Como obter mais sucesso na Black Friday

Estratégias para fazer a melhor Black Friday de todas foram tema de evento em São Paulo

Representantes de empresas de diferentes setores da economia, de olho na data de maior faturamento do comércio eletrônico do país, se reuniram na manhã de quinta (21) em São Paulo. A Campanha S.O.S. Black Friday é uma iniciativa do Pagar.me e quatro empresas parceiras, para esclarecer seus clientes sobre estratégias e armadilhas presentes na data.

“A Black Friday tornou-se o dia mais importante do ano para todos os envolvidos em e-commerces. Entender o comportamento do consumidor e preparar seu negócio para atender com qualidade o cliente é essencial”, comenta Alessandra Giner, CEO do Pagar.me.

Durante o evento, especialistas em Inteligência de Mercado apresentaram dados e projeções de consumo, além de uma curva de comportamento, indicando horários de pico para pesquisa e para compras. Os indicadores trouxeram dicas sobre posicionamento de ofertas, cuidados com estimativa de fluxo de acessos, entre outros.

Após a apresentação de todo o cenário, foi realizada uma mesa redonda, com representantes de quatro das empresas envolvidas – Pagar.me, MundiPagg, Stone e Equals. O público, composto de representantes de 24 clientes destas empresas, pôde trocar ideias, tirar dúvidas e checar estratégias. Foram levantadas questões de prazos de pagamento, chargeback, segurança de informações entre outros.

As dicas da campanha SOS Black Friday não ficarão restritas aos atuais clientes das empresas parceiras. Elas podem ser acessadas gratuitamente através do hotsite (www.sosblackfriday.com.br), que inclui também um e-Book para download.

Fonte: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação – Silvia Rossetto

Criteo revela que consumidores iniciam jornada de compras de final de ano em outubro

Conversões começam em novembro com forte influência da Black Friday e dispositivos móveis crescem como canal para conclusão de pedidos

Quando o assunto são as compras de final de ano, a antecipação tem sido a palavra de ordem para os consumidores brasileiros que fazem suas aquisições pela Internet. De acordo com o estudo Criteo Shopper Story 2017, da Criteo (NASDAQ: CRTO), líder em marketing para e-commerce, as pessoas começam a pesquisar os presentes mais caros (como televisores e videogames) em outubro e as conversões iniciam em novembro.

A Black Friday tem papel importante nessa antecipação. Importada dos Estados Unidos, a data vem ganhando cada vez mais representatividade no Brasil. De 2012 para 2016, as vendas aumentaram quase cinco vezes, atingindo um crescimento de 465%.

“Tudo o que sempre foi verdade absoluta sobre sazonalidade do varejo está começando a mudar, pois agora os consumidores compram quando bem entendem. As marcas e as lojas precisam estar lá com seus produtos durante toda a sinuosa jornada de compra, que para muitas pessoas começa em outubro”, comenta Alessander Firmino, diretor da Criteo para América Latina e Brasil.

Dados da empresa ainda revelam que o uso de dispositivos móveis é cada vez maior nas transações pela Internet. No quarto trimestre do ano passado, 24% de todas as compras online do País foram concluídas no ambiente mobile. E os consumidores esperam ter a mesma experiência que têm no computador em seus tablets e smartphones.

“Os varejistas precisam traçar estratégias que foquem no consumidor e não apenas no canal ou dispositivo. Em média, a jornada de compra é 1,5 vez mais longa do que o visto em análises que consideram apenas um device”, explica Firmino.

A jornada até a compra

O estudo Criteo Shopper Story 2017 analisou o comportamento de mil consumidores omnichannel do Brasil para entender melhor suas influências e motivações. A pesquisa abrange as palavras mais buscadas na Internet e também milhões de carrinhos de compra dentro de uma rede que conta com mais de 15 mil anunciantes, incluindo os principais varejistas do Brasil, além de marcas de segmentos variados, como eletrônicos, moda, artigos esportivos e eletrodomésticos. Mais descobertas seguem abaixo:

As pessoas usam a internet para pesquisar produtos que compram na loja física (webrooming). Por outro lado, muitos clientes na loja física fecham a compra online (showrooming). De acordo com a pesquisa, 80% dos consumidores omnichannel agem das duas formas.

O e-commerce brasileiro vem ficando mais competitivo graças à expertise cada vez maior dos grandes anunciantes e ao aumento da concorrência online. Agora com mais escolhas, os consumidores fazem compras em vários sites, comparando disponibilidade, opções de frete e informações do produto, além dos preços. O cross-shopping é especialmente comum na categoria “Eletroeletrônicos”, na qual 47% dizem visitar regularmente vários sites para fazer comparações.

A pesquisa revela ainda que antes da conversão, as pessoas costumam manter o carrinho de compras online cheio. Essa prática é mais forte na categoria “Roupas”. Neste caso, um terço dos consumidores inclui itens no carrinho, mas não conclui o pedido na hora.

Fonte: FirstCom Comunicação – Eduardo Mustafa

Comércio eletrônico precisa de uma boa estratégia

E-business de sucesso pede transformação digital

* por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada.

Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado.

Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo, atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização.

Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão.

E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check-in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

*Roberto Atayde é adviser da Topper Minds.

ERP Bling recebe investimento do fundo Criatec 2

Sistema de gestão empresarial atenderá ainda mais empreendedores

O Bling, um dos principais sistemas de gestão (ERP) para micro e pequenas empresas do País, é a nova aposta do Criatec 2, fundo gerido pela Bozano Investimentos e Triaxis Capital. O software desenvolvido em Bento Gonçalves (RS) deve ganhar ainda mais espaço entre os empreendedores brasileiros, especialmente os que atuam com e-commerce, setor no qual o Bling é referência. O investimento será aplicado no desenvolvimento do produto e suporte.

“Olhamos os principais ERPs para MPEs do Brasil e o Bling nos encantou pela qualidade da ferramenta”, destaca Fernando Wagner da Silva, head do fundo Criatec 2 e sócio da Bozano Investimentos. “Sabemos que a competição é grande, mas acreditamos muito na solidez da empresa e capacidade de execução dos empreendedores”, explica. “O objetivo do investimento é ampliar a base de usuários e mostrar às micro e pequenas empresas brasileiras que o Bling é a melhor solução do mercado em termos de funcionalidades, experiência de uso e suporte, a um custo muito acessível”, completa.

Conforme Antônio Nodari, diretor da empresa, a ideia é continuar atendendo às micro e pequenas empresas (MPE). “O investimento será usado no desenvolvimento do produto e serviço”, assinala. O setor de e-commerce, ao qual mais de 60% dos usuários está ligado, continuará como prioridade. “Um dos pontos fortes do Bling está no número de integrações com plataformas de loja virtual, marketplaces e operadores logísticos, oferecendo uma gama de recursos aos empresários, que utilizam o Bling”, finaliza.

Sobre o Bling
Há 9 anos no mercado, o Bling é um sistema de gestão acessível, que não exige investimentos em hardware e pode ser utilizado de qualquer local com internet. O ERP automatiza diversos processos, como vendas, emissão de notas fiscais de produtos e serviços, boletos bancários e controles de estoques. Desse modo, o software auxilia na economia de tempo e organização do dia a dia empresarial.

Conectado a mais de 70 plataformas de e-commerce e aos principais marketplaces, além de empresas de logística e Correios, o ERP não cobra taxa extra pelas integrações. Para micro e pequenos empresários do mercado virtual, o Bling dá apoio aos negócios multicanal com planos a partir de R$ 50 mensais, sem custo de instalação.

Escritório do Bling em Bento Gonçalves (RS)
Foto escritório: Augusto Vasconcelos/ Conceitocom Brasil

Sobre o fundo Criatec 2
Idealizado como continuação do projeto Criatec iniciado pelo BNDES em 2006, o fundo Criatec 2 tem como gestor nacional a Bozano Investimentos — uma das principais gestoras de Private Equity do Brasil — e como assessor operacional a Triaxis Capital. A estrutura de gestão conta ainda com seis gestores regionais nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. O fundo Criatec 2 tem um capital comprometido de R$ 186 milhões e pode investir até R$ 10 milhões por companhia para suportar o crescimento, inovação e a implementação de boas práticas de gestão e governança corporativa.

Fonte: Augusto – Conceitocom Brasil

Transformação digital do varejo

A oportunidade para o varejo na reinvenção das lojas físicas

*por Maurício Trezub

A transformação digital do varejo foi impulsionada pelos próprios consumidores, que mudaram a forma de fazer as suas compras. O mundo digital tem grande potencial para os negócios, principalmente quando temos uma população que fica cerca de nove horas online (média acima até dos Estados Unidos). Neste mesmo cenário, há levantamentos de mercado que mostram retração de 12,46% no fluxo de visitantes no varejo físico, no primeiro bimestre de 2017, em relação ao mesmo período no ano passado – em shopping centers, esse número vai para 13,59%. Em contrapartida, estudos recentes da FecomercioSP apontam que o faturamento do comércio varejista deve crescer este ano. Como explicar essa equação?

Uma das razões está no empoderamento do e-commerce, que deve representar fatias cada vez maiores do mercado, seja pelo fator preço, comodidade ou necessidade de uma experiência digital. Porém, o consumidor Geração Z (nascidos a partir de 1995) se relaciona de maneira única com a marca e não percebe separação entre os canais de compra, seja online ou offline.

Diria que este é o desafio do novo varejo: fazer ambientes físico e virtual terem significado e coerência entre si. O problema é que vemos muitos esforços direcionados apenas às ações digitais, sem conexão com outros canais, enquanto as mudanças para o espaço físico ocorrem em uma velocidade muito menor. O varejista precisa entender que deve reinventar as suas lojas físicas, se quiser que elas sobrevivam, e que isso também faz parte da sua estratégia omnichannel.

O que vemos é uma grande oportunidade para o varejo usufruir dos benefícios (e encarar os desafios) do comércio digital, ao mesmo tempo em que trabalha a inovação no conceito das suas lojas físicas para agregar valor e proporcionar experiências únicas. Neste ponto, o fator humano é um dos grandes atrativos. Há diversas lojas que já integram tecnologias para interagir com os clientes, como beacons, realidade aumentada, robótica, RFID, self check-out, entre outras. Claro que tudo isso faz parte do que este consumidor moderno espera receber nas suas idas às lojas, porém, o atendimento passa a ser o principal diferencial. A Nike, por exemplo, inaugurou a sua flagship store, na Quinta Avenida, em Nova York, super tecnológica, mas com um atendimento personalizado, focado na experimentação. O mais interessante é usar a tecnologia e, ao mesmo tempo, fazer a visita extremamente interativa e agradável. Claro que estamos falando de uma grande e valiosa marca, mas podemos levar esses conceitos para qualquer porte de varejo.

Outro exemplo, agora nacional, é a Livraria Cultura. A rede importou conceitos do e-commerce para o seu ambiente offline. Ao invés de fazer saldões generalizados, a empresa faz a análise do histórico de compras de cada consumidor que entra nas unidades físicas e, a partir desses dados, direciona ofertas personalizadas. O cliente sente que a marca se importa muito mais com ele, o vendedor consegue fazer uma interação proativa e, consequentemente, as taxas de conversão crescem.

O e-commerce tem a inteligência sobre o comportamento do consumidor digital e a capacidade de fornecer informações valiosas, também, para o ambiente físico. O empreendedor pode usar esses dados para definir a melhor estratégia na construção do seu novo modelo de negócios. Aos poucos, o mercado vai perceber que, em muitos segmentos, não há mais a necessidade de ter lojas em todos os bairros ou todos os shoppings (ocupação caríssima). Alguns varejistas vão transformar os seus espaços em showrooms, ambientes de convivência e interação, pontos de entrega, entre tantos outros formatos. Não há regra sobre o que é o certo. A única certeza é que a transformação digital criou novas oportunidades de negócios e quem souber aproveitar vai garantir um importante espaço e ganhar mais competitividade.

Nesse contexto de inovação, também existem as pop up stores: elas surgem e desaparecem para uma ação específica e com tempo determinado para acabar. A ideia é explorar um local com concentração momentânea de público para apresentar uma linha especial, um tema da moda ou para causar impacto de merchandising. Elas vêm com uma identidade visual e arquitetônica normalmente bastante arrojadas e podem ser em um espaço exclusivo, dentro de centros comerciais ou eventos. Apesar do conceito ter chegado ao Brasil recentemente, no exterior já é difundido há um bom tempo – a japonesa Uniqlo, por exemplo, tem lojas pop up ao redor do mundo há mais de dez anos.

Outra tendência é o “same day delivery”, ou “entrega no mesmo dia”. A ideia une as vantagens do e-commerce (com melhores preços, comodidade e autonomia) à conveniência das lojas físicas de sair com o produto em mãos. Este seria o mundo dos sonhos para qualquer consumidor, mas, ainda existe um enorme desafio para as operações logísticas. Algumas gigantes, como Google, Amazon, Ebay e Walmart, já deram passos nessa direção, mas, pensando na realidade brasileira, em que o modal predominante do transporte é o rodoviário, ainda há importantes obstáculos a serem vencidos. No Brasil, já vemos essa movimentação na Livraria Saraiva, Netshoes e Magazine Luiza – e o brasileiro revelou em pesquisas que está disposto a pagar até 8% do valor final da compra pela entrega D+0 (no mesmo dia).

Para finalizar, um estudo feito pela Deloitte, nos EUA, mostra que quando o consumidor entra em uma loja física, tendo pesquisado anteriormente as informações sobre o produto na Internet, o índice de efetivação da compra é de 86%, mas, quando ele vai à loja física sem ter passado por outros canais, a chance cai para 60%. Isso reafirma a necessidade e importância de canais físico e virtual estarem totalmente interligados. Acrescento ainda um dado da Universidade de Harvard, sobre Neuromarketing, que diz que 95% das decisões de compra ocorrem motivadas por sensações.

Fica a conclusão de que está na hora de repensarmos a experiência proporcionada ao consumidor, não apenas por ser um conceito de mercado, mas por observarmos índices que mostram que este é o único caminho para o sucesso dos negócios na Era Digital.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS.

IA para revolucionar o e-commerce

Três soluções de Inteligência Artificial que prometem revolucionar o e-commerce

por Rodrigo Lobato*

A indústria do e-commerce produz hoje uma gigantesca quantidade de dados diariamente, mas analisar e entender esse grande amontoado de informações ainda é um desafio para a maior parte dos comerciantes. Nesse contexto desafiador, a Inteligência Artificial parece ser a chave para simplificar a forma como os e-commerces lidam com a jornada do consumidor, tornando os processos online ainda mais precisos e eficientes.

Rodrigo Lobato

Veja abaixo três inovações importantes que prometem revolucionar o e-commerce a partir de tecnologias de Inteligência Artificial:

Pesquisa de produtos: algoritmos que reconhecem imagens

A tecnologia de reconhecimento de imagens já está disponível há um bom tempo, mas a Inteligência Artificial está finalmente tornando-a popular e extremamente poderosa. O reconhecimento de imagens baseado em IA permite que você tire uma foto de um produto com o smartphone e obtenha informações precisas sobre ele, incluindo o seu preço e onde comprá-lo. Você certamente já viu algo que queria muito comprar, mas não tinha ideia de onde encontrar o produto, certo? Pois com a Inteligência Artificial isso será diferente.

Este tipo de reconhecimento de imagem baseado em Inteligência Artificial pode ser extremamente útil para a indústria de comércio eletrônico. Mercados, sites agregadores (como motores de comparação de preços) ou e-commerces que precisam moderar milhões de imagens podem agora fazê-lo automaticamente. A tecnologia também abre novos caminhos para as experiências dos clientes – sobretudo em uma época em que os smartphones e as mídias sociais são tão populares e as pessoas produzem uma enorme quantidade de imagens e vídeos relacionados às marcas. A compreensão profunda desse conteúdo é um passo incrivelmente valioso para a verdadeira personalização.

Decisão de compra: tecnologia que faz recomendações ultra-precisas

Vamos falar novamente sobre a jornada do consumidor. Digamos que você viu algo que queria comprar em uma foto, verificou o site da loja e quase fez uma compra. Porém, algo interrompeu você, ou você teve dúvidas, fundos insuficientes, etc. Isso acontece muito. E os banners publicitários personalizados funcionam justamente criando um impulso para que você tome essa decisão final, seja lembrando-o do produto ou mostrando itens similares.

Claro que esta já é uma tática bem conhecida para os comerciantes. No entanto, uma perspectiva interessante é o deep learning, um ramo inovador da IA que resolve problemas imitando o trabalho do cérebro humano, e que tem o potencial para levar as campanhas de retargeting a novos patamares.

Algoritmos de deep learning são usados ​​para reconhecer a atitude, intenção e o estado geral de cada usuário que visita um site. Com base nesse conhecimento, é capaz ainda de preparar recomendações de produtos altamente direcionados, em um modelo mais inteligente e assertivo do que os sistemas baseados em Machine Learning tradicional. O deep learning ainda faz tudo isso sem a necessidade de qualquer intervenção humana.

O verdadeiro poder do deep learning para o e-commerce é que a tecnologia consegue analisar uma enorme quantidade de dados para aprender e agir como seres humanos, tudo sem a necessidade de instruções ou regras específicas. Com isso, não há nenhuma suposição com relação aos potenciais picos de vendas ou cenários de como as pessoas reagem. As decisões ficam totalmente com os algoritmos.

Dados levantados pela RTB House indicam que essa precisão pode tornar as atividades publicitárias até 50% mais eficientes do que com a abordagem típica de aprendizagem mecânica.

Algoritmos que preveem a sua decisão

Vamos tentar imaginar que o iTunes pode, por exemplo, filtrar perfeitamente suas tags para indicar as músicas em que você mais provavelmente estaria interessado, com base em sua biblioteca existente. Indo mais além, com Inteligência Artificial, seria capaz de ir em frente e decidir qual adicionar à sua biblioteca, mesmo fazendo uma compra em seu nome.

Isso é semelhante ao que a Amazon planeja fazer com o chamado “envio antecipado”. O sistema de rede e distribuição definirá os padrões de compra do cliente de maneira ultra-precisa para prever o produto, incluindo faixa de preço e marca, que será comprado por ele. Após esta previsão, os itens podem ser enviados para centros de distribuição próximos antes que o pedido seja feito – o que significa que o pacote já estará no hub de transporte ou em um caminhão antes que o cliente saiba. Isso funciona ainda melhor com produtos do dia-a-dia, como um simples chá. Basta imaginar: se algoritmos podem antecipar a oferta e a procura, você nunca vai ficar sem o seu chá favorito, e os comerciantes vão se beneficiar com vendas mais rápidas.

Se aplicada adequadamente, essa ideia pode levar a análise de dados e a logística para um novo patamar, permitindo que as empresas reajam rapidamente (e automaticamente) com base nas necessidades das pessoas, expandindo sua base de clientes satisfeitos e fiéis.

Imaginando o e-commerce de amanhã

E-commerces se baseiam em dados por natureza, e os comerciantes, anunciantes e distribuidores já viram o potencial da Inteligência Artificial (ao menos o que seria a ponta do iceberg) com os assistentes pessoais, chatbots, merchandising automatizado e sistemas de retargeting. Mas combinar o novo Deep Learning com o comércio eletrônico ainda não é algo comum – pelo menos não no que diz respeito à utilização de redes neurais em uma base típica.

Isso pode contribuir para tornar as compras online mais fáceis, mais eficientes, mais envolventes e mais ajustadas às necessidades pessoais – em todas as fases do processo de tomada de decisão. Ao combinar a Inteligência Artificial com dados maciços, o futuro do comércio eletrônico verá um ecossistema de compras mais inteligente e autossuficiente, que pode tomar boas decisões por conta própria. Algo que há uma década só poderia fazer parte de nossa imaginação, mas que hoje já é definitivamente possível.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Fonte: Diego Segura

Infográfico mostra vantagens das lojas virtuais

Porque as lojas onlines são melhores do que lojas físicas

Estamos cada vez mais acostumados a comprar em lojas online. As lojas físicas, aos poucos, vão sendo deixadas de lado. Estamos preferindo nosso conforto e ter tudo a palma da nossa mão. Nas lojas virtuais conseguimos fazer comparações de preços e de itens rapidamente, com uma alta qualidade.

Além disso, você já viu uma loja online fechada? Pois é! Então veja aqui esse infográfico super bacana que preparamos especialmente para você, mostrando o porquê das lojas onlines serem melhores do que as lojas físicas.

Fonte: Nayrison da Costa – Alixpert

Solução da IBM melhora vendas de site

eFácil adota solução de Commerce da IBM para aprimorar experiência de compras de seus clientes

Empresa de e-commerce com sede em Uberlândia aumentou em 100% a estabilidade do site e registrou crescimento no volume de vendas após uso da tecnologia de smart selling

Para aprimorar a experiência de seus consumidores, a eFácil – varejista online do Grupo Martins – acaba de adotar a solução de Inteligência de vendas da IBM. A partir da plataforma IBM Websphere Commerce, a companhia conseguiu aumentar a disponibilidade do comércio eletrônico em 100%. Este resultado foi comprovado durante as vendas do último Dia das Mães, quando o portal ficou disponível em tempo integral e registrou um crescimento de 49% nas vendas.

O site também registrou números positivos nas últimas duas Black Friday no país, ficando integralmente no ar e registrando um número de vendas superior ao do período anterior à implementação da solução. “Com o IBM Websphere Commerce tivemos as duas melhores vendas do eFácil, em 2015 e 2016, e ficamos acessíveis o tempo todo. Não precisamos colocar ninguém em sala de espera”, afirma o Gerente de TI e Customer Experience do eFácil, Eduardo Souza Pimentel. O executivo esclarece que os períodos do Natal e início do ano também são muito importantes para a companhia, já que as vendas seguem com cerca de 10% e 20% de crescimento, respectivamente.

De acordo com Pimentel, a plataforma IBM é bastante sólida e torna o site da companhia apto a receber usuários sem riscos de sair do ar, mesmo durante os grandes picos de vendas. “Antes, o site era feito in-house e conectado ao Grupo Martins.
Agora, temos nossa própria infraestrutura, com banco de dados individual. A plataforma da IBM trouxe a autonomia e o suporte que precisávamos”, explica.

Além de melhorar a estabilidade do portal, o IBM Websphere Commerce ajudou o time do eFácil com ferramentas de acompanhamento de vendas que antes não existiam, como refinar as buscas de produtos, verificar carrinho de compras “abandonado” e entender a causa, pesquisar o comportamento do comprador, entre outros. “Se não fosse pela ferramenta, nós mesmos teríamos de desenvolver dentro de casa essas aplicações”, conclui.

O IBM Websphere Commerce traz toda a sólida estrutura da IBM no aspecto de segurança da informação. Atualmente, o site da eFácil conta com mais de 15 mil produtos de diversos departamentos, como eletroeletrônico, alimentação, eletrodoméstico etc. Além do atendimento pelo site, o portal possui uma central de atendimento via telefone, chat e redes sociais para suporte à venda e pós-venda.

Varejo cognitivo
A “explosão” dos dados estruturados e não estruturados representa, atualmente, uma grande oportunidade para os varejistas. De acordo com um estudo recente da IBM, 91% dos executivos deste setor estão familiarizados com a computação cognitiva e acreditam que ela desempenhará um papel disruptivo em sua organização. Além disso, outros 83% entendem que a tecnologia terá um impacto crítico no futuro de sua organização e 94% deles pretendem investir nestas capacidades a curto prazo.

Isto quer dizer que os mesmos já reconhecem a importância de utilizar inteligência de dados para personalizar experiências, tirar proveito dos concorrentes e fazer um verdadeiro engajamento com seus consumidores. Segundo o levantamento, espera-se que nos próximos anos o varejo seja totalmente disruptivo.

Sobre o eFácil
Criado pelo Martins com o intuito de oferecer os seus produtos para o consumidor final, o eFácil já nasceu com uma enorme estrutura de armazenagem, estoque, logística, sistemas e áreas de apoio a seu dispor. Surgiu no momento da popularização da internet no Brasil sendo um dos primeiros portais de e-commerce do país.

Fonte: Assessoria de Imprensa IBM Brasil – In Press Brodeur

Campanha para o Dia dos Namorados

O amor está no ar na Zattini: Giovanna Antonelli estrela campanha com promoções para o Dia dos Namorados

A Zattini – e-commerce de moda e beleza da Netshoes – lança a sua nova campanha para o Dia dos Namorados, com sugestões para a data, estrelada por Giovanna Antonelli. A atriz é garota-propaganda da marca desde o ano passado e, em 2017, também apresentou as campanhas de Dia das Mães e Outono-Inverno.

A campanha, idealizada pela House – agência interna de criação da empresa – apresenta Giovanna em diferentes looks, disponíveis no e-commerce, além de sugestões de presentes masculinos e femininos, convidando o público a conhecer as milhares de opções oferecidas pela Zattini para comemorar a data.

A campanha, disponível nos canais de TV abertos, TV por assinatura e mídias online, também incentiva o acesso à loja via aplicativo da Zattini, com o Navegue Grátis, que não consome os dados do plano contratado.

Foto: LuPrezia

Peça: Dia dos Namorados Zattini 2017
Agência: House
Cliente: Zattini
Diretor de Criação: Jonas Kuhner
Coordenador de Criação: Fabio Oikawa
Criação: Rafael Litschauer / Amanda Jungensen / Ricardo Mehri
Gerente de Atendimento: Jean Roberto Santos
Atendimento de criação: Arima Castro / William Cassarro
Planejamento: Douglas Ribeiro
RTV: Carlos Eduardo Euzebio (Cadu Bondezan) / Cris Casagrande
Produtora de Imagem: Sentimental Filmes
Direção: Mauricio Guimaraes / Luciano Zuffo
Diretor de Fotografia: Rodolfo Ancona Lopes (Ruda)
Montador: Federico Brioni
Finalizadora: Sentimental Filmes
Stylist: Rodrigo Grunfeld
Maquiador: Lavoisier Souza
Produtora de Áudio: Cream Studio
Produtor Musical: Waldo Denudo
Creative Producer: Rafaela Paiva
Aprovação: Gabriela Platinetty, Thaís Azevedo, Gabriella Froes

Fonte: NETSHOES – Institucional e RMA Comunicação – Fernanda Klüppel

Estágio para designer gráfico

Vaga de estágio em design gráfico

A BeCorp é uma startup idealizada por jovens empreendedores, focada principalmente no entretenimento, literatura e economia colaborativa. Atua através de três produtos: um portal, um e-commerce e um marketplace.

O designer irá auxiliar o squad de curadoria a desenvolver o projeto final de nossa revista mensal, além de ter participação na criação de campanhas para home page, e-mail marketing e mídias sociais.

Requisitos:
– Cursando 3º ou 4º ano de Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, Propaganda e Marketing ou cursos relacionados;
– Ter computador próprio (preferência notebook);
– Criatividade e eficiência;
– Responsável com prazos;
– Boa comunicação;
– Atenção a detalhes;
– Autonomia e proatividade;
– Pacote Adobe (Photoshop, Illustrator, InDesign). Corel Draw é um diferencial;
– Vetorização e finalização de material para gráfica.

Benefícios:
– Salário compatível a atividade, flexibilidade de horário, possibilidade de trabalhar home office (em casa) e efetivação.

Interessados enviar currículo com portfólio ou projetos próprios para jobs@becoliterario.com com o assunto Vaga – Estagiário de Design Gráfico”