Agência busca freela de monitoramento

Gauge precisa de freela

A Gauge está com oportunidade para freela de monitoramento em nossa filial de São José dos Campos.

Imagem de Free-Photos por Pixabay

MONITOR DE REDES SOCIAIS (temporário)

Tempo de atuação: 01 mês Horário: 6h por dia Período: Segunda à Sexta feira no período da manhã (8h às 14h) ou tarde (14h30 às 21h30) – sáb e dom será home office

Local: Gauge São José dos Campos

Descrição: Analisar reputação das marcas nas mídias sociais através de ferramenta on-line e planilhas.

Requisitos: Possuir 18 anos, Ensino Médio completo, DISPONIBILIDADE DE HORÁRIO e Conhecimento básico Pacote Office

Interessados enviar currículo com pretensão salarial para: freelas@gauge.com.br

O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Mais uma edição do Misanja

Vem aí a terceira edição

A 3ª edição do MiSanja, Marketing Digital em São José dos Campos, terá como tema Marketing de Performance.

Os participantes desta edição serão Luciana Maryllac, Marcus Cabral e Gustavo Franco.

Confira a programação:

Faça sua inscrição por aqui

Agência do sul de MG busca talentos

Prodweb abre três vagas

Agência digital localizada em Passa Quatro, Sul de Minas Gerais, abre vagas para três cargos: desenvolvedor web, design e marketing digital.

Para a vaga de desenvolvedor a agência busca alguém com conhecimento em códigos e programação.

Para a vaga de design a agência quer  alguém que entenda de videos, desenhos e transborde criatividade.

E por último, para a vaga de marketing digital, a Prodweb busca um profissional criativo para colaborar na produção de conteúdo para redes sociais, blogs, e-mail mkt etc

Cadastre seu currículo e venha ser criativo na nossa Liga Prodweb: https://jobs.solides.com/prodweb

Conteúdo nativo passou a ser decisivo

Por que o conteúdo em formato nativo se tornou ferramenta essencial para o marketing?

Não somente o conteúdo, mas também, sua distribuição, contexto e segmentação são os principais fatores de sucesso para engajar o usuário e gerar performance para a marca

Fernanda Negrini, Gerente de Marketing da Outbrain/Crédito foto: Eugênio Goulart

“A popularização da internet mudou drasticamente a maneira como as pessoas criam, consomem e compartilham informação. Neste novo cenário, quando o usuário se encontra no modo de leitura, o que ele menos deseja é ser interrompido e, por isso, sua atenção fica completamente concentrada no conteúdo”, afirma Fernanda Negrini, gerente de marketing da Outbrain Brasil. É por esta razão que os formatos tradicionais de publicidade, como a mídia display, foram perdendo a performance que tinham antes e o conteúdo, por sua vez, ganhando protagonismo.

Apesar de o conteúdo ser fator determinante nas campanhas de marketing, nem sempre foi assim e, ainda, ele por si só não é responsável pelo bom desempenho da campanha. Segundo Fernanda Negrini, além do conteúdo, a distribuição, contexto e segmentação são os principais fatores de sucesso para quem quer engajar o usuário e gerar performance para a marca. “Além das mudanças na forma como os usuários consomem conteúdo, fenômenos como os adblockers também aceleraram esse processo de transformação do marketing. Com a circulação do conteúdo ganhando outra escala, as marcas precisaram encontrar uma nova maneira de estar presente nesta nova agenda social”, explica.

Neste contexto, empresas e organizações tiveram que reinventar seus planejamentos de comunicação para surfar na onda de sucesso do conteúdo. No entanto, junto ao nascimento do marketing de conteúdo, surgiu a questão de como mensurar os resultados e otimizá-los. “Comentários, compartilhamentos, curtidas e cliques são todos medidas superficiais de engajamento e, ao focar apenas em números isolados, fica impossível entender o poder do conteúdo e seu impacto em todas as frentes de comunicação”, diz Fernanda, ressaltando que a avaliação pós clique é muito mais profunda e traz muitos insights sobre a audiência e os assuntos de interesse relevantes para ela “Nesse quesito, é preciso avaliar quanto tempo o usuário ficou no seu site; quantas páginas visitou; se participou de alguma ação dentro daquele ambiente; se fez alguma aquisição; se compartilhou algum conteúdo positivo sobre sua marca”, pondera.

Além disso, outra tentação de algumas empresas foi direcionar a produção de conteúdo para plataformas sociais sob as quais elas não possuem autonomia. “Houve uma concentração de esforços em construir uma grande comunidade em torno das propriedades sociais das marcas, mas não foi levado em consideração a vulnerabilidade e a dependência que essa estratégia representava, pois diante da mudança dos algoritmos destas empresas, os anunciantes foram negativamente impactados uma vez que a entrega das mensagens de marcas perdeu relevância em detrimento dos conteúdos orgânicos do feed”. Uma pesquisa feita pela GlobalWebIndex em 2017 aponta que em média, cada pessoa possui sete perfis sociais, pois o usuário se comporta de forma diferente em cada uma delas para poder pertencer àquela comunidade. Para Fernanda, esse é o grande risco, pois os usuários nem sempre querem expor seus interesses nessas redes. “Com qual persona a marca está falando?”.

Imagem de Diggity Marketing por Pixabay

Por outro lado, Fernanda afirma que é importante diversificar as vias de acesso até a marca, já que 1/3 do conteúdo consumido enquanto o leitor navega não foi planejado. Por exemplo: ao ler um artigo em um site, ele pode descobrir algo interessante e clicar nesse link, que leva ao outro, e a outro e de repente, apresentam-se conteúdos que ele nem imaginava consumir inicialmente. “Criar conteúdo informativo sobre a empresa ou produto e distribuí-lo nos canais onde o usuário dedica atenção plena ao consumo, viabiliza uma descoberta e ainda colabora para um melhor resultado do site nos rankings dos motores de busca, alimentando todo o funil de compra”.

A gerente de marketing da Outbrain Brasil aponta que produzir um conteúdo único e associado ao propósito da marca, distribuí-los nos canais certos, para a audiência real e certa, são essenciais, mas ainda assim, dependem do contexto em que são apresentados. “A publicidade deve ser menos sobre a marca, a agência ou a empresa de tecnologia e mais sobre como a mensagem vai ressoar com os consumidores que visualizam o anúncio”, diz. “Precisamos dar aos consumidores um maior senso de controle e de poder de escolha sob o que vão consumir, como por exemplo, produzir conteúdo interessante, bem distribuído e segmentado para que vá ao encontro dos interesses da audiência e que o clique represente uma ação positiva: um clique para ter acesso ao conteúdo, e não para pulá-lo”.

Por esta razão, formatos nativos de distribuição de conteúdo têm ganhado cada vez mais espaço. Para Fernanda, uma experiência de conteúdo mais natural, menos intrusiva, que se integra perfeitamente ao meio que os usuários já estão consumindo, tende a ser mais atraente e a capturar a atenção da audiência. “Se alguém estiver lendo um artigo de notícias, provavelmente estará mais disposto a ler outro artigo recomendado a ele (mesmo que seja patrocinado)”.

Vaga de estágio em atendimento

Verge abre vaga de estágio em atendimento

A agência está à procura de um(a) estagiário(a) de atendimento na área de marketing digital.

É necessário ter vontade de aprender, conhecimento das ferramentas e processos de marketing digital, ser proativo e organizado para realizar planejamento de ações e estar em contato próximo com o cliente e as novidades do mercado.

Quem se interessar deve enviar CV para selecao@verge.com.br com o assunto “VAGA ESTÁGIO ATENDIMENTO”.

Dança das cadeiras

Pra começar junho

O mês de junho chegou e o friozinho não esfria as movimentações do mercado de comunicação.

A primeira novidade acontece pelos lados da Alchemy Big Data Solutions, onde o ainda estudante de quinto semestre de publicidade e propaganda da Unitau, Jonas Crisóstomo Costa, assumiu o cargo de Criativo. Ele tinha passagem anterior na Experiencialize.

Já a publicitária Mariane Nascimento foi promovida para o cargo de Supervisora de Planejamento Estratégico na Focusnetworks – OnLife Marketing Transformation. Anteriormente ela ocupava a função de analista de planejamento na mesma empresa e também já havia passado pela Pilares Relações Públicas onde atuou em mídias sociais.

Investimento em publicidade digital cresce e deve movimentar mais de 9 bilhões de dólares na América Latina

Publicidade nativa amplia receita de Publishers e engaja audiência por meio de conteúdo personalizado com base em dados de interesse

A publicidade digital, apontada como uma das principais estratégias adotadas para fortalecer ainda mais a interação das organizações com seus públicos, impulsiona um mercado que deve ter investimento de mais de 35 bilhões de reais na América Latina neste ano, segundo pesquisa do eMarketer ‘Latin American Ad Spending 2019’. O levantamento também aponta que o Brasil registrará mais de metade (53,7%) dos gastos na região por de meio de anúncios mobile. De acordo com Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain, plataforma pioneira em descoberta de conteúdo personalizado, estratégias focadas em native ads que oferecem conteúdo relevante, confiável e personalizado ganham destaque, pois reúnem características que são valorizadas pelos consumidores.

Luiz Biagiotti, Country Manager da Outbrain / Créditos foto: Eugênio Goulart

“Os fatores de sucesso são uma imagem e um headline para capturar a atenção do consumidor”, diz, ressaltando o cuidado com tom comercial, já que o anúncio nativo está integrado de forma harmoniosa a um conteúdo editorial. Biagiotti também enfatiza que funcionalidades que permitem a recomendação de vídeos e a possibilidade de compra programática de espaços nativos também tendem a atrair mais anunciantes. “Conteúdo audiovisual tem alto engajamento e consegue passar a mensagem com emoção e de maneira mais impactante; já a mídia programática pode conseguir uma resposta muito mais segmentada para cada usuário em tempo real, o que resulta em um maior engajamento e em taxas de conversão maiores”, finaliza o diretor.

Sobre a Outbrain

Outbrain (www.outbrain.com) é a principal plataforma de descoberta por meio de formatos nativos do mundo, que oferece conteúdo relevante, personalizado e confiável para a audiência, enquanto ajuda publishers a entenderem seu público por meio dos interesses reais do leitor. Em uma década desde que Outbrain abriu suas portas, a empresa se transformou em um negócio que atende mais de 250 bilhões de recomendação de conteúdo personalizado a cada mês e chega a meio bilhão de visitantes únicos de todo o mundo. A expansão da Outbrain para algumas das maiores propriedades globais da web é um reflexo do seu rápido crescimento e suas inovações bem sucedidas no apoio a uma nova era de publicação digital. Publicações de primeira linha que atualmente alavancam a plataforma Outbrain incluem: Infoglobo, Editora Globo, Folha de S. Paulo, CNN, The Guardian, The Telegraph, Sky News, Le Monde e Time Inc.

Fonte: OUTBRAIN COMMUNICA BRASIL – Marcela Martinez

Relevância, relacionamento, ideias, churrasco e um mantra

Pra continuar relevante

por Josué Brazil

Tem havido muita discussão em torno do fato das agências de propaganda terem perdido sua relevância. Muitos líderes do setor concordam que muita coisa precisa ser feita para que as agências retomem seu protagonismo. Eu também concordo.

Dentro deste contexto fique bastante bem impressionado com a entrevista principal da Meio&Mensagem desta semana. O entrevistado é o Antônio Fadiga, que acabou de assumir como CEO das duas unidades da Artplan (SP e Rio, ele era CEO apenas da unidade SP).

O Fadiga afirma que para ele quatro coisas são fundamentais na gestão de sua agência. Ele as chama de quatro pilares. São elas:

1 – Fazer com que a agência seja recomendada pelos já clientes;

2 – Ampliação da reputação criativa;

3 – Ambiente interno (cultura);

4 – Rentabilidade/resultado aos acionistas.

Ele chegou a esse modelo de gestão ao observar o que os clientes mais apontavam como negativo na relação com as agências. Os clientes, em um estudo promovido pela Agency Scope, desde 2010 apontam que a maior expectativa que eles têm em relação às agências é que elas REALMENTE conheçam os negócios dos clientes. E que isso não ocorre de fato.

Ele afirma que as agências têm que mudar o foco e apostar no relacionamento verdadeiro com os clientes. Ele diz: “O objetivo é sempre mover os números dos clientes…” Também diz: “Quem gosta de propaganda é o publicitário, não o anunciante. O cliente precisa de propaganda, pois, se não precisasse, usaria essa verba de outra forma.”

Em outra matéria deste mesmo número de Meio&Mensagem um outro publicitário, Paulo Buffagni,  apresenta uma ideia um pouco diferente mais que tem muita aderência ao que Antônio Fadiga propõe.

Imagem de Christo Anestev por Pixabay

O Paulo é argentino e depois de atuar em várias das grandes agências multinacionais resolveu abrir seu próprio negócio, a BBQ Agency.  A empreitada  tem sede em Los Angeles (EUA) e é focada no mercado hispânico.

O que o Paulo disse afinal de contas que tem relação com o que Antônio disse???

Ele afirma que para abrir sua agência uniu duas coisas que ama: ideias criativas e churrasco (tamo junto nessa, Paulo).  Por quê? Porque ambos podem ser feitos em um ambiente descontraído. E mais. A metáfora do churrasco, de acordo com ele, ajuda a explicar o que ele e seu time acreditam ser uma demanda primordial do mercado anunciante:  um acesso mais direto à equipe que administra “a cozinha”.  Ou seja, um relacionamento sem muitas camadas, sem interfaces, sem barreiras e sem desperdício de tempo.

Bacana né? Eu adorei!

São boas sacadas para fazer com que as agências retomem seu papel de relevância junto aos clientes/anunciantes.

Pra fechar vou citar aqui uma frase do Fadiga que também está na mesma entrevista: “Para liderar essa transformação, é preciso sempre manter a estratégia de premiar o erro e castigar a inércia. A inquietude deve ser constante.”

Pra mim isso já virou um mantra!