Acit em apoio ao empresariado

ACIT oferece apoio ao empresário e cria canal direto em seu site

Desde o início dessa crise de saúde que o país enfrenta, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) vem atendendo as orientações dos órgãos de saúde e governos, inclusive a de manter as portas fechadas para atendimento presencial por um período de quinze dias.

Imagem de mohamed Hassan por Pixabay

Porém, continua cumprindo o trabalho de fornecer apoio e informação aos empresários associados.

Entre as ações que vem sendo realizadas, a ACIT criou um canal em seu site para tirar as dúvidas em relação a Medida Provisória 927 do Governo Federal, que estabelece modificações de natureza trabalhista.

Lá, os departamentos responsáveis auxiliam o empresário e seus funcionários nas mais diversas questões, tais como: As medidas trabalhistas estabelecidas pelo Governo Federal são definitivas?; Quais medidas podem ser adotadas pelas empresas de acordo com a MP nº 927?; No caso de antecipação de férias, o empregado terá direito ao acréscimo de 1/3 previsto na Constituição Federal?; entre tantas outras.

O endereço para consultar as informações, tirar dúvidas e enviar suas questões é o http://www.acitaubate.com.br.

Para enviar seus questionamentos não precisa ser associado, basta acessar e fazer sua pergunta que em breve a ACIT retorna com a resposta, que fica visível e disponível a todos.

Além disso, a Associação tem feito vários tipos de comunicação para que, tanto empresários quanto população, valorizem o comércio local, de bairro, empresas menores e autônomos para que esses sobrevivam a esse momento.

Outras medidas também vêm sendo tomadas para auxiliar e fortalecer nosso comércio nesse momento de instabilidade, tanto na área da saúde quanto na área econômica. Essa é uma situação muito particular, nunca vivenciada e cada dia é um novo dia. A Acit vem avaliando todas as circunstâncias para poder auxiliar e orientar os empresários nesse momento, tanto no âmbito de ações quanto no âmbito das consultorias, que estão sendo feitas de modo remoto e online.

Fonte: Assessoria de imprensa – Bruna Abifadel

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Covid-19, influenciadores e e-commerce

Os influenciadores digitais e os desafios do e-commerce em tempos de isolamento social

por Thiago Cavalcante *

A cada decisão anunciada pelas autoridades como forma de combater a pandemia do COVID-19 cresce a importância do e-commerce no cenário nacional. Com a restrição aos shoppings e o fechamento das lojas de rua este canal começa a despontar como destino natural para suprir as necessidades cotidianas.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Neste sentido, certamente num primeiro momento haverá um aumento do número de consumidores que serão praticamente obrigados a optar pelas compras on-line à medida que evitam locais públicos. Por outro lado, também pode ser uma fonte de preocupação a existência de problemas na cadeia de suprimentos como a escassez de produtos ou dificuldades de logística.

Seja como for, a verdade é que o país está entrando num momento no qual a empatia, a sensibilidade e a solidariedade serão muito valorizadas. Presas em suas casas, as pessoas desejarão ouvir vozes conhecidas, ver pessoas amadas e buscar informações de alguém em quem possam confiar.

As marcas mais atentas a este sentimento poderão corresponder às expectativas de seus clientes com soluções que agreguem inteligência artificial a influenciadores digitais. Nelas a tecnologia teria a função de evitar a superexposição e a sensação de que alguém está querendo tirar vantagem de um momento tão difícil para o país. Para isso, seria necessária a inserção do influenciador apenas no momento certo e com a mensagem corretamente adaptada a cada situação.

Mandar vídeos com algum famoso sugerindo algum produto para um mailing geral seria um suicídio de imagem tanto para a marca como para o famoso. Então a Inteligência artificial entra fazendo sua mágica de entender o comportamento do consumidor por meio de sua navegação nos e-commerces e detectar o momento e a forma de fazer com que a participação do influenciador seja recebida como uma ajuda bem vinda na hora certa e não como uma exploração comercial insensível.

Mas como se faz isso?

É possível, por exemplo, detectar que alguém se interessou por um produto no site, avançou no processo para sua compra, mas quando chegou na parte do pagamento, achou o preço muito alto e desistiu, deixando o carrinho virtual abandonado.

Imagem de rottonara por Pixabay

Então, somente as pessoas que passaram por todo este ciclo seriam abordadas em seus canais de comunicação (redes sociais ou próximas visitas ao e-commerce) com vídeos de influenciadores digitais relembrando seu interesse por aquele produto e oferecendo insumos para que a compra seja executada.

Estes insumos podem ser desde informações sobre os benefícios do produto, depoimentos sobre seus efeitos até descontos no preço, oferta de condições de pagamentos diferenciadas em relação à exposta a todos no site e isenção de cobrança de frete, por exemplo.

Uma pesquisa recente do Ibope Inteligência mostrou que 52% dos internautas brasileiros seguem influenciadores digitais em redes sociais. O estudo diz ainda que 50% dos que responderam confessaram que se sentem influenciados em relação aos produtos e serviços que essas personalidades indicam nas plataformas.

A distância das famílias e amigos durante o período de isolamento social tem um potencial de fazer com que este poder de influência cresça muito nas próximas semanas. Que ele seja usado na hora certa, da melhor forma possível e com a máxima empatia, sensibilidade e a solidariedade.

* Thiago Cavalcante é diretor e sócio-fundador da Inflr, startup especializada em ações com influenciadores digitais que consegue atingir 100% dos seguidores, multisegmentar e direcionar as entregas dentro da audiência de cada influenciador.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa – Rachel Cardoso

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