Vaga aberta para estágio em criação

Sincovat abre vaga para estágio em criação

O Sincovat (Taubaté) está com uma vaga de estágio aberta para a área de criação.

É necessário ter conhecimento do Pacote Adobe e de Mídias Sociais.

Os interessados  podem enviar currículo para o e-mail: jornalismo.alex@gmail.com

Coluna “Discutindo a relação…”

O trabalho de redação publicitária

Dou aulas de redação publicitária já há alguns bons anos. E adoro! Foi o texto, o gosto pelas palavras, pelas ideias traduzidas em frases que me atraiu para o universo da propaganda.

Volta e meia algumas pessoas que não foram meus alunos me perguntam sobre redação, entram em contato para tirar algumas dúvidas. Em função disso, resolvi adaptar uma das minhas aulas para esse texto.

A primeira coisa que digo é que o Redator é um criativo. Os departamentos de criação das agências têm como base as chamadas duplas de criação, ou seja, um diretor de arte e um redator encaram juntos os jobs (trabalhos) de criação.

Então, seja você diretor de arte ou redator, seu trabalho é criar. O Redator, junto ao diretor de arte, deve criar peças publicitárias originais, pertinentes e relevantes.

A redação publicitária é um tipo especial de redação, com algumas peculiaridades. Ela é a busca para dizer o que deve ser dito de maneira original e persuasiva. É sedução, persuasão e informação.

O que faz um Redator

O Redator Publicitário cria textos para todas as peças publicitárias exigidas por uma campanha.Para tanto, ele adapta linguagens para diferentes públicos e apoia o trabalho do diretor de arte, estabelecendo forte sintonia com ele.

Um Redator Publicitário lida com diversos jobs para diversas campanhas. E na maioria das vezes de forma simultânea. Isso quer dizer que é comum que ele se envolva em trabalhos diferentes para diferentes campanhas e clientes.

O dia dia de um Redator

No trabalho cotidiano o Redator deve estar preparado para criar em meio ao caos. Além disso, não se escolhe job: o trabalho que chegar para o Redator encarar ele terá que encarar. E resolver!

E para isso não tem dia nem hora apropriado e nem um ambiente perfeito. O trabalho dele é criar!

Para solucionar os problemas de comunicação que lhe são colocados o Redator deve escrever muito sempre: da quantidade é que sai a qualidade.

Um agravante para o dia a dia do Redator é que há cada vez menos tempo (e mais trabalho). Portanto, deve pensar cada vez mais rápido e ter muitas referências (repertório).

Além disso, um bom Redator deve ser pró-ativo (pesquisar muito e sempre). Não espere tudo chegar até sua mesa de trabalho. Vá atrás!

Conselhos que podem ser úteis

Algumas dicas podem ajudar quem quer trilhar o caminho da redação publicitária. Vamos a eles:

– Não se prenda a regras e tabus;

– Escreva bastante sempre;

– Busque sempre um ponto de vista novo, uma idéia original;

– Fuja do lugar comum, da frase feita, do chavão;

– Não fique na superfície: mergulhe!

Tendências de design de Logo

Os logos mais famosos do mundo redesenhados

Como os estilos de moda, as tendências de design de logotipo vêm e vão. O que há um ano podia parecer brega e desatualizado, no dia seguinte é o que todos estão usando. Para determinar quais tendências de design são populares e estão em ascensão, analisamos as reformulações de logo das grandes marcas – você sabe, as marcas com grandes orçamentos para investir em marketing e branding. Se essas marcas usam certas tendências em seus designs, você pode apostar que elas pesquisaram e planejaram cuidadosamente cada detalhe.

Ao escolher mudanças de design sutis, você pode manter a essência de sua marca enquanto a adapta aos gostos modernos. Se você está pensando em atualizar ou criar logotipo, considere o uso de algumas dessas tendências de design.

Fonte: Link Building – Luana Santos

Agência abre vaga para criação

Zero Doze Comunicação tem vaga aberta para a criação

Agência sediada em SJCampos está a procura de profissional para compor seu time criativo.

PRÉ-REQUISITOS:

  • Pacote Adobe (PS, AI, ID)
  • After Effects – Básico
  • Ter boa vontade e paciência;
  • Estar sempre atento aos materiais e peças;
  • Senso de responsabilidade.

DIA A DIA:

– Trocar muitas idéias;
– ️Analisar os briefings com carinho;
– Fazer estudo de mercado e concorrência;
– Opinar ativamente no conceito e posicionamento das marcas;

Envie portfólio para contato@zerodozecomunicacao.com.br com assunto: VAGA CRIAÇÃO

Quer saber mais informações da vaga antes de se candidatar?
Envie suas dúvidas para contato@zerodozecomunicacao.com.br com assunto: DÚVIDAS CRIAÇÃO

Agência abre vaga em criação

Vaga aberta na Publitau

Vaga aberta para quem entende de criação e gosta de marketing digital.

Envie o seu currículo e portfólio conforme abaixo:

E-MAIL: vagas@publitau.com.br
ASSUNTO: Vaga para designer gráfico

Agência abre vagas

Supera busca pessoas para preencher diferentes vagas

A Supera é uma agência especializada em Comunicação Estratégica com Empregados e procura novos integrantes para a sua equipe.

– Diretor de Arte
Com passagem por agências e, preferencialmente, bagagem em Comunicação Interna.

– Assistente de Criação
Focado em Projetos Gráficos, como revista, newsletter e jornal.

– Estagiário de Criação
Responsável por desdobrar peças e conceitos.

– Conteudista
Profissional responsável por definir estratégias de conteúdo, criar conceitos e peças de comunicação. Ter habilidade para apuração e também texto jornalístico será um diferencial.

Interessados deverão enviar CV e portfólio para selecao@superacomunicacao.com.br, até 11/04/2018. No assunto, coloque o nome da vaga que deseja se inscrever + SJC e também envie sua pretensão salarial.

Em nova jornada

Agência tem novo estagiário de criação

Guilherme Brito, aluno do sétimo semestre de publicidade e propaganda da Unitau, é o novo estagiário em direção de arte da Rua Zero.

A agência acabou de chegar ao mercado da RM Vale do Paraíba e já tratou de buscar novos talentos para seu time de criação.

Guilherme estava estagiando na Empresa de Pesquisa, Tecnologia e Serviços (EPTS), órgão ligado à Universidade de Taubaté, além de desenvolver um projeto de freelancer chamado Coffe Art.

Coluna “Branding: a alma da marca”

Uma ideologia presente

Nós comunicadores estamos acostumados a trabalhar com ideologias. Criar símbolos que portem discursos ideológicos é, antes de mais nada, um dos grande objetivos que um profissional desta área deve buscar. Não vejo possibilidade de um publicitário, jornalista ou relações públicas estar fora dessa imensidão, por isso a tamanha necessidade da presença do pensamento ético entre estes profissionais.

Na publicidade, a propaganda ideológica está em exemplos cotidianos, como o Itaú usando discurso do técnico da seleção para motivar o pensamento positivo ao consumo e ao trabalho, ou da Chevrolet tomando para si o conceito de mudança das ruas com seu “find new roads”.

Ideologias são grandes materiais brutos que na mão de bons comunicadores tomam fins diversos, sendo moldadas, encabrestadas ou até manipuladas às necessidades dos objetivos da sociedade.

No entanto, há momentos na história que precisamos prestar atenção para uma construção simbólica, que nasce quase espontaneamente e que aos poucos materializa uma proposta que nem sempre é a imagem do cavalo domável da comunicação social.

Este é o caso do fenômeno midiático de Marielle Franco, ou mais especificamente do símbolo “Marielle Presente”, bordão herdado pela vereadora após um discurso seu na câmara dos vereadores, onde ela respondia a palavra “presente” a chamada de mulheres assassinadas, as quais ela defendia o direito à justiça, e portanto representava.

Desde já, para que não me compreendam mal, deixo claro que não estou analisando o contexto político da vereadora, nem de quem é a culpa pelo ato bárbaro acontecido a ela, o qual repudio muito mas deixo a opinião àqueles que tem mais conhecimento sobre a história da vereadora e sobre como se faz segurança pública.

Trato neste texto apenas da construção comunicacional dos símbolos antes e após o ato da morte da representante popular, e das repercussões midiáticas e das ruas.

Filósofos clássicos gregos como Platão falavam que um ideal nasce primeiro em um mundo incorpóreo, esperando por receptáculos físicos aptos a mostrar seus sinais e aos poucos ir se manifestando. Veja que usei o adjetivo “apto”, mas não necessariamente “certo” pois, como grandes potências simbólicas naturais se mostram em tudo aquilo que tem condições de representá-las, sem fazer distinção de juízo.

Acredito até que este tipo de construção faz parte de uma evolução coletiva de nossa consciência humana, pois, se apoia no nosso papel nesta história.

O ser humano é o único “animal” com possibilidade de fazer este juízo de valores por escolha, o nosso ” livre arbítrio” é o elemento que tem fundamentação na moral. As escolhas que fazemos na condução dos nossos símbolos que representam estes ideais nos levam a construção da nossa História. Se acertamos na condução simbólica costumamos viver períodos felizes, mas se erramos vivemos então grandes depressões.

Estas ideias são “substâncias” tão imensas que não cabem em um contexto de um comercial de TV apenas. Vão se apresentando em oratórias, em comunicações de massa, em atitudes populares, até que enfim, algo se consolide em uma única representação.

Tenho lido a comparação do símbolo Marielle ao de Vladmir Herzeg, jornalista morto durante a ditadura militar que foi o símbolo usado como estopim para o fim deste período. A representação da resistência ao militarismo.

A movimentação de massa por todo Brasil acontecida após essa tragédia da vereadora mostra que a opressão popular chegou ao limite em nosso país e não é mais tolerada pela sociedade brasileira, algo que só é comparável às movimentações durante a ditadura militar realmente, como diz a antropóloga Alba Zaluar.

No entanto, antes mesmo do acontecimento com Marielle, um compartilhamento em massa de uma ilustração do tabloide francês Le Monde havia me chamava a atenção nesse sentido, pois era compartilhado por “gregos e troianos”, pelos dois lados da moeda política brasileira. O que me pareceu ser o retrato de um pensamento unificador.

Por falar em troianos, algo que se destaca nesta imagem é a figura de um pato de Tróia ilustrado pelo jornalista, a clara representação do uso de um símbolo de ideal de um povo voltado para manipular o mesmo povo. Exatamente o que me parece intolerável e que é a causa dos problemas do Brasil.

Marielle, assim como a ilustração do Lê Monde, representam um país cujo a sua liderança, nos três poderes, estão desconectados da população que representa, e isso é a causa da grande revolta!

Veja que o símbolo da Marielle não pode ser transformada no novo pato brasileiro, que é preciso que nossa sociedade compreenda o recado sem cair na manipulação dos aproveitadores de plantão. Se hoje ela é a representante de um povo cansado de ser manipulado, oprimido e deixado a margem, deve continuar sendo seu símbolo legitimo, sem que seja usada para vender carro, banco ou lado político.

Afinal, ela é a imagem de um povo corajoso que quer discursos reais, protagonismo e heroísmo patriótico verdadeiro. Aquele que conseguir realmente ser esta pessoa, leva consigo o direito de sair como representante dessa nação.

A palavra “presente” que Marielle usava e que foi gritada por muitos no Brasil após a sua morte condensa grande importância, pois presente não é estar perdido no passado, nem estar voltado para as disputas futuras, é antes de mais nada estar consciente de suas escolhas, de estar certo que não existem lados horizontais nessa disputa, mas sim uma busca por uma representação melhor no caminho vertical.

Precisamos estar presentes, ligados, pois, estamos chegando muito perto de uma nova rota para o Brasil, que não me parece ser assim tão bonita e segura como na propaganda de carros e nem assim tão palpável e infalível como nas propagandas de um banco, porque na vida real o símbolo não cessa seu movimento ao apagar a TV e o sangue dado pelos idealistas não é produção feita em estúdio.

Coluna Propaganda&Arte

Pense com Rodin, o futuro da escultura está ameaçado?

Todos nós já tivemos alguma experiência com a 4ª arte: a escultura. Com tantos avanços das impressoras 3D, será que o trabalho de escultor está ameaçado?

Você pode não ser um expert na história da escultura (também não sou), mas com certeza você já viu “O pensador” de Auguste Rodin, uma escultura em bronze de 1904 que se encontra hoje na França, e continua lá, pensando nas questões interiores e talvez no seu futuro.

O Pensador – Rodin

Quando criança, fomos introduzidos ao mundo dos volumes através de brinquedos e massas de modelar. Uma brincadeira que pode um dia até se tornar trabalho, quem sabe desenvolvendo personagens fantásticos para o próximo filme de Guilhermo Del Toro, já imaginou?

A notícia de que impressoras avançadas estão construindo as mais diversas ferramentas, sapatos, próteses e até casas, demonstra que o trabalho do escultor está passando por uma grande mudança. Por um lado, essa tecnologia pode trazer facilidades, por outro irá democratizar a criação de peças em três dimensões, desvalorizando-as.

Será que todo o processo criativo de selecionar um material, seja bronze, mármore, madeira ou argila, até a concepção do objeto, da cena e todo o know-how artístico irá ser substituída por programas? Se isso acontecer, irá revolucionar não só o mundo da arte, mas do mercado como um todo. Se hoje podemos “imprimir” uma casa em 24 horas, o que dizer das obras de arte?

Quem sabe em um futuro muito mais próximo do que você imagina, poderemos selecionar uma obra-prima, como essa de Rodin, e mandar imprimir em casa para decorar a sua sala. Ou então, mandar imprimir a casa toda, já com os móveis e a decoração 100% pronta.