Começa na próxima segunda a SMWSP

Social Media Week São Paulo reúne 320 profissionais para debater as práticas do mercado digital

Começa nesta segunda feira (10), o maior evento de mídias sociais da América Latina, em parceria com a ESPM, temas como transformação digital, diversidade, inovação, chatbots e social commerce estão entre as 21 trilhas de conteúdo.

A Social Media Week São Paulo apresenta 270 atividades entre palestras, workshops, painéis e debates. A décima primeira edição do evento acontece na próxima semana, do dia 10 ao dia 14 de setembro, nos 2 campi da ESPM na Vila Mariana: ESPM Tech, rua Joaquim Távora , 1240 e ESPM Graduação, rua Dr. Álvaro Alvim, 123. As inscrições podem ser feitas por palestra em www.smwsp.com.br/agenda, não há limite para participação, os ingressos custam R$ 20,00, com opção de 50% de desconto oferecida pelos patrocinadores, para lugares reservados e existe a opção gratuita pelo app SMWSP disponível na Apple Store e Google Play Store.

Neste ano, as mulheres marcam presença nos palcos da SMWSP, serão 169 mulheres palestrando. Entre os temas, novos assuntos foram incorporados para discussão: diversidade, transformação digital, marketing de causas e o universo das agencias digitais — como estão sobrevivendo às mudanças do mercado.

Com uma curadoria colaborativa, a SMWSP é o primeiro palco de muitos profissionais foram cerca 800 palestrantes inscritos. O evento é organizado pela InterNey consultoria, com a ajuda de voluntários e parceiros. “A gente traz palestrantes consagrados de várias plataformas sociais brasileiras, de grandes empresas, temos profissionais de nível sênior com seus cases, que se inscrevem para compartilhar os aprendizados. Ao mesmo tempo, pessoas que estão vivenciando o palco pela primeira vez e serão os porta vozes do mercado amanhã. Temos essa missão de educar o mercado e prepara-lo”, destaca o organizador, Edney Souza.

Imagem de edição anterior da SMWSP

Confira as trilhas:

Academia Aplicada ao Mercado (Curador: Tarcízio Silva)

Agências Digitais (Curadoria: ABRADi)

Chatbots (Curador: Vinícius Martins)

Consumidor 4.0 (Curadoria: Jeunesse)

Diversidade (Curadoria: Vitor Bastos & Maira Reis)

EdTech (Curador: Sthefan Berwanger)

Game Marketing (Curador: Guilherme Camargo)

Gestão de Redes Sociais (Curadoria: Swonkie)

Inbound Marketing (Curadoria: Resultados Digitais)

Influenciadores (Curadoria Colaborativa)

Inovação (Curadores: Fabrício Saad & Caio Bianchi)

Inteligência Artificial (Curadores: IBM & Julio Figueiredo)

Jornalismo Digital (Curadora: Maria Elisabete Antonioli)

Marketing de Causas (Curadora: Egnalda Cortes)

Marketing para Educação (Curadoria: 80/20)

Pequenas e Médias Empresas (Curadoria: mLabs)

Planejamento Digital (Curadoria Colaborativa)

Publicidade Digital (Curadoria: Diego Oliveira)

Social Commerce (Curadoria: NuvemShop)

Storytelling & Branded Content (Curadoria: Bruno Scartozzoni)

Transformação Digital (Curadoria: Sérgio Santos)

Veja a programação completa em www.smwsp.com.br/agenda.

Serviço:

Social Media Week São Paulo

Data: 10 a 14 de setembro de 2018

Local: ESPM Tech, rua Joaquim Távora, 1240 e ESPM Graduação, rua Dr. Álvaro Alvim, 123. O local exato de cada palestra será anunciado uma semana antes do evento, de acordo com o volume de inscrições.

Inscrições: www.smwsp.com.br/agenda

Os ingressos são vendidos por um preço simbólico para organizar as salas, o evento é custeado principalmente pelos patrocinadores e parceiros. O ingresso garante a entrada na sala até 5 minutos depois do horário programado. Após isso, qualquer pessoa na fila de espera gratuita pode ocupar os lugares disponíveis.

Fonte: Assessoria de Imprensa SMWSP18 – Mariana Bacci

Nova campanha de Outback

Outback convida fãs para reviverem experiências marcantes em nova campanha

Vídeo chamado #MomentoOutback foi gravado com clientes reais que compartilharam grandes momentos vividos nos restaurantes da marca

Sempre inspirado em surpreender os apaixonados pela marca de forma divertida, intensa e verdadeira, o Outback Steakhouse convidou clientes reais para serem protagonistas de sua nova campanha. Chamada de #MomentoOutback, a ação mostra alguns dos clientes – que postaram fotos usando a hashtag – revivendo seus momentos de celebração no restaurante.

“Mais uma vez queremos mostrar como é forte a conexão que o Outback tem com as pessoas. Nossos clientes são a parte mais importante do nosso negócio e, por isso, recriamos essas experiências marcantes vividas conosco e registramos tudo em um dia divertido repleto de boas histórias”, afirma Renata Lamarco, diretora de Marketing do Outback Brasil.

E é ficar mais perto destas boas histórias que o Outback quer. A produção traz uma série com 3 vídeos e diversas fotos que serão exibidos nas redes sociais da marca com o objetivo de incentivar os clientes a compartilharem suas experiências vividas no restaurante usando a hashtag da campanha. “O #MomentoOutback mostra nossos clientes de verdade e, com isso, queremos que todos se sintam representados e prestigiados”, completa Renata.

O primeiro vídeo da campanha pode ser conferido aqui.

Ficha Técnica

Campanha: #MomentoOutback

Agência: Ionz

Produtora de Vídeo: Lamp Filmes

Fotos: 14mm

Diretor de Criação: Marcio Villar

Diretor de Arte: Ricardo Ventura

Roteiro e Redação: Eduardo Crivói

Redatora Júnior: Caroline Hikari

Assistente de Arte: Oliver Tarzis

Assistente de Arte: Paula Lopes

Planejamento: Lucas Miolla

Diretora de Atendimento: Daniela Aiko

Supervisora de Contas: Ana Carolina Campanili

Assistente de Atendimento: Felipe José da Silva

Mídia: Leandro Martins

Mídia: Aline Lima

Coordenadora de Redes: Mariana Pereira

Analista de Redes: Natalia Gomes

Fotógrafo: Danilo Quadros

Assistente de Fotografia: Natan Passos

Produção: Luciana Robles

Direção de vídeo: Leonardo Curcino
Produtor: Ruben Correia
Diretor de fotografia: Dan Moraes
Assistente de fotografia: Alexandre Queiroz Macedo

Locução: Leandro Sosi

Aprovação: Leonardo Dibe, Antonio Moraes

Fonte: Alameda Comunicação – Laís Reis

Estudo trata da relação marcas e diversidade

Consumidores querem marcas que apoiam verdadeiramente a diversidade

Pesquisa Diversidade, da Officina Sophia, aponta os temas que as pessoas consideram mais relevantes para apoio das marcas e identifica a relação disso com a propensão de compra

O Brasil e o mundo vivem dois fortes movimentos sociais: de um lado, o forte apoio às minorias e o respeito à diversidade; de outro, um crescimento de movimentos conservadores, culminando muitas vezes na tomada do poder político por esses. Segundo Paulo Secches, presidente Officina Sophia Conhecimento Aplicado, empresa membro da HSR Specialist Researchers, que coordenou o estudo sobre a Diversidade, é nesse universo amplo, múltiplo e diverso que as marcas e empresas devem se posicionar diante do tema.

O estudo aponta nortes importantes para a estratégia das marcas a partir de alguns questionamentos em torno de pontos marcantes ligados à diversidade. Deveriam as marcas fazer de conta que o assunto não é com elas? Ou manter uma posição de neutralidade? Ou ainda adotar uma posição explícita de apoio, mesmo que lidando com as manifestações críticas de correntes mais conservadoras da sociedade? Com base nessas perguntas, a pesquisa colheu insights para subsidiar a discussão, bem como fornecer parâmetros para a gestão das marcas e dos negócios.

O levantamento mostra claramente que as pessoas querem se aproximar de marcas com propósitos e crenças semelhantes às suas. Porém, algumas causas têm mais valor que outras e o estudo identificou quais os temas em que a sociedade é mais favorável:

A pesquisa Diversidade comprova ainda que as Marcas devem ter uma atuação forte e verdadeira, com engajamento genuíno. De modo geral, o brasileiro é favorável ao apoio de causas sobre diversidade. Entretanto, por parte das empresas, entende que deve haver pertinência com relação a esses temas, sem oportunismos. As entrevistas evidenciaram as bandeiras mais pertinentes para o apoio das marcas:

Outro ponto fundamental é que definir propósitos e se posicionar de forma transparente ao levantar algumas bandeiras pode resultar em um bom negócio, com reflexo em vendas de produtos e/ou serviços. Segundo o estudo, existe relação direta entre o apoio a causas e a propensão de compra dos consumidores:

“O consumidor se identifica mais com marcas que respeitam a diversidade de forma contínua e verdadeira no seu dia a dia. As empresas, portanto, devem estar atentas às demandas da sociedade ao definir suas estratégias de negócios. Ademais, o envolvimento de maneira superficial e a defesa de causas por oportunismos ou modismos pode ser um verdadeiro tiro no pé”, assegura Secches.

Amostra – A pesquisa quantitativa Diversidade foi realizada nacionalmente, no mês de julho. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre 18 e 50 anos, homens e mulheres, de classes sócio-econômicas ABCD (Critério Brasil), de São Paulo (Capital e interior), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste. O estudo sinaliza ainda que, em média, o apoio aos temas e causas identificadas como mais relevantes é maior nas classes sociais C2D, seguidos pelas B2C1. As classes AB1 também demonstram apoio significativo, mas em menor percentual. Em todos os casos, a proporção de apoio é maior na amostra feminina.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Nova sede no Vale

Record TV Vale inaugura nova sede e amplia operações no Vale do Paraíba

Presente em 39 cidades, a Record TV Vale fortalece sua operação e inaugura em São José dos Campos a nova sede da emissora, reafirmando o seu compromisso com a comunidade do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Os investimentos da ordem de 3 milhões de reais possibilitaram, além do novo espaço, a aquisição de novos equipamentos e a implantação do sinal digital nestas cidades.

Já em operação na região desde 2009 por meio da atuação comercial e de equipes de reportagem para a cobertura jornalística, a Record TV Vale segue para um espaço amplo e moderno, localizado no edifício Hyde Park do Jardim Aquárius, em São José dos Campos, e foi projetado para que todos os departamentos trabalhem de forma integrada. A redação ganhou uma roupagem em formato “News Room”, integrando estúdio e jornalismo.

“Este é um momento de expansão, quando a Record TV Vale consolida um projeto iniciado há anos, o qual sempre projetamos incrementar ainda mais conteúdo regional de qualidade e possibilidades ao mercado joseense, do Vale e Litoral Norte. A hora chegou e quem ganha são os telespectadores, os anunciantes e o mercado publicitário”, conta Mário Toledo, Diretor Comercial da Record TV Vale.

João Batista Rodrigues, Diretor Executivo da Record TV Litoral, acrescenta que esta decisão representa um salto para a renovação da emissora. “São José dos Campos tem em seu DNA muito empreendedorismo e inovação, que vem de encontro também com o momento vivido pela Record TV Vale. Por este motivo, escolhemos esta macroregião para a ativação de um novo ciclo da emissora na região”, conta.

“Reinventar é a nossa marca e somos entusiastas para que este crescimento sustentável traga também benefícios, geração de negócios e novos empreendimentos para todos”, declara Marcelo Dantas, Diretor Administrativo da Record TV Vale.

Com 65 anos de atuação na TV brasileira, a Record TV é a segunda rede mais assistida de todo o país. Oferece uma programação de qualidade em seu conteúdo de entretenimento, como também um jornalismo imparcial e comprometido pela busca incansável pela verdade. Em São José dos Campos, Vale do Paraíba e Litoral Norte, a regional já atua desde 2009 retratando o desenvolvimento sócio econômico da região e desta vez mais integrada irá contribuir ainda mais para a expansão de toda a região.

Fonte: Agência Cápsula – Cimey Gadelha

Vaga para Analista de Endomarketing

Vaga no Grupo Zaragoza

Local de atuação: Corporativo – Taubaté/SP
Cargo: Analista de Endomarketing / atuação no RH.
Horário: 08:00 – 17:48 / segunda à sexta
Salário: à combinar.

Foto: Pixabay

Descrição das Atividades e Responsabilidades:

• Responsável por planejar, organizar e gerenciar as ações de comunicação estratégica, endomarketing e engajamento para o público interno, desde calendário de eventos passando pelo briefing, debriefing e execução;
• Realiza a gestão de eventos corporativos, mapeamento de necessidade para desenvolvimento de conteúdos, campanhas motivacionais e treinamentos;
• Elabora ações/campanhas para melhoria de resultados e tornar a cultura mais produtiva, reforçando a marca/ visão, missão e valores na mente e no coração dos colaboradores, campanhas de datas comemorativas e comunicação interna;
• Suporte no programa de Integração dos novos colaboradores;
• Busca soluções de comunicação e interatividade;
• Elabora a comunicação visual e textual dos eventos;
• Atua com definição de layout e textos dos materiais.

Pré-Requisitos: Formação: superior completo em Jornalismo, Comunicação Social ou Publicidade e Propaganda
Domínio em programas gráficos, tais como Illustrator e PowerPoint.

Mande seu CV para: rh.anacarla@grupozaragoza.com.br

A única certeza é a mudança

Tudo em movimento

Josué Brazil

Uma coisa em termos de comunicação, principalmente a mercadológica, é fato: ela está bem mais complicada do que há 20 ou 25 anos atrás.

Podemos afirmar com certa tranquilidade que o mercado de comunicação está “move fast”. As coisas todas mudam muito rápido: novos anunciantes, novas plataformas, novos mercados e novas profissões. A impressão que temos é que o mundo está o tempo todo em beta.

Imagem: Pixabay

Em função deste cenário, a comunicação das e para as marcas passa a ser definida muito como se define uma pauta jornalística. O trabalho de comunicação mercadológica está próximo ao trabalho editorial, de publisher.

Sim! Aproveitar o que já é assunto, o que já gera buzz e a partir disso produzir conteúdos para marcas.

Também dentro desse cenário percebemos algumas coisas que estão acontecendo e são decisivas:

– O digital – e todas as suas implicações, desdobramentos e imposição de diálogo e velocidade;

– o mobile – a possibilidade de alcançar o consumidor o tempo todo, o maior gadget de acesso a internet no país;

– o protagonismo – as marcas têm que sai a frente, assumir o protagonismo, propor conversas relevantes, assumir posições;

– a velocidade – tudo é muito rápido, instantâneo, efêmero;

– o co-thinking – pensar coletivo, pensar junto, pensar com outros, a colaboração criativa.

Tudo está tão mutável, fluído e líquido que o fato é que não temos exata noção de para onde vamos.

Imagem: Pixabay

Quem trabalha para marcas – seja agência, produtora de conteúdo, assessoria ou consultoria – deve focar em construir, criar e recriar negócios. Deve deixar de pensar em produzir, coordenar e vender mídia e passar a modelar negócios, criar soluções inovadoras e vender e gerar receitas.

Quem trabalha para marcas deve perceber que o que pode gerar valor atualmente gira em torno de três fatores: inovação, propósito e diferenciação!

Pronto para acompanhar as mudanças?

Dança das cadeiras

E o mercado não para…

Mais um pouquinho da movimentação de profissionais pelo mercado de comunicação da Região Metropolitana do Vale do Paraíba.

Imobiliaria Nova Freitas passa a contar com Júlia Souza na função de  Relações Públicas.

Natalie Guimarães é a mais nova Social Media da equipe da Vincere Comunicação.

E Luciana Peloggia Gianesini acabou de assumir como Analista Web Pleno no Portal A12.com

Artigo trata de realidade mista

Realidade mista: o quanto tecnologia fascinante mudará nossa forma de viver?*

Ao acordar de manhã, você pega o celular ao lado da cama e começa a ler as mensagens. O tempo em que você esteve dormindo, em uma “realidade paralela”, é retomado ali, e, em um clique, você consegue recuperar tudo aquilo que deixou de ler ou saber enquanto “perdia” algumas horinhas durante o sono.

Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital

Você se reconhece nessa situação? É que a tecnologia está conosco todo o tempo. E a verdade é que a comunicação e a conexão promovidas por ela estão definindo os próximos passos da história da humanidade.

Os smartphones, um dos objetos mais emblemáticos dentro da sociedade multitela em que vivemos, são a prova disso. Segundo matéria da revista Superinteressante, há mais chips de celulares no mundo (6 bilhões) do que escovas de dentes (4,3 bilhões). Ou seja, é como se estivéssemos mais preocupados com a tecnologia do que com um hábito de higiene.

É claro que esses números são relativos, mas indicam o fascínio que temos pelas diferentes formas de viver a realidade que só as inovações tecnológicas podem nos trazer, ao personalizar experiências e nos fazer aprender e desenvolver nosso conhecimento.

Já temos um pacote de novidades realmente empolgante: a inteligência artificial é cada dia mais precisa, os objetos com interface de voz se comunicam com o dono, e até grandes corporações, como a Marvel, usam big data para analisar, por exemplo, a resposta do público aos seus heróis. E olhando por um lado otimista, se bem aplicada, a tecnologia pode ter realmente a capacidade de “nos salvar”, ao promover grandes revoluções na forma que vivemos e nos relacionamos.

Mudou muito, por exemplo, desde meus tempos de faculdade. Como sempre adorei tecnologia, à época, tivemos um serviço de videotexto em casa para consultar a programação de cinema, na tradicional tela de fósforo verde. Fiz muitos trabalhos de faculdade, pesquisas com dicas de bares. Tudo isso era o máximo que esses aparelhos podiam nos proporcionar – e já achávamos incrível.

É fato que, de lá para cá, tudo ganhou qualidade e agilidade: muito mais cores, maior definição e maior velocidade nos dispositivos, internet 5G e, claro, celulares (que cabem nos nossos bolsos) muito mais potentes do que os computadores que auxiliaram o homem a chegar pela primeira vez à Lua.

Mas, apesar de toda essa incrível evolução, penso que agora tocamos em uma nova fronteira: a de sairmos da realidade 2D, para avançarmos para o holográfico e às realidades em que ambiente, som e localização também sejam alteráveis.

A realidade mista é um dos caminhos mais promissores e, apesar de os dispositivos ainda não serem tão acessíveis, transformará nosso futuro. Os óculos lançados pela Microsoft, “HoloLens”, são um exemplo incrível: com o gadget, é possível interagir com hologramas no seu mundo real. Eu mesmo experimentei alguns óculos holográficos e posso dizer que viver entre a realidade real e virtual mudará nossa maneira de trabalhar, se divertir e aprender de um jeito que nunca vimos.

Imagine você que depois de alguns cliques e ajustes na configuração, será possível ter um instrutor de musculação dentro de sua sala passando dicas sobre exercícios físicos. Ou então, colocar objetos de arte em uma estante virtual no corredor de sua casa. Nós, que estudávamos com enciclopédias, nos tornamos quase homens das cavernas frente à tecnologia que está sendo testada em vários lugares do mundo.

A gigante Disney, por exemplo, também embarcou nesta nova onda. Há um projeto muito interessante de realidade mista feito pelos pesquisadores da empresa, o “Magic Bench”, ou “Banco mágico”. De forma fácil, as pessoas vivenciam uma experiência combinada de realidade mista e aumentada e interagem com um personagem – um elefantinho holográfico – sem a necessidade de dispositivos como monitores.

Disney “Magic Bench”

Segundo a descrição da empresa, o usuário vê uma imagem espelhada em uma tela grande na frente, como se visse a cena acontecendo pelo olhar de uma terceira pessoa. Tudo, então, é reconstruído usando um sensor de profundidade e o participante ocupa, de fato, o mesmo espaço 3D que o personagem.

Essa é uma realidade particularmente intrigante para nossos tempos; tanto que faz o passado soar um pouco vintage. Estamos prontos para imergir em experiências multisensoriais que a realidade mista pode nos proporcionar – e, junto com as novas gerações, fazer da tecnologia a nossa melhor aliada para ganhar conhecimento.

* Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais. Mais informações em https://alexandrecastanha.wordpress.com

Fonte: onecte – Eliane Tanaka

Prêmio para mídia OOH

ABOOH lança Prêmio OOH de Criatividade

A Associação Brasileira de Out Of Home (ABOOH) vai premiar as três agências de propaganda ou anunciantes que tiverem os melhores trabalhos na mídia out of home, com a 1ª edição do Prêmio OOH de Criatividade. As inscrições são gratuitas e feitas mediante preenchimento e envio do formulário de inscrição, disponível no http://premiodecriatividade.abooh.com.br, até 30 de setembro de 2018. A iniciativa contemplará as peças considerando como critérios criatividade, adequação e utilização de setores de exibição que caracterizam o OOH como aeroportos, edifícios, estabelecimentos comerciais, grandes formatos, mobiliário urbano e transportes.

Podem concorrer os trabalhos veiculados entre 1 de outubro/2017 e 30 de setembro/2018 inscritos, que devem ter usado, pelo menos, uma das empresas exibidoras filiadas à ABOOH. São elas: BR Malls, ClearChannel, Coletiva, Elemidia, Eletromidia, GM7, Helloo, Hyperfator, Indoormidia, JC Decaux, Kallas, LedChannel, LedWave, Onbus, Otima e Urbana.

As propostas inscritas serão julgadas por uma comissão, integrada por representantes de agências e clientes do mercado publicitário. Os vencedores serão homenageados em cerimônia de premiação no dia 6 de novembro.

“A mídia OOH é a que está apresentando maior crescimento no País e acreditamos que há imenso potencial para que o setor avance ainda mais. Trata-se de um segmento que oferece possibilidades infinitas para a comunicação e marketing das marcas e os avanços dos recursos digitais integrados ao meio tornam o cenário extremamente favorável. Nesse contexto, a ABOOH cumpre sua missão de estimular o mercado de out of home com o lançamento do Prêmio OOH de Criatividade”, ressalta Eduardo Alvarenga, presidente da ABOOH e CEO da Elemidia.

Sobre a Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH)

Entidade que tem como associados as maiores operadoras do setor e como objetivo incentivar as relações entre os associados e o mercado publicitário, além de ajudar a disseminar o conhecimento sobre o meio, posicionando-o como uma poderosa ferramenta na construção de marcas de produtos e serviços. A entidade agrega grandes e médios players – nacionais e internacionais – que estão atuando no meio e/ou chegando ao País, com status de associados. Mais informações, no site www.abooh.com.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Fernando Ciupka

Coluna Branding: a alma da marca

Como um comunicador deve analisar as eleições 1

Mesmo que quisesse, não conseguiria ficar sem falar de política nesta e nas próximas colunas. Este é o assunto que toma toda a grande mídia brasileira desde o último mês e tende a se arrastar até o final do ano, pois, mesmo após a eleição, ainda teremos um Brasil em ebulição.

Por isso resolvi acompanhar as campanhas de todos os candidatos a presidente, buscando fatos que possam ser relevantes aos comunicadores e leitores deste blog. Minha ideia é analisar os discursos e comparar as estratégias, a fim de entender os bastidores do marketing político e a construção das imagens públicas dos candidatos na captação de votos.

A primeira coisa que precisamos deixar claro é que esta disputa não é entre candidatos, mas sim, entre duas forças que se polarizaram nos últimos anos, a chamada “direita” e “esquerda” brasileira. Há décadas tais forças se enfrentavam dentro do país, mas, foi na última eleição que chegaram ao ponto máximo de partilha, meio a meio para cada lado, e é isso que tem causado tanta disputa e clima quente.

As duas pontas têm seus expoentes comprometidos, o Lula preso em Curitiba e o PSDB fragmentado. Ainda brigam sem muito escrúpulo por aquela pequena parte que pode ser o diferencial do lado, o qual o pêndulo balança. “Esta eleição não é para amadores”, disse Patrícia Pilar ao ser abordada fora do contexto, por um jornalista querendo informações sobre seu ex-marido, candidato novamente. Esta atitude é um ótimo exemplo para ver como esta eleição não será pautada necessariamente no bom nível de discurso e embates de ideias. Esta eleição é guerra!

No entanto, os dois partidos principais buscaram estratégias diferentes, a fim de tentar reagrupar os fragalhos dispersados após a deposição da Dilma. O PT apostou no carisma do seu líder máximo e na narrativa da vítima, de perseguição política, inflamando suas bases e trazendo a eleição para os movimentos de rua, que mesmo sem grandes sucessos em ações isoladas, quando repetidas com frequência parecem ter convertido boa parte a seu entorno, levando o mesmo a aproximadamente 39% de intensão de votos. O que se não fosse impedido pela lei, significaria eleição.

Enquanto isso o PSDB parece ter tido mais dificuldade com o fogo amigo, por isso apostou no silêncio, no deixar a poeira baixar, esperando se beneficiar da falta de representantes da direita. O preço disso foi a impaciência do seu eleitor histórico, que estimulada pela pressão do mercado pulverizou opções e não se apresentou hegemônica ao pleito.

O mercado queria logo um representante com potencial e para isso tentou muitas apostas que foram de Luciano Hulk, passando por uma cisão entre Dória e Alckmin, a aposta obsoleta em Meireles e hoje parece se aglutinar em volta de uma possibilidade do outsider Amoedo.

Mas isso me parece puro desespero, de quem percebe que o candidato do PSDB, o original representante desta linha de pensamento, não descola, e a pior parte é que na estratégia de se manter calado deu espaço para o surgimento de uma aberração de extrema direita que, pelas pesquisas, pasmem, consolida 15% de voto espontâneo.

No entanto, parece unânime aos analistas que o teto de Bolsonaro chegou com 20%, o que é um bom presságio para o eleitor que não quer um Trump brasileiro, mas isso significa que a pedra no sapato da direita é exatamente o voto dos fans do Bolsonaro, que não tendem a migrar nem por voto útil. Dando assim a Alckmin ou Amoedo a necessidade de matar um ao outro e garantir um grande crescimento entre os indecisos para rivalizar os 15% mínimos do Bolsonaro, se quiserem a vaga da direita.

É um amadorismo achar que votos da esquerda passarão para a direita e vice e versa quando o TSE cancelar a candidatura de Lula. Portanto, esperar que sem Lula na disputa, a direita se beneficie com seus votos é no mínimo utópico.

Por isso é importante entender que, quando Ciro e Marina atacam Bolsonaro não é porque desejam os eleitores do pro militarismo, mas para ganhar a simpatia dos que rejeitam o extremista, que não são poucos e que na falta de Lula poderiam seguir para os seus redutos.

O mesmo parece acontecer com Amoedo tentando rebater a proposta de limpar o nome dos brasileiros do SPC, de Ciro. Sua tentativa é angariar votos dos eleitores que acharam populista e aproveitadora a boa estratégia eleitoral do esquerdista.

Por falar em Ciro ele parece ser a pedra no sapato na transferência de votos de Lula para Haddad, e não é à toa, ele seria o candidato natural da esquerda, se não fosse uma clara possibilidade de se tornar o sucessor do Lula, tirando do velho político os holofotes e da hegemonia da esquerda. Por isso o PT trabalhou duro para isolá-lo, sem agredir o candidato. Ciro precisava ser desmontado mas não atacado, isso pareceria renegar os próprios eleitores da esquerda, e este foi o pulo do gato desta eleição até agora.

Já Marina e Álvaro dias são as opções realmente medianas, se os brasileiros repetirem seus padrões das últimas eleições, têm poucas chances, exatamente por não mostrarem o lado em que estão, morreriam com os poucos eleitores que não se encantam com a polarização e com a adrenalina que ela traz.

Por enquanto, a estratégia que sai na frente são as da esquerda com claramente mais votos, mas não chegou ao seu ponto crítico ainda, o momento de transferência dos votos de Lula para o seu candidato. Se falhar, o PT põe em risco a eleição da esquerda toda, pois, pode ter o mesmo problema da direita, de disseminação dos votos, é nisso que aposta Alckmin e companhia, que como um Fred na copa, está parado como um cone, esperando que a eleição caia em seu colo.
Impossível? Não sei!

Por isso essa eleição ainda não está decidida e por isso vale tanto à pena ficarmos de olho nos seus desdobramentos.

Até o próximo mês, já bem pertinho das eleições.