47% dos brasileiros têm comprado mais online desde o início da pandemia, mostra Ipsos

Em decorrência da Covid-19, entrevistados do mundo todo estão frequentando o comércio local com menos frequência do que antes

A crise do novo coronavírus, e o consequente isolamento social a nível global, trouxeram mudanças significativas nos hábitos de consumo da população, com impacto especialmente em economias locais. Segundo a pesquisa Shopping During The Pandemic, realizada pela Ipsos com entrevistados de 28 países, 47% dos brasileiros têm feito mais compras online do que faziam antes da pandemia de Covid-19. No mundo todo, são 43%.

Os respondentes que mais aumentaram a frequência com que fazem compras online, desde o início da crise sanitária, foram os do Chile (59%), Reino Unido (55%), Turquia e Coreia do Sul (54%). Enquanto 47% das pessoas no Brasil estão comprando mais pela internet, 17% relataram comprar menos e 36% compram tanto quanto antes.

Com o aumento das compras em plataformas digitais, 36% dos entrevistados no país disseram que estão comprando menos em lojas pequenas, de comércio local, se comparado ao período pré-pandemia. Por outro lado, 49% afirmaram ir a lojas tanto quanto antes e 15% têm frequentado tais estabelecimentos com mais frequência do que antes da crise do novo coronavírus. No que diz respeito aos hábitos de compra, o brasileiro tem evitado frequentar lojas locais mais do que a média das nações. No mundo todo, o percentual de pessoas que tem saído menos para comprar em comércios da proximidade é de 30%.

Globalmente, as pessoas com poder aquisitivo mais alto tiveram o crescimento mais significativo nas compras online: 49% fazem mais compras pela internet do que antes. Entre os respondentes de baixa renda, são 37%; na classe média, são 43%.

O perfil que mais aderiu às compras online durante a crise de Covid-19, além de ser de alta renda, é também majoritariamente feminino e jovem. De todas as participantes do estudo, 45% disseram estar comprando mais pela internet, contra 41% dos homens. Além disso, 45% dos entrevistados com menos de 35 anos aumentaram o consumo online na pandemia, contra 40% entre os mais velhos, de 50 a 74 anos.

“Enquanto 49% das pessoas de classe alta aderiram às compras online no mundo, no Brasil o número chegou a 59%. Além disso, as mulheres brasileiras também foram mais seduzidas por esta modalidade de compra (53%, contra 45% globalmente). Sendo assim, é importante que as marcas que querem chegar até o consumidor digital do Brasil pensem em estratégias que atraiam estes públicos”, analisa Rafael Lindemeyer, diretor de negócios na Ipsos.

Restaurantes versus delivery

Assim como a ida às lojas físicas, o brasileiro tem evitado comer fora mais do que o resto do mundo. Dos respondentes do país, 67% declararam estar indo a restaurantes locais com menos assiduidade do que antes. Considerando todas as nações, são 63%.

Apesar da queda da clientela nos salões dos restaurantes de bairro, apenas 1 entre cada 4 brasileiros (25%) disse ter pedido mais delivery no período pandêmico. Em contrapartida, 35% estão comprando menos comida por delivery e 40% escolhem a modalidade de entrega em casa tanto quanto faziam antes.

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De 28 países, apenas 8 apresentam um índice de pessoas que aumentaram o consumo por delivery mais alto do que o de pessoas que diminuíram o consumo por delivery. São eles: Chile, Colômbia, Malásia, Estados Unidos, Bélgica, Coreia do Sul, Alemanha e Holanda. Na média do mundo todo, 23% têm recorrido com mais frequência à entrega de refeições, contra 32% que estão pedindo menos delivery e 45% que não mudaram seus hábitos.

“Os indicadores refletem comportamentos adquiridos durante o confinamento. Comprar menos por delivery não significa que o mercado de aplicativos esteja prejudicado, pois está em plena expansão, mas sim que restaurantes que não se adequam a este novo canal perdem apelo ao consumidor. É importante que as empresas do ramo tenham uma estratégia para não ficar de fora do leque de decisão do comprador”, ressalta Lindemeyer.

As pessoas que menos têm saído para comer são mulheres: 66% do total de participantes do sexo feminino diminuíram suas idas a restaurantes, enquanto 59% dos homens fizeram o mesmo. A faixa etária de 50 a 74 anos está se prevenindo mais, pois 68% relataram queda na frequência com que comem fora. Entre aqueles com idade de 35 a 49 anos, são 64% e, entre os entrevistados com menos de 35 anos, 57%.

A pesquisa on-line foi realizada com 20.504 entrevistados de 28 países, com idades de 16 a 74 anos, entre os dias 20 de novembro e 04 de dezembro de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

Fonte: Giusti Comunicação – Jéssica Díez Corrêa

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Novo aplicativo de pesquisas de baixo custo realiza mapeamentos de consumo nas periferias

O Outdoor Social Inteligência® coleta dados para a comunicação com a periferia, potencializando resultados para empresas que buscam alcançar público periférico

Durante muitos anos, as periferias foram negligenciadas nos planejamentos estratégicos e planos de mídia da maioria das empresas. Mas, esse cenário está começando a mudar. Pesquisas têm revelado que essas regiões representam a maior parte da população brasileira e que o potencial de consumo dentro das favelas movimenta bilhões anualmente. Uma das principais dificuldades para atrair os investimentos para esses territórios é a falta de informação sobre esse público, seus desejos de consumo e seus hábitos, pois faltam pesquisas – que são uma forma de potencializar resultados e minimizar riscos.

Segundo Emília Rabello, fundadora do Outdoor Social® – negócio de impacto que atua há 8 anos como mídia OOH para a comunicação nas periferias – a falta de conhecimento sobre as favelas foi o maior desafio da trajetória da empresa no mercado publicitário. Não existiam pesquisas com foco em consumo nessas regiões e, por isso, era difícil mostrar que existiam oportunidades. Outro entrave para a veiculação de uma publicidade efetiva, é a falta de representatividade nas campanhas, que precisam ser pensadas com foco no público-alvo. “A favela tem uma identidade própria. Os anunciantes precisam estar atentos a isso”, comenta Emília.

Dessa necessidade, surgiu o Outdoor Social Inteligência® que, no último ano, vem realizando pesquisas e fornecendo informações confiáveis sobre as regiões periféricas do país e que, agora, lança um aplicativo para facilitar o processo de coleta de dados, agilizar os resultados e minimizar os custos, democratizando o acesso de pequenas e médias empresas às pesquisas de mercado.

O aplicativo já contém o formulário para ser utilizado pela equipe que fará as entrevistas e possibilita todos os formatos de perguntas. Quando a resposta é selecionada, ele leva automaticamente para a pergunta sequencial. Como a internet ainda é um problema em algumas regiões, ele foi criado para ser usado off-line, sem comprometer seu desempenho. Ao finalizar o questionário, a informação é gravada no banco de dados da plataforma, que, automaticamente, faz as análises estatísticas da pesquisa.

A primeira pesquisa realizada pelo novo aplicativo, foi encomendada pelo G10 Favelas – bloco de Líderes e Empreendedores de Impacto Social das Favelas – e contou com 400 questionários, respondidos por moradores de Paraisópolis e Heliópolis, em São Paulo. O objetivo era conhecer as expectativas e prioridades dos entrevistados sobre as eleições para prefeito. Outro foco do projeto, é a formação de pesquisadores dentro das favelas, por isso, a equipe de entrevistadores foi formada por um time misto das duas comunidades.

“Conseguimos rodar uma pesquisa com 400 pessoas em apenas dois dias de campo e, em menos de 24 horas, já tínhamos todos os cruzamentos estatísticos. O aplicativo otimizou o processo e possibilitou termos resultados muito mais rápidos”, conclui Emília.

Fonte: Tide Social – Assessoria de Imprensa do Outdoor Social®

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Pesquisa aponta resultados satisfatórios na Black Friday

Levantamento da Shopper Experience traz números da Black Friday brasileira

De acordo com levantamento “A Black Friday brasileira – superando os desafios de 2020”, da Shopper Experience, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, que apurou a experiência de compra do consumidor brasileiro durante a Black Friday, a edição deste ano definitivamente superou a percepção de “Black Fraude” que a data tinha no Brasil. O varejo brasileiro se mostra forte com relação a isso, principalmente nas compras online, com resultados mais que satisfatórios.

O estudo ouviu 300 pessoas, entre 28 e 30 de novembro, em todo o País. Segundo dados apurados:

– 62% dos entrevistados compraram este ano;

– Oito em cada dez compraram pela internet;

– 25% dos entrevistados encontraram ofertas bem mais vantajosas que a edição passada;

– Três em cada dez pessoas ainda acreditam que é uma “Black Fraude”;

– 44% já aproveitaram para adiantar as compras de Natal;

– 68% que compraram em loja física se sentiram seguros com relação às medidas de segurança adotadas pelas lojas durante a pandemia.

O gráfico abaixo mostra todos os resultados.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Estudo aponta 6 lições de CX para o varejo extraídas da pandemia

Com as datas comemorativas de fim de ano chegando, varejistas precisam saber como vender mais no cenário atual

Se há uma lição que a pandemia da Covid-19 tem apontado é a de que customer experience (CX) é essencial para o sucesso de uma marca, especialmente no varejo. Mesmo com a flexibilização da quarentena e distanciamento social em muitos lugares do mundo, o período de compras de fim de ano, que incluem datas como Black Friday e Natal, colocará à prova aquilo que as empresas aprenderam durante os períodos mais difíceis da crise.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

A Kantar realizou sua pesquisa CX+ com mais de 100 mil pessoas em 17 países para entender suas experiências com algumas das maiores marcas de varejo – locais e globais – e comparou essas respostas com dados de sua pesquisa Barômetro COVID-19 para identificar o que muda e o que fica em termos de tendências de CX.

Dentro da categoria, a empresa de pesquisa avaliou marcas de varejo geral, de supermercados e de moda, e com isso conseguiu extrair aprendizados que vão além da preparação para as vendas de fim de ano, mas também para lidar com um futuro pós-Covid.

“Antes da Covid-19, as marcas já não estavam entregando uma boa experiência. Com a chegada da pandemia, ela se tornou essencial para que os clientes fizessem negócios”, afirma Juliana Honda, líder de CX da Kantar. “Apenas 17% dos entrevistados acreditavam estar satisfeitos ou maravilhados com as experiências entregues por marcas de varejo geral, por exemplo.”

O trabalho dos funcionários também é parte essencial de uma boa experiência, e apenas 37% dos entrevistados pela Kantar achavam que os colaboradores das marcas de varejo geral estavam entregando uma excelente CX.

6 lições de CX para o varejo pós-pandemia:

1. Capacite os funcionários para atender os clientes

Longe da vista não significa fora da mente para os clientes e a pesquisa mostra que a frustração do consumidor no presencial pode ser tão alta quanto a falta de ajuda online imediata. Encontre maneiras de garantir que os clientes recebam a ajuda de que precisam.

2. Velocidade é importante

Os varejistas precisam trabalhar para ajudar as pessoas a controlar sua experiência em termos de tempo para não levar à frustração. O prazer exige certa eficiência, além de surpresas na navegação.

3. Flexibilidade de realização de comércio eletrônico

Os dados CX+ e da Kantar demonstram a importância de uma variedade de opções de atendimento no varejo para os clientes. Este é um atributo que o CX+ mostra ser mais desejado pelos consumidores do varejo geral em comparação aos de moda ou alimentos. Essa necessidade da disponibilização de um e-commerce integrado aos outros canais se fortaleceu durante a pandemia.

4. Revisite a promessa da sua marca

As marcas começaram a delimitar um território ético e político claro antes da pandemia com campanhas, como o apoio da Nike a Colin Kaepernick. Mas o movimento #MeToo, Black Lives Matter e atividades relacionadas à pandemia esmaeceram a linha entre a autoridade comercial e cívica que torna este território desconhecido. Cada vez mais as marcas deverão tomar posição em questões pertinentes à consciência coletiva. Determinar como exemplificar o propósito e os valores na promessa da marca de uma forma que atenda às necessidades emocionais, sociais e funcionais modernas será fundamental para os varejistas no futuro.

5. Repense radicalmente a experiência na loja

A experiência na loja do futuro está configurada para mudar drasticamente, tanto como resultado das mudanças para o online quanto nas atitudes do consumidor. Varejistas cujas portas permaneceram abertas foram forçados a enfrentar uma situação de “fazer ou morrer” para continuar a servir o público. No processo, eles perceberam como sua organização realmente pode ser ágil e como os clientes são receptivos às mudanças e ávidos por novos serviços.

Os varejistas que foram forçados a fechar devem aprender com aqueles que passaram por testes de resistência e inovaram para sobreviver. A experiência na loja e o papel dos funcionários continuarão a evoluir. O desejo do cliente por funcionários que tragam uma ótima experiência na loja não desaparecerá, então os varejistas precisarão descobrir como incentivar uma interação social significativa, mesmo à distância.

6. Reinvente a experiência omnichannel

As empresas que carregam um DNA mais ágil usaram a pandemia como uma oportunidade de reinvenção, mas devem continuar a expandir os limites. À medida que as atitudes e o comportamento do consumidor evoluem e o panorama do consumo se transforma após a pandemia, a importância da experiência omnichannel continuará a crescer. Embora a pandemia tenha impulsionado a inovação no espaço online, com os varejistas aprendendo a fornecer serviços offline e online com eficácia, um ambiente omnichannel verdadeiramente combinado surgirá em um futuro próximo. Este será um em que a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual e outras tecnologias ajudarão os varejistas a oferecer experiências ricas em conteúdos e sensoriais nesses espaços. Mas os varejistas que oferecem excelência CX omnichannel são aqueles que pensam criticamente sobre como a tecnologia pode aprimorar a experiência humana.

“Compreender onde e como fornecer produtos, serviços e experiências que beneficiam os clientes da melhor maneira exigirá pesquisas e reavaliações contínuas”, diz Juliana.

Sobre o CX+

O CX + é uma solução que mede a lacuna entre a promessa da marca e a experiência do cliente. Ele revela aprendizagens de CX específicas da categoria e fornece pontos de discussão, por meio de liderança inovadora da classe. Em 2020, foram realizadas entrevistas com mais de 100 mil pessoas em 17 países para entender suas experiências com algumas das maiores marcas de varejo – locais e globais – e comparou essas respostas com dados de sua pesquisa Barômetro COVID-19.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues

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Soft Skills: quais são as habilidades do profissional do futuro?

Mais do que dominar habilidades técnicas, livro inédito no Brasil destaca que profissionais do futuro serão selecionados pelo comportamento

Você sabia que a revolução digital transformou as relações humanas até mesmo profissionalmente? Um estudo recente realizado pela IBM em 50 países, com 5.800 executivos, corrobora com a afirmativa e aponta que, os próximos três anos, mais de 120 milhões de profissionais deverão se recapacitar para trabalhar nesses modernos ambientes digitais. Ao contrário do que pode parecer, o maior desafio está na ausência de habilidades comportamentais por parte dos candidatos.

Mas o que as Soft Skills têm a ver com essa nova realidade? Tudo. Soft Skills é um termo em inglês usado, sobretudo, por profissionais da área de recursos humanos para definir habilidades comportamentais.

A frase de Peter Drucker permanece uma máxima nos dias atuais: “As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas, mas são demitidas pelos seus comportamentos”. Sabe-se que nove em cada 10 profissionais, cerca de 90% das pessoas, são contratadas pelo currículo (Hard Skills) e demitidas pelos comportamentos (Soft Skills). A informação é do levantamento de 2018 da Page Personnel, consultoria global de recrutamento. Os dados destacam que não basta profissionais qualificados tecnicamente, com ótimos cursos e atividades complementares para serem selecionados para uma vaga. Relacionamento interpessoal, comunicação, liderança, negociação, empatia etc., são algumas das Soft Skills mais buscadas pelas empresas nos candidatos e que vão muito além dos bancos de faculdade.

Do mesmo modo que a tecnologia e a inteligência artificial avançam rapidamente, é fato que as Soft Skills dificilmente serão copiadas pelos robôs. É o que revela o livro Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos, que será lançado pela Literare Books International em novembro. Lucedile Antunes coordenadora editorial dessa obra de coautoria, conseguiu reunir grandes especialistas que compartilharam seus conhecimentos e valiosas experiências. Os capítulos são apresentados em um estilo que irá prender a atenção do leitor, do prefácio ao epílogo.

Dentre esse grupo seleto de autores, o livro reúne CEO’s, C-levels da área de desenvolvimento humano, terapeutas, coaches e médicos comportamentais. A obra traz um conteúdo prático de como desenvolver as principais Soft Skills mais buscadas pelos profissionais no mercado dos tempos atuais e como dar os passos para o seu autodesenvolvimento.

Livro inédito no Brasil
O livro Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos será lançado virtualmente pelo canal da editora Literare Books no Youtube (http://youtube.com/literarebooks). O lançamento da obra foi planejado para o formato virtual devido à pandemia do novo coronavírus.

A obra foi estruturada em 33 capítulos, além da introdução e epílogo. Dentro desse livro, o leitor encontrará tudo o que precisa saber para se tornar um ser humano ainda melhor e, acima de tudo, um profissional destacado no mercado. “Ao longo do livro você entenderá quais são as exigências comportamentais que o mundo nos desafia a aprender, passando pela importância das inteligências emocional, espiritual, lúdica e relacional”, informa a coordenadora editorial Lucedile Antunes.

Ao final de cada capítulo o leitor encontrará dicas incríveis de como desenvolver cada Soft Skill. A autoconsciência, a sensibilidade e uma ampla gama de linguagens do corpo e do coração (emoções e comportamentos) não podem ser facilmente reproduzidas pelos robôs. É por isso que as Soft Skills se tornarão cada vez mais os nossos verdadeiros diferenciais. Uma obra imprescindível para os dias atuais.

Empatia, comunicação intrapessoal, coragem, resiliência, inteligência lúdica, emocional, espiritual e relacional, adaptabilidade, lifelong learning (capacidade de aprendizagem ao longo da vida), trabalho em equipe, autoliderança, atitude positiva, criatividade e aprendizado, sensibilidade, resiliência, resolução de problemas, humor, netweaving, autenticidade, altruísmo, escuta ativa, negociação, pensamento empreendedor, experimentação, colaboração, reflexão sobre os seus pontos fortes, o poder do autoconhecimento e da gestão das emoções e ansiedade, estão entre os temas abordados, em uma brilhante síntese do que precisamos saber para nos reinventar em um mundo que não para de se transformar.

Sobre o Livro
Soft Skills: competências essenciais para os novos tempos
Coordenação editorial: Lucedile Antunes
Literare Books International – 1ª edição – 258 páginas
Formato: 23×16
ISBN: 9786586939903
Amazon: http://bit.ly/livro-soft-skills
Loja Literare Books: http://bit.ly/loja-literare-soft-skills

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O Brand Publishing e a LGPD

por Paulo Henrique Ferreira *

Finalmente entrou em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados, a LGPD. Inspirada na GDPR europeia, a lei formaliza a questão dos cuidados e regras com dados pessoais. Em linhas gerais, a LGPD determina que toda e qualquer marca que solicita, trata, controla e armazena dados de seus clientes tenha uma política declarada para o uso de dados. Inclusive, dá a prerrogativa de eliminação dessas informações por parte dos clientes.

Pertinente neste momento de transição midiática, a LGPD vai exigir esforço conceitual e técnico das marcas. Daqui pra frente, a lei vai estimular a minimização de solicitação de informações, bem como coibir a acumulação indiscriminada e uso indevido de dados.

A partir de agora, gestores das áreas de Tecnologia e Relacionamento com Cliente poderão, finalmente, construir processos bem estruturados. O mesmo vale para profissionais e equipes de comunicação das marcas, que terão a oportunidade de protagonizar a cultura de dados na empresa, sobretudo com projetos de mídia proprietária.

Diga-se de passagem, no longínquo ano de 2016, o estudo “Global Communications Report”, da Holmes Report, já previa que a área de Owned Media seria a frente de maior crescimento nas empresas até 2020. Acertaram na mosca. Mesmo antes da LGPD, muitas empresas já buscavam a desintermediação da relação com seu público, através de ativos digitais proprietários.

Ativos como, por exemplo, portais de conteúdo especializado, assinados por marcas relevantes. Esse tipo de projeto – conhecido como brand publishing – consiste no desenvolvimento de propriedades completas de conteúdo digital, com programas consistentes de publicação e distribuição de notícias, análises e informações, em plataforma própria.

A partir de agora, a marca que tiver legitimidade para se posicionar como publisher, além de reforçar sua autoridade e notoriedade, terá também a oportunidade de tornar sua plataforma uma fonte permanente de dados, em compliance com a LGPD.

Afinal, com a LGPD, a questão não fica restrita apenas à produção, curadoria e distribuição de conteúdo. Extrapola para a capacidade de transformar third party data em first party data. Ao atrair audiência de forma sistemática para uma plataforma própria, a marca estabelece uma fonte estruturada de dados, com processos técnicos bem definidos.

Processos integrados com o CRM das empresas, com clara distinção das fontes de origem e usos estritamente relacionados a cada ação. Muito mais que um programa permanente de conteúdo, a disciplina de brand publishing é capaz de desenvolver uma plataforma que transforma, de maneira lícita, dados terciários em dados primários.

Grupos como L’Oreal, GE e Amex são referências globais em brand publishing, com portais proprietários relevantes, pioneiros e longevos. No Brasil, marcas como ENGIE, PROTESTE e Transfero Swiss, também já estabeleceram suas plataformas de conteúdo, em linha com as boas práticas da LGPD.

Image by Wynn Pointaux from Pixabay

Com tudo isso, da mesma maneira que equipes técnicas vão ter que lidar com as novas regras, as equipes de comunicação também terão que amadurecer seus processos. Cabe aos profissionais da área desenvolverem portais proprietários de marcas, que serão verdadeiros ativos de negócios – inclusive para o tratamento adequado de dados.

Afinal, antes da LGPD, projetos de brand publishing – estado da arte em owned media – eram verdadeiros diferenciais competitivos de marcas relevantes. Com a LGPD, esse tipo de projeto passa a ser uma necessidade operacional.

*Formado em jornalismo pela PUC-Campinas, Paulo Henrique Ferreira também é mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e possui MBA em Gestão pela Fundação Getúlio Vargas. É fundador e Diretor Executivo da Barões Digital Publishing, primeira empresa brasileira especializada em brand publishing, que tem entre seus clientes, o QuintoAndar, PROTESTE, ENGIE e Transfero. Paulo Henrique começou sua carreira em 2000, na Compera (atual Movile), desenvolvendo produtos editoriais para telefones celulares. De 2008 a 2015 liderou a área digital do LANCE!, o maior diário desportivo do Brasil. Dentre outras posições no mercado de publishing digital, também foi membro do Comitê de Estratégias Digitais da ANJ. Ferreira é pai do Pedro e marido da Márcia, além de sócio, na Barões, do Bruno Costa e João Gabriel dos Santos.

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LGPD é tema de painel na ACIT

ACIT realiza Painel sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD

Na próxima quarta-feira, dia 11 de novembro, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté inicia uma série de painéis sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD – Lei nº 13.709/2018), que regula as atividades de tratamento de dados pessoais e que também altera os artigos 7º e 16 do Marco Civil da Internet.

Durante a explanação serão abordados tema como a proteção a privacidade, a transparência e padronização de normas e segurança jurídica. O conteúdo traz entre os tópicos a conscientização e discussão junto aos empresários, a apresentação dos principais pontos da lei, os direitos e obrigações e seus impactos para as PMEs e a discussão sobre as principais dúvidas que a lei vem gerando.

As apresentações acontecem durante quatro dias e serão divididos por segmentos. No dia 11 o foco será nas empresas do segmento de serviços como contabilidade, hotéis, informática, comunicação e RH.

Dia 13, sexta-feira, será voltado para as empresas de varejo, como as lojas de vestuário, calçados, joias e comercio em geral.

Na próxima semana também acontecem duas apresentações, dias 18 e 20 de novembro (quarta e sexta-feira), para os setores de construção e de saúde, respectivamente.

As aulas acontecem no auditório da ACIT a partir das 9h. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas previamente devido às restrições de espaço. O número de participantes atenderá as novas regras de distanciamento social e todos os protocolos de segurança em relação à COVID 19 serão respeitados.

Os interessados em participar devem entrar em contato pelos telefones (12) 2125-8210/8211, whatsapp (12) 99189-7964 ou ainda pelo email cursos.acit@taubate.com.br para garantir a sua vaga. Maiores informações também podem ser obtidas por esses meios.

Fonte: Assessoria de imprensa – Bruna Abifadel

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Vaga de Analista de Inteligência de Mercado

Panasonic busca Analista de Inteligência de Mercado

Unidade da Panasonic situada em SJCampos está em busca de profissional para suprir a vaga de analista de Inteligência de Mercado.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

Responsabilidades:

Coletar, consolidar, analisar e interpretar dados para gerar estratégias e alcance de resultados nos negócios;
Atuar com dados de vendas (sell in e sell out), mapeando e analisando a concorrência, tendências de mercado e posicionamento de preços;
Apoiar as áreas de produtos, comercial e operações para desenvolvimento de novos negócios.

Requisitos Necessários:

  • Superior completo em Administração ou Marketing e áreas afins;
  • Conhecimento avançado em Excel e VBA (criação de Macros, automatização de fórmulas e análises).
  • Diferencial ter conhecimento na ferramenta Power BI.
  • Local de Trabalho: Unidade São José dos Campos.

Candidate-se por aqui

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Dados do e-commerce no Brasil abrem novas possibilidades de emprego

Está à procura de um novo emprego ou profissão? Acredite no poder dos dados do e-commerce no Brasil

por Elton Ivan Schneider*

Diante do cenário atual de pandemia e transformação digital, falar sobre o crescimento do e-commerce no Brasil, pode ser comparado a navegar em um céu de brigadeiro… será?

Os números impressionam, mas nos mostram que estamos em um momento de copo meio vazio, com muitas possibilidades para crescimento (para encher o copo, o que é bom) e uma falta de empresas e profissionais preparados para estas oportunidades (o copo está vazio, indicando oportunidades para enchê-lo, porém, falta conteúdo para colocar dentro).

Nosso objetivo com este texto é mostrar que existem muitas oportunidades para quem tem conteúdo (conhecimentos, habilidades e atitudes) e sabe aproveitar o momento. São oito grandes áreas de crescimento e oportunidades para futuros empregos e profissões, você está preparado?

Área 01 – Sites e Plataformas de E-Commerce

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): 50% dos sites brasileiros estão inativos, somente 8,48% dos sites são plataformas e E-Commerce.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em: Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital.

Área 02 – Vendas e Comércio Eletrônico (Sites, Plataformas de E-Commerce, Aplicativos, Marketplaces)

O copo está vazio (ótima oportunidade para crescermos): a maior parte dos sites de E-Commerce, trabalha com poucos itens (até 10 itens) e de pouco valor agregado (até R$100,00), se considerarmos que muitos deles tem menos de 10.000 acessos mensais, implica que estamos usando o comércio e as vendas digitais para testar produtos, para arriscar e perder pouco ou até mesmo devido a imposição da pandemia. Precisamos de mais ousadia.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Varejo Digital, Engenharia de Software, Engenharia da Computação, Análise de Sistemas e especialistas em Planejamento Estratégico.

Área 03 – Geração de Empregos e Negócios com Comércio Digital

O copo não está vazio, mas tem espaço para muito mais: quase 80% dos sites de E-Commerce brasileiros empregam até 05 funcionários, ou seja, temos mais de 1,075 milhão de Micro e Pequenos Negócios na internet. Isto demonstra o potencial empreendedor do brasileiro, e a possibilidade de mais de 5 milhões de empregos gerados.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 04 – Virtualização dos Negócios

O copo está vazio e carente de conteúdo (ótima oportunidade para crescermos): 82% dos novos negócios criados por empreendedores virtuais não possuem lojas físicas, somente 12,16% deles em aplicativos próprios para vendas, e 5,73% apostam em grandes sites de marketplaces para vender seus produtos. Significa dizer que o mercado para desenvolvedores de aplicativos é enorme, que muitos ainda não compreenderam o potencial dos marketplaces, abrindo portas para profissionais das áreas de estratégia e varejo digital.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Varejo Digital, Desenvolvedores de Aplicativos para Dispositivos Móveis, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Marketing Digital, Negócios Digitais, Gestão de Startups e Empreendedorismo Digital, Gestão Empreendedora de Serviços.

Área 05 – Comunicação em Redes Sociais

O copo está meio cheio, significa dizer que este será o futuro desta área de trabalho: mais de 68% das empresas já usam as redes sociais para se comunicar com seus clientes, Facebook (54%) e Youtube (40%) são as redes preferidas, porém isto exige estratégias de gerar, informar, esclarecer, assegurar e proteger seus clientes em transações com o seu negócio.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão de Mídias Sociais, Publicidade e Propaganda, Segurança Cibernética, Marketing Digital, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 06- Descentralização dos Negócios Digitais

O copo está enchendo rápido, porém com alta concentração: 72% dos novos negócios baseados em plataformas digitais, estão concentrados na região sudeste do Brasil. A oferta de cursos na modalidade a distância, nestas áreas, pode ajudar na descentralização da formação de mão de obra especializada, bem como, na possibilidade de as empresas conseguirem profissionais habilitados a realizarem a transformação digital em seus negócios.

Elton Ivan Schneider

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital, Marketing Digital.

Área 07 – Crescimento do Comércio Eletrônico e Digitalização dos Negócios

O copo está enchendo rápido, não acompanhar o crescimento do mercado, implica em ficar para trás: crescimentos acima de 30% ao ano no comércio eletrônico, apontam para a necessidade de uma mudança radical nos modelos de negócios existentes.

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Administração, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Blockchain, Criptomoedas e Finanças Digitais, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

Área 08- Conveniência, Segurança e Acessibilidade Digital

O copo está meio vazio e com furos que deixam escapar boas oportunidades: sites inseguros, com deficiências de desenvolvimento que não respeitam a experiência do usuário e com grandes problemas de acessibilidade, principalmente para com as pessoas com alguma deficiência são uma grande realidade

Oportunidades para Empregos e Profissões: para profissionais com formação em Design Gráfico, Design de Games, Design de Animação, Design Editorial, Marketing Digital, Assessoria Executiva Digital, Coaching, Gestão do E-Commerce e Sistemas Logísticos, Negócios Digitais, Varejo Digital.

*Elton Ivan Schneider é diretor da Escola de Gestão, Comunicação e Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Robôs manipulam os dados para os humanos pensarem nas estratégias

Sua empresa já está operando na realidade Data Driven?

Data Driven significa transformar conhecimento em inteligência comercial. Com as soluções em automação e inteligência artificial, as máquinas fazem o trabalho de análise enquanto os gestores se preocupam em criar estratégias.

Photo by Markus Spiske on Unsplash

As soluções Data Driven são softwares que coletam, armazenam, processam e fazem a interpretação dos dados brutos, para depois serem transformados em informações valiosas. Obviamente, estamos falando de um universo de dados digitais.

Hoje, vivemos em uma realidade em que analisar o comportamento do consumidor faz toda a diferença no dia a dia de uma empresa.

De acordo com a publicitária, @flaviacvalentim, “para ser assertivo é necessário desenhar a persona do seu negócio, que nada mais é do que definir detalhadamente quem é seu consumidor: sexo, idade, estado civil, classe social, gostos, entre muitos outros requisitos que compreendem o perfil de quem compra seu produto ou serviço”, explica.

Segundo ela, a grande vantagem em utilizar a ferramenta Data Driven na hora de desenvolver a campanha de marketing do cliente é a agilidade nos processos e a qualidade dos dados.

“O Data Driven é utilizado no marketing para obter informações avultadas dos consumidores desde hábitos de onde e quando eles utilizam as redes sociais, os conteúdos que eles reagem, até comportamento de compras, formas de comprar, meios de pagamentos, busca online, etc”, ressalta a especialista em mkt digital, mestre em desenvolvimento regional e diretora da @vinculoconsultoriamkt.

As informações sobre o comportamento dos consumidores são analisadas, para ter certeza de que o produto ou serviço tem chance de ser alcançado nas campanhas,­ dentro do processo de automação de marketing.

Os dados processados pelo Data Driven permitem que o time de marketing descubra quais canais ou meios de atingir os consumidores são mais eficazes.

Esses dados analisados trazem potenciais clientes realmente interessados nos produtos que a empresa oferece. Tudo isso permite a criação de campanhas personalizadas, o que naturalmente leva a resultados melhores.

“Estamos na era da transformação digital, o mundo cobra que cada um se atualize e se desenvolva. O ritmo da mudança está acelerado e quem não buscar essa atualização vai ficar fora do mercado”, afirma Flávia.

Flávia Valentim – Publicitária, pós-graduada em marketing, mestre em desenvolvimento regional, ajuda empresas a potencializar sua reputação, autoridade, credibilidade e visibilidade, através de geração de conteúdo on-line / off-line, gestão de plataformas digitais, treinamentos in company, palestras, consultoria, entre outros. Possui 19 anos de experiência em comunicação corporativa, publicações empresariais e comunicação digital, é palestrante in company e professora de graduação e pós-graduação.

Fonte: Máquina Assessoria de Imprensa – Aline César

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