O impacto da propaganda na economia

A publicidade na economia moderna

por Josué Brazil

Atualmente, a forte concorrência e a grande capacidade produtiva obrigam o empresariado a apostar cada vez mais no uso da publicidade para comercializar com sucesso seus produtos.

Outro fator que pesa na decisão do uso da propaganda é a necessidade de desenvolvimento e lançamento de novos produtos, além da construção da marca da empresa.

É preciso deixar claro, entretanto, que a publicidade é apenas uma das forças que levam a venda de produtos. Existem diversas forças que devemos combinar para poder efetuar a venda de produtos e serviços. São elas:

1 – o próprio produto;
2 – a distribuição;
3 – a embalagem;
4 – os vendedores;
5 – a promoção de vendas;
6 – o preço.

Efeitos da publicidade na economia das empresas

a) Criação de mercados – quando se trata de produto ou serviço novo, a publicidade pode criar um mercado onde antes não existia.

b) Ampliação de mercados – se o mercado já existe, a propaganda pode ampliá-lo em duas direções:
– verticalmente, alcançando novas faixas de consumidores;
– horizontalmente, ampliando o campo de uso do produto.

c) Ação reguladora – quando o ciclo de produção não se desenvolve paralelamente ao de consumo, a publicidade pode atuar como um regularizador.

d) Redução de custos – a produção em série foi obtida graças ao uso da publicidade que introduziu produtos padronizados, que sem dúvida alguma foi fator fundamental na queda dos custos.

e) Ação sobre os preços – a publicidade favorece a prática de preços reduzidos para atrair a atenção dos consumidores.

f) Aceleração da rotação de estoques – a publicidade permite acelerar a rotação de estoques (“turnover”) o que permite a liberação do capital empregado na estocagem e distribuição para outras áreas estratégicas da empresa.

g) Melhoria da qualidade – por ser um compromisso público a publicidade influi na qualidade. Basta apenas um produto ruim para comprometer toda a empresa.

O tamanho da propaganda no Brasil

O mercado brasileiro movimentou R$ 134 bilhões em compra de mídia – compra de espaços publicitários nos meios de comunicação – no ano de 2017. A informação vem do Kantar Ibope Media, que utiliza como métrica os preços cheios das tabelas dos veículos de comunicação, sem os descontos praticados com as agências para seus respectivos anunciantes.

Esses são números apenas da compra de espaços publicitários. Se pensarmos nos empregos gerados direta e indiretamente, a contratação de fornecedores (gráficas, produtoras etc), a contratação de profissionais freelancers e etc, podemos imaginar um número ainda maior.

Você pode ter uma ideia bem mais completa do impacto da publicidade&propaganda na economia brasileira acessando este material.

Fontes:

CABRAL, Plínio. Propaganda: técnica da comunicação industrial e comercial. 3º Ed. São Paulo, Atlas, 1990.
RIBEIRO, J. Tudo que você queria saber sobre propaganda e ninguém teve paciência para explicar. 3ª Ed. São Paulo, Atlas, 1989.
SAMPAIO, R. Propaganda de A a Z: como usar a propaganda para construir marcas e empresas de sucesso. Rio de Janeiro, Campus, 1995.
SANT’ANA, A. Propaganda – Teoria, técnica e prática da comunicação. 7ª ed. São Paulo, Pioneira, 1998.

www.abap.com.br

Natal terá muitas compras de última hora

11,5 milhões de consumidores devem fazer compras de última hora neste Natal, estimam SPC Brasil e CNDL

Principal motivo para 52% é a espera por promoções para economizar

Como acontece em todo ano, muitos consumidores brasileiros devem deixar as compras de Natal para a última hora. Através de uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todo o país estima-se que 11,5 milhões de pessoas irão comprar os presentes apenas uma semana antes do Natal, o que corresponde a 9% de consumidores que têm a intenção de presentear alguém neste fim de ano.

A pesquisa mostra que a maioria (41%) tinha a intenção de comprar os presentes na primeira quinzena de dezembro e 24% durante novembro. Já entre os que vão comprar uma semana antes do Natal, a principal justificativa para 52% é que preferem esse período para ver se conseguem alguma promoção boa e, dessa forma, conseguir economizar. Já 15% afirmam que só recebem o pagamento perto do Natal e 10% devido à falta de tempo. Outros 9% estão esperando a parcela do 13º salário.

“Deixar as compras natalinas para a última hora nem sempre é uma escolha acertada para quem pretende economizar, principalmente”, afirma a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto à gastos maiores, que podem comprometer o orçamento”, explica.

A economista aconselha: “O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”.

Metodologia

As entrevistas se dividiram em duas partes. Inicialmente ouviu-se 1.632 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 2,4 e 4,0 pontos percentuais, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em: https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: SPC Brasil | CNDL

Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno

Seis aplicativos que ajudam a economizar no combustível

Com o aumento do preço da gasolina, a tecnologia pode ser aliada do motorista que quer gastar menos

A gasolina mais cara, resultado do reajuste das alíquotas de PIS/Cofins para os combustíveis na última semana, deixou muitos motoristas insatisfeitos. Mas, se depender da tecnologia, os gastos com abastecimento não precisam pesar no bolso.

Muitos aplicativos ajudam a comparar preços entre diferentes postos, calcular as vantagens de abastecer com álcool ou gasolina, e economizar por meio de caronas. Selecionamos seis aplicativos para o motorista que gosta de tecnologia e está de olho na economia.

BlaBlaCar (Android e iOS) – A BlaBlaCar incentiva a carona solidária como forma de rachar os custos de viagens entre cidades. De acordo com este aplicativo, o condutor que compartilha o seu trajeto com dois passageiros consegue reduzir os seus gastos em até 75%. Os perfis no aplicativo contém foto, verificação de email, telefone e identidade, além de avaliações de viagens anteriores. Maior plataforma de caronas do mundo, a BlaBlaCar tem mais de 45 milhões de usuários em 22 países.

Drivvo (Android e iOS) – O Drivvo ajuda a calcular os gastos com abastecimento do veículo e depois gera relatórios e gráficos com base nas informações fornecidas. Assim, é possível comparar os valores dos postos de combustíveis e quanto rendeu o abastecimento. Além dos relatórios, o Drivvo também permite a criação de lembretes para você manter a manutenção em dia ou mesmo despesas programadas como vencimento do seguro.

Méliuz (Android e iOS) – O Méliuz é um aplicativo de “cashback”, que oferece gratuitamente cupons de desconto em vários estabelecimentos comerciais, incluindo lojas, e-commerce e também postos de gasolina. Como funciona? Ele devolve parte do dinheiro utilizado diretamente na conta bancária do usuário, incluindo o valor consumido com gasolina. Para usar, basta cadastrar no app e consultar os postos disponíveis.

Preço dos Combustíveis (Android) – Este aplicativo usa a localização do usuário para mostrar uma comparação do preço da gasolina, álcool ou diesel entre os postos de combustíveis mais próximos. Também é possível usar a ferramenta de busca e o mapa interativo para verificar o preço dos combustíveis em outras cidades do país. Assim, o motorista faz uma escolha mais inteligente na hora de abastecer. O aplicativo é atualizado com informações dos usuários e dados fornecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Carrorama (Android e iOS) – O Carrorama permite cadastrar e acompanhar todos os gastos com o veículo e, assim, ajudar o motorista a decidir a melhor forma de economizar. Um diferencial deste aplicativo é a possibilidade de conectar um dispositivo bluetooth ao carro e receber um diagnóstico do veículo em tempo real no celular.

Gasosa (Android) – Este aplicativo é para quem tem carros Flex. Ele permite inserir os valores da gasolina e do etanol, o consumo médio do seu carro, e calcular qual combustível é mais vantajoso na hora de abastecer. Você também pode salvar estas informações no aplicativo e acompanhar a evolução dos preços no decorrer do tempo.

Fonte: Daniela Marques – BlaBlaCar

ACIT visitará a Francal

Setor calçadista é convidado pela ACIT para visitar Francal

No próximo dia 04 de julho, terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) vai levar os empresários do setor calçadista e de acessórios de Taubaté para visitar a 49ª edição da Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios (Francal), que acontecerá no Expo Centre Norte, em São Paulo.

A feira é realizada anualmente e é considerada a principal do setor, porque é quando os fabricantes trazem os lançamentos e novas coleções da moda de calçados e acessórios para apresentar ao público. Esse mercado movimenta a economia de forma bastante importante para o país.

Durante o evento, os visitantes poderão participar das palestras, fóruns, desfiles e talk shows sobre os mais variados temas do segmento para conhecer melhor os produtos, tendências e todas as novidades.

A visita à Francal é oferecida pela ACIT de forma gratuita aos associados, mediante inscrição prévia, que deve ser feita pelo telefone (12) 2125-8210, whatsapp (12) 99189-7964 ou ainda pelo email cursos.acit@taubate.com.br. As vagas são limitadas. O embarque será feito às 7h30 na Praça Monsenhor Silva Barros.

A ACIT acompanha o calendário das variadas feiras que acontecem, dos diferentes setores, para organizar a visita dos associados, oferecendo à eles a oportunidade de se atualizar e trazer, em primeira mão para Taubaté, todas as novidades e tendências apresentadas no mercado.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Apostas para o Natal

Comércio aposta em contratação para o final de ano

Mais de metade dos empresários do comércio de São José dos Campos planejam reforçar o número de funcionários de suas lojas com contratações temporárias para o Natal. Esse é o cenário revelado pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em pesquisa sobre tendências do mercado de trabalho divulgada nesta quarta-feira.

Pelos números da ACI, 59% dos lojistas pretendem contratar mão de obra temporária em razão do aumento de movimento.

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Para o presidente da ACI, Felipe Cury, os números mostram uma tendência de reaquecimento da economia. “Depois de 2015 e de um período difícil em 2016, a economia dá sinais claros de reação. Essa tendência terá reflexos neste Natal e já dá alguns sinais no mercado de trabalho, com expectativa positiva de contratações pelo comércio com vistas ao final do ano”, disse.

Segundo ele, ainda não é possível estimar o número de postos de trabalho gerados pelo comércio em razão do Natal.

Segundo a pesquisa realizada pela ACI, 8% dos lojistas de São José ainda estão em dúvida sobre a contratação de temporário e 33% não programam contratações. Ainda de acordo com o levantamento, o comércio estima que o setor mais aquecido neste Natal seja os de peças de vestuário (40,74%). Brinquedos (25,95%) e calçados (18,51%). Eletrônicos, lojas de departamento, produtos esportivos e livraria ficam empatados com 3,7%.

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Campanha

Como parte do calendário de ações criado pela ACI para os próximos 12 meses, o Natal terá uma campanha especial desenvolvida pela entidade para estimular as vendas na data. Os estabelecimentos cadastrados irão sortear um prêmio, que ainda será escolhido entre um automóvel Chevrolet S10 2.4 4×2 Flex 2P Manual ou 3 motos Honda CG 150 Flex, para quem fizer compras nas lojas participantes.

A ação faz parte do projeto “São José do tamanho do seu futuro”, lançado pela ACI em agosto, na ocasião do aniversário de 81 anos da entidade.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia

O mercado de eventos

Mercado de eventos contribui para movimentar economia

Setor resiste à crise e já representa 4,32% do PIB brasileiro; capacitação é diferencial importante para quem deseja atuar na área

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Segundo pesquisa realizada recentemente pela ABEOC (Associação Brasileira de Empresas de Eventos), acontecem todo ano no país mais de 590 mil eventos envolvendo 202 milhões de participantes. Somando-se os gastos dos participantes e a receita das locações e das empresas organizadoras, chega-se a uma renda total de R$ 209 bilhões por ano, o que representa 4,32% do PIB brasileiro. A indústria de eventos responde anualmente por cerca de 7,5 milhões de empregos diretos, terceirizados e indiretos.

Outra constatação importante é que a área tem um desempenho significativo no estímulo para o desenvolvimento das micro e pequenas empresas. Hoje, elas representam cerca de 90% do total de empresas brasileiras no panorama econômico nacional, com 94% de atuação no setor de serviços e exercendo relevante papel na área de terceirização, conforme dados da ABEOC.

Na região

Em Taubaté, por exemplo, o cenário de eventos atualmente é bastante satisfatório com o aumento de locais para realização de festas e eventos, em especial eventos sociais e infantis. “Outra área em franca expansão é o de feira de noivas, além das apresentações artísticas e culturais”, é o que afirma Maria Lúcia Paiva, docente da área de gestão e negócios do Senac Taubaté.

Outro ponto que tem contribuído para a expansão da área na cidade é o aumento da demanda turística, que atrai muitos eventos, principalmente exposições e festas regionais.

“Apesar da crise em outros setores, a área continua sendo uma das mais atrativas e oferece oportunidades para profissionais como garçons, decoradores, seguranças, assistentes de cozinha e chefes, organizadores, cerimonialistas e mestres de cerimônias”, destaca a docente.

Capacitação

A falta de qualificação de quem atua no setor ainda é um problema, já que muitas pessoas entram para a área na informalidade, sem a habilidade e experiência necessárias para atuar no setor.

“A formação é necessária pois dá base para o planejamento, levantamento e pesquisas sobre fatos e história, o temário a ser utilizado, produção de planilhas com o passo a passo das ações a serem realizadas, desenvolvimento de briefing, check list, cronograma, enfim, a definição de todos os itens necessários para o completo sucesso do evento”, afirma Maria Lúcia.

Ainda segundo ela, a atualização do profissional que atua com eventos é imprescindível, pois a área é dinâmica e oferece cada vez mais opções em serviços e equipamentos que além de suporte minimizam o tempo e o custo.

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Eventos pelo Brasil

A ABEOC, que realiza anualmente levantamento dos números sobre a área, indica que 52% dos eventos realizados no Brasil acontecem na região sudeste (cerca de 305 mil a cada ano), e a maioria nas grandes capitais.

“O Vale ainda necessita de um trabalho direcionado para grandes eventos, como feiras e exposições, pois não temos locais que as comportem, mas temos um grande número de buffets e casas de festas capazes de absorver todos os tipos de eventos sociais, além de infraestrutura e locação de todos os serviços necessários para sua realização”, finaliza a docente.

Outro fator que contribui para a realização de grandes eventos na região é a localização, já que o Vale do Paraíba é cortado pela Rodovia Presidente Dutra, está eixo Rio/São Paulo e próximo aos portos de Santos e São Sebastião, realidade que pode ser melhor explorada.

Cursos na área

O Senac Taubaté está com inscrições abertas para diversos cursos na área de eventos e lazer, entre eles A Arte de Fazer Festas, Cerimônias Especiais e Eventos Temáticos; Contador de Histórias; e Decoração e Recreação com Balões. Cursos de outras áreas também podem contribuir para o negócio, como Mestre de Cerimônias – Técnicas de Apresentação de Eventos e demais títulos em gastronomia, gestão e negócios e comunicação e artes.

Fonte: KMS Comunicação – Thaís Mazini/Elizânio Silva

Economia criativa é tema de evento

Estadão promove sua primeira Semana de Economia Criativa

Evento acontece entre 13 e 16 de setembro, debaterá tendências sobre mídia, tecnologia e inovação na era do empoderamento nas redes sociais

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Como estão as áreas de tecnologia, inovação, cultura, publicidade, arquitetura, design, moda e os novos modelos de negócios em tempos de economia criativa? Como obter ótimos resultados nesse contexto? Essas serão algumas das frentes de debate da primeira Semana de Economia Criativa, promovida pelo Estadão, entre 13 e 16 de setembro (terça à sexta-feiras), no UNE Vila Madalena (Av. Natingui, 862 – Vila Madalena), das 12h às 19h.

O evento reunirá alguns dos principais players da Economia Criativa do País, abordando as tendências mais relevantes sobre mídia, tecnologia e inovação na era do empoderamento nas redes sociais. A Semana de Economia Criativa tem correalização da revista KAZA, patrocínio da Ideia Zarvos, apoio da Appnexus, Rádio Eldorad, Fundação Instituto de Administração (FIA), Lock, Marton Estúdio, Wi–Fi Max e parceria de conteúdo de O Panda Criativo.

Cada dia terá um tema específico: 13 – Negócios Disruptivos e Nova Economia; 14 – Criatividade, Inovação e Moda; 15 – Mídia Lab; e 16 – Novos Comportamentos. O evento contará com palestras, debates, food trucks, espaço bar e pockets shows. No dia 13, até dia 23, no mesmo local, também será realizada a exposição Ocupação Plural.

Entre os nomes já confirmados para palestrantes/debatedores estão Anielle Guedes (palestrante internacional, que já fez discurso nas Nações Unidas), Anna Raquel Serra (UX Lead na Huge, Carla Mayumi (The Mob, Talk Inc. e Box 1824), Daniela Cachich (vice-presidente de Marketing da Heineken). Diana Assenato, Diane Lima (roteirista), Ernesto Bernardes (Estadão), Felipe Braga (diretor e roteirista), Fernando Tassinari (Event Manager Brazil & Latam da Criteo), Fiamma Zarife (diretora de Marketing no Twitter), Flávia Aranha (stilista e diretora da marca da Slow Fashion e Moda Sustentável), Flávio Padovan (consultor do setor automotivo), Jules de Faria (fundadora da ONG Think Olga), Laura Sobral (urbanista especializada em espaços públicos e sua produção urbana), Letícia Abraham (vice-presidente executiva, Latam at WGSN Mindset Brasil, WGSN), Lucas Foster (psicólogo e idealizador do Projecthub), Lucas Mello (CEO da Livead e sócio-fundador da Box 1824, Profilepr, Aquiris Game Studio e Grupo Chez), Luis Guedes (FIA), Patrícia Weiss (chairman da BCMA South America), Peter Gervai (managing director latam na Appnexus), Reinaldo Roveri (Stratica), Ricardo Saigon (country manager do Pinterest), Rosana Hermann (jornalista), Vitor Knijnik (sócio-fundador da Snack) e Wolf Menke (House of Work e House of Food). Além disso, estão programados os pocktes shows de Larissa Baq, Marina Melo e Galego.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site www.secriativa.com.br, onde podem ser vistas a lista de palestrantes e a programação completa do evento. Jornalistas que quiserem participar devem confirmar presença pelos telefones (11) 3277-8891, ramal 32, e 99462-9496 ou e-mail marco@luciafaria.com.br.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Para movimentar o mercado

ACI lança calendário de feiras e eventos

Projeto “São José, do tamanho do seu futuro” visa estimular o comércio e aquecer a economia do município

A Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos lança amanhã, no dia em que comemora seus 81 aos, seu plano de ação para os próximos 12 meses.

Batizado de “São José, do tamanho do seu futuro”, o projeto inclui ações estratégicas, feiras, shows e eventos como forma de estimular o comércio e aquecer a economia do município.

O evento de lançamento do projeto acontece a partir das 19h no auditório do campus Colina da Igreja da Cidade.

“O país vive um período de recessão que exige que entidades classistas como a ACI se esforcem para criar condições para que a economia reaja, para que nossos associados possam enfrentar e superar esses tempos difíceis. Esse plano de ação tem essas características”, disse o presidente da entidade, Felipe Cury.

Felipe Cury, presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos Crédito: Adenir Britto/PhotoUP Brasil

Felipe Cury, presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos
Crédito: Adenir Britto/PhotoUP Brasil

O projeto incentiva o consumo em São José e envolve os três setores ligados à ACI: comércio, indústria e serviços. Um dos destaques do plano de ação é, por exemplo, a campanha de Natal, que sorteará um carro produzido em São José para consumidores que fizerem suas compras em lojas associadas à ACI. “São José produz muitas coisas. Nós temos que fazer a roda da economia girar”, disse Cury.

Segundo a ACI, São José tem mais de 30 mil empresas que geram, juntas, mais de 187 mil empregos. A cidade está entre as 20 primeiras no Mapa do PIB do Brasil, à frente de 15 capitais.

Evento

A festa pelos 81 anos da ACI terá uma atração extra, um talk-show com três estrelas do esporte de São José: Fabíola Molina, André Azevedo e Edvar Simões. Além de relembrar suas carreiras de sucesso, eles falarão também sobe um tempo importante no esporte, na vida e no mundo empresarial: superação.

O evento tem entrada gratuita. Aberto a associados da ACI, mediante reserva antecipada pelo site www.acisjc.com.br.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Daniela Borges