Vaga para Auxiliar de Publicidade/Marketing

Vaga de estágio em publicidade/marketing

O candidato deve cursar 2º ano ou mais de Publicidade e Propaganda, Propaganda e Marketing ou Marketing

Atividades a serem desenvolvidas: Criar materiais digitais para as redes sociais. Gerenciar redes sociais. Ter boa escrita – Facilidade para gerar conteúdo para redes sociais. Elaborar e assessorar conteúdo de marketing e publicidade da empresa. Desenvolver as artes para e-mail marketing e materiais impressos. Análise do público-alvo e elaboração de campanhas.

Enviar Curriculo para: instituto.infoc@gmail.com

Horário de trabalho: segunda a sexta-feira – 09h às 18h
Salário: Piso

Agência busca estagiário

Communicare quer estagiárix

A agência está em busca de um estagiárix para atuar em redes sociais. Veja o que pede a vaga na arte abaixo:

Vaga no Santuário Nacional

A12 contrata

O Santuário Nacional de Aparecida busca estagiário para fazer parte de sua equipe

Requisitos:
– Cursando 1º ou 2º ano de Comunicação Social (Rádio, TV e Internet);
– Experiência com Photoshop;
– Premiere
– Office (Word e Excel)
– Conhecimento de conceitos de redes sociais.

Atividades desenvolvidas:
• Edição de vídeos;
• Descrição de vídeos (título, descrição e tags);
• Criação de miniaturas (thumbr do youtube);
• Postagem em canais de youtube de responsabilidade do A12.com;

Agência busca social media

A Molotov Propaganda tem uma vaga para Social Media

Se você tem os pré-requisitos abaixo, envie seu Cv e se candidate para o processo seletivo. Boa sorte!

O profissional será responsável por:
– Produzir conteúdo para redes sociais;
– Planejar calendário de postagens;
– Gerenciar;
– Analisar;
– Monitorar;
– Conhecimento das ferramentas: RD Station e mLabs

Desejável:
Graduação ou experiência de trabalho na área;
Ter uma presença pessoal ativa e interessante nas redes sociais, com entendimento de cada rede e suas melhores práticas;
Ser um excelente comunicador e criativo, com habilidade de usar dados e análise de resultados;
Domínio de ferramentas para redes sociais e atenção constante às discussões ocorrendo nesses canais;
Experiência bônus inclui conhecimento do Adobe Creative Suite, Marketing de Conteúdo e Blogs;
Certificação em marketing de conteúdo.

Regime de contratação:

CLT / Vale-transporte / Vale alimentação / Plano de saúde e odontológico

Contratação com Início imediato.

Interessados enviar CV para: vagas@molotovpropaganda.com.br

Tendências em e-commerce

Tendências para o e-commerce em 2020

Em 2018, o e-commerce brasileiro registrou 123 milhões de pedidos e obteve um faturamento de R$ 53,2 bilhões, segundo Webshoppers 39 – Ebit|Nielsen. Já o primeiro semestre de 2019 apresentou crescimento de 20%, ante 8% registrados no mesmo período do ano anterior, mostrando o potencial e crescimento do segmento.

A Black Friday de 2019, considerada a segunda data mais importante do varejo, gerou mais de R$ 3,87 bilhões em compras no e-commerce. De início era um segmento dominado apenas por grandes players de mercado como, por exemplo, Walmart, Carrefour, Mercado Livre, mas com o passar do tempo qualquer empresário, por menor que fosse, conseguia investir em um e-commerce.

Imagem de justynafaliszek por Pixabay

Depois veio o “boom” dos e-commerces de nicho, lojas virtuais que vendem apenas um tamanho de sapato, só acessórios, ou cases para celulares etc. Ainda sim, o e-commerce no Brasil é relativamente novo, com menos de três décadas de existência, a cada ano apresenta um novo e grande potencial de crescimento, mesmo em tempos de crise.

Mobile cresce

De acordo com a pesquisa da Webshoppers, aproximadamente 43% dos pedidos são feitos via mobile. Ou seja, isso significa que futuramente, cada vez mais pessoas vão realizar os seus pedidos via mobile. Estima-se que em 2020 mais de 70% das vendas dos e-commerces serão feitas via celular.

Mas para que isso se torne uma vantagem para o negócio e não um problema, o site precisa ser responsivo e focado na experiência do usuário (UX). Para ter certeza que o site está otimizado para o mobile, a navegação deve ser intuitiva e o tempo de carregamento das páginas, menor.

O futuro: aplicativos

Desenvolva um aplicativo. Em relação aos aplicativos, de acordo com o estudo da Criteo (2018), a taxa de conversão de vendas é 3x maior nos aplicativos em relação ao mobile web. Ou seja, é um movimento que está ganhando o mundo e em breve chegará ao Brasil.

Imagem de Pexels por Pixabay

Omnichannel

Oferecer diversos canais de atendimento para o consumidor é uma tendência de mercado antiga, mas que se tornou uma obrigação para o empreendedor que busca se destacar e continuar crescendo.Neste contexto, aproveite a utilização de canais de atendimento com opção de contato via Whatsapp Business, redes sociais, sac, e-mail.

Assistentes virtuais

Segundo a pesquisa da Freshworks Inc. feita em parceria com a Toluna, “Novas regras de engajamento do consumidor – Brasil”, mostra que 70% dos consumidores interagem com chatbots e mais de 80% deles se dizem satisfeitos com a resposta e o atendimento recebido.

Na busca da rapidez e praticidade, os consumidores se acostumaram rapidamente com o atendimento realizado por chatbots automatizados e bots de atendimento inteligentes. Apostar na utilização de bots de atendimento é uma estratégia interessante, que pode poupar tempo e dinheiro da empresa.

Compra online, retira na física

De acordo com pesquisa realizada pela Provokers facilidades mobile, experiência do site e opções multicanais são indispensáveis nas compras online. Destes atributos, cerca de 42% dos consumidores buscam por opções multicanais como retirada na loja e tempo de entrega favoráveis.

Muitas empresas têm investido cada vez mais na otimização do processo de logística através da utilização de “pontos de retirada” de mercadoria. Dessa forma, surge um novo modelo de negócio, em que a descentralização do processo de logística e interconexão entre o mercado online e offline está cada vez mais presente.

Descrições de produtos é passado

“Outra previsão para o futuro do e-commerce é que as descrições de produtos como conhecemos hoje se tornarão obsoletas. Desconsiderando o fator SEO e pensando apenas na experiência do consumidor, a grande tendência é que os vídeos tomem conta das descrições de produto.”, menciona o CEO da Dr. e-commerce, Thiago Sarraf.

Afinal, qual a grande finalidade da descrição de produtos para o consumidor? Além de especificar medidas, cores e materiais de fabricação, é a aplicação destes produtos na vida dos consumidores. Para um e-commerce de moda, por exemplo, um vídeo se torna muito mais útil e interessante para a consumidora, em questão de combinações e caimento da peça.

Não quer dizer que as descrições escritas possam ser deixadas de lado. Afinal, ainda é uma grande ferramenta de SEO e busca para o Google. Além disso, caso o consumidor não tenha tempo para assistir o vídeo, a leitura da descrição supre a necessidade e incentiva a venda.

Uma imagem vale mais que mil palavras: vídeos

De acordo com o Google Advisors, cerca de 53% das pessoas buscam produtos no Google e logo após acessam vídeos para saber mais antes de comprar.

As pessoas não pensam em search e vídeos de forma separada, por isso, é interessante que o site do varejista conte com vídeos informativos, pois uma vez que o consumidor tenha em mãos a oferta de compra + informações relevantes, à tomada de decisão de compra é mais efetiva.

Por isso, com essa mudança no comportamento do consumidor, tenha certeza de incluir tudo o que o cliente precisa saber, isto é, como usar, porque o consumidor precisa daquele produto e todos os detalhes que possam incentivar a compra.

Efeito Amazon e Outros efeitos

Considerado o primeiro e-commerce dos Estados Unidos, a Amazon é um player gigante no mercado de marketplaces. Há uma boa chance de que se a Amazon faz algo, você deva fazer também. O nome que deram para isso foi o Efeito Amazon.

Monitore também a concorrência, mas não copie todas e quaisquer estratégias que o concorrente implementar, o importante é ficar de olho no seu público e como ele está reagindo a determinado fator.

Frete grátis, promoções, ofertas… não podem simplesmente serem aplicados sem qualquer tipo de planejamento. Quem te garante que o concorrente não está perdendo dinheiro com as promoções loucas? A dica principal aqui é ficar atento às tendências dos grandes e, quando fizer sentido para o seu negócio, colocá-las em prática também.

“De maneira geral, o efeito Amazon é um dos grandes indicadores de tendências para o futuro de e-commerce. O mobile commerce vai ultrapassar as vendas por desktop e as tradicionais descrições de produtos se tornarão obsoletas. É importante observar o comportamento do consumidor e se adaptar às novas tecnologias que facilitam a vida do cliente. Faça pesquisas, mantenha-se informado e acompanhe as transformações, fazendo isso, seu negócio terá uma chance muito maior de continuar competindo no jogo do mercado de e-commerce.”, conclui Sarraf.

Fonte: P & S Comunicação – Stefani Pereira

4 em cada 10 brasileiros já fizeram compras na internet, aponta CNI

Pesquisa mostra que parcela da população que utiliza comércio eletrônico quase dobrou desde 2013.

Mas fatia de consumidores que afirma nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%

O comércio eletrônico tem se consolidado como opção para o brasileiro que busca adquirir produtos e serviços com mais comodidade e por menor preço. Entre 2013 e 2019, a parcela da população que realizou compras pela internet quase dobrou, passando de 23% para 42%, percentual que sobe à medida em que aumentam a renda familiar e a frequência em que se costuma acessar a rede mundial. Além disso, a parcela de brasileiros que afirma nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%.

Um panorama dos hábitos do consumidor brasileiro e o comércio eletrônico está na pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira 51 – Perfil do Consumidor: Consumo pela Internet, pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo mostra que as principais vantagens percebidas nas compras pela internet são produtos mais baratos e acessíveis, além da praticidade e da comodidade. Conheça abaixo as principais conclusões da pesquisa:

RENDA MAIOR, COMPRAS MAIS FREQUENTES – Embora 42% dos brasileiros já tenham feito compras pela internet, essa média esconde diferenças importantes nos hábitos de consumo conforme o perfil do consumidor. A pesquisa mostra, por exemplo, que 74% dos brasileiros com renda familiar superior a cinco salários mínimos já fizeram compras pela rede mundial.

Essa parcela cai para 59% entre pessoas com renda entre dois e cinco salários mínimos e para 37% na faixa entre um e dois salários mínimos. Entre brasileiros com renda familiar de até um salário mínimo, apenas dois em cada 10 consumidores recorreram ao comércio eletrônico.

Imagem de Pete Linforth por Pixabay

Além de comprar mais, as pessoas com maior renda também recorrem com maior frequência ao comércio eletrônico. Se considerados apenas os consumidores que já compraram pela internet, 34% daqueles com renda familiar acima de cinco salários mínimos consomem online sempre. Esse percentual cai para apenas 9% com renda familiar abaixo de um salário mínimo.

PRODUTOS E SERVIÇOS – O brasileiro adquire mais produtos do que serviços pela internet. Entre os que realizam compras online pelo menos uma vez, 98% mencionam ter comprado produtos e 75%, serviços. Uma explicação, segundo a pesquisa, é que os produtos se referem àqueles consumidos por todas as faixas de renda, como vestuário, calçados, eletrônicos e eletrodomésticos.

Já os serviços disponíveis online costumam ser menos adquiridos pelo consumidor de menor renda, como refeições em restaurantes, opções de lazer, viagens aéreas e serviços de transporte por aplicativo. “O consumo de produtos alcança mais brasileiros que o consumo de serviços, porque o tipo de serviço oferecido online é mais voltado para brasileiros de renda mais alta”, aponta a pesquisa.

De acordo com o levantamento, os produtos mais comprados pela internet são eletrônicos (TV, celular, videogames etc), citados por 43% dos entrevistados. Essa categoria é seguida por calçados, bolsas e assessórios (31%); vestuário (23%); eletrodomésticos (18%) e livros (16%). Já os serviços mais consumidos são refeições (16%); música, jogos e filmes em serviços de streaming (16%); ingressos para shows e cinema (15%); transporte urbano (15%) e passagens aéreas (12%).

CAI CONSUMO DE PRODUTOS PIRATAS – Entre 2013 e 2019, o percentual de brasileiros que afirmam nunca comprar produtos piratas subiu de 28% para 45%. A maior queda ocorreu entre aqueles que afirmam comprar essas mercadorias às vezes, caindo de 34% para 23% da população. O hábito, no entanto, é mais frequente entre os brasileiros mais jovens: 71% daqueles com idade entre 16 e 24 anos afirmam comprar produtos piratas, mesmo que raramente. O percentual cai para 28% entre os brasileiros com 55 anos ou mais.

Segundo a pesquisa, um dos fatores para a redução na compra de produtos piratas foi o surgimento de plataformas de streaming, por exemplo, que tornaram possível o acesso a músicas e filmes a preços menores, o que reduziu a demanda por CDs e DVDs no mercado clandestino.

MAIS CÔMODO E MAIS BARATO – Segundo os entrevistados, o preço mais baixo/acessível é a maior vantagem de se realizar compras pela internet. O fator é apontado por 37% da população, seguido pela praticidade, com 16%. Na contramão, os consumidores também apontam desvantagens na hora de irem às compras online. A dificuldade em trocar ou devolver produtos foi observada por 26% das pessoas ouvidas. A demora na entrega (22%) e a falta de contato com o produto (15%) aparecem como outros fatores negativos no comércio eletrônico.

Fonte: Jornalismo – CNI

Coluna “Discutindo a relação…”

Pense em gente. Pense em coletivo

A primeira coluna de 2020. Que coisa! Embora tenha sido demonstrado – teve até um telejornal que entrevistou um matemático – que não entramos em uma nova década, não dá para escapar da sensação de um período ou ciclo mais longo terminado. Os anos 10 dos anos 2000 não foram nada fáceis: crise política, polarização, crise econômica, propaganda em cheque…

Agora que vencemos definitivamente o período de festas e que boa parte do pessoal que trabalha com publicidade e propaganda já está em seus negócios enfrentando jobs variados é hora de refletir um pouco sobre os principais desafios dos próximos 10 anos na comunicação publicitária.

Surgiram em diferentes publicações da nossa área dezenas de relatórios apontando tendências para 2020 e para os próximos cinco ou dez anos. Alguns são muito bons (veja esse aqui) mesmo e vale a pena (na verdade é quase obrigação) dar uma boa olhada.

Eu, humildemente, quero destacar alguns pontos que julgo mesmo importantes. Vamos lá:

Influenciadores – muitas pesquisas, relatórios e estudos apontam para a eficácia de um uso planejado e bem pensado dos chamados influencers. Não dá para ignorá-los. O importante é saber como trabalhar com eles para o bem das marcas que atendemos. Co-criação é o caminho!

Criatividade – os números, o analytics, o big data… tudo ajuda, é claro, óbvio ululante. Mas impactar seus interlocutores com algo original, pertinente e relevante não tem preço. Criatividade segue sendo o principal ativo da nossa atividade. Persiga boas ideias com afinco e determinação.

Diversidade – ideias surgem de pensamentos, culturas e modos de ver as coisas diferentes. A diversidade é fundamental para a propaganda. É fator que não pode ser adiado. Temos que ser mais inclusivos. Pra valer!

Gente – deixei por último de propósito… Em um ambiente de extrema inovação e enorme presença (bem vinda) da tecnologia é fundamental que pensemos em gente o tempo todo. A ponta do processo é uma pessoa. Como melhorar a vida daquela pessoa. Como deixar o dia, a semana, o mês dela melhor? Comunicação liga pessoas. Por mais traquitanas digitais/tecnológicas que lancemos mão, no final são pessoas nas duas pontas do processo. Pense em pessoas, preocupe-se com pessoas. Faça comunicação com cara de gente!

Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

Uma última coisa que não é dica de tendência e sim uma necessidade: o mercado publicitário do Vale do Paraíba precisa voltar a se reunir e trocar ideias. Precisamos falar como um mercado. Precisamos aumentar a percepção de valor da nossa atividade. Chega de praticar um esporte individual e vamos para um mais coletivo. Precisamos urgentemente disso!!!

Um 2020 cheio de cases bacanas pra rechear o portifa de todo mundo!

Agência busca designer

Agência Blast abre vaga para Designer

A Blast, agência localizada em Taubaté, está reforçando seu time de criação e busca um designer.Taubaté

Requisitos: Conhecimento no pacote Adobe, experiência com peças para social media e muita criatividade.

Carga Horária: 8 horas Diárias

Atividades a serem desenvolvidas: Produção de peças publicitárias ON e OFF

Envie seu currículo e portfólio para contato@agenciablast.com.br e entraremos em contato!

Vídeo novo

Tem vídeo novo do Publicitando

Gostamos de compartilhar pesquisas que descobrimos em publicações idôneas. E fizemos mais um vídeo que traz dados de uma pesquisa em torno dos usos e hábitos em relação às redes sociais.

A pesquisa foi matéria da Meio&Mensagem e foi originalmente divulgada na plataforma Gente, da Globosat. Foi realizada pela Diário de Campo pesquisa e recebeu o nome #hashtagseguidores.

Confira:

Duas vagas: design e redação

Athos Marketing abre duas vagas

Ambas são para a área de criação. Veja abaixo os descritivos:

Vaga de Designer Gráfico
⠀⠀⠀⠀
Job description:

A atividade principal é a criação de layouts para peças impressas e digitais, como, por exemplo, postagens e anúncios para redes sociais, além de banners para landing pages e blogs. Esporadicamente, participará da criação de identidades visuais, rótulos e layouts para interfaces. Atuará sob a orientação de um diretor de criação, além da interação com outro designer e demais membros da equipe, como redatores e analistas.

Requisitos da Vaga:
⠀⠀
Conhecimento intermediário em Ai, Ps e Id
Experiência com peças de Social Media
Conhecimento básico em Marketing Digital
Detalhista, organizado e pró-ativo!
⠀⠀
Para quem se interessou:
⠀⠀
Junto com seu currículo, envie a sua pretensão salarial para o e-mail vagas@athosmkt.com, com o título de “Vaga para Designer Gráfico”.
⠀⠀
Se você for pré-selecionado, a empresa entrará em contato para marcar uma entrevista.
⠀⠀
O método de contratação é como PJ, com flexibilidade de horários.
⠀⠀
Vaga de Copywriter
⠀⠀⠀⠀
Job description:

As atividades principais são criação de textos para anúncios, conteúdo de vendas, descrição de postagens de redes sociais com foco em conversão, blogs e landing pages.

Requisitos da Vaga:
⠀⠀⠀⠀
Boa gramática
Experiência com copywriting
Experiência com storytelling
Experiência na execução de campanhas para conversão em redes sociais através de posts e anúncios.
⠀⠀⠀⠀
Para quem tem interesse:
⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Junto com seu currículo, envie a sua pretensão salarial para o e-mail vagas@athosmkt.com com o título de “Vaga para Copywriter”.