Artigo aborda etiqueta na internet

NETiqueta: sua conduta na internet

por Silmara Adad

A cada dia a vida moderna nos exige agilidade na tomada de decisões. Sejam elas pessoais ou profissionais. Uma ferramenta que ninguém consegue imaginar viver sem é a internet. Com ela nos conectamos em qualquer lugar do mundo. Eu disse, do mundo! Pode parecer clichê esta afirmação, porém nem todos se dão conta disto.

Cada palavra escrita, cada foto postada, cada vídeo compartilhado revela muito sobre cada indivíduo. Se para conviver em qualquer sociedade precisamos seguir algumas regras, o mesmo ocorre na sociedade virtual. Cuidar da sua conduta, comportamento e imagem garante credibilidade. E-mails, redes sociais e mensagens em WhatsApp também exigem um comportamento educado e respeitoso entre todos. Para o profissional que deseja firmar sua conduta profissional sólida, não é aconselhável utilizar e-mails corporativos para assuntos particulares. Vejam algumas dicas rápidas:

E-mail: revisar o texto para evitar erros de português, conferir os anexos que serão enviados bem como destinatários e ser objetivo no assunto e no conteúdo parece básico, mas há quem esqueça destes detalhes relevantes. E-mail é considerado documento, segundo o Código Civil brasileiro, portanto exige certa dose de formalidade.

WhatsApp: há quem afirme que o uso do e-mail pode estar caindo em desuso e sendo substituído pelas mensagens do aplicativo WhatsApp. Acredito que em muitos casos sim, mas algumas regras para esta ferramenta também precisam ser levadas em consideração. Não perder o foco do tema do grupo que participamos, por exemplo, é no mínimo educado e faz com que os participantes não o achem uma pessoa desagradável. Se você pretende tratar de algo particular com alguém do grupo, envie mensagens para esta pessoa em questão e não para que todos do grupo. Piadinhas e fofocas em mensagens profissionais por este meio também não é bem visto. Há casos de demissão por justa causa pelo teor das mensagens trocadas e a justiça está bastante atenta a estas questões.

Redes sociais: é ótimo interagir, brincar e até mesmo atualizar-se por meio delas. Mas não devemos esquecer de tomar o devido cuidado com as fotos que postamos. Fotos em baladas com copo de bebida na mão a todo momento, de biquíni mostrando o corpo e comentários que demonstrem qualquer tipo de preconceito contam pontos negativos a seu favor. Certamente em meio aos seus contatos particulares com amigos e familiares, certamente algum colega de trabalho, chefe, cliente, fornecedor podem estar entre os seus “amigos” nas redes sócias. É bem diferente de uma rede profissional, como o LinkedIn, que deve ser usada exclusivamente para fins profissionais.

A internet é universal e não local. O mundo está de olho no seu comportamento. E ninguém, quer passar uma imagem descuidada, não é mesmo? Profissional bom de verdade dedica atenção a tudo o que faz e pessoas agradáveis, gentis e educadas são bem vem vistas no mundo offline e online em qualquer lugar do mundo. Reforce sua conduta e garanta sucesso e muita visibilidade positiva aonde quer que esteja!

*Silmara Adad é supervisora do curso de Etiqueta e Comportamento Corporativo do Centro Europeu (www.centroeuropeu.com.br)

Fonte: Caroline Rodrigues – P+G Comunicação Integrada

Coluna {De dentro pra fora}

A lista dos nãos

O que a gente mais gosta de fazer nesta época do ano? Listas!
Lista de pendências para acabar o ano, lista de prioridades, lista de presentes, lista do supermercado, lista de metas para o próximo ano. E por aí vai…

Para entrar no clima e não quebrar sua rotina com um textão (sei que todos estão naquela correria-fim-de-ano), decidi montar minha listinha para a coluna do mês. Vai ser a ~Lista do que não fazer em 2017~.

1 – Não comece o ano sem definir os objetivos de comunicação.

2 – Não faça um planejamento sem realmente entender a cultura da sua empresa (eu espero do fundo do coração que você já tenha um planejamento de comunicação para o próximo ano).

3 – Não gaste tempo desnecessário com atividades que não resolvam os problemas definidos em seu planejamento.

4 – Não faça nada sem sair do seu lugar de “comunicador” e se colocar no lugar do seu público. Não se esqueça de que o principal objetivo é que eles entendam, não você.

5 – Não deixe a liderança de lado. Pelo contrário, incentive, treine, promova a comunicação dela com suas equipes.

6 – Não caia no erro de construir mensagens lindas que não sejam sustentadas pelas ações e práticas corporativas. O dia a dia diz muito mais que nossas palavras.

7 – Não permita que a Comunicação Interna seja apenas o e-mailzinho e o jornalzinho. Eleve a CI para o nível estratégico, faça a presidência entender como nós podemos contribuir para o negócio.

8 – Não siga “tendências de mercado” só porque são tendências. Seja analítico e reflita se aquilo realmente faz sentido para a cultura da empresa, os públicos e segmento do negócio.

9 – Não subestime seu público. Não deixe de entender suas aflições, necessidades de informação e sempre promova o diálogo na organização.

10 – Não se esqueça de agradecer a sua agência, os seus colegas de trabalho e todo mundo que ajuda a encarar os desafios.

Que 2017 seja um ano surpreendente!
Que a gente aprenda a falar mais não e focar no que realmente é importante.

Editora abre vaga

Editora santuário abre vaga

Editora Santuário está com processo seletivo aberto para Analista de Ecommerce.

Enviar currículos para <sheila.amaral@editorasantuario.com.br> até o dia 05/01.

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Na onda de Star Wars

Criatividade até para anunciar o recesso!

Para anunciar o período de recesso da agência, o pessoal da Tríadaz entrou no clima de Star Wars, enviando este email para fornecedores e clientes, totalmente inspirado na saga.

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Já a fanpage da agência, publicou um vídeo com o típico texto inicial dos filmes:

https://www.facebook.com/triadaz/videos/vb.245297072161315/1084387754918905/?type=2&theater&notif_t=scheduled_post_published

 

{De dentro pra fora}

De dentro pra quê? Calma, gente. Vocês já vão entender o motivo desse simples nomezinho. Esta coluna terá a missão de falar sobre Comunicação Interna, com o grande desafio de provar que CI (a partir de agora, CI será Comunicação Interna pra gente, ok?) não precisa ser chata. Isso mesmo: CI sem chatice!

Vitor coluna

O funcionário vem em primeiro lugar

Antes de tudo, precisamos entender a importância que a CI pode ter para uma empresa. Sabe quando você vai fazer trabalho em grupo e tem aquele colega bem legal que não faz a parte dele direito? Aquele que só atrapalha, faz piada fora de hora, é preguiçoso. Enfim, ele não está envolvido com o trabalho, não está engajado. As empresas têm o mesmo problema: funcionário sem engajamento. E funcionário sem engajamento não veste a camisa, não se esforça, não tem proatividade, não colabora. Isso afeta no clima de trabalho, no desenvolvimento da equipe e, claro, nos resultados.

E o que a comunicação tem a ver com isso? Tudo! Além de informar as coisas básicas do dia a dia, a CI tem a difícil missão de envolver esse colega desorientadinho do grupo. Ou seja, ela precisa estabelecer um diálogo com o funcionário, trazê-lo para perto da empresa, fazê-lo entender as decisões, envolvê-lo e convencê-lo de que ele é importante. Isso só é possível se a gente for além do jornalzinho e do e-mailzinho, concorda? Afinal, todas as experiências dele na empresa serão compartilhadas com a família, com os amigos e nas redes sociais. Ele é a melhor propaganda da empresa! E também interfere na imagem dela perante o mercado.

Quando a Comunicação Interna é estratégica, ela ganha visibilidade e reconhecimento dentro da empresa. Deixa de ser algo do dia a dia e vira uma área fundamental para o sucesso do negócio. Golaço! Pode comemorar.

Supera cria ação interna para Tenaris

Essa vem direto do site da Supera

Supera e Tenaris em campanha sobre e-mails

Para conscientizar seus funcionários sobre o uso adequado do e-mail, a Tenaris colocou no ar a campanha “Pense 2 vezes antes de enviar”, criada pela Supera Comunicação. O conceito explora diferentes situações em que o funcionário consegue refletir e identificar a diferença entre cheio e vazio, trazendo essa comparação para a caixa de e-mails: se uma fila de banco lotada não é legal, a fila de e-mails não lidos também não é. Com uma abordagem descontraída e leve, a campanha trazia essas diferentes reflexões e incentivava os funcionários a reverem a necessidade do e-mail, além de reforçar as outras ferramentas de comunicação da empresa.

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