Vaga para coordenador de conteúdo

BRZ busca coordenador de conteúdo

A BRZ está buscando um profissional que seja apaixonado por conteúdo de qualidade. Este profissional deve entender que uma boa estratégia de marketing de conteúdo deve ter planejamento, entregar valor, e disseminar ideias. Deverá conduzir, com responsabilidade e compromisso, a gestão das demandas de nossos clientes. Também acompanhará e supervisionará as elaboração de peças junto a equipe de criação. E realizará reuniões de apresentação de resultados e planejamento exclusivo para cada marca, a fim de garantir os melhores resultados.

Se ficou interessado e quer participar do processo seletivo, mande o seu currículo para o e-mail brzcontent@gmail.com.

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Pra melhorar o resultado melhore a experiência

Entenda a jornada e elimine a fricção

por Josué Brazil

Depois de muito ler, ouvir e assistir conteúdos diversos sobre os nossos tempos de marketing, comunicação e negócios estou amplamente convencido de que a coisa mais capaz de mover para cima o ponteirinho dos resultados de uma corporação é o forte, amplo e completo entendimento da jornada de seus consumidores/usuários/clientes.

Entender pra valer quem usufrui de seu produto ou serviço e buscar, com disciplina e vontade espartana, eliminar as dores e os pontos de fricção para tornar muito boa ou excelente a experiência do consumidor é o que podemos e devemos fazer para melhorar o desempenho dos clientes para os quais nossas consultorias e/ou agências trabalham.

Devemos mostrar aos clientes que reduzir atritos durante toda a jornada do consumidor é fator decisivo. E isso deve envolver a empresa toda e não um único departamento ou área.

O gargalo, por exemplo, pode estar nas formas de pagamento. Tenho exemplos de empresas que não entregam facilidades na hora de pagar. Em um momento da minha vida estava fazendo um curso e descobri que a única forma de pagar era retirar um boleto físico num ponto físico e após isso pagar em uma agência bancária. Além disso, o lugar para retirada do tal boleto não oferecia estacionamento, o atendimento era lento e você perdia um tempão tentando simplesmente pagar uma mensalidade do curso que você optou fazer. Fricção, atrito, experiência ruim.

O cliente deve estar consciente de que não pode transferir uma dificuldade ou falha de processo para quem compra e usa seu produto ou serviço. E uma análise acurada de todos os pontos de contato e todas as etapas da jornada de compra ajuda a identificar e reparar possíveis fricções.

Fazendo isso, eliminando o atrito, certamente os resultados vão melhorar. É claro que os outros fatores seguem sendo importantes: o produto ou serviço deve ter qualidade e entregar o que promete, deve estar disponível e a um preço adequado etc etc. Ou seja: os quatro e eternos Ps do marketing devem estar sob controle.

Buscar ferramentas novas e novos modos de fazer é fundamental. Não dá para as empresas continuarem repetindo processos que já dão claros sinais de fadiga e prazo de validade vencido. As tecnologias digitais ajudam e muito a tornar mais fácil e agradável a vida de quem compra produtos e serviços. Há muita coisa disponível – e barata – para auxiliar numa melhora grande de sua capacidade das corporações de entregar melhor o que oferta aos públicos. Ou seja, jogue fora o “sempre fizemos assim” e comece a pensar em possibilidades novas. Pra valer!

Muito mais do que anunciar e tornar amplamente conhecida uma marca você, como publicitário e profissional de marketing e/ou comunicação, deve mostrar às empresas para as quais presta trabalha ou presta serviço, que entender muito bem quem utiliza o que você disponibiliza é fator decisivo. E aí, uma vez entendida toda sua relação com esse público, encontrar maneiras de fazê-lo feliz, satisfeito e pronto pra fazer a apologia do que vivenciou ao escolher tal marca.

Posso estar errado, afinal tudo muda muito rápido e o tempo todo nesse mundinho que ora habitamos. Mas no momento penso muito assim.

Bora lá melhorar a experiência de nossos públicos?!

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Compromisso com o consumidor

As tendências de consumo para 2020 exigirão criatividade e total atenção à área de CX

Por Vito Chiarella*

O compromisso com o consumidor é, atualmente, o fator preponderante para o sucesso e crescimento das empresas. Não é mais possível fornecer bens e serviços que não estejam acompanhados de uma boa dose de respeito aos anseios do cliente, que cada vez mais quer ser compreendido e assertivo em suas escolhas de marcas e produtos.

E para traduzir todas essas sensações e transformá-las em experiências surpreendentes e positivas quando o assunto é relacionamento com o cliente, as empresas estão incorporando, de maneira profissional, o Customer Experience (CX). Por meio do CX, são tomadas as decisões que propiciam otimizar a inter-relação entre os consumidores e as empresas, em todas as etapas, englobando o momento do primeiro contato, à efetivação da compra e a pós-venda.

O CX, antes de ser apenas uma ferramenta de trabalho, é um conceito que deve ser adotado como filosofia das corporações. É preciso que todos na empresa estejam alinhados com este propósito e suas infinitas possibilidades, que propiciarão as melhores experiências para o consumidor. O CX precisa fazer parte do DNA da empresa para surtir o efeito desejado.

Neste cenário em transformação, temos de um lado, as empresas ‘tradicionais’, procurando se adaptarem ao novo momento, algumas em estágio avançado, já buscando mudanças estruturantes, e de outro, algumas ainda na fase de entendimento das necessidades. Por outro lado, temos as grandes e médias empresas que nasceram digitais, e, hoje, já observam questões tradicionais, que deverão ser tratadas para que a experiência dos seus clientes seja fluida, rápida e que atenda às suas necessidades.

E como as empresas que atuam na área de tecnologia no Brasil podem ajudar as outras empresas nessa era digital, que tem atraído consumidores “antenados’, exigentes e ansiosos por fazer parte desta grande rede mundial de conexões, realidades virtuais e tantos outros recursos de tecnologia disponíveis, atualmente? Observar as tendências de consumo é um caminho.

A Trend-Watching, que atua em mais de 90 países em busca de oportunidades para o mercado de consumo, divulgou algumas tendências para 2020 e duas, em especial, me chamaram a atenção.

Nos últimos anos, e particularmente este, com a Amazônia no centro da discussão mundial, a Green Pressure, ao que parece, terá vida longa e com alto grau de complexidade. Segundo o estudo, a Pressão Verde atuará de maneira que “os consumidores passam do status ecológico para a vergonha ecológica”. Entender essa movimentação e antecipar atitudes que possam contribuir, mesmo que de maneira ainda modesta, para o bem do planeta poderá dar sinais de que sua empresa não é alheia à discussão e seu público-consumidor, sem dúvida, estará atento a isso.

A outra tendência que destaco é a denominada de Projeto Metamórfico. Nele, os produtos e serviços terão que ser adaptar às novas necessidades dos usuários, que estão em constante mudança. Sabemos que conveniência e personalização já estão no radar das corporações, mas em um mundo metamórfico, segundo o estudo da Trend-Watching, os consumidores esperam a fusão desses dois conceitos. Não consideram apenas a oferta como serviço, mas também a relevância como serviço.

*Vito Chiarella Neto é CEO da Mindbe, empresa referência em tecnologia e design de serviços em atendimento

Fonte: Marisa Ramazotti – Assessora de Imprensa

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O que são “Martechs” e quais soluções elas oferecem?

O Brasil possui 266 startups de marketing e o Liga Insights mapeou as inovações da área e os desafios para os próximos anos

No Brasil, são 266 martechs – startups da área de marketing que oferecem soluções específicas para o setor e suas operações -, segundo levantamento realizado pelo Liga Insights em outubro deste ano, com o objetivo de discutir as inovações da área e levantar os próximos passos do mercado.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

O marketing hoje é considerado um dos principais elos entre a inovação e clientes internos e externos das empresas. O Liga Insights analisou e mapeou as startups que estão entregando soluções para o segmento a partir de um banco de dados com mais de 16 mil startups do Brasil. As soluções foram divididas em 15 categorias e a maioria das startups estão em Analytics, Data e Performance (46 startups); Fidelidade do Cliente (37 startups); Plataforma de Atendimento e Conectores (35 startups).

O estudo também mapeou outras categorias como Conteúdos Interativos (24 startups); Ferramentas de Comunicação (21 startups); Social e Comunicação (20 startups); CRM, Customer Experience e Customer Success (19 startups); Automação de Marketing (16 empresas); Pesquisas Reviews e Feedbacks (15 startups); Gestão de Geração de Conteúdos (14 startups); Vendas e Geração de Leads (11 startups) e Marketing de Aproximação (8 startups).

Customer Experience: por que a experiência do seu cliente é tão importante?

O Customer Experience já não é mais tendência, porém continua sendo uma das grandes preocupações da área de marketing. De acordo com o estudo do Liga Insights, apenas 14% dos profissionais de marketing enxergam que a centralização no cliente é uma característica fundamental das empresas onde trabalham. Em sua pesquisa mais recente sobre o tema Customer Experience, lançada em novembro deste ano, o Liga Insights indicou quais as preocupações e responsabilidades do setor. Para analisar a experiência do consumidor foram entrevistados mais de 30 especialistas, empreendedores, profissionais e pesquisadores de grandes empresas como Nubank, Dafiti, Itaú, iFood, ESPM, ContaAzul, Panasonic, ThoughtWorks, LEADR e Dito.

Image by Gerd Altmann from Pixabay

75% das empresas pretendem ampliar seus investimentos em soluções tecnológicas capazes de potencializar a experiência do cliente, incluindo ferramentas de customer analytics, de análise das necessidades e da jornada do consumidor e de personalização da experiência. As principais tendências tecnológicas que vão contribuir para o terreno de CX envolvem o uso de inteligência artificial tanto para aplicações mais básicas como bots de atendimento, quanto com aplicações para análise de sentimento do cliente e personalização da experiência.

Segundo Raphael Augusto, responsável pelo Liga Insights, em termos de tecnologia, é possível observar o uso de dados como o principal aliado na individualização e customização das ações de marketing. “Trazer a inteligência dos dados para esse contexto pode resultar numa maior assertividade e individualização dos clientes, garantindo, por exemplo, uma conversão mais eficiente e um tratamento e relacionamento mais personalizado”, comenta.

Descubra as referências do marketing focado no consumidor

O mapeamento do Liga Insights apontou os dez hábitos que empresas de referência centradas no consumidor deveriam ter, a partir de uma pesquisa realizada pela Gartner’s Marketing Technology Survey. São eles:

Estudos constantes do usuário;
Fazer follow-ups para interpretar feedbacks;
Tomar medidas proativas para antecipar as necessidades;
Construir empatia dentro de um processo e políticas;
Proteger a privacidade do usuário;
Intercambiar conhecimentos internos sobre os diferentes tipos de perfil;
Motivar colaboradores para manterem-se comprometidos
Criar ações sistemáticas para melhorar a experiência do cliente;
Adaptação de demandas em tempo real
Desenvolvimento do processo de responsabilidade;

Mercado da publicidade programática

Entre as startups que oferecem soluções inovadoras no Brasil, a Denakop – startup que facilita a ativação de publicidade em sites de pequeno a grande porte -, destaca-se com a publicidade programática. A empresa aponta que pode aumentar o faturamento dos parceiros em aproximadamente 35% utilizando uma tecnologia que permite ativar ou desativar formatos publicitários com um botão.

Para Marcos Viesti, sócio-diretor do Denakop, o mercado de publicidade programática ainda tem muito a crescer. “A nossa empresa enxergou a necessidade de traduzir toda essa parte burocrática deixando a publicidade mais simples e intuitiva, dissolvendo essas barreiras para abrir os horizontes do publisher brasileiro”, completa Marcos.

Fundada em 2011, hoje a empresa possui 120 clientes entre os portais: Metrópoles IstoÉ, Olhar digital, RBS e Fatos Desconhecidos e gerenciam mais de 600 milhões de requisições de publicidade por mês. A tecnologia oferecida pela startup não possui custo de adesão ou multa de rescisão. Além disso, proporcionam ao publisher uma implementação simples – por meio de uma tag o cliente tem acesso a mais de 15 formatos publicitários pré mapeados.

Fonte: Agência NoAr – Kênia Brandão

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Millennials brasileiros preferem experiências

52% dos millennials brasileiros preferem gastar em experiências do que em bens materiais

Novo estudo da Kantar mostra a relação dos consumidores brasileiros com as principais marcas de varejo de moda

· Apenas 23% dos consumidores brasileiros acreditam que as lojas das marcas que frequentam são centradas no cliente

· Apenas 22% consideram as marcas de varejo como uma excelente inspiração de moda

· As marcas com atendimento rápido têm 3,6 vezes mais clientes satisfeitos

· Os clientes satisfeitos estão 2,4 vezes mais dispostos a comprar produtos adicionais

Apesar de comprar na loja ser um prazer para os brasileiros, as marcas de varejo de moda ainda não aproveitam todo o potencial que uma boa experiência do cliente pode trazer. Essa é uma das conclusões do relatório A Vantagem da Experiência – Brasil, realizado pela Kantar com marcas de varejo de moda com presença no país.

O estudo entrevistou 2.785 consumidores de 10 marcas e constatou que os ambientes de varejo, on-line e off-line, são mais do que um local para comprar mercadorias, são onde as pessoas socializam, exploram, relaxam e se conectam. E os brasileiros valorizam as experiências, principalmente os jovens: 52% dos millennials preferem gastar em experiências do que em bens materiais.

Já as marcas de moda de varejo estão trabalhando para atender melhor a essas necessidades em experiência do cliente em constante evolução. Elas têm pontos fortes a seu favor: clientes experientes no uso de smartphones, altamente engajados nas mídias sociais e dispostos a gastar nas mais recentes tendências da moda.

Por outro lado, os clientes não estão satisfeitos com o atendimento na loja – apenas 23% dos consumidores brasileiros acreditam que as lojas das marcas que frequentam são centradas no cliente -, suspeitam de pagamento online e ainda desejam a gratificação instantânea de fazer compras offline.

O estudo conclui que as marcas que são centradas nos clientes trazem mais satisfação e vendas: aquelas com um atendimento rápido têm 3,6 vezes mais clientes satisfeitos e eles estão 2,4 vezes mais dispostos a comprar produtos adicionais. Elas também crescem mais. Segundo o estudo Mastering Momentum, também da Kantar, marcas que excedem altamente as expectativas dos consumidores em experiência crescem mais de 247%.

Aprendizados para empresas que querem melhorar sua CX

O relatório sobre da Kantar também lista alguns aprendizados que podem ajudar marcas a serem mais centradas em seus clientes:

1. Comunique uma promessa diferenciada de marca;

2. Inspire seus clientes por meio das redes sociais;

3. Promova a inclusão, celebrando a diversidade;

4. Crie emoções positivas durante a experiência dentro da loja;

5. Desenvolva aqueles aspectos específicos da experiência da compra online.

“Para aumentar o valor vitalício do consumidor, as marcas devem aumentar a fidelidade por meio de experiências emocionalmente envolventes, orientadas pela promessa da marca”, afirma Juliana Honda, líder de CX da divisão Insights da Kantar Brasil. “Para além dos descontos, é preciso oferecer benefícios e
experiências satisfatórias. As marcas de moda no Brasil precisam alcançar essa vantagem, já que que esses elementos vão se tornar cada vez mais importantes enquanto a economia cresce.”

A Vantagem da Experiência – Brasil está disponível para download gratuito aqui.

Fonte: Kantar – Karina Rodrigues da Silva

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Vaga em marketing

Vaga para Analista de Marketing

Irá atuar de forma generalista.
Ter conhecimento em Photoshop e Illustrator.
Ter experiência na área.

Enviar currículo com pretensão salarial: recrutamento@orionsa.com.br

Colocar título da vaga no assunto do e-mail

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Aprimorando a experiência do consumidor

Avanço da tecnologia aprimora experiência do consumidor e contribui para melhores margens nos supermercados

*Por Christian Rempel, consultor de varejo da Logicalis

O supermercado é um dos segmentos mais relevantes para o setor de varejo. De acordo com a Pesquisa Natal 2018, lançada em outubro pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o crescimento acumulado de vendas de janeiro a setembro deste ano foi de 1,92% e o setor projeta um aumento de 10,27% no fim de ano, ambos em comparação com os mesmos períodos de 2017. Porém, mesmo com os sinais de avanço, a pesquisa apontou que muitos empresários ainda estão cautelosos e apenas 18% acreditam em uma ampliação dos negócios se comparado com ano passado.

A eficiência na gestão das lojas é fundamental para apoiar o desenvolvimento deste setor, mas continua sendo um dos maiores desafios enfrentados pelos estabelecimentos. Isso vale tanto para custos com funcionários, quanto para o gerenciamento do fluxo de produtos e clientes. Há sempre contas a serem feitas, como quantos clientes é possível atender por caixa, o número de colaboradores necessários para manter as gôndolas abastecidas para que não haja ruptura, entre outros detalhes.

E, mesmo que o e-commerce esteja cada vez mais presente no dia a dia do consumidor, a eficiência das lojas físicas ainda é muito importante para o crescimento do setor. Portanto, para aumentar o lucro, é necessária uma combinação de ações dentro da loja, logística e nos centros de distribuição, e até mesmo no e-commerce.

O avanço da tecnologia vem possibilitando aos supermercados aprimorar a experiência do cliente e, com isso, aumentar o faturamento. As possibilidades são inúmeras, como por exemplo a implementação de totens interativos no autoatendimento. A digitalização do atendimento, aliás, é uma das tendências que mais deve crescer nos próximos anos.

O autoatendimento pode funcionar como uma complementação da compra e e estar disponível em totens a serem instalados na loja, ou estar em aplicativos para os dispositivos moveis do cliente. Assim, produtos em falta na loja física poderiam ser adquiridos através deles e entregues na casa do consumidor.

Outra tendência para aprimorar o autoatendimento são os carrinhos com scanners e balanças. Em vez de enfrentar a fila do caixa, o consumidor colocaria os produtos no carrinho, que pesaria e leria o código de barras do produto automaticamente, eliminando o tempo de espera em longas filas.

O setor supermercadista brasileiro vem investindo em tecnologia há algum tempo e algumas soluções já são realidade em várias redes. Elas vão desde a oferta de Wi-Fi aberto, propiciando que o cliente permaneça mais tempo na loja e, consequentemente, consuma mais; passando por etiquetas eletrônicas que facilitam a troca de preços automaticamente em promoções relâmpago, por exemplo, reduzindo erros no momento do caixa e melhorando a relação com o cliente; e, até mesmo, o self checkout, que passa por um momento de alto investimento e amadurecimento no País.

As possibilidades são inúmeras, mas a grande discussão que precisa ser feita ao decidir implementar uma tecnologia é definir qual faz mais sentido para empresa. Quando os supermercados investem em tecnologias que entregam uma melhor experiência ao consumidor, há retorno em diversas frentes, tanto com relação à redução de custos, quanto ao aumento de vendas. As companhias têm mudando suas missões e a digitalização está no centro desta mudança. Escolhendo o parceiro correto, o varejo só tem a ganhar com esta evolução.

Fonte: Rafaela Mello – Comuniquese

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O que é importante para o novo varejo?

Tecnologia e fator humano no novo varejo

*por Fabrizzio Topper

O que não falta na maior e mais importante feira de inovação e tendência de varejo, como a NFR – National Retail Federation – é tecnologia sofisticada e cada vez mais intuitiva, tendências que fazem toda diferença para o varejo.

Em tecnologia, os cinco sentidos vão proporcionar experiências interessantes ao consumidor, tanto nas plataformas de venda online (ecommerce e marketplaces) como na loja física. Sem entrar em detalhes técnicos, vamos abordar o uso da tecnologia sob o ponto de vista de fidelizar e satisfazer o consumidor e melhora a performance comercial das marcas.

Imagem: Pixabay

As novas tecnologias enriquecem a experiência por meio da inclusão de interações digitais que melhoram a experiência. De forma cognitiva, imersiva e tecnológica, o novo varejo digitalizado promete entregar experiências reais, completando a lacuna de anseios dos mais diferentes e exigentes shoppers (consumidores).

A tecnologia em conjunto com interfaces digitais amigáveis permitirá a customização em tempo real de forma escalável e ágil para produtos, serviços e experiências. Isso é muito relevante quando queremos proporcionar um ambiente de dados para captação de imputs (informação) do consumidor e da equipe, não só da venda, mas de toda a jornada de compra. Por isso, a implantação de melhorias digitais ou estruturais precisarão acontecer em ciclos cada vez menores, explorando o modelo de MVPs que reduzam o “time to market” e acelerando a curva de aprendizado. A velocidade de processamento de dados passa a ser um desafio e precisa estar acessível para toda a operação, basicamente em tempo real, para reduzir o atrito e permitir a personalização de abordagem.

Tudo deve ser capaz de gerar dados ou não deveria ser realizado, caso contrário não poderá ser otimizado e refinado até o estado da excelência entre valor gerado e custo versus complexidade reduzida e melhor rentabilizada, mas pirotecnia digital e tecnológica ou lojas experiência que não reforcem e ampliem a conversão comercial direta ou indiretamente não fazem sentido, qualquer ponto de contato deve se certificar que captou o consumidor para a base para construção de uma jornada estruturada, que possibilite atingir a conversão comercial ou entendimento do que deu errado.

Quanto mais a tecnologia estiver nas mãos dos vendedores, fornecendo dados que melhorem o posicionamento na loja, a abordagem e o apoio para a construção da venda para verificar estoque, preço e informações de produto instantaneamente melhor.

O consumidor precisa sentir que valeu a pena comprar e ter a percepção de valor da marca. Entendo que o varejo de ponta internacional não tem mais fronteiras quando o tema é consumidor na era digital.

*Fabrizzio Topper, professor, consultor, empreendedor e cientista de consumo da era digital.

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa

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Neurociência e PDV

PDV e suas influências na decisão de compra

Entender o comportamento e as reações das pessoas no momento da compra é algo que o varejo busca há muitos anos. Mas como transformar o ponto de venda em um local capaz de proporcionar ao consumidor uma experiência de compra diferenciada e agradável, incrementando as possibilidades de vendas? A neurociência tem a resposta.

Esta vertente já é amplamente utilizada na concepção de tecnologias oferecidas pela RDS – Sell Out Expert, líder brasileira na oferta de soluções de Sell Out. O recurso faz toda a diferença no PDV em serviços de áudio e vídeo que incrementam a experiência dos consumidores nas lojas. Nesse sentido, a pesquisadora de Neurociência e estrategista de Marketing & Brand, Érica Ariano, fala sobre como a neurociência aplicada ao Marketing pode beneficiar ações no varejo e como a visão e audição influenciam na decisão de compra.

“O que vamos usar no varejo são estratégias e insights advindos da neurociência. É muito importante entender isso. Os resultados dessa ‘aplicação’ nos dizem, por exemplo, se a estratégia está sendo realmente eficaz para influenciar o consumidor. E, uma vez que ela é respaldada pela neurociência, conseguimos resultados melhores”, explica Érica. Veja mais o que diz a profissional a respeito do tema:

Neurociência no PDV – há duas formas de trabalhar a disciplina no PDV. O profissional capacitado pode identificar se a forma de apresentação de determinados itens ou a ambientação de uma loja é realmente adequada a melhor experiência do consumidor. Entre as técnicas mais usadas estão: pesquisas realizadas in loco e o uso de insights.

Emoções – a neurociência já provou que 95% das nossas decisões são emocionais. O varejo precisa se preocupar com a experiência do consumidor como um todo. Além disso, é fundamental entender quem é o seu consumidor e a resposta está no cérebro dele.

O efeito da marca – empresas que criam memórias no consumidor podem vender até 25% mais que as outras. Detalhes como música, iluminaçao e decoração influenciam na percepção do consumidor a respeito da marca dentro de um estabelecimento.

Abordagem multissensorial – os sentidos são a ligação dos humanos com o mundo externo. Os inputs recebidos (cores, sons, imagens, aromas etc) ativam emoções que levam a ação ou as brecam. Isso vale também para o ato de comprar e é dever do varejista aprender explorar esses sentidos para entregar uma melhor experiência ao consumidor.

Cuidado com a sonorização – sabemos por meio de diversos estudos que a música afeta nossas emoções. Usá-la de forma estratégica, com base nos conhecimentos que a neurociência nos fornece, é uma das coisas que precisa ser melhorada no varejo. Não basta colocar som em um estabelecimento para incrementar vendas. O que estimula a compra é a música certa, no ritmo certo, em adequação com o branding da empresa e de acordo com a estratégia que o varejo quer empregar naquele momento.

Sobre a RDS – Sell Out Expert: A RDS – Sell Out Expert é líder em soluções inteligentes que fortalecem a experiência de compra e as ações de marketing e comunicação no ponto de venda. A empresa, com 21 anos de mercado, é pioneira na criação e transmissão de canais de rádio e TV indoor para o varejo brasileiro. Entre seus clientes estão marcas como Rede Walmart Brasil, Ipiranga (AM/PM), Vivara, Coop, Centauro, Droga Raia e Panvel, entre outros. O portfólio de serviços da RDS inclui Ambientação Musical, Radio Indoor, Sell Out Radio, TV Indoor, Menu Board e Painéis & Grandes Telas. Atualmente, as soluções RDS estão presentes em mais de 50 mil pontos em todo o Brasil.

Fonte: Lucia faria Comunicação Corporativa – Tatiane Oliveira

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A joia da coroa

Só para lembrar que faz toda a diferença…

por Josué Brazil

Semana passada. Sexta a noite. Calor!

Eu e minha família resolvemos ir a um bar pra fechar a semana e aproveitar a noite gostosa. Os bares, é claro, estavam lotados. Passamos em frente a um bar que adoramos e vamos sempre. Cheio!

Mais a frente um bar relativamente novo e que sempre estava vazio. Desta vez estava com um bom movimento e resolvemos dar uma chance e conhecer um lugar novo.

Foto: Pixabay

Só que… o pessoal do vallet estava distraído e demorou para nos atender. Mas um rapaz veio, deixou a senha e pegou a chave do carro. Entramos… ninguém nos recebeu, o lugar estava confuso, andamos um pouco por dentro do bar e resolvemos ir embora, pois não havia mesa disponível. Pra minha surpresa o rapaz do vallet deixou o meu carro parado no mesmo lugar que deixei, com o pisca alerta ligado e trancado… Demorou alguns minutos e ele apareceu. Falei que não ia ficar e ele nem discutiu: me entregou a chave do carro. Fomos embora!

Voltamos ao bar que gostamos. Mas como são próximos – um bar do outro – minha esposa e minha filha foram a pé enquanto eu dava a volta em duas quadras com o carro. Cheguei ao bar elas já estavam lá em pé em frente às mesas da calçada. Sorridentes. O cara do vallet veio e disse: está lotado. Falei: então tenho que avisar minha esposa e minha filha que estão ali aguardando que nós não vamos ficar. Ao que ele respondeu: então eu dou um jeito, arrumo uma vaga, pode ir encontrar sua família! Já sorri de satisfação!

Deixei o carro com o vallet e fui até minha esposa e minha filha e a primeira me disse: que diferença! Contou que assim que chegaram a moça responsável pela fila de espera as cumprimentou com um sorriso, perguntou para quantas pessoas era a mesa e disse: fique tranquila, em 10 minutos ponho vocês em uma mesa. Dito e feito. Lá dentro os garçons corriam de um lado para o outro e davam conta do bar lotado até a tampa. E fomos super bem atendidos!!!

Imagem: Pixabay

Acabamos lembrando porque gostamos tanto daquele bar: o atendimento! Sim, o cardápio é ótimo, o chopp é uma delícia e o bolinho de bacalhau imbatível. Mas o atendimento é matador!

E aí a gente lembra que um bom atendimento ainda faz toda a diferença. Ainda segura e fideliza clientes. Esse bar foi um dos primeiros que frequentamos quando chegamos por aqui, em Santo André. E continua no topo da nossa lista, mesmo que já tenhamos experimentado muitos outros.

Faz toda a diferença! Pense nisso lojista, varejista, prestador de serviço. Atendimento é a joia da coroa e a maior parte da experiência do cliente.

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