Shopping adia evento

Colinas Shopping adia Colinas Talks – Especial Mês da Mulher

Com a implantação da fase emergencial do Plano SP e o pedido expresso de colaboração de todos para restringir os deslocamentos o máximo possível até o fim de março, o Colinas Shopping informa que a 4ª edição do Colinas Talks – Especial Mês da Mulher, programado para o dia 17 de março, está adiada.

Por se tratar de uma discussão atemporal, urgente e necessária, o evento com transmissão on-line, que neste ano tem o tema “Feminismo, empoderamento e lutas antirracistas”, será realizado em data posterior, a partir do avanço para uma fase mais segura do Plano SP e novas orientações das autoridades.

Neste ano, participam do encontro uma das gerentes de Marketing do Google, Christiane Pinto Silva; a cantora e atriz Letícia Soares; e a atriz e bailarina Débora Veneziani; além da crítica literária e editora Rita Palmeira, como mediadora.

O Colinas Shopping informará, assim que possível, a nova data do bate-papo.

Fonte: Cabana Press

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5 tendências para o e-commerce pós pandemia

por Luciano Furtado C. Francisco*

Entramos em 2021 com muitas expectativas a respeito da pandemia da covid-19, sobretudo no que se refere às vacinas. O que todos desejamos é que a vacinação acelere e voltemos ao normal o mais rápido possível, virando essa triste página na história.

A pandemia trouxe novos hábitos e procedimentos. Um deles foi o crescimento espetacular do comércio eletrônico. É verdade que os números alcançados eram esperados, todavia para um futuro um pouco mais distante. O coronavírus fez acelerar esse crescimento.

Luciano Furtado

Segundo levantamento da empresa de marketing digital Criteo, 56% dos consumidores brasileiros afirmam ter estreado nas compras online em 2020. Desse contingente, 67% pretendem manter esse hábito no pós-pandemia. Outro número impressionante foi o aumento de compras pela internet de outubro para novembro de 2020, mês da Black Friday, no mundo. De acordo também com a Criteo, houve 139% de crescimento nas vendas de um mês para o outro.

Esses são apenas alguns números (impressionantes) do e-commerce. Basta pesquisar na internet para encontrar diversas estatísticas sobre o crescimento das compras online em 2020. Todos estratosféricos.

Mas, e nesse momento, de transição para a pós pandemia, o que se pode esperar? A julgar pelo andar da carruagem, podemos vislumbrar algumas situações e tendências.

1. Presença Online será exigência para todos

A partir de 2021, qualquer empresa – sim, isso mesmo, qualquer empresa – deverá ter presença no mundo digital, por menor que seja. Pode ser desde um aplicativo de mensagens na versão business, passando por mais ação nas redes sociais, participar de aplicativos de delivery até possuir uma loja virtual robusta e vender em marketplaces (plataforma online que reúne vários vendedores ou prestadores de serviços em um só lugar), o consumidor está esperando isso, até mesmo da mercearia da esquina. Logo, o empresário que ainda acha que “a internet não é para ele” deve rever esse conceito. Conforme pesquisa da consultoria Nielsen, o e-commerce brasileiro deve crescer 26% em 2021, com faturamento de R$110 bilhões. Essa mesma pesquisa indica um fortalecimento dos e-commerces locais, ou seja, as pessoas estão admitindo comprar online mesmo da boutique a duas quadras de casa.

2. Cada vez mais Omnichannel

O cliente já não enxerga mais diferenças nos canais off e online. Espera ter experiência e fluidez de contatos em qualquer canal. Principalmente a geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), para quem o mundo digital é o único que elas conhecem. Portanto, as organizações que atuam no digital e no físico, mas ainda de forma tradicional, sem integração de canais, vão ter de arregaçar as mangas e implantar o omnichannel (estratégia de uso simultâneo e interligado de diferentes canais com o objetivo de estreitar a relação entre online e offline), que será arroz-com-feijão em pouco tempo.

3. Big Data ao alcance de todos

A internet gera uma montanha de dados a todo instante, e esses dados podem ser transformados em informações valiosíssimas para o negócio. Uma tecnologia que não é tão nova assim, mas que era cara e restrita às grandes organizações. Porém, a cada dia surgem ferramentas acessíveis para trabalhar com Big Data, visando pequenas e médias empresas. Assim, estas também vão mergulhar no oceano dos dados e acirrar ainda mais a concorrência.

4. Mais facilidade nos pagamentos

PIX, carteiras digitais, smartwtaches… Tecnologias e dispositivos que proporcionam pagamentos rápidos e seguros na rede serão cada vez mais comuns. É o que tanto os vendedores quanto os compradores desejam. Acabou a era dos pagamentos online complicados e demorados. A regra a partir de agora será a agilidade nos pagamentos eletrônicos, quem insistir em meios antiquados vai perder terreno.

5. Logística perfeita

As ferramentas de apoio à logística devem se consolidar. Isso porque os clientes querem cada vez mais que o leque de opções seja farto: retirada em loja; entrega em um dia; frete grátis. Além dos conhecidos PAC e Sedex. E nada de valores abusivos no frete, a maior causa de abandono de carrinhos. Com a concorrência em alta, não custa para o e-consumer pular para o site do concorrente e comprar por lá. Portanto, as parcerias, racionalização de custos e uso de tecnologias de otimização de fretes devem ser primordiais para os vendedores.

Fora tudo isso, o que todos querem é que os cenários acima aconteçam. E, acima de tudo, lembrando da covid-19 como uma coisa do passado (enquanto isso não chega, vamos mantendo os procedimentos de segurança).

*Luciano Furtado C. Francisco é professor do curso de Gestão do E-commerce e Sistemas Logísticos do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação

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Artigo trata da importância do reposicionamento de marca no centro das estratégias de negócios

Reposicionamento de marca no centro das estratégias de negócios

por Haenae Ament*

A pandemia de Covid-19 trouxe à tona um aspecto adicional para a percepção dos consumidores. Além de levar em consideração somente as características e a qualidade dos produtos e serviços, cada vez mais fatores importantes para o público são o posicionamento, os valores e princípios adotados pelas marcas.

O contexto atual possibilita às organizações uma oportunidade para o reposicionamento, seja por evolução ou necessidade. Trata-se de um desafio, mas que pode ser enfrentado pelas marcas como forma de manter, reforçar ou desenvolver valores sólidos. Vale lembrar que, apesar da adaptação que será feita, a essência do seu negócio permanece a mesma.

O reposicionamento de marca é de extrema importância, visto que a pandemia em que vivemos é a primeira na era digital, na qual todas as atitudes da empresa são percebidas pelos consumidores. O rebranding é importante, também, porque a sociedade, e consequentemente o mercado, estão em constante mudança.

Com a pandemia de Covid-19, muitas marcas precisaram se posicionar e estabelecer novas prioridades. Segundo pesquisas da Kantar IBOPE Media, feitas no primeiro semestre de 2020, empresas com reputação mais forte têm seus negócios mais protegidos durante a crise.

O levantamento revelou que para 87% dos entrevistados as marcas devem comunicar principalmente seus esforços para enfrentar a situação e sobre como podem ser úteis nesse novo dia a dia, 80% concordam que as empresas devem evitar explorar a situação do novo coronavírus para promover suas marcas e 78% dos consumidores acreditam que se deve reforçar os valores da marca, oferecendo uma perspectiva positiva e utilizando um tom tranquilizador.

Desse modo, as marcas devem ajustar seu ponto de vista dentro da nova realidade. É fundamental equilibrar a coerência entre discurso e prática, empatia e mostrar valor ao consumidor para manter a força da marca neste cenário.

E algumas marcas já começaram a transmitir seu novo posicionamento através do design. Uma das marcas mais conhecidas do Brasil, a varejista Casas Bahia, anunciou ainda em 2020 uma transformação ampla. Após completar um ano de nova gestão, a Via Varejo reposicionou a marca da bandeira Casas Bahia alterando o design, fazendo a remodelação do personagem “Baianinho”, nova interface nos canais de venda digitais e reformas nas lojas físicas da operação.

Na nova fase, a Casas Bahia faz uso da humanização na cara da marca, algo que nos tempos atuais faz toda a diferença, e ingressa totalmente no mundo digital com o mascote como influenciador digital e com a otimização da jornada do cliente dentro da loja on-line. Durante a pandemia, o e-commerce da Via Varejo saltou de 34% para 80% na representação das vendas totais da empresa. Depois de Casas Bahia, vimos também outras importantes marcas como, Globo e Burger King, adotando a mesma estratégia.

É inegável que o reposicionamento de marca seja um grande desafio, mas é cada vez mais necessário se adaptar ao constante movimento do mercado. A identidade visual da empresa faz toda a diferença no que diz respeito a imagem que ela passa ao cliente e o redesign é capaz de reaproximar a marca dos consumidores e fortalecer a identidade e valores.

A marca é um fator muito valioso para as empresas que, além de transmitir valores, proporciona identidade ao negócio e, por consequência, exerce forte influência no processo decisório de compra dos consumidores. Zelar pela sua integridade é um ponto primordial para dar um novo sentido e manter sua força de mercado.

*Haenae Ament, Head de Atendimento e Novos Negócios da Quattromani Propaganda

Fonte: Agência ERA de Comunicação e Conteúdo

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Amil lança campanha de incentivo à vacinação

Com uso da hashtag #VACINASIM, operadora faz pareceria com artistas e influenciadores para falar sobre o assunto nas redes sociais

São Paulo, SP (26 de janeiro de 2021) – “Ou o vírus circula ou você circula”. É com essa mensagem, aliada ao reforço de peso de celebridades bastante conhecidas pelo público jovem, que a Amil pretende ampliar a conscientização sobre a importância da vacinação contra a COVID-19 e manter as medidas de prevenção. A operadora de saúde iniciou esta semana uma campanha de comunicação, criada pela agência HavasPlus, com a participação de artistas e influenciadores digitais como Luan Santana, Galvão Bueno, Luísa Sonza, Solange Almeida, Mumuzinho, Pequena Lô, Dennis DJ e Thais Carla, entre outros.

Eles postarão em suas contas do Instagram mensagens sobre a importância da imunização da população, estimulando a escolha pela vacinação com uso da hashtag #VACINASIM. A operadora também irá reforçar a importância de manter os cuidados para prevenir o contágio, como uso de máscara, higienização das mãos e distanciamento social – informações também reunidas no site <pelavacinapelavida.com.br>. A campanha também engloba outras ações de comunicação que serão lançadas em breve.

“Como empresa de saúde, temos o papel de conscientizar a população de que a vacinação é segura e imprescindível para vencermos a COVID-19. Temos observado com preocupação o crescimento das notícias falsas nas redes sociais em torno dessa temática e nada mais adequado do que usar o mesmo canal para desmistificá-las. Acreditamos na consciência coletiva para que possamos voltar a circular livremente e abraçar as pessoas que amamos”, reforça Luiz Periard, diretor de Marketing da Amil.

“Em um momento onde a atenção do mundo está voltada à vacina, é muito importante que uma grande marca como a Amil se posicione a favor da ciência e promova a saúde e a vacinação. Além disso, trazer celebridades e influenciadores digitais para apoiar e disseminar essa mensagem, torna a iniciativa ainda mais poderosa”, destaca Alexandre Vilela, CCO da HavasPlus.

Ficha Técnica:

Agência: HavasPlus

Cliente: Amil Saúde

Título: Vacina Sim

CCO: Alexandre Vilela (Xã)

Diretor de criação: Alexandre Vilela (Xã), Melissa Pottker e Juliano Almeida

Diretor de arte: Elder Caldeira

Redator: Leandro Lourenção

Diretores de Conta: Roberta Sanches

COO/Head de Mídia: Jairo Soares

Diretora de Mídia: Andrea Santos Ferreira

Planejamento: Eduardo Loureiro

Aprovação cliente: Vinicius Germano, Luiz Periard e Raony Araújo

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Colinas Shopping reforça drive-thru durante fase vermelha

Atendimento das lojas nesse sistema é diário, com entrega agendada das 10h às 21h, de segunda a sábado, e das 10h às 20h, aos domingos

Em cumprimento ao decreto municipal 18.717, de 15 de janeiro de 2021, o Colinas Shopping suspendeu temporariamente as atividades desde segunda-feira (18). Com isso, os serviços de drive-thru e delivery voltam a ter lugar de destaque na rotina dos lojistas, que passam a atender on-line e com sistema drive-thru de segunda a sábado, das 10h às 21h, e domingo, das 10h às 20h.

O serviço de drive-thru é iniciado pelo atendimento remoto – que pode ser via aplicativo WhatsApp, redes sociais ou e-commerce (o contato das lojas está disponível em www.colinasshopping.com.br). No atendimento, além de escolher o seu item para compra, o cliente combina data e horário da retirada do produto no Colinas Shopping.

Toda a operação respeita as normas e diretrizes de higiene especificadas pelas autoridades. Durante a retirada, os clientes têm 15 minutos de tolerância no estacionamento.

Para auxiliar os clientes e lojistas, o Colinas Shopping criou uma vitrine virtual, na qual é possível consultar produtos e preços das lojas, também no site do shopping.

A administração do Colinas Shopping também mantém um diálogo constante com lojistas, comunidade e autoridades públicas, a fim de atender e cooperar no combate à pandemia.

Serviços essenciais

Os serviços essenciais, como supermercado, lavanderia, farmácia e pet shop, permanecem abertos no Colinas Shopping para atender a população.

O supermercado Pão de Açúcar mantém seu funcionamento normal, de segunda a sábado, das 7h às 22h, e aos domingos, das 7h às 21h.

A farmácia Droga Raia, por sua vez, está aberta das 11h às 20h, de segunda a sábado, e aos domingos, das 13h às 20h. Já o petshop, de segunda a sábado, das 10h às 21h.

Por fim, a lavanderia Acqua Laundry funciona das 7h às 20h, de segunda a sábado.

Fonte: Cabana – Suzane Rodrigues Ferreira

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Comunicação x Pandemia: O que aprendemos até agora

por Tatiana Lacaz

1) Quem sempre se preocupou em investir em comunicação e marketing saiu a frente: A presença no meio digital com um posicionamento ligado as tendências atuais, contribui para o fortalecimento da marca, fazendo com que ela não caia no esquecimento do público.

2) Mais do que nunca foi preciso ouvir o cliente com atenção: Ouvir o seu target é imprescindível para suprir as suas necessidades, em tempos de pandemia essa premissa ganhou ainda mais atenção. Novos hábitos tomaram conta do dia a dia de muitas pessoas e as marcas que souberam identificar o novo comportamento do consumidor, conseguiram criar estratégias mais assertivas.

3) O digital é uma tendência forte, mas não substitui o off-line: Tivemos que nos adaptar ao contexto do digital, seja para assistir aula, fazer curso ou comprar os itens que julgamos serem essenciais, apesar dos inúmeros esforços de algumas empresas, a relação no meio off-line ainda faz diferença. Para muitos, a presença e o contato físico, são importantes para um melhor aprendizado e desempenho.

4) Ofereça ao seu cliente uma experiência de compra completa: Saiba como realmente encantar o seu público, crie estratégias visando as etapas da jornada de compra do consumidor e esteja pronto para atendê-lo prontamente sempre que for preciso.

Manter o investimento em Marketing é a saída mais eficaz para driblar a crise. O contexto da pandemia acelerou o crescimento dos canais digitais, valorizou as experiências em tempo real, aumentou a criação de conteúdos interativos e fez com que as marcas se tornassem mais humanas e comprometidas com o seu público.

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Transformação digital foi acelerada

Transformação digital que levaria anos foi acelerada em apenas 2 meses em razão da Covid-19, diz estudo ISG

Empresas desafiadas por mudanças repentinas nas compras, na cadeia de suprimentos e em outras áreas realizaram iniciativas digitais de longo prazo em poucos meses

A crise sanitária causada pela Covid-19 fez com que todas as empresas recolhessem seus planos de investimento e acelerassem seus projetos em transformação digital, tornando esse processo de digitalização uma realidade e não mais uma opção, aponta o relatório 2020 ISG Provider Lens ™ Digital Business – Solutions and Service Partners para o Brasil.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

De acordo com o estudo lançado nesta semana pela Information Services Group (ISG), líder global em pesquisa e consultoria em tecnologia, produzido e divulgado pela TGT Consult no Brasil, a pandemia e os lockdowns associados deixaram muitos segmentos de indústria lutando para sobreviver nos primeiros meses de 2020. Tendências emergentes rapidamente em resposta à crise, como a adoção de compras online e internet banking, além da adoção de plataformas de colaboração e videoconferência no local de trabalho, levaram as empresas a realizar em dois meses o que seriam projetos de digitalização de anos.

“O futuro exige mais automação, resiliência e colaboração virtual. Soluções e serviços de negócios digitais são essenciais para a maioria das empresas que buscam implementar novas tecnologias e formas de trabalho”, afirma o autor da pesquisa ISG e analista TGT Consult, Mauricio Ohtani.

Segundo o relatório ISG, os exemplos mais positivos são o campo da telemedicina, no qual milhares de pessoas receberam suporte imediato, e o setor do varejo, no qual muitas iniciativas de comércio eletrônico tiveram uma aceleração bastante considerável. As principais empresas brasileiras do varejo tiveram suas ações na bolsa de valores supervalorizadas com base em suas iniciativas digitais. Este cenário exigiu das empresas a busca por suporte em áreas como experiência do cliente, ciclo de vida do produto e cadeia de suprimentos, abrindo uma nova janela de oportunidades para as empresas que fornecem suporte para esse tipo de transformação digital.

“Este relatório mostra o quanto é relevante ter uma maturidade digital quando comparamos as empresas menos impactadas negativamente por conta da crise do coronavírus, com aquelas que ainda não se transformaram e quase sucumbiram diante do enorme desafio”, diz Mauricio Ohtani.

Em resposta, os provedores de serviços em digital business intensificaram suas estratégias de go-to-market, acelerando o lançamento de novas ofertas e expandindo seus portfólios. A crise também acelerou os fornecedores na adoção de métodos de desenvolvimento agile e DevOps, para atender às demandas atuais. Uma das operações mais afetadas em todo o mundo, a da cadeia de suprimentos, acelerou a transformação digital e a adoção de tecnologias avançadas, como inteligência artificial/aprendizado de máquina (AI/ML), automação de processos através de robôs (RPA), internet das coisas (IoT) e blockchain, mostrando que a COVID-19 se tornou o gatilho para transformar e melhorar a cadeia de valor. No entanto, o blockchain, ainda parece estar no começo da sua curva de maturidade no país, diz o estudo ISG.

O relatório 2020 ISG Provider Lens ™ Digital Business – Solutions and Service Partners para o Brasil avaliou as capacidades de 36 provedores em cinco quadrantes: Digital Business Consulting Services, Digital Customer Experience Services, Digital Product Lifecycle Services, Blockchain Services e Digital Supply Chain Transformation Services.

O relatório nomeou a Accenture e a IBM como líderes em todos os cinco quadrantes. BRQ, Stefanini e Wipro foram nomeadas líderes em quatro quadrantes e a Deal em três quadrantes. Capgemini, CI&T, Deloitte Digital, EY, Reply e Sonda aparecem como líderes em dois quadrantes, enquanto DXC Technology, ilegra, Infosys, Logicalis, PwC e Sinqia estão um quadrante cada.

Além disso, a T-Systems foi considerada como Rising Star – uma empresa com um “portfólio promissor” e “alto potencial futuro” pela definição do ISG – em dois quadrantes. Everymind e Sonda aparecem como Rising Stars em um quadrante.

Versões personalizadas do relatório estão disponíveis na BRQ, Deal e ilegra.

O relatório ISG Provider Lens™ Digital Workplace of the Future – Services & Solutions 2020 para o Brasil está disponível para os assinantes ou para compra através da TGT Consult.

Fonte: Mondoni Press

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Estudo aponta 6 lições de CX para o varejo extraídas da pandemia

Com as datas comemorativas de fim de ano chegando, varejistas precisam saber como vender mais no cenário atual

Se há uma lição que a pandemia da Covid-19 tem apontado é a de que customer experience (CX) é essencial para o sucesso de uma marca, especialmente no varejo. Mesmo com a flexibilização da quarentena e distanciamento social em muitos lugares do mundo, o período de compras de fim de ano, que incluem datas como Black Friday e Natal, colocará à prova aquilo que as empresas aprenderam durante os períodos mais difíceis da crise.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

A Kantar realizou sua pesquisa CX+ com mais de 100 mil pessoas em 17 países para entender suas experiências com algumas das maiores marcas de varejo – locais e globais – e comparou essas respostas com dados de sua pesquisa Barômetro COVID-19 para identificar o que muda e o que fica em termos de tendências de CX.

Dentro da categoria, a empresa de pesquisa avaliou marcas de varejo geral, de supermercados e de moda, e com isso conseguiu extrair aprendizados que vão além da preparação para as vendas de fim de ano, mas também para lidar com um futuro pós-Covid.

“Antes da Covid-19, as marcas já não estavam entregando uma boa experiência. Com a chegada da pandemia, ela se tornou essencial para que os clientes fizessem negócios”, afirma Juliana Honda, líder de CX da Kantar. “Apenas 17% dos entrevistados acreditavam estar satisfeitos ou maravilhados com as experiências entregues por marcas de varejo geral, por exemplo.”

O trabalho dos funcionários também é parte essencial de uma boa experiência, e apenas 37% dos entrevistados pela Kantar achavam que os colaboradores das marcas de varejo geral estavam entregando uma excelente CX.

6 lições de CX para o varejo pós-pandemia:

1. Capacite os funcionários para atender os clientes

Longe da vista não significa fora da mente para os clientes e a pesquisa mostra que a frustração do consumidor no presencial pode ser tão alta quanto a falta de ajuda online imediata. Encontre maneiras de garantir que os clientes recebam a ajuda de que precisam.

2. Velocidade é importante

Os varejistas precisam trabalhar para ajudar as pessoas a controlar sua experiência em termos de tempo para não levar à frustração. O prazer exige certa eficiência, além de surpresas na navegação.

3. Flexibilidade de realização de comércio eletrônico

Os dados CX+ e da Kantar demonstram a importância de uma variedade de opções de atendimento no varejo para os clientes. Este é um atributo que o CX+ mostra ser mais desejado pelos consumidores do varejo geral em comparação aos de moda ou alimentos. Essa necessidade da disponibilização de um e-commerce integrado aos outros canais se fortaleceu durante a pandemia.

4. Revisite a promessa da sua marca

As marcas começaram a delimitar um território ético e político claro antes da pandemia com campanhas, como o apoio da Nike a Colin Kaepernick. Mas o movimento #MeToo, Black Lives Matter e atividades relacionadas à pandemia esmaeceram a linha entre a autoridade comercial e cívica que torna este território desconhecido. Cada vez mais as marcas deverão tomar posição em questões pertinentes à consciência coletiva. Determinar como exemplificar o propósito e os valores na promessa da marca de uma forma que atenda às necessidades emocionais, sociais e funcionais modernas será fundamental para os varejistas no futuro.

5. Repense radicalmente a experiência na loja

A experiência na loja do futuro está configurada para mudar drasticamente, tanto como resultado das mudanças para o online quanto nas atitudes do consumidor. Varejistas cujas portas permaneceram abertas foram forçados a enfrentar uma situação de “fazer ou morrer” para continuar a servir o público. No processo, eles perceberam como sua organização realmente pode ser ágil e como os clientes são receptivos às mudanças e ávidos por novos serviços.

Os varejistas que foram forçados a fechar devem aprender com aqueles que passaram por testes de resistência e inovaram para sobreviver. A experiência na loja e o papel dos funcionários continuarão a evoluir. O desejo do cliente por funcionários que tragam uma ótima experiência na loja não desaparecerá, então os varejistas precisarão descobrir como incentivar uma interação social significativa, mesmo à distância.

6. Reinvente a experiência omnichannel

As empresas que carregam um DNA mais ágil usaram a pandemia como uma oportunidade de reinvenção, mas devem continuar a expandir os limites. À medida que as atitudes e o comportamento do consumidor evoluem e o panorama do consumo se transforma após a pandemia, a importância da experiência omnichannel continuará a crescer. Embora a pandemia tenha impulsionado a inovação no espaço online, com os varejistas aprendendo a fornecer serviços offline e online com eficácia, um ambiente omnichannel verdadeiramente combinado surgirá em um futuro próximo. Este será um em que a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual e outras tecnologias ajudarão os varejistas a oferecer experiências ricas em conteúdos e sensoriais nesses espaços. Mas os varejistas que oferecem excelência CX omnichannel são aqueles que pensam criticamente sobre como a tecnologia pode aprimorar a experiência humana.

“Compreender onde e como fornecer produtos, serviços e experiências que beneficiam os clientes da melhor maneira exigirá pesquisas e reavaliações contínuas”, diz Juliana.

Sobre o CX+

O CX + é uma solução que mede a lacuna entre a promessa da marca e a experiência do cliente. Ele revela aprendizagens de CX específicas da categoria e fornece pontos de discussão, por meio de liderança inovadora da classe. Em 2020, foram realizadas entrevistas com mais de 100 mil pessoas em 17 países para entender suas experiências com algumas das maiores marcas de varejo – locais e globais – e comparou essas respostas com dados de sua pesquisa Barômetro COVID-19.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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Moviecom Cinemas reabre no Taubaté Shopping nesta quinta-feira (29)

Protocolo rigoroso de segurança foi adotado para receber o público

Os clientes do Taubaté Shopping poderão conferir os principais filmes e novidades da Moviecom Cinemas, a partir desta quinta-feira (29). A operação retoma as suas atividades com medidas de segurança intensificadas e seguindo rigorosamente as orientações dos órgãos de saúde e autoridades locais.

“Estamos nos preparando para esse momento há muito tempo. É com muita alegria, e com toda a segurança, que reabrimos as portas da Moviecom. Nossa equipe está treinada e pronta para receber a todos e proporcionar uma experiência segura e repleta de magia e emoção. Contamos com todos os clientes para seguir as orientações, fazer a sua parte e se divertir com responsabilidade”, reforça Gustavo Ballarin, diretor de operações da Moviecom Cinemas.

Toda a infraestrutura foi reforçada com sinalização de segurança, disponibilização de álcool em gel e maior espaçamento entre as sessões para uma limpeza cuidadosa. O empreendimento conta ainda com colaboradores treinados e certificados para atender os clientes com segurança. Todos eles receberam máscaras e demais equipamentos de Proteção Individual (EPIs), além de produtos para higienização regular das mãos. Todos também passarão por aferição de temperatura diariamente.

“Estamos ansiosos para receber o público novamente e estamos preparados para oferecer a melhor experiência ao cliente, desde a chegada aos cinemas até o final do filme”, comenta Silvana Scarpa, gerente do Moviecom Taubaté.

Recomendações de segurança ao público:
– Dê preferência às compras de ingressos e pipocas pelo site ou app Moviecom Cinemas;
– Respeite os lugares marcados. As poltronas vazias são destinadas a manter uma distância segura entre os espectadores;
– Use máscara em todas as áreas comuns do cinema. Apenas depois de estar acomodado no lugar marcado, o cliente poderá retirar a máscara para comer a pipoca;
– Higienize as mãos, no lavatório ou com álcool gel 70%, após o manuseio de dinheiro ou cartões;
– Mantenha o distanciamento respeitando a sinalização do piso indicando a posição ideal nas filas;
– Dê preferência ao uso de escadas rolantes, ao invés de elevadores, sempre obedecendo a sinalização de distanciamento;
– Mesmo de máscara, em caso de tosse ou espirros, cubra a boca com o antebraço;
– Evite contato físico como abraços e apertos de mão;
– Em caso de dúvidas, utilize os canais oficiais de comunicação, como o site e as redes sociais da Moviecom Cinemas: www.moviecom.com.br/protocolo-de-seguranca.

Confira a programação em cartaz:
A partir de 29 de outubro, o público poderá conferir grandes produções, como Tenet, Os novos Mutantes, Como cães e gatos 3, A ilha da Fantasia e Scooby. A programação está sujeita a confirmação e pode ser conferida pelo site: moviecom.com.br.

Relembre os horário de atendimento do Taubaté Shopping:
Com a cidade na fase verde do Plano São Paulo, e em conformidade com o decreto municipal nº 14.833, o Taubaté Shopping retornou ao horário de atendimento padrão. O centro de compras está aberto ao público de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 13h às 20h.

Os atendimentos nos sistemas delivery e drive-thru continuam normalmente. O cliente precisa apenas enviar um “oi” para o WhatsApp (12) 98293-1645 e receber a lista das lojas participantes. A vitrine virtual do Taubaté Shopping está disponível no link: https://taubateshopping.com.br/vitrine.asp

Fonte: Communicare – Giovanni Rodrigues

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Amazon lidera vendas mundiais

Amazon é a empresa líder de vendas mundiais durante a pandemia

Uma pesquisa realizada pelo sistema Statista e divulgada pela plataforma de descontos Cuponation, integrante da alemã Global Savings Group, revelou o ranking mundial das empresas líderes de serviços online e internet no mercado em todo o mundo em 2020 durante os tempos de pandemia.

De acordo com o estudo e com base no índice GP Bullhound Consumer Internet, a empresa norte-americana Amazon é a companhia que ocupa o primeiro lugar da lista, com maior lucro e valor de comércio ao consumidor de abril deste ano até o momento. A plataforma estima que a capitalização de mercado atual da marca seja de 970,7 bilhões de dólares.

O dado aponta que mesmo tendo indícios de que a empresa vem enfrentando uma crise interna e problemas com a segurança de seus funcionários em relação a meios protetivos à COVID-19, isso não a prejudicou ao ponto de perder vendas, pelo contrário: fez com que ela crescesse durante a pandemia por conta da segurança de comprar sem sair de casa.

Dentre as 20 empresas apresentadas, a chinesa Alibaba é a organização que aparece ocupando o segundo lugar do ranking, com a capitalização de mercado projetada em 521,8 bilhões de dólares. Confira o ranking completo no infográfico interativo do Cuponation.

Das companhias mundiais populares presentes no estudo, podemos citar as mais reconhecidas pelos brasileiros, sendo elas: a Uber, o Mercado Livre, a Booking, o Pinterest e até a Rakuten.

Fonte: Grupo Comuniquese – Giovanna Rebelatto

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