Shopping recebe novas lojas

Buriti Shopping Guará abre novas lojas e amplia opções de compras e serviços

O Buriti Shopping Guará não para de aprimorar seu mix de lojas, trazendo novas marcas e, é claro, mais opções de compras e serviços para os clientes. Nos últimos dias, somando mais 293m² à área locada do shopping, novas operações foram inauguradas: a Jian Presentes, Ortobom, o Banco Sicoob e o Laboratório Oswaldo Cruz.

O Banco Sicoob e o Laboratório Oswaldo Cruz chegaram ao segundo piso do shopping, buscando oferecer aos clientes novos serviços. Assim, o cliente consegue maior facilidade em seu dia a dia, na segurança do Buriti Shopping Guará.

A loja Ortobom também entrou recentemente no mix de 115 lojas do shopping, trazendo colchões de alta qualidade e preço competitivo.

A Jian Presentes, localizada na praça de evento, apresenta uma loja completa, com várias opções de maquiagens, acessórios, papelaria, brinquedos e itens para decorar a sua casa!

E tem mais lojas vindo por aí: no dia 19 de setembro, o Buriti Shopping trará mais uma novidade aos seus clientes: a loja Moon Chic Acessórios fará sua inauguração. A Moon Chic, traz acessórios tendência do momento com preços acessíveis e atraentes, que farão a cabeça de muitas consumidoras.

E além disso, até o final do ano, novas lojas estão para chegar, entre elas, uma clínica dentária e estética, a Orthodents, uma Padaria, a RD Gráfica, a locadora de carros, Unidas e Go Juice, na praça de alimentação.

Fonte: Marketing Buriti Shopping

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Ruston Alimentos é finalista do Prêmio ReclameAQUI 2020

Votação para escolha dos destaques do ano acontece entre 1° de setembro e 31 de outubro

A Ruston Alimentos, das marcas de arroz e feijão Saboroso e Fantástico, está concorrendo a uma das maiores premiações de atendimento ao público do Brasil: o Prêmio ReclameAQUI 2020.

Segundo Katia Pizarro, gerente de marketing da Ruston Alimentos, estar entre os finalistas já é um reconhecimento. “Somos uma marca com atuação regional, e fomos selecionados juntamente com marcas que atuam nacionalmente. Então, a indicação ao Prêmio ReclameAQUI já é uma conquista importante para a empresa”.

Para Ester Guedes, analista de atendimento ao cliente da Ruston, a indicação ao prêmio reflete o compromisso da marca com o consumidor. “Nos empenhamos diariamente para oferecer um atendimento cada vez mais humanizado e atento aos pedidos dos nossos clientes, que são próximos e fiéis à marca, então acreditamos que esse foi o fator fundamental para essa indicação”.

Atualmente, o Prêmio ReclameAQUI é a maior premiação de atendimento ao consumidor do Brasil, reconhecida por milhares de pessoas que utilizam o site para manifestar suas opiniões sobre diversas marcas. O evento, que elege por meio de voto popular as melhores empresas em serviços e atendimento ao consumidor, surgiu há dez anos, a partir de uma iniciativa do ReclameAQUI, o maior site brasileiro de reclamações sobre atendimentos, compras, vendas, produtos e serviços.

A votação popular será realizada entre os dias 1º de setembro e 31 de outubro. Para apoiar a Ruston Alimentos, basta fazer o cadastro no site do ReclameAQUI e buscar pela categoria “Alimentos – Mercearia”. Depois, é só procurar pelo nome da marca e deixar o seu voto. Você também pode acessar o link clicando aqui.

Sobre a Ruston Alimentos

Desde 1977, a Ruston Alimentos atua no mercado de grãos. Proprietária das marcas Saboroso e Fantástico, entre outras, atualmente a Ruston é reconhecida como uma das principais empresas no setor de beneficiamento e comercialização de arroz e feijão, especialmente pela tecnologia empregada e controle de qualidade, e é líder em vendas na região do Vale do Paraíba. A Ruston é uma empresa familiar, que cuida com carinho de cada detalhe dos seus produtos, além de ter uma forte presença no atendimento ao consumidor. Por meio de suas redes sociais e do Portal do Futuro – blog destinado a notícias relacionadas à ecologia, educação, saúde e trabalho, entre outros – a marca faz parte da vida de milhares de brasileiros.

Fonte: CABANA | Alexia Silva

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A transformação da relação marca e consumidor

Marketing em tempos de máscara e álcool gel

* por Nicolas Marchon

O relacionamento entre marcas e consumidores já passava por ampla transformação antes do novo coronavírus. Inegavelmente, no entanto, a pandemia acentua e consolida tendências de maneira categórica e provavelmente irreversível.

O primeiro e mais evidente impacto é o digital, no amplo sentido que o termo representa. Embora o nível de maturidade varie de acordo com o segmento e a TV ainda oriente boa parte das narrativas dominantes, tudo está mais “digital” agora do que há alguns meses, ainda que por necessidade.

Empresas e instituições se vêem obrigadas a acompanhar uma nova dinâmica tanto interna (setores como atendimento ao cliente atuando remotamente do dia para a noite), quanto externamente, onde a estratégia de marketing digital muitas vezes concentra todos os mecanismos de interação com o consumidor. O marketing digital como departamento é transitório e provavelmente vai migrar do mais importante ao inexistente. Faz cada vez menos sentido a distinção off/on, uma vez que todas as funções de marketing são ou possuem componentes majoritariamente digitais. Não escapam nem mesmo os eventos, classicamente um exemplo do offline.

O cenário atual ressignificou clássicos modelos do mundo dos negócios, como o “B2B ou B2C” para fortalecer estratégias de relacionamento entre pessoas. O H2H (human to human) se faz necessário, especialmente em segmentos que passaram a fazer parte do dia a dia dos brasileiros com mais intensidade nos últimos meses, como empresas da área da saúde, ciência e biotecnologia, fabricantes de respiradores e farmacêuticas. Mais do que nunca, a melhor estratégia atende pelo nome de empatia.

Comunicar nunca foi tão importante e complexo, inclusive para empresas que não cultivavam o hábito de se relacionar diretamente com o consumidor final, mas que concordam que pessoas estão no centro de tudo. A abundância de informação em uma crescente quantidade de canais exige das marcas relevância, frequência e muita, muita criatividade, para se manterem ativas nas mentes das pessoas, especialmente quando tomadas por pautas tão dominantes como a pandemia. Se sobra pouco espaço para falar de qualquer-outro-assunto, independentemente do mercado de atuação, como e o que comunicar?

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Estruturar cada canal para cada assunto e público-alvo e ser assertivo contrasta com a necessidade de se manter onipresente de certa forma. É impreterível permitir a interação dos clientes como e quando eles quiserem e, portanto, o omnichannel precisa deixar de ser apenas uma aspiração. Roupagens de marketing de conteúdo em abordagens com fins comerciais ficam expostas e portanto, ele, o conteúdo, torna-se o pilar mais importante da estratégia. A expectativa do consumidor é evidente e comprovada por estudos realizados durante a pandemia: os brasileiros esperam que as marcas sejam úteis, práticas, realistas, e liderem mudanças.

Ainda mais atual, talvez pela natureza agnóstica da COVID-19, acentuou-se a preocupação social. A identificação passa agora também pela afinidade de valores. Como a marca tem se engajado com causas sociais, defendido a bandeira da diversidade e inclusão, atuado de maneira sustentável e, mais recentemente: o que ela tem feito pela sociedade em meio à pandemia? Mais do que as palavras, atitudes revelam a real natureza das marcas e despertam o reconhecimento.

O ciclo de marketing mudou e faz tempo. Deixou de ser linear e fez nossos funis se materializarem de variadas formas. Na atual conjuntura, é essencial compreender que a conversão definitivamente abandona o aspecto de interruptor (liga/desliga) e passa a ser a jornada em si, na qual qualquer possibilidade de interação é uma oportunidade ímpar de nutrição. Afinal, a própria jornada já consolidou o entendimento que a venda está longe de ser o final do funil, podendo na realidade ser apenas o início para o próximo, ainda mais complexo: a fidelização.

Se encantar o cliente já era um mantra do marketing, o caminho se tornou mais desafiador. Qualidade por produtos ou serviços já não satisfazem e há expectativa por experiências verdadeiramente transformadoras.

Por fim, e não menos importante, o papel do consumidor, em meio a ou talvez em consequência de tudo isso, também é outro. Além de toda revolução comportamental e do expressivo aumento de exigências, ele está absolutamente mais instruído e potencialmente influente. Não há como prever o que irá viralizar amanhã e, portanto, as marcas precisam estar preparadas para tudo: confirmar seu posicionamento, se retratar e assumir eventual deslize e ocasionalmente acolher inesperado protagonismo.

A coletiva preocupação com a pandemia e cuidados com a saúde em geral, a adoção de um novo vocabulário popular que inclui testagem e padrão-ouro e a descoberta de um novo alfabeto com RT-PCR, IgM e IgG nos aproximaram de públicos não antes vislumbrados. Foi preciso adaptar e adotar o H2H horizontalmente, uma vez que das personas ao cliente interno, tudo mudou. Assim, as estratégias de marketing digital e relações públicas tornaram-se tão cruciais como dinâmicas, os planos pré-pandemia, repensados, a agenda de mídia, reorganizada e toda a estratégia, adaptada.

Ciclos mais curtos de planejamento. Valores da marca em prática. Conteúdo valioso. Empatia e humildade. Máscara e álcool gel.

* Nicolas Marchon é executivo sênior de marketing para a América Latina da Thermo Fisher Scientific

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A melhor data para o comércio em 2020

Dia dos Pais pode ser a melhor data do comércio em 2020

Em um ano diferente, um peso diferente nas datas comemorativas: após enfrentar o Dia das Mães e Dia dos Namorados com as lojas fechadas ou parcialmente fechadas em razão da pandemia do novo coronavírus, o comércio de São José dos Campos aposta no Dia do Pais para tentar retomar as vendas em 2020.

Esse é o cenário que revela levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos junto a empresários do setor.

A expectativa é que 6 em cada 10 consumidores comprem presentes para o Dia dos Pais, o que é considerado um índice médio. O tíquete-médio dos presentes, no entanto, deve sofrer um recuo em relação a 2019, ficando entre R$ 51 e R$ 100. Um recuo causado pelo impacto da crise e com a queda do nível de emprego, ocorrida na esteira da pandemia do novo coronavírus. As opções preferidas pelo consumidor continuam a ser roupas, calçados e bebidas.

“Frente às dificuldades que enfrentamos em 2020, o Dia dos Pais deve ser a principal data do comércio deste ano, até agora”, disse Eliane Maia, presidente da ACI de São José dos Campos.

O comércio espera um aumento médio entre 4% nas vendas, mas com expectativas bem diferentes entre os diversos setores. Nas lojas físicas, repetir as vendas de 2019 (quando foi registrado um aumento de 3%) já é considerado uma vitória em um ano difícil. Já as lojas virtuais e os estabelecimentos que investiram em vendas on-line têm uma expectativa maior de crescimento: 9%. Isso tem um motivo claro: o setor de e-commerce, assim como as lojas que adotaram serviços de delivery e drive-thru, hoje concentram mais de 70% das vendas do comércio, uma mudança de hábitos do consumidor durante a pandemia.

Para tentar atrair os consumidores, as lojas de São José dos Campos também anteciparam suas liquidações de inverno. Mas o consumidor deve ficar atento: em razão das regras de quarentena, as lojas e shoppings vão abrir só até sexta-feira.

Pesquisas



Em razão da pandemia e das regras de isolamento social, a ACI decidiu suspender, temporariamente, as pesquisas de rua, feitas em parceria com a Universidade de Taubaté. As pesquisas devem ser retomadas tão logo a pandemia seja superada.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

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Pesquisa aponta marcas mais admiradas pelos jovens

B Youth, da HSR Specialist Researchers, identifica Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas e Nike como as marcas que mais representam atributos admirados pelos jovens

Para outras gerações, estar associado à uma grife, poderia significar status ou fazer parte de um contexto social. Já para os jovens atuais, uma marca precisa ter atributos que traduzam seus valores e ideais de vida para que mereçam ser usadas por eles. Mas como entender o comportamento desse jovem em relação às preferências das marcas? O que move esse público em determinadas direções e outras não?

A HSR Specialist Researchers desenvolveu o , plataforma que identifica o comportamento do jovem atual e que mostrou as marcas preferidas por eles. E na ordem, Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas e Nike podem ser bem distintas entre elas na construção de marca e nos segmentos em que atuam, mas todas se conectam com esse público de alguma forma, apresentam alguns atributos que chamam a atenção desse consumidor.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Por serem mais críticos, ansiosos, exigentes e questionadores que gerações anteriores, além de serem acostumados a produzir e gerar conteúdo digital, os jovens atuais também são mais engajados em movimentos sociais e gostam de cocriar produtos e marcas. “Buscam marcas verdadeiras e transparentes, que valorizem o ser humano e sejam embasadas em aspectos tecnológicos. Para eles, marcas devem aglutinar todas essas características para conquistarem admiração.” explica Lucas Pestalozzi, sócio-diretor da HSR.

As 20 mais – De acordo com B-Youth, o Top 20 das marcas mais admiradas pelos jovens ficou assim, na ordem: Apple, Google, Coca-Cola, Lojas Americanas, Nike, Nestlé, Natura, Magazine Luiza, Amazon, Ambev, McDonald’s, Netflix, Adidas, Nubank, Samsung, Avon, Casas Bahia, Renault, iFood e Instagram. Também foram indicadas na pesquisa Renner, Burger King, LG, Itaú, Facebook, O Boticário e Uber.

Interessante observar o que os jovens entendem como atributos principais das cinco principais marcas. São características que podem até ter pontos em comum, mas isso não é fundamental. Os atributos mais destacados por eles para a Apple, por exemplo, foram “inovação”, “qualidade”, “tecnologia”, “futuro”, “sonho” e “inteligência”. Já ao Google, os entrevistados atrelam, entre pontos fortes e adjetivos: “pesquisa”, “tecnologia”, “praticidade”, “inteligência”, “incrível” e “surpreendente”.

Da mesma forma, a Coca-Cola está associada a qualidades e entregas como “tradição”, “prazer”, “diversão”, “gostosa”, “felicidade” e “criativa”. Por sua vez, as Lojas Americanas são identificadas por “variedade”, “diversidade”, “qualidade”, “essencial”, “econômica” e “interessante”. Já os atributos destacados da Nike são “conforto”, “qualidade”, “estilo”, “perfeição”, “impecável” e “transparência”.

Metodologia e dimensões – “B Youth – A Voz do Futuro” foi realizada em junho, ouvindo 1,1 mil jovens entre 16 e 24 anos, das classes sociais A, B e C, nas principais capitais brasileiras, utilizando plataforma exclusiva de pesquisa que analisou estratégia de marca, estudos avançados, conhecimento aplicado e integrado.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Covid-19: Como a pandemia influencia as preocupações e decisões financeiras do brasileiro?

Com menos dinheiro para gastar, o planejamento financeiro se faz cada vez mais necessário

Enquanto nos aproximamos do fim do terceiro mês da pandemia do novo coronavírus, somos invadidos por uma série de preocupações. A instabilidade da economia e o consequente efeito da crise impactam diretamente na renda e os hábitos de consumo são proporcionalmente afetados. À medida que a pandemia avança cresce a preocupação da população e, no caso do Brasil, a situação política e econômica faz com que os índices sejam maiores que a média global.

Com menos dinheiro para gastar, o planejamento financeiro se faz cada vez mais necessário, assim como o interesse pelos preços, descontos e promoções.

Desde o início do isolamento social, o e-commerce tem apresentado crescimento entre os consumidores, com destaque para os domicílios com crianças. A realidade de uma quarentena com filhos em casa cria necessidades específicas que o e-commerce pode atender em diversos aspectos, fazendo desse público o mais inclinado a aumentar ainda mais as compras online no futuro. Esse comportamento indica uma oportunidade para as lojas online, mesmo depois da pandemia.

Fonte: Tamer – Karina Rodrigues
Assessora de Imprensa

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‘Estudo MARCO Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’

54% dos brasileiros realizarão mais compras online após o isolamento

  • 65% dos brasileiros afirmam ter feito mais compras via internet durante o período de distanciamento social, consolidando o ‘boom’ do e-commerce e a reinvenção obrigatória do comércio tradicional
  • A televisão é o canal de informação preferido por 75% dos brasileiros durante a crise, seguido pela imprensa online (58%), Facebook (38%) e WhatsApp (34%)
    Quase metade dos brasileiros (47%) acredita haver censura ou controle da mídia e das redes sociais

A futura retomada das atividades será o início de um “novo normal” após a pandemia da COVID-19. Essa nova realidade será marcada por importantes mudanças adotadas pelos cidadãos no Brasil e em outros países afetados pelo novo coronavírus. Visando conhecer em detalhes a evolução dos hábitos de consumo pós-COVID-19, a agência de comunicação MARCO elaborou o ‘Estudo MARCO de Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’. A sondagem internacional foi realizada entre mais de 4.500 pessoas no Brasil, Espanha, Itália, Portugal, México e Colômbia. Uma de suas principais conclusões aponta que 76% dos cidadãos que vivem nos países pesquisados mudaram definitivamente seus hábitos de consumo.

Hábitos de consumo

O crescimento vertiginoso do e-commerce chegou para ficar após o isolamento. O Brasil se destaca como um dos mercados com maior número de consumidores (65%) que afirmam ter feito mais compras online durante esse período. Essa tendência se repete na Espanha (60%) e nos outros países da América Latina (ao menos 65%), ficando abaixo da Itália (81%).

65% dos brasileiros afirmam ter feito
mais compras online durante o isolamento

Do mesmo modo, depois do distanciamento social, 54% dos brasileiros farão mais compras online do que antes. Essa tendência de alta também é perceptível no mercado latino (ao menos 51%), mas novamente tem destaque na Itália (82%). Consequentemente, esse crescimento tem impacto no setor de varejo, resultando na aposta obrigatória em canais online de vendas e marketing. Isso também gera consequências para a adaptação dos varejistas a um novo modelo de logística.

Canais de informação

No período de isolamento, 75% dos brasileiros escolheram a televisão como o principal meio para se manterem informados. Em seguida está a imprensa online, com 58%. Tanto a TV quanto os portais de notícias ocupam as duas primeiras posições em todos os países pesquisados. No Brasil completam o ranking Facebook (38%), WhatsApp (34%), rádio (17%), LinkedIn (5%) e jornais impressos (4%).

Em paralelo, também houve um grande crescimento em várias plataformas de streaming. As que tiveram maior aumento na utilização pelos brasileiros foram Netflix (73%), Amazon Prime (32%) e Globoplay (26%). Os consumidores também optaram pelos videogames (50% entre os homens e 37% entre as mulheres) como uma das principais opções de lazer durante o isolamento.

Controle dos meios de comunicação e redes sociais

De acordo com dados do ‘Estudo MARCO de Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’, quase metade dos brasileiros (47%) acredita que há censura ou controle da mídia e das redes sociais desde o início da crise da COVID-19. Colômbia e México, os outros países da América Latina pesquisados, registram os maiores percentuais (61% e 59%, respectivamente), seguidos pela Espanha, com 54%. Dos seis países pesquisados, Portugal (30%) é o único cuja população não aponta um controle governamental relevante sobre meios de comunicação.

Quase metade dos brasileiros (47%) acredita em censura ou
controle da mídia e das redes sociais desde o início da crise

Em relação à volta das aglomerações em atividades presenciais, como aulas nas escolas de período integral, 53% dos brasileiros consideram apropriado manter aulas em meio período, com o restante do tempo de estudo sendo realizado em casa.

Didier Lagae, CEO e fundador da MARCO e Profissional Global e Europeu de Relações Públicas de 2019, faz a seguinte observação: “Há um ‘boom’ do comércio eletrônico que veio para ficar. Além disso, vemos que quase metade dos brasileiros acusa o governo de exercer controle ou censura sobre a mídia e as redes sociais”.

Fonte: Agency – Douglas Meira e Camilla Ginesi

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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Coluna “Discutindo a relação…”

Mais do que nunca, para vencer é preciso dividir

Hoje ouvi mais um episódio de um dos meus podcasts favoritos, o The Shift. O tema do episódio (o podcast trata basicamente de disrupção) é cidades inteligentes e a entrevistada é Viviane Mansi, diretora de comunicação e sustentabilidade da Toyota para Latam e Caribe.

Viviane trouxe a informação de que a Toyota construiu uma cidade inteligente próxima ao Monte Fuji no Japão. A cidade funciona como um gigantesco laboratório de novas tecnologias e soluções. Sensacional!

Mais legal que a informação foi a frase que ela usou para explicar a opção da Toyota em deixar a cidade aberta a colaboradores e parceiros para desenvolvimento e implementação destas novas tecnologias e soluções: “para necessidades complexas soluções conjuntas”. Ou seja , a marca entende pra valer que num mundo onde as demandas serão cada vez mais sofisticadas e numerosas, a colaboração e a co-criação serão decisivas.

Ela também disse que esse pensamento funciona na montadora para tudo e não apenas para sua cidade laboratório. Abrir-se para parceiros e fornecedores de modo a buscar soluções inovadoras capazes de enfrentar demandas difíceis.

Tudo que foi discutido nesse episódio de The Shift reforça minha ideia de que em comunicação e marketing a busca por soluções compartilhadas, com equipes inclusivas e diversas, buscando e vendo nos parceiros e fornecedores co-criadores virou peça fundamental.

Ouça o podcast. Ouça podcasts! Vale muito a pena!

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A importância da humanização das marcas

Em um momento online e robotizado, especialista em branding fala sobre a importância de aproximar as marcas dos clientes para torná-los fiéis

Em um momento em que a robotização e o online estão tomando conta da vida das pessoas, a ideia de humanizar uma marca para torná-la mais acolhedora, adaptada ao seu público de maneira próxima, humana e, principalmente compreensiva, é essencial. Isso significa que a humanização das marcas busca aproximá-las dos clientes por meio de sentimentos, desejos e expectativas.

A internet é um novo mundo de oportunidades e vendas. Tudo passou a ser mais acelerado. “As marca aprenderam a utilizar as plataformas e ferramentas para mapear, monitorar e acompanhar cada passo dos consumidores, e souberam utilizar muito bem as informações para apresentar ofertas cada vez mais micro-direcionadas para os desejos do público, porém, pouco se pensava em detalhes, como por exemplo, as necessidades dos clientes”, conta o especialista em Branding, D.J. Castro, da Nexia Branding.

O especialista explica que cada detalhe é essencial. “As marcas precisam compreender até que ponto podem obter dados das pessoas e restabelecer relações mais humanizadas com elas. Não é necessário abandonar os sistemas de automatização de marketing, mas é imprescindível redimensionar a comunicação para a escala humana, um a um. As pessoas merecem se sentir ouvidas e compreendidas para se tornarem fiéis”, explica.

Humanizar uma marca é aproximá-la do humano, com sentimentos, desejos e expectativas, pode parecer óbvio, mas não é. Castro explica que a necessidade de empatia, consumidor e marca, não surge da noite para o dia, é uma construção. “Dá-se em cada momento de contato, seja no ato da compra ou em qualquer outra ação cotidiana em que a marca é lembrada, é fazer com que a compra seja mais do que apenas de um produto ou serviço, tornando a empatia real, com carinho, afeto e cuidado, ou seja, tocando o coração do cliente”, relata.

De acordo com o especialista, a abordagem das marcas deve buscar se reconectar com a sua essência. “Retomar um contato mais próximo e acessível e deixar um pouco de lado os excessos do passado recente. É uma grande oportunidade para reiniciar as relações com as pessoas, deixando claro o respeito pelas informações, e reconquistando o espaço, passo a passo”, conta.

“As marcas que optarem por esse caminho mais humano, poderão se beneficiar da boa vontade das pessoas que procuram uma conexão mais íntima com a marca, e estas sim vão consentir, de forma consciente, o uso de suas informações para criar experiências melhores. As pessoas querem ter um caso de amor com as marcas, mas é preciso ter respeito nessa relação”, finaliza D.J. Castro.

Fonte: Presse Comunicação Empresarial – NATHÁLIA HEIDORN

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