O consumidor e a compra de material escolar

ACIT divulga pesquisa sobre comportamento dos consumidores em relação à compra de material escolar

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa junto aos consumidores da cidade que tem filhos em idade escolar ou são estudantes, para saber qual é o comportamento em relação as compras de material escolar.

Dentre os entrevistados, a maioria era composta pelo sexo feminino (57,1%), sendo a maior parte com faixa etária entre 25 a 40 anos (33,8%) e entre 41 a 60 anos (31,9%). Em relação a renda familiar, 55,2% está na faixa entre “R$ 2.000,01 a R$ 3.000,00”, 30,5% entre “R$ 3.000,01 a R$ 4.000,00”.

Obs: Os dados divulgados na arte estão somados em algumas categorias, por isso estão diferentes do texto, onde estão divulgados de forma mais detalhada.

Das pessoas que tem alguém em casa que está em idade escolar, 52,7% estudam em escolas públicas, 22,3% em escolas particulares, 11,2% em escolas estaduais, 0,4% tem pessoas que estudam na faculdade. Somente 13,4% deles não tem ninguém estudando.

Quanto a necessidade da compra de material escolar, 64,5% disseram “sim”, que terão que comprar, 20,4% disseram “não”, 7,8% disseram que já compraram e 7,3% disseram que a própria escola fornece.

Uma das preocupações da pesquisa era levantar como os consumidores se preparam para esse período, se fazem alguma reserva e se pesquisam preços. Sobre um planejamento financeiro para as compras, 37,4% manifestou que faz isso “às vezes”, 36,2% “quase sempre”, 15,3% “sempre”, 9,2% “raramente” e 1,8% “nunca”.

Sobre a frequência com que as pessoas fazem a pesquisa de preço antes da compra, 42,3% disse “quase sempre”, 29,4% “sempre”, 26,4% “às vezes”, 1,2% “nunca” e apenas 0,6 respondeu “raramente”.

Desses, mais de 90% realizam ou preferem realizar suas compras nas lojas físicas, e a justificativa para esse comportamento é porque eles gostam de ver o produto ou porque não gostam de esperar a entrega. Além disso, 12,4% dos consumidores acredita que as lojas físicas oferecem maiores promoções e descontos.

Em relação reaproveitam o material escolar que sobrou no ano anterior, a maioria (89,6%) respondeu que sempre reutiliza. Já a compra coletiva não é usual entre os entrevistados.

Os gastos são também uma preocupação, e a previsão da maior parte dos consumidores (43,8%) em relação ao ano passado é gastar menos, 32,5% disseram que pretender gastar a mesma quantia e 23,8% acreditam que vão investir mais. Esse comportamento se confirma porque ao serem questionados porque pretendem gastar menos, 37,0% disseram que estão sem dinheiro e 22,5% disseram que estão reduzindo custos. O preço continua sendo o grande chamariz para a venda, seguida por promoções e sorteios

Quanto aos valores, as faixas seguem a seguinte porcentagem: 38,8% espera gastar “de R$ 100,01 a R$ 200,00”, 28,1% entre “R$ 200,01 a R$ 300,00”, 18,8% “até R$ 100,00”, 13,8% entre “R$ 300,01 a R$ 400,00” e apenas 0,6% espera gastar “de R$ 400,01 a R$ 500,00”, e a preferência (63,8%) é para pagamento à vista e em dinheiro (31,8%).

A pesquisa foi realizada pela FAPETI (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Universidade de Taubaté) no período de 14 a 20 de janeiro de 2020 e foram entrevistadas 210 pessoas. A margem de erro é de seis pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bruna Abifadel

Compromisso com o consumidor

As tendências de consumo para 2020 exigirão criatividade e total atenção à área de CX

Por Vito Chiarella*

O compromisso com o consumidor é, atualmente, o fator preponderante para o sucesso e crescimento das empresas. Não é mais possível fornecer bens e serviços que não estejam acompanhados de uma boa dose de respeito aos anseios do cliente, que cada vez mais quer ser compreendido e assertivo em suas escolhas de marcas e produtos.

E para traduzir todas essas sensações e transformá-las em experiências surpreendentes e positivas quando o assunto é relacionamento com o cliente, as empresas estão incorporando, de maneira profissional, o Customer Experience (CX). Por meio do CX, são tomadas as decisões que propiciam otimizar a inter-relação entre os consumidores e as empresas, em todas as etapas, englobando o momento do primeiro contato, à efetivação da compra e a pós-venda.

O CX, antes de ser apenas uma ferramenta de trabalho, é um conceito que deve ser adotado como filosofia das corporações. É preciso que todos na empresa estejam alinhados com este propósito e suas infinitas possibilidades, que propiciarão as melhores experiências para o consumidor. O CX precisa fazer parte do DNA da empresa para surtir o efeito desejado.

Neste cenário em transformação, temos de um lado, as empresas ‘tradicionais’, procurando se adaptarem ao novo momento, algumas em estágio avançado, já buscando mudanças estruturantes, e de outro, algumas ainda na fase de entendimento das necessidades. Por outro lado, temos as grandes e médias empresas que nasceram digitais, e, hoje, já observam questões tradicionais, que deverão ser tratadas para que a experiência dos seus clientes seja fluida, rápida e que atenda às suas necessidades.

E como as empresas que atuam na área de tecnologia no Brasil podem ajudar as outras empresas nessa era digital, que tem atraído consumidores “antenados’, exigentes e ansiosos por fazer parte desta grande rede mundial de conexões, realidades virtuais e tantos outros recursos de tecnologia disponíveis, atualmente? Observar as tendências de consumo é um caminho.

A Trend-Watching, que atua em mais de 90 países em busca de oportunidades para o mercado de consumo, divulgou algumas tendências para 2020 e duas, em especial, me chamaram a atenção.

Nos últimos anos, e particularmente este, com a Amazônia no centro da discussão mundial, a Green Pressure, ao que parece, terá vida longa e com alto grau de complexidade. Segundo o estudo, a Pressão Verde atuará de maneira que “os consumidores passam do status ecológico para a vergonha ecológica”. Entender essa movimentação e antecipar atitudes que possam contribuir, mesmo que de maneira ainda modesta, para o bem do planeta poderá dar sinais de que sua empresa não é alheia à discussão e seu público-consumidor, sem dúvida, estará atento a isso.

A outra tendência que destaco é a denominada de Projeto Metamórfico. Nele, os produtos e serviços terão que ser adaptar às novas necessidades dos usuários, que estão em constante mudança. Sabemos que conveniência e personalização já estão no radar das corporações, mas em um mundo metamórfico, segundo o estudo da Trend-Watching, os consumidores esperam a fusão desses dois conceitos. Não consideram apenas a oferta como serviço, mas também a relevância como serviço.

*Vito Chiarella Neto é CEO da Mindbe, empresa referência em tecnologia e design de serviços em atendimento

Fonte: Marisa Ramazotti – Assessora de Imprensa

O que são “Martechs” e quais soluções elas oferecem?

O Brasil possui 266 startups de marketing e o Liga Insights mapeou as inovações da área e os desafios para os próximos anos

No Brasil, são 266 martechs – startups da área de marketing que oferecem soluções específicas para o setor e suas operações -, segundo levantamento realizado pelo Liga Insights em outubro deste ano, com o objetivo de discutir as inovações da área e levantar os próximos passos do mercado.

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O marketing hoje é considerado um dos principais elos entre a inovação e clientes internos e externos das empresas. O Liga Insights analisou e mapeou as startups que estão entregando soluções para o segmento a partir de um banco de dados com mais de 16 mil startups do Brasil. As soluções foram divididas em 15 categorias e a maioria das startups estão em Analytics, Data e Performance (46 startups); Fidelidade do Cliente (37 startups); Plataforma de Atendimento e Conectores (35 startups).

O estudo também mapeou outras categorias como Conteúdos Interativos (24 startups); Ferramentas de Comunicação (21 startups); Social e Comunicação (20 startups); CRM, Customer Experience e Customer Success (19 startups); Automação de Marketing (16 empresas); Pesquisas Reviews e Feedbacks (15 startups); Gestão de Geração de Conteúdos (14 startups); Vendas e Geração de Leads (11 startups) e Marketing de Aproximação (8 startups).

Customer Experience: por que a experiência do seu cliente é tão importante?

O Customer Experience já não é mais tendência, porém continua sendo uma das grandes preocupações da área de marketing. De acordo com o estudo do Liga Insights, apenas 14% dos profissionais de marketing enxergam que a centralização no cliente é uma característica fundamental das empresas onde trabalham. Em sua pesquisa mais recente sobre o tema Customer Experience, lançada em novembro deste ano, o Liga Insights indicou quais as preocupações e responsabilidades do setor. Para analisar a experiência do consumidor foram entrevistados mais de 30 especialistas, empreendedores, profissionais e pesquisadores de grandes empresas como Nubank, Dafiti, Itaú, iFood, ESPM, ContaAzul, Panasonic, ThoughtWorks, LEADR e Dito.

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75% das empresas pretendem ampliar seus investimentos em soluções tecnológicas capazes de potencializar a experiência do cliente, incluindo ferramentas de customer analytics, de análise das necessidades e da jornada do consumidor e de personalização da experiência. As principais tendências tecnológicas que vão contribuir para o terreno de CX envolvem o uso de inteligência artificial tanto para aplicações mais básicas como bots de atendimento, quanto com aplicações para análise de sentimento do cliente e personalização da experiência.

Segundo Raphael Augusto, responsável pelo Liga Insights, em termos de tecnologia, é possível observar o uso de dados como o principal aliado na individualização e customização das ações de marketing. “Trazer a inteligência dos dados para esse contexto pode resultar numa maior assertividade e individualização dos clientes, garantindo, por exemplo, uma conversão mais eficiente e um tratamento e relacionamento mais personalizado”, comenta.

Descubra as referências do marketing focado no consumidor

O mapeamento do Liga Insights apontou os dez hábitos que empresas de referência centradas no consumidor deveriam ter, a partir de uma pesquisa realizada pela Gartner’s Marketing Technology Survey. São eles:

Estudos constantes do usuário;
Fazer follow-ups para interpretar feedbacks;
Tomar medidas proativas para antecipar as necessidades;
Construir empatia dentro de um processo e políticas;
Proteger a privacidade do usuário;
Intercambiar conhecimentos internos sobre os diferentes tipos de perfil;
Motivar colaboradores para manterem-se comprometidos
Criar ações sistemáticas para melhorar a experiência do cliente;
Adaptação de demandas em tempo real
Desenvolvimento do processo de responsabilidade;

Mercado da publicidade programática

Entre as startups que oferecem soluções inovadoras no Brasil, a Denakop – startup que facilita a ativação de publicidade em sites de pequeno a grande porte -, destaca-se com a publicidade programática. A empresa aponta que pode aumentar o faturamento dos parceiros em aproximadamente 35% utilizando uma tecnologia que permite ativar ou desativar formatos publicitários com um botão.

Para Marcos Viesti, sócio-diretor do Denakop, o mercado de publicidade programática ainda tem muito a crescer. “A nossa empresa enxergou a necessidade de traduzir toda essa parte burocrática deixando a publicidade mais simples e intuitiva, dissolvendo essas barreiras para abrir os horizontes do publisher brasileiro”, completa Marcos.

Fundada em 2011, hoje a empresa possui 120 clientes entre os portais: Metrópoles IstoÉ, Olhar digital, RBS e Fatos Desconhecidos e gerenciam mais de 600 milhões de requisições de publicidade por mês. A tecnologia oferecida pela startup não possui custo de adesão ou multa de rescisão. Além disso, proporcionam ao publisher uma implementação simples – por meio de uma tag o cliente tem acesso a mais de 15 formatos publicitários pré mapeados.

Fonte: Agência NoAr – Kênia Brandão

Tem um novo e enorme horizonte para os publicitários

A hora e a vez dos novos comunicadores

*Por Arison Nakazato Sonagere

Já dizia Confúcio, “se queres prever o futuro, estuda o passado”. Para quem analisa o mercado publicitário as duas primeiras décadas deste século, mesmo ainda tão recentes, já descrevem algo muito importante sobre o futuro da 4ª Revolução Industrial.

O mercado publicitário foi um dos grandes laboratórios desta nova experiência, já que o setor viveu antes de todos os demais, uma profunda mudança de paradigma: glamorosas agências de publicidade, empresas renomadas, experientes profissionais simplesmente foram dizimados. Muitos abandonaram a profissão, outros se refugiaram nos redutos das mídias sociais. As grandes mídias de massa foram obrigadas a repensar sua forma de atuar e até os cursos universitários precisaram se reinventar.

Mas esta persistência parece ter valido a pena para os novos comunicadores publicitários. Chamo de “comunicadores publicitários” porque estes novos perfis de comunicólogos têm habilidades amplas e definem-se muito pela multifuncionalidade, pelo conhecimento interdisciplinar e pela grande força de vontade por fazer acontecer.

Não são só publicitários, são jornalistas, relações públicas, marqueteiros, criativos, profissionais de mídia. São generalistas da comunicação que, dentro das novas corporações ajudaram a construir ideias desse tão próximo futuro, por meio de experiências inovadoras como o design thinking, o estudo da experiência do usuário (UX), a compreensão dos pontos de contato da marca, a jornada do consumidor, a análise de big data e todas as demais que marcam a nova economia.

Essa nova era do conhecimento deve muito aos comunicadores publicitários que entenderam primeiro a visão mais sistêmica da sociedade, a cultura do usar e não do ter e a gestão baseada na colaboração.

Conforme apresentado no último Fórum Econômico Mundial, entre as dez habilidades consideradas importantes para o novo profissional do futuro estão a flexibilidade e visão para a resolução por meio da colaboração. E todas elas já são tratadas continuamente nos cursos de Publicidade e Propaganda.

Não é à toa que nos últimos anos o perfil do estudante de publicidade é um dos mais procurados para vagas de estágios, normalmente relacionadas a novos projetos ou para vagas em departamento comercial, seja na indústria, serviços ou varejo, com objetivo de ajudar corporações mais antigas a se readequarem ao novo pensamento de mercado.

Para quem vai se aventurar no universo da comunicação, o cenário é muito positivo. Novas possibilidades de emprego ou empreendedorismo. Novos modelos de negócios baseados nas expertises dos publicitários continuam a surgir diariamente e anunciar um futuro promissor.

Se antigamente o publicitário via seu mundo profissional girar apenas nas agências de publicidade, hoje este mercado é tão amplo quanto a imaginação possa alcançar, pois todos os setores abriram os olhos e os braços para estes profissionais que vivem o diferente. Isso porque, possuem a elasticidade mental necessária para poder contornar situações incomuns, característica essencial para as corporações que requerem resultados inovadores. Estes profissionais se tornaram uma espécie de coringa na adaptação dos negócios.

* Arison Nakazato Sonagere, publicitário, professor e coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Anhanguera de São José dos Campos.

Marcas ganharam visibilidade na Black Friday 2019

Levantamento mostra quais marcas foram mais procuradas pelos consumidores, nos dias anteriores à Black Friday

A Black Friday 2019 revelou que o consumidor brasileiro está mais atento às marcas que investem na Black Friday, motivo pelo qual ganharam destaque na preferência do público, notadamente as lojas de varejo físicas e digitais. Essa foi uma das constatações do levantamento realizado, em conjunto, pelas empresas Blend New Research e Shopper Experience, pertencentes à holding HSR Specialist Researchers. Desde 11 de novembro, as consultorias monitoraram campanhas publicitárias e ouviram, por meio de painel online, 5.880 consumidores de todas as regiões do País.

De acordo com o estudo, marcas de lojas de varejo foram mais lembradas pelos entrevistados do que as de produtos. Quando perguntados se lembravam de campanhas da Black Friday nos últimos dias, independentemente do tipo, 81% dos respondentes disseram que sim. As lembranças com relação às marcas foram, na ordem: Casas Bahia (citada por 25,19% dos entrevistados), Americanas (25,17%), Magazine Luiza (22,94%), TIM (10,23%), Netshoes (10,14%), Samsung (9,72%) e Vivo (7,83%).

Para Valeria Rodrigues, diretora da Shopper Experience, isso ficou mais evidente quando se percebe que as empresas varejistas têm tradição de começar suas campanhas bem antes da data em si (29 de novembro). “Independentemente da mídia, as campanhas das lojas de varejo tendem a ser mais massivas. Mesmo que sejam apresentadas ofertas de produtos, o que fica na cabeça do consumidor é quem vende”, afirma, assegurando que essa pode ser uma oportunidade para os fabricantes, pois o público tem demonstrado interesse cada vez maior em adquirir produtos e serviços que estão na sua lembrança.

No tocante a produtos, a pesquisa mostrou que o consumidor quer aqueles que precisam de constante atualização tecnológica, e nesse sentido os eletroeletrônicos tiveram grande destaque. No levantamento, os mais procurados foram celulares (pesquisados por 50,87% dos consumidores), televisores (31,9%), roupas (17,6%), computadores e notebooks (7,12%), e geladeiras (6,85%). Interessante, segundo ela, é ver que itens como pacotes de viagens e fast food, entre outros itens, começam a aparecer no radar do consumidor.

A pesquisa também observou como o consumidor estava percebendo a edição deste ano em comparação com o ano anterior. De acordo com o levantamento, 61% das pessoas ouvidas entenderam que os preços, este ano, estavam melhor que em outros meses do ano e em comparação a mesma data em 2018. Para 34% estavam no mesmo nível e somente 5% tiveram a percepção que estavam mais altos. Esse cenário demonstra o ganho de confiança da Black Friday, que abandona a imagem de ser apenas uma ação de comunicação promocional, sem trazer o benefício real de preços mais baixos.

Lucas Pestalozzi, diretor da Blend New Research, ressalta outro ponto interessante do levantamento, sinalizando que 52% dos respondentes pretendiam comprar na Black Friday deste ano. “As marcas precisam enxergar as oportunidades de contato – e venda – com o público. Essa consolidação abre espaço mercadológico para que novas datas sejam incluídas no calendário do varejo brasileiro, assim como a Cyber Monday, que, ainda tímida, já passa a ser vista. Anunciantes, setores de produção, prestação de serviços e varejo devem olhar com mais cuidado para esse tipo de ação”, defende. Ele enfatiza, ainda, que quanto mais empresas – de todos os segmentos – aderirem, com promoções realmente efetivas, mais credibilidade a data terá.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Dias das Crianças anima comércio de São José dos Campos

Pesquisa ACI/Unitau revela que 63% dos consumidores da cidade vão às compras neste Dia das Crianças, um salto em relação ao índice de 2018



Uma boa notícia para a criançada de São José dos Campos: este Dia das Crianças será de presentes e mais presentes.

Isso é o que mostra a mais recente pesquisa sobre tendências de consumo, feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Realizado entre 17 e 20 de setembro, o levantamento aponta a tendência de compras para o Dia das Crianças, 12 de outubro. A pesquisa ouviu 333 pessoas em polos comerciais da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. O levantamento tem uma margem de erro de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa ACI/Unitau mostra que 63,3% dos consumidores pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças, um salto em relação a 2018, quando o índice ficou na faixa de 51,2%. Outra boa notícia para a criançada: os brinquedos estão em alta. Segundo os números do levantamento, 58,3% dos consumidores planejam comprar brinquedos, contra 50,3% no ano passado. As outras preferências são roupas (24,7%), livros (5,7%), eletrônicos (5,3%) e calçados (3,8%).

“Além dessa boa notícia para as crianças, a pesquisa ACI/Unitau mostra também uma retomada da economia, que afeta diretamente o ânimo do consumidor de São José dos Campos” – disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

O levantamento aponta também que o tíquete médio de compras deve ficar na faixa de R$ 50 a R$ 200 (62,9%) e que os consumidores pretendem fazer as suas compras à vista (81,2%), usando dinheiro ou cartão de débito. Em 2018, a compra à vista foi feita por 67,8% dos consumidores. Outros dados da pesquisam mostram uma predileção dos consumidores por lojas físicas (90,7%) e por pesquisar preços antes de fazer suas compras (49,7%).

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathalia Barcelos

A idade mídia

Repercutindo as ideias de Walter Longo

por Josué Brazil

Hoje volto a escrever sobre um conteúdo que tive a oportunidade de absorver em uma das palestras do Fest’up Tendências 2019 que ocorreu no último sábado, dia 28/09. Desta vez quero escrever um pouco sobre o que ouvi do genial Walter Longo, o palestrante que fechou – de forma brilhante – o evento.

O título da palestra de Longo foi “O fim da idade média e o início da idade mídia”. Também é título de seu novo livro lançado – ou a ser lançado – agora em outubro.

Walter começou explicando que tudo até agora era – e ainda em grande parte é – avaliado, medido, pela média. Quase não há individualização. A média dos gostos, a média das preferências etc.

E completa: marketing e propaganda agiam assim!

Com o advento e rápida disseminação do Big Data, da Inteligência Artificial (IA) e do Analytics está acontecendo uma mudança significativa. Cada um de nós passou a ser uma mídia. Cada empresa ou instituição passou a ser uma mídia. Até mesmo máquinas passaram a ser mídia. Isso muda tudo!

Os consumidores atuais, segundo Walter Longo, passaram a ser “mimados” pela internet. Querem tudo a seu tempo, do seu modo, onde estiverem e com facilidade e rapidez. Sem dúvida, um consumidor muito mais exigente e complicado. Com ampla capacidade de escolha e muito poder!

Foto: Divulgação

Em função disso, Walter afirma que a publicidade, a comunicação, deve ser:

  • individualizada no target;
  • sutil na forma;
  • didática;
  • verdadeira;
  • relevante no propósito.

Deve ser assim para atender a demanda de um consumo cada vez mais individualizado, com forte customização de produtos e até mesmo de serviços. Estamos num momento de vida sincronizada, onde vão valer aspectos essenciais como simplicidade, flexibilidade e individualidade.

Já estou louco de vontade de ler o livro!

A força da experiência

Como fazer experiências que impactem o público

por Josué Brazil

Na semana passada estive envolvido em dois eventos de comunicação: a quadragésima semana de comunicação (Secom) do departamento de Comunicação Social da Unitau e o Fest’up Tendências 2019, promovido pela APP (Associação dos Profissionais de Propaganda).

Foi uma verdadeira enxurrada de conhecimentos! Uma quase overdose…

Dentre os muitos conteúdos com os quais tive contato gostaria de dividir aqui o que vi e ouvi na palestra de Alexandre Mutran, gerente de comunicação regional da Rede Globo, no Fest’up. Alexandre é responsável por uma série de eventos da emissora. E sua palestra tratou de Design de Experiências.

Alexandre Mutran

De acordo com ele há marcas que já trazem a experiência em seu DNA ou como parte integrante e natural de sua operação (caso das companhias aéreas, por exemplo). Outras marcas/empresas não têm essa característica natural. Então precisam desenhar experiências para se aproximar mais de seus públicos.

Pessoas devem ser protagonistas

Mutran disse que as experiências são importantes pois estimulam os cinco sentidos das pessoas e que uma experiência bem desenhada aumenta o envolvimento e cria memória afetiva. Também afirmou que protagonismo (das pessoas) é mais forte do que participação apenas. Então é preciso gerar experiências onde as pessoas sejam protagonistas.

Para ele o design de experiências deve ser desenvolvido em torno de cinco pontos: arquitetura (criação e desenvolvimento do espaço onde ocorrerá); comunicação visual (dar uma “cara” adequada à experiência); desenho industrial (mobiliário, objetos, soluções de uso e operação etc) e dramaturgia (contar uma história, storytelling).

O peso da dramaturgia na construção da experiência

Em relação à dramaturgia – e partindo da longa experiência que a Rede Globo tem da área – ele destaca outros pontos importantes:

  • narrativa;
  • personagens;
  • conflito;
  • cenários;
  • figurinos;
  • trilha sonora;
  • iluminação;
  • efeitos.

Finalizando, Alexandre ressalta que devemos nos atentar a duração da experiência, entender que apenas cenário não resolve e que devemos equacionar as necessidades do mercado à vontade do público.

Reverberar

E também muito importante: reverberação. A experiência acontece para um número limitado. É preciso expandi-la para muitos e muitos através de múltiplas plataformas. Desse modo as pessoas sentirão uma parte da experiência e terão vontade de participar numa próxima edição.

Nova campanha começou hoje

ACIT dá início em sua nova campanha promocional nesta semana

A partir de hoje, segunda-feira, dia 02 de setembro, os consumidores que realizarem suas compras com valor mínimo de R$ 50 podem participar da nova campanha promocional “O bom da vida é ser crianças” promovida pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em homenagem ao Dia das Crianças.

As lojas participantes estão identificadas com o material da promoção e o consumidor poderá preencher e depositar seus cupons em qualquer uma das empresas participantes.

Serão sorteados dois cartões presente no valor de R$1.000 cada. O valor do cartão poderá ser dividido em várias compras nas empresas participantes do fundo promocional.

Nas campanhas da ACIT os vendedores registrados nos cupons também ganham e serão contemplados com um cartão de R$ 200 cada.

O sorteio acontece na sede da instituição no dia 31 de outubro, às 17h. É aberto a todos que quiserem acompanhar.

O grande diferencial para esse ano acontece na campanha de natal, em que serão sorteadas, além dos cartões, duas viagens no valor de R$ 4.500 cada. Importante ressaltar que todos os cupons participantes das campanhas ao longo do ano terão uma segunda chance de ganhar ao participar, automaticamente, da promoção de natal.

Com essa ideia a ACIT busca movimentar o comércio e prestação de serviço local fazendo com a economia circule pelo município e que as promoções tenham sempre mais de um ganhador. Os associados que ainda não estão participando do fundo promocional podem fazer sua adesão diretamente na ACIT. Maiores informações pelo telefone (12) 2125-8225.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Para encantar clientes no ambiente digital

3 estratégias para encantar e fidelizar o cliente digital

por Rafael Souza, diretor de serviços da XGEN, especializada em plataformas de Inteligência Artificial para canais de atendimento

Não é novidade que o cliente mudou. Agora, ele é mais exigente, mais móvel, multitarefa e está o tempo todo conectado. Para fidelizar o novo cliente digital, há 3 principais estratégias que você precisa adotar:

Garanta atendimento de excelência em todos os canais
Já passamos da época em que a empresa determinava o canal de comunicação. Agora, o cliente tem papel fundamental nesse processo.
É ele quem define a forma e o meio mais conveniente para tratar sua necessidade. Portanto, a disponibilidade da empresa em todos os canais de atendimento tornou-se uma condição básica. Contudo, tão importante quanto estar presente e disponível em todos os canais é garantir que o tratamento de um assunto possa fluir sem problemas por todos eles, pois o cliente pode iniciar a interação por determinado canal e migrar para outros durante o ciclo de uma tratativa. E para gerenciar e atender às interações nos múltiplos canais de forma integrada e sem impactos, é preciso uma estratégia omnichannel. Na prática, o cliente pode interagir por diversos canais, e a função mais básica de uma plataforma omnichannel é garantir a continuidade e a visão integrada do atendimento nessa jornada. Segundo o Estudo Ovum, 74% dos consumidores usam pelo menos 3 canais ao interagir com uma empresa.

Esteja sempre à frente das inovações tecnológicas
A agilidade das inovações tecnológicas exige atualização constante, e é fundamental que as empresas estejam atentas:

– Multicanalidade: No mundo digital, ninguém consegue impor ao cliente a forma de chegar à empresa. O consumidor quer escolher o canal de menor custo e usar as aplicações às quais está acostumado. Se o cliente quer fazer pedidos pelo Facebook, negociar crédito pelo WhatsApp ou fazer tudo por SMS, esteja preparado para todas as alternativas.
– Inteligência artificial: Com o avanço da multicanalidade, também evoluíram as iniciativas e novas possibilidades de atendimento por meio da inteligência artificial. O amadurecimento das tecnologias de Entendimento de Linguagem Natural (NLU), os recursos de inteligência artificial disponíveis comercialmente e a possibilidade de máquinas emulando interações humanas chegam rapidamente ao dia a dia das companhias e de seus clientes.
– Gestão do conhecimento: Se a inteligência artificial, especialmente através dos chatbots, está solucionando as interações de baixa complexidade no atendimento aos clientes, é fato que as demandas com assuntos mais complexos são derivadas para o atendimento humano. Neste cenário, como fica o dia a dia das equipes de atendimento? A gestão do conhecimento combinada com o poder da inteligência artificial pode trazer surpreendentes resultados para colaboradores, além de evolução da performance operacional.

Adapte o processo ao cliente
Para gerar envolvimento, é preciso identificar o que realmente importa para o cliente. É ele quem define o nível de intensidade da relação que terá com determinada empresa. A partir do consumo de produtos e serviços, e das experiências de atendimento, os clientes definirão o nível de envolvimento com a marca, que poderá ser superficial ou intenso, frequente ou eventual. Perceber que expectativas e desejos são ouvidos e que suas necessidades são levadas a sério são aspectos bem relevantes na avaliação dos clientes. Segundo a Forrester, 77% dos consumidores dizem que valorizar seu tempo é a coisa mais importante que uma empresa pode fazer para proporcionar uma boa experiência.