Veibras faz a festa no Dia do Chevrolet

S. José comemora Dia do Chevrolet

Para marcar data, concessionária da GM expõe uma raridade: o primeiro veículo fabricado pela montadora no Brasil em 1925

Primeiro carro da GM no Brasil

São duas histórias de conquistas que muitas vezes se misturam, São José dos Campos e a General Motors do Brasil. Para marcar esse elo, a cidade comemora no próximo domingo o Dia do Chevrolet, uma data criada em 1995 e que hoje faz parte do calendário oficial do município.

A festa fica por conta da Veibras

A maior rede de concessionárias da GM na região promove de 2 a 7 de julho uma semana especial para festejar o Dia do Chevrolet, comemorado sempre no primeiro domingo do mês. Além de um bolo pela data, a ser cortado no dia 5, em café da manhã festivo, a Veibras terá outras atrações em sua loja principal, em São José dos Campos, entre elas uma que vai chamar a atenção de muita, muita gente, apaixonada por automóveis, apaixonada por história ou por ambos: o primeiro veículo produzido pela GM no Brasil.

Trata-se de um furgão para entregas urbanas, da marca Chevrolet, montado em 1925 na primeira fábrica da GM no país, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo, a partir de peças trazidas dos Estados Unidos. Essa raridade é um dos tesouros guardados na fábrica da montadora em São José dos Campos. Ao lado dele, no saguão de exposições da Veibras, estarão, de 2 a 7 de julho, outros carros que também fazem parte da história da montadora no país, como exemplares da linha Opala, cujo lançamento completa 50 anos em 2018.

Mas não é só. A festa do Dia do Chevrolet da Veibras, no dia 5, também vai ser palco para a GM entregar o prêmio “Boas Ideias 2018” a funcionários que apresentaram as melhores sugestões criativas para redução de custos ou simplificação da produção na unidade de São José dos Campos.

E para transformar a festa em benefício para a comunidade, a Veibras promove de 2 a 7 de julho uma ação solidária: a cada test-drive ou serviço realizado fora da garantia nesse período, a concessionária doará 1 litro de leite a uma entidade social da cidade. Uma forma de retribuir à comunidade todo o apoio e carinho recebido pela Veibras ao longo de mais de 60 anos de história.

Celebração

Para Rafael Davoli, o diretor do Grupo Davoli, que administra a Veibras, a data é um momento de celebração de uma parte importante da história do Vale do Paraíba. “É uma oportunidade de ampliarmos a integração da empresa com a comunidade. A GM está há mais de 60 anos na cidade, se contarmos desde o início da construção da fábrica, e sempre foi recebida com muito carinho pelos moradores”, disse.

Tópicos sobre a GM em São José dos Campos

– O complexo industrial de São José dos Campos é um dos maiores do país,
com 2,7 milhões de metros quadrados de área total e de 500 mil m2 de área construída.
– A história da GM na região começou na década de 50 com a procura de um terreno junto à Estrada de Ferro Central do Brasil às margens da Via Dutra e no eixo São Paulo-Rio, para a construção da fábrica que iria produzir motores para caminhões. A compra do terreno foi em 1953.
– Em 18 de agosto de 1958, nascia a Veibras, ainda sob o nome de Willbras. Em 2018, a concessionária completa 60 anos.
– Em 1959, a GM inaugurou oficialmente a fábrica de São José dos Campos, em solenidade com a presença do presidente Juscelino Kubitschek.
– Para receber diretores, engenheiros e autoridades, a GM construiu o primeiro hotel de alto padrão da cidade, localizado na área da fábrica. Essa construção existe até hoje, embora não funcione mais como hotel.
– Também por iniciativa da GM, apoiada por entidades classistas da cidade, São José dos Campos ganhou sua primeira unidade do Corpo de Bombeiros, no início dos anos 60.
– O projeto de lei para criação do Dia do Chevrolet foi apresentado pelo vereador José Laurindo Portela e aprovado pela Câmara em 1995. Desde então, o Dia do Chevrolet faz parte calendário oficial de eventos da cidade, comemorado todo primeiro domingo do mês de julho.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathalia Barcelos

As holdings de propaganda

Novo conteúdo de áudio fala sobre as holdings

Desta vez trazemos um tema muito importante e interessante para o cenário da propaganda brasileira e mundial: as holdings.

Lembrando sempre que estes programetes de rádio são exibidos todas as terças em primeira mão no programa Panorama, da Rádio Unitau.

O Panorama vai ao ar de segunda a sexta das 14h00 às 16h00.

Saiba um pouco mais sobre esse assunto. Escute agora:

 

Vaga em social media

Vaga para Social Media com Experiência em Facebook ADS

Irá atuar juntamente com a equipe de marketing na criação de campanhas patrocinadas, com foco em geração de leads.

– Necessária experiência avançada em Facebook ADS.
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Enviar currículo para: helioarezo@grupova.com.br
Assunto: Social Media Taubaté

Coluna Branding: a alma da marca

O que esta Copa já tem a ensinar aos brasileiros

Como professor não tenho como não buscar lições em tudo o que fazemos na vida e assistir a Copa do Mundo é uma distração muito produtiva quando queremos tirar lições.

Desde já deixo claro que não é o evento organizado pela FIFA que traz consigo os exemplos para os brasileiros, mas sim este contato com o mundo todo, com povos e culturas diferentes, com crenças e relações diferentes.

Portanto vamos lá, listando e explicando:

Não dá pra viver de imagem para sempre – está claro que no futebol as coisas estão muito niveladas, que países favoritos estão tendo muita dificuldade em passar por esquadras de menor tradição. O que aprendemos: não dá pra viver de imagem para sempre, para ganhar é preciso se esforçar.

Quem cai, deve se levantar – nosso futebol tem sido muito lamentador, assim como nosso povo. Estamos sempre lamentado as nossas quedas. Está na hora de seguir com a jogada, mesmo que haja uma nova queda lá na frente.

Fingir menos e brigar mais – é interessante ver que países como Rússia, Croácia, Islândia, Servia e outras nações como essa mostram força. O que eles têm a nos ensinar? A resistência à vontade por algo maior do que o próprio jogo. É a famosa pátria na chuteira, uma expressão militar, que não deve ser entendida como propaganda do “volta militares”, mas de um estado de combate que nosso povo precisa ter em suas veias.

Frieza é controle – Temperança é um das virtudes que Platão dizia fundamental ao ser humano. É preciso se controlar em momentos difíceis e fazer o que precisa ser feito. É isso que Tite quer dizer quando diz “não reclama do árbitro, concentra!”

Por amizade, não por dinheiro – A Islândia pode até sair da Copa, mas para um time onde muitos são amadores, chegaram muito longe e tem muito a ensinar. Podem até estar jogando hoje por uma oportunidade de se realizarem individualmente como jogadores profissionais, já que hoje são mineiros ou dentistas, mas chegaram até aqui sem precisar dessa ambição. Belo exemplo!

Para terminar a mais importante de todas:

Piada, tem limite – Novamente a elite econômica do Brasil, mostra que dinheiro e educação não são sinônimos, e que cultura passa longe desta nossa “burguesia”. Muitos exemplos de piadas de mal gosto na Rússia rolando pela internet as quais nem vale a pena dar ibope. Isso não acontece só com os brasileiros, há muitos desses “ricos sem cultura” espalhados pelo mundo, mas são os nossos que nos cabem.

Para eles meu desejo é que fossem presos e punidos na Rússia, já que lá teriam a justiça que merecem, sem o apadrinhamento de nossas cortes.

Por fim, digo o porquê desses fatos se tornarem importantes para nós comunicadores.

Somos cientistas sociais, e como tais, devemos estar atento a todos os assuntos do momento, aprendendo e ajudando a corrigir erros de nosso povo. Por enquanto, vou usando minha comunicação para o aprendizado e amadurecimento das nossas ações, assim como a seleção de Tite. Acredito que nesse momento nosso povo também está atento a estes fatos, torcendo não só pelo bom futebol de nossos jogadores, mas principalmente pelo bom desenvolvimento do nosso comportamento como nação.

Vaga aberta para área de marketing

Grupo Zaragoza abre vaga

O Grupo Zaragoza, que controla as marcas Spani Atacadista e Villarreal Supermercados, em expansão de suas operações, oferece vaga para área de Marketing.

Confira:

PR e ZMOT

Relações públicas em tempos de ZMOT

Na era do Momento Zero da Verdade, quando o consumo é pautado pelas pesquisas online e opiniões na Internet, o profissional de RP precisa de um “upgrade”

*Por Fabiana Macedo

Em um jantar com amigos experimentei determinado vinho pela primeira vez. Anotei o nome e fiz o que quase todos passaram a fazer quando um produto chama sua atenção: pesquisei, comparei preços, li opiniões e peguei indicações de onde comprá-lo. Pude me informar que se tratava de um vinho nacional e premiado, cultivado em uma cidadezinha do interior paulista, Espírito Santo do Pinhal. Depois, visitei a vinícola, entendi seu engenhoso processo de produção e confirmei que o Brasil avança na vinicultura. Tornei-me consumidora do produto e recomendo o rótulo aos amigos.

Mas o que essa história de descoberta de um produto tem a ver com relações públicas? A trajetória que percorri até me transformar em consumidora do vinho passou pelo que o Google batizou de ZMOT (Zero Moment of Truth, ou Momento Zero da Verdade). Segundo o estudo divulgado pela empresa, o processo mental de compra do consumidor mudou. Encerrou-se o ciclo em que o comprador, impactado por um anúncio, se servia de determinado produto na prateleira e então tinha a experiência do uso. Agora, depois de ter conhecimento de que aquele produto existe, o consumidor vai pesquisar. Quem falou, o que falou, quais os benefícios, quais os problemas. Reviews e comentários de quem já teve a experiência passaram a ser mais importantes que nunca.

Mas onde entra a disciplina de Relações Públicas? Esse contexto deixa claro que não são apenas os processos de marketing que devem se adequar à mudança da jornada de consumo para atingir suas metas. Com a internet literalmente nas mãos dos consumidores, a reputação nunca foi tão importante. O estágio que antecede a compra passou a ocupar lugar central no comportamento do consumidor, que é influenciado pelo que acessa e, em especial pelas recomendações embaladas em credibilidade. O boca-a-boca está mais forte do que nunca. O consumidor “mudou de fase”, ganhou complexidade, e faz valer também a dimensão de sua cidadania quando se relaciona com marcas e organizações da sociedade.

Ora, a quem compete zelar pela marca, estabelecer pontes entre os novos e diferentes atores que hoje influenciam a imagem com que empresas e instituições são percebidas? Não importa a atividade, qual é o produto ou serviço, mas ter referências favoráveis e credibilidade é imprescindível para qualquer ator desse complexo ecossistema. As pessoas pesquisam de apartamentos, assistência médica e escolas a canetas e copos. E conforme o uso de celulares cresce, mais as pessoas criam seus próprios guias de bolso, com análises, tweets, blogs, posts nas redes sociais, artigos de jornais, revistas e vídeos de produtos e serviços de todo tipo. Ou seja, o modelo mental de consumo mudou e isso atinge todos os processos de comunicação.

E a atuação dos profissionais de Relações Públicas, está acompanhando essa evolução? Muitos relatos falam de agências que operam de modo tradicional, limitam-se a cuidar do relacionamento com uma imprensa cada vez menos influente e a disparar press releases de modo pouco estratégico, quando muito produzindo conteúdo para perfis de redes sociais.

Buscar novos conhecimentos, esforçar-se para entender o comportamento do consumidor-cidadão, inserir-se na conversa que acontece nas redes é o primeiro passo para propor ações que façam diferença para o cliente. Não se trata apenas de colocá-lo em evidência, mas de fortalecer sua reputação. Uma marca forte, que conta com uma percepção positiva tem vantagem competitiva.

Esse trabalho de “zeladoria”, no entanto, só será efetivo caso a agência esteja aberta para a checagem contínua do que se diz a respeito de seu cliente – e onde fica esse lugar de fala. Para exercer seu ofício de modo eficiente, o profissional de relações públicas precisa abandonar velhas muletas, abrir a mente para a inovação e parar de encarar a tecnologia com aversão. Vai longe o tempo em que bastava saber “vender boas pautas” para os veículos, fazer o cliente ser citado em várias reportagens e a glória era conquistar uma citação favorável em veículo de circulação nacional.

O campo está aberto para um profissional curioso e atento, que seja capaz de transitar do diálogo com editores do que ainda se considera grande imprensa ao convívio com as redes sociais (o que inclui influenciadores que se comportam como estrelas) e ferramentas de monitoramento a cada dia mais complexas. É um cenário que não para de evoluir e se transformar, o que, é claro, causa um friozinho na barriga. Mas quem não encarar esse desafio pode estar abreviando sua carreira.

*Fabiana Macedo é CEO da Punto Comunicação – www.puntocomm.com.br

Áudio especial

O programa abordou data promocional

Semana passada comemorou-se o Dia dos Namorados (12 de junho), uma data importante dentro do calendário promocional anual do Brasil.

O programa do Publicitando que foi ao ar no Panorama da terça passada falou da ligação entre a data e o universo da propaganda.

Confira aqui:

 

Vaga para atendimento

Agência abre vaga de estágio para atendimento

A BZ Propaganda – São José dos campos – está em busca de um estagiário para atuar na área de atendimento.

Confira abaixo o perfil desejado para a vaga:

Coluna Propaganda&Arte

6 fatores que tornam uma série altamente viciante na Netflix

Se há anos atrás o cinema era a arte mais vista por grandes públicos, gerando movimentações financeiras, sociais e culturais, hoje as séries distribuídas on-line pela Netflix e afins, ganham um número cada vez maior de adeptos e até “viciados”.

Quando alguém fala que está viciado em alguma série da Netflix, ele pode estar exagerando ou sendo realmente fiel a um fato constatado pela Neuromarketing Labs, que fez um estudo a pedido de empresas do ramo do entretenimento. A arte de criar episódios mais tensos ou mais emocionantes que o outro, é uma estratégia que gera mudanças reais no corpo humano e teve efeito na maioria dos pesquisados entre 18 e 47 anos.

Os roteiristas de séries já sabem a fórmula: um bom título, personagens cativantes, suspenses e expectativas, grandes episódios de abertura e uma questão a ser solucionada. Todos querem saber o fim da série ou de algum personagem. Essa fórmula pode se repetir em cada episódio para te prender em um looping de emoções e expectativas.

Não podemos esquecer que muitas séries estão se tornando superproduções comparadas aos clássicos do cinema, com altos investimentos que geram igualmente grandes volumes de retorno. É importante entender que são formatos criativos bem diferentes e que geram sentimentos e envolvimentos incomparáveis, mas que transitam em um mesmo universo.

O filme pode gerar uma onda de fãs, movimentar produtos e gerar conteúdo. Já as séries conseguem expandir esse tempo, criar níveis de envolvimento, níveis de interações mais complexas e por mais tempo gerando novos produtos, histórias paralelas, spin-offs, dentre outros subprodutos mais numerosos.

O fator social que a série cria também precisa ser considerada nesse fato de vício. O filme você indica uma vez e pode gerar alguns debates com seus amigos e familiares. As séries te convidam a discutir cada momento, cada personagem, abre diálogos, uma verdadeira corrida para saber quem vai concluir aquela temporada primeiro para trazer um belo “spoiler” antes do outro e não ser prejudicado. Atrelado a isso, podemos colocar também 6 fatores que tornam uma série altamente viciante:

1-Comodidade de assistir em casa e na hora que quiser;

2-Algoritmo da Netflix que indica filmes que realmente são perfeitos para você;

3-Histórias que geram muito suspense e nos envolvem emocionalmente;

4-Apelo social – para fazer parte de um grupo (não ficar de fora do papo da firma);

5-Grandes produções de qualidade superior – a arte na sua melhor forma;

6-Dentre outras (histórias específicas, cenas emblemáticas, momento histórico etc).

Se você ainda não pegou para ver uma série dessas com alto teor viciante, cuidado. Antes de iniciar, aconselho a organizar o seu tempo, preparar a pipoca e escolher uma boa companhia para irem discutindo cada episódio. No final da série, fica aquele gosto de quero mais e a famosa “abstinência”. Qual a série mais viciante na sua opinião? Para mim, foi Breaking Bad (sem trocadilhos).

Gente nova dirigindo a criação

Verge traz novo diretor de criação

A partir de hoje a Verge Parceria Estratégica (Taubaté) tem novo diretor de criação: Alexandre Lemes.

Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Taubaté (Unitau), Alexandre já acumula passagens pelo Senac (SP) e como diretor de arte na Artefacto, na Ogilvy FAV e na Triadaz Propaganda e Marketing.

O novo contratado também estudou Gerenciamento de Projetos – PMI na instituição de ensino Fundação Getúlio Vargas.