Vaga para redator

Vaga para redator em comunicação corporativa

Cidade Taubaté

Características pessoais

Bom humor
Facilidade de trabalhar em grupo/ interações em jobs em conjunto
Resiliência
Atenção aos detalhes
Criatividade

Características Profissionais

Formação acadêmica em Comunicação
Mínimo de 05 anos de experiência em textos publicitários
É diferencial ter experiência em elaboração de campanhas
É diferencial inglês e espanhol.

Estágio em comunicação corporativa

Vaga de estágio em Comunicação Corporativa

A Monsanto São José dos Campos está abrindo uma vaga de estágio para comunicação interna.

Pré-requisito:
– Formação prevista para DEZ/2018 ou DEZ/2019
– Inglês intermediário
– Cursos: PP, RP, JO e ADM
– Gostar de partes burocráticas (pesquisas, relatórios, reportes), gestão de eventos, redação e relacionamento

Benefícios:
– Bolsa de R$1800,00 para penúltimo ano e R$2000,00 para último ano;
– Auxílio transporte
– Convênio médico e odontológico
– Benefício medicamento
– E muito aprendizado!

Quem se interessar é só me mandar um e-mail: raissa.m.bueno@monsanto.com

Arena Corinthians é tema de trabalho de publicitária

Publicitária apresenta trabalho final de especialização sobre Arena Corinthians em São Paulo

A ex-aluna do curso de pós-graduação em Comunicação Corporativa, Marketing e Mídias Sociais da Universidade de Taubaté, Juliana de Oliveira, apresentou o resultado de sua pesquisa sobre um dos estádios de futebol mais modernos do mundo ao Coordenador de Midias Digitais e Imprensa da Arena Corinthians, o jornalista Gabriel Nicolatti.

A publicitária realizou a monografia de conclusão do curso analisando a marca e a interação das postagens da instituição por meio das redes sociais Twitter e Instagram e foi convidada pelo coordenador, em março de 2017, a levar seu trabalho à Capital paulista.

Juliana desenvolveu sua pesquisa ao longo de 2016 e investigou de que maneira a Arena Corinthians se tornou uma marca desde sua inauguração em 2014 e de que forma ela está presente nas mídias sociais, por meio de posts e imagens publicadas e compartilhadas. “Na monografia, eu descrevo que a Arena é a casa de um time e sua torcida, ela é uma representação real do sentimento que o torcedor sente pelo clube, um local de visitação e de admiração. É muito mais do que um estádio”. E isso se reflete em imagens e posts feitos por torcedores e pelo setor de comunicação da Arena. “Eu achei o trabalho muito bacana. Acho que esse feedback é muito importante, fundamental, para a evolução dos canais de comunicação da Arena Corinthians”, elogiou o jornalista Gabriel Nicolatti, sobre a iniciativa da publicitária.

O Coordenador de Mídias Digitais e Imprensa da Arena aponta que a página do Facebook é a fanpage de estádios que mais cresceu no Brasil, nos últimos meses, já alcançando 200 mil seguidores e que o perfil no Instagram é o maior, entre arenas esportivas/estádios, em todo o mundo, com meio milhão (500k) de seguidores. Para Nicolatti, a investigação feita por Juliana revelou desafios para a evolução dos canais de comunicação da instituição. “A análise a respeito da linguagem dos nossos posts é correta. Um dos objetivos é estabelecer uma personalidade à marca Arena Corinthians, nas redes sociais, com uma linguagem que aproxime a Arena de seus diferentes públicos de interesse”.

A publicitária ressalta a importância da pós-graduação na área. “O curso oferece ferramentas importantes para saber como as mídias sociais funcionam e de que maneira empresas e públicos interagem. Hoje em dia isso é fundamental”. Para a coordenadora do curso, Profª Dra. Eliane Freire de Oliveira, a dedicação da ex-aluna foi o resultado de sua formação na Unitau como um todo, já que ela graduou-se em Publicidade e Propaganda apresentando um projeto sobre marketing esportivo no trabalho de conclusão do curso e, logo em seguida, decidiu fazer a especialização. “Juliana tem o perfil ideal para o trabalho com mídias sociais, pois é observadora aos detalhes e analisa estrategicamente os efeitos da comunicação”, afirma a docente. “Esse reconhecimento mostra que ela está em um caminho promissor e atenta às necessidades do mercado”.

Fonte: coordenação da PósCom

Comunicação é tema de palestra na FAAP

Pedro Luiz na FAAP SJCampos

Palestra oferecida pela FAAP de SJCampos traz Pedro Luiz Dias para tratar do tema “Comunicação Corporativa no limiar de um novo século”.

As inscrições podem ser feitas por aqui e o ingresso é solidário: 2 Kg de alimentos não perecíveis (menos sal e açucar) em benefício da Instituição SORRI-SJCampos.

Coluna {De dentro pra fora}

Uma ideia incrível, executada mais ou menos ou uma ideia mais ou menos, executada incrivelmente?

Ok, já sei que você pensou: uma ideia incrível, executada incrivelmente. Eu também acho que esse é o mundo ideal, mas nem sempre o ideal é real. Com prazos quase sempre curtos, às vezes a gente precisa escolher um caminho. E eu sempre me pegava nessa pergunta aí de cima.

Não quero acreditar que estamos passando pela fase da valorização estética acima de tudo, mas talvez eu não tenha escolha. Como comunicação é reflexo de comportamento social, a gente acaba enfrentando esses dilemas. Mas não vou focar nisso.

A questão (muito pessoal, confesso) é que jamais uma excelente execução vai superar uma excelente ideia. E sempre que eu precisava escolher entre uma ou outra, eu escolhia pela ideia. Aquele anúncio maravilhoso, com um tratamento de foto impecável, uma composição de tirar o fôlego e… e… zero ideia. Qual a graça disso? Todo mundo está cansado de saber que a concorrência pela atenção do público é desumana. Se for uma peça linda, com certeza ele vai se encantar e observar.

Porém, será que só a estética tem a força necessária para que a mensagem fique registrada na cabeça do público? Na minha humilde opinião, não. Uma ideia forte, mesmo que executada com uma ou outra falha, tem muito mais chance de sobreviver nesse mar de informações e interações que é a mente do público.

Por trabalhar a vida toda com comunicação corporativa, esse costuma ser um desafio mais constante. As verbas para comunicação interna são diferentes das verbas de propaganda, logo, é preciso fazer mais com menos. E sai ganhando quem tem ideias melhores, não mais bonitas.

Com todo o momento econômico que a gente passa, essa realidade deixou de ser só pra dentro. Agora também é da comunicação pra fora. Pense nisso com carinho em seu próximo desafio. Mais que uma execução impecável, busque pela ideia que vai resolver seu problema e ser o foco da criação. Prove pra todo mundo que somos muito mais que uma peça bonitinha.

(Obs.: em momento algum eu disse que estética não é importante, eu só quero reforçar que ela precisa andar de mãos dadas com as ideias).

Coluna {De dentro pra fora}

Tráfego de informações: a dor de cabeça do momento

Vitor coluna

Sim, o mundo anda cada vez mais rápido. As conexões e as relações. Tudo é importante. E todos querem interação. O meio corporativo segue o mesmo ritmo.

Agora, imagine-se no departamento de comunicação de uma empresa. Todas as áreas-clientes solicitando campanhas, as mensagens institucionais importantes, o alinhamento estratégico, seus objetivos como área de comunicação. Quanta coisa! Como definir o que realmente é importante para o momento da empresa? Como identificar o que tem mais relevância?

Exatamente aqui entram as mensagens-chave, nossas queridinhas. As mensagens-chave devem ser o norte. Eu aprendi o que eram e como usá-las com a Vivi Mansi, o Bruno Carramenha e a Thati Cappellano. Depois disso, nunca mais as abandonei. Talvez eu tenha dado uma adaptada no processo todo, mas vou falar um pouquinho sobre como elas podem orientar os esforços de comunicação.

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Como criá-las?
Particularmente, apesar de não ter uma fórmula mágica, eu gosto de considerar 3 aspectos:
– O objetivo estratégico da empresa.
– O comportamento (valores e missão).
– O contexto (como está no mercado x como é o mercado).

Eu gosto de resumir cada um desses aspectos em uma palavra, pra facilitar. Um exemplo:

tabela VitorEm resumo, você precisa considerar o objetivo da empresa, sua cultura e o mercado. Feito! Suas mensagens foram definidas. Agora, em todas as demandas que aparecerem, puxe sua tabelinha e reflita: essa demanda está coerente às mensagens-chave? Qual é a sua relevância nesse cenário?

Isso, inclusive, ajuda a identificar qual deve ser o seu esforço de comunicação. Uma campanha pontual? Uma sustentação mais forte? Uma matéria na revista? Tudo depende do impacto dessa informação para o momento da empresa.

Use-as em todo processo de comunicação
As mensagens-chave também podem ser incorporadas em todas as comunicações que são necessárias. Ou seja, vai ter uma SIPAT? Tente relacioná-la às mensagens-chave. Assim, você está fortalecendo uma comunicação estratégica e alinhada aos negócios.

Você pode usar essa técnica para a empresa como um todo, para uma área específica, para um evento/campanha. E você também pode estratificar essas mensagens conforme o público. Por exemplo, para a liderança você tem algumas, para os funcionários em geral você tem outras.

Vale a pena fazer esse exercício! Ele ajuda a defender a diferente importância dos temas para diretores e áreas, por exemplo. Além de ajudar você a ter uma comunicação estratégica.

Coluna {De dentro pra fora}

O primeiro storytelling a gente nunca esquece

Vitor coluna

Sem dúvida, ele é o queridinho da vez. Eu me lembro de ter ouvido falar dele há uns 4 anos – pelo menos – em uma das aulas do Josué. E acho extremamente engraçado ver o mercado todo agitado e querendo fazer story hoje. Para mim, não parece ser algo tão novo. Mas tudo bem, um bom story ainda vale muito a pena. Então, eu sempre me empolgo quando surgem essas oportunidades. Abro parêntese para lembrar que aqui eu falo do mercado corporativo. E é exatamente nesse segmento que o desafio começou. O conceito de storytelling eu aprendi em sala de aula e até hoje me lembro dos diversos exemplos que a turma toda assistiu. Depois, o grupo de amigos ainda trocou mais alguns exemplos e, para fechar, eu e a Isa decidimos abordá-lo em nosso TCC. Então, fomos ouvir redatores que já tinham feito stories e entender um pouco mais sobre o processo de criação. Não existe uma fórmula, claro. Mas existem ingredientes. O ponto de partida, o ponto de virada, o clímax, o desfecho, são exemplos.

Com as entrevistas, eu entendi melhor como dar vida ao que estava dentro da cabeça. Mas tudo ainda continuava a ser teoria.

Agora é pra valer!
Muitos anos depois, finalmente, eu me deparei com o desafio de fazer um story. Foi uma mistura de medo com ansiedade. E tinha um agravante: era um storytelling corporativo. Minha primeira interrogação foi: Isso vai funcionar, gente? E, durante todo o processo, eu ainda me questionava muito. Foi uma oportunidade de colocar a teoria toda em prática, mas também de achar um novo jeito de se fazer story, já que os funcionários eram o público. Fui amarrando as mensagens com as histórias de vida que recebi e, então, tinha o roteiro do primeiro storytelling da minha vida. Bingo! Só que não. Estava fácil demais. O cliente retornou dizendo que não tinha verba para fazer vídeo. Gente, e agora? No meu limitado pensamento, story só ia funcionar em vídeo. Então, fui caçar um formato mais barato para adaptar o vídeo. Afinal, quem disse que só pode ser vídeo?

Quadro a quadro.
Depois de quebrar a cabeça um pouco, cheguei no formato de histórias em quadrinhos. E as barreiras cresciam: o cliente queria que a marca tivesse mais relevância na história. Ixi, para mim, a graça da coisa era exatamente deixar a marca em segundo plano. Fui ajustando até o ponto em que o cliente aprovou e eu achei que ficou interessante.

Nessa primeira experiência, eu já descobri que storytelling corporativo pedia uma narrativa um pouquinho diferente. O tempero da marca, infelizmente, precisava ser caprichado. Depois desse episódio, outros vieram. Assim, fui descobrindo diversos formatos para encaixar a técnica do storytelling. E é isso que eu gostaria de reforçar ao contar essa história toda: invente novos formatos para técnicas que já existem. Ultimamente, eu tive a oportunidade de fazer um storytelling que era corporativo, mas (até que enfim!) poderia ser um vídeo. Eu fiquei bem satisfeito com o resultado, mas, se eu não tivesse sambado tanto antes para aprender a moldar a técnica, tenho certeza de que não teria ficado tão legal.

Desde meu primeiro story (que precisava ser impresso, pra Vale Fertilizantes) até o último (que poderia ser um vídeo, pra 3M), eu me envolvi nas histórias e me diverti muito amarrando a mensagem corporativa aos acontecimentos da vida.

Antes de pensar que é impossível para o seu cliente ou para o segmento em que você atua, procure maneiras diferentes de fazer. Molde a técnica aos recursos que você tem, acredite, divirta-se e coloque vida.