Para entender o novo marketing

ACIT oferece treinamento de Gestão de Marketing 4.0

Atendendo as demandas do mercado e sempre de olho nas novidades, no próximo dia 27 de setembro a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) oferece o treinamento Gestão de Marketing 4.0.

Durante o curso, os participantes irão receber noções de como alcançar seus clientes de maneira efetiva com as mudanças trazidas por essa nova era do mundo digital e como isso influencia o marketing nas empresas.

Dentre os tópicos que serão abordados estão: o marketing 4.0; a melhora do desempenho da empresa; e o marketing de conteúdo.

O treinamento tem carga horário de 3 horas e será ministrado por Victor Chinaglia, consultor especialista em Marketing, mentor, professor e palestrante com vinte anos de experiência nas áreas de marketing, branding e comunicação.

Acontecerá no auditório da ACIT das 19h às 22h e é aberto à todos os interessados, mas as vagas são limitadas. Associados tem desconto na inscrição, que deve ser realizada pelos telefones (12) 2125-8210/8211, whatsapp (12) 99189-7964 ou pelo e-mail cursos.acit@taubate.com.br.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Vaga para analista de marketing digital

Analista de Marketing Digital

Formação: Comunicação Social ou Marketing

Atividades:
– Analisar mercado e concorrência, traçar as estratégias para mídias sociais, estratégias SEO, estratégias de inbound.
– Gestão e planejamento de conteúdo digital para todos os Canais de Comunicação do Grupo;
– Criação e desenvolvimento de textos par social media, sites e e-mail marketing em parceria com equipe de criação (concepção e redação).
– Acompanhamento e interação com os fãs e seguidores dos canais.
– Criação e acompanhamento de promoções.
– Impulsionamento de posts e avaliação de perfomance dos canais.
– Monitoramento das redes sociais e produção de relatórios de desempenho.

Requisitos:
– Excelência em redação.
– Experiência comprovada na área, enviar portfólio.
– Domínio das ferramentas de monitoramento.
– Conhecimento em wordpress e SEO

Residir em: São José dos Campos/Jacareí/Caçapava

Candidatos DENTRO DO PERFIL enviar currículo + portfólio + pretensão salarial para isabelle.borges@plenoself.com.br.

Mais uma do Projeto Empreende

Oficina “Ganhe Mercado” será apresentada para empresário e empreendedores na ACIT

No próximo dia 5 de outubro, quinta-feira, às 18h30, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realiza a oficina “Ganhe Mercado”, dentro do Projeto Empreende, desenvolvido em parceria com o SEBRAE.

Voltada para empresários e empreendedores, o curso traz como foco ensinar as empresas a vender mais e sensibiliza o participante para a utilização de alguns conceitos de marketing na gestão do negócio, visando o posicionamento correto da empresa no mercado e a adequação do produto, ponto, preço e promoção, de acordo o público.

Nesse mesmo dia, das 14h às 17h, acontece também a Oficina Fluxo de Caixa.

Ambas são oferecidas de forma gratuita pela ACIT e acontecem no auditório da instituição. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (12) 3621-5223 ou pelo site www.agenda.sebraesp.com.br.

Fonte: AconteceComunicação e Eventos

Para gerir bem o marketing

5 plataformas de gestão de dados que todo profissional de marketing deveria conhecer

De acordo com estudos recentes revelados pela empresa de consultoria Gartner, aproximadamente 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias no mundo. Seguindo os níveis projetados, no ano de 2020 serão gerados cerca de 1,7 megabytes de novas informações por segundo para cada habitante do planeta. Não é preciso trabalhar com marketing digital para saber que a enorme quantidade de conteúdo que trafega na web diariamente já está ditando algumas das principais tendências no mundo nos próximos anos, não apenas no mercado de comunicação como nas mais diversas esferas de atividade.

Neste cenário, as agências e anunciantes ganharam uma infinidade de possibilidades para trabalhar suas campanhas, incluindo os assuntos do momento, as tendências de mercado e o comportamento do consumidor. A grande questão é: como organizar tanta informação e otimizar os resultados? Diversas ferramentas, plataformas e empresas, baseadas em data Science ou qualquer outra atividade relacionada a dados, desenvolvem tecnologias e métodos para organizar essas informações e transformá-las em insights e inteligência de mercado. Confira abaixo alguns serviços, pagos e gratuitos, que todo profissional que trabalha com marketing online deveria conhecer:

Keep.I
Oferece plataforma gratuita e juntando em um mesmo lugar os resultados e informações de performances individuais de canais como Facebook Ads, Twitter Ads, Instagram Ads, Bing Ads, Youtube Ads, Google Adwords e as principais DSP’s (demand side platform) como Double Click e MediaMath. A solução está disponível gratuitamente para agências de publicidade, empresas e empreendedores dos mais variados segmentos. Recentemente, anunciou planos pagos com novas funcionalidades como: Compartilhamento rápido de módulo, Exportação de Dados CSV e PDF, Exibição em formato tela cheia, Feed de comentários, Customização de KPIs, Notificações, Alertas de desempenho, Medição de Sentimento, Gerenciamento de Dashboards, Relatórios por e-mail e versão mobile.
Saiba mais: http://keepi.media/

Stilingue
Uma ferramenta para quem quer embasar as suas decisões estratégicas em dados de conversa, opiniões e influenciadores dos principais meios online. A plataforma promete capturar milhões de publicações ao vivo, a partir de notícias, redes sociais, blogs, fóruns, reviews, buscadores e diversas outras fontes de coleta por milhares de sites. O Stiligue ainda é capaz de analisar conteúdos e filtrar tendência por meio da inteligência artificial, entre outros atributos.
Saiba mais: https://stilingue.com.br/

Tail Target
A plataforma ajuda a enxergar no big data os perfis mais importantes para a empresa. Seus recursos podem ser utilizados por publishers, anunciantes, agências e lojas de e-commerce. Para isso, a ferramenta utiliza dados comportamentais por segmentação de audiência para entender o target por meio de diversos pontos de contato, como websites, apps, e-commerce e campanhas de publicidade, incluindo dados de CRM e outras informações disponibilizadas por outros provedores especializados.
Saiba mais: http://www.tail.digital/

SimilarWeb
A plataforma usa tecnologias Big data para colecionar, medir, analisar e providenciar estatísticas de envolvimento de utilizadores para websites e aplicações móveis. Suas ferramentas auxiliam desde o entendimento de como está a presença de uma marca específica no meio digital, como traz o benchmark das marcas concorrentes. Seus recursos contam com históricos e insights nas principais iniciativas do digital (SEO, Search, Geolocalização, Social e Mídia).
Saiba mais: http://www.similarweb.com.br

Google Analytics
A mais tradicional ferramenta de monitoramento do Google, a versão gratuita do Analytics pode ser instalada em qualquer site, blog ou loja virtual. A ferramenta permite que os usuários consultem as principais métricas em relatórios integrados de audiência, compare intervalos de datas, monitore dados em tempo real, combine métricas de acordo com o objetivo da comunicação, além de gerar e exportar gráficos e informações.
Saiba mais: https://www.google.com/analytics/

Fonte: Keep.i – Informações para imprensa – Rafael Frank

Coluna Branding: a alma da marca

A aula da palavra “marca”

Gosto de refazer alguns caminhos, tentando observar e melhorar os passos que havia dado anteriormente. Encontrando olhares que passaram despercebidos.

Em um destes momentos, quando refazia uma de minhas aulas lecionadas neste semestre que, me deparei com um princípio sutil, mas muito profundo sobre o Branding.

Ao ensinar gestão de marcas é preciso explicar a origem das coisas. É na origem histórica das coisas que se encontra a “alma” que define qualquer símbolo. Uma palavra, assim como uma ilustração ou uma imagem pictórica, é um símbolo portador de um conceito.

E foi exatamente na origem semântica e histórica da palavra “Brand” que encontrei um conceito interessante que parecia estar escondido e protegido, pouco comentado no meio de estudo desta ciência.

“Branding não é um princípio da guerra mercadológica que promove a conquista, mas sim, uma ação de colonização.” E, a história das palavras que a constroem parece corroborar para entender este sentido.

No Brasil, a palavra que define os símbolos representantes de um conceito institucional é MARCA. Mas de onde vem esta palavra?

Em minhas pesquisas encontrei que a origem desta palavra é “MARKA” advindo do germânico. Está associada a um pequeno espaço delimitado de terra usado tanto para indicar um ponto estratégico de ataque, como também uma conquista de batalha que recebia a bandeira hasteada. Portanto, marca está ligado à arte da guerra, à propriedade conquistada em batalha.

Como exemplo, podemos citar a chegada à Lua, o símbolo de posse americano foi o hasteamento da bandeira estrelada. Esta é, portanto, a marca da conquista. Dessa forma, do pertencimento da Lua.

Mas há outra palavra na língua inglesa, de origem escandinava e que representa a ciência da gestão de marcas, do “Branding”, que é Brand, palavra derivada de “BRANDR” que representa a consequência da queima por fogo que modifica a carne deixando uma marcação.

A imagem mais associada a origem dessa palavra é a do FERRETE, o ferro que marca o gado após ser aquecido.

Alguém pode se perguntar, mas qual a diferença entre os dois conceitos? Se ambos definem a posse!?

Sim, marca de forma genérica é garantia da posse. Mas essa posse pode vir por combate e tomada ou por pertencimento e cultura.

Mesmo a queima por fogo uma outra forma de ver o Brand é um ato de cultura, é uma transformação natural.

O limite entre o significado dessas duas palavras é sutil, estreito, mas não pouco importante. Podemos construir uma marca pensando em conquistar mercados ou cultivar mercados.

Para o ato da conquista, a estratégia é de fortalecer suas vantagens para aproveitar as fraquezas do outro lado, portanto, a pesquisa de público tem como objetivo achar as vulnerabilidades para que possa levar vantagem na entrada, se preocupando apenas com a tomada do espaço na cabeça do consumidor.

Já o ato da cultura tem a preocupação com o transformar do consumidor, tem como objetivo procriar e reproduzir uma ideia.

De forma prática, o primeiro se baseia na atitude da propaganda clássica, que invade e reforça sua presença, e o segundo na construção da imagem a partir do cuidado com seus valores e seus pontos de contato com o consumidor.

Uma aula inteira, e o princípio da palavra já era o suficiente. E como uma boa cultura, precisava apenas que eu voltasse para alimentá-la. Um bom exemplo de que refazer caminhos tem muito mais a ver com fazer “Brand” do que com conquistar “marcas”.

Comitê de Gestão do Lide

Encontro marca atuação do Comitê de Gestão do LIDE Vale do Paraíba

Com objetivo de engrandecer ainda mais a atuação do Grupo de Líderes Empresariais – LIDE Vale do Paraíba, o Presidente da unidade, Marco Fenerich, reuniu o Comitê de Gestão para um encontro de negócios onde o desenvolvimento do grupo na região esteve em pauta. Discutindo sobre a importância do apoio ao empresário local, os membros do Comitê foram convidados a assumir pastas relacionadas aos campos de atuação do projeto.

Patrick Silva, Diretor da Basf se apropriará dos assuntos relacionados ao LIDE Indústria, levantando importantes questionamentos do setor. Eduardo Enari, Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação – FAPETI, ficará à frente dos assuntos relacionados ao LIDE Inovação. Já Álvaro Canineo, Presidente do Grupo Dicon, assume as discussões que dizem respeito ao LIDE Conteúdo e que agreguem informações de qualidade às empresas locais. Por outro lado, Flavio Garcia, Presidente da MBM Business School estará focado no empreendedorismo e agregará ao grupo sua expertise no assunto, assumindo a pasta do LIDE Empreendedor. Completando o grupo, Marcelo Pimentel, Diretor da ACOM Unitau cuidará dos aspectos sociais da atuação, potencializando o LIDE Cidadania. “Nosso objetivo é direcionar esforços às áreas de maior interesse aos empresários da nossa região, levantando discussões pertinentes, promovendo debates relevantes e contribuindo para o desenvolvimento do Vale”, ressalta Fenerich.

Próximas ações
O LIDE Vale do Paraíba prevê uma agenda extensão até o fim do ano com encontros de altíssima importância para os seus associados. Já passaram pelos eventos do grupo o Dr. Paulo Rabelo de Castro – Presidente do IBGE e o Ministro, Gilmar Mendes. Em ambos os eventos, cerca de 100 CEO’s regionais foram reunidos, além de autoridades, convidados e imprensa.

A data mais próxima do seu calendário, marca o mês de julho com um workshop que será realizado em São José dos Campos com o tema ‘Luxo: o mercado sem crise’. Na ocasião, Carlos Ferreirinha – Ex-Presidente da Louis Vuitton no Brasil é o convidado do grupo.

Sobre o LIDE
Fundado em junho de 2003, o LIDE – Grupo de Líderes Empresariais possui treze anos de atuação. Atualmente, tem cerca 54% do PIB filiado (com as unidades regionais e internacionais). O objetivo do Grupo é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Brasil, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para educação, sustentabilidade e programas comunitários. Para isso, são realizados inúmeros eventos ao longo do ano, promovendo a integração entre empresas, organizações, entidades privadas e representantes do poder público, por meio de debates, seminários e fóruns de negócios.

A Unidade do Vale do Paraíba é uma das mais novas em atividade, o LIDE Vale do Paraíba visa conectar e promover as relações empresariais da nossa região. Presidida por Marco Fenerich, radialista, empresário de comunicação.

Fonte: Pilares Relações Públicas

Estratégia para sobreviver no mercado

Startups: como fazer o negócio dar certo
Porcentual de sobrevivência ainda é baixo no Brasil; professor do ISAE — Escola de Negócios dá dicas para boa administração

As startups continuam sendo as apostas do mundo dos negócios e vêm ganhando cada vez mais espaço e incentivo no Brasil: nesta semana, a Financiadora de Pesquisas e Estudos (Finep), do Ministério da Ciência e da Tecnologia, anunciou um plano para investir em pelo menos 50 startups no país que faturem até 3,6 milhões anuais (cada uma receberá até R$ 1 milhão). Fomentar o mercado é essencial, porém, é preciso estratégia além do capital para sobreviver — pesquisa do Sebrae mostra que 50% das startups no Brasil morrem em menos de cinco anos.

Businessman looking at drawings on a wall

São vários fatores que levam a esse alto porcentual, mas há quatro principais, diz o professor de estratégia e inovação do ISAE — Escola de Negócios, Sérgio Itamar: produtos pouco criativos, capital insuficiente/ausência de viabilidade do negócio, sócios sem sintonia e equipe despreparada. “Ainda há uma falta de preparo do empreendedor para o mundo dos negócios. Uma preparação adequada economiza muito tempo e dinheiro. O empreendedor não pode negligenciar o estudo e a sua preparação como executivo, inclusive buscando experiências anteriores”, salienta.

Como a startup já nasce com vocação para grandes proporções e alcance, os erros podem causar impactos significativos, salienta Itamar. “Os erros de gestão e estratégia, na administração e no controle e prioridade de gastos e fluxo financeiro e no acordo com acionistas devem ser tratados com o devido cuidado”, comenta o professor.

O que fazer

Sérgio Itamar frisa que o empresário que começou uma startup deve buscar em primeiro lugar uma organização de apoio a empreendedores — o ISAE, por exemplo, conta com o programa Aceleradora ISAE Business, que apoia projetos e empresas de alunos com ações que incluem networking, capacitação e mentoria, realizada por profissionais, consultores e professores da instituição (todos os anos é aberta também uma vaga para a comunidade). “Consulte empreendedores com experiência e aprenda o máximo que puder. Um empreendedor de sucesso jamais deixa de aprender e buscar fontes de aperfeiçoamento. Seja humilde em admitir e buscar o conteúdo que lhe falta”, frisa o professor.

Itamar lembra: o empreendedorismo é, acima de tudo, uma postura. “Então, apesar da importância indelével do preparo pessoal e das competências administrativas, é preciso realizar, fazer acontecer. Não esquecer de seu papel na liderança e protagonismo nessa aventura pelo mundo dos negócios”, completa o especialista.

As três fases de uma empresa

Criança, adolescente ou adulta: as 3 fases do desenvolvimento de uma empresa

por Luiz Fernando Garcia

Existe uma maneira eficiente e certeira de aumentar a capacidade gestora e transformar a realidade de uma empresa. É o que eu consigo fazer por meio do meu trabalho, aplicando as escolas da psicologia contextualizadas ao ambiente de gestão e negócios. E um dos passos fundamentais para conseguir isso é identificar a fase em que se encontra uma empesa: criança, adolescente ou adulta. Para isso, é preciso fazer algumas perguntas simples e se basear nos sintomas que a empresa apresenta.

Obviamente, existem diversos fatores a serem analisados dentro de uma corporação para definir em qual destas fases ela está. Elas geralmente duram de cinco a sete anos, mas há momentos em que suas características se confundem. Por esse motivo, comumente nos deparamos com empresas que possuem 20 anos, mas que trazem características típicas da fase criança.

As 3 fases e seus sintomas

Um dos sintomas de uma empresa criança é a presença do “showman”, ou seja, o proprietário empreendedor. Essa pessoa apresenta uma carga horária de trabalho que vai de 12 a 17 horas por dia. O showman carrega a empresa para casa, para o banho, e isso vai engolindo a vida dele. Esse período costuma durar até 7 anos, mas pode ser de apenas 3 anos em empresas de tecnologia.

Na segunda fase, a adolescência, já começa a surgir alguma sobra de dinheiro. Neste momento, surge um sintoma muito típico, que eu chamo de “nós contra eles”. Esse sintoma é visto nas primeiras crises na equipe de liderança. Em meio a esses problemas, se o dono não estiver preparado para mexer corretamente nas cabeças da empresa, o melhor da equipe se perde e essas pessoas vão embora. É também na adolescência que surge uma escassez de profissionais qualificados, e por isso é necessário investir em treinamento.

Se tudo correr bem nessas duas primeiras fases, surgem as dificuldades da fase adulta. É aí que desavenças entre os sócios e a alta liderança começam a aparecer, e surge a necessidade de fazer reuniões de feedback, por exemplo, além de análise de competências para formar um time com mais autonomia.

Na medida em que você sabe diagnosticar em que fase está a sua empresa, você consegue determinar qual a prioridade e os planos de ação necessários para evoluir o negócio. Existe uma ferramenta capaz de diagnosticar em que fase está a empresa, com base em algumas perguntas. Você pode acessá-la aqui. Com essa análise, você vai saber verdadeiramente as suas prioridades de ação, e entender se ela está propensa a quebrar ou crescer nos próximos anos.

Fonte: Grecia Baffa – Sigma Six Comunicação

Mais um curso do Projeto Empreende

Gestão Financeira, mais um curso do Projeto Empreende Taubaté

Vai acontecer na próxima semana, de 03 a 07 de abril, das 18h às 22h, o curso – Na medida: Gestão Financeira, mais uma capacitação do projeto Empreende Taubaté desenvolvido pela Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) em parceria com o Sebrae.

Este curso capacita o empresário a conhecer os movimentos financeiros que são primordiais no gerenciamento do dia-a-dia na empresa, desenvolvendo nos participantes atitudes proativas para um gerenciamento eficiente e eficaz dos aspectos financeiros.

Serão trabalhados temas como: Planejamento Financeiro, Fluxo de Caixa, Preço de Venda, Demonstrativo de Resultados e Análise de Resultados.

O curso tem carga horária de 20 horas e acontecerá no auditório da ACIT. É voltado especialmente à empresários, gerentes, e funcionários que ocupam posição estratégica de Gestão Financeira. As vagas estão abertas mas são limitadas, e as inscrições podem ser realizadas diretamente na ACIT. Associados tem desconto e facilidades no pagamento.

Maiores informações podem ser obtidas pelo e-mail cursos.acit@taubate.com.br ou pelos telefones (12) 2125-8201 e 99189-7964.

Projeto Empreende – Foi implementado em 2016 e surgiu da necessidade de desenvolver e capacitar os empresários de Taubaté, oferecendo cursos, oficinas e treinamentos de qualidade, voltados para cada setor especificamente. Para 2017, o Projeto mantém o mesmo formato e traz novidades nos temas das atividades, que acontecerão ao longo de 2017, com realização da ACIT em parceria com o SEBRAE.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Coluna Branding: a alma da marca

A marca adolescente do Brasil

É fato que quem trabalha com gestão de marca reconhece em muitas vezes a relação dessa prestação de serviço com os exemplos da vida cotidiana. Parece que construção de marca imita a vida, que relacionamento com o consumidor não é assim tão diferente de relacionamento interpessoal.

Na vida pesa o conhecer-te a ti mesmo, o saber das características naturais de sua personalidade, o reconhecer desfeitos de carácter e o saber dos valores “familiares”. São fundamentais tais virtudes para corrigir possíveis erros comuns na adolescência e vida adulta, quando escolher depende de uma visão de responsabilidade por si e pelo coletivo. É necessário ter referenciais.

Estamos vivendo um momento onde o Brasil vê suas marcas filhas, pagar por uma péssima herança no carácter de família deste país.
O caso das carnes fez novos filhos aparecerem para os olhos do mundo como desviados do caminho certo.
Procuro analisar essa situação como um gestor de marcas analisaria a situação de um cliente, e deixo aqui minhas impressões:

1- Está na hora das grandes marcas nacionais deixarem a adolescência para trás e começarem a se preocupar com as atitudes que acontecem em seu quintal. Não dá mais para assistir marcas como Petrobras, OGX-“Eike Batista”, Odebrecht, Perdigão e Sadia, entre as tantas outras, estarem nos noticiários desvalorizando seu capital de marca e achar que isso é assim mesmo.

Está faltando adultecer a visão do empresariado brasileiro. Se temos um odor ruim na política a relação estreita entre o segmento industrial brasileiro e este meio fede ainda mais.

Que nossa política é um pai que bebe, historicamente conhecemos essa realidade, mas seus filhos seguirem esse caminho, me parece escolha.

2. Sabe aquele garoto que sofreu bulling durante anos e quando cresce fica rico e se perde na vaidade!? Também estamos vendo isso acontecer com nossa sociedade e, por consequência formando uma imagem amadora do nosso país.

Jânio de Freitas disse no começo de março que o “Brasil é o país em que o presidente é produtor oficial de notícias falsas”, que não há uma preocupação com os princípios do jornalismo nessa imprensa digital. E não é só nela, acabar com a exportação de carne do Brasil me parece uma reação não avaliada pela polícia federal, seja por inocência ou por ânsia de mostrar competência na divulgação da operação Carne fraca. Me parece que continuamos repetindo os erros de nossos pais e desprestigiando o que é nosso. Toda família tem problema, mas roupa suja se lava em casa.

Não é uma questão de esconder o que está errado, é questão de que as provas, as comprovações e principalmente as punições precisam ser maiores do que o espetáculo, senão seremos aquele que late, mas não morde.

3. Por fim, uma análise da própria marca Brasil. Esse país que é filho bastardo da nobreza europeia, com a escravidão africana, pode parar de sentir-se vítima do destino e começar a construir um caminho diferente, mas para isso tem que deixar a adolescência. Ser adulto é reconhecer nossos valores, mas principalmente trabalhar para corrigir as maldições da nossa história.