Pesquisa mostra como será gasto o 13°

Nova pesquisa da ACI mostra como consumidor de São José dos Campos planeja utilizar seu 13º salário

A maioria dos consumidores de São José dos Campos vai usar o 13o salário para pagar contas e para comprar presentes neste Natal.

A informação consta da nova rodada de pesquisas feitas pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), para traçar tendências de consumo na cidade. O levantamento ouviu 249 pessoas entre os dias 27 e 29 de novembro no centro de São José dos Campos (rua 15 e Calçadão da Rua 7) e nos shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa mostra que 37,9% dos entrevistados vão usar o 13º salário para pagar dívidas contra 33,7% que vão utilizar o dinheiro extra para comprar presentes. Levando em conta a margem de erro da pesquisa, as duas hipóteses estão empatadas como opção número 1 dos consumidores de São José dos Campos. Outras citações são investir na poupança (15,1%), viajar (9,4%), usar o dinheiro na reforma ou construção da casa (2,1%) e gastar o extra na compra de móveis,e apenas 1,9% utilizará o 13º salário para comprar móveis, eletrodoméstico-eletrônicos e produtos de modo geral (1,9%).

“A pesquisa sobre o uso do 13o mostra uma tendência de aquecimento nas vendas do comércio, estimulada pela recuperação da economia e pela campanha do “Natal Iluminado”, que tem conquistado o consumidor” – disse Humberto Dutra, presidente da ACI de São José dos Campos.

Entre os consumidores que vão comprar presentes de Natal, a opção preferencial é pela compra de roupas (45,9), seguida da compra de brinquedos (22,9%) e calçados (12,7%).

O perfil tíquete médio desse levantamento referente ao 13o foi diferente do apontado na pesquisa anterior, realizada no início de novembro (até R$ 200). Embora o maior número de consumidores afirme que planeja gastar até R$ 200 na compra de presentes de Natal (21,5%), uma parte proporcional dos entrevistados cita tíquetes acima de R$ 500 (20,9%). Outros 18,2% falam em compras entre R$ 2001, e R$ 300 e 13,9% admitam compras entre R$ 400,1 e R$ 500.

A forma de pagamento preferida continua sendo à vista (86,9%) e o segredo para a grande maioria dos consumidores é pesquisar preços antes de comprar. Essa é a opção para 79,9%, contra 19,1% que disseram que vão optar pelos presentes mais baratos. O local preferido de compras? A maioria disse que fará compras nas lojas do centro da cidade (49,4%) contra 34,7% que preferem fazer suas compras nos shoppings. As compras on-line ficaram na faixa dos 10,5%.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

Metrô News lança duas edições especiais para a Black Friday

Publicações vespertina, na quinta-feira (23), e matutina, na sexta-feira (24), totalizarão 250 mil exemplares

A combinação entre a chegada da primeira parcela do 13º salário e a Black Friday promete aquecer o comércio. Por conta disso, o Metrô News, terceiro jornal mais lido na Grande São Paulo, terá programação especial para a data, oferecendo grandes oportunidades de exposição aos anunciantes. Na próxima quinta-feira (23), será distribuída edição vespertina, das 18h às 20h. Já na sexta-feira (24) haverá edição especial, com distribuição das 6h às 8h. Em ambos os casos, o conteúdo editorial terá foco em bens de consumo, esclarecendo dúvidas e dando dicas para a melhor utilização dos produtos mais presentes nos lares brasileiros.

“A Black Friday está no radar dos principais empreendimentos do comércio brasileiro e ganha força como uma das principais datas do varejo. Trata-se de momento singular para uma mídia como a nossa. Segundo dados do Ipsos Connect: EGM Multimídia, 94% da nossa audiência pertence às classes A, B e C, com 820 mil dos leitores concentrados na faixa etária de maior consumo, de 18 a 54 anos”, explica Antonio Juliani, diretor Comercial do Metrô News. Segundo o executivo, a intenção é dar aos anunciantes a chance de impactar as pessoas no final do expediente, momentos antes do início da Black Friday, que começa à meia noite, e também no início da manhã do dia de promoções. Em ambas as ocasiões, haverá grande volume de consumidores definindo suas opções de compras para a data.

Para Juliani, essas edições proporcionam a agências e anunciantes ótima relação custo-benefício, com baixo CPM e possibilidades diferenciadas de formatos. Além disso, o Metrô News oferece ao mercado transparência, com números de distribuição gratuita auditados pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC). Todos esses fatores tornam a proposta comercial do jornal ainda mais atrativa para investimentos publicitários.

Sobre o Metrô News

O Metrô News é o primeiro grande jornal de distribuição gratuita em São Paulo. Começou suas atividades há mais de 43 anos, com o início da operação do Metrô na cidade. Segundo dados do Ipsos Connect: EGM Multimídia, o jornal é o terceiro mais lido da Grande São Paulo, com mais de 1 milhão de leitores. No total, 94% do público impactado pertencem às classes A, B e C, sendo que 820 mil leitores estão na maior faixa de consumo, entre 18 e 54 anos. Além disso, 12% da audiência é da região metropolitana da capital paulista. A publicação pertence ao Grupo Thomeu e tem sua distribuição gratuita auditada pelo Instituto Verificador de Comunicação (IVC).

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Cláudio Garcia

Otimismo para o Dia das Crianças

Segundo pesquisa da ACIT, lojistas estão otimistas para vendas do Dia das Crianças

Uma pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o NUPES (Núcleo de Pesquisas Econômicas e Sociais) da Universidade de Taubaté, aponta que as vendas para a data em que se comemora o dia das crianças devem ter uma aumento de 10%.

Para a realização da pesquisa, foram levantadas informações como o tipo de presente que pretendem comprar, o valor médio, a forma de pagamento, bem como o local da compra. Em relação à expectativa dos consumidores foi feito comparação com a pesquisa de 2013, período em que o país apresentava crescimento econômico. Assim, é possível identificar como a desaceleração das atividades econômicas dos últimos 4 anos pode ter influenciado no comportamento do consumidor. Foram entrevistados 78 empresários associados à ACIT e 278 consumidores com a intenção de presentear na data As entrevistas ocorreram entre os dias 08 e 22 de setembro do ano corrente e apontam um intervalo de confiança de 90%.

De modo geral, os lojistas estão otimistas em relação às vendas do ano passado. Para
42,53% dos comerciantes, as vendas vão crescer uma média de 10%, enquanto 37,93% disseram que vão permanecer como está e 15,94% apontaram redução nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados apresentam que os brinquedos continuam sendo a o item mais citado em 2017 (52,20%). No entanto, quando comparada à intenção em 2013 (71,17%) há uma redução acentuada dessa preferência. O seguimento de roupas e calçados vem como segunda opção e foi citada por cerca de 30,80%, o que demonstra uma mudança no perfil, pois esses itens são considerados mais essenciais do que os brinquedos. Essa mudança pode ser considerada devido à redução da renda disponível das famílias.

O ticket mais citado na pesquisa são os que tem valores médios de R$ 50, e a preferência para pagamento à vista foram bem superiores às outras formas de pagamento.

“Já há algum tempo percebemos a mudança de comportamento na compra de presentes, com a redução do valor médio. Mas os consumidores não deixam de presentear. O mercado sente uma leve retomada na intenção de compra. Muitos setores estão conseguindo reverter a queda de venda que se constatou nos anos de 2015 e 2016. Isso é um indicativo positivo para o país, pois o empreendedor volta a investir em máquinas e equipamentos, dando mais força a esta retomada econômica. As datas festivas deste ano foram boas e tudo leva ao entendimento que o dia das crianças será melhor que o ano passado” ressalta Felipe Bom Meihy, diretor de marketing da ACIT.

E para incentivar mais as vendas, a ACIT realiza junto ao comércio local a Campanha “Super Compras” TaubateAMO e traz a promoção Mês das Crianças, com o sorteio de 3 cartões presentes no valor de R$ 500 cada e ainda mais 3 cartões de R$ 200,00 cada para os vendedores registrados nos cupons sorteados para serem utilizados nas lojas participantes da promoção.

Com essa ideia a ACIT busca movimentar o comércio e prestação de serviço local fazendo com a economia circule pelo município e que as promoções tenham sempre mais de um ganhador. Os associados que ainda não estão participando do fundo promocional podem fazer sua adesão diretamente na ACIT. Maiores informações pelo telefone (12) 2125-8225.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Pesquisa aponta marcas que conseguem construir laços com seus públicos

Youpper apresenta pesquisa “Construindo laços fortes de consumo” em redes sociais

Estudo indica que Coca-Cola, Natura, Adidas, Netflix, Dafiti, Magazine Luiza, Netshoes, Samsung, Nestle e Itaú são as marcas que melhor entenderam como criar verdadeiros laços fortes com consumidores por meio das mídias sociais

Capitaneada por Diego Oliveira e Marcelo Santos, a empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação Youpper – Consumer & Media Insights lança o estudo “Construindo Laços Fortes de Consumo”, cuja apresentação dá início a um roadshow pelas principais cidades do Brasil. A pesquisa parte do principio da informação de que, com a tecnologia digital e as redes sociais, tanto os laços sociais e quanto os de consumo mudaram.

Diante disso, o objetivo da pesquisa foi descobrir como as atuais formas de construir laços por meio de redes sociais digitais afetam as relações de consumo das pessoas. De acordo com o estudo, o boca-a-boca, que sempre existiu, é potencializado pelas novas mídias e aproxima atores que jamais se relacionaram fora da rede digital, inclusive as próprias marcas e consumidores. Entre as conclusões está o fato de que os hábitos de consumo no Brasil, com relação às redes sociais, é dominado pelos Smartphones. E conclui que dentro dessas redes de contato a interação e conversa com os mais próximos são as máximas prioridades no aspecto social.

Ou seja, mais do que nunca o boca a boca se tornou fator decisório em qualquer planejamento de comunicação que pretende ser eficiente e, com isso, cada vez mais as marcas precisam estar aptas a explorar todo o potencial da nova arquitetura da participação popular nas redes sociais. 95% das pessoas ouvidas pela Youpper utilizam, por exemplo, o Facebook e o WhatsApp para se comunicar principalmente com parentes e amigos, mas também com marcas e corporações.

O estudo também indica que 7 a cada 10 consumidores usam as redes sociais para obter dicas de seu interesse ou buscar informações sobre determinados assuntos, ver vídeos para se divertir, pesquisar informações antes de efetivar uma compra, assim como participar de promoções, além de acompanhar perfis de marcas e produtos. Os usuários das redes sociais tecem laços principalmente com amigos e parentes para falar sobre notícias, coisas divertidas e práticas de consumo e, cada vez mais, o que eles gostam é de interagir com as marcas.

Ainda sobre as redes sociais, a pesquisa conclui que as marcas precisam explorar todo o potencial dessa arquitetura da participação criada pelo meio digital, o que remete a uma cobertura maior entre os consumidores para gerar mais chances de envolvê-los na jornada de consumo.

Outro aspecto abordado foi o comportamento dos usuários em relação aos “ídolos”, pois segundo o estudo a maioria das pessoas apenas segue e observa o perfil dessas celebridades e 25% delas nem mesmo os seguem.

Com relação aos amigos e parentes, o comportamento das pessoas nas redes sociais se dá muito mais com seus contatos mais próximos, sendo que a maioria interage com comentários ou curtindo nas postagens. E tiram proveito das mídias sociais as marcas que melhor entendem como se posicionar diante de comentários aos quais são relacionadas e também o timing para começar a falar com cada pessoa e também para finalizar uma conversa.

“Quando se fala de marcas e empresas, a maior parte das marcas usam as redes sociais de maneira similar aos famosos, criando a sensação de distanciamento. Por isso os consumidores concentram sua interação em laços fracos, reativos, apenas observando e curtindo os conteúdos. Eles não se sentem convidados a participar de conversas com as marcas. Esse é um sinal claro de que, com maior abertura, é possível se conectar intimamente com o consumidor”, afirma Diego Oliveira, CEO da Youpper.

Comportamento de consumo e relacionamento com marcas
A pesquisa da Youpper conclui que os consumidores estão de olhos e mentes abertos para serem impactados e motivados pelas marcas. Segundo o estudo, 9 a cada 10 consumidores já descobriram marcas e produtos pelas redes sociais, assim como 7 a cada 10 consumidores já deixaram de seguir o perfil de alguma marca pelo tipo de postagens que consideram “irrelevantes” ou “chatas”. Das pessoas ouvidas no estudo, 70% acabaram comprando um produto por recomendações de outras pessoas.

Quando o assunto é tirar dúvidas e saber detalhes, 8 em cada 10 entrevistados pela Youpper afirmaram que vão às redes sociais para buscar informações sobre como os outros consumidores avaliam marcas e produtos. Sendo assim, as corporações precisam estar preparadas para não apenas fornecer conteúdo, mas também responder quem navega nas redes.

“As mídias sociais transformaram os laços de consumo, pois potencializaram o boca a boca. Antes uma pessoa não gostava de um determinado produto, ela compartilhava a sua opinião com uma dúzia de amigos, parentes ou vizinhos mais próximos. Hoje, essa opinião é reverberada à enésima potência com a utilização das redes sociais”, explica Oliveira.

O estudo mostra ainda que os sites das marcas, assim como os mecanismos de buscas, são os canais de acesso preferidos dos consumidores, provando ainda haver diversas oportunidades de negócios a serem exploradas nas redes sociais. Para os ouvidos pela pesquisa, os canais preferidos são site (55%), redes sociais (23%), e-mail institucional (10%), loja física (7%) e telefone (5%). “Por mais que as marcas migrem para as redes sociais, elas não são, de forma alguma, seus ambientes proprietários. Se um player qualquer nas redes sociais é fechado, por exemplo, a marca deixa de ter aquele ponto de contato com seus consumidores, o que não aconteceria nunca com seus sites”, analisa o CEO.

Quando questionados por que as redes sociais mudaram seu comportamento na relação com as marcas, os consumidores alegam que é pela rapidez, praticidade, facilidade, recomendação, interatividade, opinião, acessibilidade e cobertura e comodidade. E como são vistos os posts patrocinados? A maioria não se importa com a característica do “patrocinado”, desde que o conteúdo seja relevante e gere identificação, fazendo jus ao espaço cedido na sua timeline. “Entende-se que seja uma oportunidade para se pensar no potencial da mídia programática, mas também não fazer com que a mídia programática se transforme em mídia problemática, pois a abordagem aos consumidores precisa ser realizada de maneira inteligente e correta”, completa Oliveira.

Para o consumidor, os perfis das marcas nas redes sociais precisam ser atraentes, contagiantes, originais, inovadores, transparentes, passar confiança, oferecer promoções e descontos, objetividade, interação, qualidade, conteúdo e caráter.

O estudo da Youpper indica também quais marcas já entenderam como usar as redes para uma comunicação capaz de criar verdadeiros laços fortes com seus consumidores e, dentre elas, estão as top 10: Itaú, Nestle, Samsung, Netshoes, Magazine Luiza, Dafiti, Netflix, Coca-cola, Adidas e Natura.

SOBRE A YOUPPER
A Youpper nasceu de um sonho e de uma necessidade. O sonho era de poder construir uma marca que valorizasse a relação com os clientes e consumidores, entendendo essas construções como os principais ativos da empresa, estando bem acima das questões burocráticas ou processuais às quais grande parte das agências e consultorias se prendem. A necessidade era de ter um espaço de expressão para testar inovações, para compartilhar insights, para agregar pessoas diversas de todas as idades e culturas, com ideias incríveis e claro que precisava ser um espaço moderno, que inspirasse sujeitos e marcas. Além disso, esse espaço teria que primar pelo respeito às diferenças de idade, sexo, gênero e todas as demais, pois teria que ser um espaço em que a soma das diferenças se fizesse maior e mais significativa que as individualidades que podem ser excludentes.

Claro que tanto esse sonho quanto essa necessidade foram sendo cultivados ao longo de mais de 15 nos de atuação de seu criador, Diego Oliveira, no mercado de pesquisa, onde teve o privilégio de conhecer grandes profissionais das mais diferentes áreas, como mídia, agências, anunciantes e consultorias, sempre trabalhando para marcas, em projetos desafiadores. A Youpper encara seus trabalhos como desafios produtivos, plenos de motivação, com respeito e consideração pelas pessoas, agregando diferentes talentos em busca de soluções inusitadas, pertinentes e valiosas. Por isso, atua em três dimensões de plataformas de serviços: analitics, consumer e experience. Para cada plataforma oferece algumas atividades que estão sempre focadas na capacidade de gerar insights e promover experiências.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Nathália Pelegrina

Liquidações pós natal

Comércio aposta em megaliquidações em São José

Pesquisa da ACI mostra que lojas oferecem descontos de até (xx)% para zerar estoque do Natal

Passadas as compras de Natal, agora é hora de aproveitar as liquidações e promoções de mercadorias que marcam o mês de janeiro.

Pesquisa da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos revela que 62% dos lojistas da cidade vão investir em megaliquidações para tentar zerar o estoque remanescente do Natal. Os números da pesquisa foram divulgados nesta terça feira. A equipe de pesquisa ACI ouviu responsáveis por 50 estabelecimentos comerciais, localizados, em sua maioria, no centro comercial de São José, nos ramos de vestuário, calçados, eletroeletrônicos, brinquedos, supermercados, concessionárias de automóveis e óticas, entre mais de 18 setores.

O desconto médio nas liquidações deve ficar acima de 10%, segundo a pesquisa da ACI, com alguns estabelecimentos adotando reduções maiores, que chegam a 70%.

“A liquidação de janeiro é uma antiga tradição do comércio. Este ano, em razão do desempenho da economia em 2016, ela ganha maior importância para o setor”, afirma o vice-presidente executivo da ACI, Humberto Dutra.

As liquidações já geram resultados: 72% dos lojistas ouvidos pela ACI revelam que estão conseguindo vender o estoque conforme esperado. Mais: 56% deles admitem que as liquidações de janeiro sempre trazem um bom retorno financeiro, contra 28% que admitem que as liquidações às vezes trazem retorno e 16% que se queixam que as “queimas” de estoque nunca trazem resultados.

Expectativa

A pesquisa da ACI mediu também a expectativa do setor em relação ao desempenho de seu negócio em 2017. Dos estabelecimentos ouvidos, 74% esperam melhoria nas vendas este ano frente a 20% que esperam, ao menos, manter o desempenho atual.

No universo pesquisado, apenas 6% enxergam 2017 como um ano de queda nas vendas.

Esses índices representam uma mudança em relação à pesquisa feita pela ACI no início de 2016. Aquele levantamento, divulgado um ano atrás, mostrava que a maioria dos lojistas apostava na manutenção das vendas (53%), contra 41% que acreditavam em uma recuperação e 6% que esperavam queda nas vendas.

“A comparação entre as pesquisas mostra uma melhora no humor do mercado com o desempenho da economia. Esse é um fator é importante, que ajuda o desempenho do comércio e estimula o mercado”, disse o vice-presidente da ACI.

Lembrancinhas

A pesquisa da ACI também revelou um raio X do desempenho do comércio de São José dos Campos no final do ano de 2016. Segundo o levantamento, este foi o Natal das lembrancinhas. O gasto médio por consumidor nas compras de Natal oscilou, em sua maioria (48%), entre R$ 51 e R$ 100. Apenas 20% dos consumidores tiveram um gasto médio de até R$ 200 e 12% gataram acima de R$ 200.

Pela a pesquisa da ACI de São José, a grande maioria dos consumidores optou por pagar por cartão de crédito (74%), com 12% pagando em cartão de débito, 8% em dinheiro e 6% optando por carnê ou boleto.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Para movimentar o mercado

ACI lança calendário de feiras e eventos

Projeto “São José, do tamanho do seu futuro” visa estimular o comércio e aquecer a economia do município

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos lança amanhã, no dia em que comemora seus 81 aos, seu plano de ação para os próximos 12 meses.

Batizado de “São José, do tamanho do seu futuro”, o projeto inclui ações estratégicas, feiras, shows e eventos como forma de estimular o comércio e aquecer a economia do município.

O evento de lançamento do projeto acontece a partir das 19h no auditório do campus Colina da Igreja da Cidade.

“O país vive um período de recessão que exige que entidades classistas como a ACI se esforcem para criar condições para que a economia reaja, para que nossos associados possam enfrentar e superar esses tempos difíceis. Esse plano de ação tem essas características”, disse o presidente da entidade, Felipe Cury.

Felipe Cury, presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos Crédito: Adenir Britto/PhotoUP Brasil

Felipe Cury, presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos
Crédito: Adenir Britto/PhotoUP Brasil

O projeto incentiva o consumo em São José e envolve os três setores ligados à ACI: comércio, indústria e serviços. Um dos destaques do plano de ação é, por exemplo, a campanha de Natal, que sorteará um carro produzido em São José para consumidores que fizerem suas compras em lojas associadas à ACI. “São José produz muitas coisas. Nós temos que fazer a roda da economia girar”, disse Cury.

Segundo a ACI, São José tem mais de 30 mil empresas que geram, juntas, mais de 187 mil empregos. A cidade está entre as 20 primeiras no Mapa do PIB do Brasil, à frente de 15 capitais.

Evento

A festa pelos 81 anos da ACI terá uma atração extra, um talk-show com três estrelas do esporte de São José: Fabíola Molina, André Azevedo e Edvar Simões. Além de relembrar suas carreiras de sucesso, eles falarão também sobe um tempo importante no esporte, na vida e no mundo empresarial: superação.

O evento tem entrada gratuita. Aberto a associados da ACI, mediante reserva antecipada pelo site www.acisjc.com.br.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges

Pesquisa aponta que lojistas apostarão em promoções

Comércio aposta em promoções para o Dia dos Pais

Crise afeta setor em São José; empresários descartam a contratação de temporários

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Levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos aponta que 65% dos comerciantes apostam em promoções para conquistar os clientes neste Dia dos Pais, que acontece no dia 14 de agosto. A pesquisa foi realizada em julho.

A estratégia é a forma encontrada pelos lojistas para reduzir o impacto da crise econômica pela qual atravessa o país.

Em relação à expectativa de vendas, o levantamento realizado pela ACI é cauteloso. Para 42% do universo pesquisado, as vendas deste ano devem atingir o mesmo patamar de 2015, contra 31% que esperam um resultado melhor e 27% que acreditam em um desempenho pior que no ano passado.

“Embora a expectativa não seja favorável em virtude do cenário econômico, a ACI recomenda que os comerciantes invistam nas promoções para atrair o cliente e estimular a venda”, recomenda Felipe Cury, presidente da ACI.

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De acordo com ele, outro ponto importante é a publicidade. “O comerciante precisa mostrar os encantos do seu estabelecimento para atrair o cliente até a sua loja e conquistá-lo”, completa o presidente.

Com uma previsão de consumo baixo, o Dia dos Pais não deve aquecer o mercado de trabalho. Pelos números do levantamento da ACI, 87% dos entrevistados descartam a contratação de temporários.

Perfil

O levantamento da ACI aponta que os lojistas de São José esperam que o consumidor tenha um perfil tradicional neste Dia dos Pais. Entre os presentes mais procurados estão calçados e peças de vestuário.

A sondagem revela ainda que, segundo o setor, o consumidor deve encarar a data de olho no bolso, mas também nas boas ofertas. Para 33% dos comerciantes, o consumidor deve optar por presentes entre R$ 51 e R$ 100 — 27% esperam vendas acima de R$ 201. Para 22%, os presentes devem ficar entre R$ 101 e R$ 200.
Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges

A tal bola da vez

Está em todo lugar. Nas publicações de negócios, nas de economia, nas de propaganda e até nos telejornais. A bola da vez é a classe C. Várias pessoas subiram de status financeiro e passaram da chamada classe D para a C. E isso, obviamente, significa um novo e grande contingente de consumidores ávidos por produtos e serviços.

Todo este movimento de mudança e crescimento de classes sociais está obrigando os profissionais de propaganda e marketing a tentar conhecer e entender  melhor esse novo consumidor da classe C.. Pipocam estudos e pesquisas de várias e diferentes origens. E isso é salutar. Precisamos mesmo entender os anseios e necessidades destes consumidores. E rápido. Afinal de contas, eles já superam, em volume, o consumo da classe A brasileira.

Um aspecto importante desta mudança está relacionado a criação de mensagens publicitárias para este público. Como “falar” com esse pessoal? Quais ao seus ídolos ou refrências? Como não parecer “fake”? As regionalidades ficam ainda mais importantes? É claro que não temos todas as respostas, mas devemos trabalhar com urgência para consegui-las.

Devemos fazer o pessoal de criação ler mais pesquisas e acompanhar mais de perto essa nova classe C. Devemos fazê-los prestar atenção nos programas populares de TV, nas novas publicações (jornais e revistas) orientadas para as classes emergentes e, principalmente, incentivá-los a, como dizia Julio Ribeiro, colher as verdades de maneira direta, no dia a dia. Prestar atenção nas conversas na padaria, no supermercado, na feira. Bater papo com sua empregada doméstica, com seu officeboy (ainda existem, né?), com o zelador de seu condomínio também são ótimas dicas para buscar idéias criativas para gerar conversa com esses novos consumidores.

Uma coisa que me parece importante na comunicação para essa renovada classe C é a sinceridade, a transparência. Mais do que nunca as marcas e produtos tem que SER e não só PARECER. Outro aspecto é a informação. Esse público precisa ter mais e melhor informação. Precisa ser orientado, principalmente quanto a serviços e produtos com muita tecnologia embarcada. Como li na obra “O declínio da mídia de massa”, um dos novos papéis da propaganda é emancipar o consumidor.

É um bom desafio. E normalmente marketing e propaganda são movidos por novos desafios.