Coluna Branding: a alma da marca

É noite de Natal

Não existe nada mais mágico que a noite de Natal. E já que esta coluna deu a sorte de frequentar as redes sociais justamente no dia 25, fecho o assunto sobre o “conhecimento mágico”, justamente hoje, neste dia 25 de Dezembro.

Estamos vivendo o “Dividir para conquistar.” Esta máxima da arte da guerra, nos serve bem para explicar nossos dias de empobrecido do mundo sem cultura.

Não digo que não tem nascido boas ideias aqui e ali. Mas perceberam como estas descobertas são vasos bem cuidados que dão bonitas flores bem restringidas em seus habitates artificiais?

Quando penso em cultura de verdade, me vem à cabeça a imagem daquele jardim gigantesco, cujas plantas, quando florescem, surpreendem até quem as plantou, pois nem mesmo ele imaginaria tamanha beleza.

Sabe aquela experiência que encontramos nos muitos pintores renascentistas, nos designers que surgiram em uma Bauhaus ou até mesmo na música surgida no Brasil do movimento tropicalista. Cadê estas ideias brilhantes?

O homem não perdeu sua capacidade de criar, mas enquanto acreditarmos que o conhecimento humano pode ser partido em ciência, religião, arte, política ou em assuntos ainda mais stricto senso, ou pior, odiarmos aquele que pensa diferente de nós, sem questionar, discutir e refletir o que o outro tem dito, estamos fadados a estar isolados em nossas certezas egoístas e distante das pontes que atravessam estas áreas e conectam os ensinamentos críticos e criativos, que chamo aqui de conhecimento mágico.

Então, enquanto não buscarmos uma formação que prima pelos princípios válidos e testados pelo tempo, e pela comparação investigativa entre assuntos distintos, estaremos formando jovens “copy and past”, talvez aptos para o trabalho repetitivo, mas menos capaz de conectar informações que uma inteligência artificial da IBM.

O cenário futuro, nesse exemplo atual é catastrófico e desagrada a toda humanidade, digno de filme de ficção científica. E isso não é pessimismo. É um manifesto!

Nós podemos desenvolver um futuro onde a evolução da nossa inteligência (que significa eleger internamente o melhor caminho) pode ser congruente ao desenvolvimento tecnológico, mas é preciso agora educar as pessoas pensando em:

•Que tenham contato com conteúdos de comunicação de melhor qualidade e que vendam mais valores do que só o consumo material.
•Que comparem estes conteúdos e discutam os assuntos sem se colocarem em torcidas diferentes.
•Que busquem os motivos de cada um desses valores apresentados e vejam isso aplicáveis a suas vidas descartando o inútil.

Pode parecer uma utopia (projeção ideal), mas vejo isso como fácil de se conquistar.

Basta que cada um que me lê mude 3 atitudes e convença outros dessa mesma mudança.

•Quando forem observar alguma comunicação se perguntem por que consumo isso. O que me traz de bom e de ruim?
•Quando tenham visto alguma comunicação até o fim se perguntem o que isso me ensinou? E com o que posso comparar?
•Quando forem fazer as suas comunicações, compartilhar um conteúdo, se perguntem: Por que compartilho isso? O que trago de bom para o mundo com essa atitude?

Pronto, está aí um mundo mais mágico e digno do espírito de Natal. Pode até ser utopia, mas nunca foi tão fácil de resolver.

Realmente estamos vivendo a quarta etapa do mundo de Kottler, onde a realidade se constrói daquilo que comunicamos.

Dessa forma o problema não está em criarmos a realidade a partir de um imaginário, afinal isso sempre existiu, o problema está em não conseguirmos imaginar um cenário melhor, porque nossos sonhos estão acorrentados a este pobre jardim controlável.

Boas festas a todos e estaremos juntos em 2018.

Ilharriba 2017 está chegando

Maior festival brasileiro de música latina promete agitar a Praça da Vila entre os dias 22 e 24 de setembro

Ilhabela vai entrar na primavera deste ano no embalo da música latina. Entre 22 e 24 de setembro, a ilha vai ser palco do Ilharriba! Una Fiesta Latina, festival internacional de música e dança latina, que chega à sua quarta edição já fazendo parte do calendário oficial de eventos do município.

É uma festa para ninguém ficar parado.

Sucesso de público e de crítica nas edições anteriores, o Ilharriba! 2017 traz
uma novidade: vai ocorrer agora em um novo endereço. Este ano, em razão do volume de público (mais de 8.000 pessoas por noite em 2016), o festival será realizado na Praça Coronel Julião de Moura Negrão, a Praça da Vila, na entrada do Centro Histórico de Ilhabela. Um cenário deslumbrante.

Basta olhar a programação para perceber: as atrações do Ilharriba! Una
Fiesta Latina prometem dar um tom caribenho a Ilhabela, sem perder o sotaque brasileiro e, em especial, a musicalidade baiana. No total, serão 10 shows em três noites de festival.

A primeira atração do festival, no dia 22, sexta-feira, será Cesar Cardozo, artista regional que abre a primeira noite do evento. Em seguida sobem ao palco Edwin Pitre e Son Caribe. Músico, compositor e pesquisador nascido no Panamá, Pitre festeja em Ilhabela seus 39 anos de Brasil e prepara um show que mistura música latina e MPB. Fecha a noite o vibrante Rumba D’Akokan, formado por músicos cubanos e brasileiros, inspirado na tradição das Rumbas de Quintal de Cuba.

A noite de sábado, 23, promete ser animada. Fernando Punk e Banda Ilhabela abrem a segunda noite. Em seguida o som bem brasileiro de Baianos Tocam Baianos, sobre ao palco com o quarteto que traz canções da Bahia com arranjos inusitados. Na sequência entra no palco o grupo Timba Havana, formado por músicos cubanos e brasileiros que vão embalar o público ao som da timba, gênero que é considerado uma evolução musical da salsa.

A noite de encerramento do festival começa com o artista regional Beto Di Franco e Banda. Depois a música porto-riquenha da Banda Azúcar toma conta do palco, conhecida por sua participação na trilha sonora de algumas novelas brasileiras. Mambo Jam Sessions dá sequencia a última noite de show, e traz salsa, mambo e rumba ao palco do Ilharriba!. Para fechar a noite abanda formada por músicos de Cuba, Colômbia, Chile e Brasil, a La Orkestra K.

Serviço

Os shows do Ilharriba! acontecem das 17h às 22h. Durante os três dias de
festival, o público vai poder dançar também ao som do DJ Bade e se encantar com as apresentações do Balé Julio Lima Company.

Idealizado e dirigido pela RCS Music, o Ilharriba! Una Fiesta Latina é
uma realização da Prefeitura de Ilhabela, da Secretaria de Cultura de Ilhabela e da Fundação Cultural de Ilhabela. A entrada dos shows é gratuita.

Ilharriba! Una Fiesta Latina
Data: De 22 a 24 setembro
Local: Praça Coronel Julião, em Ilhabela
Horário: Das 17k às 22h
Atrações: Dia 22 – Cesar Cardoso e Grupo, Edwin Pitre e Son Caribe, Rumba D’Akokan; Dia 23 – Fernando Punk e Banda Ilhabela, La Orkestra K, Banda Azúcar, Mambo Jam Sessions; Dia 24 – Beto di Franco e Banda, Baianos Tocam Baianos, Timba Havana.
Todas as Noites: DJ Bade, Balé Júlio Lima Company

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathalia Barcelos

Coluna Branding: a alma da marca

A aula da palavra “marca”

Gosto de refazer alguns caminhos, tentando observar e melhorar os passos que havia dado anteriormente. Encontrando olhares que passaram despercebidos.

Em um destes momentos, quando refazia uma de minhas aulas lecionadas neste semestre que, me deparei com um princípio sutil, mas muito profundo sobre o Branding.

Ao ensinar gestão de marcas é preciso explicar a origem das coisas. É na origem histórica das coisas que se encontra a “alma” que define qualquer símbolo. Uma palavra, assim como uma ilustração ou uma imagem pictórica, é um símbolo portador de um conceito.

E foi exatamente na origem semântica e histórica da palavra “Brand” que encontrei um conceito interessante que parecia estar escondido e protegido, pouco comentado no meio de estudo desta ciência.

“Branding não é um princípio da guerra mercadológica que promove a conquista, mas sim, uma ação de colonização.” E, a história das palavras que a constroem parece corroborar para entender este sentido.

No Brasil, a palavra que define os símbolos representantes de um conceito institucional é MARCA. Mas de onde vem esta palavra?

Em minhas pesquisas encontrei que a origem desta palavra é “MARKA” advindo do germânico. Está associada a um pequeno espaço delimitado de terra usado tanto para indicar um ponto estratégico de ataque, como também uma conquista de batalha que recebia a bandeira hasteada. Portanto, marca está ligado à arte da guerra, à propriedade conquistada em batalha.

Como exemplo, podemos citar a chegada à Lua, o símbolo de posse americano foi o hasteamento da bandeira estrelada. Esta é, portanto, a marca da conquista. Dessa forma, do pertencimento da Lua.

Mas há outra palavra na língua inglesa, de origem escandinava e que representa a ciência da gestão de marcas, do “Branding”, que é Brand, palavra derivada de “BRANDR” que representa a consequência da queima por fogo que modifica a carne deixando uma marcação.

A imagem mais associada a origem dessa palavra é a do FERRETE, o ferro que marca o gado após ser aquecido.

Alguém pode se perguntar, mas qual a diferença entre os dois conceitos? Se ambos definem a posse!?

Sim, marca de forma genérica é garantia da posse. Mas essa posse pode vir por combate e tomada ou por pertencimento e cultura.

Mesmo a queima por fogo uma outra forma de ver o Brand é um ato de cultura, é uma transformação natural.

O limite entre o significado dessas duas palavras é sutil, estreito, mas não pouco importante. Podemos construir uma marca pensando em conquistar mercados ou cultivar mercados.

Para o ato da conquista, a estratégia é de fortalecer suas vantagens para aproveitar as fraquezas do outro lado, portanto, a pesquisa de público tem como objetivo achar as vulnerabilidades para que possa levar vantagem na entrada, se preocupando apenas com a tomada do espaço na cabeça do consumidor.

Já o ato da cultura tem a preocupação com o transformar do consumidor, tem como objetivo procriar e reproduzir uma ideia.

De forma prática, o primeiro se baseia na atitude da propaganda clássica, que invade e reforça sua presença, e o segundo na construção da imagem a partir do cuidado com seus valores e seus pontos de contato com o consumidor.

Uma aula inteira, e o princípio da palavra já era o suficiente. E como uma boa cultura, precisava apenas que eu voltasse para alimentá-la. Um bom exemplo de que refazer caminhos tem muito mais a ver com fazer “Brand” do que com conquistar “marcas”.

Taubaté Shopping tem programas culturais para os fins de semana

O passeio no centro de compras fica ainda melhor com as atividades para todos os públicos

Aos fins de semana, o Taubaté Shopping recebe as atividades do “Domingo Cultural”, em um espaço criado para aguçar a imaginação das crianças e com infraestrutura preparada para recebê-las, com mesinhas, cadeiras e tapetes. As atividades variam a cada semana, com teatros, oficinas, mas sempre a partir das 14h, em frente à Polishop.

As próximas atividades especiais serão: dia 23, Oficina Artística de Cata-Vento, e dia 30, Teatro “A Camponesa e a Tenda Mágica”.

Mais cultura

Outra atração é a Geladeira Cultural, que chegou ao centro de compras por meio da parceria com a Società 30 Di Aprile, o Quiririm News e a Spell Comunicação Visual. A máquina é abastecida com livros e, além de incentivar o hábito da leitura, também sugere uma boa ação já que as pessoas podem pegar livros de forma gratuita e deixar novas obras na geladeira também. A “Geladeira Cultural” ficará no mall até o fim do ano e está localizada em frente à livraria Leitura.

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Fonte: Communicare – Assessoria de Imprensa – Camila Dezze

Por do Sol foi sucesso

Festival Pôr do Sol Musical chega ao fim em Ilhabela
Evento atraiu mais de 8.000 pessoas por noite na Praia do Perequê e reuniu grandes nomes da MPB

Sucesso de público, a terceira edição do Festival Pôr do Sol Musical atraiu, em média, mais de 8.000 pessoas por noite à beira do mar, na praia do Perequê, em Ilhabela, entre quinta-feira e domingo.

O evento reuniu nomes consagrados, como Toquinho, Zélia Duncan, Guilherme Arantes e Zeca Baleiro, com artistas regionais, como Beto di Franco, Larissa Cavalcanti, Renato Barsa e Felipe Blues Band. Sempre a partir das 18h30, cada noite do festival reuniu um músico da região e um astro da MPB. Zeca Baleiro encerrou o Por de Sol Musical na noite de domingo.

“É um prazer muito grande se apresentar em Ilhabela. É uma energia incrível, uma plateia fantástica, um cenário maravilhoso. Festivais como esse devem acontecer sempre”, disse o compositor, ainda no palco.

Zeca não falou sozinho

Todos os artistas que estiveram no palco da praia do Perequê elogiaram o evento e a alegria do público. “Vocês são um público fantástico”, disse Zélia Duncan. Para Toquinho, cantar em Ilhabela e na praia é uma experiência fantástica. “O mar, o cenário, o astral das pessoas influenciam a gente de uma forma incrível”, disse o músico, com 50 anos de carreira. “O show foi uma delícia, tinha gente de todas as idades, foi bem gostoso fazer”, afirmou Guilherme Arantes.

O festival foi uma realização da Prefeitura de Ilhabela, Fundação Arte e Cultura e Secretaria Municipal de Cultura, Sucesso com direção da RCS Music.

Aprovado

O prefeito de Ilhabela, Márcio Tenório, disse ter ficado satisfeito com o resultado do festival. “Em menos de 50 dias de governo ter um evento com essa qualidade é muito bom. É desse tipo de evento e de público, diferenciados, que Ilhabela precisa”, disse o prefeito.

Para o secretário de Cultura de Ilhabela, Nuno Gallo, a cidade é um celeiro musical importante. “Por isso, todo evento realizado através da música, abre espaço para nossos artistas e valoriza a nossa cultura”, afirmou.

Fonte:Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Mais de 3.000 pessoas no Ilharriba!

Alceu Valença apresenta seus sucessos e encerra terceira noite do Ilharriba!

Cesar Cardozo, Jorge Ceruto e Cocunut Versiones esquentaram o público do festival em Ilhabela

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A última noite do Festival Ilharriba! contou com quatro atrações neste domingo, 25, em Ilhabela, com destaque para o encerramento com Alceu Valença, e reuniu cerca de 3.000 pessoas no Centro Histórico da cidade. Foram três noites embaladas pelos mais diversos ritmos latinos, com bandas ao vivo e apresentações de dança.

Às 19h30, o paraguaio César Cardoso abriu os trabalhos com a banda Salsa & Latin Jazz. O músico, radicado em Ilhabela, levou artistas locais convidados para o palco e revelou que participar do festival foi a realização de um sonho. “Desde o ano passado eu sonhava em subir no palco do Ilharriba. Foi mágico”, disse, em êxtase, nos bastidores do show.

Jorge Ceruto, conhecido como Rei do Mambo, levou seu som cubano para o público presente, que se animou tanto que a pista ficou repleta de casais. “Fiquei feliz e surpreso com a recepção do público, que apreciou também as músicas apenas instrumentais”, afirmou o artista, que já tocou com nomes como Zeca Baleiro e Marina de La Riva.

A terceira atração da noite subiu ao palco às 22h para entoar hits da MPB, pop e rock em versões latinas. A banda Coconut Versiones apresentou ainda releituras de canções de artistas consagrados como Shakira, Rihanna e Adele na voz de Thaiane Cândido. “O evento é ótimo. É o terceiro ano que acompanhamos”, comentou a administradora de Ilhabela Angélica Prado, que acompanhava a apresentação na companhia do filho Miron, 7, e do marido. “Na noite de hoje, viemos mais para ver o Alceu Valença, mas estamos adorando os outros shows também”, completou.

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Marcado para começar às 23h30, o show de encerramento com Alceu Valença começou pontualmente. O artista mostrou energia e carisma durante 1h30 de apresentação e comandou o coro de mais de 2.000 pessoas que entoavam seus sucessos. Entre as músicas que mais animaram o público estavam Coração Bobo e Como Dois Animais, além de La Belle De Jour e Morena Tropicana, que foram especialmente guardadas para a hora do bis.

“O evento está maravilhoso. Música boa, ambiente perfeito”, comentou Everton Schefer, empresário de Ribeirão Preto, frequentador de Ilhabela há dez anos, que esteve no evento pela primeira vez. “É tudo muito bem organizado. Pretendemos voltar no ano que vem”, completou a namorada, Bruna Marques, biomédica.

O festival internacional Ilharriba! Una Fiesta Latina foi realizado na Vila/Centro Histórico, em Ilhabela, pelo terceiro ano consecutivo, e é uma idealização da RCS Eventos. Todas as atrações tiveram entrada gratuita para o público.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges

Economia criativa é tema de evento

Estadão promove sua primeira Semana de Economia Criativa

Evento acontece entre 13 e 16 de setembro, debaterá tendências sobre mídia, tecnologia e inovação na era do empoderamento nas redes sociais

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Como estão as áreas de tecnologia, inovação, cultura, publicidade, arquitetura, design, moda e os novos modelos de negócios em tempos de economia criativa? Como obter ótimos resultados nesse contexto? Essas serão algumas das frentes de debate da primeira Semana de Economia Criativa, promovida pelo Estadão, entre 13 e 16 de setembro (terça à sexta-feiras), no UNE Vila Madalena (Av. Natingui, 862 – Vila Madalena), das 12h às 19h.

O evento reunirá alguns dos principais players da Economia Criativa do País, abordando as tendências mais relevantes sobre mídia, tecnologia e inovação na era do empoderamento nas redes sociais. A Semana de Economia Criativa tem correalização da revista KAZA, patrocínio da Ideia Zarvos, apoio da Appnexus, Rádio Eldorad, Fundação Instituto de Administração (FIA), Lock, Marton Estúdio, Wi–Fi Max e parceria de conteúdo de O Panda Criativo.

Cada dia terá um tema específico: 13 – Negócios Disruptivos e Nova Economia; 14 – Criatividade, Inovação e Moda; 15 – Mídia Lab; e 16 – Novos Comportamentos. O evento contará com palestras, debates, food trucks, espaço bar e pockets shows. No dia 13, até dia 23, no mesmo local, também será realizada a exposição Ocupação Plural.

Entre os nomes já confirmados para palestrantes/debatedores estão Anielle Guedes (palestrante internacional, que já fez discurso nas Nações Unidas), Anna Raquel Serra (UX Lead na Huge, Carla Mayumi (The Mob, Talk Inc. e Box 1824), Daniela Cachich (vice-presidente de Marketing da Heineken). Diana Assenato, Diane Lima (roteirista), Ernesto Bernardes (Estadão), Felipe Braga (diretor e roteirista), Fernando Tassinari (Event Manager Brazil & Latam da Criteo), Fiamma Zarife (diretora de Marketing no Twitter), Flávia Aranha (stilista e diretora da marca da Slow Fashion e Moda Sustentável), Flávio Padovan (consultor do setor automotivo), Jules de Faria (fundadora da ONG Think Olga), Laura Sobral (urbanista especializada em espaços públicos e sua produção urbana), Letícia Abraham (vice-presidente executiva, Latam at WGSN Mindset Brasil, WGSN), Lucas Foster (psicólogo e idealizador do Projecthub), Lucas Mello (CEO da Livead e sócio-fundador da Box 1824, Profilepr, Aquiris Game Studio e Grupo Chez), Luis Guedes (FIA), Patrícia Weiss (chairman da BCMA South America), Peter Gervai (managing director latam na Appnexus), Reinaldo Roveri (Stratica), Ricardo Saigon (country manager do Pinterest), Rosana Hermann (jornalista), Vitor Knijnik (sócio-fundador da Snack) e Wolf Menke (House of Work e House of Food). Além disso, estão programados os pocktes shows de Larissa Baq, Marina Melo e Galego.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.secriativa.com.br, onde podem ser vistas a lista de palestrantes e a programação completa do evento. Jornalistas que quiserem participar devem confirmar presença pelos telefones (11) 3277-8891, ramal 32, e 99462-9496 ou e-mail marco@luciafaria.com.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Caraguá tem programação especial

11° Caraguá a gosto tem programação especial
Aula Show com renomado chef de cozinha e programação musical vão agitar o Festival Gastronômico em Caraguatatuba

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A 11ª edição do Festival Caraguá a Gosto atrai turistas de toda região para a cidade, oferecendo uma diversidade gastronômica e movimentando a cidade praieira também no inverno com uma competição entre bares, restaurantes, quiosques e pizzarias de Caraguatatuba. Os chefs mostram as novidades para os clientes, que avaliam seus pratos. Este ano, o Festival acontecerá de 1° de agosto a 4 de setembro e contará com 30 estabelecimentos participantes.

Aula Show com Henrique Fogaça
Henrique Fogaça, um dos nomes mais respeitados do cenário gastronômico paulista na atualidade, é uma das ilustres presenças que integram a programação do Festival Gastronômico. No dia 3 de agosto, ele ministrará uma Aula Show, na Praça da Cultura, às 19h, aberto ao público.

Programação musical do Festival
O Jazz e Vinho Festival é parte da programação do festival gastronômico Caraguá a gosto e reunirá convidados especiais nos dias 5, 6 e 7 de agosto, na praça de eventos do centro da cidade. Os shows terão início às 22h e paralelamente estandes com massas e vinhos complementam o evento com mais sabor e cor.
Confira a programação de shows:
– 05/08: Chiquinho Oliveira & Derico e Trio Nota Jazz
– 06/08: Serial Funkers
– 07/08: Felipe Blues Band

Fonte: KMS Comunicação – Renata Jordão/Thaís Mazini

Muita cultura em Cannes

Cannes Lions anuncia maior programação cultural da história

Grandes nomes do cinema, indústria da música e jornalismo, entre outros, se reúnem para colocar a criatividade no centro das atenções em junho

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O Estadão, representante oficial do Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade no Brasil, lançou hoje o programa completo de conteúdo que será executado de 18 a 25 de junho de 2016. Talentos de todas as áreas da criatividade estarão nos palcos do festival, incluindo os eventos especializados do Lions Health, Lions Innovation e Lions Entertainment.

No programa mais diversificado do Cannes Lions da história, o diretor premiado, multi-Oscar, roteirista e produtor, Oliver Stone, apresentará seus pontos de vista sobre a produção cinematográfica, política e cultura. Já o ilusionista David Copperfield vai ajudar a explorar a tensão entre a autenticidade, sinceridade, honestidade e mensagens de marca.

A programação contará ainda com a presença da atriz, cantora e escritora Gwyneth Paltrow, que responderá perguntas instigantes feitas por Stephen Sackur, da BBC HARDtalk, enquanto que a documentarista Jennifer Siebel Newsom falará sobre as profundas mudanças na definição de masculinidade.

O apresentador da CNN, Anthony Bourdain, discutirá o que é preciso para criar histórias em todo o espectro das emoções humanas. Por sua vez, o co-presidente da Vice BR, Spike Jonze, abordará a criação de conteúdo que interessa ao público jovem. Segundo Philip Thomas, CEO do Lions Festivals, o principal foco ao pensar o programa de conteúdo foi dar às pessoas o aprendizado de inspiração que elas não conseguem encontrar em qualquer outro lugar. O executivo explica ainda que houve preocupação em manter a criatividade no centro das atenções, projetando-a para atravessar todos os seus pontos de contato, oferecendo insights sobre algumas das mentes mais criativas do mundo.

“Com eventos especializados como o Lions Health, Innovation e Entertainment, podemos oferecer um programa de palestrantes que trazem o crescente ecossistema da comunicação criativa em conjunto, permitindo que os delegados escolham o conteúdo para criar o seu próprio programa sob medida”, destaca Thomas.

No Lions Entertainment, lançado este ano e dedicado à criatividade em evidência, a programação contará com Martin Campbell, mais conhecido por dirigir os filmes de James Bond, Golden Eye e Casino Royale. Ele falará sobre sua experiência de contar histórias, trabalhando com grandes franquias de entretenimento e integrando marcas em seu trabalho.

Já o ator, produtor e empresário, Channing Tatum se juntará ao grupo, enquanto que Mindy Kaling trará uma visão e inspiração do mundo da atuação. A empresa de luta profissional WWE será representada pela estrela e ator John Cena, além da diretora de estratégia da WWE e personalidade da TV, Stephanie McMahon. Nomes da indústria da música, incluindo artistas, gravadoras e estúdios também serão representados no Lions Entertainment.

O evento, cujo foco é a criatividade de mudança de vida, trará à tona também a ciência com Cory Doctorow, autor de ficção científica, blogueiro e ativista de tecnologia, e o Dr. Gokul Krishnan, Ph.D. em Ciência do Aprendizado, engenheiro e fundador do “Maker Therapy”. Reverenciado por sua coragem em partilhar sua batalha franca contra a síndrome mielodisplásica, Robin Roberts, co-âncora de notícias do Good Morning America, da ABC, e vencedora do Emmy, estará no palco para compartilhar suas dicas de como construir a confiança com seu público. Do mundo do cinema, o diretor de 10 Cloverfield Lane, Dan Trachtenberg, também acaba de ser confirmado. Da indústria farmacêutica, Attila Cansun, diretor de Marketing de Consumer Health da Merck, também se juntará ao grupo.

Com foco em Dados x Tecnologia x Ideias, o Lions Innovation destacará os próximos start-ups, juntamente com Rodney Williams, CEO e co-fundador da LISNR, e André Ferraz, CEO da In Loco Media, além de heróis de tecnologia como Kamakshi Sivaramakrishnan, fundadora e CEO da Drawbridge. Outro talento será Martin Ford, autor de The Rise of the Robots, que fará sua previsão radical de um mundo automatizado, bem como a antropóloga Amber Case, e Matthew Luhn, supervisor/instrutor de História da Pixar Animation Studios.

O programa completo está disponível em www.canneslions.com. Detalhes de como participar do Festival e pacotes disponíveis também podem ser encontrados no site.

Informações em Português acesse: canneslions.estadao.com.br

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Coluna Branding: alma da marca

Mudando o Brasil – 1/2

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Na cultura brasileira é depois do carnaval que o ano começa, então, já está na hora de tratar de assunto sério e polêmico nesta coluna. A mudança de cultura em uma nação.

Há poucos dias li uma carta aberta de um gringo, Mark Manson, que refletia sobre a cultura do Brasil, destacando principalmente nossas fraquezas culturais e concluindo que elas nos faziam reféns do tal jeitinho brasileiro. Em seu texto, Mark destaca a dificuldade de falar a verdade, a vaidade para agradar os outros, e o medo de ferirmos as pessoas com o que pensamos sendo os iniciadores dos nossos males, como a imortal corrupção.

Desde já digo que concordo em 30% com o pensamento de Mark. Isso porque uma cultura não é composta apenas de defeitos e não se pode analisar a marca de um país por um exemplo tão minimizado. Quando buscamos cultura, precisamos levar em conta todos os valores e defeitos, não há como separa-los ou pinçarmos apenas o que nos interessa, pois, isto não nos dará uma análise profunda. É preciso cruzar defeitos e virtudes.

Por exemplo, há um defeito que Mark não pontuou para o Brasil mas que historicamente nos prejudica, a síndrome de colonizado: Escândalos e problemas com injustiças políticas acontecem em todo o mundo, mas aqui ajudamos a desprestigiar nossos próprios símbolos. Veja o que foi feito com a Petrobras! Não é que deveríamos fechar os olhos para a o problema da corrupção. Ela precisa e parece estar sendo investigada pelas forças competentes, mas, a mídia em outros países teria um pouco mais de critério na difamação de um símbolo nacional, uma manchete pode ser: “escândalo de corrupção envolve políticos e empresários” ou “escândalos de corrupção envolve governo e Petrobras”.
Pensem como os americanos fariam essa matéria!

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Lembrem-se, faz pouco tempo em que os EUA foi acusado de espionagem por um de seus analistas da CIA. O que há hoje de matéria sobre isso? Cadê a imagem de governo que fere os direitos do cidadão ou de uma polícia que usa artifícios ilegais? Há sim uma imagem taxada ao analista, o Snowden é um inimigo público oficialmente declarado como traidor.

Isso é proteção às suas instituições! Mas, é realmente pensar no bem comum antes dos individuais? Tenho minhas dúvidas. Enfim, para o próprio Mark é importante perceber que não se pode analisar uma cultura sem levar em conta que uma fraqueza às vezes se torna força e vice-versa.

Mas é verdade que nossos problemas, assim como todos os problemas, estão enraizados em nossa cultura. E, a mudança não é algo tão impossível quanto parece. Vejamos o exemplo da Coreia do Sul, da Alemanha oriental ou até do nosso vizinho Uruguai. Todos estes passaram por processos de mudança de cultura, se uniram em um único propósito, fazer funcionar. O que acho que falta ao Brasil é um propósito único. O fim de uma disputa de poder, por poder. Não somos um país dos vermelhos ou dos azuis, somos uma única nação em verde e amarelo. Mas realmente não vejo um líder apresentado neste sentido.

De qualquer forma entendo ter 3 passos para a mudança de cultura, seja em uma pessoa, empresa, instituição ou país:

1 – Auto-análise. Este é o passo que Mark nos propõe, é uma etapa onde precisamos identificar nossas fraquezas e também nossas virtudes. Com estes dois elementos podemos ver cenários futuros que podem ser devastadores ou oportunos. É lógico que escolhemos sempre os oportunos, mas é importante conhecer os devastadores, pois, se eles aparecerem não ficamos batendo cabeça pra resolver e tomamos uma ação rápida. Vide exemplo do caso da CIA nos EUA.

2 – Vontade de mudar – é a fase difícil, a fase do empurrão inicial onde é preciso o exemplo heróico. Gosto de citar a difícil missão da primeira ministra alemã, que tem feito um grande esforço em prol da aceitação dos Sírios em seu país. Em um texto de 2015 (http://www.atributo.com.br/mudar-uma-marca-historica/) comentei o que penso ser uma grande oportunidade de mudança para a imagem deste país.

3 – O engajamento – é a fase de fazer os outros acreditar. Cito um exemplo mais pessoal. Quem não conhece a experiência de um amigo que começou a fazer um regiminho e se tornou atleta. É muito comum uma primeira atitude dar origem a uma grande mudança, pois, ela vai contagiando por comunicação.

Por hoje paramos por aqui, mas no próximo mês continuo com o assunto e vou falar sobre algumas técnicas de mudança de cultura que poderiam mudar o Brasil.

Comentem, compartilhem curtam ou não, mas vamos debater o assunto, pois como diz nossa cultura, filhos do Brasil não fogem à luta.