Coluna Propaganda&Arte

O que importa é o conteúdo?

A sabedoria popular já diz que não importa a embalagem, não importa o visual de uma pessoa, o que importa é o conteúdo. Isso é utilizado tanto no mundo do marketing para valorizar a qualidade de entrega de uma solução, acima até mesmo de uma embalagem bonita, como também é aplicada no mundo dos relacionamentos, quando falamos que não devemos julgar um livro pela capa ou a pessoa pela “cara”.

Se por um lado, queremos passar uma ideia de que não nos levamos pelo visual das coisas, por uma questão de ética e valores pessoais, o mundo vive 100% do visual. Veja as redes sociais que mais bombam, que se pautam em imagens, Instagram e Youtube, só para citar algumas delas.

Nesse momento, muitas marcas fazem bonito nas redes sociais, com imagens lindas, produtos bem fotografados e modelos apresentando seus produtos com efeitos modernos. Porém, um relacionamento de longo prazo não pode parar por aí, certo?

Marketing de Conteúdo, isso sim é bonito!

O Marketing de Conteúdo não é novidade, já era aplicado desde o tempo em que a Pirelli, famosa marca de pneus, disponibilizava Guias de cada cidade indicando restaurantes interessantes para se passar em suas viagens. Ou seja, o Marketing de Conteúdo só evoluiu com o digital.

A primeira etapa para se criar conteúdo, atrelado a uma marca, é identificar qual o objetivo da marca ali no digital, que pode ou não ser nas redes sociais. Se ela realmente tiver isso claro, poderá gerar relacionamento verdadeiro e fomentar as vendas naturalmente, pois estará pautada em uma relação honesta e útil. Vamos aos passos!

1- Crie uma Persona
Este é o momento de estudar seu público-alvo. Vá além do básico, idade, sexo, profissão e localização é só o início de uma jornada de estudos para entender o que toca seu cliente. Vamos descobrir os medos, inspirações, relação com as redes sociais, costumes e culturas de compra. Depois, você pode criar um personagem fictício cheio de verdades nele e esta será sua Persona: Maria, 40 anos, moradora de São Paulo, gosta de visitar museus, usa mais Facebook que Instagram, gosta de viajar com as amigas para cidades litorâneas, está em busca de um amor. Viu? Cheio de detalhes, né?

2- Crie uma Voz e Tom da marca
A Voz da sua marca é justamente toda a personalidade que ela vai ter nas redes sociais. Vai ser extrovertida, inspiradora, dinâmica, interessada em ajudar as pessoas, etc.? Depois defina o Tom dessa comunicação, que pode ser cômica, cheio de gírias do momento, ou séria, usando termos incomuns, chamando os seguidores de algum apelido diferente. Vale tudo para criar uma “cara” para sua marca nas redes e conectar com seu público!

3- Levante os canais mais pertinentes
Como eu já criei a Persona Maria ali acima, fica fácil. Ela usa mais o Facebook, então vamos criar canais de comunicação para este ambiente. Vamos também pensar em canais próprios, para não ficarmos dependentes de alguma rede ou de algum algoritmo que domina as suas ações e resultados. Um site, um grupo no WhatApp, Telegram, Newsletters e outras formas de contato independentes são bem-vindas, pois você pode criar um banco de dados próprio para você cuidar e nutrir da melhor forma possível, criando suas próprias regras e se tornando livre.

4- Crie uma estrutura de temas e editorias
Agora sim, vamos criar os conteúdos, de preferência conteúdos úteis, de fácil compreensão, agradáveis e com um estilo bem próprio! Muita gente começa por aqui, nessa hora podemos errar por desconhecer o público que irá ser impactado. Cada conteúdo deve ser bem pensado, equilibrando o que será conteúdo puro, útil e de cunho de relacionamento e quanto deste conteúdo será comercial, focado em apresentar seu produto e serviço, da melhor forma possível para não soar chato. Alguns falam de 80%/20% para conteúdo de relacionamento e comercial, deixando o foco maior para criar conexões com clientes e potenciais clientes. Sem esquecer que no final do dia, você precisa vender!

5- Crie metas, métricas e relatórios para melhorias
A estratégia precisa estar casada com aquele objetivo inicial que levantamos no começo. Se sua marca está nas redes sociais para explicar como usar os produtos, mudar uma imagem ou apenas criar relacionamento, crie métricas e metas para seu sucesso. Caso contrário, você ficará preso a número superficiais como seguidores, curtidas e engajamentos que não dizem muito. Do que adianta tudo isso, se você não sabe para onde está indo? Algumas pesquisas, análises mais profundas e melhorias contínuas devem ser consideradas nessa etapa. Quem sabe você repense até mesmo a rede social onde você está atualmente e abra possibilidades para outras redes. Ou mude a forma de levar o conteúdo, pensando em outros formatos.

O mundo é dinâmico, você e sua marca também precisam ser. Isso sim é ir além de um rostinho bonito e focar na essência. Conteúdo é tudo!

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Finalistas do Prêmio Amigos do Mercado 2020

Divulgada a lista com os finalistas do Prêmio Amigos do Mercado 2020

Desenvolvido para reconhecer o profissional do dia a dia do mercado publicitário de forma democrática e divertida, a quarta edição do Prêmio Amigos do Mercado anuncia os finalistas das 15 categorias. Depois de serem escolhidos pelos 100 gestores, os quais foram indicados abertamente pelo mercado, os finalistas agora terão conhecimento de suas nomeações.

Neste ano, a divulgação dos 150 profissionais finalistas se dará através de uma ação em parceria com a Eletromidia, a qual cederá parte de suas telas em estações de metrô e shoppings da cidade de São Paulo e Rio de Janeiro, além da publicação dos indicados nas mídias sociais do Amigos do Mercado e através de veículos de imprensa.

As categorias desse ano são: Anunciante, Atendimento e Negócios, Business Intelligence, Content, Criação, Estagiário, Executivo de Vendas, Inteligência de Mercado, Mídia, Operações, Planejamento, Professor, Profissional de Apoio, Recursos Humanos, além do Prêmio O Amigo do Mercado.

A votação será aberta aos profissionais do mercado publicitário e ocorrerá exclusivamente no grupo de Facebook do Amigos do Mercado e acontecerá entre 09 e 25 de novembro.

Os vencedores das 15 categorias do Prêmio Amigos do Mercado 2020 serão conhecidos no dia 26 de novembro e premiados em live inédita marcada para 03 de dezembro.

Nesta edição, o Prêmio conta com o patrocínio de: Inarco Troféus, Outdoor Social, Compasso Colab, Editora Globo, Blum Mobile Ads Solutions, Seedtag, Carrega+, Band, Retail Media e Eletromidia.

Conheça os indicados:

ANUNCIANTE

Anna Carolina Campos Lota (LG)

Francisco Batalejo (GM)

Glaucia Martinelli (Vivo)

Helena Bonesio (Volkswagen)

Larissa Oliveira (Alpargatas)

Lindsay Stefani (Diageo)

Rafaela Condolo (Mercado Livre)

Sharon Harison (BRF)

Thiago Baltar (Itaú)

Vanessa Kustner (Claro)

ATENDIMENTO E NEGÓCIOS

Carolina Tebaldi (Artplan)

Cindy Fuji Matsu (Africa)

Isabela Crestana (AlmapBBDO)

Joana Credidio (Y&R)

Karolina Cassares (Leo Burnett Tailor Made)

Lara Bigliassi (W/McCann)

Nathalia Romeiro (Suno United Creators)

Pedro Yoshida (Publicis)

Raphaela Guillen (GUT)

Sabrina Pozella (Pullse)

BUSINESS INTELLIGENCE

Gabriel Matos (Mercado Livre)

Leonardo Scatamburlo (Kantar)

Luis Buosi (Ogilvy)

Marcela Ricardo (Band)

Pedro Debs (Diageo)

Pedro Maia (AlmapBBDO)

Priscila Olegário (Grey)

Rafael Schettini (W/McCann)

Ricardo Minervino (Disney)

Wilker Leal (Ref+)

CONTENT

Catia Fonseca (Band)

Douglas Gomides (Influenciador – LinkedIn Top Voices)

Eduardo Costa (Rádio Itatiaia)

Felipe Torres (DAZN)

Jade Gimenez (Viacom)

Karen Cunsolo (UOL)

Léo Paixão (Chef Mestres do Sabor)

Leonardo Haar (Disney)

Samy Dana (Jovem Pan)

Tatola Godas (Rádio 89 FM)

CRIAÇÃO

André de Aquino Vervloet – Firulo (AlmapBBDO)

Charles Alvarenga (Y&R)

Gabriel Duarte Rodrigues (DPZ&T)

Júlia Mota (GUT)

Márcia Lima (Lápis Raro)

Marília Costa (Leo Burnett Tailor Made)

Renato Jardim (Talent)

Rhaissa Bueno (W/McCann)

Ruan Miller (Leo Burnett Tailor Made)

Val Pacheco (Suno United Creators)

ESTAGIÁRIO(A)

Carlos Alves (Grey)

Carla Costa (Itaú)

Erica Messias (AlmapBBDO)

Gustavo Pereira (Dentsu)

Isabella Rosati (Pullse)

Marcela Costa (KondZilla)

Marco Pacheco Mussato (Sapient AG2)

Raul Alessandri (Bayer)

Ricardo Coelho (LG)

Thais Alves (VML)

EXECUTIVO(A) DE VENDAS

Amanda Lopes (Globo)

Andrea Machado (TV Cultura)

Caju (Rádio 89 FM)

Daniel Stelzer (UOL)

Fernando Nogueira (Record)

Guilherme Melo (Band)

João Romano (Discovery)

Juliana Horta (Google)

Marcos Rosseto (RBS)

Vanessa Gregoraci (SBT)

INTELIGÊNCIA DE MERCADO

Boaventura Júnior (DPZ&T)

Elaine Venga (ZAHG)

Glauco Moraes (Disney)

Isa Geo (Grey)

Jemerson Farias (R7)

João Galera (W/McCann)

Karla David (Y&R)

Mariana Diniz (Rádio Itatiaia)

Melissa Vogel (Kantar)

Renan Iti (AlmapBBDO)

MÍDIA

Bruna Morano (Africa)

César Nery (DPZ&T)

Daniel Guebara (W/McCann)

Gustavo Masson (Suno United Creators)

Kelly Prado (Talent)

Luisa Sotero (Artplan)

Mayara Andrade (Be180)

Pâmela Araújo (Ogilvy)

Priscila Sato (AlmapBBDO)

Priscilla Leite (Publicis)

OPERAÇÕES

Alana Pereira (CNN Brasil)

Edilson Xavier (Jovem Pan)

Fabio Castro (Sony)

Fernanda Andrade Gonçalves (Band)

Marcos Mansur (Disney)

Priscila Moura (SBT)

Rose Lopes (Eletromidia)

Tainá Martins (Teads)

Thais Bilbao (Globo)

Wagner Sena (ADR Media)

PLANEJAMENTO

Alex André (Grey)

André Sinko (F.biz)

Gabriela Tognozzi (Publicis)

Giulia Queiroz (Suno United Creators)

Guilherme Pádua (Wunderman Thompson Brasil)

João Pedroso (Talent)

Larissa Maida (Y&R)

Maira Miguel (Propeg)

Marcelo Yamautti (Pullse)

Maurílio Filho (W/McCann)

PROFESSOR(A)

Adélio Brito (Mackenzie)

Alexandre Reibaldi (Cásper Líbero)

Antonio Terra (UniBH)

Ciça Mattos (São Paulo Digital School)

Cynthya Rodrigues (IAB Brasil)

Gabrielle Fulchelberg (Mackenzie)

Gil Giardelli (ESPM)

Guilherme Treviso (Impacta)

Gustavo Reis (Tecnisa)

Paulo Arruda (Kantar)

PROFISSIONAL DE APOIO

Antônio Fava (W/McCann)

Danielle Nogueira (SBT)

Erick Correa (Publicis)

Jefferson Fernandes (Rádio Capital)

Jefferson Serrato (Pullse)

Jurandir Lima (MullenLowe)

Rosana Alcântara (Band)

Jair Gomes (Grey)

Suzy Cruz Moreira dos Santos (Vivo)

Vera Vidal (Y&R)

RECURSOS HUMANOS

Agda Shami (Discovery)

Cintia Pessoa (W/McCann)

Fernanda Reis (Publicis)

Gustavo Bronzeli (AlmapBBDO)

Juliene Salvan Dias (Band)

Michelle Mica (Talent)

Nayara Ramos (Grey)

Rebeka Vilela (HBO)

Renata Garrido (Publicis)

Silvia Frange (KondZilla)

O(A) AMIGO(A) DO MERCADO

Allan Barros (Pullse)

André França (W/McCann)

Arnaldo Rosa (ABRX Serviços)

Beto Coimbra (Lojas Marabraz)

Gilberto Tota (Record)

Luciana Valério (SBT)

Manzar Feres (Globo)

Paula Vinhas (Viacom)

Priscilla Leite (Publicis)

Rodrigo Famelli (Africa)

O AMIGOS DO MERCADO

Grupo que reúne mais de três mil usuários em grupos de WhatsApp segmentados por região e área de atuação; mais de 33 mil membros no grupo fechado do Facebook e mais de dois mil seguidores no Instagram, o Amigos do Mercado tem por objetivo tornar o mercado publicitário mais amigável. Surgiu em 2015 e, desde então, permite que os membros, através dos canais mencionados, troquem contatos, vagas de emprego, currículos e notícias do mercado publicitário. Além disto, realiza uma série semanal de lives com profissionais de agências, veículos e anunciantes para falarem sobre a área e mudanças que ocorreram em decorrência do período pandêmico.

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Mulheres & tecnologia

Mulheres techies: um terreno masculino cada vez mais ocupado por elas

São jovens e têm cargos importantes relacionados à tecnologia. Aprimoram seu talento e se preocupam com sua imagem, sem que nenhum preconceito ponha em dúvida seu desempenho.

Poderia ser um grupo de amigas jogando conversa fora numa mesa de bar: jovens, lindas, simpáticas e arrumadas, cada uma em seu estilo. Mas não: é um grupo de especialistas em tecnologia que somam títulos como “UX Designer”, “Performance Marketing”, “Data Scientist”… ocupações e áreas que, para quem tem mais de 30 anos, podem ser tão distantes das clássicas “medicina”, “direito”, “economia”, como Plutão do Sol.

Inúmeros estudos mostram que equipes com grande diversidade de conhecimentos e opiniões obtém melhores resultados e maior inovação. Isto é o que acontece com a Nuvem Shop, a plataforma que permite criar lojas online profissionais, da qual as entrevistadas fazem parte. Apesar de serem especialistas graduadas, que trabalham com análise de dados e estratégias digitais e de marketing, reconhecem que às vezes não sabem como explicar a seus pais, companheiros e/ou amigos o que realmente fazem, inseridas em um mundo onde a maioria são homens.

“Eu trabalho com muitas empresas, nas quais os postos importantes são ocupados por homens, mas nem minha idade e nem meu gênero são um condicionante do que posso fazer”, diz Victoria Blazevic (23), que se dedica a Branding e Comunicação na empresa.
“A demanda nos cargos técnicos é tão grande que as oportunidades vão se equiparando. Existe o preconceito de que o homem é analista e quem planeja, e que a mulher não pode fazer essas coisas, mas não é assim”, completa Virginia Milano, (26) Designer da Nuvem Shop.

As meninas, como especialistas, acreditam que o olhar feminino acrescenta muito à tecnologia: “Somos mais observadoras de alguns comportamentos humanos que talvez para os homens passem despercebidos e temos a capacidade de pensar no outro muito desenvolvida”, acrescenta Laura Esper (32), graduada em Economia .

Como chegaram a trabalhar com tecnologia?

Natalia Lopes, (31) Scalable Channel da Nuvem Shop assinala que “é uma área que sempre me identifiquei e gostei muito, mas nunca pensei em seguir carreira por achar mesmo que era algo muito masculino. Mas hoje, trabalhando em uma empresa de tecnologia, vejo que poderia ter seguido esse caminho antes, pois na Nuvem Shop é bem equilibrado o número de homens e mulheres trabalhando”.

Victoria está prestes a se formar em comunicação publicitária e institucional, mas sempre quis se dedicar ao ramo tecnológico: “Buscava um meio desafiador e de rápido crescimento. Para minhas amigas, que se dedicam às humanas, e para minha família, é difícil entender que trabalho em uma plataforma de comércio eletrônico, sem ter uma formação necessariamente em tecnologia. Acreditam que se você não tem conhecimento de tecnologia, não consegue entender a essência do negócio. E, pelo menos no meu trabalho.”

Luane Silvestre, (21), Content Strategist, aponta que desembarcou na tecnologia quase por acaso. “Por conta de um curso técnico de informática, para o qual desenvolvi um sistema em parceria com a prefeitura municipal. Foi uma experiência maravilhosa e, particularmente, não senti um tratamento diferente pelo meu gênero – talvez pelo ambiente em que eu estava. Mas sei que, infelizmente, isso permanece comum”.

Os desafios das mulheres no mundo das TI

Existe um fato particular e preocupante: de acordo com os dados de grandes empresas tecnológicas, as mulheres representam apenas 30% da força de trabalho em áreas relacionadas à engenharia e à tecnologia. Esta desigualdade é conhecida como “disparidade de gênero”.
Por isso quisemos saber quais são os desafios de gênero vistos da perspectiva de nossas convidadas.

Natalia: “Acho que o principal é ter muito conhecimento. Penso nisso porque é uma forma de mostrarmos que temos voz, que sabemos do que estamos falando e passando essa segurança”.
Laura: “Há poucas mulheres em posições de gerenciamento, e isso vai mudar com o tempo. Nos Estados Unidos, por exemplo, já existem programas de formação em colégios secundários orientados a mulheres, para que comecem desde criança”.
Virginia: “Nós, mulheres, temos que nos fazer escutar e nos tornarmos referência no mundo da tecnologia, onde hoje 90% delas são homens”.
Luane: “Acredito que vá além da área de TI e se estenda para todas as Exatas: não deixar que o estranhamento alheio seja um fator desencorajador, e sim um incentivo para permanecermos firmes em nossos propósitos e mostrarmos a que viemos. Porque matemática não é coisa só de homem e nem literatura, coisa de mulher. Conhecimento é algo tão rico e amplo que, ao meu ver, nem merecia tantas divisões.Não dá para dizer que não existe uma diferença em relação a outras áreas. Sim, ainda somos poucas na tecnologia e as pessoas soltam um olhar de surpresa quando veem mulheres se dedicando a TI. Quando é admiração, ok. O problema é se ele significa desconfiança” conclui Luane.

Atualmente no setor da tecnologia, a educação de qualidade pode vir de diferentes e valiosos lugares sem distinção de gênero. Existe toda uma quebra de paradigma que vem junto com a geração dos Millennials, as TI e as novas formas de trabalho, onde a mulher vai ocupando seu espaço e buscando ser cada vez mais referente.

Fonte: Partner Press&RP

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