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Novo player no mercado

Renata Cundari é o nome por trás da novíssima Tagarella Comunicação.

Segundo Renata, a Tagarella estava sendo maturada há quase um ano e tem como missão principal conectar pessoas e propósitos e em seu cardápio de serviços destacam-se Gestão de Mídias Sociais, Mentoria Online e Marketing Estratégico Digital.

Você pode saber mais acessando o site da Tagarella.

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Coluna “Discutindo a relação…”

Uma estratégia para um propósito ou um propósito para uma estratégia?

Sim, eu sei.. num primeiro momento isso lembra aquele famosíssimo slogan: “A Tostines vende mais porque tá sempre fresquinha ou tá sempre fresquinha porque vende mais?”.  Além de bom, esse slogan sempre me soou muito engraçado…

O papo aqui, entretanto, é sério. Muito sério!

Muita gente tem dado entrevista, falado em podcasts e em lives que as marcas que tiverem um propósito firme e verdadeiro se darão bem neste momento de crise. E eu concordo 100%. Super! Mas o que ninguém consegue dizer com clareza é que devemos buscar uma estratégia que gere um propósito ou se devemos ter um propósito que gere uma estratégia de marketing e comunicação?

Eu digo que fico com a segunda hipótese. E não estou apenas chutando ou dando palpite (o que também está muito em alta nos dias atuais). O que eu penso e verbalizo está apoiado (e muito bem apoiado) nas ideias de Cynthia A. Montgomery, professora da Harvard Business School e autora do ótimo livro “O Estrategista – Seja o líder de que sua empresa precisa”.

A “roda da estratégia”

Neste livro a Cynthia (desculpa a intimidade) defende que o propósito deva ser o ponto central de toda empresa de destaque em seu segmento de atuação. Ela propõe o que chama de “roda da estratégia”, um sistema de criação de valor pensado em torno do propósito e que direciona toda a estratégia da empresa. Incluindo marketing e comunicação.

Ela traz exemplos bastante práticos de empresas como Ikea, Nike, Gucci e outras, que
estabeleceram estratégias de mercado e comunicação a partir de uma forte compreensão de seu propósito.

O interessante da proposta da autora é que ela não fecha um modelo único da “roda da estratégia”. Ao contrário. Ela propõe que cada empresa e cada propósito demandem um sistema diferente de apoio e consecução da estratégia.

Então, acredito que devemos ter o propósito para depois ter uma estratégia de comunicação do mesmo. Ache seu propósito e crie sua estratégia em torno dele.

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CX: lições da pandemia para melhorar a experiência do cliente

Com a continuação do distanciamento social e a dependência maior do e-commerce em detrimento dos pontos físicos, experiência se torna essencial

É possível dizer que a pandemia da COVID-19 terá consequências para atuação das marcas mesmo depois que o vírus for controlado. Primeiramente, fica visível a importância de um propósito maior do que apenas vender, com empresas em todo o mundo se solidarizando com as vidas dos seus colaboradores e consumidores. E por último, a necessidade de uma presença digital forte, por meio de conteúdo e um e-commerce preparado.

Mas depois que muitas empresas tentaram melhorar sua estrutura – ou mesmo “correr atrás do prejuízo”, um novo desafio surge: o da experiência. Em época de distanciamento social, com lojas fechadas e menos viagens aos varejistas, e uma vez que as emoções são mais do que nunca responsáveis ​​por gerar as melhores experiências e satisfação do consumidor, o que as marcas devem fazer?

“Para qualquer estratégia de experiência do cliente, há três desafios: primeiro, projetar as jornadas; depois, absorver os dados entre esses pontos e, no final, elaborar uma estratégia entre esses pilares de contatos principais, sempre seguindo o objetivo da marca”, afirma Daniel Machado, diretor de CX da Kantar para a América Latina. “Uma experiência bem pensada fornece resultados de curto e longo prazo para qualquer empresa.”

Em tempos de emoções e preocupações fortes, torna-se ainda mais vital colocar o consumidor no centro. De acordo com os estudos que realizamos com a Kantar os clientes preferem até 10 vezes mais a uma marca quando percebem que ela é centrada no cliente e as chances de recomendar essa marca para as pessoas próximas são dobradas.

Para Machado é preciso analisar a experiência em três níveis: na sua indústria; no commerce (dos varejistas, empresas digitais e mesmo da indústria) e entre seus colaboradores.

Repensando seu mercado

Com a pandemia, muitas marcas precisaram repensar o jeito tradicional como faziam seus negócios. A jornada do cliente muda completamente quando lojas estão fechadas e pessoas estão se isolando. O desafio, então, se torna entender as novas jornadas e pontos de contatos das pessoas e como se inserir nelas – ou mesmo ajudar a criar novas jornadas.

Isso pode significar criar conteúdos e interações novas, assim como novas parcerias para driblar todos os desafios criados pela crise do coronavírus.

O uso da tecnologia de forma humanizada

A pandemia tornou-se um período para compradores digitais de primeira viagem, além de ter proporcionado um crescimento no e-commerce como um todo.

E apesar de 47% dos brasileiros acharem que a compra no digital é mais satisfatória que a física, segundo a onda mais recente do nosso Barômetro COVID-19, ainda há muito o que fazer em termos de experiência. Com a progressão da pandemia, tempo e dinheiro perdem relevância para a conveniência e energia gasta no processo de compra digital. “Os e-commerces ainda são complexos para a maioria das pessoas. Trabalhar fluidez é fundamental”, diz Machado.

Para o especialista, no caso do e-commerce é preciso tomar três importantes passos:

1 – Melhorar ainda mais o que é positivo;
2 – Entender as dores dos compradores de primeira viagem;
3 – Tentar transpor pontos positivos da experiência física para o digital.

O bem-estar em primeiro lugar

O ponto final de uma boa estratégia de CX é garantir uma boa experiência interna, para os colaboradores da empresa. Sob uma crise como a atual, saber o que os funcionários sentem, pensam e como estão lidando com a situação é vital para as empresas. Segundo nosso Barômetro COVID-19, 83% dos brasileiros esperam que essas companhias se preocupem com a saúde de seus colaboradores; 65% esperam que elas flexibilizem o modelo de trabalho.

Modelo de trabalho, por sinal, é uma das maiores mudanças ocasionadas pela pandemia, já que levou a um crescimento do trabalho remoto. Segundo o projeto Stay-At-Home da Kantar, 24% dos entrevistados puderam passar mais tempo com a família com um modelo mais flexível proporcionado pela quarentena; 15% focaram em seu bem-estar; 15% falaram que conseguiram manejar melhor sua rotina.

“A empresa precisa garantir as condições para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira possível”, diz Machado. “Isso inclui metodologias para administração de tempo, financiamento para uma estrutura ideal – como internet e hardware -, avaliações constantes e outros.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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mLabs apresenta nova funcionalidade

Estúdio mLabs: nova funcionalidade permite usuários criarem peças profissionais de divulgação direto na plataforma

A mLabs, empresa líder em gerenciamento de redes sociais, anuncia a chegada do Estúdio mLabs, espaço onde o usuário poderá editar qualquer post, inserir textos e imagens, logos ou elementos complementares no material que deseja publicar. Neste primeiro mês serão disponibilizados 80 modelos diferentes para serem editados.

Segundo Rafael Kiso, fundador da mLabs e especialista em mídias sociais, a nova funcionalidade tem como objetivo aumentar a produtividade e reduzir de custos dos usuários, uma vez que para usar a novidade não será cobrado nenhum valor a mais. “Para pequenas e médias empresas, que apresentam desafios na gestão das redes sociais, pois o trabalho necessita de estratégias e demanda tempo da equipe – muitas vezes enxuta, a funcionalidade é uma forma de serem mais competitivas no ambiente digital. A intenção é ajudar tanto de criação quando inserção do conteúdo nas redes sociais. Além de economizar tempo, os empreendimentos ainda podem deixar o post mais atrativo e profissional dentro da plataforma”, comenta Kiso.

Rafael Kiso

De acordo com o levantamento Social Media Trends feito no ano passado, 96,2% das empresas utilizam canais digitais e desse total, 62,6% das organizações já consideram as redes ferramentas relevantes para as suas estratégias. Para Kiso, criar conteúdo de qualidade e que seja apresentável é um dos segredos para quem quer ter sucesso nas mídias sociais. “Um posicionamento inteligente parte do princípio de que o conteúdo precisa fazer sentido para a vida das pessoas, quando alinhado com um material visualmente atrativo as chances de retenção da mensagem é ainda maior”.

Criada em 2015, a mLabs conta com planos comerciais acessíveis, é fácil de ser gerenciada, totalmente intuitiva e com soluções que facilitam a rotina dos gestores de contas de mídias sociais como agendamento de postagens e gerenciamento de plataformas como Facebook, Twitter, Instagram, YouTube, Pinterest, LinkedIn e Google Meu Negócio, sendo possível analisar a performance das páginas, controlar o fluxo de criação e aprovação de posts, comparar com o desempenho dos concorrentes e até gerar relatórios personalizados. Hoje a startup conta com mais de 122 mil companhias e em 2019 recebeu o aporte de R$ 4 milhões da Domo Invest para ampliar o portfólio de clientes em território nacional e escalar a operação.

Mais informações sobre a mLabs: https://www.mlabs.com.br/

Fonte: Emanoella Leite – Assessora de imprensa

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Consultoria abre vaga de estágio

Vaga de Estágio em Marketing na Consultoria Ozem, em Taubaté/SP

* Área e especialização profissional: Marketing – Inteligência / Estratégia
* Nível hierárquico: Estagiário
* Atividades: Análise de mercado, estratégia e planejamento de marketing para clientes. Estudos e Pesquisas de mercado, confecção de relatórios e apresentações. Apoio no contato com o cliente.

* Requisitos: Cursando Técnico ou Graduação em Propaganda e Marketing, Gestão empresarial ou Administração. Conhecimentos em Pacote Office (Power Point, Word e Excel) e similares.

* Perfil: Criatividade, dinamismo e boa escrita.

* Local de trabalho: Taubaté, SP

Enviar currículo para vitor@ozem.com.br até 30/01/2020

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Vaga para a área de atendimento

Vaga para assistente de atendimento (estágio)

Essa vaga é para quem busca experiência na área de comunicação e marketing, gosta de estar a frente de projetos, interagir com pessoas e tem uma quedinha por estratégia.

Desafios:
Interação com o cliente
Suporte a Atendimento e Planejamento
Gestão de prazos e informações
Contato com fornecedores
Participação ativa no pensamento estratégico e criativo

Requisitos:
Cursando ou formado em Publicidade, Propaganda, RP ou Marketing
Experiência prévia em agência é um diferencial
Possuir bom relacionamento interpessoal
Ser responsável e organizado

Envie o seu currículo e pretensão salarial para fernando@foak.com.br com o assunto: Vaga Assistente de Atendimento

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Dança das cadeiras

Edição extra

Ontem soltamos uma edição do Dança das cadeiras e ela acabou deixando de fora uma movimentação importante do mercado.

A publicitária Nathália Salgado ingressou na Mestra Comunicação onde passa a atuar com Planejamento Estratégico Digital. Nathália estava na agência BKW e também já passou pela Pentaxial.

Ela é formada em publicidade e propaganda pela Universidade de Taubaté.

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Dia das Relações Públicas

Dia 02 de dezembro é dia das relações públicas

Josué Brazil

Sou publicitário por vocação e por paixão. Sempre gostei de propaganda. Mas também sempre fui confesso admirador das atividades de relações públicas.

Na universidade pude conviver – e ainda convivo – com diversas pessoas que são formadas e atuam em relações públicas. E posso dizer, sem medo de errar, que as RRPP são essenciais para o momento atual do cenário de marketing e comunicação.

E por quê?

Porque a visão estratégica, o foco no relacionamento e busca de conciliação, o olhar diferenciado para cada público são pontos extremamente fortes da atividade de relações públicas. Rapidamente essa área mergulhou de cabeça no digital. E entendeu a força que as redes sociais têm para a reputação das marcas.

Minha amiga Aline Fernanda Lima, coordenadora do curso de relações públicas da Universidade de Taubaté criou uma palestra para a Semana do Aulão, uma semana dedicada a palestras e aulas com prospects dos cursos da universidade. E o título da palestra que ela ministrou não poderia ser melhor: Relações Públicas é a cara da comunicação atual.

Creio fortemente que a comunicação de hoje tem que ser construída por camadas. Você cria uma estratégia central, baseada num forte conceito alinhado ao DNA da marca e vai acrescentando camadas de comunicação de modo a ir acrescentando diferentes percepções da marca ou do produto (do cliente, enfim). E nesse ponto uma das camadas essenciais virá com certeza de atividades desenvolvidas pelas relações públicas.

Tenho dito que a comunicação e o marketing agora são iguais a diálogo. São basicamente diálogo. E creio também que a área de relações públicas é a mais capacitada para cuidar de bons diálogos da marca.

A data

O Dia Nacional das Relações Públicas surgiu no Brasil a partir da criação da Lei nº 7.197, em 14 de junho 1984. Essa lei determinou o dia 2 de dezembro como data oficial para a comemoração. E esse dia foi escolhido por ser a data em que nasceu o engenheiro alagoano Eduardo Pinheiro Lobo, considerado o patrono das Relações Públicas no Brasil. Ele dirigiu o primeiro Departamento de Relações Públicas criado no nosso país em 30 de janeiro de 1914.

Parabéns a todos os que se dedicam a essa as vezes pouco conhecida atividade da comunicação social. Viva as relações públicas

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Vaga para Analista de Marketing

Santuário abre vaga para analista de marketing junior

O Santuário Nacional de Aparecida está em busca de um profissional para atuar como analista de marketing.

Veja os detalhes da vaga no layout abaixo e boa sorte!

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Hora e vez do Data-Driven Marketing

Data-Driven Marketing: por que é o momento de adotar a estratégia

por Cristian Townsend, fundador e CEO da Osorno Analytics, startup de Account-Based Marketing, Big Data e Inteligência Artificial, com foco em Marketing e Vendas

Seu negócio é moldado por dados. Pelos dados internos de desempenho de cada área. Dados de mercado e tendências do seu segmento. Dados sobre o conteúdo que seu cliente consome antes de decidir entre você e um concorrente. E se você não domina esses dados, seu negócio vai ser moldado por quem os domina. Esta é a premissa por trás do conceito de Data-Driven: tornar sua empresa mais competitiva através da habilidade de tomar cada vez mais decisões baseadas em dados.

O conceito não é novo. Com certeza você já recebeu uma sugestão de compra baseada em suas pesquisas online ou no seu histórico de compras. Mas em vendas B2B o desafio é maior. O cliente não é sensível a promoções, não existe apelo de compra por oportunidade, o ciclo de vendas é longo e depende de vários decisores de diferentes áreas.

No mercado B2B, estamos hoje em uma janela de oportunidade para adoção de estratégias Data-Driven. A tecnologia existente capaz de tratar a complexidade das vendas B2B de forma confiável está mais acessível. Mas ainda é nova o suficiente a ponto de não haver empresas se destacando em seu uso.

Estratégia Data-Driven:

Comece pequeno
Mudar toda sua estratégia de Marketing e Vendas de uma vez é receita para o fracasso. Eleja um universo menor como um canal, uma linha de produtos ou um segmento de clientes. Você terá menos pessoas envolvidas na mudança e terá respostas mais rápidas sobre o que funciona e o que é perda de tempo.

Dê o exemplo (ou estratégia top-down)
Não espere que a estratégia seja integralmente conduzida pela equipe que cuida do dia-a-dia das vendas. A alta direção da empresa deve estar engajada com a mudança e ciente de que os primeiros resultados podem ser decepcionantes. Se não houver acompanhamento ou se a cobrança por resultados de curto prazo for muito alta, as equipes rapidamente voltam a operar da forma que já estavam acostumadas.

Derrube as barreiras entre Marketing e Vendas
Mais lead é igual a mais vendas, certo? Nem sempre. Mais leads também significa mais esforço de qualificação e, geralmente, uma menor taxa de conversão. Vendedores não gostam de perder tempo com o que não dá dinheiro. Bastam poucas reuniões não qualificadas para eles perderem o interesse nos leads vindos de marketing. Este deve ser capaz de passar a vendas o lead que ela quer. E vendas não deve ser apenas um cliente interno de marketing, mas deve estar envolvida nas definições da estratégia e ser co-responsável em melhorar a qualidade deste lead.

O trabalho integrado dessas equipes deve levar em consideração dois objetivos básicos:
– Não gastar recursos (financeiros ou humanos) em leads que não estão disponíveis ou qualificados para comprar
– Ser capaz de identificar os primeiros sinais de que um lead deixou de ser alguém “apenas fuçando” e tornou-se um lead qualificado e disponível para consumir seus produtos e serviços

Tendo as respostas que se espera, os objetivos a serem atendidos e a equipe preparada; podemos seguir com o aspecto tecnológico de uma estratégia Data Driven.

Não é uma demanda de TI
Seu departamento de tecnologia pode ser um grande aliado para avaliar ferramentas de mercado. Mas ele não irá além do aspecto técnico. Deixe a cargo deles apenas as questões de integração e performance. Só o time que define a estratégia é que pode avaliar se uma ferramenta tem capacidade de atender aos objetivos da empresa. Não se encante com a ferramenta. Escolha a melhor tecnologia sempre considerando o quanto ela é aderente à sua estratégia e o quanto pode contribuir para seus objetivos.

Transformação digital
75% da decisão de compra ocorre antes de o cliente entrar em contato com um fornecedor. Seu cliente estuda por conta e você deve ajudá-lo a se educar. Você precisa ser capaz de identificar quando e como seu cliente consome conteúdo e qual o melhor momento para abordá-lo.

Saneamento da base de dados
Provavelmente seus dados não estão prontos para te entregar insights. Eles podem estar desatualizados, duplicados ou até serem insuficientes. Mas não se preocupe, seus concorrentes enfrentam o mesmo problema. Você pode enriquecer seu CRM com uma base comprada. Mas isto é uma medida paliativa; você ainda precisa de uma política interna para manter seus dados saneados, ou logo terá problema novamente.

Data Driven não é Analytics
Ferramentas de Analytics são importantes. Elas ajudam a entender o que está acontecendo e a otimizar o seu negócio. Para tornar-se uma empresa Data Driven, sua tecnologia deve ir além do “medir, testar e avaliar”.

Trabalhe insights e busque perguntas que pareciam impossíveis de serem respondidas:
– Qual os 100 melhores leads do meu CRM? Porque eles são os melhores?
– Quais as chances de eu fechar esta oportunidade se eu der um desconto? E se eu não der?
– Existe algum segmento que nunca atuei, mas que tenha grande potencial de compra?
– Em quais clientes eu posso fechar uma oportunidade mais rapidamente?
– Qual produto pode ser mais interessante para esta conta que nunca tive contato?

Faça do seu jeito
Por fim, tenha em mente que não existe uma fórmula pronta. Nenhum passo-a-passo vai ser 100% aderente ao negócio. Entenda como os seus clientes e seus funcionários respondem às estratégias adotadas e não tenha medo de ajustá-las quantas vezes for necessário. Data-Driven não é um processo, é um mindset.

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