidade de produtos disponíveis”, comenta Marcela.

Roupas continuam sendo o item mais procurado para o Natal e os filhos mantêm lugar cativo como os mais presenteados

Por mais um ano, as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (55%). Calçados (32%), perfumes e cosméticos (31%), brinquedos (30%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (19%), completam a lista de produtos mais procurados para a data.

Quando o assunto se refere a quem deve receber os presentes neste Natal, os filhos continuam em primeiro lugar (57%). Em seguida, os entrevistados mencionaram maridos ou esposas (48%), mães (46%), irmãos (24%), sobrinhos (21%), pais (20%) e namorados (17%). Os filhos também receberão os presentes mais caros (25%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é a qualidade do item adquirido (21%). A pesquisa aponta que dois aspectos chamam a atenção este ano e ganharam importância frente a 2017, tanto as promoções ou descontos oferecidos pelas lojas (20%, contra 13% no último ano) quanto o preço dos presentes (17%, contra 9% no ano passado). Além desses, os entrevistados destacaram ainda o perfil do presenteado (17%) e o desejo do presenteado (13%) como pontos a serem considerados na decisão.

57% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, quatro meses

De acordo com o levantamento, a maioria dos entrevistados (57%) vai optar por uma modalidade de pagamento à vista — percentual que sobe para 61% nas classes C, D e E. Os que vão utilizar alguma modalidade de crédito somam 40% dos compradores, dos quais 26% vão recorrer ao cartão de crédito parcelado, 10% preferem pagar no cartão em parcela única e apenas 2% devem usar o cartão de lojas.

Na média, as compras parceladas serão divididas entre quatro e cinco vezes, o que significa para o consumidor comprometer parte de sua renda com prestações de Natal até a Páscoa do próximo ano. Para 54% das pessoas ouvidas pela pesquisa que irão dividir o pagamento de suas compras, a escolha pelo parcelamento deve-se à falta de condições em comprar todos os presentes de uma única vez, enquanto 29% preferem parcelar para garantir sobras de dinheiro no orçamento e 25% esperam poder comprar presentes melhores.

“O ideal é que se o consumidor estiver inadimplente não contraia novas dívidas com o Natal, já que o início do próximo trará despesas altas com impostos, férias e matrícula escolar. Recomenda-se que a pessoa faça as contas e se a opção for o pagamento parcelado, é preciso estar atento para que a prestação não comprometa o pagamento das contas que virão no próximo ano”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidas 761 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 607 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de 3,5 e 4,0 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa CNDL/SPC Brasil

Consumidor vai usar Black Friday para antecipar Natal

Consumidor planeja comprar na Black Friday, e pretende antecipar compras de Natal, afirma estudo da SBVC

A totalidade dos respondentes pretendem comprar algum produto na data este ano.

Black Friday já é a data mais importante para o e-commerce brasileiro. Segundo estudo do Ebit o comércio eletrônico deve faturar R$2,43 bilhões durante a Black Friday de 2018, alta de 15% na comparação com o ano passado. E o número de pedidos pode registrar uma expansão de 6,4%, passando de 3,76 milhões para 4 milhões.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2018. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.283,00. Em 2017 o gasto médio dos consumidores na data (soma de compras online e off-line) foi de R$ 1.178, segundo o Ebit.

As compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários. Porém, parte dos respondentes (69%) pretendem gastar a mais pensando em compras para o final de ano, ou seja, planejam comprar para presentear no Natal. O valor destinado a compras de fim de ano se aproxima de 37% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro”, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

O estudo mostra que 57% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 47% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (84%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (67%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido.

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 100% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de busca, sites de lojas próprias e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (33%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (18%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (49%).

Metodologia

O estudo entrevistou 403 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

Disponível no site: http://sbvc.com.br/o-fenomeno-black-friday-no-varejo-brasileiro-2018/

Sobre a SBVC – Fundada em 29 de maio de 2014, a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) é uma organização sem fins lucrativos, aberta, multissetorial e com atuação complementar às demais entidades de classe do varejo. Sua missão é contribuir para o aumento da competividade do varejo, por meio de conteúdos e estudos de mercado, promovendo networking entre executivos do varejo de todos os segmentos. A entidade tem como objetivo defender os interesses do segmento e promover ações sociais. A SBVC é sustentada por quatro pilares fundamentais: Conteúdo, Relacionamento, Responsabilidade Social e Apoio Técnico.

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff – Coordenadora de Estudos e Pesquisas

Instagram impulsiona vendas

Vendas no Instagram impulsionam comércio

Mensalmente, 90 milhões de contas acessam publicações de compras na rede. Especialista dá dicas para empresas interessadas no recurso

Desde que surgiu, em 2010, o Instagram se firmou como uma rede social visual, com foco em fotos e vídeos. Hoje, as empresas podem usar os recursos imagéticos do aplicativo para montar uma vitrine de vendas eletrônicas. Trata-se da funcionalidade Instagram Shopping, inaugurada no Brasil em 2018. Em abril, por exemplo, foram realizadas 180 milhões de transações no app.

A professora Maria Carolina Avis, especialista em Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, explica que o recurso foi uma grande “sacada” da rede social. “O principal fator para o sucesso é a facilidade de compra. O usuário consegue, de forma muito ágil, ter acesso às informações do produto e ir para a finalização da transação”, diz.

Segundo a rede, mensalmente 90 milhões de contas acessam publicações de vendas para saber mais sobre os produtos. “Para as empresas, houve uma facilitação na resposta sobre variedade de cor, disponibilidade, preço e forma de pagamento. A própria postagem disponibiliza esses detalhes”, explica.

Quem deve apostar no recurso

Desde o início do Instagram Shopping foi aferido um aumento de 25% no tráfego do aplicativo e de 8%, na receita. Isso significa que a rede social se tornou um ambiente propício para todos os tipos de lojas eletrônicas, desde que seu público-alvo seja usuário da rede. “É preciso ir onde seu público está”, recomenda Maria Carolina.

Para usar o Shopping, a empresa precisa comercializar produtos – e não serviços. Além disso, precisa ter um site próprio, para onde o usuário será redirecionado para finalizar a compra.

Mesmo já tendo um site próprio, a professora defende que a funcionalidade é vantajosa para as lojas. “O grande benefício é otimizar a experiência do usuário. No Instagram, ele escolhe o produto com mais facilidade e avança facilmente para o estágio de compra”, diz.

Ressalvas

Para aqueles que estão iniciando no Instagram, a professora ressalta algumas regras. Ao utilizar fotos de catálogo ou de outra empresa, por exemplo, é preciso fornecer os créditos da imagem. Também não é recomendado utilizar fotos de baixa qualidade ou resolução.

Algumas práticas são completamente proibidas pelo aplicativo, como realizar sorteios e trocar engajamento (curtidas e seguidores) por crédito na loja ou produtos. Postagens com esse teor podem ser retiradas do ar.

Fonte:Pg1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

Lojistas do Via Vale confirmam tendência do mercado: consumidores preferem pagar compras à vista

Consumidores preferem pagar compras à vista para fugir do endividamento

Lojistas do Via Vale Garden Shopping confirmam atual tendência do mercado e registram alta nas compras com dinheiro e cartão de débito

Compras parceladas a perder de vista, um crédito disponível no mercado cada vez menos utilizado pelos consumidores. O Banco Central divulgou uma pesquisa neste ano que mostra a relação do brasileiro com o dinheiro. Quando perguntados sobre as formas de pagamento utilizadas com mais frequência, 60% dos entrevistados responderam dinheiro. Outros 22% falaram que optam pelo uso do cartão de débito e apenas 15% citaram o cartão de crédito.

Outro levantamento, desta vez feito recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito, também mostra essa preferência da população pelo pagamento à vista. 62,8% dos consumidores disseram que usam dinheiro em espécie para pagar as compras. Outros 47,3% optam pelo cartão de débito.

No Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, muitos lojistas confirmam essa tendência. Desde o início do mês, na Constance, considerada a maior rede de calçados femininos com conceito self shoes do Brasil, o número de consumidores que usa cartão de débito cresceu em comparação com aos clientes que optam pelo crédito. 52,88% utilizaram cartão de débito nas compras e 47,12 preferiram o crédito. O gerente da loja, Mairon Mesquita, conta que observou esse aumento na preferência pelo pagamento à vista a partir do final do semestre passado. “Inicialmente associamos esse aumento ao período de férias, em junho, devido o maior volume de dinheiro circulando, mas dois meses depois ainda notamos que o consumidor segue nessa direção”, diz.

Para o superintendente do Garden, Diogo Linhares, os consumidores e os lojistas ganham com essa mudança de comportamento no mercado. “Com o dinheiro em mãos o consumidor consegue negociar descontos nas compras e os lojistas ganham com capital de giro em caixa”, diz.

O setor de alimentação também surfa na onda do pagamento à vista, modalidade em alta entre os consumidores. O cartão de crédito é item raro na Doce Luxo, utilizado apenas por 15% dos clientes. 50% das compras são pagas com cartão de débito e 35% com dinheiro.

“Quando o consumidor compra à vista, ele consegue reduzir as despesas com juros e sempre é possível negociar um desconto com o vendedor”, explica o economista Edson Trajano.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Consumidores usam aplicativos para comprar

51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Facilidade de acesso é principal vantagem das compras por aplicativos, mas tela pequena é entrave. WhatsApp já foi usado por ao menos 44% dos usuários para interagir com vendedores e já supera telefone como canal de contato favorito

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%), vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores e facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67%), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobre preços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa CNDL | SPC Brasil

Dia dos Pais promete aquecer comércio de São José

Pesquisa ACI-Unitau revela que 63% dos consumidores da cidade vão comprar presentes neste Dia dos Pais

Uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos: 63% dos consumidores da cidade Campos vão comprar presentes neste Dia dos Pais.

Este é o índice apontado em pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), com a intenção de identificar o comportamento dos consumidores da cidade em relação à compra dos presentes do dia dos pais. O levantamento foi feito entre os dias 1 e 3 de agosto, entrevistando 355 pessoas em pontos estratégicos do comércio –Calçadão da Rua 7, Rua 15 e nos shoppings CenterVale e Vale Sul.

Pelos números, roupas são os presentes favoritos para a grande maioria, 50,7%, seguidos de calçados (13,6%) e perfumes e cosméticos (11,8%). Mais: 14,6% dos consumidores não definiram ainda que tipo de presente vão dar a seus pais.

“A pesquisa ACI-Unitau é um bom indicador do ânimo dos consumidores da cidade. E, pelos números, teremos um comércio movimentado neste início de agosto, ajudando a manter a economia aquecida em São José dos Campos” – disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

O levantamento ACI-Unitau mostra também que o tíquete-médio de compras neste período deve ficar entre R$ 101 e R$ 200. Esse é o patamar visado por 35,8% dos consumidores, contra 33% que planejam gastar de R$ 51 a R$ 100. Pelos números, a grande maioria dos consumidores planeja pagar suas compras à vista (74,1%), com a maioria optando por dinheiro (56,1%), cartão de crédito (23,1%) ou cartão de débito (17,5%).

Os números revelam também que está arraigado entre os consumidores o hábito salutar de pesquisar preços antes de fazer suas compras. Essa será a estratégia de comprar para 77,4% dos entrevistados.

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Dia dos Pais aquece varejo

Dia dos Pais deve movimentar quase R$ 14 bilhões no varejo, projetam CNDL/SPC Brasil

Aproximadamente 93 milhões de brasileiros devem ir às compras na data. Shopping Center e lojas online lideram preferência dos entrevistados. Dois em cada dez tiveram CPF negativado no ano passado após compras do Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da lenta recuperação econômica e do desemprego, a maioria (61%) dos consumidores deve ir às compras neste Dia dos Pais – o dado é levemente superior aos 55% de entrevistados que realizaram compras na mesma data do ano passado. A conclusão é de um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Ao todo, a expectativa é de que quase 93 milhões de pessoas façam alguma compra no período, o que deve movimentar uma cifra aproximada de R$ 13,9 bilhões nos setores do comércio e serviços.

Apenas 28% dos consumidores não devem presentear alguém na data, sendo que a principal justificativa é o falecimento do pai (70%). Comemorado tradicionalmente no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais é considerado por muitos o ‘patinho feio’ das datas comemorativas por não injetar cifras tão expressivas como Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Mesmo assim, a comemoração serve de termômetro para analisar o desempenho do varejo no segundo semestre, ainda permeado por incertezas no campo político e por uma recuperação econômica gradual.

“As tradicionais datas comemorativas demonstram um forte apelo emocional e muitas vezes até se descolam do ambiente de crise, que segue impactando o orçamento das famílias. Tanto é que nas últimas três datas comemorativas deste ano, o varejo apresentou crescimento nas vendas. Os resultados, contudo, foram discretos e não revertem as perdas acumuladas durante a crise. Ainda assim, servem de alento para impulsionar a retomada da economia”, explica o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Consumidor brasileiro vai desembolsar quase R$ 150 com presentes; 40% dos compradores planejam gastar a mesma quantia que em 2017

Apesar de a intenção de presentear no Dia dos Pais ser elevada, a maior parte dos brasileiros está cautelosa na hora de gastar. Do total de potenciais compradores, 40% disseram que planejam gastar a mesma quantia que no ano passado. Os que vão desembolsar menos formam 16% da amostra, ao passo que 32% acreditam que vão gastar mais.

Entre as pessoas que vão às compras, o valor desembolsado com o total de presentes será, em média, de R$ 149,27 – valor que diminui para R$ 139,36 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. De acordo com o levantamento, a maior parte (50%) dos entrevistados pretende comprar apenas um presente para o Dia dos Pais. Os que vão adquirir dois presentes somam 34% da amostra.

Os problemas econômicos que o país atravessa são a principal razão da cautela dos compradores. Mais de um terço (34%) dos que pretendem gastar menos afirmam passar por uma situação de aperto financeiro e 24% pretendem economizar com os presentes. Já 16% devem priorizar o pagamento de dívidas em atraso. Por outro lado, entre os que pretendem gastar mais em 2018, 54% disseram que irão comparar um presente melhor, enquanto 24% acreditam que os produtos estão mais caros.

Shopping Center e lojas online ficam tecnicamente empatados como principais locais de compras; roupas são os itens mais buscados e maioria pretende pagar à vista

Neste ano, os itens mais procurados para agradar os pais devem ser as roupas (50%). Em seguida aparecem os perfumes e cosméticos (32%), calçados (28%) e acessórios (27%), como cintos, carteiras, relógios e meias. Haverá ainda procura por ferramentas (10%), artigos esportivos (10%) e smartphones (10%). As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais dos entrevistados (64%), esposos (20%), o pai dos filhos dos entrevistados (11%), sogros (7%) e avôs (5%). Há ainda 5% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (53%) ou cartão de débito (22%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% e 25% dos consumidores, respectivamente. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de quatro prestações. Isso significa, que muitos dos que vão agradar os pais nesta data, só terminarão de quitar as prestações na época do Natal. “Em um momento em que os trabalhadores estão inseguros em seus empregos e com relação ao futuro da economia e da política, comprar o presente à vista em dinheiro pode ser uma alternativa sensata para fugir do endividamento”, orienta o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Líder absoluto como principal local de compra em todas as datas comemorativas, os shopping centers (37%) seguem em primeiro lugar, mas desta vez estão tecnicamente empatados com as lojas online, que tiveram 33% de preferência. Completam o ranking as lojas de departamento (20%) e os shoppings populares (14%). Para a escolha do local de compra dos presentes, 53% levam em consideração a atratividade do preço, 42% a qualidade dos produtos e 38% promoções e descontos, especialmente a parcela feminina de entrevistados (43%). Há ainda 25% que dão preferência a locais com diversidade de produtos ofertados.

Para economizar, 80% recorrem a pesquisa de preço; 22% dos consumidores ficaram com ‘nome sujo’ por compras na mesma data do ano passado

E principalmente na tentativa de tentar economizar, os consumidores irão, em sua maioria, realizar pesquisa de preço. De acordo com o levantamento, oito em cada dez (80%) compradores admitem que vão buscar melhores ofertas antes de concretizar a compra do Dia dos Pais, sendo que em 82% desses casos a internet será a principal aliada na busca por melhores opções, seguida dos shopping centers (47%).

No geral, a maioria (60%) dos entrevistados avalia que os preços dos presentes estão mais caros em relação ao ano passado. Outros 34% acreditam que não houve variação de preços e apenas 6% acham que ele diminuiu.

Outra estratégia para não deixar o presente pesar no bolso será dividir o valor da compra com algum familiar. Do total de entrevistado, 8% vão adotar essa opção, sendo que em 40% dos casos os custos serão compartilhados com o cônjuge, em 31% das vezes com os irmãos e 17% com a mãe.

O estudo também buscou analisar a situação financeira dos entrevistados. Nesse sentido, a constatação é de que 22% dos compradores admitem ter o costume de extrapolar o orçamento na hora de agradar ao pais e 30% dos que irão às compras neste possuem contas em atraso. Exemplo que inspira cautela é que das pessoas que fizeram compras em 2017, 22% tiveram o CPF inscritos em cadastros de devedores em decorrência de aquisições feitas na ocasião.

“Nesta hora é preciso ter autocontrole para conter os gastos e usar a criatividade para surpreender o pai e não deixar a data passar em branco. O consumidor deve presentear, sim. Porém, é importante respeitar o tamanho do próprio bolso, planejar os gastos e fazer muita pesquisa de preço, dando prioridade ao pagamento à vista. Para quem está inadimplente, mesmo que os valores dos presentes possam parecer inofensivos, todo o esforço deve ser direcionado para o pagamento das dívidas”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Metodologia

A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas com 934 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia dos Pais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 600 casos, que tinham a intenção de comprar presente este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,2 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa CNDL – SPC Brasil