Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno

Prepare sua loja virtual

Saiba como deixar sua loja virtual pronta para o Dia das Mães

O Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais especiais do ano: cria a oportunidade perfeita para demonstrar o amor e o respeito pelas mães, avós e outras mulheres importantes em nossas vidas, que fazem toda a diferença.

A data, que este ano cai em 14 de maio é a segunda data principal do e-commerce brasileiro, uma ótima oportunidade para apresentar o seu negócio a novos clientes e concretizar vendas.

Segundo o E-bit, a data teve um faturamento de R$ 1,6 bilhão no comércio eletrônico em 2016, com crescimento nominal de 8% em comparação com o ano anterior. Com esses números, fica claro que um lojista não pode ficar de fora.

Especialistas da plataforma de e-commerce Nuvem Shop, uma plataforma que permite que todo tipo de empreendedor crie e gerencie sua própria loja virtual profissional, elaboraram uma lista de dicas para que os lojistas prepararem seu empreendimento.

Otimize sua loja

Servidores: a ideia é que você receba um volume maior de acessos durante a temporada do Dia das Mães. Faça todos os ajustes necessários para garantir que seu negócio esteja preparado nesse quesito.

Checkout: outro passo a ser ajustado para que o objetivo de conversão seja alcançado e sua loja não conte com carrinhos abandonados.Para isso é preciso revisar a jornada de compra e ter certeza de que todas as informações estão claras e dispostas adequadamente.

Layout: é a parte visível do seu negócio, e deve receber algum tipo de adaptação para esta data. Vale a pena adicionar alguma imagem especial, um pop-up comemorativo com a temática ou mesmo um banner, que você pode baixar gratuitamente no blog da Nuvem Shop ou criar facilmente com o Canva.

Capriche em seus produtos

Fotos de boa qualidade: as fotos são a principal forma de apresentar produtos no e-commerce, e não há como falarmos da preparação de uma loja sem mencionarmos esse tópico. Procure utilizar fundos brancos e lisos, que não “dividam” a atenção do visitante e destaquem as cores e formas dos produtos.

Categoria especial: facilite a vida de seus clientes criando uma categoria de produtos com todos os seus itens femininos ou unissex, destacando aqueles que são ideais para a data. Pode ser algo intitulado “Especial Dia das Mães” ou “Presentes para a sua mãe”, por exemplo, curto e objetivo.

Preços promocionais: ainda considerando as mercadorias que costumam despertar maior interesse por parte do público, pense em quais descontos você poderia oferecer na escolha delas. Pode ser um preço menor no próprio produto ou um frete grátis, que costuma ser o principal argumento a favor da compra.

Brindes: além de uma embalagem atrativa, enviar um pequeno mimo junto com a encomenda é um cuidado não obrigatório, mas que faz muita diferença por demonstrar ao comprador que você preparou o produto com atenção e carinho.

Prepare os canais de atendimento

Disponibilizar variados canais: vale tudo, desde usar o chat online ou mesmo as redes sociais até recursos para conversar com clientes mais “conservadores” que gostam do e-mail ou telefone.

Elabore um FAQ: prepare uma página de Perguntas Frequentes (ou FAQ) com as questões mais comuns em geral, e as que podem surgir nessa época do ano. Por exemplo, quais os meios de pagamento disponíveis? Posso pagar em parcelas? Como posso calcular o frete? Como posso trocar o produto?.

Invista no marketing

Depois de todos esses preparativos você não pode deixar de mostrar o seu e-commerce para o mundo, certo? Portanto, para potencializar suas divulgações, você deve utilizar as redes sociais, colocar hashtags da data comemorada; investir no e-mail marketing, preparar conteúdos relevantes e com uma ajuda de SEO, por exemplo.

Por último, cada etapa da preparação tem suas particularidades e exige uma dedicação especial, mas vale a pena não pular nenhuma para garantir que mais pessoas
conheçam sua marca e comprem seus produtos para presentear.

Não se esqueça também de tratar este dia com todo o carinho que ele merece e sobretudo o que elas merecem no seu dia!

Fonte: Partner Press & PR

O consumidor on line

Consumidores on-line: como atraí-los?
Identificar seu público alvo é fundamental; promoções são atrativo forte para quem consome pela Internet

Segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o Brasil é o terceiro país em compras pela internet. Cada vez mais empresas optam pelas vendas virtuais, buscando atrair o consumidor com novas ferramentas, promoções e muita interatividade.

Mas como conquistar o cliente com tantas opções de serviços pela internet? Para o docente da área de gestão e negócios do Senac Guaratinguetá, Alvaro Búbola Possato, os consumidores on-line são visitantes que se tornam clientes, fazendo assim um processo de conversão.

Ele destaca a importância de um trabalho de marketing voltado às páginas da internet. A chamada landing page (página por onde o visitante chega ao seu site) deve ser atraente para que o internauta se torne cliente da empresa pelo processo de conversão, como ilustra a figura abaixo:

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Alvaro afirma que a taxa de conversão da landing page é um dos principais indicadores de eficácia do sucesso da página, mostrando o percentual de visitantes que passaram pelo processo de conversão e efetuaram negócio. “Se a taxa de conversão está baixa, o melhor a fazer inicialmente é realizar testes, como mudar o título da oferta, a imagem, as cores, os textos, os campos do formulário, entre outras ações”, orienta.

O consumidor e categorias

Saber para qual público vender é primordial na hora de ofertar alguns produtos. De acordo com o docente do Senac, uma pesquisa divulgada pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) mostra que os maiores consumidores on-line estão entre 35 e 49 anos e representam 36% dos compradores pela internet. Eles são seguidos pelo público intermediário, com idade entre 25 de 34 anos, cerca de 32% do total. Já os mais experientes, de 50 a 64 anos, somam 16%. Os jovens entre 18 e 24 anos alcançam 11% quando o assunto é compra pela internet. Quem está acima de 64 anos representa 2% e até 17 anos apenas 1%.

No mesmo levantamento, em relação à escolaridade de quem compra pela internet, verificou-se que o menor percentual é de pessoas com o ensino fundamental, representando 3%. Enquanto os que possuem ensino superior completo somam 32% das compras on-line. Os consumidores com pós-graduação alcançam 20%, ensino médio 22% e ensino superior incompleto 23%.

Já o percentual de comprar relacionado à renda familiar é liderado pelos internautas que recebem entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, representando 38%, seguidos pelos que recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil com 22%, entre R$ 5 mil e R$ 8 mil com 12%, mais de R$ 8 mil com 9% e menos de R$ 1 mil com 8%. O docente destaca, ainda, que, no quesito categorias mais procuradas, os eletrodomésticos lideram com 15%, informática com 12% e eletroeletrônicos com 8%.

Promoções

Alvaro também dá algumas dicas sobre as promoções on-line, que podem ser uma excelente ferramenta para atrair o consumidor. Veja quais são:
• Garanta que, na hora da compra, o cliente consiga usar a oferta;
• Dê um desconto relevante, que realmente chame atenção;
• Mantenha o relacionamento com o cliente depois da venda;
• Não dependa das promoções para manter sua loja viva.

De acordo com o docente do Senac, se bem executadas, as promoções são uma ótima ferramenta. É importante deixar claro que sua loja não pode depender apenas delas para sobreviver. Afinal, se uma promoção fica no ar todo o tempo, já não é mais uma promoção.

“Assim como boa parte das táticas de marketing, não existe uma fórmula mágica que garante um resultado, porém, promoções podem servir como um ótimo turbo se aplicadas da forma correta”, finaliza.

Fonte: KMS Comunicação – Elizânio Silva

Muitas lojas digitais

Número de lojas virtuais crescem no Brasil
Planejamento bem executado pode contribuir para sucesso do negócio

unnamed (1)Uma tendência nos últimos tempos tem sido a abertura de lojas virtuais. Só neste ano, a previsão da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) é que o setor de e-commerce cresça 18% e tenha um faturamento de R$ 58,6 bilhões. Devem ser registrados em 2016 quase 191 milhões de pedidos nas lojas virtuais.

Mas como entrar nesse mercado? Como montar uma loja virtual? Por que investir nesse segmento? De acordo com Luis Gustavo Maruco, docente da área de gestão de negócios do Senac Guaratinguetá, o investimento para se abrir uma virtual é muito baixo e isso passa a ser um grande atrativo.

Uma dica que o docente dá a quem busca entrar no mercado de lojas virtuais é investir na locação de lojas prontas, ou seja, plataformas já constituídas, pois, assim, os custos serão menores. “Essa modalidade tem uma cobrança mensal ou uma taxa por transação, por exemplo”, explica. A contratação de agências de desenvolvimento também pode contribuir para o planejamento de uma loja virtual.

Orientações importantes

Luis Gustavo destaca algumas orientações importantes conceitos básicos que precisam ser pensados na hora de planejar a abertura de uma loja virtual. Veja quais são:

• Desejável controle de estoque;
• Vitrine de produtos com fotos, modelos, preços – o máximo de informações que tiver sobre o produto;
• Integração com gateways de pagamento (interface utilizadas em e-commerce para transmissão de dados entre clientes, comerciantes e bancos);
• Cálculo de frete;
• Desejável Certificado de Segurança SSL (protocolo de segurança internacional para troca de informações sigilosas na Internet).

Serviço:

Senac Guaratinguetá
Endereço: Avenida Doutor João Baptista Rangel de Camargo, 50 – Centro
Informações e inscrições: Pelo telefone (12) 2131-6300, pelo Portal Senac (www.sp.senac.br/guaratingueta) ou pessoalmente na unidade

Fonte: KMS Comunicação – Elizânio Silva

Marca de roupas estréia loja física

Soufit estréia pop store no Estúdio MovaC

A marca de roupas esportivas femininas que alia funcionalidade fitness com moda e estilo traz uma experiência offline própria para quem quer conhecer e testar seus produtos.

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Instalada no espaço Pop Store do novo Estúdio MovaC Pilates, na Vila Adyana em São José dos Campos, a Soufit oferece uma experiência offline própria, expandindo sua presença online para loja uma física onde suas clientes podem conhecer as coleções em um espaço voltado para o movimento do corpo.

A ideia de sua criadora Larissa Tomaszewski é expandir a oferta de seus produtos para quem não se sente ainda à vontade com a compra na internet, além de dar a oportunidade para quem quer conhecer os produtos ao vivo. E nada melhor do que isso que em um ambiente como seu novo estúdio de pilates, o MovaC.

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Para conhecer os produtos Soufit, visite o espaço no Estúdio MovaC, na Rua Paulo Becker, 151/08, em São José dos Campos.

A Soufit
Desde 2014 a SOUFIT traz a moda fitness com casualidade, vestindo de maneira confortável e prática, sem perder o seu estilo. Criada por Larissa Tomaszewski, fisioterapeuta e empreendedora apaixonada por moda, oferece em sua loja virtual www.soufitwear.com.br uma linha de roupas que une a funcionalidade fitness com moda e estilo da vida urbana.

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Ebook mostra como alavancar ecommerce

Publicitário lança ebook para sanar dúvidas sobre ecommerce

Embora o comércio eletrônico esteja crescendo no Brasil – segundo dados das E-bit, em 2015 o número total de vendas através das lojas virtuais cresceu apenas 15% a mais que o ano anterior, registrando R$41,3 bilhões em faturamento – nem tudo é um mar de rosas para os mais de 450 mil lojistas virtuais brasileiros, nem tudo é um mar de rosas para os lojistas. De acordo com um levantamento da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), 70% das lojas virtuais ativas em nosso país vendem menos de 10 produtos por mês, ou seja, praticamente não pagam os custos de operação. As causas deste insucesso são várias, que vão desde a crença em um mito de que a internet é a solução de todos os problemas até a má estruturação de seu modelo de negócio. Em São José dos Campos e região não é diferente. Atualmente há mais de 60 lojas virtuais no Vale, mas poucas são bem estruturadas.

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Foi pensando nesta dificuldade que os micros e pequenos lojistas virtuais locais enfrentam que o publicitário e consultor de marketing digital Douglas Martineli criou o ebook “5 Pilares do E-commerce: Reestruturando o modelo de operações de sua loja virtual”. O material tem o objetivo de sanar algumas dúvidas sobre a operação de um e-commerce e apresentar vários pontos importantes para o dia a dia de um lojista.

O ebook tem distribuição gratuita e está disponível para download através do site www.douglasmartineli.net/5pilaresdoecommerce.

Vaga na área digital

A Editora Santuário está contratando Assistente de Marketing Digital

O profissional irá atuar em mídias sociais, e-commerce e Marketing Digital.

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Atividades a serem desenvolvidas:
– Atendimento aos clientes do e-commerce (via e-mail e chat).
– Zelo pelo bom funcionamento do site
– Elaboração de textos descritivos e palavras chave dos produtos
– Atualização do e-commerce (banners e promoções)
– Operacionalização de campanhas de Marketing Digital
– Acompanhamento de desempenho da marca no ambiente digital
– Produção de conteúdo para redes sociais e site
– Relacionamento com os consumidores em redes sociais e monitoramento dos perfis da empresa
– Criação de estratégias de Marketing Digital
– Definição de métricas e KPI

Requisitos:
Experiência em Marketing Digital. Conhecimentos de mídias sociais, e-commerce, SEM e SEO. Identificação com o ambiente web. Ser curioso, crítico, analítico e criativo. Compreender a dinâmica da relação entre o consumidor e as marcas nas plataformas digitais. Ter excelente texto e noções de redação publicitária.
Ensino Superior na área de Comunicação, preferencialmente Propaganda e/ou Marketing.

Local de trabalho: Aparecida SP

Benefícios:
Salário a combinar
Vale transporte, cesta básica, restaurante na empresa e assistência médica.

Enviar currículo com pretensão salarial para leticia.soares@editorasantuario.com.br, até 15/7.

Estagio em ecommerce

Estagio para Assistente de E-commerce – São José dos Campos, SP

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Requisitos: Formação nas áreas de Marketing, Web design ou Design Gráfico.

Conhecimento em Pacote Office, Mídias Sociais, Photoshop, Illustrator ou CorelDraw. Conhecimento em HTML e plataforma Tray.

Atividades a Serem Desenvolvidas: Cadastrar produtos na loja virtual, controlar estoque, tirar fotos dos produtos e monitorar chat com cliente.

Salário : a negociar

Benefícios Oferecidos : A combinar

Horário e Dias a Trabalhar : de segunda a sexta, das 09h00 as 16h00.

Interessados enviar currículo somente se estiver dentro do perfil da vaga de emprego para o email marketing@dovale.com.br com o assunto do email Estagio para Assistente de E-commerce – Emprega São José

ACI lança plataformas de comércio eletrônico

ACI lança plataformas de comércio eletrônico para lojas de São José

A tecnologia está cada vez mais entrando na vida dos brasileiros e, como consequência, o e-commerce, ou compras online, começa a se fortalecer ainda mais. Em São José dos Campos não é diferente e, por isso, a ACI vai lançar no dia 1º de outubro, às 19 horas, durante o “Boteco do Felipão”, dois projetos de mídia digital para empresários interessados em se aventurar nas vendas online.

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Este projeto possui duas vertentes. A primeira é exclusiva para os associados da ACI e consiste em elaborar seus sites para as vendas online e também dar todo o suporte necessário que os empresários precisarem na continuidade dos trabalhos. Como um complemento, a entidade firmou uma parceria com a empresa Big Classificados que será responsável por toda a parte de divulgação em sites, televisão, rádio e mídias sociais. Esta segunda é aberta para todos empresários joseenses, porém os associados da ACI terão descontos especiais para participar.

Atualmente, São José dos Campos está entre as dez cidades brasileiras com maior índice de compras pela internet. Porém, os joseenses não compram de lojas locais, mas sim de outras localidades. É isso que a ACI quer mudar lançando duas plataformas de E-commerce.

Os estabelecimentos de São José dos Campos têm grande potencial e devem se inserir no mercado online. O potencial de crescimento é maior no comércio eletrônico e o comportamento dos clientes tem mudado ano a ano. A previsão de crescimento para o varejo em 2014 está em torno de 5,5%, enquanto a previsão de crescimento para o comércio eletrônico ultrapassa os 20%. Ainda segundo o E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico, espera-se que o e-commerce fature R$34,6 bilhões este ano.

Segundo o presidente da ACI, Felipe Cury, os comerciantes precisam olhar para o futuro. “A evasão de vendas em São José dos Campos, por causa do e-commerce, pode chegar até R$500 mil reais em um ano. A solução é adotar essa medida e fazer com que os joseenses comprem produtos pela internet, mas de lojas daqui da cidade”, afirma.

Fonte: http://codigobr.com.br/aci-lanca-plataformas-de-comercio-eletronico-para-lojas-de-sao-jose/