Vida acelerada impõe inovações

Velocidade na vida dos consumidores e empresários impacta ritmo da inovação das corporações

Pesquisa aponta como esses públicos encaram as mudanças provocadas pela conectividade

Grandes mudanças estão acontecendo no plano pessoal e social e as pessoas estão passando por transformações drásticas em seus valores, percepções e formas de relacionar com si e com o mundo. Que tipo de ser humano está sendo construído nesse novo contexto e qual impacto esse cenário provoca no consumo e relacionamento com as marcas? No intuito de ser um “abridor de latas da consciência”, a Officina Sophia Minds & Hearts, empresa pertencente à HSR Specialist Researchers, desenvolveu a pesquisa Uma Vida Conectada para entender como as pessoas estão se relacionando com a velocidade das transformações e se estão se sentindo beneficiadas com esse novo cenário.

Para a maior parte das 2.650 pessoas entrevistadas em todo o Brasil, com idade entre 18 e 49 anos, das classes ABC, a velocidade não é inimiga da perfeição. O estudo detectou que 60% dos respondentes admitem que estão fazendo as coisas de forma mais rápida e melhor do que há cinco anos, e este índice eleva-se entre os mais jovens (69%). Mais do que isso, elas acreditam que, de maneira geral, estamos todos nos sentindo beneficiados e nos transformando com o momento atual.

Ao mesmo tempo em que as pessoas sentem-se beneficiadas com a velocidade, elas exigem que suas respostas sejam na mesma medida (demandam que Indústria, Varejo, Serviços e os meios de comunicação estejam sintonizadas a velocidade que já vivenciam nos seus mundos individuais). No entanto, esse ambiente tem contribuído para aumentar a ansiedade, um dos “efeitos colaterais” da velocidade. Ansiedade ainda é um sentimento “novo” para as pessoas, administrar e compreender as suas facetas é difícil e, assim, grande parte delas não sabe como capitalizar o sentimento para favorecer a sua criatividade.

Como ficam as empresas nesse novo mundo? Com maior acesso à informação e contato com inovação, a capacidade de rápida transformação passa a ser exigência dos consumidores, que acham as empresas lentas em relação ao ritmo de novidades demandadas pelo mercado.

Os empresários também foram ouvidos na pesquisa e, para eles, a velocidade das transformações pode ser aliada. Mas 38% admitem que estão aquém do que o público – e eles mesmos – esperam. Para 52%, a velocidade das mudanças em suas empresas fica na média do mercado. Apenas 10% se acham na vanguarda.

“O desafio para as empresas é entender como essas mudanças afetam seu negócio e que ele, empresário, deve estar atento a essa visão e ao novo consumidor. É imperativo ter maior compreensão da mudança que está ocorrendo no ‘sistema operacional’ dos indivíduos. Da mesma forma, para os profissionais, de maneira geral (seja empresário, seja consumidor), é fundamental estar aberto a grandes transformações pessoais e corporativas, buscar novas visões e conhecimentos e entender com mais profundidade o indivíduo que está por trás do consumidor”, analisa Naira Maneo, sócia-diretora da Officina Sophia Minds & Hearts, responsável pela pesquisa. Por fim, ela dá um conselho: “Aproveite as mudanças e mostre sintonia com os novos momentos para gerar identidade”.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

Para entender o novo marketing

ACIT oferece treinamento de Gestão de Marketing 4.0

Atendendo as demandas do mercado e sempre de olho nas novidades, no próximo dia 27 de setembro a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) oferece o treinamento Gestão de Marketing 4.0.

Durante o curso, os participantes irão receber noções de como alcançar seus clientes de maneira efetiva com as mudanças trazidas por essa nova era do mundo digital e como isso influencia o marketing nas empresas.

Dentre os tópicos que serão abordados estão: o marketing 4.0; a melhora do desempenho da empresa; e o marketing de conteúdo.

O treinamento tem carga horário de 3 horas e será ministrado por Victor Chinaglia, consultor especialista em Marketing, mentor, professor e palestrante com vinte anos de experiência nas áreas de marketing, branding e comunicação.

Acontecerá no auditório da ACIT das 19h às 22h e é aberto à todos os interessados, mas as vagas são limitadas. Associados tem desconto na inscrição, que deve ser realizada pelos telefones (12) 2125-8210/8211, whatsapp (12) 99189-7964 ou pelo e-mail cursos.acit@taubate.com.br.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

SJCampos vai receber feira estudantil

São José dos Campos é a primeira cidade do interior a receber a maior feira estudantil da América Latina, a EXPO CIEE

Expectativa é reunir cerca de 10 mil pessoas no Centro de Formação do Educador – CEFE

São José dos Campos, 13 de setembro de 2018 – São José dos Campos (SP) é a primeira cidade não capital a receber o maior evento estudantil da América Latina, a Feira do Estudante EXPO CIEE. De 28 a 29 de setembro a expo, que possui entrada gratuita, deve reunir cerca de 10 mil pessoas no Centro de Formação do Educador (CEFE) para capacitações, direcionamento profissional, contratações e oferta de vagas de estágio e aprendizagem.

Realizada pelo CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), entidade com mais de 54 anos de experiência em programas de aprendizagem e estágio, a EXPO CIEE busca promover um encontro entre empresas e instituições de ensino, ampliando a visão dos jovens sobre formação acadêmica e crescimento profissional. “São José dos Campos foi escolhida para sediar o evento por ser uma das principais cidades de São Paulo, com um polo tecnológico muito forte e grandes universidades. Nosso papel é oferecer o máximo de informação para os jovens e aproximá-los de algumas das maiores empresas do país, onde podem ter oportunidade de fazer estágio e desenvolver uma carreira”, afirma Marco Panza, supervisor de feiras do CIEE.

Durante os dois dias de evento, os visitantes terão acesso a 30 expositores e cerca de 40 palestras que abordarão temas como orientações sobre carreiras, mercado de trabalho, além de dicas para o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), opções de intercâmbio, dentre outros.

Inscrições:

A participação na 1ª EXPO CIEE São José dos Campos é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site www.ciee.org.br/portal/hotsites/expociee2018/site/index.html

Outras novidades sobre a feira também podem ser acompanhadas pelas redes sociais
https://www.instagram.com/expociee/

https://www.facebook.com/expociee/

Serviço:

1ª EXPO CIEE São José dos Campos

Data: 28 e 29 de setembro

Horário: 10h às 18h

Local: CEFE – Centro de Formação do Educador (Av. Olivo Gomes, 250, Santana – ao lado do Parque da Cidade)

Dança das cadeiras

E tem mais novidades no mercado de comunicação

Tem mais movimentação no mercado de comunicação do Vale do Paraíba. Os movimentos acontecem em agência, veículo e empresa.

Confira:

Gabriela Couto é a mais nova estagiária de Relações Públicas na Embraer, em São José dos Campos.

Já Clara Casagrande assumiu vaga de estágio em marketing na Pensare.

E pelos lados do Santuário Nacional de Aparecida, Taiana Moura assume o cargo de Analista de Mídias Sociais.

O humano mesmo no digital

A transformação é digital, mas o fator ainda é humano

por Federico Grosso*

Quando se fala em transformação digital – já há algum tempo -, o uso e implementação das tecnologias em voga são rapidamente associados e dados como passos principais. No entanto, passada a fase do buzz inicial em torno do tema, as empresas vêm, mais recentemente, sendo pressionadas para efetivamente fazer a grande virada e executar suas estratégias de transformação. Muitas ainda nem começaram. Tantas outras se perderam no caminho.

Passou da hora de entender o porquê. E me arrisco a dizer que grande parte do problema é o não entendimento da força motriz de qualquer processo real de transformação: as pessoas. Mais precisamente no mundo corporativo: a força de trabalho.

No entanto, esta outra metade da equação é bastante complexa. Consiste em atrair as pessoas certas e prepará-las para o futuro – algo que, a exemplo de investimentos em recursos tecnológicos, devem ser grandes prioridades para os líderes. Sempre me surpreendo com o esforço que as marcas fazem ao investir na escolha de tecnologias, sem pesar o impacto do talento na execução de todo o grande plano.

A estratégia de talentos e de negócios: paralelas e perpendiculares

Uso aqui nosso próprio exemplo. A Adobe de hoje não existia há sete anos. Todos se lembram: vendíamos caixas com softwares, com atualizações a cada 12 ou 18 meses. Queimamos nossos próprios barcos para fazer a virada. Fomos sinceros com nós mesmos e com o mercado. Sabíamos que seria uma transformação complexa e isso exigiu mudanças em toda a organização, envolvendo estrutura, habilidades e competências.

Os números de evolução do negócio vieram antes do previsto. Foi uma mudança cultural. Foi uma mudança liderada por pessoas e para pessoas.

Muitas vezes, seguir o caminho da transformação não significa uma correção de rumo, mas sim a evolução diante das tendências que se apresentam e visão de futuro. O exercício fiscal de sua empresa pode ter encerrado o ano com números incríveis em todas as linhas, mas não se pode fechar os olhos para o que está por vir. Ou de como o que está por vir pode representar ainda mais ganhos para todo o ecossistema da companhia.

Embora as decisões de tecnologia de uma organização geralmente sejam da TI ou do CTO, as pessoas que mais as sentem – os usuários – nem sempre têm clareza ou visão do que se espera delas – uma vez que é da natureza humana evitar a mudança. Mudar é difícil – ainda que essencial para a sobrevivência de muitas marcas. Mexe com a cultura da empresa. Com o mercado. Com pessoas. E é aí que está o real desafio de conduzir a transformação digital.

Internamente, precisamos fornecer aos colaboradores o conhecimento e as habilidades necessárias para dar vida à estratégia comercial. Como gestor de um time, é preciso continuamente mostrar o cenário completo e o caminho a ser seguido até que todos, inclusive os gestores, perguntem-se: “como estou trabalhando coletivamente para chegar lá?”

O poder das redes

Pessoas engajam pessoas, por isso identifique quem são os primeiros simpatizantes da transformação dentro da organização e dê voz a eles. Uma ideia pode até ocorrer em silos, mas a mudança é moldada e efetiva quando espalhada em redes. Elas ajudarão a impulsionar a mudança e podem mostrar na prática o que a estratégia organizacional geral significa. Além disso, esteja ciente de que uma pequena porcentagem de indivíduos “pessimistas” pode inviabilizar a capacidade de uma organização de seguir uma nova direção. Se você consegue de 80% a 90% do time apoiando a mudança, ótimo, mas há uma parte de sua força de trabalho que nunca chega lá.

Storydoing > Storytelling

Recentemente, em nosso evento anual de Digital Marketing – o Adobe Summit – tive o prazer de ouvir do Jensen Huang, CEO da Nvidia, no palco, uma frase inspiradora: “não há outro caminho para a transformação do que arregaçar as próprias mangas”. Se como dito acima, ‘pessoas engajam pessoas’, os líderes são peças fundamentais nesse processo.

Eles são o exemplo

Um estudo recente da Wunderman descobriu que apenas 42% das pessoas dentro das organizações se veem como transformadoras, o que, em outras palavras, significa que apenas uma parcela menor de pessoas se sente à vontade para experimentar coisas novas e assumir riscos. Além disso, 72% das organizações não sacrificam benefícios de curto prazo para ganhos de longo prazo. Então, isso levanta a questão: “como você mantém os funcionários envolvidos? Como você os lidera para a transformação?”

As empresas que já estão no mercado há algum tempo, que viram dias bons e dias ruins, estão bem posicionadas para ver quando e onde a mudança é necessária. Geralmente, a maneira de manter os colaboradores engajados é garantir que eles estejam construindo uma cultura que pode mudar, mas os valores permanecem os mesmos, pois empresas que duram muito tempo estão realmente se mantendo fiéis a seus valores centrais.

As marcas também precisam construir uma cultura que abrace a diversidade e a inclusão, porque trazer perspectivas diferentes será a chave para o sucesso de uma empresa. Como temos uma grande variedade de clientes, também precisamos de uma grande variedade de pessoas, sendo que diversidade e inclusão dizem respeito a todos. Todos devem sentir que têm a oportunidade de participar. E é preciso haver sistemas e processos para permitir que todos participem.

Transformar é penoso. Leva tempo. Se o ‘x’ da questão é descobrir as tecnologias emergentes que melhor se encaixam para o negócio, o ‘y’ é a força de trabalho. Sem o componente humano, a conta nunca fecha.

*Federico Grosso é vice-presidente e diretor geral da Adobe para a América Latina.

Fonte: RMA Comunicação – Alisson Costa

Tecnologias, comunicação, empresas, clientes e eficácia

Tecnologias tornam a comunicação entre empresas e clientes mais eficaz mesmo em momentos de crise

* Por Cassio Bobsin

Em momentos de graves crises, a comunicação pode se perder em meio ao caos, gerado principalmente pela falta de informação qualificada e preocupação quanto aos seus impactos. Na última greve que o País enfrentou, a paralisação dos caminhoneiros por dez dias, houve desabastecimento em vários setores e um impacto de R$ 280 milhões no comércio eletrônico, de acordo com a consultoria Ebit. Impressionante, não? E observe que estou falando apenas do universo online.

Imagem: Pixabay

Pensando de forma mais ampla e ainda considerando a recente greve para isso, vale destacar que não só negócios foram afetados, mas a rotina da população também foi modificada. Muitas pessoas não conseguiram chegar ao trabalho por falta de transporte ou combustível – a Prefeitura de São Paulo, por exemplo, suspendeu o rodízio no dia 24 de maio devido à redução de 40% na frota -, atividades produtivas em montadoras foram afetadas e entregas foram suspensas pelos Correios, o que ainda gera insegurança próximo a uma data bem importante para o comércio eletrônico: o Dia dos Namorados.

Uma situação como a que vivemos é de extrema complexidade e requer a devida atenção, principalmente no que diz respeito ao atendimento aos cliente. Mais do que nunca, é imprescindível que as empresas adotem uma comunicação transparente, simples e eficaz com os seus consumidores em todos os canais disponíveis, seja no envio de mensagens, no site da companhia ou nas redes sociais.

As marcas também precisam ter em mente que, hoje, o mobile é o canal preferido dos clientes para se comunicar com as empresas, algo já comprovado por estudo global da Deloitte. É fácil entender essa preferência olhando dados recentes da FGV, que identificou que há no Brasil mais de um smartphone por habitante (somos mais de 207 milhões, de acordo com o IBGE).

Imagem: Pixabay

Por isso, as tecnologias feitas para os smartphones são fundamentais na comunicação de qualquer marca, ainda mais em momentos de greve. Em qualquer necessidade de negócio, o SMS e os chatbots saem em disparada, podendo evitar recompras, logística reversa e outras situações dolorosas para empresas e clientes.

O SMS pode ser implementado em minutos e tem 98% das mensagens lidas em até 2 minutos. Além disso, é uma solução de fácil utilização, não depende do pacote de dados ou de conexão e pode ser aplicada a diversos usos como, por exemplo, confirmação de consultas, horário de aula, posição de mercadoria, horário de funcionamento ou disponibilidade de produto, dentre outras muitas aplicações.

Já o chatbot é capaz de automatizar tarefas e trazer resoluções rápidas em uma conversa simples e natural com o cliente, por texto ou voz, em uma interface de chat online. A tecnologia é comum em plataformas digitais, como o Facebook Messenger, mas também pode ser aplicada a sites e plataformas personalizadas, com a identidade da empresa. E se a dúvida ou informação pedir um atendente humano, o transbordo é imediato.

Agilidade, disponibilidade e economia são outros grandes diferenciais, tanto do SMS quanto do chatbot que, combinados, garantem mensagens com performance e alcance ainda maiores. Assim, atualmente, são tecnologias de grande valor para o dia a dia de um negócio.

Com essas tecnologias, as empresas não só estreitam o relacionamento com o consumidor, mas garantem o fluxo de comunicação também em situações adversas.

* Cassio Bobsin é CEO da Zenvia, empresa líder em soluções conversacionais no Brasil

Fonte: Grupo RMA

Transformação digital e a produtividade em vendas

Aumentando a produtividade de vendas com a Transformação Digital na indústria de Bens de Consumo

* por Sandra Vaz

A Transformação Digital nasce com a adoção de novas tecnologias. Novas máquinas, IoT, IA, robots e softwares representam o primeiro passo. O segundo é envolver seus colaboradores dentro da nova realidade. Quando estamos falando da equipe de vendas, esse é um ponto ainda mais crucial.

Aumentar a produtividade em vendas é provavelmente o sonho de 10 em 10 CEOs. O crescimento em vendas é o termômetro do sucesso de uma organização, é um tema para o qual todos olham e lutam pelo crescimento. Já a produtividade é a capacidade de, com os mesmos recursos, melhorar os resultados obtidos, a margem da empresa e a Transformação Digital é um passo decisivo para essa conquista.


Sandra Vaz, Chief of Sales & Marketing da MC1

Mas quais são os impactos desse novo momento para a área de vendas? Os primeiros reflexos são, certamente, os clientes e os vendedores. Com os avanços das tecnologias, cada um deles adquire uma nova postura. Os consumidores de hoje são pessoas empoderadas, que estudam sobre seu produto de desejo na Internet e muitas vezes chegam até as lojas já com todas as informações necessárias para concluir sua compra. Eles conhecem os produtos da concorrência e lutam pelos seus direitos. Nesse cenário, os vendedores precisam estar preparados para lidar com clientes bem informados e com pouco tempo para tomar decisões.

Por outro lado, as empresas e seus vendedores também possuem informações valiosas sobre seus clientes. Através de tecnologias como big data e redes sociais, os clientes estão muito mais abertos para receber e também ceder suas informações. Na busca por uma verdadeira experiência do usuário, o cliente permite acesso aos seus perfis nas redes, dados demográficos e muito mais.

As empresas e lojas, principalmente através do CRM, conseguem traçar facilmente o perfil de cada indivíduo e ter informações como a frequência das compras, preferências de marca, etc. Os dados não são captados apenas no momento final da compra. Isso prova que, com a Transformação Digital, o processo de venda foi fragmentado, dividindo-se a responsabilidade com mais áreas da empresa, e não apenas com a equipe de vendas. O Marketing, a Logística, o Pós-Venda: tudo tem reflexos importantes no momento da venda, pois geram dados e insights poderosos para gerar uma nova venda com menos esforço e mais assertividade. Isso aumenta a produtividade sem necessariamente aumentar os custos.

Sempre com o apoio dos dados coletados, o vendedor consegue conhecer a fundo o comportamento do mercado, a jornada de compra do seu cliente e até mesmo algumas de suas informações pessoais e preferências. Cabe ao profissional aprender a utilizar esses dados para otimizar seus processos, aumentando suas vendas.

Com o desenvolvimento tecnológico, teremos ainda mais pontos de coletas de dados durante a cadeia de conhecimento, interesse e compra do cliente. Com a interpretação correta dessas informações, as empresas saberão exatamente quando o cliente precisa realizar uma nova compra, pois seu perfil já terá sido estudado e suas necessidades e dores já são conhecidas. Hoje, as empresas já conseguem trabalhar com análise preditiva de dados. Em pouco tempo, acredito que teremos números surpreendentes e uma produtividade recorde para as equipes de vendas através da inteligência artificial, imagem e voice recognition. Os ganhos passarão facilmente da ordem dos bilhões.

A Transformação Digital representa um ganho em produtividade sem precedentes para qualquer negócio. Não basta apenas conhecer as novas técnicas e receber os novos dados: é preciso redesenhar processos e aplicar as diferentes soluções e plataformas, integrando-os à rotina de suas equipes. Para isso, um bom caminho é consultar empresas especialistas no assunto. A adoção das mais recentes tecnologias pode necessitar de treinamento inicial , mas profissionais com experiência nesse tipo de implantação poderão testemunhar sobre todas as suas vantagens. A transformação começa no digital, se torna real dentro da cultura da empresa e gera resultados formidáveis e sustentáveis quando bem aplicada.

Sandra Vaz é Chief of Sales & Marketing da MC1, multinacional brasileira especializada em inteligência de vendas utilizando soluções de mobilidade corporativa. Presente em mais de 21 países com um portfólio completo para força de vendas e trade marketing suporta cerca de 50 mil usuários e é apontada pelo Gartner como líder na América Latina “Market Guide for Retail Execution and Monitoring Solutions for the Consumer Goods Industry“. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Infográfico mostra desafios da comunicação interna

2018: Desafios da comunicação interna nas empresas

Quais são os principais desafios da comunicação interna numa empresa? Por que é tão importante investir nesse setor? Não é novidade para ninguém que comunicação é essencial para uma empresa! Mas será que ela é bem aproveitada dentro das empresas? Para saber mais sobre os desafios que todas as empresas vão passar no que diz respeito a comunicação interna , o Contact Telecom preparou um infográfico mostrando aqui os desafios mais enfrentados por colaboradores da área e como melhorar afim de obter o sucesso da sua empresa ou corporação.

Veja o conteúdo a seguir:

Fonte: Assessoria de Imprensa Contact Telecom – Nayrison da Costa

Aplicativo “Boca a Boca” remunera pessoas por indicação de serviços e produtos que gerem vendas para as empresas

Projeto criado por mineiros já está no ar e garante renda extra para indicações que gerem novos negócios

Ganhar uma renda extra simplesmente por indicar um produto ou serviço! Isto é o que faz o aplicativo “Boca a Boca”, que remunera pessoas que indicam clientes para empresas e esta concretiza a venda por meio da indicação. Foi pensando nisso que o fundador Denis Miranda junto ao seu sócio Filipe Guedes criaram a nova ideia que já está em funcionamento e possui mais de 2 mil clientes cadastrados.

Da esquerda para direita – Filipe Guedes e Denis Miranda – Foto: Divulgação

Disponível nas lojas de aplicativo Google Play e Apple Store de forma gratuita, o Boca a Boca tem navegabilidade simples e é pioneiro ao remunerar em dinheiro quem o utiliza. Para utilizar o app, basta que o usuário baixe o aplicativo no seu celular, faça um cadastro e selecione a empresa que deseja fazer a indicação e informe os dados do indicado. A partir deste momento, o usuário acompanha em tempo real o status da negociação e, caso a venda seja convertida, o valor é depositado direto na conta do indicador, sem descontos e sem burocracia. A bonificação é definida pela empresa recomendada, mas o ticket médio é de R$40 por indicação que concretize em novo negócio.

A ideia de criar a plataforma surgiu em março de 2017, quando o sócio fundador Denis Miranda em busca de uma ferramenta para atrair clientes para seu call center de vendas de TV por assinatura, criou um programa interno de indicações. “Na época, os clientes que recomendassem novos compradores recebiam ate R$30,00 por indicação que concluísse em vendas. O próximo passo foi validar a ideia com outras empresas que prontamente a aderiram. Com mais instituições parceiras, convidei meu sócio Felipe Guedes que desenvolveu o app”, revela.

Com pouco tempo de funcionamento, o aplicativo já possui mais de 2 mil clientes ativos e 70 empresas cadastradas e aptas para serem indicadas. “Atualmente, temos três funcionários e dois sócios full life no projeto. Nosso objetivo é fechar 2018 com mais de 100 mil usuários, 3.000 empresas cadastradas e nos tornar a maior plataforma de marketing de indicação de Minas Gerais. E, no inicio do próximo ano, começaremos o projeto de expansão para todo o país”, conta Denis.

Cadastro de empresas parceiras

A empresa que deseja fazer parte do aplicativo “Boca a Boca” precisa preencher um formulário e pagar uma taxa anual de R$149,90. O valor da bonificação pago ao cliente indicador é definido por cada empreendimento, que faz diretamente o depósito em conta, sem intermediários. “É importante ressaltar que as empresas que comercializam produtos e serviços de valor agregado baixo ou produtos de varejo não têm perfil para utilizar nossa plataforma”, explica o sócio Filipe Guedes.

O app é um meio seguro e confiável de realizar negócios. “Atualmente, 92% da população mundial afirma confiar totalmente em indicações de amigos e familiares. Além disso, 77% dos consumidores se sentem motivados a comprar um novo produto quando este é indicado via ‘boca a boca’”, finaliza Filipe.

Fonte: Doizum Comunicações – Érika Costa

Celebra Formaturas abre vaga

Assistente de Marketing – Profissional de Relacionamento

Requisitos:
• Completo ou cursando (a partir do 5º semestre) os cursos em Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda.
• Técnicas em atendimento
• Conhecimento intermediário em Excel
• Organizado (a)
• CNH B
• Disponibilidade para viagens

Funções:
• Realizar parcerias com outras empresas
• Contato com veículos de comunicação
• Buscar marcas para ativações em eventos
• Orçamentos em fornecedores

Diferencial:
• Conhecimento em softwares de edição de imagem e vídeo.

Remuneração: Informação via e-mail
Benefícios: VT + VR (Em dinheiro)
Pagamento extra por evento.

Enviar currículo somente via e-mail
nilton.comark@celebraformaturas.com.br