Pesquisa traz números positivos para o dia das crianças

Consumidor pretende pagar o presente de Dia das Crianças à vista

A nova pesquisa da ACI-Unitau traz números positivos para os lojistas durante as vendas de Dia das Crianças. 38% dos joseenses procura gastar um ticket médio de R$100,01 a R$200,00 reais com presentes para a data.

O levantamento da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Informação), da Universidade de Taubaté, mediu a intenção de compras para o Dia das Crianças, festejado em 12 de outubro. A pesquisa ouviu 301 consumidores entre os dias 21 e 26 de setembro em pontos estratégicos da cidade: Rua Sete de Setembro (Calçadão), AV. Quinze de Novembro, Shopping CenterVale e Vale Sul Shopping da Rua 7. A margem de erro é de 5,56 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para a alegria da criançada, brinquedos continuam sendo a primeira opção de compra para a data, com 50,3%, seguido de roupas (20,1%), eletrônicos (12,1%), calçados (10,1%), livros (2,7%), dinheiro (2,0%), outros (2,8%).

Já considerando os valores a serem gastos, 38,3% dos entrevistados pretendem investir entre R$ 100,01 a R$200,00, seguido dos valores entre R$ 50,01 a R$ 100,00 (28,09%) e em terceiro lugar (18,1%) entre R$ 200,01 a R$ 300,00.

A pesquisa apontou que os consumidores também tem intenção de fazer esse pagamento à vista (68,7%) e em dinheiro (47%). Na sequencia, 31,1% irá parcelar no cartão de crédito, 15,9% no cartão de débito, 4,6% no cartão de crédito à vista e apenas 1,3% no crediário da loja.

Entre os destinos mais requisitados para as compras, o Calçadão aparece em primeiro lugar com 46,9% das intenções, seguidos dos shoppings Vale Sul (23,8%) e CenterVale (22,4%).

Para o presidente da Associação, Humberto Dutra, a data, importante para a economia, é uma previsão de aumento de vendas nesta época. “O movimento do comércio na data deve registrar resultado positivo pelo segundo ano consecutivo, após as quedas observadas em anos anteriores”.

Fonte: Matéria & Mídia – Nathália Barcelos

A força dos vídeos na internet

Áudio trata da força do vídeo

Desta vez nosso conteúdo de áudio trata da força e da importância que os vídeos on line tê. E de como isso pode ser importante para as marcas e anunciantes.

Lembrando sempre que nossos conteúdos de áudio são exibidos em primeira mão no programa Panorama da Rádio Unitau. O programa vai ao ar de segunda a sexta feira das 16 às 18 horas e o conteúdo inédito do Publicitando vai ao ar toda terça.

Confira todos os conteúdos já exibidos aqui. E o da semana passada você pode ouvir clicando aí embaixo:

 

Parcelamento em 10x cresceu no Dia do Cliente

Compras parceladas em 10x aumentaram 254% no Dia do Cliente, diz pesquisa

Realizado pela Social Miner em parceria com Loja Integrada, levantamento mapeou o perfil dos clientes que costumam comprar em lojas virtuais durante a data comercial

Os lojistas virtuais costumam aproveitar o Dia do Cliente – que foi comemorado no último dia 15 de setembro – para presentear os consumidores com promoções e descontos. Os benefícios podem valer só para a data ou para a semana toda, atraindo cada vez mais consumidores. Segundo pesquisa realizada pela Social Miner – empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa – em parceria com a Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil, com 700 mil lojas criadas -, mais de 88% dos clientes disseram que usariam a data comercial para realizar compras devido aos preços promocionais.

A pesquisa revela ainda que a maioria das compras feita no Dia do Cliente em 2018 foram parceladas, 30% das compras foram dividas em 3 vezes no cartão de crédito, já 22% dos clientes decidiram parcelar em 5 vezes. Se comparado com o ano anterior, as compras realizadas em parcelamento de 10 vezes tiveram aumento de 254%.

Perfil dos compradores

A maioria das pessoas que costumam comprar no Dia do Cliente têm entre 25 e 34 anos (39%). Para os consumidores entrevistados, um fator decisivo na hora da compra é a confiança que eles depositam na loja virtual (30,5%), seguido de preço (20,1%), em terceiro fica o tempo de entrega com 19,7%, alguns também levam em consideração as formas de pagamento (16,4%) e a confiança na marca do produto (13,4%). Os dados ainda mostram que 75% dos clientes costumam ficar de olho nas promoções oferecidas por suas lojas preferidas.

Para Julia Mariá, head de marketing da Loja Integrada, os lojistas precisam aproveitar a fidelidade dos clientes para oferecerem mais vantagens em datas comerciais, como o Dia do Cliente. “As datas sazonais, como Dia dos Namorados, Dia das Mães e dos Pais, são muito importantes para o comércio eletrônico e costumam potencializar as vendas das lojas virtuais. É preciso criar uma estratégia de vendas e investir na divulgação. Já que as vendas aumentam muito, um bom planejamento evitará que a loja tenha prejuízos posteriores”, orienta.

Expectativa vendas online na Black Friday

Hoje os e-shoppers somam mais de 60 milhões no Brasil e o que contribui para esse crescimento é a Black Friday e as demais datas que a sucedem. Segundo levantamento do Google, a edição de 2017 faturou R$ 2,1 bilhões, um crescimento 10% maior do que em 2016, consolidando o dia como a segunda melhor data para o varejo brasileiro, perdendo apenas para o Natal.

Para 2018, a expectativa é que a Black Friday ganhe ainda mais força. De acordo com pesquisa recente do Google cerca de 70% dos internautas brasileiros já compraram em uma Black Friday e 99,5% dos consumidores on-line entrevistados afirmaram que já conhecem a data – podendo utilizar o dia de descontos para realizar uma compra.

Fonte: Agência NoAr – Ana Paula Vieira

Cresce o uso dos serviços de voz

Adobe Digital Insights: nos EUA, um em cada três consumidores já possui um alto-falante inteligente

Estudo “State of Voice Assistants”, da Adobe, mostra que, em poucos meses, o número de pessoas que utilizam a tecnologia cresceu 5%

O uso de serviços de voz pelos consumidores está aumentando. Esta foi a conclusão da pesquisa “State of Voice Assistants” do Adobe Digital Insights – braço de pesquisas da Adobe -, que entrevistou mais de mil consumidores dos EUA. Segundo o estudo, as atividades mais comuns demandadas por voz são músicas (70%) e a previsão do tempo (64%). Outras ações populares incluem fazer perguntas divertidas (53%), pesquisa on-line (47%), verificação de notícias (46%), pesquisa básica/confirmação de informações (35%) e busca por trajetos (34%).

Os assistentes de voz para smartphones, segundo o estudo, estão impulsionando o uso da voz: 32% dos consumidores relatam possuir um alto-falante inteligente, em comparação com 28% em janeiro de 2018 – um aumento de 14% em apenas alguns meses. Enquanto isso, 76% dos proprietários de alto-falantes inteligentes afirmam que passaram a utilizar mais o assistente. Já 71% deles afirmaram usá-los pelo uma vez ao dia – sendo que, desses, 44% dizem utilizar “várias vezes por dia”. Apenas 8% dos proprietários relatam que quase nunca o utilizam.

Os dados mostram também que 36% dos entrevistados disseram que usam os alto-falantes inteligentes para fazer chamadas, 31% para dar comandos em suas smart-homes, 30% para compras, 17% para pedir refeições e 16% para pesquisa de voo/hotel.

Confira outras constatações do State of Voice Assistants:

– Quase metade (47%) dos proprietários de alto-falantes inteligentes relataram usar a tecnologia para iniciar suas pesquisas de produtos;

– 43% utilizam para criar listas de compras;

– 32% para comparação de preços;

– 45% dos consumidores que já possuem um alto-falante inteligente afirmaram planejar comprar outro para si próprio. Já 23% planejam comprar para presentear outra pessoa;

– 23% dos não-proprietários disseram que planejam comprar, enquanto 9% planejam adquirir para outra pessoa.

Para conferir o estudo completo, clique aqui.

Fonte: Adobe Systems Incorporated – RMA Comunicação – Alisson Costa

Os conteúdos em áudio estão de volta

Publicitando volta ao formato áudio

O Publicitando retomou a parceria com o Programa Panorama, agora exibido das 16h00 às 18h00, diariamente, pela Rádio Unitau. O dia da semana continua o mesmo: toda terça feira.

Vocês podem ouvir todos os conteúdos já produzidos em parceria com o Panorama aqui.

Acompanhe o que rolou no programete de ontem, terça, 11/09/2018.

Estudo trata da relação marcas e diversidade

Consumidores querem marcas que apoiam verdadeiramente a diversidade

Pesquisa Diversidade, da Officina Sophia, aponta os temas que as pessoas consideram mais relevantes para apoio das marcas e identifica a relação disso com a propensão de compra

O Brasil e o mundo vivem dois fortes movimentos sociais: de um lado, o forte apoio às minorias e o respeito à diversidade; de outro, um crescimento de movimentos conservadores, culminando muitas vezes na tomada do poder político por esses. Segundo Paulo Secches, presidente Officina Sophia Conhecimento Aplicado, empresa membro da HSR Specialist Researchers, que coordenou o estudo sobre a Diversidade, é nesse universo amplo, múltiplo e diverso que as marcas e empresas devem se posicionar diante do tema.

O estudo aponta nortes importantes para a estratégia das marcas a partir de alguns questionamentos em torno de pontos marcantes ligados à diversidade. Deveriam as marcas fazer de conta que o assunto não é com elas? Ou manter uma posição de neutralidade? Ou ainda adotar uma posição explícita de apoio, mesmo que lidando com as manifestações críticas de correntes mais conservadoras da sociedade? Com base nessas perguntas, a pesquisa colheu insights para subsidiar a discussão, bem como fornecer parâmetros para a gestão das marcas e dos negócios.

O levantamento mostra claramente que as pessoas querem se aproximar de marcas com propósitos e crenças semelhantes às suas. Porém, algumas causas têm mais valor que outras e o estudo identificou quais os temas em que a sociedade é mais favorável:

A pesquisa Diversidade comprova ainda que as Marcas devem ter uma atuação forte e verdadeira, com engajamento genuíno. De modo geral, o brasileiro é favorável ao apoio de causas sobre diversidade. Entretanto, por parte das empresas, entende que deve haver pertinência com relação a esses temas, sem oportunismos. As entrevistas evidenciaram as bandeiras mais pertinentes para o apoio das marcas:

Outro ponto fundamental é que definir propósitos e se posicionar de forma transparente ao levantar algumas bandeiras pode resultar em um bom negócio, com reflexo em vendas de produtos e/ou serviços. Segundo o estudo, existe relação direta entre o apoio a causas e a propensão de compra dos consumidores:

“O consumidor se identifica mais com marcas que respeitam a diversidade de forma contínua e verdadeira no seu dia a dia. As empresas, portanto, devem estar atentas às demandas da sociedade ao definir suas estratégias de negócios. Ademais, o envolvimento de maneira superficial e a defesa de causas por oportunismos ou modismos pode ser um verdadeiro tiro no pé”, assegura Secches.

Amostra – A pesquisa quantitativa Diversidade foi realizada nacionalmente, no mês de julho. Foram entrevistadas 2 mil pessoas, entre 18 e 50 anos, homens e mulheres, de classes sócio-econômicas ABCD (Critério Brasil), de São Paulo (Capital e interior), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste. O estudo sinaliza ainda que, em média, o apoio aos temas e causas identificadas como mais relevantes é maior nas classes sociais C2D, seguidos pelas B2C1. As classes AB1 também demonstram apoio significativo, mas em menor percentual. Em todos os casos, a proporção de apoio é maior na amostra feminina.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Lojistas do Via Vale confirmam tendência do mercado: consumidores preferem pagar compras à vista

Consumidores preferem pagar compras à vista para fugir do endividamento

Lojistas do Via Vale Garden Shopping confirmam atual tendência do mercado e registram alta nas compras com dinheiro e cartão de débito

Compras parceladas a perder de vista, um crédito disponível no mercado cada vez menos utilizado pelos consumidores. O Banco Central divulgou uma pesquisa neste ano que mostra a relação do brasileiro com o dinheiro. Quando perguntados sobre as formas de pagamento utilizadas com mais frequência, 60% dos entrevistados responderam dinheiro. Outros 22% falaram que optam pelo uso do cartão de débito e apenas 15% citaram o cartão de crédito.

Outro levantamento, desta vez feito recentemente pelo Serviço de Proteção ao Crédito, também mostra essa preferência da população pelo pagamento à vista. 62,8% dos consumidores disseram que usam dinheiro em espécie para pagar as compras. Outros 47,3% optam pelo cartão de débito.

No Via Vale Garden Shopping, em Taubaté, muitos lojistas confirmam essa tendência. Desde o início do mês, na Constance, considerada a maior rede de calçados femininos com conceito self shoes do Brasil, o número de consumidores que usa cartão de débito cresceu em comparação com aos clientes que optam pelo crédito. 52,88% utilizaram cartão de débito nas compras e 47,12 preferiram o crédito. O gerente da loja, Mairon Mesquita, conta que observou esse aumento na preferência pelo pagamento à vista a partir do final do semestre passado. “Inicialmente associamos esse aumento ao período de férias, em junho, devido o maior volume de dinheiro circulando, mas dois meses depois ainda notamos que o consumidor segue nessa direção”, diz.

Para o superintendente do Garden, Diogo Linhares, os consumidores e os lojistas ganham com essa mudança de comportamento no mercado. “Com o dinheiro em mãos o consumidor consegue negociar descontos nas compras e os lojistas ganham com capital de giro em caixa”, diz.

O setor de alimentação também surfa na onda do pagamento à vista, modalidade em alta entre os consumidores. O cartão de crédito é item raro na Doce Luxo, utilizado apenas por 15% dos clientes. 50% das compras são pagas com cartão de débito e 35% com dinheiro.

“Quando o consumidor compra à vista, ele consegue reduzir as despesas com juros e sempre é possível negociar um desconto com o vendedor”, explica o economista Edson Trajano.

Fonte: Assessoria de Imprensa Via Vale

Marketing de conteúdo é a bola da vez

Com alta eficiência, marketing de conteúdo movimentou 16 bilhões de dólares na indústria global

Marketing de conteúdo atrai potenciais consumidores e é três vezes mais eficaz para a construção de marcas e geração de leads

O marketing de conteúdo é a bola da vez. Ele, que ingressou no mercado timidamente, como uma tendência em um futuro ainda distante, hoje já assume um papel essencial nos negócios. Segundo estudo da PQ Media, o marketing de conteúdo deu um grande salto em um período de tempo relativamente curto. No último ano, movimentou 16 bilhões de dólares na indústria global e, só nos Estados Unidos, foram mais de 7 bilhões de dólares gerados por ele.

Em termos de Brasil, o marketing de conteúdo também não fica para trás: 71% das empresas brasileiras já o adotaram como estratégia para atrair novos clientes. Os dados são da edição de 2017 da pesquisa Content Trends, que também revela que empresas que utilizam o marketing de conteúdo e produzem mais de 13 conteúdos mensais têm, em média, 4,2 vezes mais visitas em seus sites.

Segundo Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain Brasil, a eficiência dessa estratégia está ligada à produção de conteúdo relevante, que gera maior engajamento entre marca e consumidor final. “O marketing de conteúdo é uma das estratégias mais eficazes dentro do marketing digital, uma vez que envolve uma criação de conteúdo personalizado, levando em conta o perfil da marca, afinidade com o consumidor, público-alvo e o tipo de produto que é oferecido”, afirma Biagiotti. “É por meio desse conteúdo de qualidade e diferenciado que a marca fortalece a interação com o usuário e, se o foco for a conversão – captar leads ou realizar vendas -, este público pode se transformar em potencial consumidor”, completa.

É na geração de leads que o marketing de conteúdo se destaca ainda mais, já que ele é a chave para impulsionar a atração de potenciais clientes, conta Biagiotti. “Captar leads é um dos principais objetivos das marcas brasileiras e elas, de fato, já estão atingindo melhores resultados com o marketing de conteúdo. De acordo com a pesquisa Content Trends, empresas que adotam o marketing de conteúdo estão gerando 3,2 vezes mais leads”, destaca o executivo.

Em contrapartida, ele aponta a dificuldade que as empresas têm para oferecer seus conteúdos ao público-alvo e ressalta o papel da Outbrain nesse quesito. Por meio do uso de tecnologia de dados dos algoritmos da Outbrain, a plataforma permite que a marca se relacione com o consumidor final por meio de conteúdo relevante e qualificado, traçando o perfil dos usuários e recomendando os materiais que mais se encaixam nos interesses de cada pessoa. “A marca pode trabalhar todas as etapas do funil de conversão através da Outbrain. Somos mais que uma plataforma de distribuição de conteúdo, somos uma plataforma que gera resultados de vendas para nossos clientes. Conseguimos ter uma performance excelente na geração de awareness – conhecimento da marca -, por meio de conteúdos mais institucionais, até na ponta, falando em conversão, para trabalhar em ações específicas, como promoções e geração de leads. Para cada etapa desse funil, conseguimos entregar resultados acima da média de outras soluções”.

Biagiotti ainda enfatiza: “há um meio campo que precisa ser intermediado de modo que o conteúdo produzido pela marca seja consumido pelo público certo para que a estratégia seja eficaz. A distribuição correta em um ambiente seguro e audiência qualificada, é fundamental para o sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo”, afirma. “É exatamente isso que fazemos. Aumentamos o engajamento do usuário nessa descoberta que funciona como uma via de mão dupla, na qual, ao mesmo tempo em que o consumidor conhece a marca, a marca conhece seu consumidor”, finaliza.

Fonte: CommunicaBrasil – Marcela Martinez

Revitalização do varejo

Experiências sensacionais de compra: a estratégia que vai revitalizar o varejo

*Por Maurício Trezub

Os consumidores estão cada vez mais empoderados digitalmente e mais exigentes. Hoje, existem inúmeras possibilidades de obter e colher informações, o que faz com que as pessoas aprimorem seus gostos e tenham certeza sobre o que desejam – principalmente, quando se trata de produtos e serviços. O varejo precisa avançar e correr para acompanhar essa mudança, procurando maneiras de atender a esse novo perfil de clientes. Embora as empresas estejam acostumadas a engajarem seus clientes diretamente no ambiente físico, já perceberam que o comportamento deles mudou. Resultado disso, é a intenção de investir em tecnologia para proporcionar experiências autênticas e impactantes aos consumidores, independentemente de quando e onde estiverem comprando.

Uma pesquisa da consultoria Provokers constatou que 96% dos entrevistados pesquisam online antes de decidirem em que loja física vão comprar. Além disso, 95% pesquisam online para escolher os produtos antes de compra-los em loja física; 92% gastam mais tempo pesquisando sobre uma marca ou produto online do que em uma loja física; 93% checam se podem comprar algo online para não precisarem ir a uma loja física; 87% checam online se a loja física possui o produto que querem comprar; e 66% já compraram online e retiraram na loja física.

Esses números comprovam o que venho afirmando há alguns artigos: integrar o ambiente físico ao digital é essencial para revitalizar o varejo. Ao unir esses dois universos, as possibilidades são infinitas, tornando eficaz a eliminação de qualquer tipo de filtro ou limitação. Além disso, essa realidade mista cria novas formas de oferecer experiências de compras consistentes e eficientes, isto é, que instiguem e conquistem o público-alvo. Agora, como fazer isso? Priorizando uma experiência de compra sensacional, que trabalhe os sentidos e sensações e seja sem atritos. Por isso, alinhar a experiência de compra do consumidor pelo site, em dispositivos móveis, vídeos, redes sociais ou em outros canais à oferecida nas lojas é extremamente importante.

Uma situação comum de queixa entre os consumidores é a hora de comprar roupas. Ao observar os passos de algumas startups do comércio eletrônico, a Amazon lançou, nos Estados Unidos, um serviço chamado Prime Wardrobe, que permite aos clientes experimentarem roupas da moda masculina e feminina, bem como roupas para bebês, antes de comprá-las. Tudo funciona de um jeito bem simples: os clientes encomendam os itens que desejam, recebem no endereço cadastrado e, em seguida, decidem se querem ficar com as roupas ou não e, caso não queiram, podem devolvê-las à empresa. O frete é gratuito e os clientes são cobrados apenas pelos itens que comprarem efetivamente. Além disso, ganham um desconto conforme a quantidade de peças adquiridas.

Esse modelo try-before-you-buy, sem ter de se locomover à loja física ou enfrentar filas é uma tendência que o varejo deve – e acredito que irá – se inspirar instantaneamente. O setor está se transformando a cada dia e cabe aos gestores instigar ainda mais a mudança na maneira de pensar o seu negócio e em como interagir com seus clientes.

Nesse cenário, outra iniciativa interessante para as lojas virtuais é o clube de assinaturas. A opção permite a compra programada, ou seja, o consumidor se cadastra, escolhe os produtos que deseja assinar, define a periodicidade e a forma de pagamento e recebe as suas compras com comodidade conforme o que contratou. Isso já funciona bem com livros, vinhos, cafés, cervejas especiais, roupas, cosméticos, óculos, entre outros.

No Brasil, enxergo uma boa oportunidade para os varejistas obterem resultados estratégicos para os negócios, desde que saibam unir a ideia do produto à uma plataforma de e-commerce capaz de operar com alta performance para apoiar toda a operação. Iniciativa que se consolidará e se popularizará ainda mais no mercado brasileiro, trazendo grandes benefícios como a fidelização de clientes, uma melhor previsão do lucro e de planejamento, bem como a redução de alguns custos operacionais. Porém, é preciso saber explorar todas opções que o mercado de clubes de assinaturas apresenta.

Tudo está correlacionado. Para os consumidores não existe mais separação entre os canais. Isso significa que chegou a hora de tirar a inovação do papel e começar a conectar o mundo físico ao online. Aprimorar a experiência de compra no varejo e torná-la sensacional já devia ser uma meta das organizações do setor. Se colocar o cliente em primeiro lugar, você nunca ficará por último.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Natália Baggio

Gifs melhoram a comunicação

Gifs viram recurso coringa para tornar comunicação com clientes mais divertida, expressiva e humanizada

Arquivos de vídeo super curtos e leves possibilitam retratar emoções complexas, tornar a conversa mais informal e receptiva, além de construir uma relação mais próxima com os consumidores nos canais de atendimento digitais

* Por Renato Shirakahsi

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O ditado é tão conhecido quanto o fato de que os vídeos são o tipo de mídia predileta para a comunicação no ambiente digital. Mas como não dá para conversar por meio de trechos de filmes e séries de TV, os GIFs assumem o papel de transmitir emoções complexas e dar mais humanidade às conversas entre empresas e clientes.

Renato Shirakashi – Criador da Scup e General Manager da Sprinklr

Esses clips curtos e leves estão virando uma peça coringa para empresas que buscam inovações para o relacionamento e atendimento ao cliente. E a linguagem usada nas conversas está entre os fatores que precisam ser revistos e renovados, já que é parte fundamental para a boa experiência do consumidor.

A criação de experiências mais relevantes para os clientes, inclusive, foi o mote da criação do Scup Care, que não só ajuda em uma interação mais ágil, flexível e eficiente, mas também facilita o uso da comunicação por meio de canais que oferecem recursos além da escrita. Isso traz uma série de possibilidades de aproximação e identificação do consumidor. O uso de GIFs, por exemplo, é uma opção inovadora a ser explorada.

Popular principalmente entre os millennials, mas igualmente adorado por consumidores de todas as faixas etárias, a criação de GIFs para a comunicação com o seu cliente pode ser um tiro certeiro e aquele empurrão que você precisava para fidelizar o seu público de uma vez por todas.

Para isso, veja algumas dicas de como você pode aproveitar os GIFs para alavancar a sua marca no processo de atendimento.

Aproveite os gifs para mostrar a personalidade da sua marca
Os consumidores buscam por empresas mais humanas. A criação de um gif que mostre, em imagens, a personalidade de sua marca será um passo à frente a outras que costumam escrever longos textos sobre sua missão e filosofia. A linguagem jovial e contemporânea dessas figurinhas em movimento vão trazer uma boa autenticidade para a sua marca.

Mostre o seu produto
Quer oportunidade melhor para apresentar o seu produto se não por um gif? Em um vídeo de poucos segundos você poderá atrair a atenção e ainda fazer com que a sua apresentação seja compartilhada com mais pessoas.

Faça um pequeno tutorial
As possibilidades na criação de um gif vão muito além do que imaginamos. Com ele podemos não só mostrar o nosso produto, mas também ensinar o consumidor a como usá-lo, de uma forma lúdica e prática. Certamente será mais eficaz do que um texto e mais rápido que um vídeo.

Use as animações para apresentar dados
Em vez de mostrar números em gráficos e tabelas, que tal criar um gif animado para facilitar a vida de seus consumidores? Você pode, por exemplo, fazer um comparativo entre o seu produto e o da concorrência de forma leve e divertida.

Conte uma história
Este é, provavelmente, o uso mais óbvio dos gifs. Utilize fotografias em sequência para mostrar um acontecimento ou passagem do tempo. Grandes marcas têm criado animações para mostrar a evolução de seus logotipos ao longo dos anos, por exemplo.

Ofereça uma prévia
Os gifs carregam um conceito de vídeos em miniatura. Aproveite esse estigma e utilize-o para mostrar uma prévia de um vídeo maior que você pretende publicar. Certamente chamará atenção e aguçará a curiosidade do seu público.

*Sobre Renato Shirakashi

Renato é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo e desenvolvedor de produtos da área de tecnologia, focadas em melhorar a comunicação entre empresas e consumidores. Hoje atua como General Manager da multinacional Sprinklr, onde tem o apoio e respaldo para a o desenvolvimento da sua principal criação, a plataforma Scup.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino