Pesquisa mostra relação das crianças com gadgets

Pesquisa da CRESCER revela que 38% das crianças de até 2 anos possuem algum dispositivo eletrônico

Estudo também traz queda positiva no comportamento dos pais ao liberarem os gadgets na hora das refeições: 37% liberam o uso, atualmente, contra 84% em 2013

A tecnologia digital e a internet fazem parte do nosso dia a dia e da rotina das crianças. E tudo indica que esse é um caminho sem volta. Uma pesquisa realizada pela CRESCER, e que estará nas páginas da edição de julho da revista a partir do próximo dia 27, revela a influência da tecnologia no dia a dia das crianças brasileiras. Segundo o levantamento, feito com 2.044 pais e mães, com filhos de 0 a 8 anos, 38% das crianças já têm um dispositivo eletrônico, como celular, tablet, computador, videogame ou TV.

Para este estudo, também foi feito um comparativo com dados de outra análise similar de 2013, com 1.045 participantes com filhos na mesma faixa etária. Neste mesmo quesito, no passado, só 6% eram donas de um aparelho. Isso significa um aumento de seis vezes em cinco anos.

Outro destaque do levantamento é que 47% das crianças têm algum influenciador digital ou canal que acompanha com frequência. Para este caso, a neuropediatra Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, alerta que é preciso avaliar se o conteúdo é violento, sexual ou incentiva o consumismo, o que é comum em vídeos feitos para e por crianças. “É natural que as crianças copiem os gestos, o linguajar e até a forma de pensar dos youtubers, o que nem sempre condiz com a educação que a família preconiza”, afirma a médica.

Entre os achados que mais se destacam, eis uma boa notícia: caiu o número de famílias que permitem o uso de aparelhos eletrônicos durante as refeições ou antes de dormir. Por outro lado, aumentou o tempo que meninos e meninas passam diante de algum tipo de tela – dos televisores aos smartphones. Hoje, 47% deles gastam mais de três horas com a atividade. Há cinco anos, o volume era de 35%.

Confira dados da pesquisa completa:

Aumentou o número de crianças com seu próprio gadget

● 38% das crianças até 2 anos possuem algum dispositivo (computador, smartphone, tablet, TV, videogame). Em 2013, apenas 6% tinham seu próprio aparelho.

● 49% das crianças já têm seu próprio tablet.

● 20% das crianças já têm seu próprio smartphone.

O computador é o dispositivo mais compartilhado na casa pela criança com os outros moradores e/ou irmão (93%). Na sequência aparecem TV (83%), Smartphone (80%), tablet.

● 47% das crianças têm algum influenciador digital e/ou canal que acompanha com frequência.

● 45% das crianças passam mais de 3 horas por dia no videogame.

● 5% das crianças até 2 anos já têm perfil nas redes sociais (em 2013, apenas 1% tinha perfil).

Cresce o tempo das crianças gasto em frente as telas

● 43% das crianças passam mais de 3 horas em frente ao computador. Em 2013, somente 2% ficavam em frente a essa tela nesse mesmo período de tempo

● 30% passam mais de 3 horas diárias no tablet.

● 26% passam mais de 3 horas diárias no celular.

Comportamento dos pais

● 60% acham que os dispositivos preparam melhor o filho para o futuro.

● 59% acreditam que os gadgets são importantes para distrair os filhos enquanto fazem suas atividades.

● 51% ficam preocupados com o fato de o filho deixar de brincar para usar os gadgets.

Queda positiva

● Em 2013, 84% dos pais deixavam o filho usar algum dispositivo na hora de ele comer. Em 2018, somente 37% permitem esse hábito.

● A maior preocupação de 83% dos pais em relação aos dispositivos é sobre os conteúdos impróprios para a idade

Atividade preferida

O que as crianças mais gostam de fazer nos gadgets é assistir a vídeos, sendo essa atividade preferida para:

● 72% no smartphone

● 67% no tablet

● 65% no computador

Fonte: Assessoria de imprensa Revista Crescer – Giuseppe Mari

Estudo aponta que Copa vai movimentar a economia brasileira

60 milhões de brasileiros devem ter gastos relacionados à Copa do Mundo, mostra levantamento do SPC Brasil e CNDL

Jogos do mundial devem movimentar cerca de R$ 20,3 bilhões no comércio e setor de serviços no Brasil. Supermercados, lojas de rua e camelôs serão os principais locais de compra. Para 41% dos torcedores, são altas as chances de o Brasil ser hexa

Faltando poucos dias para a estreia da seleção brasileira nos gramados da Rússia, a Copa do Mundo começa a despertar o interesse dos brasileiros. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) projeta que aproximadamente 60 milhões de consumidores devem realizar gastos com produtos ou serviços relacionados à Copa do Mundo. O dado corresponde a 51% dos consumidores que acompanharão aos jogos do campeonato. Os que não devem consumir produtos ligados à Copa formam 25% dos torcedores entrevistados.

Entre os que devem gastar para acompanhar as partidas, o consumo de alimentos na casa de amigos ou parentes (91%) e de bebidas na comemoração dos jogos (87%) serão os mais comuns. No caso das comidas, os tira-gostos (56%), itens para churrasco (49%), pipocas (37%) e salgados (31%) se posicionam entre os primeiros do ranking. Já para as bebidas, a preferência é por cerveja (74%), refrigerantes (72%) e água (69%).

De acordo com a pesquisa, outros tipos de engajamento que devem fazer o torcedor brasileiro desembolsar durante a Copa do Mundo são idas a bares e restaurantes para assistir as transmissões dos jogos (62%), compras de camisetas, uniformes e itens da seleção (61%), decoração verde e amarela (54%) e compra de acessórios, como bonés, maquiagem, cornetas e vuvuzelas (48%). Há ainda 46% de consumidores que vão participar de bolões, 38% que irão adquirir serviços de dados de internet para smartphone e 21% que compraram ou planejam adquirir uma TV nova para assistir as partidas.

Por outro lado, 50% pretendem evitar fazer algum tipo de compra durante o período em que o mundial será disputado, principalmente para poder acompanhar aos jogos pela TV (38%).

“Para o comércio e o setor de serviços, a Copa do Mundo vai além da competição em campo. O torneio representa um ótimo momento para incrementar as vendas de artigos de vestuário, eletroeletrônicos, alimentos, bebidas, decoração, entre outros itens, sobretudo em um momento de tímida recuperação econômica como o atual. Mesmo quem não acompanha futebol no dia a dia acaba se contagiando com a atmosfera proporcionada pela Copa, que é mais do que um evento esportivo. É um grande acontecimento geopolítico, cultural e também econômico”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Copa deve injetar 20,3 bilhões no comércio e serviços; supermercados e loja de rua são as preferidas para adquirir itens ligados ao mundial

Para os torcedores que vão se reunir na própria casa (81%) ou na casa de amigos e parentes (44%) para assistir aos jogos da Copa, a média de gasto por encontro gira em torno de R$ 119, ao passo que, entre os que pretendem ir a bares ou restaurantes (22%), a média aumenta para pouco mais de R$ 128. De modo geral, o evento esportivo tem um potencial de movimentar aproximadamente R$ 20,3 bilhões na economia brasileira, considerando os setores de comércio e serviços.

Ao escolher um bar ou restaurante para assistir aos jogos da Copa, os torcedores priorizam, principalmente, o preço acessível das bebidas (35%), a qualidade do que é servido (30%), a preferência dos amigos ou familiares (27%) e o tamanho do telão em que os jogos serão exibidos (27%). “Historicamente, sabe-se que há uma tradição, entre os torcedores brasileiros, de acompanhar as partidas em espaços públicos ou privados que favoreçam o encontro e a convivência entre os torcedores, sejam bares, praças ou outros locais. Para os empresários desse segmento, é uma grande oportunidade para oferecer uma experiência diferenciada”, afirma o presidente Roque Pellizzaro Junior.

De acordo com a pesquisa, os locais de compras que mais devem ser frequentados para aquisição dos produtos ligados à Copa são supermercados (68%), lojas de rua (35%) e camelôs (28%). Os preços (58%) e as promoções (51%) serão os fatores mais levados em conta pelos consumidores antes de entrarem no estabelecimento.

Assim como costuma acontecer em outros eventos esportivos, é grande a chance de que produtos falsificados estejam à venda no Brasil durante os jogos. Sobre esse tema, a pesquisa revela que 34% dos potenciais compradores estão propensos a comprar apenas produtos oficiais, enquanto 64% pensam que a escolha depende do tipo de produto e 1% declaram abertamente a intenção de adquirir produtos falsificados. Entre os que cogitam comprar um item pirateado, mais de um terço (34%) argumenta não ter condições financeiras, enquanto 22% não se importam com a origem do produto e 15% compram o que for mais barato. Em contrapartida, dentre os que pretendem comprar produtos oficiais, a maioria (55%) considera que a qualidade é a principal vantagem.

Maioria vai pagar despesas da Copa à vista, mas 37% não farão um planejamento financeiro

De acordo com a pesquisa, a maioria dos torcedores que terão gastos com o mundial vai pagar à vista, seja em dinheiro (68%) ou no cartão de débito (35%). O cartão de crédito também será bastante utilizado, por 25% dos entrevistados em parcela única e por 18% em mais de duas prestações.

Um dado que inspira preocupação é que entre os que terão gastos com o evento, 37% não pretendem analisar as condições do orçamento antes de assumir essas despesas – os que vão estipular um valor fixo para gastar no período somam 63% da amostra. “Embora o ânimo que o evento traz sobre os torcedores os levem a gastar mais com as festividades, é importante que os gastos não fujam ao controle do orçamento, já que o evento passa e ficam as dívidas”, orienta a economista Marcela Kawauti.

17% devem ser liberados durante partidas, enquanto 14% vão acompanhar no local de trabalho; para 41% são altas as chances de o Brasil ser hexa

O interesse natural em acompanhar as partidas do Brasil na Copa do Mundo faz com que em muitas empresas sejam adotados esquemas especiais de bancos de horas, horários alternativos ou dispensas e compensações. De acordo com a pesquisa, em 17% dos casos, a empresa onde o entrevistado trabalha pretende liberar os funcionários durante os jogos da seleção brasileira. Outros 14% garantem ter um horário de trabalho flexível, enquanto o mesmo percentual de 14% informa que os funcionários vão dar uma pausa para assistir aos jogos dentro do próprio ambiente de trabalho. Apenas 6% disseram que os funcionários trabalharão normalmente e sem pausa durante as partidas.

De modo geral, 78% dos consumidores brasileiros pretendem assistir aos jogos da Copa do Mundo e 72% ficam empolgados com a competição, sendo que em alguns casos (10%), esse sentimento atrapalha a concentração em suas tarefas no dia a dia. Apenas 14% dos entrevistados disseram que vão seguir a rotina normalmente durante os jogos da Copa e 7% ainda não sabem. Em cada dez entrevistados, quatro (41%) consideram altas as chances de o Brasil ser hexacampeão, ao passo que 45% classificam a possibilidade como média e apenas 10% avaliam como pequena.

Metodologia

A pesquisa ouviu 1.061 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, acima de 18 anos e em todas as capitais para detectar o percentual de quem vai assistir e acompanhar a Copa do Mundo. Posteriormente, a pesquisa se aprofundou a partir de 843 entrevistados que pretendem acompanhar ao evento. As margens de erro são de 3,0 e 3,4 pontos percentuais, respectivamente, a uma margem de confiança de 95%. Baixa a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa SPC Brasil – CNDL

Crescem as vendas do dia dos namorados

Vendas no Dia dos Namorados crescem 1,63%, a primeira alta em cinco anos, apontam SPC Brasil e CNDL

Desde 2014, movimento do comércio para a data apresentava queda nas vendas, mas resultado de 2018 mostra uma leve recuperação

Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) apontam que as vendas parceladas no Dia dos Namorados deste ano cresceram 1,63% na comparação com o mesmo período do ano passado, sinalizando uma leve recuperação após anos seguidos de resultados no vermelho. Essa é a terceira data comemorativa do ano em que as vendas a prazo apresentam crescimento: na Páscoa a variação positiva havia sido de 3,24% e no Dia das Mães, de 2,86%.

Desde 2011 o ritmo do comércio para o Dia dos Namorados vinha desacelerando ano após ano, sendo que nos últimos quatro anos as vendas registram resultado negativo. Em períodos anteriores, as variações foram de -9,61% (2017), -15,23% (2016), -7,82% (2015), -8,63% (2014), +7,72% (2013), +9,08% (2012), +10,80% (2011) e +7,23% (2010).

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, o resultado de 2018 reflete o fim da recessão e a melhora gradual da atividade no comércio. “O resultado é tímido e ainda não reverte as perdas que o comércio vem acumulando nos últimos anos, mas é um alento para as próximas datas comemorativas e consolida a percepção de que a pior fase da crise ficou para trás”, comemora o presidente.

“O crédito ainda restrito segue limitando o poder de compras dos brasileiros, assim como o desemprego elevado, mas com a economia dando primeiros sinais de retomada, os consumidores foram às compras de forma menos tímida que nos últimos anos”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Neste ano, segundo um levantamento do SPC Brasil, os presentes mais procurados seriam roupas (41%), perfumes ou cosméticos (34%), calçados (22%) e jantares (18%) e o gasto médio com presentes de quase R$ 167.

Metodologia

O cálculo de vendas a prazo é baseado no volume de consultas realizadas ao banco de dados do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional, na semana anterior ao Dia dos Namorados.

Fonte: SPC Brasil – CNDL

Novo conteúdo em áudio

Pesquisa sobre universo digital

O nosso conteúdo de áudio dessa semana traz dados de uma importante pesquisa realizada sobre o universo das mídias sociais e as marcas/anunciantes.

Vale muito a pena conferir!

 

Estudo da Adobe mostra o cenário dos anúncios digitais nos EUA

Adobe Digital Insights: gerações Y e Z veem maior relevância nos anúncios em redes sociais

Também são destaques da pesquisa o contraste entre relevância de anúncios / intenção de clique e o aumento das notificações por push

O poder das redes sociais para impactar consumidores por meio de anúncios é grande – sobretudo para usuários nascidos após os anos 80. É o que mostra o estudo State Of Digital Advertising, elaborado pela Adobe Digital Insights (ADI), divisão de pesquisas da Adobe, nos Estados Unidos. De acordo com o relatório, as gerações Y e Z veem maior relevância em anúncios veiculados por meio das redes sociais, enquanto as gerações anteriores, como a X e os Baby Boomers, consideram mais importante a publicidade da TV. Anúncios em banners na internet e vídeos por streaming (como o YouTube) são os menos relevantes, de acordo com o levantamento (Figura 1).

“Hoje, com a massificação dos dispositivos móveis, os pontos de contato com consumidores foram multiplicados e as redes sociais certamente são um importante meio de interação. Naturalmente, estes meios se revelam uma grande oportunidade de conversão para as marcas e os números do ADI atestam que o conteúdo apresentado em anúncios nessas plataformas tem atendido às expectativas do público, revertendo em boa experiência”, afirma Fernando Teixeira, head de publicidade digital da Adobe para a América Latina.

De acordo com Teixeira, o estudo da Adobe chama a atenção para a importância da TV, mesmo entre o público com menos de 40 anos. “Ainda que as mídias digitais (com banners, mídias sociais e vídeos por streaming) estejam ganhando cada vez mais terreno para a entrega de boas experiências, o off-line, em especial a TV, ainda se mostra relevante para todas as gerações dentro de uma estratégia de marketing 360. Isso não elimina a necessidade de as marcas, cada vez mais, terem de evoluir em suas estratégias, antes focadas em mídia de massa, para personalização em massa, que é o caminho para entregar experiências realmente incríveis e que fidelizem o consumidor”, observa o executivo.

Figura 1- Canais mais relevantes, de acordo com diferentes gerações

O State Of Digital Advertising constata ainda que a TV – ao mesmo tempo que é definida pelo público como um canal relevante para os anúncios – claramente passa a ser contestada no que se refere à importância das publicidades veiculadas (Figura 2). Entre os entrevistados que a enxergam como uma fonte de conteúdo relevante, quando questionados sobre a mudança de relevância nos últimos tempos, mais da metade pensa que os anúncios televisivos se tornaram “menos relevantes”.

Figura 2- Mudança de relevância vs. Canais mais relevantes para anúncios

Redes sociais: o topo do funil para as varejistas

A pesquisa da Adobe também aponta que a relevância dos anúncios nas redes sociais desempenha um grande papel na atração de clientes para o setor varejista. Este tipo de mídia gera três vezes mais tráfego de não-clientes no e-commerce do que de clientes. “No funil de marketing, a atração de visitas ou geração de tráfego é o ponto de partida para construir uma jornada que resulte em consumidores fiéis e estimule um círculo virtuoso. Se as redes sociais se revelam uma grande força de atração, sabemos que elas também são importantes meios de mensuração da reputação das marcas, com consumidores que utilizam seus perfis para falar bem ou mal das suas experiências de compra. Por isso, é preciso dar importância igual a todas as etapas da jornada de compra e atenção total com todos os pontos de contato”, avalia Fernando Teixeira.

Relevância vs. Intenção de clique

De uma forma geral, grande parte do público tem a percepção de que os anúncios estão cada vez mais relevantes. A exceção é a geração com idade superior aos 71 anos (Figura 3).

Figura 3-Percepção de melhoria da qualidade dos anúncios nos últimos dois anos

No entanto, para uma considerável parcela de consumidores norte-americanos, relevância não significa intenção real de clique: entre os que clicaram sem intenção num anúncio, 35% o consideravam relevante, enquanto entre a parcela dos que se negaram a clicar, 24% notaram relevância no conteúdo (Figura 4).

“O consumidor atual é exigente. Por isso, é preciso unir as pontas entre criatividade e o uso inteligente da enorme quantidade de dados gerados por ele, bem como os múltiplos pontos de contato disponíveis, para realmente se aproximar do cliente durante a jornada de compra”, destaca o executivo.

Figura 4- Intenção de clique vs. Relevância

Notificações por push: o futuro dos anúncios?

Outra descoberta importante: em janeiro de 2018, a participação dos smartphones nas visitas online cresceu 21% em comparação há dois anos em todas as faixas etárias e indústrias. O State Of Digital Advertising feito pela Adobe mostra que os profissionais de marketing estão acompanhando esse movimento: as notificações por push aumentaram mais de 300% nos últimos nove meses, superior ao crescimento dos envios de e-mail e SMS, que se mantiveram estáveis.

“Notificações por push tem o enorme potencial de aproveitar dados e, por exemplo, tecnologias de geolocalização. São uma forma criativa de as marcas realmente evoluírem o conceito de mídia de massa para personalização em massa. Assim como qualquer anúncio, o push precisa ser assertivo e relevante para o consumidor”, ressalta Fernando Teixeira, da Adobe.

State Of Digital Advertising

O estudo da Adobe Digital Insights avaliou mais de 350 bilhões de dados agregados e anônimos da Adobe Experience Cloud, do Adobe Campaign, da Adobe Analytics Cloud e da Adobe Advertising Cloud. A ADI também entrevistou 1 mil consumidores e 250 profissionais de marketing digital nos EUA entre fevereiro e março sobre seus pontos de vista sobre publicidade digital. A pesquisa completa está disponível aqui.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Relatório de Mídias Sociais produzido pela FAAP e SOCIALBAKERS traz novos dados

Estudo #MS360FAAP passa a comparar perfis de empresas e de influenciadores, além de analisar resultados de posts impulsionados versus orgânicos

A primeira edição de 2018 do estudo Mídias Sociais 360° (#MS360FAAP) desenvolvido pelo Núcleo de Inovação em Mídia Digital (NiMD) da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em parceria com a Socialbakers, traz novidades. Além de medir as atividades dos 100 perfis empresariais com mais interações nas mídias sociais do Brasil, passa a trazer dados dos 100 principais influenciadores e medir a diferença entre os resultados de posts orgânicos e patrocinados.

O objetivo do relatório, segundo o professor Eric Messa, coordenador do NiMD, é acompanhar a evolução das mídias sociais, oferecendo dados ainda mais relevantes, que podem ajudar nas estratégias das empresas.

“O cenário mudou muito desde que começamos esse estudo, em 2014”, explica a professora Karina Bousso, uma das pesquisadoras do NiMD. Segundo a especialista, as mudanças no algoritmo do Facebook, por exemplo, obrigaram as empresas a investirem mais em impulsionamento e, por isso, a importância em medir também os diferentes resultados obtidos entre posts orgânicos e promovidos.

O primeiro levantamento de 2018 feito pelo grupo de pesquisadores do NiMD revelou que, entre os meses de janeiro e março deste ano, 97% das postagens do segmento “Mídia/Notícias” receberam investimentos em mídias para amplificar seu alcance.

“Esse é um número muito relevante, tendo em vista que se trata do segmento com maior número de curtidores e de posts publicados por semana no Facebook”, comenta o professor Thiago Costa, pesquisador do NiMD e também coordenador da pós-graduação em Comunicação e Marketing Digital da FAAP.

De acordo com o estudo, a média de curtidores desse tipo de página é de mais de 3,7 milhões de perfis, o que mostra, segundo o prof. Thiago, uma correlação entre o investimento em impulsionamento e o número de curtidores.

Em segundo lugar no número de investimentos estão as páginas de “Entretenimento”, com 89% das postagens sendo impulsionadas. Quem menos coloca dinheiro no Facebook são as páginas de “Bens de Consumo”, que só amplificam 37% dos seus conteúdos.

Marcas e Influencers
Outra mudança significativa no mercado nos últimos quatro anos foi a relevância dada aos influenciadores. “Não era algo com o que as marcas se preocupavam tanto, mas hoje é impossível pensar numa estratégia de comunicação em plataformas, como o Instagram, sem considerar os influenciadores digitais”, garante o professor Eric. Diante disso, o estudo vai fornecer dados comparativos sobre os resultados obtidos entre perfis de empresas e de pessoas com um alto volume de interações.

Para o professor Eric, especialmente no Instagram, a presença desses profissionais tem feito as marcas repensarem seus investimentos para alcançar os consumidores. Os números explicam isso: enquanto as marcas somam pouco mais de 1 milhão de seguidores em seus perfis, as 100 personalidades online mais acompanhadas têm aproximadamente 9,9 milhões de seguidores, em média.

No Twitter, os perfis de influenciadores também possuem números bastante significativos, totalizando mais de 3,6 milhões de seguidores, enquanto as empresas somam 324 mil.

Médias de publicação
Uma dúvida frequente de quem planeja a comunicação nos meios digitais é a frequência de postagem adequada, sem que isso se torne incômodo aos seguidores. A partir de agora, uma base para essa análise pode ser encontrada nos dados do #MS360FAAP.

Nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano, os perfis das marcas de “E-Commerce” no Facebook realizaram uma média de 25 postagens por semana, enquanto as de “Bens de Consumo” postaram somente três vezes no mesmo período. No Instagram, as marcas fizeram 19 postagens semanais, em média. As celebridades fizeram 11 publicações (sem contar stories).

Outros destaques do estudo

– No Instagram, as postagens do tipo “carrossel” (com mais de uma foto ou vídeo) são as que mais geraram curtidas e comentários.
-No Twitter, as marcas demoram em média 9 horas e 42 minutos para responder o contato dos usuários.
-O segmento “Mídia/Notícias” é o que tem maior frequência de publicações no Facebook. São em média 299 posts por semana, o que representa cerca de 42 posts por dia.
-33% de todo o conteúdo publicado pelo segmento de “Entretenimento” no Facebook é em formato de vídeo. Já o segmento de “Marcas/Institucional” tem apenas 13% do seu conteúdo em vídeo e no segmento “Mídia/Notícias” essa porcentagem cai para 10%.
-No Twitter, 27% do contéudo publicado por perfis de marcas é em formato de vídeo. Já os perfis de personalidades e outros perfis que não são de marcas publicam somente 10% do seu conteúdo em vídeo.
-No Facebook, o segmento de “Marcas/Institucional” faz em média 29 publicações por semana e 77% é promovido com investimento em mídia online.

Novo visual
O estudo “Mídias Sociais 360º” (#MS360FAAP) é composto por diferentes gráficos nos quais é possível visualizar o comportamento das marcas e seus seguidores nos setores de “Mídias e Notícias”, “Bens de Consumo”, “Entretenimento”, “E-Commerce” e “Marcas / Institucional”.

Desenvolvido pelo professor Adriano Cerullo, da FAAP, os infográficos são formatados para facilitar a busca de informações pelos leitores. “A partir de um visual baseado na identidade das plataformas, buscamos dar um panorama geral das redes sociais e, dentro de cada box, destacamos dados relevantes para cada uma das plataformas”, esclarece.

Os relatórios estão disponíveis no site www.faap.br/ms360faap.

YouTube
A partir dessa edição, o YouTube não será mais analisado pelo estudo. Segundo a Socialbakers, a decisão segue uma nova determinação do Google, que não permite mais que dados de suas redes sejam utilizados em estatísticas e pesquisas públicas, mas somente para uso privado.

Fonte: FAAP / OBOÉ COMUNICAÇÃO CORPORATIVA – Fabiana Dourado e Iracema Carvalho

O dia da internet

No Dia da Internet, conheça 7 grandes inovações que estão levando à expansão da “IoT”

Estudo aponta quais ações estão contribuindo para que a Internet das Coisas entre de vez no dia a dia das pessoas

Hoje, dia 17 de maio, é celebrado o Dia da Internet, tecnologia que revolucionou a maneira como vivemos e trabalhamos nas últimas décadas. Um dos avanços proporcionados graças à Internet é o IoT, ou a Internet of Things (Internet das Coisas), que conecta objetos a rede mundial de computadores. Hoje em dia, com a “IoT” nossos dispositivos são inteligentes e estão conectados, produzindo dados que geram insights e tornam nosso cotidiano mais eficiente e nossa economia mais aquecida. A Internet das Coisas está trazendo todo o potencial dos softwares e da internet para o mundo físico, fazendo uma revolução por meio de sensores, dados, criptografia e nuvens.

“Muitas ferramentas tecnológicas poderosas estão convergindo para multiplicar as oportunidades geradas ao se conectar os dispositivos que fazem parte do nosso dia a dia”, explica o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “Estamos no caminho certo para que a revolução dos dispositivos conectados melhore nossa qualidade de vida e transforme novamente a maneira como trabalhamos, além de ser um gás na nossa economia, criando novos empregos, indústrias e oportunidades para um futuro mais próspero”, analisa.

As principais inovações que estão permitindo o desenvolvimento da IoT (Internet das Coisas) são apresentadas no estudo “Sensor Sensibility – Getting the Most from the Internet of Things”, da Software.org, uma organização de pesquisa internacional, independente e apartidária.

Conheça os 7 principais avanços apresentados pelo estudo:

Sensores estão ficando cada vez menores, baratos e poderosos
Eles permitem que dispositivos vejam, escutem e sintam além da capacidade humana. Permitir que os dispositivos sintam e controlem o ambiente é parte fundamental para a criação de uma rede conectada.

Dados criados por dispositivos estão crescendo exponencialmente
O aumento do volume de dados faz com que possamos aproveitá-los mais, já que estamos criando um gigantesco banco de informações que pode ser consultado para tomar decisões mais estratégicas. Quanto mais explorarmos os dados, mais possibilidades se abrirão.

Softwares inteligentes podem ser embutidos em qualquer produto ou solução
Ao inserir softwares em dispositivos e objetos, permitimos sua conexão com a internet e com a Nuvem, deixando-os mais inteligentes, além de possibilitar a sua integração a um sistema. Igualmente, viabiliza que o sistema seja aperfeiçoado por meio de simples atualizações de software. A presença dos códigos em nossas vidas cresceu tanto que hoje em dia, por exemplo, geladeiras de última geração têm mais linhas de código que um computador de mesa tinha há 20 anos.

A conectividade está ficando mais rápida, onipresente e indo mais longe
Para atingir todo o potencial de rede da Nuvem, dispositivos devem estar conectados por meio de internet de alta velocidade, baixo custo e ampla abrangência. Conexões preparadas para lidar com redes mais densas já estão sendo desenvolvidas para serem mais flexíveis e rápidas.

Softwares de análise estão usando a Nuvem para deixar dados mais acessíveis, úteis e cada vez mais valiosos
Quando dois dispositivos se comunicam, é essencial que exista a Nuvem para armazenar, processar e analisar os dados obtidos. A Nuvem também garante que os dados sejam armazenados e consultados remotamente, além de permitir a criação de sistemas integrados e inteligentes que deixam os aparelhos cada vez mais smarts. A análise inteligente das informações atrelada aos dispositivos resulta em uma rede muito mais poderosa do que a simples adição isolada deles.

Tecnologias de segurança evoluem continuamente para permitir que os dispositivos fiquem conectados e os dados fiquem protegidos mesmo com a evolução das ameaças
Quanto mais os dispositivos conectados fazem parte de nossas vidas, mais precisamos que tecnologias se renovem continuamente para garantir um uso seguro da rede. A criptografia, por exemplo, já esta sendo utilizada para proteger dados, para assegurar que apenas dispositivos habilitados estejam conectados à rede e para proteger dados em trânsito e armazenados na Nuvem.

A inovação não está restrita a grandes empresas, mas também nasce nas garagens de empreendedores e inventores independentes
Com a proliferação de dispositivos conectados e das Nuvens e a facilidade para se comprar e conectar sensores, o percurso entre ideia e protótipo e entre protótipo e produto está encurtado, facilitando a criação de novas soluções conectadas por inventores independentes. A inovação não está mais limitada às grandes corporações.

Fonte: Textual – Maria Alice Vila – BSA | The Software Alliance

De acordo com pesquisa houve melhora no atendimento

Melhora qualidade de atendimento no comércio de São José

Nova pesquisa ACI/Unitau mostra que consumidor está satisfeito com atendimento nas lojas da cidade; índice é fruto de parceria com o PAT

A nova pesquisa ACI/Unitau traz mais uma informação positiva para os lojistas de São José dos Campos além da expectativa otimista para o Dia das Mães deste ano: melhorou e muito a opinião dos consumidores sobre o atendimento no comércio da cidade. Em um ano, subiu de 60,9% para 80,1% o índice de satisfação do consumidor da cidade com o atendimento nas lojas de São José dos Campos.

O que mudou no intervalo de um ano?

A pesquisa ACI/Unitau feita em 2017 sobre satisfação dos consumidores da cidade serviu para balizar a grade e o conteúdo dos cursos ministrados pelo PAT (Programa de Amparo ao Trabalhador), mantido pela Prefeitura de São José dos Campos. O uso positivo de informações estratégicas é um dos objetivos do projeto de pesquisas regulares feitas pela Associação Comercial e Industrial em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação).

“Os dados levantados pelas pesquisas ACI/Unitau são disponibilizados para os nossos associados, parceiros e poder público. Esse é um investimento da ACI em prol do desenvolvimento de nossa cidade” – disse Humberto Dutra, presidente da ACI de São José dos Campos.

A ACI realiza 20 rodadas de pesquisas de opinião por ano, em parceria com a Universidade de Taubaté. Alem de indicadores sobre o comércio e a economia da cidade, as pesquisas ACI/Unitau ainda trabalham levantamentos sobre diversas áreas, de transporte a qualidade de vida, de questões polêmicas em debate na cidade a avaliações de setores da administração pública, sempre pelo foco do consumidor e do empresariado.

O que melhorar

Apesar do dado positivo da nova pesquisa, o consumidor de São José dos Campos têm sugestões para melhorar ainda mais a qualidade do atendimento no comércio da cidade. São elas: ter mais gentileza com os clientes (30,1%) e dar mais atenção a esses clientes (15,9%); ter mais agilidade no atendimento (15,4%); e ter mais informações sobre os produtos oferecidos (12,6%). Em outra ponta, 16,6% dos consumidores disseram que não precisa mudar nada na qualidade de atendimento.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 25 de abril e ouviu 381 pessoas em cinco pólos de comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, Rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Pesquisa em Taubaté para o Dia das Mães

ACIT realiza pesquisa de intenção de compras para Dia das Mães

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa para levantar informações sobre as intenções de compras para o Dia das Mães, data que é considerada um segundo natal em volume de vendas e todos se preparam para esse período.

A pesquisa foi realizada em parceria com o NUPES (Núcleo De Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté) entre os dias 15 e 27 de abril com o objetivo identificar como os moradores de Taubaté pretendem comprar e presentear suas mães.

Seguindo a tendência, o estudo apontou que a preferência se mantém com “roupas” (25,28%), mesmo que com índices mais baixos que os apontados nos anos anteriores. Em seguida estão os “calçados” (16.85%), e em terceira opção o item “outros” (13.48%), que inclui flores, livros, jantar e passeios. Muito próximo estão a preferência por “perfumes/cosméticos” (12.92%) e “acessórios” (12.36%).

Um dado relevante foi que o ticket médio para compras esse ano aumentou em relação aos anos anteriores. O consumidor relatou que está fugindo das pequenas lembrancinhas e pretende dar um presente de melhor qualidade para sua mãe, com valores entre R$ 100 e R$ 300 (32,58%). Vale destacar que a intenção de gastar mais de R$ 300 foi respondida por 17,98% dos entrevistados.

Outra surpresa que a pesquisa apontou foi que a mudança de comportamento nos últimos anos se manteve e grande parte pretende realizar as compras com pagamento na modalidade “à vista” (60.11%), e de preferência em dinheiro, evitando dividas futuras. Com isso, também pretendem realizar melhores negociações com descontos e facilidades.

“Minha Mãe Vale Muito”

E para incentivar ainda mais a compra no comércio local, a ACIT está com a promoção “Minha Mãe Vale Muito”, dentro da campanha TaubateAMO.

Nessa promoção, serão sorteados 3 consumidores, que irão ganhar cartões presentes no valor de R$ 1 mil cada, que poderão ser trocados em diversas lojas participantes da promoção, sempre respeitando o valor mínimo. O valor total não precisa ser todo usado em apenas um estabelecimento, e sim, poderá ser usado em vários locais para diferentes aquisições.

Nas campanhas da ACIT os vendedores registrados nos cupons sorteados também ganham e serão contemplados com cartão de R$ 200,00 cada.

Para concorrer, o consumidor recebe um cupom a cada R$ 50 em compras realizadas nas empresas participantes do fundo promocional. As lojas participantes sempre serão indicadas com material promocional da campanha. O sorteio acontece dia 31 de maio (quinta-feira) às 17h na sede da ACIT e é aberto à todos que quiserem acompanhar.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Pesquisa detecta otimismo para o Dia das Mães

Consumidor está otimista com o Dia das Mães

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 82% dos consumidores de São José planejam ir às compras na data mais importante do comércio neste semestre

Uma boa notícia para o comércio: o consumidor de São José dos Campos está otimista frente ao Dia das Mães.

Isso é o que revela pesquisa sobre intenção de compras para o Dia das Mães feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Segundo o levantamento, 82,7% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes este ano. Em 2017, o índice ficou na faixa dos 74%.

“Os números mostram um aquecimento da economia e a retomada, mesmo que ainda lenta, do poder de compra do brasileiro” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 25 de abril e ouviu 381 pessoas em cinco pólos de comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, Rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa ACI/Unitau revela também que o valor do tíquete médio previsto pelos consumidores fica na faixa de R$ 100,1 a R$ 200 (34,9%), patamar próximo ao registrado em 2017. Com uma novidade: o índice de consumidores que estimam gastar acima de R$ 200 cresceu de 13,2% para 25,1%. “A soma de indicadores como este reforça a convicção de que a economia do país, em especial a economia da cidade, reverteu a curva descendente e consolidou uma retomada. Mais importante: o brasileiro voltou a acreditar em seu poder de compra”, afirmou o presidente da ACI.

Um outro fator identificado pelo levantamento ACI/Unitau aponta para essa direção: apesar da maioria dos consumidores ouvidos afirmarem que farão suas compras à vista (59,9%), usando dinheiro ou cartão de débito (59,5%), cresceu a opção pela compra a prazo e pelo uso de cartão de crédito. Isso mostra que o consumidor está conseguindo programar gastos, acreditando na manutenção de seu poder de compra ao longo do período.

O que comprar?

A pesquisa ACI/Unitau mostra ainda os tipos de presentes que os consumidores de São José dos Campos pretendem comprar neste Dia das Mães. Roupas e acessórios são as campeãs de preferência (50,2%), seguidas de perfumes e cosméticos (17,8%) e calçados (15,5%). Na comparação entre 2017 e 2018, houve um incremento no item roupas e acessórios (32% para 50,2%) e calçados ( 9,4% para 15,5%).

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos