Lojistas do Via Vale confirmam tendência do mercado: consumidores preferem pagar compras à vista

Consumidores preferem pagar compras à vista para fugir do endividamento

Lojistas do Via Vale Garden Shopping confirmam atual tendência do mercado e registram alta nas compras com dinheiro e cartão de débito

Compras parceladas a perder de vista, um crédito disponível no mercado cada vez menos utilizado pelos consumidores. O Banco Central divulgou uma pesquisa neste ano que mostra a relação do brasileiro com o dinheiro. Quando perguntados sobre as formas de pagamento utilizadas com mais frequência, 60% dos entrevistados responderam dinheiro. Outros 22% falaram que optam pelo uso do cartão de débito e apenas 15% citaram o cartão de crédito.

Outro levantamento, desta vez feito recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito, também mostra essa preferência da população pelo pagamento à vista. 62,8% dos consumidores disseram que usam dinheiro em espécie para pagar as compras. Outros 47,3% optam pelo cartão de débito.

No Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, muitos lojistas confirmam essa tendência. Desde o início do mês, na Constance, considerada a maior rede de calçados femininos com conceito self shoes do Brasil, o número de consumidores que usa cartão de débito cresceu em comparação com aos clientes que optam pelo crédito. 52,88% utilizaram cartão de débito nas compras e 47,12 preferiram o crédito. O gerente da loja, Mairon Mesquita, conta que observou esse aumento na preferência pelo pagamento à vista a partir do final do semestre passado. “Inicialmente associamos esse aumento ao período de férias, em junho, devido o maior volume de dinheiro circulando, mas dois meses depois ainda notamos que o consumidor segue nessa direção”, diz.

Para o superintendente do Garden, Diogo Linhares, os consumidores e os lojistas ganham com essa mudança de comportamento no mercado. “Com o dinheiro em mãos o consumidor consegue negociar descontos nas compras e os lojistas ganham com capital de giro em caixa”, diz.

O setor de alimentação também surfa na onda do pagamento à vista, modalidade em alta entre os consumidores. O cartão de crédito é item raro na Doce Luxo, utilizado apenas por 15% dos clientes. 50% das compras são pagas com cartão de débito e 35% com dinheiro.

“Quando o consumidor compra à vista, ele consegue reduzir as despesas com juros e sempre é possível negociar um desconto com o vendedor”, explica o economista Edson Trajano.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Consumidores usam aplicativos para comprar

51% dos internautas fizeram compras por aplicativos no último ano, revela estudo da CNDL/SPC Brasil

Facilidade de acesso é principal vantagem das compras por aplicativos, mas tela pequena é entrave. WhatsApp já foi usado por ao menos 44% dos usuários para interagir com vendedores e já supera telefone como canal de contato favorito

Onipresentes no dia a dia de muitos brasileiros, os smartphones facilitam a vida de diversas maneiras, inclusive para fazer compras. Um estudo realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que nos últimos 12 meses, mais da metade (51%) dos internautas fizeram alguma compra por meio de aplicativos – o percentual é ainda maior entre a população mais jovem (60%).

Os tipos de produtos que os internautas mais compraram via aplicativos durante esse período foram os eletrônicos e itens de informática (44%), contratação de serviços de transporte particular (39%), vestuário (36%), ingressos para atividades de lazer (25%), comidas por delivery (24%) e produtos de beleza ou perfumes (23%).

Para esses entrevistados, a facilidade de acesso, uma vez que a compra pode ser realizada pelo próprio smartphone é o que mais leva as pessoas a comprarem via app (52%). Outras razões são a praticidade e rapidez (49%), disponibilidade de melhores ofertas (37%) e a facilidade de organização que os aplicativos oferecem (26%).

“Os dados da pesquisa não deixam dúvidas quanto ao futuro do e-commerce. Ele passará cada vez mais pelos aplicativos em dispositivos móveis, utilizados não apenas para comunicar-se durante o processo de compra, mas também para adquirir produtos e serviços, pesquisar e comparar preços”, analisa o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Para 44% dos que compram por aplicativo, tela pequena é obstáculo; 67% também são adeptos de aplicativos financeiros

Mas na hora de comprar via app, nem tudo é visto de forma positiva. Indagados sobre os principais obstáculos para esse tipo de compra, 44% acham que a tela pequena acaba atrapalhando a experiência de consumo e 35% ainda não confiam na segurança oferecida pelos aplicativos. Há ainda 17% de entrevistados que consideram os aplicativos difíceis de serem usados e 16% que nem sempre estão conectados ao Wi-Fi ou possuem plano de dados.

“O mobile é uma tendência irreversível no mercado de consumo. Desta maneira, é preciso que os varejistas desenvolvam experiências que cativem os consumidores e facilitem o engajamento. Este é um momento de mudanças intensas, em que os varejistas precisarão estar atentos para avaliar sua presença na internet, ampliando canais de relacionamento e facilitando o acesso dos clientes”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A pesquisa descobriu que dentre os consumidores que usam aplicativos para compras, a maioria também é adepta de aplicativos para tarefas financeiras (67%), principalmente os de operações bancárias (47%), comparação de preços (25%) e organização das finanças pessoais (19%).

44% dos usuários de WhatsApp já usaram o aplicativo para se comunicar com lojas; 79% acham importante que loja ofereça recurso aos clientes

Concebido inicialmente para troca de mensagens pessoais, o WhatsApp vem se tornando também uma plataforma para negócios. De acordo com o levantamento, 44% dos entrevistados já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com uma loja ou vendedor no processo de compras, sendo que na maioria das vezes (73%) sempre houve um retorno por parte do estabelecimento comercial. Os que nunca tiveram a experiência de utilizar o WhatsApp para interagir com lojistas somam 56% dos seus usuários.

As interações mais comuns entre consumidor e loja foram na consulta sobre preços após recebimento de uma oferta (14%), concretizar uma compra por meio do aplicativo (12%), agendar um serviço (12%), consultar sobre um produto que ficou interessado (11%) ou realizar uma reclamação (10%).

Os tipos de produtos e serviços mais adquiridos via WhatsApp são manutenção e consertos de produtos diversos (31%), compra de roupas, calçados e acessórios (29%) e aquisição de remédios ou suplementos vitamínicos (26%).

Dentre os internautas que costumam fazer compras ou agendamento de serviços via WhatsApp, 42% consideram o processo fácil e rápido e 39% destacam a conveniência de poder comprar mesmo sem sair de casa. Há ainda 30% de entrevistados que veem vantagem em receber fotos e vídeos dos produtos que estão interessados. “As empresas já começam a perceber que não podem mais abrir mão de uma ferramenta de conexão instantânea entre a marca e o consumidor. A praticidade e o imediatismo proporcionados pelo aplicativo fazem com que os consumidores vejam com bons olhos a adoção da ferramenta como forma de relacionar-se com empresas. Isso significa que cada vez mais o consumidor será atraído pelas marcas que forem verdadeiramente responsivas no ambiente digital”, afirma Pellizzaro Junior.

Outra constatação do estudo é que o WhatsApp já é o canal favorito dos internautas para se comunicar com as lojas: 27% preferem esse tipo de contato. A opção aparece à frente do telefone, citado por 25% dos entrevistados. No geral, 79% dos entrevistados que já utilizaram o WhatsApp para se comunicar com vendedores consideram importante que os estabelecimentos comerciais ou prestadores de serviços ofereçam ao cliente essa opção. Apenas 7% são contrários a essa necessidade e 13% demonstram indiferença.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa CNDL | SPC Brasil

Dia dos Pais promete aquecer comércio de São José

Pesquisa ACI-Unitau revela que 63% dos consumidores da cidade vão comprar presentes neste Dia dos Pais

Uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos: 63% dos consumidores da cidade Campos vão comprar presentes neste Dia dos Pais.

Este é o índice apontado em pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), com a intenção de identificar o comportamento dos consumidores da cidade em relação à compra dos presentes do dia dos pais. O levantamento foi feito entre os dias 1 e 3 de agosto, entrevistando 355 pessoas em pontos estratégicos do comércio –Calçadão da Rua 7, Rua 15 e nos shoppings CenterVale e Vale Sul.

Pelos números, roupas são os presentes favoritos para a grande maioria, 50,7%, seguidos de calçados (13,6%) e perfumes e cosméticos (11,8%). Mais: 14,6% dos consumidores não definiram ainda que tipo de presente vão dar a seus pais.

“A pesquisa ACI-Unitau é um bom indicador do ânimo dos consumidores da cidade. E, pelos números, teremos um comércio movimentado neste início de agosto, ajudando a manter a economia aquecida em São José dos Campos” – disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

O levantamento ACI-Unitau mostra também que o tíquete-médio de compras neste período deve ficar entre R$ 101 e R$ 200. Esse é o patamar visado por 35,8% dos consumidores, contra 33% que planejam gastar de R$ 51 a R$ 100. Pelos números, a grande maioria dos consumidores planeja pagar suas compras à vista (74,1%), com a maioria optando por dinheiro (56,1%), cartão de crédito (23,1%) ou cartão de débito (17,5%).

Os números revelam também que está arraigado entre os consumidores o hábito salutar de pesquisar preços antes de fazer suas compras. Essa será a estratégia de comprar para 77,4% dos entrevistados.

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Dia dos Pais aquece varejo

Dia dos Pais deve movimentar quase R$ 14 bilhões no varejo, projetam CNDL/SPC Brasil

Aproximadamente 93 milhões de brasileiros devem ir às compras na data. Shopping Center e lojas online lideram preferência dos entrevistados. Dois em cada dez tiveram CPF negativado no ano passado após compras do Dia dos Pais

Embora os brasileiros ainda estejam sensíveis aos efeitos da lenta recuperação econômica e do desemprego, a maioria (61%) dos consumidores deve ir às compras neste Dia dos Pais – o dado é levemente superior aos 55% de entrevistados que realizaram compras na mesma data do ano passado. A conclusão é de um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Ao todo, a expectativa é de que quase 93 milhões de pessoas façam alguma compra no período, o que deve movimentar uma cifra aproximada de R$ 13,9 bilhões nos setores do comércio e serviços.

Apenas 28% dos consumidores não devem presentear alguém na data, sendo que a principal justificativa é o falecimento do pai (70%). Comemorado tradicionalmente no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais é considerado por muitos o ‘patinho feio’ das datas comemorativas por não injetar cifras tão expressivas como Natal, Dia das Mães e Dia dos Namorados. Mesmo assim, a comemoração serve de termômetro para analisar o desempenho do varejo no segundo semestre, ainda permeado por incertezas no campo político e por uma recuperação econômica gradual.

“As tradicionais datas comemorativas demonstram um forte apelo emocional e muitas vezes até se descolam do ambiente de crise, que segue impactando o orçamento das famílias. Tanto é que nas últimas três datas comemorativas deste ano, o varejo apresentou crescimento nas vendas. Os resultados, contudo, foram discretos e não revertem as perdas acumuladas durante a crise. Ainda assim, servem de alento para impulsionar a retomada da economia”, explica o presidente da CNDL, José Cesar da Costa.

Consumidor brasileiro vai desembolsar quase R$ 150 com presentes; 40% dos compradores planejam gastar a mesma quantia que em 2017

Apesar de a intenção de presentear no Dia dos Pais ser elevada, a maior parte dos brasileiros está cautelosa na hora de gastar. Do total de potenciais compradores, 40% disseram que planejam gastar a mesma quantia que no ano passado. Os que vão desembolsar menos formam 16% da amostra, ao passo que 32% acreditam que vão gastar mais.

Entre as pessoas que vão às compras, o valor desembolsado com o total de presentes será, em média, de R$ 149,27 – valor que diminui para R$ 139,36 quando considerados somente os consumidores das classes C, D e E. De acordo com o levantamento, a maior parte (50%) dos entrevistados pretende comprar apenas um presente para o Dia dos Pais. Os que vão adquirir dois presentes somam 34% da amostra.

Os problemas econômicos que o país atravessa são a principal razão da cautela dos compradores. Mais de um terço (34%) dos que pretendem gastar menos afirmam passar por uma situação de aperto financeiro e 24% pretendem economizar com os presentes. Já 16% devem priorizar o pagamento de dívidas em atraso. Por outro lado, entre os que pretendem gastar mais em 2018, 54% disseram que irão comparar um presente melhor, enquanto 24% acreditam que os produtos estão mais caros.

Shopping Center e lojas online ficam tecnicamente empatados como principais locais de compras; roupas são os itens mais buscados e maioria pretende pagar à vista

Neste ano, os itens mais procurados para agradar os pais devem ser as roupas (50%). Em seguida aparecem os perfumes e cosméticos (32%), calçados (28%) e acessórios (27%), como cintos, carteiras, relógios e meias. Haverá ainda procura por ferramentas (10%), artigos esportivos (10%) e smartphones (10%). As pessoas mais presenteadas neste ano devem ser os pais dos entrevistados (64%), esposos (20%), o pai dos filhos dos entrevistados (11%), sogros (7%) e avôs (5%). Há ainda 5% de entrevistados que devem se auto presentear.

Com relação à forma de pagamento, a maioria dos entrevistados mostra preferência pelo pagamento à vista, seja em dinheiro (53%) ou cartão de débito (22%). O pagamento via cartão de crédito, seja em parcela única ou mais de uma parcela, será escolha de 16% e 25% dos consumidores, respectivamente. Entre aqueles vão dividir o pagamento, a média será de quatro prestações. Isso significa, que muitos dos que vão agradar os pais nesta data, só terminarão de quitar as prestações na época do Natal. “Em um momento em que os trabalhadores estão inseguros em seus empregos e com relação ao futuro da economia e da política, comprar o presente à vista em dinheiro pode ser uma alternativa sensata para fugir do endividamento”, orienta o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Líder absoluto como principal local de compra em todas as datas comemorativas, os shopping centers (37%) seguem em primeiro lugar, mas desta vez estão tecnicamente empatados com as lojas online, que tiveram 33% de preferência. Completam o ranking as lojas de departamento (20%) e os shoppings populares (14%). Para a escolha do local de compra dos presentes, 53% levam em consideração a atratividade do preço, 42% a qualidade dos produtos e 38% promoções e descontos, especialmente a parcela feminina de entrevistados (43%). Há ainda 25% que dão preferência a locais com diversidade de produtos ofertados.

Para economizar, 80% recorrem a pesquisa de preço; 22% dos consumidores ficaram com ‘nome sujo’ por compras na mesma data do ano passado

E principalmente na tentativa de tentar economizar, os consumidores irão, em sua maioria, realizar pesquisa de preço. De acordo com o levantamento, oito em cada dez (80%) compradores admitem que vão buscar melhores ofertas antes de concretizar a compra do Dia dos Pais, sendo que em 82% desses casos a internet será a principal aliada na busca por melhores opções, seguida dos shopping centers (47%).

No geral, a maioria (60%) dos entrevistados avalia que os preços dos presentes estão mais caros em relação ao ano passado. Outros 34% acreditam que não houve variação de preços e apenas 6% acham que ele diminuiu.

Outra estratégia para não deixar o presente pesar no bolso será dividir o valor da compra com algum familiar. Do total de entrevistado, 8% vão adotar essa opção, sendo que em 40% dos casos os custos serão compartilhados com o cônjuge, em 31% das vezes com os irmãos e 17% com a mãe.

O estudo também buscou analisar a situação financeira dos entrevistados. Nesse sentido, a constatação é de que 22% dos compradores admitem ter o costume de extrapolar o orçamento na hora de agradar ao pais e 30% dos que irão às compras neste possuem contas em atraso. Exemplo que inspira cautela é que das pessoas que fizeram compras em 2017, 22% tiveram o CPF inscritos em cadastros de devedores em decorrência de aquisições feitas na ocasião.

“Nesta hora é preciso ter autocontrole para conter os gastos e usar a criatividade para surpreender o pai e não deixar a data passar em branco. O consumidor deve presentear, sim. Porém, é importante respeitar o tamanho do próprio bolso, planejar os gastos e fazer muita pesquisa de preço, dando prioridade ao pagamento à vista. Para quem está inadimplente, mesmo que os valores dos presentes possam parecer inofensivos, todo o esforço deve ser direcionado para o pagamento das dívidas”, orienta a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Metodologia

A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas com 934 casos em um primeiro levantamento para identificar o percentual de pessoas com intenção de comprar presentes no Dia dos Pais. Em seguida, continuaram a responder o questionário 600 casos, que tinham a intenção de comprar presente este ano. As margens de erro, respectivamente, são de 3,2 pontos percentuais e 4,0 p.p. para um intervalo de confiança a 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa CNDL – SPC Brasil

Shopping fecha balanço de 2017

Taubaté Shopping fecha balanço do último semestre registrando números positivos e novas oportunidades de emprego

O segundo semestre de 2017 também foi marcado pela chegada de novas operações ao centro de compras

O ano de 2017 foi finalizado com saldo positivo no Taubaté Shopping e a expectativa do empreendimento é manter o ritmo de crescimento para 2018. Entre inaugurações e reinaugurações no segundo semestre do ano passado são mais de 15 novas lojas contabilizadas no centro de compras, o que gerou cerca de 570 oportunidades de empregos diretos e indiretos.

As inaugurações variam entre os segmentos de roupas, joias, alimentação e cuidados com o corpo, como são os casos da esmalteria Unhas Cariocas e do espaço de depilação Diolaser, que oferecem um completo pacote de serviços especializados em estética corporal. Essa é a primeira unidade da Diolaser, em Taubaté, assim como a Puket, a loja de brinquedos Do Ré Mi, a loja de produtos naturais Nutricentral e a Youcom – com roupas voltadas às tendências do mundo jovem. Outra novidade no centro de compras é a Vivara, reconhecida no ramo de joias.

O Gerente de Marketing do Taubaté Shopping, Mauro Fontes, comemora o saldo positivo de 2017. Apenas no segundo semestre do ano passado o mall teve um aumento de 29% no fluxo de clientes e de 13% no volume de vendas, comparado ao mesmo período no ano retrasado. “O nosso foco é expandir cada vez mais as opções de compras dos clientes e proporcionar a melhor experiência de lazer no Taubaté Shopping”, afirma.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Natal terá muitas compras de última hora

11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

Principal motivo para 52% é a espera por promoções para economizar

Como acontece em todo ano, muitos consumidores brasileiros devem deixar as compras de Natal para a última hora. Através de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país estima-se que 11,5 milhões de pessoas irão comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 9% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

A pesquisa mostra que a maioria (41%) tinha a intenção de comprar os presentes na primeira quinzena de dezembro e 24% durante novembro. Já entre os que vão comprar uma semana antes do Natal, a principal justificativa para 52% é que preferem esse período para ver se conseguem alguma promoção boa e, dessa forma, conseguir economizar. Já 15% afirmam que só recebem o pagamento perto do Natal e 10% devido à falta de tempo. Outros 9% estão esperando a parcela do 13º salário.

“Deixar as compras natalinas para a última hora nem sempre é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto à gastos maiores, que podem comprometer o orçamento”, explica.

A economista aconselha: “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: SPC Brasil | CNDL

Pesquisa indica mais um Natal de ‘lembrancinhas’

Estudo Varejo & Promoções Natal 2017 destaca intenções e expectativas de consumidores nesta época do ano

O brasileiro está animado com a chegada das celebrações de final de ano, mas ainda tímido em relação aos gastos. De acordo com a pesquisa Varejo & Promoções Natal 2017, realizada entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro, este será mais um ano de “lembrancinhas” no Natal. Para a maioria dos entrevistados, 52,6%, o valor máximo para a compra de um presente será de R$ 50. Em meio aos esforços para economizar, família e alimentação são prioridades. Entre os entrevistados, gastar presenteando a família é fundamental para 60%, já investir na elaboração de alimentos para a ceia de Natal é preferência para 58%.

O estudo ouviu 500 pessoas e foi realizado por meio de parceria entre as empresas Brazil Promotion, maior feira de marketing promocional e varejo da América Latina, Umbigo do Mundo, agência especializada em planejamento estratégico; e Mindminers, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Entre os bens de consumo, estão na preferência de compra vestuário (65,2%), perfumaria e cosméticos (41,2%). Na sequência vêm brinquedos (35%), eletrônicos (32%). Os artigos comidas, bebidas e livros seguem empatados com 21,6%.

Parcelamentos a perder de vista estão fora de cogitação para a maioria. Segundo a pesquisa, o meio de pagamento escolhido por 31,2% será o cartão de débito. Já 25,8% pretendem utilizar dinheiro e 21,2% optará pelo cartão de crédito com parcelamento das compras.

Outro dado que chamou a atenção foi o fato de 20,7% das pessoas estarem dispostas a se auto presentear no Natal. Porém, os maiores percentuais, quase que empatados, indicam que os presentes serão comprados para o cônjuge (28,4%) e parentes (28,3%). O estudo também analisou em quais lugares as compras serão feitas, com shopping centers (33,8%) e lojas virtuais (32,8%) entre os mais citados para as compras.

Promoções – A pesquisa analisou como as promoções influenciam nas decisões de compras. Para 87% dos entrevistados, elas interferem e os fazem mudar de ideia no momento da compra. Benefícios imediatos, como descontos, leve 3 pague 2, compre e ganhe estão entre as oportunidades preferidas. Objetos ou ações que demorem a mostrar resultados, como junte e troque, sorteios, pontuações e concursos, estão entre os menos valorizados, apesar de grande parte dos entrevistados participam de sorteio de carros e viagens nas promoções de final de ano.

Brindes – Os brindes são itens que caíram no gosto da população e também atraem a atenção dos consumidores na hora da compra. Entre os mais citados pelos entrevistados estão: descontos, cosméticos e maquiagens, ingressos e canecas. “Promoções e brindes funcionam como um recall da marca. Eles não são invasivos e podem reforçar a imagem de uma instituição e fazer com que ela fique na mente do consumidor por um longo período”, diz Auli De Vito, presidente da Brazil Promotion.

A vontade de colecionar predomina entre as pessoas. Miniaturas, réplicas, brinquedos e bonecos ainda fazem sucesso. Gadgets tecnológicos e utensílios de cozinha também estão na moda.

Quem compra os brindes – Para aqueles que têm o hábito de presentear seus clientes e demais públicos de relacionamento essa é a melhor época do ano para o investimento. Muitos deles, 27%, buscam informações e ideias de brindes nas feiras, sites de fabricantes e em buscas na própria web. Promover ações estratégicas, que geram encantamento e surpreendam os clientes são características que fazem toda diferença na hora. Já as oportunidades que as companhias mais utilizam os brindem são: ações de relacionamento, eventos, fidelização, programas de incentivo, ações de endomarketing e promoções. O preço do brinde ainda é uma das principais questões na hora da compra, mas customização, personalização, prazo de entrega, embalagem, logística e manuseio vêm recebendo atenção cada vez maior dos clientes corporativos.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

O e-commerce e a experiência do consumidor

Como o e-commerce tem mudado as características de compra em nome da experiência do consumidor

*Por Maurício Trezub

Ter a possibilidade de comprar de forma fácil e rápida, comparando produtos, preços e especificações em tempo real, é cada vez mais parte da rotina dos consumidores, que estão ainda mais conectados ao mundo virtual e demandando novas posturas das empresas. Essa busca por experiências diferenciadas de compra é o que faz com que o varejo físico procure por uma estratégia multicanal para se aproximar mais do cliente.

Até pouco tempo atrás, comprar online se resumia em buscas, avaliação de preços e conveniência. Mas, para se reinventar no mercado e crescer, é preciso compreender que o consumidor está mais empoderado e se adaptar ao dia a dia dele é entender que irá transformar a maneira de pensar a venda no ponto físico, desde o atendimento, à interação até à forma de mostrar os produtos nas prateleiras. E nesse ponto, o varejo físico tradicional precisa entender a importância da mobilidade para poder acompanhar essas características na velocidade com que as coisas acontecem e evoluem.

A jornada de compra hoje em dia deve fugir de ser algo muito sistemático. Hoje, muitas marcas procuram atrair a atenção dos consumidores, porque sabem que eles têm o conhecimento sobre o produto de muitas formas, seja pelas redes sociais, blogs, sites, e-mail marketing ou por uma propaganda na TV. E buscar a novidade é o que move a transformação digital do varejo, então, é natural que as empresas procurem formas de melhorar sua presença digital para que as experiências dos clientes sejam sensacionais.

O varejista que quer começar a se movimentar nessa direção pode apostar em tecnologias que facilitem essa nova vivência, tanto para o consumidor quanto para o gestor da loja e o próprio vendedor. Por exemplo, a vitrine virtual, que proporciona um atendimento diferenciado no ponto de venda físico, fugindo de uma compra convencional e surpreendendo o cliente nos pequenos detalhes. Desta forma, o consumidor percebe que está no lugar certo e absorve cada vez mais as vantagens do e-commerce dentro de uma loja física.

Imagine que o cliente está dentro de um empório procurando por uma determinada marca de vinho. Ele passa pela vitrine virtual, visualiza os produtos, busca por informações sobre o vinho e pode entender melhor sobre o produto, além de visualizar possíveis combinações com outras mercadorias da loja que a própria vitrine sugere, como um queijo, por exemplo. Ao escolher o produto, o consumidor pode pegá-lo e ir diretamente ao caixa, ou, melhor ainda, chamar um vendedor e ser atendido com um PDV móvel, ou pagar diretamente pelo e-commerce da loja e agendar a entrega na sua casa.

Se a escolha for chamar o vendedor, o processo pode ser finalizado por meio de um PDV móvel. O vendedor fará a compra ser mais dinâmica, uma vez que ele tem em suas mãos as informações sobre o estoque e outros setores da loja, simplificando a relação com o cliente e finalizando os pedidos e pagamentos de forma totalmente remota e direta.

As vitrines virtuais podem ser colocadas desde lojas pequenas a espaços de grande circulação, como aeroportos, metrôs, petshops, supermercados e shoppings. Outra forma de disponibilizar as ofertas é por meio de um QRCode. Com ele, é possível escolher o produto e comprá-lo apenas com um clique. Os painéis mostram as imagens das mercadorias, o cliente escolhe o que quer levar e, para finalizar a compra, posiciona o celular em frente ao código que, automaticamente, o direciona à loja virtual da empresa. Ao finalizar o pedido, esse código gerado aparece na tela do celular com a opção para pagamento feito pelo cartão de crédito. A entrega dos produtos pode ser feita em casa horas depois ou em qualquer outro lugar que for cadastrado.

Algumas empresas já investiram nessa tecnologia, como o supermercado Pão de Açúcar e a Submarino. O mercado está se reformulando e os ambientes, cada vez mais integrados, proporcionam vendas mais estratégicas. As informações que são oferecidas permitem um refinamento do posicionamento das mercadorias nas prateleiras das lojas e, até mesmo, mais entendimento do comportamento e do perfil de cada consumidor. Isso faz com que as empresas repensem a relação loja x cliente, identifiquem novas oportunidades e trabalhem na fidelização do consumidor. Quanto mais digitalizarmos o ambiente de consumo para nossos clientes, mais parceiros e procurados seremos.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

“Casa do Papai Noel” e “Árvore de natal” no centro de Taubaté

ACIT traz espírito natalino para centro de Taubaté em homenagem aos 372 anos da cidade

Em homenagem ao aniversário de Taubaté e em comemoração à data festiva do Natal, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté, com a intenção de incentivar o comércio local, trouxe para a Praça Dom Epaminondas a “Casa do Papai Noel” e a “Árvore de natal”.

A Casa irá funcionar no antigo prédio de controle da segurança municipal, próximo à banca de jornais e revistas, e estará aberta até o dia 23 de dezembro, das 13h às 22h. No local, as pessoas podem visitar e tirar fotos com o Papai Noel. A realização é da ACIT, com apoio da Prefeitura Municipal de Taubaté. Para que fosse possível realizar essa atração, a Associação teve como patrocinador master o banco SICREDI, e ainda contou com a parceria e patrocínio da Lojas Teddy, Fashion Vale Outlet, Meyre Kajita Arquiteta&Interiores, Depósito Casa Nova e Baltazar Bananas.

Já a Árvore de Natal está bem próxima da Igreja Catedral de São Francisco das Chagas, e estará em exposição até o dia 24 de dezembro. Para a montagem, a ACIT contou também com apoio da Prefeitura e patrocínio do Colégio Idesa, Only Entretenimentos, Ana Luisa Patrick Arquitetura, Taubafer Ferro e Aço e Ambienttá – Móveis e Decoração.

E para completar as atrações, a ACIT ainda oferece passeios de trenzinho pelas ruas da cidade. Para ter direito ao passeio, os consumidores devem trocar os cupons promocionais, que ganham ao realizar compras nas lojas participantes da promoção, pelo ticket de acesso na Casa do Papai Noel, onde é realizado o embarque e desembarque. O trem percorre o seguinte trajeto: início na Praça Dom Epaminondas, seguindo pela Rua Dr. Pedro Costa, Praça Santa Terezinha, Rua 4 de Março, Av. 9 de Julho, Rua Conselheiro Moreira de Barros, Rua XV de Novembro, Rua Jacques Felix, Rua Juca Esteves, Av. Desembargador Paulo de Oliveira Costa, Rua São José, Rua Sacramento, encerrando na Praça Dom Epaminondas.

O horário de funcionamento do trem será até o dia 19 de dezembro, de segunda à sexta-feira das 13h às 21h, a aos sábados e domingos das 09h às 13h.

Todos os horários podem sofrer mudanças de acordo com horário de funcionamento do comércio a região central da cidade.

Todas essas ações somam-se à promoção “Super Compras – Natal”, dentro da campanha TAubateAMO, em que serão sorteados 17 cartões presentes em três datas diferentes, sendo:
– Dia 08 de dezembro (sexta-feira): 10 cartões no valor de R$ 1.000,00 cada e 10 vendedores contemplados com cartão de R$ 300,00 cada.
– Dia 15 de dezembro (sexta-feira): 5 cartões no valor de R$ 2.000,00 cada e 5 vendedores contemplados com cartão de R$ 500,00 cada
– Dia 20 de dezembro (quarta-feira): 2 cartões no valor de R$ 5.000,00 cada e 2 vendedores contemplados com cartão de R$ 1.000,00 cada.

Para participar, o consumidor que realizar suas compras no valor mínimo de R$ 50 nas lojas participantes do fundo promocional, ganha um cupom que deve ser preenchido completamente e depositado em uma das dezenas de urnas que podem ser encontradas nas empresas participantes da campanha ou na Casa do Papai Noel ACIT. Importante ressaltar que os consumidores que ao longo do ano participaram das promoções anteriores (dia das mães, namorados, pais e crianças) também participam da grande campanha do natal e tem uma segunda chance de concorrer.

Fonte:Acontece Comunicação e Eventos

Em 2017, a Black Friday gerou um aumento de 135% no volume de visitas ao varejo físico em todo o Brasil

Estudo feito pela In Loco mostra que a Black Friday deste ano também se consolidou no varejo físico

As pessoas saíram muito mais às ruas na última Black Friday. Na sexta (24), o volume total de visitas aos locais mapeados pela In Loco foi 135% maior do que a média dos dias comuns do mês de novembro de 2017. O dado indica que o dia de promoções trazido ao Brasil pelo varejo online superou as fronteiras do e-commerce e se consolidou também no mundo físico.

Os locais com maior destaque no aumento do fluxo de visitas foram os locais da categoria livraria (+159%) e lojas de eletrônicos (+148%). A elevação das visitas no mundo físico conversa com picos de crescimento de até 32% na busca na web** pelos principais produtos relacionados a estas categorias de locais (livrarias, comércios de smartphones e tablets). “O aumento do fluxo de visitas registrado pela In Loco demonstra que o brasileiro está aderindo a Black Friday do varejo físico”, revela André Ferraz, CEO e cofundador da In Loco.

Já os shoppings e lojas de departamento tiveram, respectivamente, aumento de 119% e 77% no fluxo de visitas, indicando que o consumidor, além de buscar promoções específicas, também saiu em busca de oportunidades de compra em ambientes mais abrangentes.


As compras não planejadas da categoria supermercado ganharam espaço: durante a Black Friday, foi registrado um aumento de 39% no fluxo de visitas em relação ao mesmo período do mês no restante do ano. É interessante observar que a data foi capaz de aquecer as vendas da categoria mesmo no final do mês (dia 24/11), período que costuma ter um volume de vendas mais baixo em supermercados e mercearias.

O brasileiro também aproveitou a data para avaliar produtos de maior complexidade, seja comprando ou pesquisando: concessionárias e lojas de carros seminovos registraram 26% mais fluxo de visitantes que num dia comum.

Um dado surpreendente foi o crescimento de visitas em farmácias e drogarias: +140% visitas na Black Friday, impulsionado pela tendência de compras de conveniência que inclui itens de higiene, perfumaria e cosméticos nesse tipo de estabelecimento.

Fonte: GrupoCASA – Yonara Santana/Vanessa Mayumi/Nathalia Crivellaro