A sustentabilidade e a economia colaborativa já geram impactos no consumo

Consumo consciente é uma tendência que cresce em todas as idades e públicos. A economia colaborativa está ajudando esse movimento

O consumo consciente deixou de ser apenas discurso para estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas no mundo e, claro, no Brasil. Esse movimento, que envolve consciência sobre o bem coletivo passa a ganhar maiores proporções com o avanço da economia colaborativa, impactando significativamente a forma de consumir produtos e serviços. Essas conclusões são oriundas da pesquisa A Economia Colaborativa e os Impactos no Consumo, desenvolvida pela Officina Sophia Retail, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers.

O estudo detectou que 56% das pessoas, com prevalência na Classe A, já ouviram falar de economia colaborativa e consumo consciente, bem como conhecem diversos aplicativos que promovem o consumo colaborativo. Um reflexo disso é que, para 63% dos respondentes, as empresas baseadas na economia colaborativa são mais inovadoras que as demais.

Outro ponto destacado no estudo é a relação das pessoas com as mais diferentes atividades da economia colaborativa para buscar alternativas mais sustentáveis, econômicas ou conscientes de consumo. Algumas opções são mais conhecidas e utilizadas como os aplicativos de transporte (97% dos entrevistados usa ou conhece); serviços de aluguel de casas por temporada (92%); aluguel de bicicletas (89%); compra e venda de produtos em sites (88%); e aplicativos de carona (87%).

O estudo mostrou também como as pessoas se comportam diante dessa nova realidade. De modo geral, elas não estão alheias às mudanças e fazem questão de participar de tudo com relação ao consumo consciente. Foram detectados três perfis: “O Consciente” (48% do total), para quem a economia colaborativa constrói comunidades fortes; “O Prático” (31%), que enxergam na economia colaborativa uma forma de vida mais econômica; e “O Distante” (21%), que entende o cenário como algo muito novo, sem consistência e ainda distante da sua realidade, mas precisa de mais informações. Nesse sentido, as mulheres se entendem mais “práticas”, enquanto homes se veem mais “distantes”. Quando o corte foi por classe social, percebeu-se a Classe A mais “consciente”.

O que fazem em relação ao consumo excessivo? Trocas. Nesse ponto, a economia colaborativa é uma grande aliada. Troca-se, por exemplo, o carro próprio por transportes públicos e/ou serviços coletivos como UBER. “A troca do material pela vivência é crescente. Pensar nesse consumo de forma consciente é um dos nossos novos desafios. Cabe às empresas entender e atender esse novo consumidor”, explica Valéria Rodrigues, diretora da Officina Sophia Retail, responsável pela pesquisa.

“Mais do que consumir menos, é saber consumir. Se preocupar com todas as etapas do consumo – antes, durante e depois. O processo de busca por informações é trabalhoso, pois as pessoas acham que apenas comprar um produto escrito ‘orgânico’ na embalagem já é suficiente, por exemplo. Quando, na verdade, o consumo consciente seria buscar a origem do produto, como a embalagem foi produzida, como são feitos os descartes etc.”, destaca Valéria.

Para alguns, ainda existe a percepção de que essa tendência faz parte de um modismo, no qual se acredita que muitas pessoas praticam no discurso, mas falham nas escolhas. Porém, isso não tira a grandeza do movimento que vem em uma crescente.

“Um dos pontos que ressalto a partir do estudo é que as pessoas estão aprendendo a consumir e usar melhor os recursos e facilidades que têm à sua disposição. É normal buscar a otimização dentro de casa ou no trabalho, para que o descarte seja menor. Além disso, passam a querer saber a origem dos alimentos que consomem (com bom destaque para a alimentação orgânica e vegana) e se preocupam a respeito de como, onde e de qual maneira deve ser feito o descarte. Isso está acontecendo, pois estamos sob o forte impacto da tendência de ‘consciência coletiva’, pela qual o indivíduo começa assumir o peso das responsabilidades sociais e ambientais”, conclui.

Metodologia – Para chegar aos resultados, foram entrevistadas on-line 1.670 pessoas, sendo 53% mulheres e 47% homens, em todo o Brasil, com idade entre 18 e 64 anos, das classes A, B e C. Separaram-se, na amostra, os jovens entre 18 e 26 anos, para compor a comunidade dos trend setters (pessoas que começam, marcam ou criam tendências e podem determinar quais são as tendências mais populares). Além disso, três entrevistados foram ouvidos com mais profundidade e compuseram os opinion leaders: Rodrigo dos Reis, CEO da Zeitgeist e especialista em Tendências; Ricardo Pastore, professor da ESPM e especialista em Varejo; e Ana Lavaquial, consultora de Economia Colaborativa e Inovação.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Desquebre apoia consumo consciente

Aplicativo Desquebre é alternativa para quem aposta em consumo consciente

Consertar eletrodomésticos é uma forma de fazer economia, mas esta boa prática vai além disso. Prolongar a vida útil destes produtos oferece benefícios nos âmbitos social e ambiental e vai ao encontro das diretrizes de diferentes movimentos focados no consumo consciente. Entre os exemplos mundiais está a iniciativa do governo da Suécia, que propõe que os contribuintes sejam restituídos em 50% pelos gastos realizados com mão de obra para reparos de produtos de linha branca. Outra tendência é o Repair Café (café de consertos), que surgiu em 2009 na Holanda, com a proposta de mecânicos aposentados ou amadores dedicarem parte do tempo a consertar, de graça, itens que vão de cafeteiras a luminárias, com o objetivo de reaproveitar os equipamentos e evitar o descarte desnecessário.

O consumo consciente também faz parte da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que corresponde ao conjunto de programas, ações e diretrizes que orientarão os trabalhos da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seus países membros. Aliado a este contexto, a crise econômica que o Brasil ainda enfrenta também fez muitos brasileiros tornaram-se adeptos da “cultura do reparo”. Pensando em incentivar a população a se adequar aos novos hábitos de consumo, o aplicativo Desquebre nasceu com o objetivo de recuperar eletrodomésticos de linha branca de uma maneira mais simples, cômoda e rápida para o usuário.

De uso intuitivo e ágil, a ferramenta ajuda o consumidor a ter seu equipamento funcionando novamente, já que inclui dicas de ações para auxiliá-lo a diagnosticar e solucionar pequenas falhas. Porém, em caso de necessidade de ajuda profissional, o app localiza técnicos especializados, que estejam mais próximos da residência do cliente.

“Para o consumidor final é uma boa opção, pois cada atendimento se inicia com o acesso a dicas gratuitas para que o cliente possa consertar seu próprio aparelho, mas se não conseguir, terá um profissional qualificado, que pode ser pago por cartão de crédito, em até 12 vezes, após acordo com o técnico. Para o profissional cadastrado, também é um excelente negócio, pois ele não perde tempo entre um serviço e outro, com horas no trânsito, já que o aplicativo o direciona para os chamados mais próximos de sua região de atuação, e para sua especialidade, o que otimiza sua agenda”, conclui Luciano Palma, fundador da Desquebre.

O Desquebre está disponível nas versões Web, Android e iOS (iPhone) e atualmente conta com uma rede de profissionais associados que atende toda a cidade de São Paulo e os principais municípios do entorno, como Alphaville, Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema e Guarulhos.

Fonte: Texto & Imagem Assessoria de Comunicação – Liliane Pires

Primeiro Circuito de Moda na Univap

Consumo Consciente x Indústria do Varejo

Robson Mikio é Gerente de Marketing do Vale Sul Shopping e abre o evento 1o Circuito de Moda da UNIVAP,  no dia 06 de junho, a partir das 19 horas, com um debate super importante sobre Consumo Consciente x Indústria do Varejo.

13319889_273426316340486_4131989475440586907_n

Se você quer se manter atualizado sobre o mercado da Moda e de Varejo, não fique de fora!

Confirme sua presença aqui na página do Evento.
#moda #fashiondesign #Univap #DesigndeModa