Coluna Propaganda&Arte

Quando o potencial cliente aterrissar na sua Landing Page não faça isso…

A presença digital será um diferencial de mercado para os próximos anos, sem dúvida. Hoje, ela já pode ser considerada essencial em alguns casos.

Estar presente: com um site próprio, nas lojas de aplicativos, em marketplaces, em grandes gerenciadores de conteúdo, dentre outros, poderá diferenciar uma empresa próspera de uma empresa falida, sem clientes. Poucas são as empresas que sabem se aproximar de seu público, por exemplo, através das Landing Pages sem espantar as pessoas que caem muitas vezes de paraquedas, mesmo que sua aterrissagem tenha sido muito bem programada.

As etapas de uma presença digital

As empresas estão vivendo uma época distinta, onde a pandemia está forçando todo mundo a ter uma “presença” no digital. Eu tive a oportunidade de ajudar mais 40 empresas (a maioria MEIs) nos últimos 9 meses e percebi diferentes níveis de compreensão do que seria “estar presente” na internet.

Alguns empresários não sabiam da importância de se ter um site próprio e outros não faziam ideia de como os buscadores e avaliações do Google poderiam definir uma escolha de compra, mesmo eles tendo o costume de fazer buscas no seu dia a dia. Assim, seguir os 3 passos básicos são necessários para criar a sua presença com estratégia e segurança:

1- Defina bem suas ações de marketing: esse é o dever de casa. Como será o posicionamento da sua empresa? Como está o seu produto e serviço? Ele pode ser vendido online? Os concorrentes estão fazendo algo a respeito? Mapeie e trace tudo que ainda está nas escuras. Precisamos clarear o caminho para deixar os mecanismos de consulta, compra/venda e nossos rastros digitais com mais assertividade (se já não tivermos rastros);

2- Compreenda e aplique as melhores tecnologias: não adianta demonizar a internet, ter medo de tecnologia e achar que isso tudo é investimento supérfluo de gente nova e radical. Você precisa, como empresário(a), entender que o próximo passo só será dado por quem acreditar no objetivo final e nas formas de se alcançar algo muito maior e incrível que só a internet e as tecnologias atuais podem dar. Se você abraçar a tecnologia com vontade de aprender, você vai voar!

Algumas empresas investiram no digital tardiamente, outras já faziam isso há anos. Fato é que novos serviços foram criados para o atendimento online na pandemia e, em alguns casos, o faturamento de novos produtos superaram as vendas tradicionais e físicas. Ou seja, estar no digital não precisa ser o quebra-galho, mas sim o grande pulo do gato! Interessante, hein?

3- Pense no Design como o toque final de experiência: aqui estamos falando de tudo, desde uma interface de um aplicativo até uma… Landing Page! Claro, é só uma das possíveis formas de aproximação com o cliente para oferecer uma solução de forma atrativa. Ou seja, a sua Landing Page (confesso que entra um pouco de tecnologia), irá se comunicar e conectar com o público que chegou no seu ambiente de conversão através das cores, formas, textos e vídeos que você poderá personalizar e escolher para persuadir. Muitas vezes, visando a conversão (retenção de dados pessoais) para criar uma base de leads (potenciais clientes que poderão ser contatados futuramente para novas ações).

Faça sua Landing Page voar! (sem exagerar)

Então, não adianta fazer todo dever de casa, traçar metas de mercado, saber se posicionar no setor, entender o público, falar do diferencial percebido, dores do cliente, usar as melhores ferramentas de automação e até os melhores designs se a sua Landing Page pecar em alguns pontos básicos, como:

  • Não apresentar prova social (quem usa, gosta? então mostre);
  • Exagerar no copy usando termos muito extremos para forçar uma conversão (as pessoas já não caem tanto em Chamadas Para Ação ou CTAs que prometem o mundo, ainda mais se o público for experiente);
  • Usar vídeos que travam ou imagens pesadas que não carregam (segundos de demora podem acabar com a experiência de alguns visitantes);
  • Criar formulários de preenchimento com mais de 5 campos (nome, e-mail, telefone, idade, cidade, nome do cachorro) Se não for para uma ação de petshop, não pergunte coisa desnecessária;
  • Ou o pior de todos, criar uma Landing Page que não explica o que estamos fazendo ali!

Sabe aquela LP que não deixa claro sobre qual o produto ou serviço estamos falando? Não apresenta uma moeda de troca atraente? (Pode ser ebook, mas que seja de conteúdo relevante, tá?) Estou falando dela mesma.

Seja você a luz no fim do túnel

Se você está pensando em se aventurar no mundo dos negócios, do digital ou dos dois, precisa ter claro toda essa jornada e a importância do aspecto do design que vai muito além de um layout bonito e da moda. Você precisa pensar no percurso total, todas as possíveis formas de ser encontrado na rede (muito além de Google) e deixar toda jornada sinalizada e simples de se percorrer, começando pelos buscadores como Google e Youtube, mas pensando nas lojas de aplicativos e redes sociais como Pinterest, que possui grande alcance orgânico.

Que seja você a pessoa no aeroporto com as luzes nas mãos, sinalizando o caminho que os clientes precisam fazer para chegar ao seu destino, até a conversão e a venda. Faça sua Landing Page brilhar e seu negócio decolar. Com as escolhas certas, você pode ir longe.

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Startup apresenta criação de funil de vendas em 4 etapas

Intuitiva, “G Speed” é a nova aposta da G Digital para auxiliar empreendedores no planejamento, funil de vendas, divulgação e otimização de landing pages

Entender e visualizar a jornada de compra do cliente pode ser uma tarefa complexa para pequenos e médios empresários. Como forma de facilitar este processo, a G Digital, startup de desenvolvimento de softwares para marketing e vendas, acaba de lançar o G Speed. Recurso que permite que o empreendedor crie um funil de vendas completo em quatro etapas.

O G Speed é uma ferramenta de criação de landing pages – página de conversão do visitante em leads e pode ser usada em sites. A partir da integração com a ferramenta, as empresas podem determinar quais informações gostariam de captar, como por exemplo, ativar uma automação por e-mail, de forma que essa interação crie um relacionamento e aumente as possibilidades do visitante se tornar um lead.

Para Rafael Wisch, CEO da G Digital, o diferencial está na simplicidade do uso e no tempo de duração do processo. “Criamos uma ferramenta acessível. Sabemos que para o empreendedor, o tempo é valioso. Em apenas cinco minutos, o G Speed proporciona um funil de vendas completo”.

Rafael Wisch, CEO da G Digital

A ferramenta pretende reduzir a curva de aprendizado, que muitas vezes leva à desistência em utilizar algum produto. Desse modo, o G Speed apresenta um processo fluido para o usuário, como em um passo-a-passo, diminuindo as chances de erros em todo o processo. “O empreendedor não precisa ter muito conhecimento. Quando ele inicia um processo de criar um funil no Speed, um outro funil automático é criado do outro lado”, explica o CEO.

Funil de vendas nas campanhas de marketing

Segundo a G Digital, pequenos e médios empreendedores buscam constantemente crescer, para isso, precisam de informações e estratégias que possam ajudar o seu negócio e contar com a ajuda de ferramentas no ambiente digital é essencial nesse processo. Para Wisch, a sobrecarga de informação pode acabar deixando o empresário confuso, não sabendo por onde começar ou qual estratégia utilizar em suas campanhas.

“O primeiro passo para começar uma campanha é o planejamento. De maneira resumida, um bom funil é composto de 4 passos: planejamento, funil, divulgação e otimização. O empreendedor estrutura, executa, testa, coleta indicadores e melhora. Essa é a estrutura básica de uma boa campanha de performance. O GSpeed pode otimizar esse processo e toda informação permanece integrada à plataforma. Desta maneira, o empreendedor pode ter acesso ao seu funil ”, finaliza Rafael.

Fonte: Contatto – Laura Imene

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Transformando experiências neutras. (Ninguém fala disso!)

Um tema do momento no Marketing Digital é o funil de marketing. É comum acontecer confusões quando falamos também em outro funil: o de vendas. O ponto aqui é que nem um e nem outro estão 100% atualizados, pois tudo hoje é mais dinâmico e a experiência do usuário como um todo deve ser o foco das empresas.

VAMOS SAIR DA CAIXA, SAIR DOS FUNIS
Saindo dos funis, vamos entender muitas oportunidades sendo perdidas, dentre elas, a opção de transformar experiências neutras em positivas. Já pensou nisso?

 

Enquanto o Marketing se preocupa na qualificação do lead, a área de vendas precisa mapear a qualidade e o momento de compra do cliente. Depois de atrair um potencial cliente, transformá-lo em lead e efetuar uma venda, o cliente não pode ser ignorado ou esquecido. Da mesma forma, os comentários nas redes sociais, sejam positivos, negativos ou neutros, não podem ser negligenciados. O ponto é que muitas empresas focam suas forças em apagar incêndios, abafando experiências ruins e comentários negativos na internet, ao invés de potencializar experiências positivas. Em alguns casos, isso até ocorre, mas esquecem as experiências neutras e é aí que está o grande pulo do gato. Esse é um passo que nem todos estão olhando com atenção, muito menos dando.

ETAPAS DA JORNADA DE COMPRA DO CLIENTE
Como já destacado o funil de marketing (diferente do funil de vendas que é linear, uma vez convertido em cliente você não deixa de ser) pode ocorrer voltas e retornos nas etapas. Eu posso virar lead, depois voltar numa etapa anterior, pesquisar mais, me tornar lead em outro produto e começar novamente uma nova fase. Isso é dinâmico e nada linear como os infográficos parecem mostrar. Dessa forma, entender todos os pontos de contato do cliente com sua marca, produtos e serviço, se mostra essencial, muito além da compra, do pós-venda, de tudo!

1- Descoberta
Como o cliente descobre a sua marca? Como você está lidando com esta fase? Como transformar esse momento em algo mais real, não apenas pautado em publicidade, em posts pagos, mas trazendo experiências reais de usuários, gerar pessoas satisfeitas e reais defensores da marca?

2- Consideração
A pessoa pode consultar grupos, pessoas, amigos, blogs, sites, até encontrar a solução que mais atenda ela. Você já pensou em como tornar essa busca mais agradável, mais sincera, mais direta e eficiente?

3- Compra/Ação
Uma vez convertido, uma vez efetuada a ação (por exemplo, ao me tornar lead), você já sabe quais serão as próximas fases? Você dará oportunidades para entender esse cliente e sua satisfação? Como está o momento de compra? Como é entrar no local de compra ou no site (loja virtual)? Como está sendo enviada a mensagem ou SMS avisando da compra efetuada? Está tudo mapeado?

4- Experiência própria
Esta fase é quando o cliente realmente usa, aplica, prova o produto e tem o seu resultado. Isso pode ser auxiliado, você pode ouvir o cliente, ir muito além do “vender”. Que tal dar algum conteúdo para o cliente fazer um bom uso do produto?

5- Experiência compartilhada
O famoso boca a boca, agora nas redes sociais tem um poder de crescimento exponencial, quase inimaginável, para o bem e/ou para o mau. Você tem um protocolo para lidar com experiências ruins? Comentários negativos e avaliações ruins? Você age quando os clientes falam bem? A marca possui canais específicos para os brandlovers (amantes da marca)? Esse é o momento de fazer o looping rodar e gerar a Descoberta (ponto A), começar a jornada para novos clientes.

CRIE O MAPA E ENCONTRE O TESOURO!
Se você criar o mapa completo da jornada do seu cliente, verá que nem somente eles são influenciadores da compra, temos outros players envolvidos que não necessariamente estão no radar, pois não efetuam compra. Verá que sua responsabilidade vai muito além de “vender produtos/serviços”, como faz a empresa Magazine Luiza, que cria uma abordagem diferenciada desde a propaganda até as mensagens enviadas automaticamente pela loja virtual para avisar que seu pedido está a caminho, com linguagem descolada e próxima. Ou seja, uma mensagem que poderia ser “neutra” se torna uma experiência positiva.

Se você trabalha com marketing, mas ainda está preocupado em abafar os comentários negativos e/ou só exaltar os comentários positivos, buscando uma autopromoção forçada, cuidado. Você pode estar perdendo uma grande oportunidade nos pontos neutros.

NEM HATERS, NEM BRANDLOVERS: OLHE OS “NEUTRÕES”
O que fazer com as experiências neutras? O que responder para os comentários e avaliações neutras? Quantas pessoas nunca avaliaram a possibilidade de melhorar alguma etapa de comunicação, compra ou atendimento ao cliente simplesmente pelo motivo de ser “ok”, nem bom e nem ruim?
Talvez aqui esteja a chave para o seu sucesso. Olhe para o neutro com carinho, quem sabe assim, conquiste um número gigante de pessoas (que ninguém fala e que você nem imaginava!)

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As três fases de uma empresa

Criança, adolescente ou adulta: as 3 fases do desenvolvimento de uma empresa

por Luiz Fernando Garcia

Existe uma maneira eficiente e certeira de aumentar a capacidade gestora e transformar a realidade de uma empresa. É o que eu consigo fazer por meio do meu trabalho, aplicando as escolas da psicologia contextualizadas ao ambiente de gestão e negócios. E um dos passos fundamentais para conseguir isso é identificar a fase em que se encontra uma empesa: criança, adolescente ou adulta. Para isso, é preciso fazer algumas perguntas simples e se basear nos sintomas que a empresa apresenta.

Obviamente, existem diversos fatores a serem analisados dentro de uma corporação para definir em qual destas fases ela está. Elas geralmente duram de cinco a sete anos, mas há momentos em que suas características se confundem. Por esse motivo, comumente nos deparamos com empresas que possuem 20 anos, mas que trazem características típicas da fase criança.

As 3 fases e seus sintomas

Um dos sintomas de uma empresa criança é a presença do “showman”, ou seja, o proprietário empreendedor. Essa pessoa apresenta uma carga horária de trabalho que vai de 12 a 17 horas por dia. O showman carrega a empresa para casa, para o banho, e isso vai engolindo a vida dele. Esse período costuma durar até 7 anos, mas pode ser de apenas 3 anos em empresas de tecnologia.

Na segunda fase, a adolescência, já começa a surgir alguma sobra de dinheiro. Neste momento, surge um sintoma muito típico, que eu chamo de “nós contra eles”. Esse sintoma é visto nas primeiras crises na equipe de liderança. Em meio a esses problemas, se o dono não estiver preparado para mexer corretamente nas cabeças da empresa, o melhor da equipe se perde e essas pessoas vão embora. É também na adolescência que surge uma escassez de profissionais qualificados, e por isso é necessário investir em treinamento.

Se tudo correr bem nessas duas primeiras fases, surgem as dificuldades da fase adulta. É aí que desavenças entre os sócios e a alta liderança começam a aparecer, e surge a necessidade de fazer reuniões de feedback, por exemplo, além de análise de competências para formar um time com mais autonomia.

Na medida em que você sabe diagnosticar em que fase está a sua empresa, você consegue determinar qual a prioridade e os planos de ação necessários para evoluir o negócio. Existe uma ferramenta capaz de diagnosticar em que fase está a empresa, com base em algumas perguntas. Você pode acessá-la aqui. Com essa análise, você vai saber verdadeiramente as suas prioridades de ação, e entender se ela está propensa a quebrar ou crescer nos próximos anos.

Fonte: Grecia Baffa – Sigma Six Comunicação

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