O consumidor atual pede um novo atendimento

As melhores práticas para atender o consumidor moderno

Especialista destaca alguns aspectos fundamentais para quem quer atender as necessidades dos novos consumidores

 

A forma de consumo de produtos e serviços está mudando, muitas dessas mudanças se dão graças a era digital e a popularização da conexão. De acordo com Ricardo Zanlorenzi, fundador e CEO da Nexcore Tecnologia, os consumidores acabam de entrar em uma nova fase, a chamada fase 3.0. E a partir daí, como as empresas devem agir para atender da melhor maneira possível esse consumidor moderno?

“O consumidor 3.0 é ativo, conectado, crítico e bem informado. É comum que ele pesquise sobre as empresas, informe-se sobre os produtos e, principalmente, avalie suas experiências de compra e atendimento”, comenta o especialista. Para quem busca formas mais interessantes para se relacionar com os clientes, Zonlorenzi separou três dicas fundamentais:

Multicanalidade: O cliente entrará em contato com sua empresa por onde for mais fácil para ele, por isso, adapte-se. Esteja pronto para receber interações em todas as mídias e canais disponíveis. Para facilitar, procure uma opção de solução que integre o atendimento e torne o processo dinâmico e conectado.

Empatia: A chave de todo o atendimento para o consumidor 3.0 é gerar empatia, nosso objetivo é transformar clientes em embaixadores da marca. Segundo estudos, 88% dos cliente que foram bem atendidos avaliaram positivamente a experiência nas redes sociais, além de recomendar para amigos e familiares. Um atendimento adequado resulta em venda.

Agilidade: Atendimentos demorados podem custar uma venda. Mesmo se for uma dúvida simples pontual, ou um problema de maior complexibilidade, a operação de relacionamento precisa resolver a questão de forma ágil e dinâmica. Busque plataformas e soluções que analisam, automatizam e são integradas aos softwares que a sua operação já usa, são soluções responsáveis por deixar o seu operador focado no que realmente importa: atender bem o cliente.

Ricardo Zanlorenzi lembra, ainda, que com o avanço da tecnologia é fundamental que as empresas estejam de olho no mercado, nas novas tendências, e em meios que facilitem essa interação com o consumidor, evitando assim maiores prejuízos. “Um bom atendimento é fundamental para boas vendas, precisamos estar ligados nas novidades que o mercado oferece para atender o cliente da melhor maneira, trazendo resultados positivos a empresa”, completa.

Fonte: P+G Comunicação Integrada – Bruna Bozza

Como foi o e-commerce no Brasil?

Um raio X do consumo do e-commerce em 2017 no Brasil

No segundo semestre o consumo do ecommerce foi histórico. Acessórios para veículos foi a categoria com maior volume de vendas. São Paulo e Rio de Janeiro seguem em primeiro no pódio do consumo online. O usuário faz compras mobile antes e depois do trabalho. 53% dos usuários utiliza Android. O Natal se encontra no topo das datas especiais.

A indústria online segue crescendo e o Brasil se consolida como um dos países mais desenvolvidos em termos de ecommerce.

Uma pesquisa anual feita pela Real Trends – plataforma líder de ferramentas de gestão e análise no Mercado Livre- demonstra o crescimento do setor e revela os hábitos do consumidor online em 2017.

“O crescimento do ecommerce esteve em ascensão durante o ano de 2017. No primeiro semestre, o setor demonstrou um crescimento comparado com o mesmo período do ano anterior e o segundo semestre do ano evidenciou um arranque com crescimento histórico, sobretudo para certas categorias”, analisou Javier Goilenberg, CEO e Co-fundador da plataforma.

Neste sentido as categorias mais compradas e com maior faturamento foram:

1) Acessórios para Veículos

2) Casa, Móveis e Decoração

3) Celulares e Telefones

4) Informática

5) Eletrônicos, Áudio e Vídeo

Por sua vez, no que diz respeito às localidades com maior movimento:

– 60% do tráfego se concentrou em São Paulo

– 8% no Rio de Janeiro

– 32% entre Minas Gerais, Santa Catarina, Goias e Rio Grande do Sul.

O e-commerce e seus horários:

Segundo estimativas da pesquisa 2017 feita pelo site especializado em comércio eletrónico Profissional de e-commerce, atualmente no Brasil, 41% das lojas virtuais estão “bem preparadas” para vender através da opção m-commerce. Por sua vez, as vendas por meio de smartphones representam até 10% das vendas totais para 38,4% de lojistas virtuais no país.

Em concordância com o auge do m-commerce, na Real Trends foi registrado um aumento no uso do mobile.

“Os horários de maior tráfego mobile são de 8 às 9h, de 12 às 13h e de 19 às 23h, o que é natural visto que são os horários em que os vendedores se levantam pela manhã e respondem antes de ir ao trabalho, logo durante o almoço e especialmente no horário que deixam o trabalho e continuam respondendo a caminho de casa ou mesmo da cama antes de dormirem”, salientou Goilenberg.

No que diz respeito ao sistema operacional, 53% dos usuários vendedores responderam do Android versus 47% do iOS (Apple). Os modelos de dispositivos mais populares foram o iPhone, o Samsung Galaxy J5, o Samsung Galaxy S7 Edge e o Motorola Moto G4.

O top das datas especiais:

De maio a novembro foi o período com maior movimento no e-commerce. Aqui, se podem ver as datas mais escolhidas pelos brasileiros na hora de comprar:

1. Black Friday – Total de vendas: R$600.000.000

2. Dia das Mães -Total de vendas: R$ 280.000.000

3. Dia das Crianças -Total de vendas: R$330.000.000

4. Dia dos Pais – Total de vendas: R$350.000.000

Conclui-se que, em sua maioria, os “eDay” tais como Blackfriday cobram um protagonismo maior, as datas chave mais “tradicionais” como o Dia das Mães, Dia dos Pais e Dia das Crianças seguem tendo grande relevância.

Resta esperar, como em 2016, que após o final do ano o Natal seja a grande data em termos de vendas e faturamento. Dezembro se converterá, assim, no mês foco para todo vendedor, podendo duplicar ou mesmo triplicar o faturamento de um mês convencional.

Agora sim, conhecidos os hábitos de consumo online em 2017, como se prepara um vendedor para maximizar as oportunidades no próximo ano?

Fonte: Partner Press&PR – Daniel Salman

Programas de fidelidade na era digital

Programa de fidelidade na Era Digital traz mais benefícios às empresas do que apenas reter clientes*

Todo mundo já participou de ao menos uma promoção na qual você volta 10 vezes ao estabelecimento e ganha um produto ou serviço. Pode ser um corte de cabelo, uma lavagem completa no carro ou o almoço do dia. Quase todo brasileiro já teve ao menos uma dessas cartelinhas semi-preenchidas em sua carteira. E alguns conseguiram resgatar seu prêmio. Essa é uma das formas mais simples de se fazer um programa de fidelização de clientes. A prática busca fazer com que os consumidores voltem mais vezes ao estabelecimento, criando um relacionamento duradouro.

Jailson Ramos, gerente da Lealis

E clientes que retornam para o seu negócio são os melhores clientes! Isso porque custa entre 6 e 7 vezes mais conseguir um novo cliente do que reter um que já conhece seu negócio. Clientes recorrentes gastam, em média, 67% a mais que os novos. Além disso, a probabilidade do cliente antigo converter uma venda fica entre 60 e 70%, enquanto o novo cliente tem apenas 5 a 20% de chance. Os dados são da Selfstartr.

Além das clássicas cartelinhas, existem também os planos mais sofisticados, que trabalham com pontuações e recompensas. Os primeiros planos deste tipo nasceram com as companhias aéreas norte-americanas, quando em junho 1980, a Western Airlines lançou um programa que dava 50 dólares de desconto a cada 5 viagens realizadas pelo passageiro na rota Los Angeles-São Francisco. Em maio de 1981, a American Airlines lançou o Aadvantage, programa de pontuação que tinha como objetivo fidelizar clientes através de descontos e upgrades nas passagens aéreas.

Depois das companhias aéreas, os programas de pontos das operadoras de cartões de crédito também passaram a fazer muito sucesso. Hoje, programas de fidelização e troca por recompensas fazem parte da rotina de grandes redes. A ferramenta, quando bem empregada, é capaz de aumentar vendas e melhorar o relacionamento com o cliente. E graças às novas tecnologias do mercado, esses programas apresentam excelentes resultados também para pequenas e médias empresas.

Segundo a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), de 2016 para 2017, houve um crescimento de 24% no número de cadastros realizados, chegando a mais de 100 milhões. A quantidade de pontos ou milhas emitidas teve um aumento de 25% dentro do mesmo período. Isso mostra o peso deste mercado.

Com os novos recursos, os programas de pontos e recompensas passaram a ser uma importante ferramenta de fidelização e relacionamento. Graças aos dados gerados pela ferramenta, é possível analisar o comportamento do consumidor e passar a oferecer descontos, promoções e recompensas cada vez mais personalizadas.

As novas plataformas de programas de fidelidade são, na verdade, um verdadeiro CRM. As soluções permitem entender melhor o seu cliente, estudar seus hábitos e, assim, conhecer melhor a sua empresa. O gestor pode descobrir quais são os dias e horários com mais movimento, prêmios mais resgatados, a frequência com que cada cliente visita a sua loja, etc. E o ideal é que o proprietário aproveite essa poderosa ferramenta e busque constantemente melhorar seu relacionamento com os consumidores.

Mais do que esperar o cliente vir e marcar pontos, hoje as plataformas permitem um trabalho contínuo para atrair e reter visitantes. Por exemplo: se você descobrir que as pessoas costumam visitar o seu negócio a cada 20 dias, pode criar uma promoção exclusiva para quem voltar para sua loja em um prazo menor, em uma semana, por exemplo. Podem ser pontos em dobro, um brinde ou desconto.

Trabalhe também com a personalização das recompensas. Entenda quais são os produtos mais consumidos por cada cliente e quais as recompensas favoritas. Ofereça prêmios que faça sentido para o consumidor e, sempre que possível, busque a exclusividade. O sentimento de ser um “cliente VIP” faz com que o consumidor se sinta valorizado e aproxime-se ainda mais de seu negócio.

Clientes satisfeitos, aumento nas visitas e um estudo detalhado sobre seu consumidor e suas vendas. Um programa de fidelidade pode trazer muito mais do que apenas uma mecânica de pontos. Em um mercado onde todo diferencial é essencial para destacar o seu negócio – independente do tamanho – acredito que valha muito a pena encontrar uma ferramenta e criar vantagens exclusivas para seu cliente. Os resultados serão visíveis.

*Por Jailson Ramos, gerente da Lealis, startup que atua com o desenvolvimento e consultoria diferenciada para serviços digitais e de inovação, produtos para fidelização, OCR, FR e desenvolvimentos de bots. Para mais informações acesse: www.lealis.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Artigo aborda geração de valor via tecnologia e inovação

Como enxergar se a Inovação e Tecnologia estão gerando valor ao negócio?*

A transformação digital é um processo que as empresas estão enfrentando há algum tempo. As principais mudanças já estão sendo notadas, como: a proximidade com os clientes em busca de uma vivência sob sua ótica, melhoria nos processos operacionais para integração das áreas e novos formatos de modelos de negócios para a oferta de produtos e serviços inovadores.

É visível também que há um grande investimento em Internet das Coisas (Iot), ou seja, equipamentos e objetos físicos que possuem tecnologia embarcada com sensores e conectados na Internet. Imagine que você não precise ir ao supermercado fazer suas compras e que a sua geladeira identifique os produtos que faltam e os solicite automaticamente a uma rede de supermercados. Ou então, a possibilidade de ler notícias em seu microondas e automóveis, que estacionem sozinhos.

Fabio Correa, consultor de Vendas da MC1 Win The Market

Essas parecem cenas de um filme dos anos 80, mas muitas dessas tecnologias já estão sendo testadas e, em breve, estarão no mercado. Com certeza, isso trará muita agilidade para o nosso cotidiano já que não gastaremos tempo com atividades tão manuais.

Diante desse cenário, em que tudo muda de forma rápida e intensa, é preciso que as empresas estejam preparadas para melhor atender às necessidades de seus clientes de uma forma eficiente.

Para isso, é importante criar áreas de inovação e pesquisa para prever e antecipar solução para as necessidades. Um exemplo disso é a empresa Uber, criada em uma tarde de neve em Paris em 2008, quando Travis Kalanick e Garrett Camp sofriam com dificuldades em pegar um táxi. Então, eles tiveram uma ideia: chamar um carro pelo celular apertando apenas um botão.

Isso demonstra que o mercado exige transformação constante das empresas e se elas não inovarem o concorrente será mais rápido e o fará. Sendo assim, elas correm o risco de perder vendas e, consequentemente, market share. Por isso, acompanhamos o crescimento e destaque das chamadas startups, microempresas conhecidas pela agilidade, inovação e soluções a baixo custo.

Diante disso, vemos cada vez mais companhias investindo em uma cultura criativa, por meio de campanhas de incentivo para novas ideias e ambientes corporativos descontraídos com games e atividades lúdicas. Com a meta de continuarem sólidas e na vanguarda.

Outro exemplo do que é ser inovador é atender um pedido rapidamente e mostrar o trânsito de mercadorias em tempo real. São criações assim que agregam valor para toda a cadeia, desde a indústria até ao usuário final. As empresas que se diferenciam ganham vantagens como satisfação do cliente, melhoria no modelo de negócio, oferta de novos produtos e serviços, contribuindo para mudanças na vida de seus consumidores.

Só nos resta acompanhar e participar ativamente dessa transformação, seja como empresa ou como consumidor.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno

Conhece o Music Branding?

Cresce interesse de marcas por Music Branding
Sócios de agência especializada na construção de identidade musical de dezenas de marcas no país, Bananas Music Branding, que deve faturar R$ 1,2 milhão neste ano, garantem, a escolha da música certa pode ajudar a fidelizar o cliente

Juli Baldi e Rafael Achutti – crédito: Lucas Neves

Marcas e consumidores nunca estiveram tão conectados como hoje. A troca de informações entre eles têm se dado pelos mais diversos canais, seja através dos produtos ou serviços entregues ou até mesmo por meio da internet e de suas mais diversas redes sociais. É neste contexto que a música ganha cada vez mais espaço, dizem os sócios-fundadores do Bananas Music Branding, Juli Baldi e Rafael Achutti. “A música é muito poderosa, mexe com a emoção das pessoas e ajuda a traduzir sensações e sentimentos, tornando o diálogo entre pessoas e empresas mais real”, explica Juli.

Fundada em 2013, em Porto Alegre, a agência está entre as principais empresas do país especializadas em curadoria e estratégia musical para marcas. Oferece serviços que vão da criação de trilha para lojas a a canais de marca em plataformas de streaming, passando por projetos especiais, conteúdo musical, discotecagem e eventos.

Hoje, a agência conta uma carteira de 20 clientes fixos, entre eles Youcom, Gang, Ford, Ministério da Saúde, SOS Mata Atlântica e Shopping Iguatemi de Porto Alegre, e prevê um faturamento de R$ 1,2 milhão neste ano. Crescimento marcante para uma empresa que começou com investimento de R$ 6 mil e que, em 2014, faturou R$ 60 mil.

O serviço de gerenciamento de canais de marcas no streaming, mais especificamente no Spotify, maior plataforma de mídia musical do mundo, com 140 milhões de usuários mensais ativos, é o principal serviço prestado atualmente pelo Bananas e responde por 60% do seu faturamento. Para a plataforma, a agência já criou e cuidou do conteúdo e estratégia dos canais de mais de 60 marcas, entre elas: Ford Brasil, Motorola, YouCom, Intimus, O Boticário, MECAFestival e muitas outras. “A criação da identidade musical personalizada diferencia a marca dos concorrentes, principalmente em relação à experiência de compra dentro da loja. Por isso, buscamos criar uma identidade musical que reforce os principais atributos e associações que a marca deseja passar, intensificando a identidade de marca através da música”, diz Rafael Achutti.

Criar uma boa playlist exige muito conhecimento, explicam os empreendedores. Do contrário, o que se tem é uma lista com mais dos mesmos e pouca identidade de marca agregada a ela. Para evitar o problema, a agência criou o Bananas Music HUB, a maior rede de curadores musicais do mundo, com mais de 600 colaboradores cadastrados, todos apaixonados e especializados em música. “Mais do que criar uma playlist, criamos uma estratégia que consiga comunicar ao cliente final o que a marca deseja, usando a música como ferramenta. Esse cuidado é percebido e assimilado pelo público tanto nos ambientes físicos mantidos pela empresa, como lojas, shoppings e restaurantes, como no ambiente digital”, explica Juli.

Em média, o valor cobrado pelo Bananas para criar uma única playlist para plataforma streaming é de R$ 3.000. Se a marca optar por fazer duas playlists ou mais, o preço de cada uma delas gira em torno de R$1.250 a R$ 1.800. Já para criar um conceito e playlist para estabelecimento físico, com cerca de 70 horas de música, o custo pode variar entre R$ 2.500 e R$ 5.000, dependendo do perfil da marca. A atualização mensal de cada playlist é de R$ 400 para plataforma streaming e varia entre R$ 350 a R$ 90 para estabelecimentos físicos, dependendo do número de pontos de vendas.

Para as marcas que desejam fortalecer suas identidades, a agência oferece a curadoria musical 360 º. Através deste serviço, cria e cuida da trilha sonora em todos os pontos de contato da marca, da loja física às redes sociais. E, para inovar ainda mais, deve lançar, em breve, um sistema de cruzamento de dados que permitirá às marcas saber qual o impacto real da música nas vendas. “Será possível cruzar a música que toca na loja, com o fluxo de clientes, o tempo de permanência e o volume de compras”, finaliza Achutti.

Fonte: Assessoria de imprensa – Baião de 3 – comunicação – Patricia Larsen

Vai ter outlet no fim de semana

Via Vale promove outlet multimarcas neste final de semana
Com peças de ótima qualidade, as roupas custarão a partir de R$29,90

Está precisando renovar o guarda-roupa ou de peças novas? Então chegou a hora de aproveitar o super outlet que o Via Vale Garden Shopping proporcionará aos clientes, na sexta-feira (7), sábado (8) e domingo (9), próximo à Praça de Eventos.

Voltado para o público feminino, adolescente e adulto, o outlet está programado para acontecer durante o horário de funcionamento do mall e grandes marcas estarão presentes com roupas a partir de R$29,90.

Com peças de ótima qualidade, a expectativa é que com os preços mais acessíveis, aumente o faturamento em 10% dos lojistas participantes.

Serviço:
Outlet Multimarcas – Via Vale Garden Shopping
Data: sexta (7), sábado (8) e domingo (9)
Horário: funcionamento do shopping
Local: próximo à Praça de Eventos

Estudo mostra quais são as marcas que respeitam a diversidade

Pesquisa revela marcas que melhor trabalham sua comunicação com relação à diversidade

Estudo realizado pela Youpper juntamente com a Netquest indica que O Boticário, Natura, Coca-Cola, C&A e Skol são as marcas que melhor lidam com a diversidade em suas campanhas publicitárias

Como os consumidores avaliam a comunicação de marcas do ponto de vista da diversidade de gêneros? Para proporcionar um melhor entendimento sobre o assunto, a Youpper – Consumer & Media Insights, empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação dos sócios Diego Oliveira e Marcelo Santos, juntamente com a Netquest, que presta serviços de pesquisa e painel online, apresentam o estudo inédito Diversidade não é # (hashtag).

Criado principalmente para ser utilizado por departamentos de marketing de anunciantes e também por agências de publicidade e de Relações Públicas, o estudo buscou a opinião de brasileiros sobre o crescente discurso das marcas frente a diversidade, radiografando sua eficiência e importância na construção de brand equity. Foram ouvidas 500 pessoas dos 26 principais estados do Brasil, incluindo o Distrito Federal, sendo mulheres e homens das classes A até E, nas idades de 18 a 50 anos.

RANKING
Quando a pergunta é sobre as marcas que melhor trabalham a questão da diversidade em sua publicidade, formou-se um ranking com 13 delas que melhor entenderam como se deve usar a diversidade em suas campanhas. Esse ranking apresenta O Boticário em primeiro lugar, seguido de Natura, Coca-Cola, C&A, Skol. Em sexto lugar aparece Dove, com Itau, Unilever e Avon empatados em sétimo lugar. Vivo, OMO, Nike e Johnson&Johnson aparecem juntos na oitava posição. O estudo indica ainda que 15% dos entrevistados acreditam que nenhuma marca está sabendo explorar a diversidade corretamente.

Ao serem questionados se a publicidade tem conseguido representar adequadamente a diversidade dos consumidores das marcas e produtos nas campanhas, 78% dos entrevistados afirmam que sim, as marcas estão fazendo seu papel corretamente, contra 22% que dizem não. Já quando a pergunta é se acham importante que as marcas se preocupem com a diversidade das pessoas, 73% considera muito importante, 25% diz que é apenas importante, 2% acha pouco importante e ninguém diz não se importar.

Com 73,6%, o principal tema a ser explorado pelas marcas nas campanhas publicitárias, segundo o público, deve ser a representação da diversidade por meio de pessoas comuns e não modelos. Em segundo lugar, com 72,4%, aparece a divisão de tarefas entre homens e mulheres no cuidado com os filhos, mostrando que o homem também pode cuidar da família. Com 69,6% e 69,2%, respectivamente, o público indica que a igualdade de direitos entre homens e mulheres e a divisão de tarefas entre homens e mulheres no lar, mostrando que o homem também pode cuidar da casa.

As afirmações dos entrevistados mostram opiniões diversificadas quando o assunto é diversidade e representatividade. Novamente sobressai com 74% que o público prefere personagens reais, ao invés de pessoas que seguem um único padrão de beleza. Em seguida, 46,8% gostaria de ver mais negros nos comerciais e 34,8% apoiam marcas que incluem gays e lésbicas em sua comunicação, contra 32,6% diz que já se sentiu ofendido por comerciais e campanhas de certas marcas e produtos.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Nathália Pelegrina

Artigo aborda transformação digital

A construção de um e-business de sucesso requer uma grande transformação digital

por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios, etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada. Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos, recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado. Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo – o famoso APP – atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização. Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão. E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

Roberto Atayde é adviser da Topper Minds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa / Ana Finatti

Plataforma ajuda marcas a explorar o poder dos consumidores

Hive ajudará marcas a explorar o poder de influência dos consumidores com novo serviço

Plataforma Beepos tem referência em campanhas de member get member

unnamed-2

Investir no poder de influência dos consumidores tem gerado excelentes oportunidades para empresas, e o famoso “boca a boca” ganha ainda mais força com os avanços da tecnologia. A Hive Marketing Technology, uma das maiores desenvolvedoras de plataformas digitais da América Latina, transformou essa tendência em negócio com o Beepos, solução desenvolvida com referência em campanhas de member get member. Há três meses no mercado, já vem sendo utilizada no Brasil por estabelecimentos como Camargo Alfaiataria e unidades da Clinica de Estética Hollywood e Academia Overall, bem como a rede de concessionárias Mitsubishi, nos Estados Unidos.

Com o Beepos, a empresa utiliza o poder da rede de contatos de seus clientes, transformando-os em importantes canais de mídia. A ferramenta funciona na indicação de consumidores para o varejo, na qual um comprador indica o estabelecimento ou produto para um amigo. Quando este último adquire algo na loja, ambos são recompensados em futuras compras.

Para utilizar o Beepos, basta o estabelecimento possuir website ou ter um tablet em seu ponto de venda. Em qualquer desses espaços o cliente precisa se cadastrar e enviar um cupom que pode ser de desconto, brinde ou qualquer outro tipo de recompensa para um ou mais amigos.

“A plataforma vai muito além da indicação e conquista de novos consumidores as empresas. Ela é um importante serviço de Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM, sigla em inglês), permitindo aos estabelecimentos automatizarem importantes tarefas do dia a dia que envolvam a comunicação com seus clientes e com baixo custo”, explica Ming Ko, gerente de produto do Beepos.

Além dessas funcionalidades, o Beepos é um recurso administrativo responsivo, pois permite ao próprio lojista criar suas promoções sem a necessidade de ter que contratar uma agência. “A plataforma pode importar a base de dados do estabelecimento, possibilitando o uso, de forma prática e barata, como um canal de comunicação entre empresa e clientes”, ressalta Ming Ko.

De acordo com Marina Camargo, gerente de Marketing da Camargo Alfaiataria, com apenas três meses de uso já foi possível atrair novos clientes. “O Beepos está sendo uma ferramenta útil para a indicação de novos clientes, além de movimentar a interação com nossos atuais”, conta.

Sobre a Hive Marketing Technology:Empresa de tecnologia, reconhecida como uma das principais desenvolvedoras de plataformas digitais da América Latina. Atualmente, conta um time de mais de 50 pessoas altamente especializadas focadas na utilização de tecnologia, criatividade e inteligência de dados para o desenvolvimento de experiências digitais diferenciadas. Entre os projetos desenvolvidos, para empresas como Ambev, Cisco, Itaú, P&G e Twitter, estão promoções online, plataformas de gamification, games, aplicativos e projetos digitais dos mais diversos portes.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira