Coluna Propaganda&Arte

Qual a relevância dos filmes do Oscar para as futuras gerações?

Quando se fala em filmes logo se pensa em ficar em casa tranquilo em um momento de puro entretenimento, mas para muitas pessoas fazer a sétima arte exige muito trabalho, estudo e sacrifícios. Ainda mais se você sonha em ganhar um Oscar.

Eu gosto muito de ver filmes, tanto para aproveitar um fim de semana preguiçoso, quanto para analisar as fotografias, os roteiros, os efeitos especiais e sonoros que fazem toda a diferença no produto final. Não quero entrar no mérito se os filmes ganhadores do Oscar são bons ou não, se o sistema de votação é justo ou não. Até porque esse é um elemento de arte, e arte é técnica, é subjetiva, é momento de vida e é História. Isso mesmo.

Eu sempre questionei esses filmes que se aproveitam de discussões do momento para mostrar situações nas telonas. Atualmente vemos muitos indicados falando de diversidade, sexualidade, preconceito, dentre outros assuntos polêmicos. Confesso que sempre achei forçada essa linha da Academia querer premiar os filmes que representam um momento da sociedade, um assunto relevante para aquele ano, pois para mim arte é atemporal e deveria premiar o que é bom e ponto final. E quando eu achava que nada me faria mudar de ideia, tcham! Um ponto de virada.

Depois de analisar filmes vencedores do Oscar dos anos 70 para cá, percebi a importância dessas premiações. Além de valorizar a parte técnica que só tem se aprimorado com a tecnologia e com novos autores de diversos países aparecendo, nós podemos fazer uma verdadeira viagem no tempo ao vê-los.

Por exemplo, assisti a um filme vencedor do fim dos anos 70, chamado Kramer vs. Kramer, onde um pai muito dedicado à sua carreira (aliás, um publicitário como eu – me identifiquei!) não percebe seu casamento desmoronar e acaba perdendo a mulher que sai de casa deixando-o com a missão de criar o filho e fazer as tarefas da casa (e quem tem filho sabe que são muitas – me identifiquei parte 2!).

Resumindo, ela pede o divórcio e eles entram em uma batalha judicial pela guarda do menino. Pense no fim dos anos 70. Nesse momento, a sociedade dos anos 80 já respirava um novo panorama, as mulheres estavam vendo uma possibilidade de viver uma nova chance, uma vez que o casamento já não funcionava e buscavam cada vez mais independência e igualdade. O número de divórcios começou a crescer e no meio disso tudo, levantou-se a questão: quais são as consequências de um divórcio?

Claro, toda decisão traz consequências e eu nem preciso dizer o impacto de um divórcio para uma criança de sete anos, como é o caso do filme. Essas grandes questões nos fazem pensar como aquelas pessoas pensavam, gerando emoções muito semelhantes e conflitos que marcaram uma geração.

Quer fazer uma experiência interessante? Escolha algum filme vencedor do Oscar de qualquer década para ver e sinta o ponto alto da história. Seja transportado para as emoções que foram geradas naquela época, por aquele filme. Ainda não inventaram forma melhor de viajar no tempo. Talvez escutar a um álbum musical famoso, que marcou época, mas esse já é assunto para um novo texto.

Qual filme do Oscar, na sua opinião, marcou sua geração?

Mestra abre vaga para mídia digital

Vaga para Analista de Mídia Digital

REQUISITOS
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Conhecimento em ferramentas de teste A/B e otimização de bid
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Artigo trata de omnichannel

A alavanca do omnichannel

por Anselmo Bragantini

Em 2011 criamos, eu e mais dois sócios, uma loja virtual de modelo dailydeal e sonhamos ficar ricos em pouco tempo. Não ficamos, mas felizmente meu objetivo principal de entender o modelo de vendas em plataformas digitais foi cumprido integralmente. Como eu já tinha uma vasta experiência na construção e gestão de canais físicos de vendas, a associação entre on e off passou a fazer parte do meu mindset na modelagem de negócios de qualquer natureza. Na época, o Brasil tinha 23 milhões de e-consumidores e menos de 15% dos celulares era composto por smartphones.

Corta! Estamos em 2018 e nesse soluço de tempo houve “alguma” evolução nas discussões e implementações de projetos de comércio digital. Vimos crescer a combinação dos ambientes on e off buscando transformar a jornada do consumidor numa experiência cada vez mais rica e repleta de significados, além de buscar criar identidade com as marcas e fidelizá-lo aos produtos. A era do marketing de massa foi substituída pelo marketing um-para-um, caminho que cada vez mais empresas de todo e qualquer segmento tentam percorrer, uma vez que nos parece inevitável a personalização da comunicação diante das mudanças no padrão de comportamento das pessoas, apontando a necessidade de se ter formas distintas de se fazer negócios.

É por este motivo que nos projetos que estamos desenvolvendo, e onde a modelagem da solução aponta para o omnichannel, nos questionamos a todo momento: quais são os elementos centrais para tornar esse conceito uma realidade nas operações dessas empresas?

Não existem receitas prontas, mas se considerarmos que o rastro que o consumidor deixa no seu dia-a-dia fornece uma série de informações relevantes para entender muita coisa sobre ele, e que hoje em dia o equipamento que mais pode nos fornecer informações sobre hábitos, comportamentos, características e padrões de deslocamento é o smartphone, existe aqui um ponto de inflexão provável.

Nesse contexto, projetos de transformação digital como implantar um ambiente omnichannel para uma empresa de varejo físico de equipamentos eletrônicos, desintermediar com responsabilidade a distribuição dos produtos de uma fábrica de moda ou colocar um produto congelado de uma das maiores empresas do mundo na mesa do cliente com agilidade e confiança, exige empresas com visão de futuro e internautas munidos de equipamentos cada vez mais sofisticados e com aplicações que permitem a aproximação do cliente à empresas que não se cansam de inovar.

Vamos pinçar alguns números que, avaliados em conjunto, podem nos trazer lucidez em meio a esse grande caldo que a onda da tecnologia nos aplica há algum tempo:

· Em 2016 vendemos R$44.4 bi no e-commerce B2C no Brasil. Para 2021 a projeção é de R$82.9, representando um aumento de 87%.

· No Brasil, neste mesmo ano, 19% das vendas do e-commerce B2C foram realizadas por dispositivos móveis. Em 2017 foram 26%¹.

· Fechamos 2017 com 47 milhões de e-consumidores, que serão 67 milhões em 2021.

· 28% da população mundial tinha um smartphone me 2016, sendo que em 2020 esse percentual será de 37%. Quase 10pp de diferença.

· Quase 60% das vendas feitas no e-commerce global em 2017 foram feitas em smartphones/tablets.

Vejam que sairemos de R$8.4 bi movimentados por dispositivos móveis em 2016 para R$21.5 bi em 2021 no Brasil, e cada vez mais a jornada desses e-consumidores estará no ambiente onmichannel, a medida que as experiências no on e off irão amadurecer suas verdadeiras vocações para entregar o que esse consumidor espera de cada um desses ambientes. Ou seja, sem alavancar a quantidade de dispositivos pessoais móveis que possibilitam saber por onde o consumidor anda, o que ele gosta de fazer, e o que ele está fazendo em determinado momento, o círculo virtuoso que começa no consumidor e termina no ponto de venda, não importa de qual tipo, não cumprirá com a sua missão de criar a conectividade neurológica tão sonhada por todas as marcas que querem entregar o produto onde o cliente preferir, mesmo quando ele próprio não esteja certo sobre o melhor momento e local para receber sua encomenda.

Além disso, é necessário que as empresas estejam preparadas e consigam surfar na onda omnichannel, com interação, usabilidade e interfaces que sejam corretamente entendidas pelo cliente final, uma vez que a transformação digital está acontecendo agora e é necessário correr contra o tempo para entender como cada empresa pode participar desse ambiente.

Anselmo Bragantini é especialista em Omnichannel da TopperMinds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Ana Finatti

Paradona

Anitta é a estrela toda poderosa da campanha “Paradona” da Renault
Cantora fez ontem à noite (15/02) a maior live do Brasil no instagram, com a participação simultânea de Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso

Foto: Divulgação

A cantora Anitta, anunciada recentemente como a mais nova embaixadora da Renault, faz sua estreia nesta quinta-feira (15) na primeira campanha de varejo para a fabricante. É a chamada “Paradona Renault”, que traz uma Anitta forte e poderosa, mas até então não explorada pelas campanhas publicitárias: a de uma mulher de negócios.

A popstar já chega anunciando uma promoção excepcional para a aquisição de qualquer veículo zero quilômetro da marca – inclusive o Kwid. Durante o mês de fevereiro, na compra de qualquer modelo Renault, a primeira parcela pode ser paga somente em maio.

Nos filmes rodados no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais, Anitta assume o papel de executiva da marca e demonstra todo seu poder, liderando e incentivando a equipe de profissionais da Renault a oferecer condições de pagamento ainda mais especiais aos clientes. “Foi muito divertido ser uma espécie de presidente da Renault por um dia. Um poder só! Incorporei o papel, fiz a atriz. Foi mais um desafio. Espero que todos gostem!”, comenta Anitta.

“A estreia de Anitta como embaixadora da marca vem justamente numa campanha muito importante para a Renault, que terminou o ano passado alcançando recorde de participação de mercado no país. Ao mesmo tempo, divulgamos vantagens comerciais imperdíveis para o nosso consumidor, mostrando que este é um momento excelente para comprar um carro novo”, afirma Federico Goyret, diretor de marketing da Renault.

Ao longo de quatro semanas, a campanha será exibida em três filmes na TV, além de redes sociais, spots de rádio e materiais para concessionárias.

Também nesta quinta-feira (15/02), Anitta participou de uma transmissão ao vivo com Marina Ruy Barbosa e Bruno Gagliasso para falar sobre a campanha Paradona e a experiência dos três embaixadores da Renault com a marca. A transmissão pode ser acompanhada pelo Instagram dos artistas, a partir das 21h.

Assista aqui a campanha “Paradona Renault”:

Fonte: Mattoni Comunicação – Laura Alonso

Coluna “Discutindo a relação…”

As duas faces da moeda

Desta vez quero abordar um assunto que é controverso. E sobre o qual nem mesmo eu tenho um ponto de vista ou uma opinião definitiva.

Quero falar do modelo de agências de propaganda no Brasil no que se refere especificamente à manutenção, nas estruturas destas agências, do departamento de mídia.

Sim, pois não sei se todos sabem, mas o Brasil é um dos poucos países do mundo em que a mídia continua sendo uma área dentro da estrutura da agência de propaganda. Na maioria esmagadora dos países a mídia tornou-se empresa apartada, externa, especializada e independente.

Por aqui isso não ocorreu e não ocorre.

E por que a questão é difícil? Vamos lá!

Nos países em que a mídia deixou de ser um departamento ou área da agência houve a percepção – há umas três décadas – de que essa era uma área ténica, sofisticada e estratégica demais para permanecer apenas como mais um “pedaço” da estrutura maior. A evolução e o desenvolvimento da área de mídia acabou por levá-la para fora da agência. Surgiram empresas especializadas em planejamneto, estratégia e tática de mídia. Então, a partir do momento da cisão, o anunciante contratava planejamento de campanhas e criação em uma agência de propaganda e planejamento e estratégia de mídia em outra.

Parte importante desta saída da mídia de dentro da estrutura das agências se deve ao fato de que nos principais mercados de propaganda não ser tão fundamental (ou nem acontecer) o comissionamento pela compra de mídia.

Houve muita confusão conceitual, pois também mais ou menos na mesma época surgiram empresas especializadas apenas na compra de mídia. Ficaram conhecidas como “brokers”. Elas compravam espaços nas mais diferentes mídias em grande quantidade e negociando altos descontos e depois revendiam estes mesmos espaços para anunciantes e até mesmo para agências de propaganda. Foram danosas em muitos mercados. A Argentina, aqui em nossa região, é um exemplo de como as empresas que compravam mídia poderiam ser prejudiciais ao cenário de comunicação. O mercado de agências de propaganda quase foi extinto no nosso vizinho.

Aqui no Brasil a mídia segue até hoje sendo parte da estrutura das agências. Uma das principais razões para não termos acompanhado a mudança quase global é que aqui o comissionamento, o desconto concedido às agências de propaganda seguiu e segue existindo. E mais do que isso: segue sendo a maior forma de remuneração das agências brasileiras.

Tão pesada e importante é a comissão paga pelos veículos de comunicação às agências que muitas delas cobravam muito pouco ou, em casos mais radicais, nada pelos outros serviços – planejamento e criação, principalmente.

O fato é que hoje vemos muitas agências, redes e holdings multinacionais elogiando a decisão brasileira e pensando em rever a mudança de mais ou menos três décadas e… trazer a mídia de volta para casa. Os que defendem essa decisão dizem que o modelo brasileiro faz com que haja maior interação e envolvimento nas decisões estratégicas para os anunciantes. E isso é fato!

Fato também é que, infelizmente, ganhar pela compra de mídia fez com que as agências nacionais deixassem de saber cobrar por serviços pra lá de importantes. Conheci inúmeras casos de agências que abriam mão totalmente de cobrar pela criação para ter clientes, faturando apenas com o comissionamento. Daí minha indecisão a respeito do tema.

Por um lado é claro que ter o departamento de mídia integrado ao planejamento e à criação, principalmente, faz grande diferença em favor dos clientes. Por outro lado esse modelo existe muito em função de um certo “vício” pela receita da compra de mídia. Já faz muito, muito tempo que a figura de agenciar compra de espaços em veículos deixou de ser aquela que melhor representa e traduz o papel de uma agência de propaganda.

E mais! Em muitos aspectos pode significar certa distorção, uma vez que sabemos, embora muitos neguem até a morte, que coisas como BV e fome por gordas receitas pode levar a decisões não tão técnicas na hora de utilizar veículos em prol de uma anunciante.

Fica o impasse. Eu tendo a achar que há mais vantagens no modelo brasileiro. E que se as agências deixarem de ser dependentes da remuneração do agenciamento e passarem a cobrar melhor por outros serviços a coisa fica toda melhor resolvida. As chamadas agências digitais estão aí para provar que é possível e viável atuar de modo sustentável e rentável no mercado de comunicação sem ganhar comissionamento.

Infográfico mostra aspectos da comunicação móvel empresarial

Comunicação móvel empresarial: vantagens e desvantagens

Os dispositivos móveis como smartphones, celulares e tablets estão cada vez mais inseridos no nosso dia a dia. Viver sem esses “gadgets” hoje é quase impossível, então porque não inseri-los no nosso contexto de trabalho, tornando-os uma útil e poderosa ferramenta?

Descubra aqui, as vantagens e desvantagens da comunicação móvel empresarial neste infográfico, preparado pelo site Consultores Vivo.

Fonte: Nayrison da Costa – Assessoria de Imprensa

Vaga para atuar em design gráfico

Web4 busca

A Web4 está em busca de um Designer Gráfico para reforçar o seu time

Requisitos :

Criatividade
Texto publicitário.
Noção de mídias sociais.

Envie seu CV e portfólio para atendimento@web4comunicacao.com

Infográfico mostra desafios da comunicação interna

2018: Desafios da comunicação interna nas empresas

Quais são os principais desafios da comunicação interna numa empresa? Por que é tão importante investir nesse setor? Não é novidade para ninguém que comunicação é essencial para uma empresa! Mas será que ela é bem aproveitada dentro das empresas? Para saber mais sobre os desafios que todas as empresas vão passar no que diz respeito a comunicação interna , o Contact Telecom preparou um infográfico mostrando aqui os desafios mais enfrentados por colaboradores da área e como melhorar afim de obter o sucesso da sua empresa ou corporação.

Veja o conteúdo a seguir:

Fonte: Assessoria de Imprensa Contact Telecom – Nayrison da Costa

Vaga de estágio de criação

Supera abre vaga de estágio

A Supera é uma agência especializada em Comunicação Estratégica com Empregados e procura um estagiário para a equipe de Criação.

Pré-requisitos:
• Cursando Publicidade e Propaganda ou Design
• Apresentação de portfólio (trabalhos acadêmicos estão valendo!)
• Gostar de Comunicação Interna

Diferenciais (não exigências, ok?):
• Ter conhecimento dos softwares: Photoshop, Illustrator e Indesign
• Ter passagem por agências

Interessados deverão enviar CV e portfólio para selecao@superacomunicacao.com.br, até 16/02/2018. No assunto, coloque “Estágio Criação/SJC” e também envie sua pretensão salarial.

Oportunidade de estágio em mídias sociais

Estágio em mídias sociais

O Kuadro está buscando uma pessoa para atuar como Estagiário em Mídias Sociais. Essa pessoa vai acompanhar nosso dia-a-dia nos canais digitais e interagir com os alunos da plataforma EaD que mais cresce no Brasil.

RESPONSABILIDADES E DEVERES

Criar postagens e acompanhar taxas de engajamento com cada uma;
Acompanhar o andamento do calendário de ações (blog, facebook, instagram, twitter);
Selecionar conteúdos que podem ser reaquecidos de acordo com a época e sugerir as postagens da semana;
Produzir as postagens nas redes sociais: facebook, instagram e twitter.
Conferir se tudo ocorreu bem com a programação das postagens do blog.
Acompanhar a otimização de SEO e posicionar CTAs no post do blog.
Conferir se existe conteúdo quente que precisa ser impulsionado.

HABILIDADES

Estar cursando Comunicação Social (Jornalismo, PP, ou RP), Marketing, ou áreas afins.
Ser Heavy User de Redes Sociais
Estar bem atualizado sobre os tópicos mais quentes na internet
Saber operar softwares do Pacote Adobe é um diferencial
Estar muito familiarizado com: Facebook, Instagram, Twitter e Youtube
Ter boa escrita e muita vontade de aprender

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