Vaga aberta para estágio em marketing

Empresa busca estagiário para o marketing

O Colégio Tableau de Taubaté busca um novo estagiário para sua área de marketing.

Empresa contrata para atuar em marketing

Vaga em marketing

A Panorama Sistemas Integrados está procurando um profissional para integrar seu time de Marketing, com foco de atuação na área de Negócios.

A empresa quer uma pessoa dinâmica, com excelente habilidade de comunicação escrita e verbal. Seu papel envolve criação de material de marketing e atendimento ao cliente.

Aprendizado, muito desenvolvimento e oportunidade de crescimento profissional.

Envie seu currículo para: tainara.guimaraes@panoramasi.com.br

Tecnologia como forte aliada na comunicação

Tecnologia, uma aliada na gestão da comunicação das empresas

*Por Adriana Bombassaro Alexandre

A falta de comunicação é um problema que atinge grande parte das organizações e que, infelizmente, só é notado quando situações indesejáveis como perda de clientes, desperdício de oportunidades ou algo de grande impacto acontece. E o problema não está só da porta para fora – a falta de eficiência e transparência na comunicação resulta, muitas vezes, em conflitos internos e profissionais desmotivados, ocasionando ainda mais desafios para uma companhia. Segundo pesquisa realizada pela Aon Hewitt – consultoria em benefícios e capital humano – um colaborador desengajado pode afetar em até U$ 10 mil o lucro anual de uma empresa. Assim, é fundamental analisar o melhor método de trabalhar a comunicação organizacional, a fim de evitar situações que comprometam a estratégia do negócio.

Para isso, contamos com as mais diversas tecnologias, como a TV Corporativa, que já está presente no dia a dia das pessoas e é por meio dela a melhor forma de comunicar e engajar os públicos de interesse dentro de uma organização. Quando desejamos trabalhar a comunicação interna é preciso entendê-la como uma ferramenta que atuará diretamente na gestão do negócio, de maneira a transmitir as mensagens e objetivos da empresa, além de melhorar o clima organizacional incentivando as práticas de endomarketing e oferecendo, inclusive, entretenimento aos colaboradores.

No entanto, para que a comunicação atinja seu objetivo é preciso que todos os envolvidos recebam as mesmas informações. Em uma fábrica, por exemplo, na qual nem todas as pessoas têm rápido acesso à internet, os murais digitais são excelentes opções para disseminar as mensagens de maneira ágil, personalizada e exclusiva. Além disso, essa solução também é um excelente meio de potencializar a comunicação, não apenas interna, como também a externa.

Quando falamos com os públicos que não estão dentro da companhia, também é necessário pensar na melhor solução. Nos casos de locais com grande fluxo de pessoas ou com grandes filas de espera – como shoppings centers e bancos – o mais indicado para reter a atenção das pessoas é a utilização da TV Indoor. Utilizando um monitor, a solução permite a transmissão de conteúdos segmentados para o consumidor de maneira muito rápida e atrativa. Já quando o desafio é alavancar vendas, a Vitrine Digital é uma ótima opção, visto que promove um produto ou serviço por meio de televisores ou painéis, contribuindo para a fixação da marca com seus públicos.

Situações, públicos e desafios diversos exigem diferentes formas de comunicação, por isso é extremamente importante analisar a melhor estratégia de canais e mensagens. Além disso, também é necessário um bom planejamento de comunicação, que contemple todos os pontos acima. Ele será um poderoso aliado da gestão, do fortalecimento das equipes e atingimento das metas que, em grande parte, estão atreladas ao aumento das vendas e consequentemente do lucro da empresa. Então, a dica é estudar seus planos e objetivos detalhadamente antes de escolher uma solução e sempre acompanhá-la de perto, garantindo assim o melhor desempenho e a fluidez da sua comunicação.

*Adriana Bombassaro Alexandre é Diretora de Produtos da Teclógica

Coluna Propaganda&Arte

A arte de criar valores falsos, mas bonitos para as marcas

Atualmente as empresas mais valiosas do mundo são Google, Apple e Amazon, respectivamente. Será que as empresas mais valiosas do planeta também são as que possuem os melhores valores para o planeta?

Toda empresa bem estruturada possui uma missão, visão e valores. Frases como: “Somos uma empresa sustentável”, “Nossa equipe prioriza materiais ecológicos”, “Nossos processos são transparentes”, são apenas algumas das mentiras que lemos muitas vezes em sites ou nas recepções das empresas. Mas se tudo isso é mentira, nós, publicitários, também somos culpados disso e eu explico porquê.

Quando se constrói uma empresa, pensa-se em tudo, inclusive na marca e nos valores que irão direcioná-la. O problema é que esses valores precisam vir antes das ações da empresa e não depois que já está em movimento e produzindo, para não se tornar uma camada artificial, cheia de propaganda bonita e frases “da moda” para vender algo que não é a essência da empresa.

Se a marca diz ser sustentável, mas não prova isso em nenhuma ação, seus vídeos, anúncios ou posts perdem peso e não são mais valorizados pelo público. Uma hora a verdade aparece e o que era um ponto positivo pode se tornar uma grande propaganda negativa.

A Google, empresa que mais valorizou nos últimos anos, tem se mostrado extremamente útil para as pessoas, investe em tecnologia, comunicação, se mostra muito preocupada com o futuro e a cultura. Muitas ações dela provam isso, como os ambientes de trabalho descolados, mais relaxados e divertidos que os padrões normais que imperam nos escritórios em todo o mundo.

As pessoas possuem valores e, por isso as marcas também devem ter. Isso ajuda na comunicação, na escolha das imagens, nas pautas, nas lutas, nas ações que devem ou não devem ser apoiadas. Se as empresas estão ainda batendo cabeça com assuntos polêmicos é porque não conseguem mostrar suas essências, onde querem chegar e como.

O futuro será de empresas que realmente são úteis para a humanidade com valores que a maioria concorda e defende. Ainda não vivemos 100% esse mundo, mas alguns fatos apontam para um dia em que você só irá consumir produtos de empresas que estão totalmente alinhadas com a sua forma de viver e entender o mundo. Ou seja, os valores das empresas serão os itens mais valiosos nas prateleiras dos supermercados.

As três fases de uma empresa

Criança, adolescente ou adulta: as 3 fases do desenvolvimento de uma empresa

por Luiz Fernando Garcia

Existe uma maneira eficiente e certeira de aumentar a capacidade gestora e transformar a realidade de uma empresa. É o que eu consigo fazer por meio do meu trabalho, aplicando as escolas da psicologia contextualizadas ao ambiente de gestão e negócios. E um dos passos fundamentais para conseguir isso é identificar a fase em que se encontra uma empesa: criança, adolescente ou adulta. Para isso, é preciso fazer algumas perguntas simples e se basear nos sintomas que a empresa apresenta.

Obviamente, existem diversos fatores a serem analisados dentro de uma corporação para definir em qual destas fases ela está. Elas geralmente duram de cinco a sete anos, mas há momentos em que suas características se confundem. Por esse motivo, comumente nos deparamos com empresas que possuem 20 anos, mas que trazem características típicas da fase criança.

As 3 fases e seus sintomas

Um dos sintomas de uma empresa criança é a presença do “showman”, ou seja, o proprietário empreendedor. Essa pessoa apresenta uma carga horária de trabalho que vai de 12 a 17 horas por dia. O showman carrega a empresa para casa, para o banho, e isso vai engolindo a vida dele. Esse período costuma durar até 7 anos, mas pode ser de apenas 3 anos em empresas de tecnologia.

Na segunda fase, a adolescência, já começa a surgir alguma sobra de dinheiro. Neste momento, surge um sintoma muito típico, que eu chamo de “nós contra eles”. Esse sintoma é visto nas primeiras crises na equipe de liderança. Em meio a esses problemas, se o dono não estiver preparado para mexer corretamente nas cabeças da empresa, o melhor da equipe se perde e essas pessoas vão embora. É também na adolescência que surge uma escassez de profissionais qualificados, e por isso é necessário investir em treinamento.

Se tudo correr bem nessas duas primeiras fases, surgem as dificuldades da fase adulta. É aí que desavenças entre os sócios e a alta liderança começam a aparecer, e surge a necessidade de fazer reuniões de feedback, por exemplo, além de análise de competências para formar um time com mais autonomia.

Na medida em que você sabe diagnosticar em que fase está a sua empresa, você consegue determinar qual a prioridade e os planos de ação necessários para evoluir o negócio. Existe uma ferramenta capaz de diagnosticar em que fase está a empresa, com base em algumas perguntas. Você pode acessá-la aqui. Com essa análise, você vai saber verdadeiramente as suas prioridades de ação, e entender se ela está propensa a quebrar ou crescer nos próximos anos.

Fonte: Grecia Baffa – Sigma Six Comunicação

Sorvete na chapa é atração no Bacon e Beer

Enrolados Ice é destaque no festival de Food Trucks

A empresa especializada em sorvete na chapa será atração no maior Festival de Food Trucks da região, o Bacon e Beer nas Alturas, que acontece de quinta (25/05) a domingo (28/05), das 11h às 22h, no Via Vale Garden Shopping, em Taubaté. A Enrolados Ice é uma novidade que chegou há pouco tempo no Vale do Paraíba e já está conquistando o público gastronômico e de eventos em geral, com um novo conceito para realização desse serviço.

Sobre a Enrolados Ice
É uma empresa especializada em sorvetes na chapa, inspirada em uma técnica asiática tailandesa. Trata-se de uma bicicleta – estilo Food Bike – em que são servidos sorvetes feitos artesanalmente, de maneira única. Eles ficam enrolados, como nas fotos anexadas. Além dos inúmeros sabores oferecidos, é possível agregar frutas ou chocolate na preparação.

Fonte: Gabriela Galvão

IV Meeting Universidade e Empresa UNITAU

Trocando experiências com o mercado

No dias 09 e 10 de maio de 2017, a Universidade de Taubaté realizará o IV Meeting Universidade e Empresa UNITAU, evento que acontecerá no Departamento de Arquitetura da Universidade de Taubaté, das 19h às 21h30.

O Meeting é uma importante oportunidade de aproximar Universidade e diferentes segmentos do mercado, uma vez que coloca em contato profissionais de diversas esferas de atuação, alunos e professores da Universidade. O objetivo do evento é abrir espaço para um diálogo amplo sobre o que a sociedade espera do profissional de cada área e sobre o papel da Universidade em relação a essas expectativas. Para isso, o formato escolhido para o evento é a mesa redonda, em que os convidados poderão conversar e interagir com o público, contando suas experiências profissionais e enfatizando os desafios e as possibilidades da atuação em sua área profissional. Cada mesa contará com um professor da Universidade, que atuará como mediador, ficando responsável pela organização da fala dos convidados (cerca de 6 profissionais comporão cada mesa) e pela interação com o público.

O evento é gratuito, tanto para empresas/profissionais convidados, quanto para o público, e a Universidade emitirá certificados de para todos os participantes.

Coluna {De dentro pra fora}

A lista dos nãos

O que a gente mais gosta de fazer nesta época do ano? Listas!
Lista de pendências para acabar o ano, lista de prioridades, lista de presentes, lista do supermercado, lista de metas para o próximo ano. E por aí vai…

Para entrar no clima e não quebrar sua rotina com um textão (sei que todos estão naquela correria-fim-de-ano), decidi montar minha listinha para a coluna do mês. Vai ser a ~Lista do que não fazer em 2017~.

1 – Não comece o ano sem definir os objetivos de comunicação.

2 – Não faça um planejamento sem realmente entender a cultura da sua empresa (eu espero do fundo do coração que você já tenha um planejamento de comunicação para o próximo ano).

3 – Não gaste tempo desnecessário com atividades que não resolvam os problemas definidos em seu planejamento.

4 – Não faça nada sem sair do seu lugar de “comunicador” e se colocar no lugar do seu público. Não se esqueça de que o principal objetivo é que eles entendam, não você.

5 – Não deixe a liderança de lado. Pelo contrário, incentive, treine, promova a comunicação dela com suas equipes.

6 – Não caia no erro de construir mensagens lindas que não sejam sustentadas pelas ações e práticas corporativas. O dia a dia diz muito mais que nossas palavras.

7 – Não permita que a Comunicação Interna seja apenas o e-mailzinho e o jornalzinho. Eleve a CI para o nível estratégico, faça a presidência entender como nós podemos contribuir para o negócio.

8 – Não siga “tendências de mercado” só porque são tendências. Seja analítico e reflita se aquilo realmente faz sentido para a cultura da empresa, os públicos e segmento do negócio.

9 – Não subestime seu público. Não deixe de entender suas aflições, necessidades de informação e sempre promova o diálogo na organização.

10 – Não se esqueça de agradecer a sua agência, os seus colegas de trabalho e todo mundo que ajuda a encarar os desafios.

Que 2017 seja um ano surpreendente!
Que a gente aprenda a falar mais não e focar no que realmente é importante.

Pesquisa mostra confiança estável

Pesquisa da ACI revela estabilidade das empresas para o semestre

O Índice de Confiança dos Empresários, pesquisa realizada semestralmente pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, apontou para uma estabilidade do mercado, com uma advertência: o cenário ainda é delicado, refletindo o período de recessão pelo qual atravessa o país.

A pesquisa do Índice de Confiança do Empresário da ACI apresenta 90% de nível de confiança e 5% de margem de erro.

Pelo levantamento, 41% dos 265 empresários entrevistados têm uma visão otimista em relação à economia brasileira frente a 32% que acreditam que a situação deve permanecer a mesma e 17% que estão pessimistas.

021---Infografico

Já em relação a São José dos Campos, a expectativa é diferente. Respondendo sobre suas expectativas para os próximos seis meses em relação ao município, apenas 23% dos empresários estão otimistas, frente a 49% que acreditam que não haverá mudanças e 19% que se declararam pessimistas.

Vendas. Em relação às vendas do último semestre, 36% consideraram os números estáveis frente a 32% que classificaram as vendas como ruins e apenas 11% que definiram o movimento como bom. Para o segundo semestre de 2016, os índices oscilam pouco: 34% acreditam que serão as vendas serão boas, 36% acham que elas serão estáveis e 14% têm uma expectativa ruim.

Quanto aos investimentos, no entanto, existe um certo receio do empresariado local em razão da crise que ainda atinge o país. Somente 24% dos entrevistados afirmaram que vão realizar investimentos no segundo semestre de 2016, 21% não souberam ou quiseram avaliar e 36% disseram que é improvável a realização de novos investimentos.

“O panorama geral do resultado do último semestre não foi satisfatório e para os próximos seis meses, apesar de haver uma expectativa de melhoria, o cenário ainda é pessimista”, disse o presidente da ACI, Felipe Cury.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Daniela Borges