Shopping recebe novas lojas

Colinas Shopping, em São José dos Campos (SP), inaugura sete novas lojas no fim do ano

Centro de compras fecha ano com saldo positivo, após abrir 12 operações durante 2019; para direção do shopping, inaugurações turbinam a campanha de Natal

Localizado no corredor de compras mais nobre de São José dos Campos (a 90 quilômetros da capital São Paulo), o Colinas Shopping celebra a chegada de novas operações neste fim de ano, em plena campanha de Natal. Loungerie, Mundo do Cabeleireiro, TNG, Anacapri, Element, Faberge e Simple Organic inauguram suas lojas dentro do centro de compras entre novembro e dezembro.

Com as inaugurações, o Colinas Shopping encerrará 2019 com 12 novas operações, mantendo um saldo positivo em 2019. Antes, abriram unidades da Piticas, RC Store, Action VR, Japa Já e Preçolândia.

Com a campanha “A Doce Magia de Natal” – na qual o centro de compras sorteia vales-compra e um carro, entre 20 de novembro e 30 de dezembro –, a direção do Colinas espera que as inaugurações movimentem ainda mais o mall.

“Assim, o Colinas Shopping se atualiza para acompanhar o ritmo de mudanças que a região demanda dia após dia. O objetivo é se tornar cada vez mais um centro de compras plural e dinâmico. Um ponto de encontro que alia entretenimento, serviços e as melhores marcas”, afirma a diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas.

Diretora de Novos Negócios do Colinas Shopping, Larissa Dantas / Divulgação

O shopping espera um crescimento de 15% nas compras de Black Friday e Natal, com um intenso movimento diário de pessoas nas vésperas das datas comerciais.

“O que buscamos é oferecer um leque completo de opções aos clientes, dentro do plano de tornar o Colinas Shopping o principal complexo multiuso entre São Paulo e Rio. Com a inauguração da torre comercial no ano que vem, a tendência é valorizar ainda mais nosso mix de lojas voltadas ao varejo”, completa Larissa.

Inaugurações

Entre as operações que serão inauguradas, está uma das mais queridas lojas de lingerie do país, a Loungerie. Com 66 unidades espalhadas por diferentes regiões do Brasil, a marca se notabiliza por criar modelos que unem conforto e sofisticação sob medida, para incluir toda a diversidade das mulheres do Brasil.

Quem procura as melhores marcas de produtos para os cabelos, vai adorar a loja Mundo do Cabeleireiro. No espaço, é possível encontrar as novidades de marcas como L’Oréal, Wella, Selena Hills e Butter Hair, entre outras.

Ainda na linha de beleza, a Simple Organic Beauty chega ao Colinas Shopping com o conceito slow beauty. A marca de cosméticos conta com produtos orgânicos e 100% veganos, formulados com matéria-prima orgânica e natural, sem parabenos, conservantes naturais e sem testes em animais.

O setor de vestuário conquistou novas operações. Uma delas é a TNG, de roupas e acessórios masculinos e femininos. Outra opção com muito estilo e personalidade é a Element, que confecciona modelos inspirados na moda urbana.

Conhecida por seus sapatos, bolsas e acessórios, a Anacapri é mais uma entre as novidades que chegam para o fim do ano no Colinas Shopping. A loja conta com modelos cheios de estilo para o dia a dia.

Há ainda a loja do Grupo Faberge, multimarcas do setor automotivo que comercializa grandes marcas como Volvo, Audi e Citroën, que será inaugurada no piso superior.

Confirmando o bom momento do centro de compras, as lojas O Boticário, Espaço Acessórios e Manazzo, já na ativa, também aproveitam o fim do ano para uma repaginação completa. O Boticário amplia seu espaço para uma loja maior; já o Espaço Acessórios apostará em um novo modelo de loja da franquia; e a Manazzo (já inaugurada) ampliou seu espaço e repaginou o décor de tabacaria.

A Doce Magia do Natal

Na campanha de Natal do Colinas Shopping, a cada R$ 400 em compras realizadas entre os dias 25 e 29 de novembro, os clientes concorrem a cinco vales-compra de R$ 5.000. Depois, a cada R$ 400 em compras, de 20 de novembro a 30 de dezembro, os clientes concorrem a um BMW X-1 equipado com produtos Thule.

Fonte: CABANA | João Pedro Teles
Repórter

Millennials brasileiros preferem experiências

52% dos millennials brasileiros preferem gastar em experiências do que em bens materiais

Novo estudo da Kantar mostra a relação dos consumidores brasileiros com as principais marcas de varejo de moda

· Apenas 23% dos consumidores brasileiros acreditam que as lojas das marcas que frequentam são centradas no cliente

· Apenas 22% consideram as marcas de varejo como uma excelente inspiração de moda

· As marcas com atendimento rápido têm 3,6 vezes mais clientes satisfeitos

· Os clientes satisfeitos estão 2,4 vezes mais dispostos a comprar produtos adicionais

Apesar de comprar na loja ser um prazer para os brasileiros, as marcas de varejo de moda ainda não aproveitam todo o potencial que uma boa experiência do cliente pode trazer. Essa é uma das conclusões do relatório A Vantagem da Experiência – Brasil, realizado pela Kantar com marcas de varejo de moda com presença no país.

O estudo entrevistou 2.785 consumidores de 10 marcas e constatou que os ambientes de varejo, on-line e off-line, são mais do que um local para comprar mercadorias, são onde as pessoas socializam, exploram, relaxam e se conectam. E os brasileiros valorizam as experiências, principalmente os jovens: 52% dos millennials preferem gastar em experiências do que em bens materiais.

Já as marcas de moda de varejo estão trabalhando para atender melhor a essas necessidades em experiência do cliente em constante evolução. Elas têm pontos fortes a seu favor: clientes experientes no uso de smartphones, altamente engajados nas mídias sociais e dispostos a gastar nas mais recentes tendências da moda.

Por outro lado, os clientes não estão satisfeitos com o atendimento na loja – apenas 23% dos consumidores brasileiros acreditam que as lojas das marcas que frequentam são centradas no cliente -, suspeitam de pagamento online e ainda desejam a gratificação instantânea de fazer compras offline.

O estudo conclui que as marcas que são centradas nos clientes trazem mais satisfação e vendas: aquelas com um atendimento rápido têm 3,6 vezes mais clientes satisfeitos e eles estão 2,4 vezes mais dispostos a comprar produtos adicionais. Elas também crescem mais. Segundo o estudo Mastering Momentum, também da Kantar, marcas que excedem altamente as expectativas dos consumidores em experiência crescem mais de 247%.

Aprendizados para empresas que querem melhorar sua CX

O relatório sobre da Kantar também lista alguns aprendizados que podem ajudar marcas a serem mais centradas em seus clientes:

1. Comunique uma promessa diferenciada de marca;

2. Inspire seus clientes por meio das redes sociais;

3. Promova a inclusão, celebrando a diversidade;

4. Crie emoções positivas durante a experiência dentro da loja;

5. Desenvolva aqueles aspectos específicos da experiência da compra online.

“Para aumentar o valor vitalício do consumidor, as marcas devem aumentar a fidelidade por meio de experiências emocionalmente envolventes, orientadas pela promessa da marca”, afirma Juliana Honda, líder de CX da divisão Insights da Kantar Brasil. “Para além dos descontos, é preciso oferecer benefícios e
experiências satisfatórias. As marcas de moda no Brasil precisam alcançar essa vantagem, já que que esses elementos vão se tornar cada vez mais importantes enquanto a economia cresce.”

A Vantagem da Experiência – Brasil está disponível para download gratuito aqui.

Fonte: Kantar – Karina Rodrigues da Silva

Vendas devem crescer na Black Friday deste ano

Black Friday: vendas no varejo devem crescer 18% este ano

Expectativa é da Abcomm e dados da Klooks, plataforma de big data especializada em inteligência financeira corporativa, confirmam crescimento no ano passado: 9 das 10 maiores varejistas registraram aumento

Apesar do momento de recessão que vivemos, as expectativas para a Black Friday são animadoras para o varejo: a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) projeta crescimento de 18% de vendas na data em relação ao resultado de 2018. Dados da Klooks – plataforma de big data especializada em inteligência financeira corporativa – demonstram que 9 das 10 maiores varejistas do país registraram crescimento no ano passado.

Esta é a 9ª edição do evento no país e, ao longo dos anos, a aderência do público e as vendas subiram vertiginosamente. No ano passado, a sexta-feira mais esperada do ano cresceu 23% em relação a 2017, movimentando cerca de R$2,6 bilhões.

Segundo o fundador da Klooks, Alexandre Abu-jamra, a Black Friday se tornou um importante termômetro para as vendas de fim de ano. “A data, a cada ano que passa, mostra sua importância para o desenvolvimento nacional, mas ao mesmo tempo aponta a necessidade de planejamento para atender o aumento da demanda”, destaca Alexandre.

O panorama que aponta Abu-jamra é baseado no trabalho da Klooks, que utiliza inteligência artificial e machine learning para mapear, reunir e analisar demonstrativos financeiros de capital fechado, transformando-os em relatórios inteligentes. Com mais de 30 mil empresas em seu banco de dados, a startup tem a maior base de demonstrativos financeiros do país e possui clientes que são referência no mercado, como Standard & Poor’s, Moody’s Analytics, Lexis Nexis, entre outras.

“A Klooks é um grande catálogo de demonstrativos financeiros de empresas privadas. Usamos nossas ferramentas para fornecer dados mais atualizados, padronizados e relevantes para ajudar na tomada de decisão de nossos clientes”, destaca.

Fonte: Agência No Ar – Andréa Camilo

Coluna Comunica com conteúdo

Por que empresas com Conteúdo lucram mais?

É fácil notar que os hábitos dos consumidores mudaram muito nos últimos anos e com isso o marketing também. Você já reparou qual a primeira coisa que faz quando pensa em comprar algo? Geralmente a resposta a essa pergunta é: pesquisar na internet sobre o produto ou fornecedor, e com isso milhares de informações são disponibilizadas em um clique.

Vamos exemplificar essa experiência de compra. Quando você pesquisou, encontrou exatamente as informações que você tinha dúvida e percebeu que esse produto é muito necessário para resolver um problema que você tenha.

Pois é aí que eu quero te mostrar porque empresas com conteúdo lucram mais, esse conteúdo é a fase inicial de uma estratégia de marketing de resultado. É a fase do conteúdo que usamos para atrair potenciais clientes.

Qual é o mais eficiente: marketing de atração ou marketing tradicional?

Aqui vale você analisar e decidir o que é mais interessante para seu negócio. O marketing tradicional é aquele que atinge a massa, por exemplo, panfletagem, comerciais em TVs, rádios, outdoors, entre outros.

Imagem de jeferrb por Pixabay

O marketing de atração se baseia em atrair o cliente que tem a necessidade do seu produto. Você atrai ele partir dos conteúdos para sanar uma necessidade real dele. Assim, você foca nas pessoas que realmente necessitam do seu produto ou serviço.

Mas qual conteúdo eu devo entregar?

Hoje a internet dispõe de muito conteúdo e as pessoas têm informações a um clique. Então as informações que você entrega têm que ser relevantes e têm que agregar valor ao seu prospect. Como ele fará parte de uma estratégia, você tem que guiá-lo durante o caminho para a conversão e para os outros estágios até a compra do seu produto.

Portanto, é importante definir o conteúdo de acordo com a fase do seu prospect e que esteja alinhado a sua estratégia.

Mas é caro investir em conteúdo?

Essa é uma pergunta muito simples de se responder, basta você se perguntar quantas vezes já gastou com propaganda e marketing e praticamente não teve resultado? Com o marketing de atração iremos atrair pessoas que querem comprar de você, portanto seu dinheiro não será desperdiçado com pessoas que não estão interessadas no seu produto ou serviço. Então aqui já podemos dizer que o seu investimento será de acordo com o seu resultado.

Isso funciona? Pois já uso redes sociais na minha empresa, mas elas não geram o retorno que eu esperava

Ouço muito essa afirmação no meu dia a dia e resolvi compartilhar com vocês o motivo pelo qual isso ocorre.

Em tudo que vamos praticar na internet temos que ter uma estratégia aplicada a isso, além de um objetivo final que deve ser usado o tempo todo.

Publicar só por publicar pode te tornar no máximo conhecido, e isso irá resultar nas métricas de vaidade que no final das contas não resultam em clientes a mais ou então em um retorno sobre o investimento satisfatório..

A rede social é uma ótima ferramenta de atração, portanto, quando unimos essa ferramenta a uma estratégia correta, aí sim ela resultará em mais clientes.

A Comunica – Marketing de Resultado é especialista em Marketing de Atração, que tal vir tomar um café conosco e conhecer mais sobre essa estratégia?
Ligue: (12) 99726-8928

Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados

Seis em cada dez brasileiros planejam ir às compras no Dia dos Namorados, mas gasto médio deve ser menor que em 2018, estimam CNDL/ SPC Brasil

Expectativa é de que a data movimente R$ 12,5 bilhões; quase 99 milhões de pessoas pretendem presentear o parceiro e shoppings despontam como principal destino de compras. Tíquete médio será de R$ 127, uma queda real de 27% em relação ao ano passado

Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado. Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de 12,53 bilhões de reais na economia.

Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%). Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Mais da metade dos consumidores tem a percepção de que os produtos estão mais caros este ano; 76% pesquisarão preços antes de comprar

Quase seis em cada dez entrevistados (56%) têm a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e apenas 5% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2018. De olho no bolso, 76% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que disseram ir em busca de melhores ofertas, 69% pretendem usar a internet como aliada, 48% pesquisarão em shoppings e 43% em lojas de rua.

O simbolismo em torno desta data comemorativa ajuda a explicar a decisão de presentear. A pesquisa constatou que 47% dos que farão compras no Dia dos Namorados consideram o ato de presentear um gesto importante, ao passo que 46% têm o costume de presentear as pessoas que gostam. Os mais lembrados na ocasião serão os cônjuges (59%) e namorados (35%).

A sondagem revela ainda que 52% pretendem ir às compras na primeira semana de junho. Já 16% deixarão para a véspera do Dia dos Namorados e 14% disseram antecipar para o mês de maio.

Roupas são o principal item de quem irá presentear e se preparar para a comemorar a data; 32% planejam fazer compras em shoppings

Este ano, o levantamento revelou que os gastos devem envolver mais do que a compra do presente. Para 63% dos entrevistados, os gastos com a aquisição de um produto ou serviço terão um motivo especial: a preparação para comemorar a data. Para isso, os itens mais mencionados foram as roupas (30%), os perfumes, cosméticos ou maquiagem (19%), a lingerie ou peça íntima (18%), os calçados (11%) e os tratamentos estéticos, como salão de beleza e barbearia, manicure, depilação (9%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como principal destino, com 32% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas das lojas de rua (11%), das lojas de departamento (11%) e dos shoppings populares (9%). Em relação aos fatores que mais influenciam a escolha do local, 55% mencionaram os preços, 48% a qualidade do produto e 41% as promoções.

Já em relação ao local onde será comemorado o Dia dos Namorados, os consumidores se dividem entre a própria casa (37%) e os restaurantes (27%). Na escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (23%) e o perfil do presenteado (20%). Ainda segundo apontou a pesquisa, 70% acreditam que também vão receber presentes na data.

33% pretendem comprar presentes mesmo com contas em atraso, entre esses a maioria está com nome sujo

Para impressionar o parceiro, muitos consumidores não veem limites e até ignoram os compromissos financeiros já assumidos. A pesquisa mostra que três em cada dez (33%) entrevistados que pretendem comprar presentes irão às compras mesmo com contas em atraso. Entre esses, 69% estão com CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito. Além disso, 7% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada.

Os dados revelam ainda que 30% reconhecem gastar mais do que podem na compra de presentes para o parceiro. As justificativas para ultrapassar os limites do orçamento passam pelo desejo de agradar o cônjuge ou namorado (37%), por achar que o parceiro merece (34%) e pelo desejo de impressionar (10%). “Para os que têm contas em atraso ou estão negativados, existem outras formas de surpreender o parceiro. Fazer um esforço além da própria capacidade de pagamento pode comprometer ainda mais o orçamento. É preciso, acima de tudo, ter disciplina para conter os gastos e usar a criatividade”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Fonte: CNDL/ SPC Brasil

Pesquisa aponta a intenção de compra no Dia dos Namorados

Pesquisa ACI/Unitau revela intenção de compra no Dia dos Namorados

Roupas, joias, calçados e perfumes estão em alta neste Dia dos Namorados, quando o comércio de São José dos Campos espera um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado.

Photo by Renata Fraga on Unsplash

Isso é o que mostra pesquisa exclusiva sobre o comportamento do consumidor em relação ao Dia dos Namorados, feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi feito entre os dias 27 e 30 de maio, entrevistando 423 pessoas em áreas de concentração do comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro é de 4,76 pontos percentuais para mais ou para menos.

Pelos números, este será o Dia dos Namorados da elegância

Roupas e acessórios aparecem disparados no ranking dos presentes em vista, com 52,5% das citações. Em seguida aparecem joias ou bijuterias (9%), calçados (8,5%) e perfumes e cosméticos (6,2%). Almoços ou jantares românticos, bombons e bolos registraram 4% das citações.

Photo by Alysa Bajenaru on Unsplash

“Este Dia dos Namorados deve confirmar a tendência de aquecimento nas vendas do comércio de São José dos Campos, registrada deste o Natal do ano passado e reforçada pelo último Dia das Mães. Depois de termos registrado o melhor Natal dos últimos cinco anos e um Dia das Mães muito aquecido, para este Dia dos Namorados devemos ter um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado. Trata-se de uma retomada lenta, mas constante, o que mostra a volta da confiança do consumidor”– disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

No valor dos presentes, uma boa notícia: o tíquete médio deve ficar na casa dos R$ 101 aos R$ 200 (43%), com 22,4% dos entrevistados apostando em presentes acima de R$ 201.

Outro dado significado: a maioria dos consumidores deve optar por pagar as compras à vista (53,3%). Sobre a forma de pagamento, 26,8% disseram que vão pagar em dinheiro, 25,1% vão optar por pagar de forma parcelada no cartão de crédito, 24,6% vão usar cartão de débito, 13,1% afirmaram que vão pagar à vista no cartão de crédito e 8% vão optar pelo crediário da loja. Não houve citação sobre pagamento em cheque.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Artigo aponta quem são os consumidores com mais de 60 anos

Quem são os consumidores com mais de 60 anos?

Por Julio Moretti

Nos últimos anos marcas, produtos, serviços e empresas de todas as áreas, buscam desvendar o comportamento dos millennials (nascidos entre o início dos anos 80 e meados dos anos 90) e mais recentemente da Geração Z (nascidos entre meados dos anos 90 e 2009). Enquanto isso, a Geração X (nascidos em meados dos anos 60 e início dos anos 80) e os Babies Boomers (nascidos entre 1945 e meados dos anos 60) estão se sentindo invisíveis, segundo estudo realizado pela consultoria Hype60+, uma consultoria de marketing especializada no consumidor sênior. O que é um erro, já que eles são os maiores detentores da renda, sendo que mais de 63% deles ainda são os provedores da família.

Esqueça tudo o que você imagina sobre os maduros. Acredite, eles não estão em casa assistindo a programas de culinária ou novelas, muito menos jogando dominó. Em março, a consultoria realizou uma pesquisa bastante abrangente, considerada a maior já feita no Brasil sobre a chamada Economia Prateada, envolvendo quase 2.500 pessoas acima dos 60 anos. O título do estudo é Tsunami60+ e nela, a maioria dos pesquisados declarou estar bem de saúde física e mental, muitos ainda trabalham, além de serem bem ativos no dia a dia. Passeiam, namoram e navegam com cada vez mais facilidade na internet, inclusive, muitos são superativos em redes sociais como Facebook e WhatsApp, entre outras plataformas, como games.

Geração economicamente ativa!

Mas, você ainda não se convenceu do potencial dessa faixa etária? Então, veja isso: a economia prateada, como são chamados, é considerada a terceira maior atividade econômica do mundo, indústria que movimenta US$ 7,1 tri anuais. Nos EUA, esse segmento já representa mais de 25% do consumo e no Brasil, o público maduro movimenta cerca de R$ 1,6 tri ao ano.

De acordo com o grupo financeiro multinacional Goldman Sachs, se comparado aos mais jovens – como os millennials e os da geração Z – o consumo dos 60+ cresceu três vezes mais rápido nos últimos dez anos, mas, ainda assim, 63% dos negócios não posicionam este público como alvo de suas estratégias, o que pode ser contraditório, pois apesar de essa indústria movimentar a economia, ainda existem poucos produtos e serviços que sejam desenvolvidos e pensados na perspectiva das pessoas mais velhas. E, por vezes, consomem produtos que são mais ou menos adequados.

De frente com o seu público

Se na oferta de produtos falta atenção a este público, nos aspectos de atendimento e relacionamento com este consumidor, além da pouca atenção, as empresas também estão perdidas nas estratégias. É preciso urgentemente que as marcas tenham empatia. Só isso poderá alinhar as estratégias. Ainda no estudo Tsunami60+, a empatia tem o poder de curar relacionamentos desfeitos, derrubar preconceitos, nos fazer pensar em nossas ambições e até mesmo mudar o mundo.

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Ao meu ver, os 60+ ainda são uma novidade para o mercado, e com grandes oportunidades, basta apenas as empresas entenderem as novas necessidades desse público mais maduro. Nas propagandas, uma simples imagem de pessoas reais que não sejam estereótipos já aproxima o público da marca. A pesquisa feita pela Hype60+ comprovou que eles não se sentem representados em comerciais. No atendimento, processos bem desenhados e treinamentos específicos para as equipes vão criar diferencial ao lidar com esse público e certamente podem colocar uma empresa um passo a frente da concorrência. Uma dica: dê protagonismo a eles! Não faça propagandas com pessoas jovens ajudando um idoso a usar o celular, por exemplo. E nas interações, ouça mais esse público e crie fluxos especiais para atendê-los.

Outro ponto importante revelado no estudo diz respeito ao UX, ou Experiência do Usuário, em português. No design dos produtos e dos serviços, para eles, menos é mais. Se sua empresa oferece aplicativos e interfaces digitais de atendimento, use letras maiores, cores fortes e com contraste para facilitar a leitura do público 60+. Se você tem um e-commerce, encurte o número de cliques e o fluxo de venda para ter mais conversão desse consumidor.

Você pode estar achando exagero falar de aplicativos e e-commerce para essa turma, mas as pesquisas dizem o contrário. O Tsunami60+ comprovou que eles estão na internet, principalmente nas redes sociais como Facebook e no Whatsapp. O público maduro é digital e quem ainda não se atentou para isso muito provavelmente está perdendo vendas. E se isso não te impressiona, saiba também que em um estudo sobre os Babies Boomers, feito pela U.S. News & World Report, apontou que 72% dos chamados novos idosos já realizaram ao menos uma compra online, enquanto 83% deles já pesquisaram um produto na internet antes de realizar uma compra offline.

A conclusão mais óbvia disso tudo é que as empresas estarão perdendo grandes oportunidades se simplesmente incluírem o público 60+ como uma fatia a mais na quantidade do seu público-alvo. Esse consumidor deve ser uma Persona em suas estratégias de negócio, e isso vale especialmente para os SAC das empresas. Por isso a consultoria em design de atendimento é tão importante, para, entre outras coisas, desenhar a forma certa de falar com cada público.

CRM e mkt de relacionamento: lado a lado

Gestão: CRM e marketing de relacionamento devem caminhar lado a lado

* Octavio Garbi, sócio e diretor de vendas da Ploomes

Priorizar oportunidades de vendas de acordo com a disponibilidade de tempo do vendedor faz total sentido. Porém, alguns profissionais da área podem frequentemente confundir prioridade com exclusividade. Sentindo a necessidade de dar escalabilidade e organizar o processo de prospecção, empresas implantam plataformas de CRM (Customer Relationship Management ou gestão de relacionamento com o cliente, em português), mas esquecem de alinhar a plataforma com estratégias relacionadas à gestão da carteira de clientes – que vão muito além das etapas de prospecção. Ao restringir a utilização da ferramenta à adaptação do processo comercial, ou seja, preocupando-se apenas com o acompanhamento e o fechamento de oportunidades identificadas, a companhia deixa de explorar um enorme potencial existente no uso desse tipo de tecnologia: a definição de estratégias de marketing de relacionamento para uma melhor gestão e aproveitamento da carteira.

Fomentar uma base de dados de prospects, leads e clientes sem a combinação dessas estratégias personalizadas de relacionamento significa, necessariamente, perder dinheiro. Qualquer contato cadastrado na plataforma tem ou já teve algum nível de relevância para o negócio de alguma forma. O marketing de relacionamento nada mais é do que a compreensão dessa relevância para que as estratégias de comunicação sejam traçadas com objetivo de gerar o seu completo aproveitamento. Variados clientes (com diferentes características demográficas, comportamentais e em momentos distintos de suas jornadas) pedem, claro, estratégias diferentes.

Em determinados setores da economia, como as indústrias e distribuidoras B2B, o marketing de relacionamento torna-se ainda mais relevante, uma vez que o número de potenciais compradores é muitas vezes restrito. Uma fabricante de leitos hospitalares e demais materiais relacionados, por exemplo, tem como mercado potencial 6.820 hospitais ativos no país, entre públicos e privados, de acordo com os últimos dados da Federação Brasileira de Hospitais divulgados em 2018. Como sabemos que a construção de um hospital demanda tempo e um elevado investimento financeiro, estamos tratando de um mercado com limitado crescimento a curto prazo. Então definir como estratégia de venda a prospecção de novos hospitais é limitar sua velocidade de crescimento com a do mercado em questão. Nesse sentido, ganha ainda mais importância a prática do marketing de relacionamento.

A essência do CRM, isto é, o motivo pelo qual ele foi criado, não pode ser esquecido. É por meio de sua correta utilização que uma organização conseguirá tornar o relacionamento com o cliente mais inteligente – tanto no retrabalho daqueles que ainda não estabeleceram qualquer vínculo formal com a empresa como no fortalecimento dos laços com clientes que já efetivaram ou realizam periodicamente compras. Assim, as empresas conseguem aliar o processo comercial a uma estratégia de relacionamento consolidada, extraindo o maior retorno possível desse tipo de software.

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Para alcançar êxito na empreitada, também vale ressaltar que é imprescindível que todos os colaboradores envolvidos no processo participem de treinamentos para correta utilização do software de CRM. Além disso, é necessário ter conhecimento sobre técnicas de atendimento ao cliente, valores e missão da empresa e, obviamente, entendimento completo em relação ao serviço ou produto comercializado no mercado.

Portanto, o marketing de relacionamento e o CRM não podem de jeito nenhum andar separados. A junção de ambos permite melhores resultados por meio de vendas mais ágeis, inteligentes e satisfatórias aos consumidores. Mais do que tudo isso, a aplicação dos conceitos em conjunto é reconhecer a importância da carteira de clientes para o sucesso da empresa.

* Octavio Garbi é sócio e diretor de vendas da Ploomes, empresa que disponibiliza plataforma com as funções estratégicas dos sistemas de CRM mais modernos e a parte operacional de indústrias e distribuidoras B2B

Fonte: Motim – conteúdo criativo – Raphael Bueno

A sustentabilidade e a economia colaborativa já geram impactos no consumo

Consumo consciente é uma tendência que cresce em todas as idades e públicos. A economia colaborativa está ajudando esse movimento

O consumo consciente deixou de ser apenas discurso para estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas no mundo e, claro, no Brasil. Esse movimento, que envolve consciência sobre o bem coletivo passa a ganhar maiores proporções com o avanço da economia colaborativa, impactando significativamente a forma de consumir produtos e serviços. Essas conclusões são oriundas da pesquisa A Economia Colaborativa e os Impactos no Consumo, desenvolvida pela Officina Sophia Retail, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers.

O estudo detectou que 56% das pessoas, com prevalência na Classe A, já ouviram falar de economia colaborativa e consumo consciente, bem como conhecem diversos aplicativos que promovem o consumo colaborativo. Um reflexo disso é que, para 63% dos respondentes, as empresas baseadas na economia colaborativa são mais inovadoras que as demais.

Outro ponto destacado no estudo é a relação das pessoas com as mais diferentes atividades da economia colaborativa para buscar alternativas mais sustentáveis, econômicas ou conscientes de consumo. Algumas opções são mais conhecidas e utilizadas como os aplicativos de transporte (97% dos entrevistados usa ou conhece); serviços de aluguel de casas por temporada (92%); aluguel de bicicletas (89%); compra e venda de produtos em sites (88%); e aplicativos de carona (87%).

O estudo mostrou também como as pessoas se comportam diante dessa nova realidade. De modo geral, elas não estão alheias às mudanças e fazem questão de participar de tudo com relação ao consumo consciente. Foram detectados três perfis: “O Consciente” (48% do total), para quem a economia colaborativa constrói comunidades fortes; “O Prático” (31%), que enxergam na economia colaborativa uma forma de vida mais econômica; e “O Distante” (21%), que entende o cenário como algo muito novo, sem consistência e ainda distante da sua realidade, mas precisa de mais informações. Nesse sentido, as mulheres se entendem mais “práticas”, enquanto homes se veem mais “distantes”. Quando o corte foi por classe social, percebeu-se a Classe A mais “consciente”.

O que fazem em relação ao consumo excessivo? Trocas. Nesse ponto, a economia colaborativa é uma grande aliada. Troca-se, por exemplo, o carro próprio por transportes públicos e/ou serviços coletivos como UBER. “A troca do material pela vivência é crescente. Pensar nesse consumo de forma consciente é um dos nossos novos desafios. Cabe às empresas entender e atender esse novo consumidor”, explica Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail, responsável pela pesquisa.

“Mais do que consumir menos, é saber consumir. Se preocupar com todas as etapas do consumo – antes, durante e depois. O processo de busca por informações é trabalhoso, pois as pessoas acham que apenas comprar um produto escrito ‘orgânico’ na embalagem já é suficiente, por exemplo. Quando, na verdade, o consumo consciente seria buscar a origem do produto, como a embalagem foi produzida, como são feitos os descartes etc.”, destaca Valéria.

Para alguns, ainda existe a percepção de que essa tendência faz parte de um modismo, no qual se acredita que muitas pessoas praticam no discurso, mas falham nas escolhas. Porém, isso não tira a grandeza do movimento que vem em uma crescente.

“Um dos pontos que ressalto a partir do estudo é que as pessoas estão aprendendo a consumir e usar melhor os recursos e facilidades que têm à sua disposição. É normal buscar a otimização dentro de casa ou no trabalho, para que o descarte seja menor. Além disso, passam a querer saber a origem dos alimentos que consomem (com bom destaque para a alimentação orgânica e vegana) e se preocupam a respeito de como, onde e de qual maneira deve ser feito o descarte. Isso está acontecendo, pois estamos sob o forte impacto da tendência de ‘consciência coletiva’, pela qual o indivíduo começa assumir o peso das responsabilidades sociais e ambientais”, conclui.

Metodologia – Para chegar aos resultados, foram entrevistadas on-line 1.670 pessoas, sendo 53% mulheres e 47% homens, em todo o Brasil, com idade entre 18 e 64 anos, das classes A, B e C. Separaram-se, na amostra, os jovens entre 18 e 26 anos, para compor a comunidade dos trend setters (pessoas que começam, marcam ou criam tendências e podem determinar quais são as tendências mais populares). Além disso, três entrevistados foram ouvidos com mais profundidade e compuseram os opinion leaders: Rodrigo dos Reis, CEO da Zeitgeist e especialista em Tendências; Ricardo Pastore, professor da ESPM e especialista em Varejo; e Ana Lavaquial, consultora de Economia Colaborativa e Inovação.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

28% dos internautas utilizam sites de ofertas e descontos

28% dos internautas utilizam sites de ofertas e descontos, aponta pesquisa CNDL/SPC Brasil

Entrada para shows, cinema e teatro são os principais itens adquiridos. Valor médio das compras é de R$ 155. Mais da metade dos consumidores online não usufruiu de todos ou parte dos cupons promocionais adquiridos

Imagem: Pixabay

Os sites e aplicativos de descontos já fazem parte da rotina de compra dos brasileiros. De acordo com pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 28% dos consumidores que compraram pela internet no último ano têm o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos. De acordo com o levantamento, entradas para shows, teatro, cinema e casas noturnas (43%) são os itens mais adquiridos. Em seguida, aparecem restaurantes e bares (39%), além dos tratamentos estéticos (26%), delivery (26%) e pacotes de viagens (21%). Em média, o valor das compras realizadas é de R$ 155,14, sendo maior entre os homens (R$ 178,29) e nas classes A e B (R$ 195,64).

De acordo com o estudo, seis em cada dez entrevistados (57%) disseram ter reduzido a quantidade de itens adquiridos nesses sites e aplicativos frente aos anos anteriores, enquanto 20% compraram mais. Embora o levantamento mostre que o volume de aquisições tenha caído, a grande maioria avalia de forma positiva sua experiência de compra: 89% mostram-se satisfeitos com os produtos e serviços adquiridos em sites de ofertas e descontos.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, alerta para as tentações das ofertas na hora de comprar, que podem comprometer o orçamento. “O brasileiro já se acostumou a procurar por bons descontos na internet, mas é preciso cautela para não exagerar no consumo. Todo cuidado é pouco com as compras por impulso. Vale sempre avaliar se o produto adquirido é algo necessário para depois não ser sequer usado”, observa.

Seis em cada dez consumidores não usufruem de todos ou parte dos descontos promocionais adquiridos nas compras pela internet

A pesquisa também aponta que muitas vezes os consumidores acabam não aproveitando os descontos adquiridos, o que implica em algum tipo de prejuízo. Apenas 43% dos internautas disseram ter usufruído de todos os cupons promocionais adquiridos — o que aumenta para 50% entre as mulheres. Entre os itens que não foram usados estão kits de festa (24%); roupas, calçados e acessórios (23%); cupons para academia (23%) e peças, serviços de manutenção ou lavagem de automóveis (23%). Por lado, 39% não usufruíram de alguns vouchers comprados, enquanto 18% não chegaram a utilizar nenhum deles.

Foto: Pixabay

Dentre os 57% que não utilizaram todos ou parte dos produtos e serviços comprados por meio de sites ou aplicativos de descontos, as principais justificativas são perda do prazo de utilização ou validade do cupom expirado (35%), regulamento e datas pré-definidas não atendiam as necessidades do consumidor (23%) e problemas de acesso ao local do serviço, que se encontra longe da residência ou trabalho (21%).

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,43 pontos a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa aqui.