Coluna Propaganda&Arte

A foto que a NASA tirou no dia do meu aniversário

Eu sei que o #trend é #old, mas essa frase inusitada que foi uma das mais buscadas no Google no início do ano nos faz refletir muito sobre a arte da fotografia, sobre o passado, sobre olhar pra trás, olhar pra dentro e, consequentemente olhar pra frente. Afinal, qual será o futuro da fotografia? Talvez a grande chave da descoberta esteja em mudar um pouco o “foco” das coisas. Bora lá!

Que fenômeno é esse?

Recentemente, tivemos um fenômeno astronômico interessante, a “lua de sangue” onde pudemos ver o eclipse da lua (se você ficou acordado e não estava nublado). Eu fui um dos que ficou acordado, na verdade, devo confessar que estava tentando dormir, mas meus filhos me acordaram para ver tal fenômeno no céu e eu fui lá todo feliz tentar captar a imagem com meu celular. Óbvio que minha tecnologia era limitada, quem eu achava que era tentando competir com as fotos da NASA, certo? Era tudo uma questão de luz (ou falta dela). Foto é puramente o domínio da luz. Isso eu lembro das aulas de Fotografia da faculdade e sobre esse conceito abstrato da luz muita coisa pode ser entendida. Por exemplo, por que “raios” a lua fica vermelha neste eclipse? Tal situação é facilmente explicada quando entendemos que o sol emite um espectro branco de luz (contém todas as cores unidas) que ao passar em um ângulo específico na atmosfera da Terra, sofre uma dispersão, separando as cores, resultando apenas nas cores de ondas maiores, que conseguem passar pela Terra e dar uma pequena iluminada na Lua, que como é branquinha, reflete bem essa luz, ou melhor, reflete essa faixa de luz vermelha/ alaranjada com maestria. Por tanto, fotografia é essencialmente a ciência à luz da arte (que trocadilho!) e ela não para de evoluir.

A fotografia evoluiu muito nos últimos anos e em campos específicos. Popularizou seu acesso com o celular, mas claro, com tecnologias limitadas ao seu uso. Hoje tiramos fotos nossas e de nossos parentes em instantes e com alta resolução, como se fosse algo comum, isso sim é um grande fenômeno. Antigamente, tirar foto era um evento, uma ocasião especial, tínhamos poses limitadas por filme e tudo era muito mais cuidadoso. Mas com toda essa evolução, uma coisa se mantém: olhar foto antiga é pura nostalgia! Seja digital ou impressa, pois ela simboliza essencialmente o passado. Nada mais justo, pois se tem uma coisa que nos faz refletir sobre o tempo é a compreensão filosófica e científica da luz, um mistério até hoje para muitos estudiosos.

Olhar pro passado e mudar o futuro

Os grandes fotógrafos, sejam comerciais, jornalísticos ou artísticos sempre irão se destacar, pois tirar boas fotos não é uma ciência fácil, nem acontece ao acaso. Porém, muitas vezes, as melhores fotos contam com o “momento certo” e “a história certa”. Isso, até os fotógrafos mais vaidosos são humildes em admitir. A foto tem um poder de síntese ímpar, pode substituir mil palavras e olha, com a velocidade da internet, podemos substituir essa máxima por mil caracteres, sem problemas! Então, rapidamente a foto se torna na comunicação uma arma imbatível para atrair, informar e provocar.

Geralmente, uma foto pode gerar uma reflexão, emoção ou até uma discussão social, que foi o caso dessa #trend que é o título desse texto. Essa foto que apareço ao lado foi tirada pela NASA no dia do meu aniversário. E como eu sei? A NASA fez um site onde eles colocam 1 foto por dia e só isso já foi motivo de alvoroço no Tik tok e Twitter, pois todos queriam olhar a foto da NASA no dia do seu próprio aniversário e postar uma reflexão sobre isso. O que explica esse outro fenômeno? Acho que uma mistura de ego, olhar pra si, mas também curiosidade e olhar pra fora, pro desconhecido, pois muita coisa está escondida lá fora (e muitas outras cá dentro de nós, né?). No final, a tecnologia vem só para potencializar o que somos e onde queremos chegar. Sozinha, não vai fazer nada.

Da próxima vez que for tirar uma foto, reflita sobre isso. A vida passa mesmo num flash!

Para você achar a foto da NASA no seu aniversário:
Exemplos de fotos poderosas que ganharam Pulitzer:

Ricardo Martins lança seu livro “Pantanal” em SJCampos

Ricardo Martins lança “Pantanal” em São José

No evento, 600 exemplares da obra vão ser doados a bibliotecas e escolas públicas; interativo, livro traz QR Code que revela os bastidores da expedição que cruzou o Pantanal durante 50 dias

Um dos principais nomes da fotografia de natureza e cultura do Brasil, Ricardo Martins lança seu livro “Pantanal” no dia 13 de abril em São José dos Campos, em evento na loja P1 Motorsports, no Jardim Aquarius. A obra é o registro de uma travessia de 50 dias que o fotógrafo fez no Pantanal um ano após os incêndios de 2020, que consumiram cerca de 30% do bioma, e traz imagens que servem de alerta para a preservação do meio ambiente.

O evento tem apoio da Veibras, principal concessionária Chevrolet do Vale do Paraíba e Litoral Norte, e da P1 Motorsports. O patrocínio é do Grupo Comolatti.

“A minha expectativa com o lançamento é bem grande. Foram dois anos sem fazer lançamentos físicos e falar de Pantanal para mim é extremamente emocionante e importante. Quero ver as pessoas enxergando o Pantanal pelas minhas lentes, como eu enxergo”, disse Ricardo Martins, autor do livro.

Para a produção das fotografias, Martins cruzou o Pantanal utilizando diversos meios de transporte –automóveis, barcos, avião, quadriciclos e até cavalos. Aí entrou o apoio decisivo da Veibras e da P1 Motorsports nessa aventura. Trilhas e terrenos acidentados foram vencidas graças ao uso de uma S10 4×4, cedida pela Veibras. Áreas alagadas, corixos e rios foram cruzados utilizando um Seadoo, motonáutica jet fish pro, da P1.

Ricardo Martins – Divulgação

“A Veibras é uma parceira de longa data e usar a S10 4×4 é uma ferramenta tão importante quanto a minha câmera. Para produzir esses tipos de fotografia, chegar nos lugares é complicado e por isso digo que ele já faz parte da minha mochila. Com a P1, foi um novo desafio, já que a minha missão era de fotografar a onça que hoje, é a capa do livro. Fiz cursos, treinamentos e tirei carta náutica para pilotar a Seadoo e fui para o Pantanal. Com ela, consegui adentrar em lugares selvagens, de difícil acesso”, conta Martins.

Doação

Durante o lançamento, Ricardo Martins vai fazer a doação de 600 exemplares da obra para a Prefeitura de São José dos Campos, para serem distribuídos às bibliotecas e escolas públicas da cidade. Com 204 páginas e imagens belíssimas, o livro mostra um pouco do dia-a-dia dos pantaneiros, os animais que habitam o bioma (como onças, araras-azuis e tamanduás bandeira, entre outros) e belas paisagens do Pantanal. E tem outro atrativo: para tornar a experiência interativa, todas as páginas têm um QR Code, o que abre a possibilidade do leitor ter acesso aos bastidores da expedição e participar da aventura.

O autor

Nascido em São José dos Campos, Ricardo Martins é um dos principais nomes da fotografia de natureza e cultura do Brasil. Jornalista de formação, é autor e editor de onze livros de fotografia, entre eles, “A Riqueza de um Vale” premiado com o Jabuti de 2012. Além disso, é sócio-fundador da RM Produções, produtora pela qual lança seus projetos. Em seu último livro, :Cafés da Mantiqueira”, Ricardo retratou de forma poética as belezas das plantações de cafés especiais da Serra da Mantiqueira, o esforço dos trabalhadores rurais e homenageia um dos grãos mais exportado do Brasil.

SERVIÇO
Data: 13 de abril. Horário: 19h. Local: loja P1 Motorsports, avenida Engenheiro Florestan Fernandes 500, Open Mall, Jardim Aquarius, São José dos Campos (SP). Apoio: Veibras, P1 Motorsports. Patrocínio: Grupo Comolatti. Venda do livro: https://bit.ly/LivroPatanal

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Gabriel Camacho

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