Levantamento aponta crescimento no alcance e nos likes de centenas de criadores de conteúdo

Quarentena aumenta em 60% comentários em posts de influenciadores no Instagram

Levantamento feito pela Celebryts nas últimas semanas mostra ainda crescimento de quase 16% no alcance e 9% nos likes de centenas de criadores de conteúdo que estão trabalhando em campanhas com a startup de marketing de influência

A Celebryts, startup focada em marketing de influência, fez um levantamento com centenas de criadores de conteúdo nesta época de quarentena e identificou aumento de 60,89% nos comentários em diferentes posts dos perfis no Instagram destes influenciadores. Além disso, os perfis analisados mostram crescimento de 15,73% de alcance e 9,06% de aumento nos likes dos conteúdos postados.

Os dados foram enviados por influenciadores que estão trabalhando em campanhas com a Celebryts atualmente. Foram analisados três posts de cada criador de conteúdo que correspondem ao período de três semanas: a passada, cuja quarentena começou, e as duas anteriores. O objetivo da análise é identificar o comportamento do mercado neste período, conta Leandro Bravo, co-fundador e CMO da Celebryts. “Temos plena consciência da situação delicada e acreditamos que um dos nossos papéis essenciais é o consultivo. Identificando como o mercado está se comportando, conseguimos ajudar nossos clientes e parceiros a pensar em ações criativas para fortalecer os criadores e as marcas num momento tão delicado como o da pandemia que estamos vivendo”, explica.

Outro ponto identificado foi a diversificação de conteúdos. Os criadores passaram não só a falar de outros temas, além dos nativos de seus canais, mas também apresentaram os conteúdos em novos formatos. “O uso das lives passou a ganhar força tanto pelo fato das pessoas terem mais tempo de consumir os conteúdos, como também como alternativa para que os criadores, principalmente aqueles que trabalham em equipe, possam manter sua produção em dia em tempos de isolamento”, conta Leandro.

Outro movimento interessante observado pela Celebryts foi o crescimento de procura de marcas que nunca trabalharam com marketing de influência. “Notamos um crescimento de cerca de 25% nos pedidos de orçamentos e campanhas por empresas que nunca fizeram ações com influenciadores”, ressalta o especialista.

A análise também foi essencial para a base de clientes da Celebryts. Com os dados em mãos e a identificação do cenário atual foi possível traçar uma estratégia para adaptar as campanhas no ar. “Sabemos da delicadeza do momento e que o principal foco é a saúde das pessoas, mas entendemos que apesar de sabermos que todas as vidas importam, precisamos fazer nossa parte para ajudar a economia e o marketing de influência se firma como uma das principais soluções. Entendemos que é chegada a hora de criar oportunidades sem ser oportunista e tratar a situação com o cuidado e sutiliza que merece, tentando conciliar a segurança de todos com ações que movimentam o mercado”, diz.

Os dados da análise foram cedidos por influenciadores que estão trabalhando em campanhas da Celebryts em diversas marcas. Todas as informações foram tabuladas e analisadas pela equipe de inteligência de mercado da Celebryts juntamente às informações da plataforma proprietária. “Sabemos das incertezas, mas acreditamos que seja pontual e, por isso, não podemos nos deixar abalar. Então, estamos trabalhando de forma criativa para nos movimentar e ajudar toda nossa cadeia”, conclui.

Fonte: Luísa Pinheiro | Comunicação

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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Quais são os desafios numa era de carreiras digitais

Futuro do Trabalho: Os desafios de carreira na era digital

*Por Valdir Scalabrin Superintendente do Instituto da Via de Acesso

A tecnologia impôs mudanças rápidas em todas as áreas das nossas vidas. Cadernos deram lugar a tablets; lousa e giz têm há tempos sua versão digital; enciclopédias tornaram-se Wikipedia etc. A curva das inovações avança de forma progressiva. Enquanto as gerações de nossos pais, avós e bisavós passavam 20 ou 30 anos sem mudanças disruptivas, atualmente não há um dia sequer sem que alguma inovação seja anunciada ao mercado.

Imagem de Eluj por Pixabay

A internet alavancou a inovação a uma velocidade praticamente impossível de ser acompanhada. Segundo o Data Never Sleeps, relatório gerado anualmente desde 2013 pela empresa Domo, a estimativa é que em 2020 o universo digital atinja os 44 zettabytes e que cada pessoa no mundo gere 1.7 MB de dados por segundo. Este volume de dados não para de crescer, e a expectativa é que tenhamos cada vez mais informações disponíveis.

Associado a isso, temos o avanço da Inteligência Artificial que, segundo estudo realizado em 2019 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Microsoft, pode elevar a taxa de desemprego no país em 4 pontos percentuais nos próximos 15 anos, e, no cenário mais agressivo, considerando os empregados menos qualificados, esse aumento deve chegar a 5,14 pontos na taxa de desemprego e 1,56 ponto de aumento de empregos qualificados.

A estimativa do Fórum Econômico Mundial é um pouco mais preocupante. Segundo relatório de 2018 apresentado novamente em 2020, a taxa de automação no trabalho passa de 29% em 2018 para 42% em 2022 e deve ultrapassar os 52% em 2025. Essa taxa de automação influi diretamente no desemprego, por isso a necessidade de aprender novas habilidades tem sido ressaltada nos últimos anos.

Mas a situação não é para desespero, a tecnologia elimina empregos, mas também os cria. Segundo relatório anterior sobre Futuro do Trabalho do Fórum Econômico Mundial, as estimativas são de que 65% das crianças que estão começando a estudar hoje terão empregos que ainda não existem.

Não é por acaso que as teorias que aprendemos na universidade estão sendo revisitadas, reformuladas e até substituídas por algo inteiramente novo. A forma como nos relacionamos, trabalhamos, nos alimentamos ou, ainda, como nos transportamos, talvez esteja sendo alterada nesse exato momento por uma startup, que pode estar dando os últimos retoques no aplicativo que revolucionará nossas vidas, e isso, “mais uma vez”.

O grande desafio atualmente é o de estar sempre aprendendo novas habilidades, alimentando o ciclo do conhecimento e antenado com as novas tecnologias, para não correr o risco da obsolescência profissional e, consequentemente, o desemprego.

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Coluna Propaganda&Arte

Este não pode ser um título click-bait e eu explico os motivos

A redação publicitária para internet ou copywriting está passando por mais uma grande mudança. As estratégias manjadas de títulos impactantes, que criavam suspense sobre o produto ou simplesmente geravam uma necessidade de clique por pura curiosidade estão com os dias contados e eu explico nesse texto os motivos disso.

Você já deve ter escutado sobre como a propaganda pode enganar as pessoas. Na internet, as coisas não andam muito diferentes. São artigos jornalísticos transvestidos de publicidade escondida, manchetes incríveis para chamar a sua atenção a todo custo (mesmo que não seja tão verdade aquele fato) e outras atrocidades que vemos nos anúncios digitais que fazem de tudo para ganhar seu clique.

Os chamados click-baits (conteúdo atrativo que induz o usuário ao clique) que antes eram alvo de estudo e eram referência de um bom texto publicitário para internet, pois geravam mais resultado (CPC, dentre outras métricas), agora estão sendo postos em cheque pelos grandes meios de comunicação, como o Facebook que percebeu esse tipo de estratégia e não gostou nada destes números “forçados”.

Imagem de S. Hermann & F. Richter por Pixabay

As novas políticas dos anúncios estão pegando pesado em textos que criem interações falsas, sem autenticidade. Se você não mostra o produto desde o começo, pode ser barrado. Sua publicidade não será mostrada para mais pessoas como poderia. Ao filtrar e limitar sua divulgação, o Facebook está dizendo que quer mais publicidade focada no produto, mais direta, para gerar conexões mais coerentes com seus clientes. Uma ótima iniciativa, mas que coloca em prova todas as estratégias que até agora as empresas focadas em copy estavam usando. Títulos incríveis para gerar mais interações, mais cliques, mais conversões. Você sabe do que eu estou falando.

A Lei Geral de Proteção de Dados está mudando tudo!

Com essa nova preocupação das grandes empresas de redes sociais, que tem tudo a ver com as mudanças de transparência e uso dos dados pessoais (leia sobre a nova LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados), as empresas de comunicação e as agências focadas em performance estão precisando rever suas estratégias. Como criar conexões mais reais, mais autênticas? Como chamar a atenção das pessoas, não pela curiosidade, mas pelos fatos? Como ser sincero numa publicidade como nunca se foi antes?

Eu tenho meus palpites. Como redator, eu gosto de escrever aquilo que acredito. Isso dá mais veracidade ao meu conteúdo. Publicidade que não me convence, dificilmente vai convencer outras pessoas. Então, ao analisar o produto, serviço ou a empresa que estou trabalhando eu tento encontrar fatos indiscutíveis e trago a tona no meu texto publicitário. Ninguém pode discutir sobre isso, são fatos, são verdades. A partir daí, podemos evoluir e as estratégias para conseguir conexões reais com o público vão variar conforme o nível de interesse do público, do momento de compra ou do funil de venda que ele se encontra.

Você deve estar duvidando de mim:
“Ah, Ricardo, até parece que você como publicitário acredita em tudo que escreve. Acredita em cada propaganda que faz.”

Olha, eu sou bem chato quanto a isso e quem trabalha comigo sabe: eu só escrevo o que realmente acredito. Eu tento sempre ser sincero e trazer ao público verdades da marca. Não acredito que a publicidade tradicional, das marcas perfeitas, tenha futuro, então acredito em valores. E as pessoas também têm valores. Então é nisso que me baseio. E tem dado certo!

Não posso dizer que outros redatores façam como eu, acreditam no que escrevem, mas as mudanças do mercado, como as políticas do Facebook, estão forçando uma nova realidade onde a verdade estará cada vez mais a tona e somente irá sobreviver marcas que estão realmente preocupadas em ser elas mesmas. Marcas “sinceronas”.

Sabe como é, ninguém gosta de conversar com um amigo que seja falso. Isso se aplica às marcas hoje em dia. Os tempos são outros, os títulos são outros e os objetivos também.

Como você tem se preparado para tudo isso? Você clica em qualquer anúncio ou pensa antes de clicar em um título atrativo? Esse é o momento de pensar. Seu clique vale muito!

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ACIT traz evento sobre proteção de dados

Projeto “Atualiza ACIT” traz palestra sobre nova lei de proteção de dados

No próximo dia 19 de março, quinta-feira, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté realiza uma nova palestra, dentro do projeto “Atualiza ACIT”.

O projeto, que foi formatado para ampliar a oferta de palestras e temas oferecidos, busca abranger um número maior de participantes das mais diversas áreas de atuação.

O assunto abordado será “Aspectos Práticos da Lei Geral de Proteção de Dados”, e a palestra será ministrada por Alejandro Vega. A lei é nova e entrará em vigor no mês de agosto desse ano, mas as empresas já devem estar preparadas para atender a todos os requisitos exigidos e conhecer as normas.

O evento acontece das 09h às 11h, é aberto a todos os interessados. Com cunho social, a entrada é mediante a doação de 1 quilo de alimento não perecível (preferencialmente açúcar, café ou biscoito de água e sal), que será doado para a Casa São Francisco de Idosos de Taubaté.

As vagas são limitadas e para participar é preciso confirmar presença pelos telefones (12) 2125-8210, whatsapp (12) 99189-7964 ou ainda pelo email: cursos.acit@taubate.com.br.

Serviço:

Atualiza ACIT

Data: 19 de março – quinta-feira

Horário: das 09h às 11h

Local: Auditório da ACIT

Endereço: Rua Jacques Felix, 675 – Centro

Telefone: (12) 2125-8211

Entrada mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bruna Abifadel

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Investimentos em digital vão ultrapassar os realizados nas mídias tradicionais

Brasil seguirá os passos dos EUA na publicidade digital

Lá fora os investimentos na internet já ultrapassaram os realizados nos meios tradicionais, o que deixa evidente que estar na mídia online é condição para o sucesso real independente do mercado de atuação

por Thiago Cavalcante*

Pela primeira vez, o investimento em publicidade digital superou o realizado nos meios tradicionais nos Estados Unidos, um feito importante para o setor que foi alcançado ano passado. Segundo levantamento da eMarketer, o mercado publicitário do setor no país recebeu cerca de US$ 130 bilhões em 2019, o que corresponde a um crescimento de 19% em relação ao ano anterior e a 54% do bolo total. Google e Facebook lideram como principal destino.

É uma tendência que deve se repetir no Brasil em algum momento. Muito embora, grosso modo, a distribuição de verba continue sendo puxada pela TV aberta, o movimento de expansão já sinaliza que não vai demorar muito.

O Conselho Executivo das Normas-Padrão, o Cenp, que reúne os principais anunciantes, veículos de comunicação e agências de publicidade do País, divulgou dados que ainda mantém a TV como líder, seguida por Internet e Mídia exterior.

Mas quando comparada às mídias tradicionais, a projeção de investimento em TV é de 5,5% de crescimento ao ano. Nos jornais e revistas, deve cair para 3% e 5% por ano, respectivamente. E, em mídias digitais, a expansão estimada é de 12% ao ano até 2021.

Parece desproporcional, mas faz todo sentido. A TV aberta fala para as massas enquanto na internet, graças à tecnologia programática, é possível uma segmentação inteligente. Assim, entende-se melhor o perfil dos consumidores para definir quem são os potenciais clientes e, a partir daí, criar mensagens personalizadas. Ao se direcionar a melhor mensagem ao canal mais adequado e, ao consumidor com maior chance de compra, se garante também a comprovação do retorno sobre o investimento, permitindo mensurar os resultados finais de cada ação com precisão.

Isso, contudo, não muda o ranking dos maiores anunciantes. Dados do Kantar Brasil mostram que o “top 5” setores entre os maiores anunciantes é formado por Comércio; Serviços ao Consumidor; Financeiro e securitário; Higiene pessoal e beleza; e Farmacêutico. Já o “top 5” categorias inclui Lojas de departamento; Supermercados, Hipermercados e Atacadistas; Campanhas públicas; Mercado Financeiro; e Mídia eletrônica.

O que é possível afirmar diante desse cenário é que ter presença digital é um pré-requisito básico para ter sucesso no mercado atual independentemente do setor. Isso porque o número de pessoas que têm acesso à internet vem crescendo dia após dia. São mais de 100 milhões de pessoas conectadas em todo o Brasil, somando mais de 63% dos domicílios do país. E as pessoas, de diferentes faixas-etárias e gênero, estão cada vez mais buscando soluções cotidianas nos meios digitais.

Pesquisa da SEO Trends estima um aumento de 70% de novos investimentos em marketing digital pelas empresas no País nos próximos anos. A estimativa foi feita baseada em análise de investimentos em publicidade móvel nos últimos cinco anos e revela como a internet, associada ao marketing digital, tem se tornado um lugar rentável.

As redes sociais também tiveram um grande impacto não só na forma como as empresas fazem publicidade, mas também no modo de se relacionar com seu público. Na internet, possuem a possibilidade de se posicionar de forma mais efetiva que nas plataformas tradicionais. Através do conteúdo produzido para Facebook e Instagram, por exemplo, a marca consegue afirmar sua personalidade, defender causas e se tornar mais popular.

O público exposto ao conteúdo se identifica com o posicionamento da empresa e passa a divulgar e defender o negócio. Além disso, as redes sociais são ferramentas excelentes para garantir um atendimento mais ágil e eficiente. Algo que antes demoraria horas para ser resolvido pelo telefone, hoje com ajuda do chat e direct, por exemplo, pode ser resolvido muito mais rápido.

Fora a agilidade, as redes sociais permitem que as empresas ofereçam atendimento cada vez mais personalizado, o que é essencial para a fidelização do cliente.

* Thiago Cavalcante é diretor de Novos Negócios e sócio-fundador da Adaction, startup especializada em ações de mídia digital, que tem na carteira clientes como Bradesco, Banco Next, Nestle e Bayer.

Fonte: Compliance Comunicação – Assessoria de Imprensa

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Visualiza e não lembra

Consumidores brasileiros não conseguem recordar marcas de anúncios considerados “visíveis” pelas métricas do setor

Anunciantes precisam fazer mais do que apenas serem vistos na internet para deixar uma boa impressão. De acordo com estudo divulgado esta semana, experiência do usuário é o fator chave na lembrança de marca

A Outbrain, empresa pioneira em descoberta nativa da open web, realizou uma pesquisa de viewability com 1007 consumidores brasileiros e revela que 76% dos consumidores não lembravam da marca de um anúncio dentro dos padrões de viewability da indústria.

O levantamento também aponta que oferecer uma melhor experiência publicitária aliada à relevância do conteúdo junto ao usuário, gera ótimos resultados. A maior parte dos consumidores (88%) se envolvem conscientemente com publicidade. E desse número, 32% se lembram da marca se tiverem uma interação positiva. Além disso, 83% priorizam que o anúncio seja relevante e interessante para eles e 48% consideram que o fator mais importante para engajar com um anúncio é a relevância.

Atualmente, o IAB (Interactive Advertising Bureau) define que apenas 50% dos pixels de um anúncio devem estar visíveis na tela por dois segundos consecutivos para ser considerado visível. “Como indústria, temos um desafio em torno de como medimos visibilidade versus engajamento”, diz Gilad de Vries, vice-presidente sênior de estratégia da Outbrain. “Em vez de focar em métricas de engajamento mais precisas, as marcas ainda estão pagando demais por uma maior visibilidade e assumindo de forma equivocada que isso garante maior engajamento”.

O estudo também revela que vídeos reproduzidos com um clique (45%) aparece como o formato que mais chama a atenção, seguido das recomendações de conteúdo (42%). 53% afirmaram que as recomendações de conteúdo no final das matérias foram consideradas as menos invasivas entre todos os formatos de publicidade em vídeo.

Por outro lado, 89% dos entrevistados têm maior probabilidade de ter uma atitude negativa em relação a uma marca que afete sua atividade on-line; 43% ignoram anúncios que interrompem sua navegação; mensagens pop-ups (47%), reprodução automática de vídeo com som (40%) e reprodução automática de vídeo sem som (33%) são considerados os formatos mais irritantes.

Para o Gilad de Vries, anunciantes e empresas de mídia precisam considerar a adequação do formato do anúncio, seu ambiente e relevância. “Para eliminar o desperdício do que é gasto em anúncios, é necessário reconsiderar a ênfase e a importância que damos ao “viewability”. Esta é a chave para melhorar a experiência do usuário”, finaliza.

Outros países

A pesquisa também foi realizada em outros quatro países, como Espanha (com 1008 entrevistados), Itália (com 1036), Alemanha (com 1000) e Reino Unido (com 1000), totalizando 5051 consumidores. Em todos os mercados, a pesquisa confirmou que estar dentro dos padrões de viewability não é suficiente para que a marca seja lembrada pelos consumidores. Na média entre todos os países, 73% dos entrevistaram não souberam determinar as marcas dos anúncios aos quais foram expostos.

Além de avaliar a métrica relacionada ao viewability, o estudo também apontou que em todas as praças, 64% dos entrevistados conscientemente se envolvem com publicidade. Proporcionar uma experiência positiva, relevante, interessante e não intrusiva é uma influência significativa no recall da marca dos consumidores: 50% consideram a relevância como o fator mais importante no envolvimento com anúncios; também para a metade (50%) dos entrevistados as recomendações de conteúdo ao final das matérias são menos invasivas; e 48% admitem prestar atenção à marca no futuro após ver um anúncio relevante.

Fonte: CommunicaBrasil – Marcela Martinez

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O consumidor e a compra de material escolar

ACIT divulga pesquisa sobre comportamento dos consumidores em relação à compra de material escolar

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa junto aos consumidores da cidade que tem filhos em idade escolar ou são estudantes, para saber qual é o comportamento em relação as compras de material escolar.

Dentre os entrevistados, a maioria era composta pelo sexo feminino (57,1%), sendo a maior parte com faixa etária entre 25 a 40 anos (33,8%) e entre 41 a 60 anos (31,9%). Em relação a renda familiar, 55,2% está na faixa entre “R$ 2.000,01 a R$ 3.000,00”, 30,5% entre “R$ 3.000,01 a R$ 4.000,00”.

Obs: Os dados divulgados na arte estão somados em algumas categorias, por isso estão diferentes do texto, onde estão divulgados de forma mais detalhada.

Das pessoas que tem alguém em casa que está em idade escolar, 52,7% estudam em escolas públicas, 22,3% em escolas particulares, 11,2% em escolas estaduais, 0,4% tem pessoas que estudam na faculdade. Somente 13,4% deles não tem ninguém estudando.

Quanto a necessidade da compra de material escolar, 64,5% disseram “sim”, que terão que comprar, 20,4% disseram “não”, 7,8% disseram que já compraram e 7,3% disseram que a própria escola fornece.

Uma das preocupações da pesquisa era levantar como os consumidores se preparam para esse período, se fazem alguma reserva e se pesquisam preços. Sobre um planejamento financeiro para as compras, 37,4% manifestou que faz isso “às vezes”, 36,2% “quase sempre”, 15,3% “sempre”, 9,2% “raramente” e 1,8% “nunca”.

Sobre a frequência com que as pessoas fazem a pesquisa de preço antes da compra, 42,3% disse “quase sempre”, 29,4% “sempre”, 26,4% “às vezes”, 1,2% “nunca” e apenas 0,6 respondeu “raramente”.

Desses, mais de 90% realizam ou preferem realizar suas compras nas lojas físicas, e a justificativa para esse comportamento é porque eles gostam de ver o produto ou porque não gostam de esperar a entrega. Além disso, 12,4% dos consumidores acredita que as lojas físicas oferecem maiores promoções e descontos.

Em relação reaproveitam o material escolar que sobrou no ano anterior, a maioria (89,6%) respondeu que sempre reutiliza. Já a compra coletiva não é usual entre os entrevistados.

Os gastos são também uma preocupação, e a previsão da maior parte dos consumidores (43,8%) em relação ao ano passado é gastar menos, 32,5% disseram que pretender gastar a mesma quantia e 23,8% acreditam que vão investir mais. Esse comportamento se confirma porque ao serem questionados porque pretendem gastar menos, 37,0% disseram que estão sem dinheiro e 22,5% disseram que estão reduzindo custos. O preço continua sendo o grande chamariz para a venda, seguida por promoções e sorteios

Quanto aos valores, as faixas seguem a seguinte porcentagem: 38,8% espera gastar “de R$ 100,01 a R$ 200,00”, 28,1% entre “R$ 200,01 a R$ 300,00”, 18,8% “até R$ 100,00”, 13,8% entre “R$ 300,01 a R$ 400,00” e apenas 0,6% espera gastar “de R$ 400,01 a R$ 500,00”, e a preferência (63,8%) é para pagamento à vista e em dinheiro (31,8%).

A pesquisa foi realizada pela FAPETI (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação da Universidade de Taubaté) no período de 14 a 20 de janeiro de 2020 e foram entrevistadas 210 pessoas. A margem de erro é de seis pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Bruna Abifadel

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4 em cada 10 brasileiros já fizeram compras na internet, aponta CNI

Pesquisa mostra que parcela da população que utiliza comércio eletrônico quase dobrou desde 2013.

Mas fatia de consumidores que afirma nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%

O comércio eletrônico tem se consolidado como opção para o brasileiro que busca adquirir produtos e serviços com mais comodidade e por menor preço. Entre 2013 e 2019, a parcela da população que realizou compras pela internet quase dobrou, passando de 23% para 42%, percentual que sobe à medida em que aumentam a renda familiar e a frequência em que se costuma acessar a rede mundial. Além disso, a parcela de brasileiros que afirma nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%.

Um panorama dos hábitos do consumidor brasileiro e o comércio eletrônico está na pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira 51 – Perfil do Consumidor: Consumo pela Internet, pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo mostra que as principais vantagens percebidas nas compras pela internet são produtos mais baratos e acessíveis, além da praticidade e da comodidade. Conheça abaixo as principais conclusões da pesquisa:

RENDA MAIOR, COMPRAS MAIS FREQUENTES – Embora 42% dos brasileiros já tenham feito compras pela internet, essa média esconde diferenças importantes nos hábitos de consumo conforme o perfil do consumidor. A pesquisa mostra, por exemplo, que 74% dos brasileiros com renda familiar superior a cinco salários mínimos já fizeram compras pela rede mundial.

Essa parcela cai para 59% entre pessoas com renda entre dois e cinco salários mínimos e para 37% na faixa entre um e dois salários mínimos. Entre brasileiros com renda familiar de até um salário mínimo, apenas dois em cada 10 consumidores recorreram ao comércio eletrônico.

Imagem de Pete Linforth por Pixabay

Além de comprar mais, as pessoas com maior renda também recorrem com maior frequência ao comércio eletrônico. Se considerados apenas os consumidores que já compraram pela internet, 34% daqueles com renda familiar acima de cinco salários mínimos consomem online sempre. Esse percentual cai para apenas 9% com renda familiar abaixo de um salário mínimo.

PRODUTOS E SERVIÇOS – O brasileiro adquire mais produtos do que serviços pela internet. Entre os que realizam compras online pelo menos uma vez, 98% mencionam ter comprado produtos e 75%, serviços. Uma explicação, segundo a pesquisa, é que os produtos se referem àqueles consumidos por todas as faixas de renda, como vestuário, calçados, eletrônicos e eletrodomésticos.

Já os serviços disponíveis online costumam ser menos adquiridos pelo consumidor de menor renda, como refeições em restaurantes, opções de lazer, viagens aéreas e serviços de transporte por aplicativo. “O consumo de produtos alcança mais brasileiros que o consumo de serviços, porque o tipo de serviço oferecido online é mais voltado para brasileiros de renda mais alta”, aponta a pesquisa.

De acordo com o levantamento, os produtos mais comprados pela internet são eletrônicos (TV, celular, videogames etc), citados por 43% dos entrevistados. Essa categoria é seguida por calçados, bolsas e assessórios (31%); vestuário (23%); eletrodomésticos (18%) e livros (16%). Já os serviços mais consumidos são refeições (16%); música, jogos e filmes em serviços de streaming (16%); ingressos para shows e cinema (15%); transporte urbano (15%) e passagens aéreas (12%).

CAI CONSUMO DE PRODUTOS PIRATAS – Entre 2013 e 2019, o percentual de brasileiros que afirmam nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%. A maior queda ocorreu entre aqueles que afirmam comprar essas mercadorias às vezes, caindo de 34% para 23% da população. O hábito, no entanto, é mais frequente entre os brasileiros mais jovens: 71% daqueles com idade entre 16 e 24 anos afirmam comprar produtos piratas, mesmo que raramente. O percentual cai para 28% entre os brasileiros com 55 anos ou mais.

Segundo a pesquisa, um dos fatores para a redução na compra de produtos piratas foi o surgimento de plataformas de streaming, por exemplo, que tornaram possível o acesso a músicas e filmes a preços menores, o que reduziu a demanda por CDs e DVDs no mercado clandestino.

MAIS CÔMODO E MAIS BARATO – Segundo os entrevistados, o preço mais baixo/acessível é a maior vantagem de se realizar compras pela internet. O fator é apontado por 37% da população, seguido pela praticidade, com 16%. Na contramão, os consumidores também apontam desvantagens na hora de irem às compras online. A dificuldade em trocar ou devolver produtos foi observada por 26% das pessoas ouvidas. A demora na entrega (22%) e a falta de contato com o produto (15%) aparecem como outros fatores negativos no comércio eletrônico.

Fonte: Jornalismo – CNI

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Consumidor está otimista para as compras de Natal

Pesquisa ACI/Unitau revela que consumidor deve gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal deste ano em São José dos Campos

Uma boa notícia para o comércio de São José dos Campos: o consumidor da cidade está otimista com as compras de Natal.

Isso é o que revela a mais recente pesquisa sobre tendências do consumo feita pela Associação Comercial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Para compor o levantamento foram ouvidas 394 pessoas entre os dias 25 e 29 de novembro em pontos estratégicos do comércio da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa ACI/Unitau é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números do levantamento são positivos: 65% dos consumidores vão às compras de Natal este ano, acima do patamar inicial de 2018 (60%).

Para o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra, esse otimismo já está sendo sentido pelo comércio. “Os consumidores anteciparam as compras de Natal este ano. As lojas já estão abertas até mais tarde desde o final de novembro, o que nos leva a crer que este será o melhor Natal para o comércio de São José dos Campos desde 2012. Em 2018 tivemos um crescimento de 7% a 8% sobre o ano anterior e, em 2019, o crescimento deve bater a casa dos 10%”, disse.

De forma resumida e por tópicos, a pesquisa ACI/Unitau revela:

13o. salário
25,9% dos consumidores disseram que vão usar o 13o. salário para compras de Natal. Outros 27,1% vão colocar o dinheiro na Poupança e 26,9% devem utilizar o 13o para saldar dívidas.

Número de presentes
43% dos consumidores disseram que vão comprar de dois a três presentes neste Natal. Outros 11,7% devem comprar até quatro presentes.

Valores
41% dos consumidores devem gastar acima de R$ 400 nas compras de Natal. Outros 19,5% devem gastar de R$ 201 a R$ 300, seguidos de 16,3% que planejam gastar de R$ 101 a R$ 200.

Tipo de presente
44,9% dos consumidores planejam comorar roupas de presente de Natal. Brinquedos (22,9%) e calçados (19,8%) também foram citados com destaque.

Formas de pagamento
76,1% dos consumidores disseram que vão pagar à vista suas compras de Natal. Do total geral, 48% planejam pagar em dinheiro e 26,6% vão usar cartão de débito.

Física vs. virtual
82,9% dos consumidores pesquisados disseram que preferem fazer suas compras em lojas físicas. Desse universo, 36,7% disseram que gostam de ver o produto a ser comprado, 16,4% optam pela segurança na compra, 12,6% afirmaram ter mais segurança em relação à troca do produto e 12% querem ter o prazer de ir às lojas e comprar. No universo de consumidores que preferem lojas virtuais, 40,3% buscam preços menores e 31,9% optam por evitar filas.

Atenção
66,4% do público pesquisado disseram pesquisar preços antes da compra.

O que atrai
31,2% dos consumidores afirmaram que preço é o mais determinante na hora da compra. Outros 27,4% disseram que bom atendimento é fator principal e 21,8% citaram qualidade do produto como essencial.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

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