O e-commerce e a experiência do consumidor

Como o e-commerce tem mudado as características de compra em nome da experiência do consumidor

*Por Maurício Trezub

Ter a possibilidade de comprar de forma fácil e rápida, comparando produtos, preços e especificações em tempo real, é cada vez mais parte da rotina dos consumidores, que estão ainda mais conectados ao mundo virtual e demandando novas posturas das empresas. Essa busca por experiências diferenciadas de compra é o que faz com que o varejo físico procure por uma estratégia multicanal para se aproximar mais do cliente.

Até pouco tempo atrás, comprar online se resumia em buscas, avaliação de preços e conveniência. Mas, para se reinventar no mercado e crescer, é preciso compreender que o consumidor está mais empoderado e se adaptar ao dia a dia dele é entender que irá transformar a maneira de pensar a venda no ponto físico, desde o atendimento, à interação até à forma de mostrar os produtos nas prateleiras. E nesse ponto, o varejo físico tradicional precisa entender a importância da mobilidade para poder acompanhar essas características na velocidade com que as coisas acontecem e evoluem.

A jornada de compra hoje em dia deve fugir de ser algo muito sistemático. Hoje, muitas marcas procuram atrair a atenção dos consumidores, porque sabem que eles têm o conhecimento sobre o produto de muitas formas, seja pelas redes sociais, blogs, sites, e-mail marketing ou por uma propaganda na TV. E buscar a novidade é o que move a transformação digital do varejo, então, é natural que as empresas procurem formas de melhorar sua presença digital para que as experiências dos clientes sejam sensacionais.

O varejista que quer começar a se movimentar nessa direção pode apostar em tecnologias que facilitem essa nova vivência, tanto para o consumidor quanto para o gestor da loja e o próprio vendedor. Por exemplo, a vitrine virtual, que proporciona um atendimento diferenciado no ponto de venda físico, fugindo de uma compra convencional e surpreendendo o cliente nos pequenos detalhes. Desta forma, o consumidor percebe que está no lugar certo e absorve cada vez mais as vantagens do e-commerce dentro de uma loja física.

Imagine que o cliente está dentro de um empório procurando por uma determinada marca de vinho. Ele passa pela vitrine virtual, visualiza os produtos, busca por informações sobre o vinho e pode entender melhor sobre o produto, além de visualizar possíveis combinações com outras mercadorias da loja que a própria vitrine sugere, como um queijo, por exemplo. Ao escolher o produto, o consumidor pode pegá-lo e ir diretamente ao caixa, ou, melhor ainda, chamar um vendedor e ser atendido com um PDV móvel, ou pagar diretamente pelo e-commerce da loja e agendar a entrega na sua casa.

Se a escolha for chamar o vendedor, o processo pode ser finalizado por meio de um PDV móvel. O vendedor fará a compra ser mais dinâmica, uma vez que ele tem em suas mãos as informações sobre o estoque e outros setores da loja, simplificando a relação com o cliente e finalizando os pedidos e pagamentos de forma totalmente remota e direta.

As vitrines virtuais podem ser colocadas desde lojas pequenas a espaços de grande circulação, como aeroportos, metrôs, petshops, supermercados e shoppings. Outra forma de disponibilizar as ofertas é por meio de um QRCode. Com ele, é possível escolher o produto e comprá-lo apenas com um clique. Os painéis mostram as imagens das mercadorias, o cliente escolhe o que quer levar e, para finalizar a compra, posiciona o celular em frente ao código que, automaticamente, o direciona à loja virtual da empresa. Ao finalizar o pedido, esse código gerado aparece na tela do celular com a opção para pagamento feito pelo cartão de crédito. A entrega dos produtos pode ser feita em casa horas depois ou em qualquer outro lugar que for cadastrado.

Algumas empresas já investiram nessa tecnologia, como o supermercado Pão de Açúcar e a Submarino. O mercado está se reformulando e os ambientes, cada vez mais integrados, proporcionam vendas mais estratégicas. As informações que são oferecidas permitem um refinamento do posicionamento das mercadorias nas prateleiras das lojas e, até mesmo, mais entendimento do comportamento e do perfil de cada consumidor. Isso faz com que as empresas repensem a relação loja x cliente, identifiquem novas oportunidades e trabalhem na fidelização do consumidor. Quanto mais digitalizarmos o ambiente de consumo para nossos clientes, mais parceiros e procurados seremos.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Performance e experiência do consumidor

Não existe mídia de performance sem experiência do consumidor

Por Fernando Teixeira*

Quantas vezes você já foi a um evento ou leu um artigo de um profissional de marketing falando maravilhas sobre a incrível performance de marketing e mídia de uma empresa, enquanto você lembrava da péssima experiência que teve com aquela marca? Ligações insistentes, o banner que te persegue na internet, o vídeo que cobre a notícia inteira – cenas de praticamente um filme de terror. Filme, não: um seriado de episódios diários que jogam totalmente contra a proposta de cativar e fidelizar clientes e torná-los promotores das marcas.

Corriqueiras, as situações acima ilustram o status-quo: muitas vezes os profissionais de marketing trabalham tão focados na performance que se esquecem da não-performance. Comemoram uma taxa de clique (CTR) de 1% sem pensar que isso pode significar que 99% de pessoas não ligam para a sua mensagem. Isso mesmo: consumidores que não estão nem aí! Definitivamente, não querem vê-la ou assisti-la. Nessa toada, anunciantes muitas vezes compram mídia barata e gastam o mínimo em produção para derrubar o custo de aquisição (CPA) sem perceber que, na verdade, estão gastando para entregar experiências irrelevantes a muitas pessoas.

Esse custo de “não-CPA” ou “não-CTR” pode não ser contabilizado, mas tenha certeza: a conta chega. Cada experiência não relevante, não personalizada e intrometida da marca, torna mais difícil (e mais caro!) converter os não-consumidores. Mais do que isso, o efeito rebote é imediato: com esse tipo de experiência negativa que insiste em persegui-lo, o consumidor passará a odiar a marca.

O nível de exigência dos consumidores de hoje é outro. O sarrafo está lá em cima. Empresas nativas digitais como Amazon, Facebook, Airbnb, Uber e tantas outras oferecem uma experiência tão boa e consistente ao longo do tempo que acabam por se tornarem o “novo normal” em padrão de referência.

Vivemos uma era de experiências acumuladas. Todos os impactos positivos com a marca, em interações de milésimos de segundos, contam. As experiências negativas também. Quando tratamos especificamente da publicidade digital isso é ainda mais acentuado, pois – enquanto consumidores – cada vez menos aceitamos a interrupção da propaganda. Como resposta, recorremos aos bloqueadores de pop-up e pagamos por serviços para não ter propaganda. Não é que a propaganda virou vilã, mas sim que ela é simplesmente irrelevante para uma imensa audiência impactada pela campanha.

Para resolver esse desafio, a propaganda precisa da tecnologia. Esse casamento é essencial para entregar mensagens personalizadas, pessoa por pessoa, no contexto correto, no momento certo, no melhor site, pelo melhor custo para a marca. Hoje, graças à automação da publicidade, isso é possível ser feito em escala e com baixo custo. A automação para o marketing, a inteligência artificial e o aprendizado das máquinas são os elementos tecnológicos que viabilizam essa sinergia entre publicidade digital e consumidores. São estes recursos que ajudam o marketing a entregar o que as pessoas querem, na hora em que elas desejam, culminando na entrega de boas experiências e em maiores oportunidades de negócios. Bom para consumidores, bom para as marcas.

O ponto de partida para o perfeito desenrolar da experiência com publicidade digital está no conhecimento que as marcas têm de seus consumidores, suas audiências, e de como se comportam no ambiente on-line. Só depois disso a mídia é acionada. A compra de mídia com base em dados (data-driven) é assim: cresce conforme se adquire conhecimento, e não conforme foi negociada a verba.

A mensagem que as pessoas recebem deve ser personalizada, uma a uma. Depois do clique, a vida continua no site e nos apps. Nesses ambientes, o consumidor deve ser recebido com a mesma mensagem que viu na mídia. Um site deve se transformar em milhares de sites, um para cada audiência, levando-as até a conversão. Tudo isso contribui para o desenho de um ciclo virtuoso para a marca: mais conhecimento do público, novas experiências, campanhas, interações e – chegamos lá – performance/conversão.

Para entregar esse marketing sem rupturas, os gestores da área precisam entender de tecnologia. Devem aprender sobre sistemas, plataformas e dados. O novo marketing passa obrigatoriamente por APIs e integrações. É um marketing cirúrgico, pensado nos detalhes, podendo atingir mais ou menos gente até encontrar seu ponto ótimo – o ponto da melhor experiência para o consumidor e performance para a marca.

Como isso nem sempre significa comprar mais veiculação, muitas vezes os incentivos dos vendedores de mídia podem não estar alinhados com os do anunciante. É por isso que as marcas devem ser protagonistas, exigir transparência na cadeia e se estruturar com pessoas e plataformas. Terceirizar toda a operação de marketing pode significar deixar os incentivos da cadeia dominarem, cada um do seu jeito. O resultado é a proliferação do status-quo: a comemoração cega da performance de 1%, enquanto se gasta dinheiro da marca com mensagem que não interessa.

*Fernando Teixeira é head de advertising da Adobe para a América Latina.

Levantamento feito pela Adobe traz dados importantes

Conteúdo personalizado e marketing orientado por dados são base para boa experiência de compra no varejo, aponta levantamento da Adobe
Após experiências personalizadas em diferentes canais de uma marca, 78% dos consumidores dizem que estão propensos a comprar – saiba mais

Cada vez mais, a experiência de compra tem que ser rápida, fluida e personalizada. Um levantamento da Adobe mostra que, no varejo, não há mais espaço para conteúdo sem relevância e marketing intuitivo: 78% dos consumidores dizem que a personalização influencia suas decisões de compra; 71% preferem comprar produtos com boa nota nos rankings on-line; e 75% esperam uma experiência consistente com uma marca independentemente do canal.

Nesse contexto, a personalização deve ser profunda: 70% dos consumidores consideram a personalização superficial quando ela se restringe ao e-mail marketing; 66% dizem que trocariam uma marca se sentissem que estão sendo tratados como um número; e 73% estão dispostos a substituir uma marca se a experiência de compra não for boa.

Empresas inovadoras estão atentas a esse momento e vêm transformando a forma de se conectar com o público: 78% dos varejistas consultados combinam marketing digital com Analytics; 72% aumentarão o investimento em mobile marketing; e 75% investirão em personalização no contexto mais robusto do marketing orientado por dados, ou seja, personalização multicanal.

O fato é que a boa experiência de compra garante conversão: dos varejistas que apostam em data-driven marketing com foco nas necessidades dos consumidores, 73% aumentam o engajamento de seus clientes nos canais digitais; 53% ampliam as taxas de conversão; 45% registram aumento das taxas de aquisição de novos clientes; e 34% relatam crescimento da receita de seus e-commerces.

“Basta de conteúdo sem sentido. É preciso apostar em conteúdo personalizado, com velocidade, independentemente do canal. O marketing intuitivo morreu. As empresas, hoje, devem investir em marketing orientado por dados. Essa é a melhor maneira de saber o que o cliente espera e precisa”, afirma Gabriela Viana, diretora de Marketing na Adobe Brasil para América Latina.

Confira o Infográfico

Fonte: RMA Comunicação – Vanessa Domingues

Hot Wheels em tamanho real circula em SP e Curitiba realizando viagens com os usuários da Uber

Hot Wheels, a marca nº 1 em carrinhos, se une à Uber para criar uma experiência de emoção sem limites

Uma BMW M3 será transformada em um Hot Wheels tamanho real e vai surpreender os usuários do aplicativo Uber com uma experiência exclusiva. Os usuários que solicitarem um carro poderão ser surpreendidos com o Hot Wheels Uber, caso esteja disponível. O veículo começará circulando pelas ruas de São Paulo e, em seguida, acelera para chegar a Curitiba.

Ao longo do trajeto, o Hot Wheels Uber disponibilizará para uso dos passageiros jaquetas, luvas e capacetes, para viverem uma experiência ao estilo Hot Wheels. Além disso, o carro contará com internet Wi-Fi para postar fotos com a hashtag oficial #HotWheelsEUber e muitas outras surpresas incríveis. A ação “Hot Wheels + Uber – Emoção Sem Limites” promete levar muita adrenalina para os pequenos e grandes fãs de Hot Wheels.

Como participar:
Para andar no carro de Hot Wheels, o passageiro deve entrar no aplicativo da Uber e solicitar a opção uberX. Estando disponível, a BMW Hot Wheels Uber poderá pegar usuários por meio do mecanismo-surpresa, de segunda-feira a sexta-feira, das 7h às 19h, e sábado e domingo, das 12h à 0h. A ação acontecerá em São Paulo de 27 de setembro a 12 de outubro e em Curitiba de 14 a 22 de outubro.

Fonte: In Press Assessoria de Imprensa e Comunicação Estratégica – Sarah Ferrari

Vaga de Social media em SJCampos

OnHead quer um profissional de Social media

A OnHead Marketing procura um profissional de Social Media para compor a sua equipe de planejamento estratégico. Desejam alguém que pense e conheça ferramentas além das de Facebook / Instagram. O profissional será responsável por redes sociais por contas de nível nacional.

Localização: Rua Paraibuna, 811 – SJC

Horário de trabalho: Segunda a Sexta – 8h às 18h

Salário a combinar.

Obrigatória experiência na função.

Enviar currículo para rh@onhead.com.br / campanha@onhead.com.br / marketing@onhead.com.br

A experiência do usuário em primeiro lugar!

Coloque a experiência do usuário no topo da lista de prioridades

por Karin Lublin*

Os smartphones tornaram as pessoas mais conectadas entre si e com as várias possibilidades de empresas e serviços. Mas, por outro lado, desenvolveram um novo comportamento que exige das companhias mudanças contínuas em diversos aspectos do negócio.

Tendo tudo na palma da mão e cada vez mais pressa, as pessoas não estão mais dispostas a esperar, por isso, o tempo passou a ser determinante na experiência. Se antes aguardar seis segundos para um site carregar era normal, hoje um segundo já faz a diferença entre ficar ou sair de uma página.

Então, não basta ter um portal atrativo, cheio de funcionalidades e design, e uma comunicação bem estruturada para captar a atenção do potencial cliente e fidelizar a audiência. Muito mais importante e decisivo é entender com quem você se comunica e quais são os gostos, desafios, problemas e inquietudes desse público, para que a sua empresa possa ofertar a solução mais acertada, aquela que fará o consumidor se decidir de imediato. Essa tendência, que está fazendo companhias em todo o mundo se tornarem mais competitivas e distribuírem os investimentos assertivamente é a UX, ou User Experience (experiência do usuário).

As companhias que querem ter negócios online precisam entender muito bem como proporcionar a melhor experiência ao usuário para alcançar o sucesso, que deve refletir não apenas na relação com o consumidor, mas também nas métricas mais importantes.

As maiores referências em vendas online já perceberam o valor da UX. A Amazon, por exemplo, uma das maiores no segmento de tecnologia, descobriu que 100 milissegundos de atraso no carregamento do site reduzem em 1% a receita. Assim, conseguiu aumentar em 2% a receita depois de elevar em 500 milissegundos o carregamento de suas páginas. Já o Walmart, em análise de 2012, constatou que quando o tempo de carregamento do site varia entre 1 e 4 segundos, a taxa de conversão cai consideravelmente. Por outro lado, a cada 1 segundo a menos no load das páginas, a taxa de conversão aumenta em 2%.

E não é só o tempo de carregamento. Os caminhos para encontrar as soluções também são extremamente importantes para que o cliente consiga chegar rapidamente ao que procura e precisa. A UX exige que a empresa esteja comprometida em aprender e conhecer como as experiências digitais podem se desenvolver da melhor maneira para o público que se pretende impactar.

Se a companhia ainda não tem um site ou aplicativo, a experiência do usuário deve ser pensada desde o início, com base no estudo do comportamento da audiência. Mas se o portal já está em funcionamento – hoje a realidade de praticamente todas as empresas -, o caminho é buscar melhorias, seja por meio de testes gratuitos de navegabilidade disponíveis na internet ou com o suporte de uma empresa especializada, que te ajudará a descobrir as diversas variáveis que impactam sua marca para identificar como melhorar a web performance, reduzindo o tempo de navegação, aprimorando a experiência nas páginas e diminuindo a taxa de abandono, por exemplo.

Como toda quebra de paradigma, o início da adoção da UX pode não ser tão confortável. É preciso fazer testes para achar um caminho que corresponda realmente ao que o usuário quer, e não ao que você pensa que ele pode querer.

É um trabalho contínuo, que exige renovações frequentes, testes AB e atenção às novas possibilidades de mercado quanto a modelo, desempenho e identificação de uso do usuário. A novidade do momento neste universo é a personalização, onde a comunicação da empresa com seus consumidores precisa ser pensada de forma a tornar o cliente agente, entendendo que é ele quem comanda a navegação.

É preciso entender que tudo é digital. Se antes os clientes guardavam as experiências com as marcas para si, hoje compartilham nas redes sociais e são capazes de levar a mensagem para milhares de pessoas em todo o mundo. Saber como impactar positivamente essas pessoas com as suas ofertas e com web performance é o que determinará o sucesso dos seus negócios.

*Karin Lublin é especialista em User Experience (UX) na Exceda, líder na América Latina em soluções de segurança e web performance e representante da Akamai.

Fonte: Grupo RMA

Artigo aborda transformação digital

A construção de um e-business de sucesso requer uma grande transformação digital

por Roberto Atayde

O consumidor de hoje possui vários dispositivos – smartphones, tablets, computadores, relógios, etc – e espera uma experiência de compras on-line rápida, fácil e, acima de tudo, amigável.

Muitas empresas têm buscado no e-commerce uma saída para melhorar resultados sem, no entanto, se atentarem ao entorno de uma maneira mais detalhada. Essa atitude geralmente leva a uma grande miopia na concepção de uma estratégia adequada ao negócio. Na maioria das vezes, na tentativa de utilizar os mesmos processos para reduzir custos ou por receio do novo, do desconhecido, os gestores optam por adaptações que acabam sendo desastrosas e fazem com que grandes empresas que deram grandes passos, recuem em suas estratégias e criem um novo modelo, porém digitalmente pensado. Mas a dura realidade é uma só: lojas sem presença online estão destinadas a desaparecer!

A presença digital deve ser pensada como um novo negócio, planejada desde sua concepção até a sua implementação, lembrando que o sucesso está diretamente ligado às estratégias adotadas previamente. Dependendo do negócio, do público, da natureza da operação, os resultados podem se mostrar ainda melhores se, por exemplo, um aplicativo – o famoso APP – atrelado ao e-commerce, for concebido para alavancar a empresa digitalmente.

Esse processo de planejamento estratégico geralmente aponta diversas disfunções e demandas e o gestor tem que estar preparado para encarar as mudanças requeridas antes da construção de um e-business, mas nem sempre eles têm conhecimentos suficientes que os permitam se desafiar e encarar uma transformação digital sozinhos, sem o suporte de especialistas que conseguem ter uma visão mais ampla e isentada organização nesse processo de digitalização. Uma coisa é certa: quem não fizer agora, fará num futuro muito próximo ou não terá a chance de fazê-lo, pois não se trata apenas de uma oportunidade, mas de uma questão de sobrevivência que está ameaçada, face à rápida adoção dos meios digitais que crescem e se tornam mais intuitivos a cada nova geração.

Essas constantes inovações e o ritmo acelerado que acontecem, demandam contínua atenção, questionamentos e reavaliações dos modelos tradicionais para atender gerações muito distintas – desde uma pessoa mais idosa que mal utiliza o controle remoto da televisão, até a geração mais nova que já nasce digital. Surgem novos modelos de negócios que terão um grande impacto no e-commerce, nos aplicativos e na cadeia de valor da indústria e do comércio, atentando ainda aos comportamentos e expectativas dos consumidores que estão evoluindo e ficando cada vez mais exigentes.

Hoje, o comércio eletrônico é em grande parte, impulsionado por preço e conveniência, porém um número cada vez maior de consumidores está começando a querer mais do comércio eletrônico, por exemplo, a capacidade de descobrir produtos exclusivos que não serão encontrados em grandes redes de varejo. Isso fará com que essa experiência de comércio eletrônico mude drasticamente.

A tendência é que cada comprador tenha acesso a conteúdos exclusivos, recebendo recomendações de produtos e acessórios definidos com base em suas preferências, localização geográfica, tendências de mercado, grupo demográfico, experiência de compras anteriores e interações de marca – tudo de forma totalmente natural. É como se uma transferência do conhecimento dos vendedores físicos que sabiam seu nome e suas preferências, migrassem para o mundo virtual.

A conexão entre o que o cliente vê online e o que ele recebe deve ser completa. Ele deve ter acesso a todas as informações de forma clara e um processo fácil do início ao fim. Aproximadamente 92% dos usuários da internet buscam regularmente informações de produtos e comentários de outros compradores, isso porque ainda existe a incerteza, um imenso obstáculo para compras on-line. Quanto mais informações sobre um produto existir (fotos, comentários, descrições, especificações, etc.), maior a chance de conversão. E para fazer da compra uma experiência única, seja nas lojas ou no ambiente virtual, com o objetivo de aprimorar e diferenciar a proposta de valor de uma marca, ela deve ser altamente envolvente, inclusive utilizando-se de recursos tecnológicos como a realidade aumentada, que na maioria das vezes desempenha um papel fundamental e decisivo. Imagine conseguir “ver” aquele apartamento que ainda está na planta, já mobiliado com os móveis que você idealizou, podendo-se inclusive, caminhar dentro dele sem na verdade sair do lugar. Todos os ajustes são realizados antes e, quando o projeto se materializa, já estará perfeito, sem necessidade de retrabalho e sem causar surpresas indesejadas.

A transformação digital transcende as barreiras do virtual. Para a geração que adora fazer check in por onde passa e compartilhar suas experiências em mídias sociais, nada melhor do que um ambiente apropriado, já que no mundo das “selfies”, uma foto num local “descolado” pode promover produtos e ganhar escala rapidamente e com baixíssimo custo, motivo da busca incansável da integração da mídia social com o varejo em lojas, no intuito de estimular as compras socialmente impulsionadas além de impactar significativamente a relevância da marca, que é percebida muito rapidamente.

As variáveis são inúmeras, muitas são as dúvidas e questionamentos e as respostas, difíceis e pouco óbvias. Desconstruir conceitos para construir relevância, exige coragem e determinação, mas é o que garante a continuidade. Sem estratégia, não tem transformação digital. Sem transformação digital, não existe e-business de sucesso. Sem e-business de sucesso, não tem cliente.

Roberto Atayde é adviser da Topper Minds

Fonte: Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa / Ana Finatti

Vaga aberta para diretor de arte

Grupo Focusnetworks busca designer/diretor de arte

Descrição da vaga
O Grupo Focusnetworks está selecionando DESIGNER (Diretor de Arte) para atuar em nossa unidade de negócio Midianext.

Requisitos:
Formação Superior;
Conhecimentos desejáveis em Photoshop, After Effects, Illustrator, Indesign, Premiere, Flash, Roteiro e Edição de vídeo, diagramação, ilustração, 3D e fotografia.

Necessário experiência anterior com Diretor de Arte / Designer

Candidate-se a esta vaga por aqui

Artigo aborda relação branding e perfomance

Mas afinal, existe branding sem performance?

Por Gabriela Viana*

Recentemente, estive em pelo menos dois eventos nos quais o assunto de marca e performance foram direta ou indiretamente discutidos, bem como apresentações de uma empresa sobre plataformas tecnológicas para marketing. Entre os comentários feitos durante os eventos, os que mais me chamaram a atenção foram:

— Por que empresas de tecnologia estão agora assumindo que fazem marketing?

— Grande parte do que essa empresa de tecnologia acaba de apresentar, nós nem sabemos para o que serve.

— Branding é branding, e performance é performance.

Mais de um cliente ou representante de agências de publicidade questionou a tecnologia, os impactos negativos do seu uso, a invasão de empresas de tecnologia e outras frases de estranhamento ao assunto chato da performance – e ao uso da tecnologia para garantir performance. Uma pergunta (a meu ver, retórica), não saiu da minha cabeça durante os eventos:

— Existe branding sem performance?

A abertura do IAB Branding & Performance deste ano, por exemplo, teve um manifesto do IAB a respeito de Brand Safety: como plataformas digitais e a compra programática de mídia podem garantir que comerciais das marcas não apareçam próximos a conteúdos impróprios. Também incluiu discussões sobre Fake News e o impacto que a disseminação de notícias falsas nas plataformas digitais tem, por exemplo, na política.

Com dois sinais tão claros de que a tecnologia transformou de forma radical a mídia, não deveríamos estar discutindo se cabe ou não o uso da tecnologia e dos dados na construção das marcas. Deveríamos evoluir na discussão de que, para construir marcas, são mandatórios grandes investimentos em mídia. Deveríamos estar discutindo quais as tecnologias eficientes na construção de marcas – e como usá-las.

Existem impactos negativos no uso prevalente de tecnologia? Sim, também. Estamos renegociando vários aspectos da nossa vida, nossa matéria profissional sendo apenas uma parte afetada.

Isso não quer dizer que não haja qualquer impacto negativo em como o marketing tradicional ainda é feito. Desde alocar investimento em um único tipo de mídia até considerar que a comunicação realmente vive apartada da experiência: um comercial lindo, uma experiência com a marca não tão linda.

Experiência! A comunidade do marketing não pode opor branding à performance, como se existissem como elementos isolados. Menos ainda pode seguir adiante usando a tecnologia como mero acessório – obrigatório, porém marginal. Mesmo a frase tantas vezes repetida como um mantra – “a tecnologia é apenas um meio” –, é perigosa, pois aparta. Define a tecnologia como canal e não como centro nevrálgico do que estamos presenciando como uma revolução que já está em curso.

Usemos a Netflix e a Amazon como exemplos. Outras perguntas – retóricas, novamente:

Podemos argumentar que não são grandes marcas? E podemos, realmente, questionar o quanto de tecnologia – e portanto, performance também – está envolvido em entregar a experiência de conteúdo e compras que ambas entregam?

Essas marcas não foram construídas a partir de “campanhas 360” e comerciais no horário nobre da TV. O uso da tecnologia é irreversível, simplesmente porque os consumidores aprenderam a usar – e a gostar – da experiência. Estamos falando de apenas duas marcas que já existem e são gigantes em suas áreas, não sobre marcas que ainda vão surgir. A Netflix vai tão longe quanto criar uma série baseada no perfil de uso da sua audiência. É informação em escala alterando o produto, e não a entrega do produto, nem apenas comunicando a existência do produto.

Uma estratégia de marketing baseada em dados, informação e criatividade é fundamental para criar uma experiência de impacto que seja tanto individual quanto escalável. Isso obviamente não elimina a criatividade. Pelo contrário, a coloca a serviço da entrega de boas experiências aos consumidores.

Será que nós, profissionais de marketing e agências, se pudéssemos escolher, ficaríamos só com o branding? O branding aqui entendido como: “vamos ter uma ideia bem legal e então criar uma campanha linda”? Já perdi a conta das vezes em que me pediram para indicar “alguém bom em digital”. Quantas empresas ainda estão terceirizando atividades que envolvam dados e informação sobre seus próprios clientes? Ou empresas que não fizeram distinção entre mídia e tecnologia na hora de escolher parceiros.

O uso da tecnologia não pode ser entendido como uma simples maneira de mensurar os resultados (como algo que acontece isolado no tempo). A performance faz parte da experiência do consumidor, tanto quanto a ideia criativa. Toda a experiência do consumidor com a sua marca – e o quanto desta experiência demonstra que você o reconhece e o quanto a experiência se transforma ao reconhecer esse consumidor – será determinante para a construção de marca.

Novas marcas nascem de um novo uso ou aplicação dada à tecnologia e outras marcas se transformam, e se mantêm relevantes, ao também encarar a tecnologia como um aspecto indissociável do negócio – e da marca.

Então, vamos à boa (ou à má, dependendo do ponto de vista) notícia: não vai ter branding sem performance. Escolha um caminho através do qual esta seja uma boa notícia para a sua empresa. Comece aprendendo para que servem os produtos criados pelas intrometidas empresas de tecnologia de marketing e então tome decisões sobre quais das soluções disponíveis vão ajudar a sua marca a entregar incríveis experiências de consumo.

*Gabriela Viana é diretora de Marketing da Adobe Systems para a América Latina

Gelateria aposta em ação de Dia das Mães para alavancar vendas

Totem Digital fará fotos de mães e filhos que concorrerão online a uma experiência Mio Sogno Di Gelato

Com a temperaturas mais baixas é comum que as vendas de gelatos caiam em até 40% e para alavancar as vendas é preciso inovar e apostar nas datas comemorativas para atrair o público.

A Mio Sogno Di Delato, gelateria do Jardim Aquarius em São José dos Campos, preparou uma ação especial para comemorar o Dias das Mães neste ano, a “Mio Sogno di Mama”.

A campanha acontecerá no final de semana de comemoração, dias 13 e 14 de maio, com a presença de um totem digital para que mães e filhos façam suas selfies, que será publicada nas redes sociais da gelateria. A foto mais curtida ganhará uma experiência especial, a de fabricar o próprio gelato.

“É uma forma que encontramos para atrair os fãs de gelatos no dia onde é comum ficar em casa com a família”, revela Gustavo Franceschini, sócio proprietário da Mio.

O empresário conta ainda que já há planos de ações especiais para o Dia dos Namorados e para a temporada de inverno, como novos sabores e novas experiências gastronômicas.

“Assim que o inverno começar vamos apostar em novos sabores e novas combinações”, adianta Gustavo.

A Mio Sogno Di Gelato fica no Pátio das Américas Mall – Avenida Cassiano Ricardo, 319, loja 22 – Jardim Aquárius, em São José dos Campos.

Fonte: Agência Cápsula – Bruna Sales