Mais um bom evento de digital

RD on the road em São Paulo

por Josué Brazil

No último dia 04 rolou em São Paulo mais um ótimo evento abordando o universo da comunicação e do marketing digital: o RD on the road. Promovido pela Resultados Digitais, o evento itinerante atraiu muita gente interessada em aprender um pouco mais e ficar antenado com as novidade e inovações.

Desta vez não pude acompanhar o evento in loco, mas fiquei atento a várias publicações sobre o que rolou por lá. Algumas agências da RM Vale do Paraíba marcaram presença no evento, casos, por exemplo, da Molotov e da Triadaz (ambas de Taubaté).

Ao todo foram 14 palestras simultâneas. Ficou curioso? Quer saber o que rolou? Então olha só que bacana, o pessoal da Resultados Digitais fez um baita resumo das palestras. E você pode conferir aqui.

App de live streaming de games e e-sports chega ao Brasil

Cube TV já conta com mais de 2 milhões de usuários ativos por mês

O Brasil acaba de ganhar um ambiente digital exclusivo que chegou para turbinar a atuação da comunidade de live streaming de jogos de PC e mobile. A novidade é o aplicativo Cube TV (www.cubetv.sg), voltado a digital influencers do segmento e seus fãs. Lançada pela BIGO LIVE, a rede oferece transmissão em Blue Ray e Full HD, uma loja virtual com itens específicos para games e informações sobre o universo de e-sports e jogos. A plataforma registra, atualmente, mais de 2 milhões de usuários ativos por mês.

Por meio do app, gamers podem realizar transmissões de jogos mobile e PC ao vivo em altíssima qualidade de som e imagem – no caso dos computadores, é preciso baixar um programa diretamente do site da Cube TV para que, a partir da leitura de um QR Code, inicie-se a live –, além de seguir e obter fãs, como em outras redes sociais. A plataforma viabiliza o streaming de alguns dos games mais famosos do mundo, tais como Fortnite, PUBG, League of Legends, Minecraft, Grand Theft Auto, FIFA, entre outros.

Outro fator que chama a atenção na Cube TV é a monetização. O aplicativo trabalha com três moedas: Beans, Diamantes e Moedas. Os Beans são angariados por meio da utilização das ferramentas – levando em consideração fatores como recorrência e tempo de lives realizadas, presentes virtuais recebidos e engajamento de seguidores – e os gamers podem trocá-los por dólares. As demais moedas não são monetizáveis.

Outra maneira de monetizar as lives é se inscrever no “Milhão de Fundo de Treinamento”, no próprio app . Nele, cumprindo um determinado número de horas de streaming por dia com uma frequência mensal, é possível obter recompensas de US$ 30,00 até US$ 1.000,00 – número que pode ser ainda maior caso o gamer já seja um digital influencer com expressiva audiência no segmento. “Além de beneficiar nossos usuários financeiramente, nosso objetivo é criar uma rede de streamers oficiais em nossa plataforma”, conta a Diretora Regional da Cube TV, Marta Chang.

Entre os principais influencers do setor presentes na Cube TV estão Hastad, aXt, Yetz, Leko e Pato Papão. O aplicativo da Cube TV é gratuito e está disponível para download na Apple Store e na Google Play.

Fonte: Press Works

Smartphone é a principal ferramenta de compra

Smartphone já é principal ferramenta de compra online para 33% dos internautas,
aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

74% dos internautas usam celular em ao menos uma etapa de compra online e 64% já desistiram de uma aquisição na internet na hora de realizar o pagamento, principalmente por causa do frete

Imagem: Pixabay

O consumidor digital brasileiro está mais maduro e familiarizado com as mudanças tecnológicas no mercado. Um estudo feito em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) descobriu que os smartphones já são a principal ferramenta de compra para 33% dos internautas que costumam adquirir produtos pela internet. O uso do dispositivo móvel para compras é ainda maior entre o público jovem (48%), pessoas das classes C, D e E (38%) e mulheres (37%). O computador, seja um desktop ou um notebook, ainda é o instrumento mais usado na hora de adquirir produtos na internet, com 66% de preferência.

Considerando o processo de compra pela internet como um todo, a pesquisa revela que o celular já é utilizado por 74% da amostra em ao menos uma de suas etapas, como pesquisa de produtos e serviços (32%), comparação de preços (28%) e pagamento (14%). Apenas 24% dos entrevistados admitem não contar com o auxílio do celular nas compras que faz online.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o protagonismo dos dispositivos móveis para o comércio online tende a aumentar ainda mais nos próximos anos, principalmente, com a popularização de pacotes de dados de internet móvel e do alcance maior da banda larga. “Com a evolução constante dos meios de pagamento online, ficará cada vez mais rápido e seguro comprar pelo celular. Basta lembrar que ele é mais acessível à população, pois, no geral, é mais barato investir em um smartphone do que em um computador ou notebook”, explica o presidente.

Para os consumidores conectados, as lojas online já ocupam a primeira posição dos canais mais utilizados para fazer compras no último ano: 93% de menções, ficando à frente das lojas de rua (62%) e dos shopping centers (58%).

Frete grátis é o que mais estimula compras online; 67% pesquisam índice de reclamações quando planejam comprar em um site pela primeira vez

De acordo com a pesquisa, os fatores que os internautas mais levam em consideração ao escolher um site ou aplicativo de compras é a possibilidade de frete grátis (58%), o preço dos produtos (51%) e a reputação da loja (37%). Em cada dez entrevistados, sete (68%) se sentem mais estimulados a comprarem pela internet quando não há cobrança de frete e 42% quando o tempo de entrega é reduzido.

Na opinião dos internautas que têm como hábito consumir pela internet, a principal vantagem percebida nesse tipo de compra é o preço mais baixo (53%), a comodidade de comprar sem sair de casa (43%) e a flexibilidade de poder realizar compras no momento em que quiser (33%). Em contrapartida, as desvantagens mais notadas são o pagamento de frete (64%) e o fato de não poder experimentar ou tocar o produto (58%).

Segundo o levantamento, 64% dos internautas admitem que já desistiram de uma compra pela internet no momento de concluir o pagamento e, nesses casos, o preço do frete, que encarece o valor final do produto (54%), é o principal empecilho. “O frete é um dos pontos mais sensíveis do comércio online. Muitas pessoas desistem da compra quando veem que a taxa pode encarecer o valor total a ser desembolsado, o que torna um desafio de custo e de logística para quem vende. Com o perfil cada vez mais exigente do consumidor digital, o frete grátis passa a ser um diferencial decisivo para os negócios dos varejistas na internet”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Outra informação observada na pesquisa é a fidelidade do cliente online. Quando a experiência de compra é positiva, o consumidor tende a visitar novamente a loja online para novas aquisições. Exemplo disso, é que 91% dos entrevistados já compraram mais de uma vez em um mesmo site ou aplicativo, sobretudo em virtude da confiança na marca (53%) e pelos melhores preços (43%). Outro dado é que quando querem comprar um produto em uma loja online desconhecida, 67% pesquisam o seu índice de reclamação em sites e aplicativos.

Na hora de ir às compras, os conteúdos que os clientes mais esperam encontrar na internet sobre o produto ou serviço desejado são a ficha técnica e especificações (60%), depoimentos de pessoas que já comparam (56%) e fotos dos detalhes e ângulos do produto (44%).

“No mundo digital, os protagonistas são os consumidores e não as marcas. São eles quem participam ativamente do processo de construção de reputação das empresas, que devem promover um relacionamento mais próximo e de confiança com seus clientes. É o compartilhamento de experiências que influencia a decisão de outras pessoas e não, meramente, a propaganda” explica Pellizzaro Junior.

85% dos internautas ficaram satisfeitos com sua última compra online; entrega fora do prazo e não recebimento do produto são principais queixas

De modo geral, os resultados da pesquisa apontam que o comércio online já conquistou a confiança de grande parte dos consumidores conectados. Levando em conta a última aquisição que fizeram pela internet, 85% dos internautas ficaram satisfeitos, contra apenas 10% de compradores que se dizem arrependidos.

Imagem: Pixabay

Além disso, em cada dez consumidores ouvidos, oito (78%) afirmam não ter enfrentado problemas em sua última compra feita pela internet. Outros 21% não passaram por uma experiência positiva, sendo que as queixas mais comuns foram a entrega fora do prazo (12%) e o não recebimento do produto (6%). Entre os que lidaram com algum contratempo, 44% conseguiram, de algum modo, solucionar o problema. Nesse caso, 16% receberam o produto com atraso, 14% tiveram o dinheiro devolvido e 7% ficaram com crédito na loja. Outros 45% não conseguiram resolver o problema, sendo que 19% até mesmo desistiram da situação.

Internauta fez, em média, quatro compras online no último trimestre; 57% receberam oferta de desconto caso pagassem à vista

A pesquisa revela que, nos últimos três meses, cada comprador online fez, em média, quatro aquisições na internet. Os itens mais adquiridos nesse período foram peças de vestuário, calçados e acessórios (40%), artigos para casa (26%), eletrodomésticos (26%), ingressos para atividades de lazer (25%), perfumes e cosméticos (25%) e também celulares (23%). E o valor desembolsado para levar os produtos para casa na última compra foi, em média, de R$ 323,84. Para o pagamento, 58% utilizam o cartão de crédito parcelado diretamente com a loja e 56% o boleto bancário.

A pesquisa ainda mostra que a internet ganha força quando o assunto é parcelar as compras. Entre os consumidores que realizaram compras nos últimos três meses, sete em cada dez (71%) dividiram alguma dessas aquisições, sendo que, em média, foram cinco prestações.

Apesar de a maioria ter optado pelo parcelamento nesse período, 57% dos internautas disseram ter recebido oferta de desconto caso o pagamento fosse à vista, principalmente no boleto bancário (40%) e no cartão de crédito em parcela única (21%). “O parcelamento é um mecanismo útil para o consumidor adquirir bens de maior valor, mas é comum varejistas oferecerem descontos para pagamento à vista nas compras online, especialmente via boleto bancário. Se a pessoa pesquisar, pode ser mais vantajoso optar por esse meio de pagamento, desde que o valor não ultrapasse os limites do orçamento pessoal. Mas se a opção for o parcelamento, vale ficar atento para não ceder às compras por impulso que desajustam as finanças”, alerta o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

Metodologia

A pesquisa ouviu 815 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, capitais e acima de 18 anos que fizeram alguma compra online nos últimos 12 meses. A margem de erro é de no máximo 3,43 pp a uma margem de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de imprensa SPC Brasil – CNDL

Um breve relato sobre o Digital Summit da Digital House

Evento gratuito promovido pela escola atraiu grande público

Neste último sábado, dia 30/07, participei do Digital Summit promoviso pela Digital House.

O evento foi gratuito e contou com muitas, mas muitas palestras simultâneas. O foco, claro, foi o marketing e a comunicação digital e também atrair atenção para os cursos ministrados pela escola. Vários professores da própria Digital House e vários convidados palestraram por uma hora. O evento começou às 09h00 e terminou às 17h00.

Contratempos a parte – havia excesso de inscritos o que fez com que se formassem filas enormes para cada sala/palestra e muita gente ficasse em pé ou sentada no chão – o conteúdo, a organização e a estrutura estavam muito bons.

Não pude acompanhar o evento todo. Mas vou falar – escrever – um pouquinho sobre o que presenciei por lá.

Comecei assistindo a palestra do Mauricio Sarmento sobre “Storytelling e geração de conteúdo”. Mauricio fez algumas colocações importantes sobre a produção audiovisual para plataformas digitais. Entre elas: o que vai realmente fazer diferença não é a plataforma e nem a quantidade de mensagens/conteúdos e sim o refino, a qualidade e importância das mensagens/conteúdos. As marcas e os publicitários devem fazer produção de bom nível, com qualidade realmente profissional. Isso faz e fará diferença. Outra: a importância do storytellig. A importância de saber contar boas histórias. Como a consequência a importância de boas ideias e bons roteiros.

Mauricio Sarmento

Como sou educador fui acompanhar depois a palestra “Aprender e ensinar após a revolução digital”, proferida pelo ótimo Cesar Michelin. Ele mostrou um histórico da educação para atestar o quanto a escola parou no tempo. Trouxe cases de países que estão buscando novos modelos de educação e de escola. Citou uma série de palavras-chave levantadas pelo Fórum Mundial de Davos acerca das novas demandas educacionais: relacionamento, solução de problemas, inovação, colaboração etc. E, claro, mostrou que a presença da tecnologia em sala de aula é e será fator fundamental para promover mudanças substanciais nos modelos educacionais.

Logo em seguida acompanhei a palestra da Vanessa Pontes sobre “Brand perfomance: o impacto da construção de marca na perfomance”. O tema é relamente relevante para um momento de mercado em que empresas e agências parecem muito focadas em resultados imediatos no digital, muitas vezes esquecendo do quanto a construção de marca é importante para a obtenção de resultados. Ela trouxe exemplos e um case para demonstrar sua linha de pensamento e mostrou como trabalhar com o conhecido funil de vendas dentro de uma ótica de marca, de branding. Muito útil!

Vanessa Pontes

Por último acompanhei “O mercado de big data analytics, data science e otimização, com Elmer Dotti. O Elmer é formado pelo ITA, de São José dos Campos, e sua empresa, a Otimizza, realiza e aplica projetos tailor made baseado em dados para otimizar resultados de empresas. Em outras palavras, a otimização busca melhorar rendimento, gerar mais lucro e crescimento. Uma área vasta e bastante técnica.

O que mais me impressionou foi a quantidade de público. Mesmo sabendo que o evento foi gratuito e tinha alto potencial de atração, a quantidade de jovens ligados à área de digital de agências e empresas presentes ao evento é admirável. Entre eles encontrei alguns poucos do Vale do Paraíba.

Parece mesmo que o marketing digital atrai muita gente.

Vaga de estágio em conteúdo

Vaga de Estágio em Conteúdo em São José dos Campos / SP

Empresa: Cuponomia – www.cuponomia.com.br

Início: Imediato

Não é vaga para Social Media

Estagiário de Conteúdo vai ajudar e aprender sobre:
Pesquisa e publicação de conteúdo relacionado a cupons e ofertas dos maiores sites de e-commerce do Brasil.
Verificação de Frontend
Moderação de conteúdo e organização das páginas internas.
Checagem de concorrência.
Manutenção do funcionamento dos cupons.

Requisitos:
Cursando faculdade, preferencialmente comunicação/marketing.
Imprescindível ser “rato” de internet
Já ter feito compras na Internet

Diferenciais:
Noções básicas de SEO
Reconhecer uma boa oferta e adorar economizar
Só fazer compras pela internet

Benefícios: Bolsa Auxílio, VR, VT e seguro de vida.

Interessados enviar CV para: vagas.conteudo@cuponomia.com.br

Vaga aberta de estágio em marketing

Estágio em Marketing

Redação e criação de conceitos e textos informativos para diversas plataformas de comunicação.
Pesquisa de informações para elaboração de publicações, discutir o briefing, elaborar o planejamento criativo de comunicação de projetos para clientes de diversos segmentos.
Gerenciamento de redes sociais.
Fundamental domínio ortográfico e gramatical da Língua Portuguesa.

Ser comunicativo, criativo e gostar de café!

Interessados, enviar currículo até 04/07 e boa sorte!

Pesquisa mostra relação das crianças com gadgets

Pesquisa da CRESCER revela que 38% das crianças de até 2 anos possuem algum dispositivo eletrônico

Estudo também traz queda positiva no comportamento dos pais ao liberarem os gadgets na hora das refeições: 37% liberam o uso, atualmente, contra 84% em 2013

A tecnologia digital e a internet fazem parte do nosso dia a dia e da rotina das crianças. E tudo indica que esse é um caminho sem volta. Uma pesquisa realizada pela CRESCER, e que estará nas páginas da edição de julho da revista a partir do próximo dia 27, revela a influência da tecnologia no dia a dia das crianças brasileiras. Segundo o levantamento, feito com 2.044 pais e mães, com filhos de 0 a 8 anos, 38% das crianças já têm um dispositivo eletrônico, como celular, tablet, computador, videogame ou TV.

Para este estudo, também foi feito um comparativo com dados de outra análise similar de 2013, com 1.045 participantes com filhos na mesma faixa etária. Neste mesmo quesito, no passado, só 6% eram donas de um aparelho. Isso significa um aumento de seis vezes em cinco anos.

Outro destaque do levantamento é que 47% das crianças têm algum influenciador digital ou canal que acompanha com frequência. Para este caso, a neuropediatra Liubiana Arantes de Araújo, presidente do Departamento de Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria, alerta que é preciso avaliar se o conteúdo é violento, sexual ou incentiva o consumismo, o que é comum em vídeos feitos para e por crianças. “É natural que as crianças copiem os gestos, o linguajar e até a forma de pensar dos youtubers, o que nem sempre condiz com a educação que a família preconiza”, afirma a médica.

Entre os achados que mais se destacam, eis uma boa notícia: caiu o número de famílias que permitem o uso de aparelhos eletrônicos durante as refeições ou antes de dormir. Por outro lado, aumentou o tempo que meninos e meninas passam diante de algum tipo de tela – dos televisores aos smartphones. Hoje, 47% deles gastam mais de três horas com a atividade. Há cinco anos, o volume era de 35%.

Confira dados da pesquisa completa:

Aumentou o número de crianças com seu próprio gadget

● 38% das crianças até 2 anos possuem algum dispositivo (computador, smartphone, tablet, TV, videogame). Em 2013, apenas 6% tinham seu próprio aparelho.

● 49% das crianças já têm seu próprio tablet.

● 20% das crianças já têm seu próprio smartphone.

O computador é o dispositivo mais compartilhado na casa pela criança com os outros moradores e/ou irmão (93%). Na sequência aparecem TV (83%), Smartphone (80%), tablet.

● 47% das crianças têm algum influenciador digital e/ou canal que acompanha com frequência.

● 45% das crianças passam mais de 3 horas por dia no videogame.

● 5% das crianças até 2 anos já têm perfil nas redes sociais (em 2013, apenas 1% tinha perfil).

Cresce o tempo das crianças gasto em frente as telas

● 43% das crianças passam mais de 3 horas em frente ao computador. Em 2013, somente 2% ficavam em frente a essa tela nesse mesmo período de tempo

● 30% passam mais de 3 horas diárias no tablet.

● 26% passam mais de 3 horas diárias no celular.

Comportamento dos pais

● 60% acham que os dispositivos preparam melhor o filho para o futuro.

● 59% acreditam que os gadgets são importantes para distrair os filhos enquanto fazem suas atividades.

● 51% ficam preocupados com o fato de o filho deixar de brincar para usar os gadgets.

Queda positiva

● Em 2013, 84% dos pais deixavam o filho usar algum dispositivo na hora de ele comer. Em 2018, somente 37% permitem esse hábito.

● A maior preocupação de 83% dos pais em relação aos dispositivos é sobre os conteúdos impróprios para a idade

Atividade preferida

O que as crianças mais gostam de fazer nos gadgets é assistir a vídeos, sendo essa atividade preferida para:

● 72% no smartphone

● 67% no tablet

● 65% no computador

Fonte: Assessoria de imprensa Revista Crescer – Giuseppe Mari

Gifs melhoram a comunicação

Gifs viram recurso coringa para tornar comunicação com clientes mais divertida, expressiva e humanizada

Arquivos de vídeo super curtos e leves possibilitam retratar emoções complexas, tornar a conversa mais informal e receptiva, além de construir uma relação mais próxima com os consumidores nos canais de atendimento digitais

* Por Renato Shirakahsi

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O ditado é tão conhecido quanto o fato de que os vídeos são o tipo de mídia predileta para a comunicação no ambiente digital. Mas como não dá para conversar por meio de trechos de filmes e séries de TV, os GIFs assumem o papel de transmitir emoções complexas e dar mais humanidade às conversas entre empresas e clientes.

Renato Shirakashi – Criador da Scup e General Manager da Sprinklr

Esses clips curtos e leves estão virando uma peça coringa para empresas que buscam inovações para o relacionamento e atendimento ao cliente. E a linguagem usada nas conversas está entre os fatores que precisam ser revistos e renovados, já que é parte fundamental para a boa experiência do consumidor.

A criação de experiências mais relevantes para os clientes, inclusive, foi o mote da criação do Scup Care, que não só ajuda em uma interação mais ágil, flexível e eficiente, mas também facilita o uso da comunicação por meio de canais que oferecem recursos além da escrita. Isso traz uma série de possibilidades de aproximação e identificação do consumidor. O uso de GIFs, por exemplo, é uma opção inovadora a ser explorada.

Popular principalmente entre os millennials, mas igualmente adorado por consumidores de todas as faixas etárias, a criação de GIFs para a comunicação com o seu cliente pode ser um tiro certeiro e aquele empurrão que você precisava para fidelizar o seu público de uma vez por todas.

Para isso, veja algumas dicas de como você pode aproveitar os GIFs para alavancar a sua marca no processo de atendimento.

Aproveite os gifs para mostrar a personalidade da sua marca
Os consumidores buscam por empresas mais humanas. A criação de um gif que mostre, em imagens, a personalidade de sua marca será um passo à frente a outras que costumam escrever longos textos sobre sua missão e filosofia. A linguagem jovial e contemporânea dessas figurinhas em movimento vão trazer uma boa autenticidade para a sua marca.

Mostre o seu produto
Quer oportunidade melhor para apresentar o seu produto se não por um gif? Em um vídeo de poucos segundos você poderá atrair a atenção e ainda fazer com que a sua apresentação seja compartilhada com mais pessoas.

Faça um pequeno tutorial
As possibilidades na criação de um gif vão muito além do que imaginamos. Com ele podemos não só mostrar o nosso produto, mas também ensinar o consumidor a como usá-lo, de uma forma lúdica e prática. Certamente será mais eficaz do que um texto e mais rápido que um vídeo.

Use as animações para apresentar dados
Em vez de mostrar números em gráficos e tabelas, que tal criar um gif animado para facilitar a vida de seus consumidores? Você pode, por exemplo, fazer um comparativo entre o seu produto e o da concorrência de forma leve e divertida.

Conte uma história
Este é, provavelmente, o uso mais óbvio dos gifs. Utilize fotografias em sequência para mostrar um acontecimento ou passagem do tempo. Grandes marcas têm criado animações para mostrar a evolução de seus logotipos ao longo dos anos, por exemplo.

Ofereça uma prévia
Os gifs carregam um conceito de vídeos em miniatura. Aproveite esse estigma e utilize-o para mostrar uma prévia de um vídeo maior que você pretende publicar. Certamente chamará atenção e aguçará a curiosidade do seu público.

*Sobre Renato Shirakashi

Renato é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo e desenvolvedor de produtos da área de tecnologia, focadas em melhorar a comunicação entre empresas e consumidores. Hoje atua como General Manager da multinacional Sprinklr, onde tem o apoio e respaldo para a o desenvolvimento da sua principal criação, a plataforma Scup.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

PR e ZMOT

Relações públicas em tempos de ZMOT

Na era do Momento Zero da Verdade, quando o consumo é pautado pelas pesquisas online e opiniões na Internet, o profissional de RP precisa de um “upgrade”

*Por Fabiana Macedo

Em um jantar com amigos experimentei determinado vinho pela primeira vez. Anotei o nome e fiz o que quase todos passaram a fazer quando um produto chama sua atenção: pesquisei, comparei preços, li opiniões e peguei indicações de onde comprá-lo. Pude me informar que se tratava de um vinho nacional e premiado, cultivado em uma cidadezinha do interior paulista, Espírito Santo do Pinhal. Depois, visitei a vinícola, entendi seu engenhoso processo de produção e confirmei que o Brasil avança na vinicultura. Tornei-me consumidora do produto e recomendo o rótulo aos amigos.

Mas o que essa história de descoberta de um produto tem a ver com relações públicas? A trajetória que percorri até me transformar em consumidora do vinho passou pelo que o Google batizou de ZMOT (Zero Moment of Truth, ou Momento Zero da Verdade). Segundo o estudo divulgado pela empresa, o processo mental de compra do consumidor mudou. Encerrou-se o ciclo em que o comprador, impactado por um anúncio, se servia de determinado produto na prateleira e então tinha a experiência do uso. Agora, depois de ter conhecimento de que aquele produto existe, o consumidor vai pesquisar. Quem falou, o que falou, quais os benefícios, quais os problemas. Reviews e comentários de quem já teve a experiência passaram a ser mais importantes que nunca.

Mas onde entra a disciplina de Relações Públicas? Esse contexto deixa claro que não são apenas os processos de marketing que devem se adequar à mudança da jornada de consumo para atingir suas metas. Com a internet literalmente nas mãos dos consumidores, a reputação nunca foi tão importante. O estágio que antecede a compra passou a ocupar lugar central no comportamento do consumidor, que é influenciado pelo que acessa e, em especial pelas recomendações embaladas em credibilidade. O boca-a-boca está mais forte do que nunca. O consumidor “mudou de fase”, ganhou complexidade, e faz valer também a dimensão de sua cidadania quando se relaciona com marcas e organizações da sociedade.

Ora, a quem compete zelar pela marca, estabelecer pontes entre os novos e diferentes atores que hoje influenciam a imagem com que empresas e instituições são percebidas? Não importa a atividade, qual é o produto ou serviço, mas ter referências favoráveis e credibilidade é imprescindível para qualquer ator desse complexo ecossistema. As pessoas pesquisam de apartamentos, assistência médica e escolas a canetas e copos. E conforme o uso de celulares cresce, mais as pessoas criam seus próprios guias de bolso, com análises, tweets, blogs, posts nas redes sociais, artigos de jornais, revistas e vídeos de produtos e serviços de todo tipo. Ou seja, o modelo mental de consumo mudou e isso atinge todos os processos de comunicação.

E a atuação dos profissionais de Relações Públicas, está acompanhando essa evolução? Muitos relatos falam de agências que operam de modo tradicional, limitam-se a cuidar do relacionamento com uma imprensa cada vez menos influente e a disparar press releases de modo pouco estratégico, quando muito produzindo conteúdo para perfis de redes sociais.

Buscar novos conhecimentos, esforçar-se para entender o comportamento do consumidor-cidadão, inserir-se na conversa que acontece nas redes é o primeiro passo para propor ações que façam diferença para o cliente. Não se trata apenas de colocá-lo em evidência, mas de fortalecer sua reputação. Uma marca forte, que conta com uma percepção positiva tem vantagem competitiva.

Esse trabalho de “zeladoria”, no entanto, só será efetivo caso a agência esteja aberta para a checagem contínua do que se diz a respeito de seu cliente – e onde fica esse lugar de fala. Para exercer seu ofício de modo eficiente, o profissional de relações públicas precisa abandonar velhas muletas, abrir a mente para a inovação e parar de encarar a tecnologia com aversão. Vai longe o tempo em que bastava saber “vender boas pautas” para os veículos, fazer o cliente ser citado em várias reportagens e a glória era conquistar uma citação favorável em veículo de circulação nacional.

O campo está aberto para um profissional curioso e atento, que seja capaz de transitar do diálogo com editores do que ainda se considera grande imprensa ao convívio com as redes sociais (o que inclui influenciadores que se comportam como estrelas) e ferramentas de monitoramento a cada dia mais complexas. É um cenário que não para de evoluir e se transformar, o que, é claro, causa um friozinho na barriga. Mas quem não encarar esse desafio pode estar abreviando sua carreira.

*Fabiana Macedo é CEO da Punto Comunicação – www.puntocomm.com.br

Coluna Propaganda&Arte

6 fatores que tornam uma série altamente viciante na Netflix

Se há anos atrás o cinema era a arte mais vista por grandes públicos, gerando movimentações financeiras, sociais e culturais, hoje as séries distribuídas on-line pela Netflix e afins, ganham um número cada vez maior de adeptos e até “viciados”.

Quando alguém fala que está viciado em alguma série da Netflix, ele pode estar exagerando ou sendo realmente fiel a um fato constatado pela Neuromarketing Labs, que fez um estudo a pedido de empresas do ramo do entretenimento. A arte de criar episódios mais tensos ou mais emocionantes que o outro, é uma estratégia que gera mudanças reais no corpo humano e teve efeito na maioria dos pesquisados entre 18 e 47 anos.

Os roteiristas de séries já sabem a fórmula: um bom título, personagens cativantes, suspenses e expectativas, grandes episódios de abertura e uma questão a ser solucionada. Todos querem saber o fim da série ou de algum personagem. Essa fórmula pode se repetir em cada episódio para te prender em um looping de emoções e expectativas.

Não podemos esquecer que muitas séries estão se tornando superproduções comparadas aos clássicos do cinema, com altos investimentos que geram igualmente grandes volumes de retorno. É importante entender que são formatos criativos bem diferentes e que geram sentimentos e envolvimentos incomparáveis, mas que transitam em um mesmo universo.

O filme pode gerar uma onda de fãs, movimentar produtos e gerar conteúdo. Já as séries conseguem expandir esse tempo, criar níveis de envolvimento, níveis de interações mais complexas e por mais tempo gerando novos produtos, histórias paralelas, spin-offs, dentre outros subprodutos mais numerosos.

O fator social que a série cria também precisa ser considerada nesse fato de vício. O filme você indica uma vez e pode gerar alguns debates com seus amigos e familiares. As séries te convidam a discutir cada momento, cada personagem, abre diálogos, uma verdadeira corrida para saber quem vai concluir aquela temporada primeiro para trazer um belo “spoiler” antes do outro e não ser prejudicado. Atrelado a isso, podemos colocar também 6 fatores que tornam uma série altamente viciante:

1-Comodidade de assistir em casa e na hora que quiser;

2-Algoritmo da Netflix que indica filmes que realmente são perfeitos para você;

3-Histórias que geram muito suspense e nos envolvem emocionalmente;

4-Apelo social – para fazer parte de um grupo (não ficar de fora do papo da firma);

5-Grandes produções de qualidade superior – a arte na sua melhor forma;

6-Dentre outras (histórias específicas, cenas emblemáticas, momento histórico etc).

Se você ainda não pegou para ver uma série dessas com alto teor viciante, cuidado. Antes de iniciar, aconselho a organizar o seu tempo, preparar a pipoca e escolher uma boa companhia para irem discutindo cada episódio. No final da série, fica aquele gosto de quero mais e a famosa “abstinência”. Qual a série mais viciante na sua opinião? Para mim, foi Breaking Bad (sem trocadilhos).