Retomada da economia faz com que número de Agências de Publicidade cresça no país

Estado de São Paulo abriu 344 agências de Publicidade somente em 2017, seguido pelo Paraná com 87

Investir no mercado brasileiro em 2017 parece que voltou a ser uma boa ideia, e não por acaso é que esse crescimento faz com que a demanda por marketing e propaganda gere um aumento das agências de publicidade no país.

Em seu mais novo levantamento de dados acerca do mercado brasileiro, o Empresômetro, empresa que trabalha com inteligência de negócios, identificou que, somente no ano de 2017, foram abertas mais de mil novas agências de publicidade no país, representando um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior, segundo a Receita Federal do Brasil.

No total, em 2017, foram 1.047 novas agências, todas elas estão em atividade, conforme medição realizada pelo Empresômetro através do Índice de Atividade Empresarial dos últimos 12 meses, isto é, são empresas novas que estão realmente em funcionamento, gerando novos negócios e alimentando o ciclo econômico. Para se ter uma ideia, em 2015 foram abertas 1.024 agências, das quais 793 estão em atividade. O índice é estabelecido verificando a emissão de notas e pagamento de tributos através de prospecção de dados públicos e análise desses dados para confirmar se uma empresa é ativa.

Somente o Estado de São Paulo foi responsável por 344 novos negócios no setor, seguido pelo Paraná com 87, Rio de Janeiro 78 e Minas Gerais 75. “O que é possível perceber através do levantamento desses dados é o que porte desses empreendimentos ficaram, em sua maior parte, como pequenas empresas, não havendo volume expressivo de empreendedores individuais, somente dois em 2017”, diz o diretor do Empresômetro, Otávio Amaral.

O que diz o mercado

Corroborando esses dados, a última Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda (VAN PRO), índice criado pela Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda para avaliar o setor e suas expectativas ao longo do ano, identificou uma melhora significativa nos negócios.

O ano de 2017 foi visto como o ano em que Serviços, Comércio e Indústria geraram as melhores perspectivas, fazendo com que as agências consultadas pela Fenapro vislumbrem um 2018 melhor que os anos anteriores. “Os resultados da pesquisa VAN PRO no terceiro trimestre refletem a melhora de humor do mercado, como um todo, gerando esperança de um fim de ano mais positivo para as agências e um 2018 bem melhor que o biênio 2016/ 2017”, afirma o presidente da Fenapro, Glaucio Binder.

Muito desse cenário se dá pela rendição da mídia tradicional à integração com o digital, novas ferramentas possibilitando a métrica do online como já feito nas mídias “físicas” e isso norteará o mercado publicitário, com novas possibilidade para novos empreendedores que demonstrarem conhecimento e dinamismo na missão de oferecer o serviço de publicidade nesse ano recém-iniciado.

“A expectativa é que, com os eventos que ocorrerão em 2018, entre Copa do Mundo, eleições, entre outros, além do aperfeiçoamento das mídias digitais, da métrica online e da publicidade focada, o crescimento nesse setor continue”, conclui Amaral.

Fonte: Descomplica Agência de Mídias – Janaína Fogaça

Pesquisa indica mais um Natal de ‘lembrancinhas’

Estudo Varejo & Promoções Natal 2017 destaca intenções e expectativas de consumidores nesta época do ano

O brasileiro está animado com a chegada das celebrações de final de ano, mas ainda tímido em relação aos gastos. De acordo com a pesquisa Varejo & Promoções Natal 2017, realizada entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro, este será mais um ano de “lembrancinhas” no Natal. Para a maioria dos entrevistados, 52,6%, o valor máximo para a compra de um presente será de R$ 50. Em meio aos esforços para economizar, família e alimentação são prioridades. Entre os entrevistados, gastar presenteando a família é fundamental para 60%, já investir na elaboração de alimentos para a ceia de Natal é preferência para 58%.

O estudo ouviu 500 pessoas e foi realizado por meio de parceria entre as empresas Brazil Promotion, maior feira de marketing promocional e varejo da América Latina, Umbigo do Mundo, agência especializada em planejamento estratégico; e Mindminers, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Entre os bens de consumo, estão na preferência de compra vestuário (65,2%), perfumaria e cosméticos (41,2%). Na sequência vêm brinquedos (35%), eletrônicos (32%). Os artigos comidas, bebidas e livros seguem empatados com 21,6%.

Parcelamentos a perder de vista estão fora de cogitação para a maioria. Segundo a pesquisa, o meio de pagamento escolhido por 31,2% será o cartão de débito. Já 25,8% pretendem utilizar dinheiro e 21,2% optará pelo cartão de crédito com parcelamento das compras.

Outro dado que chamou a atenção foi o fato de 20,7% das pessoas estarem dispostas a se auto presentear no Natal. Porém, os maiores percentuais, quase que empatados, indicam que os presentes serão comprados para o cônjuge (28,4%) e parentes (28,3%). O estudo também analisou em quais lugares as compras serão feitas, com shopping centers (33,8%) e lojas virtuais (32,8%) entre os mais citados para as compras.

Promoções – A pesquisa analisou como as promoções influenciam nas decisões de compras. Para 87% dos entrevistados, elas interferem e os fazem mudar de ideia no momento da compra. Benefícios imediatos, como descontos, leve 3 pague 2, compre e ganhe estão entre as oportunidades preferidas. Objetos ou ações que demorem a mostrar resultados, como junte e troque, sorteios, pontuações e concursos, estão entre os menos valorizados, apesar de grande parte dos entrevistados participam de sorteio de carros e viagens nas promoções de final de ano.

Brindes – Os brindes são itens que caíram no gosto da população e também atraem a atenção dos consumidores na hora da compra. Entre os mais citados pelos entrevistados estão: descontos, cosméticos e maquiagens, ingressos e canecas. “Promoções e brindes funcionam como um recall da marca. Eles não são invasivos e podem reforçar a imagem de uma instituição e fazer com que ela fique na mente do consumidor por um longo período”, diz Auli De Vito, presidente da Brazil Promotion.

A vontade de colecionar predomina entre as pessoas. Miniaturas, réplicas, brinquedos e bonecos ainda fazem sucesso. Gadgets tecnológicos e utensílios de cozinha também estão na moda.

Quem compra os brindes – Para aqueles que têm o hábito de presentear seus clientes e demais públicos de relacionamento essa é a melhor época do ano para o investimento. Muitos deles, 27%, buscam informações e ideias de brindes nas feiras, sites de fabricantes e em buscas na própria web. Promover ações estratégicas, que geram encantamento e surpreendam os clientes são características que fazem toda diferença na hora. Já as oportunidades que as companhias mais utilizam os brindem são: ações de relacionamento, eventos, fidelização, programas de incentivo, ações de endomarketing e promoções. O preço do brinde ainda é uma das principais questões na hora da compra, mas customização, personalização, prazo de entrega, embalagem, logística e manuseio vêm recebendo atenção cada vez maior dos clientes corporativos.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno

Levantamento feito pela Adobe traz dados importantes

Conteúdo personalizado e marketing orientado por dados são base para boa experiência de compra no varejo, aponta levantamento da Adobe
Após experiências personalizadas em diferentes canais de uma marca, 78% dos consumidores dizem que estão propensos a comprar – saiba mais

Cada vez mais, a experiência de compra tem que ser rápida, fluida e personalizada. Um levantamento da Adobe mostra que, no varejo, não há mais espaço para conteúdo sem relevância e marketing intuitivo: 78% dos consumidores dizem que a personalização influencia suas decisões de compra; 71% preferem comprar produtos com boa nota nos rankings on-line; e 75% esperam uma experiência consistente com uma marca independentemente do canal.

Nesse contexto, a personalização deve ser profunda: 70% dos consumidores consideram a personalização superficial quando ela se restringe ao e-mail marketing; 66% dizem que trocariam uma marca se sentissem que estão sendo tratados como um número; e 73% estão dispostos a substituir uma marca se a experiência de compra não for boa.

Empresas inovadoras estão atentas a esse momento e vêm transformando a forma de se conectar com o público: 78% dos varejistas consultados combinam marketing digital com Analytics; 72% aumentarão o investimento em mobile marketing; e 75% investirão em personalização no contexto mais robusto do marketing orientado por dados, ou seja, personalização multicanal.

O fato é que a boa experiência de compra garante conversão: dos varejistas que apostam em data-driven marketing com foco nas necessidades dos consumidores, 73% aumentam o engajamento de seus clientes nos canais digitais; 53% ampliam as taxas de conversão; 45% registram aumento das taxas de aquisição de novos clientes; e 34% relatam crescimento da receita de seus e-commerces.

“Basta de conteúdo sem sentido. É preciso apostar em conteúdo personalizado, com velocidade, independentemente do canal. O marketing intuitivo morreu. As empresas, hoje, devem investir em marketing orientado por dados. Essa é a melhor maneira de saber o que o cliente espera e precisa”, afirma Gabriela Viana, diretora de Marketing na Adobe Brasil para América Latina.

Confira o Infográfico

Fonte: RMA Comunicação – Vanessa Domingues

Otimismo para o Dia das Crianças

Segundo pesquisa da ACIT, lojistas estão otimistas para vendas do Dia das Crianças

Uma pesquisa realizada pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o NUPES (Núcleo de Pesquisas Econômicas e Sociais) da Universidade de Taubaté, aponta que as vendas para a data em que se comemora o dia das crianças devem ter uma aumento de 10%.

Para a realização da pesquisa, foram levantadas informações como o tipo de presente que pretendem comprar, o valor médio, a forma de pagamento, bem como o local da compra. Em relação à expectativa dos consumidores foi feito comparação com a pesquisa de 2013, período em que o país apresentava crescimento econômico. Assim, é possível identificar como a desaceleração das atividades econômicas dos últimos 4 anos pode ter influenciado no comportamento do consumidor. Foram entrevistados 78 empresários associados à ACIT e 278 consumidores com a intenção de presentear na data As entrevistas ocorreram entre os dias 08 e 22 de setembro do ano corrente e apontam um intervalo de confiança de 90%.

De modo geral, os lojistas estão otimistas em relação às vendas do ano passado. Para
42,53% dos comerciantes, as vendas vão crescer uma média de 10%, enquanto 37,93% disseram que vão permanecer como está e 15,94% apontaram redução nas vendas na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Os resultados apresentam que os brinquedos continuam sendo a o item mais citado em 2017 (52,20%). No entanto, quando comparada à intenção em 2013 (71,17%) há uma redução acentuada dessa preferência. O seguimento de roupas e calçados vem como segunda opção e foi citada por cerca de 30,80%, o que demonstra uma mudança no perfil, pois esses itens são considerados mais essenciais do que os brinquedos. Essa mudança pode ser considerada devido à redução da renda disponível das famílias.

O ticket mais citado na pesquisa são os que tem valores médios de R$ 50, e a preferência para pagamento à vista foram bem superiores às outras formas de pagamento.

“Já há algum tempo percebemos a mudança de comportamento na compra de presentes, com a redução do valor médio. Mas os consumidores não deixam de presentear. O mercado sente uma leve retomada na intenção de compra. Muitos setores estão conseguindo reverter a queda de venda que se constatou nos anos de 2015 e 2016. Isso é um indicativo positivo para o país, pois o empreendedor volta a investir em máquinas e equipamentos, dando mais força a esta retomada econômica. As datas festivas deste ano foram boas e tudo leva ao entendimento que o dia das crianças será melhor que o ano passado” ressalta Felipe Bom Meihy, diretor de marketing da ACIT.

E para incentivar mais as vendas, a ACIT realiza junto ao comércio local a Campanha “Super Compras” TaubateAMO e traz a promoção Mês das Crianças, com o sorteio de 3 cartões presentes no valor de R$ 500 cada e ainda mais 3 cartões de R$ 200,00 cada para os vendedores registrados nos cupons sorteados para serem utilizados nas lojas participantes da promoção.

Com essa ideia a ACIT busca movimentar o comércio e prestação de serviço local fazendo com a economia circule pelo município e que as promoções tenham sempre mais de um ganhador. Os associados que ainda não estão participando do fundo promocional podem fazer sua adesão diretamente na ACIT. Maiores informações pelo telefone (12) 2125-8225.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Um proveitoso dia dos namorados

Dia dos Namorados aquece comércio de São José

Pesquisa ACI-Unitau mostra que vendas relativas à data foram consideradas excelentes e boas para 41,8% dos lojistas este ano

Boa notícia: no geral, as vendas de presentes no Dia dos Namorados foram consideradas como excelentes e boas para 41,8% dos lojistas de São José dos Campos. Outros 39% classificaram as vendas como regulares.

A informação consta de pesquisa exclusiva realizada pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Entre 19 e 22 de junho foram ouvidos 302 lojistas de estabelecimentos comerciais localizados no centro da cidade e nos shoppings Centro, Faro, CenterVale e Vale Sul. O nível de confiança do levantamento é de 95% e a margem de erro de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

O levantamento ajuda a traçar, ao lado de pesquisas anteriores, como o comércio de São José dos Campos tem se comportado neste primeiro semestre. Neste Dia dos Namorados, por exemplo, é possível notar uma reação do comércio em relação a 2016, possivelmente ligada à liberação do FGTS de contas inativas – disse Humberto Dutra, presidente da ACI.

Apesar dos números positivos, a pesquisa revela desempenhos diferentes do comércio em alguns setores e até na geografia da cidade.

No setor de alimentação, por exemplo, o Dia dos Namorados deste ano foi melhor para 75% dos entrevistados. O índice também foi positivo em setores considerados estratégicos para a data, como cosméticos e perfumes (33,3%) e roupas e acessórios (30,5%). Já para setores como livrarias e papelarias, material esportivo e cama, mesa e banho, o desempenho deste ano foi considerado aquém de 2016.

Na geografia das compras, lojistas dos shoppings fazem um balanço mais positivo do que os empresários do centro. No Vale Sul, 36,9% dos lojistas classificaram as vendas como muito melhores e melhores, contra 33,2% no CenterVale. No centro da cidade, esse número cai para 25%, segundo o levantamento. Nessa área, a maioria dos empresários classificou as vendas como iguais aos índices de 2016.

Esse resultado mostra que a situação econômica do país tem afetado, principalmente, a camada mais simples da sociedade, que, normalmente, compra mais no centro da cidade, onde o consumo este ano foi considerado pior que em 2016 – disse o pesquisador Luiz Carlos Laureano da Rosa, um dos coordenadores da pesquisa pelo Fapeti.

Mais dados

A pesquisa ACI-Unitau mostra ainda que a maioria dos consumidores comprou apenas um presente (68,5%), com um tíquete médio R$ 100,1 a R$ 200 (33,8%), utilizando, em grande parte, cartão de crédito (68,5%). Outro dado: o Dia dos Namorados não aqueceu o mercado de trabalho. Só 11,6% das lojas contrataram mão de obra temporária.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Hélcio Costa – Nathália Barcelos

Estudo aponta que não é fácil ser jovem

Viacom apresenta resultados da pesquisa ‘YOUTH IN FLUX’

Segundo a pesquisa: “Não é fácil ser jovem”; um incrível número de 93% dos entrevistados sentem que hoje é difícil ter entre 16 e 24 anos

Estudo aborda os jovens e suas percepções sobre o mundo – para desenvolver a pesquisa, foram entrevistados mais de 7 mil jovens em 14 países diferentes, incluindo Brasil, Austrália, África do Sul, México e Estados Unidos, por meio de um questionário online

A Viacom International Media Networks (VIMN), divisão da Viacom Inc. (NASDAQ: VIAB, VIA), acaba de divulgar os resultados do seu mais novo estudo, realizado com jovens entre 16 e 24 anos, o que representa cerca de 16% da audiência total das marcas da empresa. Os dados foram examinados sob o olhar de uma nova realidade da juventude ao redor do mundo, analisando seus objetivos individuais e coletivos, além das estratégias que escolhem para sobreviver e prosperar em situações difíceis. Para desenvolver a pesquisa, foram entrevistados mais de 7 mil jovens em 14 países diferentes, incluindo Brasil, Austrália, África do Sul, México e Estados Unidos, por meio de um questionário online.

O estudo revela características importantes presentes nos jovens de hoje, como confiança, inquietude, autenticidade e sensibilidade. “Cada vez mais precisamos entender o que a nossa audiência pensa e espera do mundo. Com a ‘Youth in Flux’, conseguimos captar a essência da juventude, seus anseios, objetivos e maneiras como veem e levam a vida”, diz Christian Kurz, Vice Presidente Sênior de Global Consumer Insights da Viacom.

Principais conclusões do estudo

Não é fácil ser jovem: um incrível número de 93% dos entrevistados sentem que hoje não é fácil ter entre 16 e 24 anos (94% BR). Mas o que torna isso tão difícil? Apenas 21% deles não sentem dificuldades em blindar-se das notícias ruins e, mais da metade deles (53%), dizem que têm uma relação de amor e ódio com as redes sociais. Este dado significa que, para eles, as redes sociais não refletem com precisão a realidade, mas eles simplesmente não conseguem parar de usá-las. No Brasil, os números são ainda mais impressionantes: apenas 11% não têm problemas em ignorar notícias ruins, e 62% afirmam ter uma relação de amor e ódio com as redes sociais.

Jovens são unicamente eles mesmos – e amam isso: a grande maioria dos pesquisados (96%) sente-se confortável sendo como são (97% BR). 95% deles também preferem seguir seus corações, emoções, em vez da razão. No Brasil, 87% concordam com essa afirmação – colocando-os ligeiramente mais do lado da razão do que a média global.

Esta juventude é otimista sobre um futuro mais inclusivo… mas também realista: Quase todos os respondentes são guiados por esse conjunto de palavras ‘viva e deixe viver’. Por volta de dois terços dos participantes da pesquisa (63%) dizem buscar inspiração em pessoas capazes de se libertar de percepções ultrapassadas de gênero, raça, religião e demografia (69% BR).

Por outro lado, apenas 36% deles se sentem confiantes de que esta geração será menos julgadora, se comparada às outras (33% BR).

A pesquisa ‘YOUTH IN FLUX’ também revelou três estratégias de vida que estes jovens praticam: “Autenticidade, sensibilidade e inquietude” (“Unapologetic, Sensitive, and Restless”). Eles buscam alternar essas estratégias de forma fluída, de acordo com o contexto em que estão inseridos, como seu humor, com quem estão, o que querem alcançar e outros fatores.

Hoje em dia os jovens têm “corações elásticos”, o que permite mais flexibilidade para dobrar, alternar e seguir com uma estratégia de vida ou com outra.

Combinadas, essas três diferentes estratégias formam um sistema para lidar com as dificuldades diárias, com 90% deles dizendo que podem alternar perfeitamente entre uma estratégia e outra (93% BR). Entretanto, a equipe do Global Consumer Insights também encontrou uma extensa variedade de crenças e atitudes baseadas na estratégia de vida que o indivíduo mais se identifica.

Autenticidade: Por exemplo, existem aqueles que em sua essência são Unapologetic, ou seja, são autenticamente eles mesmos. Para eles, essa estratégia trata-se de se apoderar do que é verdadeiro/genuíno e não fingir ser alguém que não é (84%, 86% BR); eles também têm orgulho de quem são e não têm medo de se expressar (81%, 87% BR); além disso, apreciam pessoas que não têm medo de mostrar suas vulnerabilidades e seu “lado feio”, segundo 77% dos entrevistados (73% BR).

Sensibilidade: Por outro lado, aqueles que são sensíveis (focados na construção de relações significativas e em buscar intimidade com família e amigos) desejam voltar aos dias em que as pessoas tinham mais tempo para se importar uns com os outros (80%, 88% BR). Eles também acreditam que é importante contribuir com algo positivo para o mundo (84%, 93% BR) e respeitam as pessoas que se colocam no lugar das outras (84%, 93% BR).

Inquieta: Os inquietos são os focados em trabalhar pesado, tentar com todas as forças alcançar seus objetivos e ser os primeiros – e os melhores- sem perder tempo. 82% dos pesquisados não querem NUNCA perder tempo em um mundo que tem tanto a oferecer, com tantas possibilidades (90% BR); eles também são motivados por elogios, que tornam suas vidas melhores (82%, 87% BR) e, por fim, eles admiram pessoas que perseguem seus sonhos e estão dispostas a fazer qualquer coisa para alcançá-los (88%, 91% BR).

Para mais informações da pesquisa YOUTH IN FLUX e outros estudos da VIMN, visite: https://insights.viacom.com/

Fonte: Fundamento Marketing – para Viacom Brasil – Junia Sanches

Estudo mostra quais são as marcas que respeitam a diversidade

Pesquisa revela marcas que melhor trabalham sua comunicação com relação à diversidade

Estudo realizado pela Youpper juntamente com a Netquest indica que O Boticário, Natura, Coca-Cola, C&A e Skol são as marcas que melhor lidam com a diversidade em suas campanhas publicitárias

Como os consumidores avaliam a comunicação de marcas do ponto de vista da diversidade de gêneros? Para proporcionar um melhor entendimento sobre o assunto, a Youpper – Consumer & Media Insights, empresa de consultoria transdisciplinar de comunicação dos sócios Diego Oliveira e Marcelo Santos, juntamente com a Netquest, que presta serviços de pesquisa e painel online, apresentam o estudo inédito Diversidade não é # (hashtag).

Criado principalmente para ser utilizado por departamentos de marketing de anunciantes e também por agências de publicidade e de Relações Públicas, o estudo buscou a opinião de brasileiros sobre o crescente discurso das marcas frente a diversidade, radiografando sua eficiência e importância na construção de brand equity. Foram ouvidas 500 pessoas dos 26 principais estados do Brasil, incluindo o Distrito Federal, sendo mulheres e homens das classes A até E, nas idades de 18 a 50 anos.

RANKING
Quando a pergunta é sobre as marcas que melhor trabalham a questão da diversidade em sua publicidade, formou-se um ranking com 13 delas que melhor entenderam como se deve usar a diversidade em suas campanhas. Esse ranking apresenta O Boticário em primeiro lugar, seguido de Natura, Coca-Cola, C&A, Skol. Em sexto lugar aparece Dove, com Itau, Unilever e Avon empatados em sétimo lugar. Vivo, OMO, Nike e Johnson&Johnson aparecem juntos na oitava posição. O estudo indica ainda que 15% dos entrevistados acreditam que nenhuma marca está sabendo explorar a diversidade corretamente.

Ao serem questionados se a publicidade tem conseguido representar adequadamente a diversidade dos consumidores das marcas e produtos nas campanhas, 78% dos entrevistados afirmam que sim, as marcas estão fazendo seu papel corretamente, contra 22% que dizem não. Já quando a pergunta é se acham importante que as marcas se preocupem com a diversidade das pessoas, 73% considera muito importante, 25% diz que é apenas importante, 2% acha pouco importante e ninguém diz não se importar.

Com 73,6%, o principal tema a ser explorado pelas marcas nas campanhas publicitárias, segundo o público, deve ser a representação da diversidade por meio de pessoas comuns e não modelos. Em segundo lugar, com 72,4%, aparece a divisão de tarefas entre homens e mulheres no cuidado com os filhos, mostrando que o homem também pode cuidar da família. Com 69,6% e 69,2%, respectivamente, o público indica que a igualdade de direitos entre homens e mulheres e a divisão de tarefas entre homens e mulheres no lar, mostrando que o homem também pode cuidar da casa.

As afirmações dos entrevistados mostram opiniões diversificadas quando o assunto é diversidade e representatividade. Novamente sobressai com 74% que o público prefere personagens reais, ao invés de pessoas que seguem um único padrão de beleza. Em seguida, 46,8% gostaria de ver mais negros nos comerciais e 34,8% apoiam marcas que incluem gays e lésbicas em sua comunicação, contra 32,6% diz que já se sentiu ofendido por comerciais e campanhas de certas marcas e produtos.

Fonte: Casa do Bom Conteúdo – Nathália Pelegrina

Depois do presente, Dia dos Namorados pede…

Pesquisa ACI-Unitau revela como os casais de namorados planejam comemorar a data em São José dos Campos

E depois do presente?
Pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), revela: um almoço ou um jantar romântico ainda é o programa ideal para marcar o Dia dos Namorados.

Isso é o que pensam 45% dos entrevistados pela pesquisa ACI-Unitau, que ouviu 382 consumidores entre os dias 29 e 31 de maio em quatro regiões da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e shoppings CenterVale e Vale Sul. A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

Além do almoço ou jantar romântico, outras opções são ir a um barizinho, show ou teatro (14,1%), ir a um hotel ou motel (6,1%), ou ainda comemorar em família (5,1%).

O importante, para a grande maioria é que seja uma comemoração especial, em um lugar escolhido pelo namorado ou pela namorada (30,8%), ou, ainda, em um lugar romântico (21,9%). O preço é importante para definição do local para 9,4% dos entrevistados.

O gasto médio nesse programa do Dia dos Namorados, segundo a pesquisa ACI-Unitau, deve ficar entre R$ 100,1 e R$ 200 para 28,8% dos entrevistados, entre R$ 50,1 e R$ 100 para 17,7% e entre R$ 200,1 e R$ 300 para 13,1%.

Os dados do levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial e Universidade de Taubaté foram entregues à diretoria do Sinhores (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares) de São José dos Campos. O levantamento serve de orientação para os empresários do setor na preparação de seus estabelecimentos para o Dia dos Namoradores.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Hélcio Costa – Nathália Barcelos

Dia dos Namorados rima com presentes

Pesquisa ACI-Unitau mostra que maioria dos consumidores de São José dos Campos planeja comprar presentes neste Dia dos Namorados

O amor está em alta: apesar da crise, a maioria dos consumidores de São José dos Campos planeja comprar presentes neste Dia dos Namorados.

Isso é o que aponta a nova rodada de pesquisas feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, feita por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Segundo o levantamento, 52,2% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes nesta data. Dos 47,8% restantes, quase 60% tem um só motivo: disseram não estar em um relacionamento sério.

A pesquisa ACI-Unitau ouviu 382 consumidores entre os dias 29 e 31 de maio no Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e nos shoppings CenterVale e Vale Sul. O nível de confiança do levantamento é de 95% e a margem de erro é de 5 pontos para mais ou para menos.

“O Dia dos Namorados é uma das datas mais importantes do ano para o comércio. E os números da pesquisa deixam o setor otimista” disse Humberto Dutra, presidente da ACI. Para ele, o trabalho da ACI-Unitau ajuda o setor a ajustar suas estratégias de venda nesta reta final de compras para o Dia dos Namorados.

A pesquisa ACI-Unitau mostra que roupas e acessórios são os presentes preferidos neste Dia dos Namorados (36,1%), seguidos de calçados (11,3%) e perfumes e cosméticos (10.9%). E que o tíquete médio a ser gasto pelos consumidores deve ficar entre R$ 100,1 e R$ 200, valor considerado positivo pelos lojistas.

O levantamento revela também que 67,7% dos consumidores planeja pagar suas compras à vista, utilizando dinheiro ou cartão de débito (68,2%). Compras em cartão de crédito são opção para outros 31,3% dos consumidores. Apenas 0,5% disseram que preferem pagar utilizando o crediário das lojas. Não houve citação sobre uso de cheques. Mas, comprar mesmo, só depois de pesquisar preços, segundo 62,8% dos entrevistados.
Na geografia das compras, as lojas dos shoppings são preferidas por 58,6% dos consumidores, seguidas do centro da cidade, com 26,8% das citações.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Hélcio Costa – Nathália Barcelos