Forte presença do varejo online no cotidiano da população acima de 60 anos, afirma estudo da SBVC

Estudo realizado pela SBVC revela que 48% desse consumidor utiliza smartphones para suas compras online

Segundo estimativas do IBGE, nos próximos 20 anos a população acima de 60 anos, mais que triplicará, chegando a 88,9 milhões de brasileiros (39,2% da população). Ou seja, o Brasil está no momento de proporcionar mudanças e novas oportunidades de negócios em muitos segmentos, pois a população está envelhecendo em uma velocidade muito rápida, o que trará um grande impacto sobre os sistemas de saúde e outros, com elevação de custos e do uso dos serviços.

Pensando neste futuro cenário, a SBVC – Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo em parceria com a AGP Pesquisas atualizou a pesquisa feita em 2017, com informações sobre os atuais hábitos de compra da população com idade superior a 60 anos. “Realizamos este estudo para analisar os fatores que levam este público a consumir, que aspectos eles mais prezam em suas compras e a presença do varejo digital entre essa população. Além disso, avaliamos a experiência de compra e os aspectos mais valorizados no consumo de produtos e serviços”, comenta Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo.

O estudo da SBVC contou com 510 entrevistados numa pesquisa 83,3% dos 60+ afirmaram que eles mesmos são o elemento responsável pelo controle das finanças e decisões de compra em sua residência. Na média da população entrevistada, o item mais importante no orçamento mensal são os gastos com mantimentos (R$ 666), seguidos por Moradia (R$ 591) e Saúde (R$ 395), que obtiveram queda em relação ao ano passado, R$892, R$805 e R$758 respectivamente. É importante ressaltar que o consumo se dá em uma ampla variedade de canais: 47% dos entrevistados costumam ir semanalmente a redes de hipermercados ou supermercados, 55% ao mercado local e 59% às lojas de hortifrúti. Apenas 31% costumam ir toda semana à feira livre (sendo que 21% afirmam nunca frequentar esse canal). Percebe-se que o consumidor com mais de 60 anos, ao mesmo tempo em que utiliza super e hipermercados, tradicionais e de vizinhança, em seu mix de consumo, também vai aos hortifrútis para o abastecimento de itens perecíveis.

Sobre a experiência no ponto de venda dos supermercados, em 2017 os consumidores não a consideravam tão positiva, porém para este ano houve alteração, 32% consideram a experiência “muito boa”, versus 12% do ano anterior. Shopping centers não fazem parte do rol de escolhas e farmácias é considerado canal de reposição, 46% visita mensalmente.

Lojas cheias, filas, falta de atendimento são aspectos que atrapalham bastante a experiência de compra, pois dificultam o deslocamento pelo PDV e a finalização bem-sucedida da compra. “Assim como na 1ª pesquisa, o que mais nos chamou a atenção é o fato de que itens relacionados exclusivamente à experiência de consumidores 60+, como a disponibilidade de áreas de descanso, elevadores, escadas rolantes, são muito menos relevantes para a satisfação dos clientes do que itens que também são importantes para clientes de outras faixas etárias, como caixa sem filas”, ressalta Eduardo Terra.

Metodologia

O estudo entrevistou 510 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra da população acima de 60 anos, com especial interesse na comparação entre lojas físicas e online

Disponível no site: http://sbvc.com.br/2a-pesquisa-habitos-de-compra-do-consumidor-60

Fonte: SBVC – Fernanda Besnosoff

Parcelamento em 10x cresceu no Dia do Cliente

Compras parceladas em 10x aumentaram 254% no Dia do Cliente, diz pesquisa

Realizado pela Social Miner em parceria com Loja Integrada, levantamento mapeou o perfil dos clientes que costumam comprar em lojas virtuais durante a data comercial

Os lojistas virtuais costumam aproveitar o Dia do Cliente – que foi comemorado no último dia 15 de setembro – para presentear os consumidores com promoções e descontos. Os benefícios podem valer só para a data ou para a semana toda, atraindo cada vez mais consumidores. Segundo pesquisa realizada pela Social Miner – empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa – em parceria com a Loja Integrada – plataforma para criação de lojas virtuais mais popular do Brasil, com 700 mil lojas criadas -, mais de 88% dos clientes disseram que usariam a data comercial para realizar compras devido aos preços promocionais.

A pesquisa revela ainda que a maioria das compras feita no Dia do Cliente em 2018 foram parceladas, 30% das compras foram dividas em 3 vezes no cartão de crédito, já 22% dos clientes decidiram parcelar em 5 vezes. Se comparado com o ano anterior, as compras realizadas em parcelamento de 10 vezes tiveram aumento de 254%.

Perfil dos compradores

A maioria das pessoas que costumam comprar no Dia do Cliente têm entre 25 e 34 anos (39%). Para os consumidores entrevistados, um fator decisivo na hora da compra é a confiança que eles depositam na loja virtual (30,5%), seguido de preço (20,1%), em terceiro fica o tempo de entrega com 19,7%, alguns também levam em consideração as formas de pagamento (16,4%) e a confiança na marca do produto (13,4%). Os dados ainda mostram que 75% dos clientes costumam ficar de olho nas promoções oferecidas por suas lojas preferidas.

Para Julia Mariá, head de marketing da Loja Integrada, os lojistas precisam aproveitar a fidelidade dos clientes para oferecerem mais vantagens em datas comerciais, como o Dia do Cliente. “As datas sazonais, como Dia dos Namorados, Dia das Mães e dos Pais, são muito importantes para o comércio eletrônico e costumam potencializar as vendas das lojas virtuais. É preciso criar uma estratégia de vendas e investir na divulgação. Já que as vendas aumentam muito, um bom planejamento evitará que a loja tenha prejuízos posteriores”, orienta.

Expectativa vendas online na Black Friday

Hoje os e-shoppers somam mais de 60 milhões no Brasil e o que contribui para esse crescimento é a Black Friday e as demais datas que a sucedem. Segundo levantamento do Google, a edição de 2017 faturou R$ 2,1 bilhões, um crescimento 10% maior do que em 2016, consolidando o dia como a segunda melhor data para o varejo brasileiro, perdendo apenas para o Natal.

Para 2018, a expectativa é que a Black Friday ganhe ainda mais força. De acordo com pesquisa recente do Google cerca de 70% dos internautas brasileiros já compraram em uma Black Friday e 99,5% dos consumidores on-line entrevistados afirmaram que já conhecem a data – podendo utilizar o dia de descontos para realizar uma compra.

Fonte: Agência NoAr – Ana Paula Vieira

Cresce o uso dos serviços de voz

Adobe Digital Insights: nos EUA, um em cada três consumidores já possui um alto-falante inteligente

Estudo “State of Voice Assistants”, da Adobe, mostra que, em poucos meses, o número de pessoas que utilizam a tecnologia cresceu 5%

O uso de serviços de voz pelos consumidores está aumentando. Esta foi a conclusão da pesquisa “State of Voice Assistants” do Adobe Digital Insights – braço de pesquisas da Adobe -, que entrevistou mais de mil consumidores dos EUA. Segundo o estudo, as atividades mais comuns demandadas por voz são músicas (70%) e a previsão do tempo (64%). Outras ações populares incluem fazer perguntas divertidas (53%), pesquisa on-line (47%), verificação de notícias (46%), pesquisa básica/confirmação de informações (35%) e busca por trajetos (34%).

Os assistentes de voz para smartphones, segundo o estudo, estão impulsionando o uso da voz: 32% dos consumidores relatam possuir um alto-falante inteligente, em comparação com 28% em janeiro de 2018 – um aumento de 14% em apenas alguns meses. Enquanto isso, 76% dos proprietários de alto-falantes inteligentes afirmam que passaram a utilizar mais o assistente. Já 71% deles afirmaram usá-los pelo uma vez ao dia – sendo que, desses, 44% dizem utilizar “várias vezes por dia”. Apenas 8% dos proprietários relatam que quase nunca o utilizam.

Os dados mostram também que 36% dos entrevistados disseram que usam os alto-falantes inteligentes para fazer chamadas, 31% para dar comandos em suas smart-homes, 30% para compras, 17% para pedir refeições e 16% para pesquisa de voo/hotel.

Confira outras constatações do State of Voice Assistants:

– Quase metade (47%) dos proprietários de alto-falantes inteligentes relataram usar a tecnologia para iniciar suas pesquisas de produtos;

– 43% utilizam para criar listas de compras;

– 32% para comparação de preços;

– 45% dos consumidores que já possuem um alto-falante inteligente afirmaram planejar comprar outro para si próprio. Já 23% planejam comprar para presentear outra pessoa;

– 23% dos não-proprietários disseram que planejam comprar, enquanto 9% planejam adquirir para outra pessoa.

Para conferir o estudo completo, clique aqui.

Fonte: Adobe Systems Incorporated – RMA Comunicação – Alisson Costa

Cai a inadimplência em Taubaté segundo a ACIT

Estudo ACIT aponta que inadimplência do consumidor em Taubaté caiu 0,2% em maio

Um estudo realizado pela Boa Vista SCPC, parceiro da Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT), aponta que o Indicador de Registros de Inadimplentes caiu 0,2% em Taubaté, na comparação mensal de maio contra o mês anterior.

No resultado acumulado, a inadimplência obteve queda de 1,3%, enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador cedeu 4,5%.

A recuperação de crédito do consumidor, por sua vez, aumentou 0,9% na comparação mensal de maio contra o mês anterior. No resultado acumulado, a recuperação avançou 0,3% enquanto na variação interanual (mesmo mês do ano anterior) o indicador recuou 8,4%.

Para levantamento desses dados, a Boa Vista utiliza o indicador de registro de inadimplência, que é elaborado a partir da quantidade de novos registros de dívidas vencidas e não pagas e o indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir das exclusões de registros informadas à Boa Vista SCPC pelas empresas credoras.

O índice calculado pela média móvel dos últimos 12 meses do mês de referência, tendo como ano base a média desses valores em 2011 (base = 100). A partir de março de 2016, as séries dessazonalizadas (as quais utilizavam o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau) foram descontinuadas.

Confira os dados dos indicadores no quadro:

A Boa Vista SCPC é parceria da ACIT e oferece serviços aos associados há alguns anos. A empresa está no mercado há mais de 60 anos, com atuação no segmento de inteligência analítica sobre consumidores e empresas e tem como diferencial a transformação de dados de pessoas físicas e jurídicas em informações inteligentes para o mercado. Destacam-se as campanhas de renegociação de dívidas (como a “Acertando suas Contas”, realizada junto com a ACIT no final de 2017 em Taubaté), a consulta gratuita de CPF pela internet e o monitoramento para proteção a fraudes. Além disso, ela oferece o Cadastro Positivo, que apresenta às empresas credoras o histórico de pagamentos honrados pelos consumidores, aumentando suas chances de conseguirem crédito no mercado.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Os apps e a copa do mundo

10 provas de que esse é o Mundial dos apps

Principal evento futebolístico do Mundo traz grandes oportunidades para empresas que apostam em mobile marketing

A Copa do Mundo da Rússia representa um momento único para anunciantes em todo o mundo. Até o final do Mundial, milhões de pessoas torcerão por suas seleções, acompanhando tudo em tempo real, muitas vezes, em seus dispositivos móveis.

Segundo o estudo realizado pela Headway, em parceria com a App Annie, cerca de 30% dos fãs afirmaram assistir a eventos esportivos em seus dispositivos móveis. Este comportamento se dá pela facilidade com que os dispositivos móveis oferecem para seus usuários, já que podem consumir o conteúdo esportivo quando e a maneira que quiserem.

O estudo, que traz um passo a passo de como se beneficiar das campanhas em mobile apps durante o evento, utilizou recursos de big data e consumo de vários aplicativos disponíveis no mercado para analisar o impacto potencial dos smartphones durante o torneio.

Este cenário é a prova de que os dispositivos móveis farão uma excelente combinação com a Copa do Mundo, já que a atenção de todo o planeta está no torneio – e nos celulares e tablets. Confira abaixo mais fatos levantados pela Headway.

– Os dispositivos móveis representam 73% do consumo total da Internet.

– Em 2017, 30% dos fãs de eventos esportivos disseram que viram os jogos em seus dispositivos móveis.

– Em 2017, um usuário gastou, em média, três horas por dia consultando conteúdos em aplicativos.

– Durante os Jogos Olímpicos e Super Bowl em 2017, o download e o uso de aplicativos de entretenimento também aumentou.

– Durante a Copa do Mundo de 2014, o aplicativo da Fifa foi baixado pouco mais de 18 milhões de vezes, padrão este que deve ser seguido durante o Mundial da Rússia.

– Os números da plataforma online do Fifa Global Stadium em 2014 mostraram que o público digital ultrapassou um bilhão de usuários.

– Cada vez mais, os fãs do esporte buscam por experiências interativas durantes os jogos e têm usado os dispositivos móveis para isso. Prova disso é que 80% dos torcedores usam seus tablets e smartphones para procurar informações complementares, como estatísticas dos jogadores ou vídeos de determinadas jogadas.

– O acesso à internet cresceu de 42,3% para 54,5% desde a última Copa.

– Os consumidores de todo o mundo utilizaram por aproximadamente 1,2 bilhão de horas os aplicativos de celulares Android em 2017.

– Os usuários de smartphones passam sete vezes mais tempo utilizando apps nativos em comparação com browsers; e costumam acessá-los com uma frequência 13 vezes maior. Os consumidores estão começando a usar apps para transmitir conteúdo, comprovar se há atualizações de jogos e conversar com outros torcedores.

O estudo completo pode ser conferido em: https://guides.headwaydigital.com/copadomundo/

Fonte: Brainstory Comunicação – Yasmin Berlezi

Estudo aponta que Copa vai movimentar a economia brasileira

60 milhões de brasileiros devem ter gastos relacionados à Copa do Mundo, mostra levantamento do SPC Brasil e CNDL

Jogos do mundial devem movimentar cerca de R$ 20,3 bilhões no comércio e setor de serviços no Brasil. Supermercados, lojas de rua e camelôs serão os principais locais de compra. Para 41% dos torcedores, são altas as chances de o Brasil ser hexa

Faltando poucos dias para a estreia da seleção brasileira nos gramados da Rússia, a Copa do Mundo começa a despertar o interesse dos brasileiros. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) projeta que aproximadamente 60 milhões de consumidores devem realizar gastos com produtos ou serviços relacionados à Copa do Mundo. O dado corresponde a 51% dos consumidores que acompanharão aos jogos do campeonato. Os que não devem consumir produtos ligados à Copa formam 25% dos torcedores entrevistados.

Entre os que devem gastar para acompanhar as partidas, o consumo de alimentos na casa de amigos ou parentes (91%) e de bebidas na comemoração dos jogos (87%) serão os mais comuns. No caso das comidas, os tira-gostos (56%), itens para churrasco (49%), pipocas (37%) e salgados (31%) se posicionam entre os primeiros do ranking. Já para as bebidas, a preferência é por cerveja (74%), refrigerantes (72%) e água (69%).

De acordo com a pesquisa, outros tipos de engajamento que devem fazer o torcedor brasileiro desembolsar durante a Copa do Mundo são idas a bares e restaurantes para assistir as transmissões dos jogos (62%), compras de camisetas, uniformes e itens da seleção (61%), decoração verde e amarela (54%) e compra de acessórios, como bonés, maquiagem, cornetas e vuvuzelas (48%). Há ainda 46% de consumidores que vão participar de bolões, 38% que irão adquirir serviços de dados de internet para smartphone e 21% que compraram ou planejam adquirir uma TV nova para assistir as partidas.

Por outro lado, 50% pretendem evitar fazer algum tipo de compra durante o período em que o mundial será disputado, principalmente para poder acompanhar aos jogos pela TV (38%).

“Para o comércio e o setor de serviços, a Copa do Mundo vai além da competição em campo. O torneio representa um ótimo momento para incrementar as vendas de artigos de vestuário, eletroeletrônicos, alimentos, bebidas, decoração, entre outros itens, sobretudo em um momento de tímida recuperação econômica como o atual. Mesmo quem não acompanha futebol no dia a dia acaba se contagiando com a atmosfera proporcionada pela Copa, que é mais do que um evento esportivo. É um grande acontecimento geopolítico, cultural e também econômico”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Copa deve injetar 20,3 bilhões no comércio e serviços; supermercados e loja de rua são as preferidas para adquirir itens ligados ao mundial

Para os torcedores que vão se reunir na própria casa (81%) ou na casa de amigos e parentes (44%) para assistir aos jogos da Copa, a média de gasto por encontro gira em torno de R$ 119, ao passo que, entre os que pretendem ir a bares ou restaurantes (22%), a média aumenta para pouco mais de R$ 128. De modo geral, o evento esportivo tem um potencial de movimentar aproximadamente R$ 20,3 bilhões na economia brasileira, considerando os setores de comércio e serviços.

Ao escolher um bar ou restaurante para assistir aos jogos da Copa, os torcedores priorizam, principalmente, o preço acessível das bebidas (35%), a qualidade do que é servido (30%), a preferência dos amigos ou familiares (27%) e o tamanho do telão em que os jogos serão exibidos (27%). “Historicamente, sabe-se que há uma tradição, entre os torcedores brasileiros, de acompanhar as partidas em espaços públicos ou privados que favoreçam o encontro e a convivência entre os torcedores, sejam bares, praças ou outros locais. Para os empresários desse segmento, é uma grande oportunidade para oferecer uma experiência diferenciada”, afirma o presidente Roque Pellizzaro Junior.

De acordo com a pesquisa, os locais de compras que mais devem ser frequentados para aquisição dos produtos ligados à Copa são supermercados (68%), lojas de rua (35%) e camelôs (28%). Os preços (58%) e as promoções (51%) serão os fatores mais levados em conta pelos consumidores antes de entrarem no estabelecimento.

Assim como costuma acontecer em outros eventos esportivos, é grande a chance de que produtos falsificados estejam à venda no Brasil durante os jogos. Sobre esse tema, a pesquisa revela que 34% dos potenciais compradores estão propensos a comprar apenas produtos oficiais, enquanto 64% pensam que a escolha depende do tipo de produto e 1% declaram abertamente a intenção de adquirir produtos falsificados. Entre os que cogitam comprar um item pirateado, mais de um terço (34%) argumenta não ter condições financeiras, enquanto 22% não se importam com a origem do produto e 15% compram o que for mais barato. Em contrapartida, dentre os que pretendem comprar produtos oficiais, a maioria (55%) considera que a qualidade é a principal vantagem.

Maioria vai pagar despesas da Copa à vista, mas 37% não farão um planejamento financeiro

De acordo com a pesquisa, a maioria dos torcedores que terão gastos com o mundial vai pagar à vista, seja em dinheiro (68%) ou no cartão de débito (35%). O cartão de crédito também será bastante utilizado, por 25% dos entrevistados em parcela única e por 18% em mais de duas prestações.

Um dado que inspira preocupação é que entre os que terão gastos com o evento, 37% não pretendem analisar as condições do orçamento antes de assumir essas despesas – os que vão estipular um valor fixo para gastar no período somam 63% da amostra. “Embora o ânimo que o evento traz sobre os torcedores os levem a gastar mais com as festividades, é importante que os gastos não fujam ao controle do orçamento, já que o evento passa e ficam as dívidas”, orienta a economista Marcela Kawauti.

17% devem ser liberados durante partidas, enquanto 14% vão acompanhar no local de trabalho; para 41% são altas as chances de o Brasil ser hexa

O interesse natural em acompanhar as partidas do Brasil na Copa do Mundo faz com que em muitas empresas sejam adotados esquemas especiais de bancos de horas, horários alternativos ou dispensas e compensações. De acordo com a pesquisa, em 17% dos casos, a empresa onde o entrevistado trabalha pretende liberar os funcionários durante os jogos da seleção brasileira. Outros 14% garantem ter um horário de trabalho flexível, enquanto o mesmo percentual de 14% informa que os funcionários vão dar uma pausa para assistir aos jogos dentro do próprio ambiente de trabalho. Apenas 6% disseram que os funcionários trabalharão normalmente e sem pausa durante as partidas.

De modo geral, 78% dos consumidores brasileiros pretendem assistir aos jogos da Copa do Mundo e 72% ficam empolgados com a competição, sendo que em alguns casos (10%), esse sentimento atrapalha a concentração em suas tarefas no dia a dia. Apenas 14% dos entrevistados disseram que vão seguir a rotina normalmente durante os jogos da Copa e 7% ainda não sabem. Em cada dez entrevistados, quatro (41%) consideram altas as chances de o Brasil ser hexacampeão, ao passo que 45% classificam a possibilidade como média e apenas 10% avaliam como pequena.

Metodologia

A pesquisa ouviu 1.061 consumidores de ambos os gêneros, todas as classes sociais, acima de 18 anos e em todas as capitais para detectar o percentual de quem vai assistir e acompanhar a Copa do Mundo. Posteriormente, a pesquisa se aprofundou a partir de 843 entrevistados que pretendem acompanhar ao evento. As margens de erro são de 3,0 e 3,4 pontos percentuais, respectivamente, a uma margem de confiança de 95%. Baixa a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Fonte: Assessoria de Imprensa SPC Brasil – CNDL

Pesquisa em Taubaté para o Dia das Mães

ACIT realiza pesquisa de intenção de compras para Dia das Mães

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realizou uma pesquisa para levantar informações sobre as intenções de compras para o Dia das Mães, data que é considerada um segundo natal em volume de vendas e todos se preparam para esse período.

A pesquisa foi realizada em parceria com o NUPES (Núcleo De Pesquisas Econômico-Sociais da Universidade de Taubaté) entre os dias 15 e 27 de abril com o objetivo identificar como os moradores de Taubaté pretendem comprar e presentear suas mães.

Seguindo a tendência, o estudo apontou que a preferência se mantém com “roupas” (25,28%), mesmo que com índices mais baixos que os apontados nos anos anteriores. Em seguida estão os “calçados” (16.85%), e em terceira opção o item “outros” (13.48%), que inclui flores, livros, jantar e passeios. Muito próximo estão a preferência por “perfumes/cosméticos” (12.92%) e “acessórios” (12.36%).

Um dado relevante foi que o ticket médio para compras esse ano aumentou em relação aos anos anteriores. O consumidor relatou que está fugindo das pequenas lembrancinhas e pretende dar um presente de melhor qualidade para sua mãe, com valores entre R$ 100 e R$ 300 (32,58%). Vale destacar que a intenção de gastar mais de R$ 300 foi respondida por 17,98% dos entrevistados.

Outra surpresa que a pesquisa apontou foi que a mudança de comportamento nos últimos anos se manteve e grande parte pretende realizar as compras com pagamento na modalidade “à vista” (60.11%), e de preferência em dinheiro, evitando dividas futuras. Com isso, também pretendem realizar melhores negociações com descontos e facilidades.

“Minha Mãe Vale Muito”

E para incentivar ainda mais a compra no comércio local, a ACIT está com a promoção “Minha Mãe Vale Muito”, dentro da campanha TaubateAMO.

Nessa promoção, serão sorteados 3 consumidores, que irão ganhar cartões presentes no valor de R$ 1 mil cada, que poderão ser trocados em diversas lojas participantes da promoção, sempre respeitando o valor mínimo. O valor total não precisa ser todo usado em apenas um estabelecimento, e sim, poderá ser usado em vários locais para diferentes aquisições.

Nas campanhas da ACIT os vendedores registrados nos cupons sorteados também ganham e serão contemplados com cartão de R$ 200,00 cada.

Para concorrer, o consumidor recebe um cupom a cada R$ 50 em compras realizadas nas empresas participantes do fundo promocional. As lojas participantes sempre serão indicadas com material promocional da campanha. O sorteio acontece dia 31 de maio (quinta-feira) às 17h na sede da ACIT e é aberto à todos que quiserem acompanhar.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Retomada da economia faz com que número de Agências de Publicidade cresça no país

Estado de São Paulo abriu 344 agências de Publicidade somente em 2017, seguido pelo Paraná com 87

Investir no mercado brasileiro em 2017 parece que voltou a ser uma boa ideia, e não por acaso é que esse crescimento faz com que a demanda por marketing e propaganda gere um aumento das agências de publicidade no país.

Em seu mais novo levantamento de dados acerca do mercado brasileiro, o Empresômetro, empresa que trabalha com inteligência de negócios, identificou que, somente no ano de 2017, foram abertas mais de mil novas agências de publicidade no país, representando um aumento de 8,7% em relação ao ano anterior, segundo a Receita Federal do Brasil.

No total, em 2017, foram 1.047 novas agências, todas elas estão em atividade, conforme medição realizada pelo Empresômetro através do Índice de Atividade Empresarial dos últimos 12 meses, isto é, são empresas novas que estão realmente em funcionamento, gerando novos negócios e alimentando o ciclo econômico. Para se ter uma ideia, em 2015 foram abertas 1.024 agências, das quais 793 estão em atividade. O índice é estabelecido verificando a emissão de notas e pagamento de tributos através de prospecção de dados públicos e análise desses dados para confirmar se uma empresa é ativa.

Somente o Estado de São Paulo foi responsável por 344 novos negócios no setor, seguido pelo Paraná com 87, Rio de Janeiro 78 e Minas Gerais 75. “O que é possível perceber através do levantamento desses dados é o que porte desses empreendimentos ficaram, em sua maior parte, como pequenas empresas, não havendo volume expressivo de empreendedores individuais, somente dois em 2017”, diz o diretor do Empresômetro, Otávio Amaral.

O que diz o mercado

Corroborando esses dados, a última Visão de Ambiente de Negócios em Agências de Propaganda (VAN PRO), índice criado pela Fenapro – Federação Nacional das Agências de Propaganda para avaliar o setor e suas expectativas ao longo do ano, identificou uma melhora significativa nos negócios.

O ano de 2017 foi visto como o ano em que Serviços, Comércio e Indústria geraram as melhores perspectivas, fazendo com que as agências consultadas pela Fenapro vislumbrem um 2018 melhor que os anos anteriores. “Os resultados da pesquisa VAN PRO no terceiro trimestre refletem a melhora de humor do mercado, como um todo, gerando esperança de um fim de ano mais positivo para as agências e um 2018 bem melhor que o biênio 2016/ 2017”, afirma o presidente da Fenapro, Glaucio Binder.

Muito desse cenário se dá pela rendição da mídia tradicional à integração com o digital, novas ferramentas possibilitando a métrica do online como já feito nas mídias “físicas” e isso norteará o mercado publicitário, com novas possibilidade para novos empreendedores que demonstrarem conhecimento e dinamismo na missão de oferecer o serviço de publicidade nesse ano recém-iniciado.

“A expectativa é que, com os eventos que ocorrerão em 2018, entre Copa do Mundo, eleições, entre outros, além do aperfeiçoamento das mídias digitais, da métrica online e da publicidade focada, o crescimento nesse setor continue”, conclui Amaral.

Fonte: Descomplica Agência de Mídias – Janaína Fogaça

Pesquisa indica mais um Natal de ‘lembrancinhas’

Estudo Varejo & Promoções Natal 2017 destaca intenções e expectativas de consumidores nesta época do ano

O brasileiro está animado com a chegada das celebrações de final de ano, mas ainda tímido em relação aos gastos. De acordo com a pesquisa Varejo & Promoções Natal 2017, realizada entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro, este será mais um ano de “lembrancinhas” no Natal. Para a maioria dos entrevistados, 52,6%, o valor máximo para a compra de um presente será de R$ 50. Em meio aos esforços para economizar, família e alimentação são prioridades. Entre os entrevistados, gastar presenteando a família é fundamental para 60%, já investir na elaboração de alimentos para a ceia de Natal é preferência para 58%.

O estudo ouviu 500 pessoas e foi realizado por meio de parceria entre as empresas Brazil Promotion, maior feira de marketing promocional e varejo da América Latina, Umbigo do Mundo, agência especializada em planejamento estratégico; e Mindminers, empresa de tecnologia especializada em soluções digitais de pesquisa. Entre os bens de consumo, estão na preferência de compra vestuário (65,2%), perfumaria e cosméticos (41,2%). Na sequência vêm brinquedos (35%), eletrônicos (32%). Os artigos comidas, bebidas e livros seguem empatados com 21,6%.

Parcelamentos a perder de vista estão fora de cogitação para a maioria. Segundo a pesquisa, o meio de pagamento escolhido por 31,2% será o cartão de débito. Já 25,8% pretendem utilizar dinheiro e 21,2% optará pelo cartão de crédito com parcelamento das compras.

Outro dado que chamou a atenção foi o fato de 20,7% das pessoas estarem dispostas a se auto presentear no Natal. Porém, os maiores percentuais, quase que empatados, indicam que os presentes serão comprados para o cônjuge (28,4%) e parentes (28,3%). O estudo também analisou em quais lugares as compras serão feitas, com shopping centers (33,8%) e lojas virtuais (32,8%) entre os mais citados para as compras.

Promoções – A pesquisa analisou como as promoções influenciam nas decisões de compras. Para 87% dos entrevistados, elas interferem e os fazem mudar de ideia no momento da compra. Benefícios imediatos, como descontos, leve 3 pague 2, compre e ganhe estão entre as oportunidades preferidas. Objetos ou ações que demorem a mostrar resultados, como junte e troque, sorteios, pontuações e concursos, estão entre os menos valorizados, apesar de grande parte dos entrevistados participam de sorteio de carros e viagens nas promoções de final de ano.

Brindes – Os brindes são itens que caíram no gosto da população e também atraem a atenção dos consumidores na hora da compra. Entre os mais citados pelos entrevistados estão: descontos, cosméticos e maquiagens, ingressos e canecas. “Promoções e brindes funcionam como um recall da marca. Eles não são invasivos e podem reforçar a imagem de uma instituição e fazer com que ela fique na mente do consumidor por um longo período”, diz Auli De Vito, presidente da Brazil Promotion.

A vontade de colecionar predomina entre as pessoas. Miniaturas, réplicas, brinquedos e bonecos ainda fazem sucesso. Gadgets tecnológicos e utensílios de cozinha também estão na moda.

Quem compra os brindes – Para aqueles que têm o hábito de presentear seus clientes e demais públicos de relacionamento essa é a melhor época do ano para o investimento. Muitos deles, 27%, buscam informações e ideias de brindes nas feiras, sites de fabricantes e em buscas na própria web. Promover ações estratégicas, que geram encantamento e surpreendam os clientes são características que fazem toda diferença na hora. Já as oportunidades que as companhias mais utilizam os brindem são: ações de relacionamento, eventos, fidelização, programas de incentivo, ações de endomarketing e promoções. O preço do brinde ainda é uma das principais questões na hora da compra, mas customização, personalização, prazo de entrega, embalagem, logística e manuseio vêm recebendo atenção cada vez maior dos clientes corporativos.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

Perspectiva de um bom Natal

73% dos brasileiros devem ir às compras no Natal; data vai movimentar R$ 51,2 bi na economia, projetam SPC Brasil e CNDL

Neste ano, brasileiro vai desembolsar, em média, R$104 por presente. Lojas online ultrapassam shopping center como principal local de compras e 52% dos consumidores vão fazer pagamento à vista. Roupas encabeçam ranking de presentes

Os sinais mais recentes de uma lenta e gradual recuperação econômica já se refletem nas perspectivas para a data mais importante em faturamento e volume de vendas no varejo: o Natal. Uma pesquisa realizada em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 110,8 milhões de consumidores brasileiros devem presentear alguém no Natal de 2017. Se as expectativas forem confirmadas, o Natal deste ano será um pouco melhor que o do ano passado, quando a projeção havia sido de 107,6 milhões de consumidores nas lojas. Em termos percentuais, 73% dos brasileiros pretendem comprar presentes para terceiros no Natal deste ano, número que se mantém elevado em todas as faixas etárias e classes sociais. Apenas 8% disseram que não vão presentear, ao passo que 18% ainda não se decidiram.

Considerando somente a aquisição de presentes natalinos, a movimentação de dinheiro na economia deverá ser de R$ 51,2 bilhões no comércio, cifra que representa um leve crescimento nominal na comparação com 2016, ano em que a projeção girou em torno de R$ 50 bilhões.

Na avaliação do presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, a injeção desse volume de recursos na economia mostra porque o Natal é o período mais aguardado do ano para consumidores e comerciantes e dá indícios de que a disposição dos brasileiros para consumir está retornando. “De um lado, milhões de consumidores investem tempo e recursos financeiros na compra de presentes e na preparação das celebrações; do outro, muitos empresários se preparam para contratar mão de obra e aumentar a produção, na esperança de que as vendas compensem o resultado tímido ao longo do ano”, afirma Pellizzaro Junior.

Brasileiro vai comprar entre quatro e cinco presentes; gasto médio será de R$ 103,83 por item adquirido

Em média, os consumidores ouvidos na pesquisa pretendem comprar entre quatro e cinco presentes – no ano passado, esse número era de quatro aquisições. O valor médio com cada item será de R$ 103,83, mas considerando a compra de todos os presentes, o brasileiro deve desembolsar, em média, R$ 461,91, cifra muito próximo a observada em 2016, que era de R$ 465,59. Nas classes A e B, o valor desembolsado no total de presentes sobe para R$ 630,96 e cai para R$ 414,25 entre as pessoas da classe C. Há, contudo, uma parcela considerável de 43% de consumidores que ainda não se decidiu quanto ao valor a ser desembolsado.

Outro dado que sugere uma disposição maior de consumo para o Natal deste ano, é que a maioria dos consumidores irá gastar individualmente a mesma quantia (33%) ou um valor superior ao desembolsado em 2016 (19%). Os que pretendem gastar menos representam 26% da amostra.

Considerando os que vão gastar mais no Natal de 2017 que no de 2016, um quarto (25%) garante que irá adquirir um presente melhor, enquanto 17% reclamam do aumento dos preços. Há ainda, 14% de pessoas que economizaram ao longo do ano para poder gastar mais com os presentes natalinos. Em contrapartida, quase um terço (32%) dos consumidores que planeja diminuir os gastos dá como justificativa a situação financeira ruim e o orçamento mais apertado. Outros 23% querem economizar, enquanto 13% possuem outras prioridades de compra, como a casa própria ou um automóvel.

64% estão animados com Natal; falta de hábito, pouco dinheiro e desemprego estão entre as razões para não presentear

Ter o hábito de presentear (64%) e considerar o gesto importante (31%) são as razões mais comuns entre aqueles que decidiram comprar presentes neste Natal. Entre aqueles que não irão presentear terceiros no Natal de 2017, 20% não o fazem por falta de hábito ou porque não gostam. As demais razões estão mais ligadas à crise, como a falta de dinheiro (17%) e o desemprego (15%). Os que não vão comprar presentes porque estão endividadas e precisam pagar contas somam 10% desses consumidores.

De acordo com a pesquisa, 64% dos consumidores se declaram empolgados com o Natal, contra 27% de consumidores que estão desanimados ou menos empolgados que na mesma data do ano passado. “Tradicionalmente, há muita expectativa em torno do Natal. Embora os brasileiros estejam enfrentando tempos difíceis, com altos patamares de desemprego e uma grave crise política e social, o simbolismo e a atmosfera emocional dessa época do ano parecem predominar e despertar sentimentos positivos na maioria das pessoas”, observa a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

83% vão pesquisar preços, principalmente pela internet

Em tempos de recessão, mesmo com a inflação controlada, é comum que o consumidor tenha a sensação de que o orçamento está mais apertado e que a renda não acompanha o ajuste de preço dos produtos. Tanto é que entre a maioria dos consumidores ouvidos, predomina a impressão de que os presentes de Natal estão mais caros em 2017 do que no ano passado (58%). Para 22%, os produtos estão na mesma de preço, enquanto apenas 7% falam em preços menores.

Investir tempo para fazer pesquisa de preço será novamente um hábito frequente entre os compradores: 83% garantem que vão adotar a prática e a internet (76%) será a principal aliada para fazer esse tipo de comparação. Outros 50% vão pesquisar em lojas de shopping e 48% vão comparar preços indo de porta em porta nas lojas de rua.

Compras online ultrapassam shopping center; preços, promoções e descontos são levados em conta para escolha do local de compra

Neste ano, pela primeira vez as lojas online ultrapassaram os shopping centers como o local de maior concentração das compras de Natal. Em cada dez compradores, quatro (40%) concentrarão as compras na internet, o que representa um crescimento de oito pontos percentuais em relação a 2016. Na sequência estão os shopping centers (37%), lojas de departamento (37%) e lojas de rua (26%). Os endereços online preferidos são os sites das grandes redes varejistas (68%), sites de classificados de compra e venda (42%) e lojas especializadas em vestuário e acessórios (34%).

Para quem vai comprar online, o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’ faz um alerta: “É preciso ter cuidado para realizar compras pela internet. O ideal é fazer os pedidos com certa antecedência para que os presentes cheguem a tempo das festas. O atraso na entrega de encomendas é um problema que os consumidores costumam enfrentar nesta época do ano, mas que podem ser evitados se houver planejamento”, alerta Vignoli.

Na opinião dos entrevistados, os fatores que mais pesam na escolha do ponto de venda são o preço (58%), ofertas e promoções (50%), diversidade dos produtos (27%) e a qualidade do atendimento (20%).

Roupas serão os produtos mais procurados no Natal e os filhos os mais agradados com presentes

De acordo com o estudo, por mais um ano as roupas permanecem na primeira posição do ranking de produtos que os consumidores pretendem comprar para presentear no Natal (56%). Os brinquedos (43%), perfumes e cosméticos (32%), calçados (31%) e acessórios, como bolsas, cintos e bijuterias (24%), completam a lista de produtos mais procurados para a data. Presentes de maior valor agregado como celulares (12%), jogos e videogames (10%), eletrônicos (8%) e joias (8%) ficaram menos bem posicionados neste ano.

No ranking daqueles que serão agradados com presentes neste Natal, os filhos aparecem em primeiro lugar (63%). Em seguida, os mais mencionados são os maridos ou esposas (49%), mães (47%), irmãos (27%) e pais (21%).

Na hora de escolher os presentes, o fator que os consumidores mais levam em conta é o perfil do presenteado (28%), seguido do desejo de quem vai receber o presente (20%), da qualidade do item (16%) e das promoções ou descontos (13%).

52% vão pagar presentes à vista; para quem parcela, dívidas vão durar, em média, até o próximo Dia das Mães

Neste ano, o pagamento à vista será o meio mais utilizado pela maioria dos entrevistados ouvidos (52%), seja em dinheiro (34%) ou no cartão de débito (19%). Os que vão se utilizar de alguma modalidade de crédito somam 43% dos compradores, sendo que o cartão de crédito parcelado lidera, com 31% de menções, seguido do cartão de crédito em parcela única (9%) e do crediário (2%).

Na média, as compras parceladas serão divididas em cinco vezes. Isso significa que esses consumidores vão comprometer parte de sua renda com prestações natalinas que só deverão ser totalmente quitadas na Páscoa ou no mês do Dia das Mães. “O brasileiro chega ao fim deste ano com a impressão de que o pior momento da recessão ficou para trás, mas deve ter cuidado em não dividir compras com prestações a perder de vista. Se a inflação controlada e a queda dos juros servem de alento, os altos níveis de desemprego ainda são um problema. É hora de controlar gastos, organizar prioridades e conduzir o orçamento de modo responsável, sem se levar pelo emocional ou assumir compromissos acima da capacidade”, orienta a economista Marcela Kawauti.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidos 730 consumidores nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 611 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de no máximo 3,6 e 4,0 p.p, respectivamente. A uma margem de confiança de 95%.

Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas
Informações à Imprensa

Fonte: SPC Brasil – Vinicius Bruno