Oficina de inovação

ACIT e SEBRAE promovem Oficina de Inovação – Apresentação Programa ALI

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté em parceria com o Sebrae, promovem no próximo dia 14, das 18h30 às 22h30, a Oficina de Inovação com a apresentação do Programa ALI.

O Projeto Agentes Locais de Inovação (ALI) tem por objetivo promover a prática continuada de ações de inovação nas empresas de pequeno porte, por meio de uma orientação proativa, gratuita e personalizada.

Nessa oficina os micro e pequenos empresários serão apresentados ao programa e poderão ter suas empresas assistidas pelo ALI como meio para geração de resultados concretos, seja na forma de aumento de receita, redução de custos e/ou aumento de produtividade.

O evento acontece na sede da ACIT e é gratuito.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Agências homenageiam mulheres

Agências do Vale do Paraíba criam para marcar a data

A presença das mulheres é cada vez maior e mais necessária nas empresas de comunicação. Não há mais dúvidas quanto a isso. E as agências da região aproveitaram a data de hoje para lançar posts em seus perfis de redes sociais para marcar a data e homenagear todas as mulheres.

A Triadaz usou o Facebook para destacar a parte feminina de sua equipe:

E lançou como texto de apoio: “Por aqui, elas são inspiradoras, criativas, competentes e especialistas em Comunicação! 💪 A elas, todo o nosso respeito, admiração e reconhecimento. Hoje, e em todos os outros dias!”

A Arriba também não deixou a data passar em branco e fez o post abaixo em seu perfil do Facebook:

A imagem recebeu o apoio do seguinte texto, com falas de personalidades e da CEO da agência:

“Ninguém pode fazer você se sentir inferior sem o seu consentimento – Eleanor Roosevelt (ex-primeira-dama dos EUA).
Sozinhos, pouco podemos fazer. Juntos, podemos fazer muito – Helen Keller (escritora e ativista).
Eu finalmente descobri que ser agradecida por meu corpo é a chave para dar mais amor a mim mesma – Oprah Winfrey (apresentadora).

Sigo meu propósito de vida, que é ajudar as empresas por meio de um trabalho bem-feito. Ajudar o mundo a ser um lugar de sucesso para todos. – Laís Santos (CEO da Arriba!).

Com o passar das gerações, as mulheres expuseram cada vez mais o seu poder, e hoje é o dia em que lembramos da luta por nossa voz.
Aqui na Arriba!, contamos com uma equipe repleta de mulheres e todas ganharam um mimo como agradecimento pela parceria, por trabalharem feito mulheres. ❤️

Parabéns pelo seu dia, Arribetes, e parabéns para todas as mulheres!”

Pelos lados da Molotov a imagem também destacou o time feminino da agência:

E recebeu este texto de apoio:

“Mulheres são criativas. Mulheres são inteligentes. Mulheres são dedicadas.
Vale a pena investir na diversidade do seu time. Nós somos mais uma prova disso!
Nosso parabéns para todas as mulheres!”

Já a Árvore Propaganda & Marketing fez um post com abordagem diferente e forte! O texto de apoio foi:

“Não é preciso falar muito quando a mensagem é clara. Toda mulher precisa ser vista, mas do jeito certo.”

E para finalizar esse nosso rápido apanhado temos a publicação da Rua Zero, que apoiou seu post com o seguinte texto: “Nós da Rua Zero desejamos que todas as mulheres tenham liberdade para ser o que quiserem, afinal, liberdade combina muito com criatividade.”

Claro que outras agências e empresas ligadas ao mundo da comunicação devem ter criado e publicado suas homenagens. Isso é o que ficou ao alcance do radar do Publicitando.

Um grande Dia Internacional da Mulher às leitoras do Publicitando!

Segunda edição do Startup Weekend conta com apoio da ACIT

ACIT apoia segunda edição do Startup Weekend

A Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) apoia a segunda edição do Startup Weekend, um dos maiores eventos de empreendedorismo do mundo, que vai acontecer entre os dias 22 e 24 de março na Universidade de Taubaté.

O evento acontecerá no Campus do Bom Conselho e busca fomentar ideias de inovação, incentivar o empreendedorismo e a tecnologia, além de fortalecer a comunidade de startups na região do Vale do Paraíba.

São três as categorias disponíveis aos participantes: Designers, Negócios e Desenvolvedores. Os alunos da UNITAU que realizarem a inscrição até sexta-feira, 22, terão 20% de desconto no ingresso.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Coluna “Discutindo a relação…”

As coisas estão finalmente mudando?

De tempos em tempos o trabalho das agências de propaganda e/ou comunicação é questionado. Isso não é novidade. Recentemente, entretanto, a coisa ficou mais pesada, mais intensa e impossível de ser desconsiderada.

Além do enorme impacto das novas tecnologias, da criação de houses e content houses pelos clientes e da concorrência com as agências digitais, surgiu de forma avassaladora a presença das consultorias.

A entrada das consultorias em praias antes território praticamente exclusivo das agências fez acender a luz vermelha e disparar o alarme! As consultorias começaram a contratar criativos? Como assim? Pois é… Estão ampliando suas entregas para coisas muito semelhantes as que fazemos? Pois é…

As consultorias começaram a ampliar o pacote de serviços e soluções entregues a seus clientes. Mas o calcanhar de Aquiles das agências em relação às consultorias está no fato de que as consultorias não entregam só ideias criativas e sim soluções de negócios e até novos negócios.

As grandes holdings de propaganda/comunicação sentiram isso onde dói mais: no preço de suas ações e na queda de rentabilidade dos negócios de suas empresas.

O que temos visto de dois anos para cá – e quem acompanha as publicações impressas, sites e blogs do setor pode perceber – é um movimento das agências para ter um modelo de atuação mais próximo daquele apresentado e executado pelas grandes consultorias. Para tanto têm alterado parte de suas estruturas, criado novas áreas, funções e cargos e – pelo menos no discurso – têm desviado grande parte do foco para solução de problemas e geração de novos negócios. Coisa que no final gerem valor mais perceptível no resultado final de seus clientes.

A mistura de uma postura mais analítica e estratégica, ancorada firmemente em dados, com a reconhecida e quase indiscutível qualidade criativa das agências brasucas parece ser a fórmula. Com mudanças de terminologia aqui e ali, com discursos floreados lá e acolá, o que parece é que a turma tá percebendo que se não mudar pra valer vai deixar de existir. Simples assim.

Vamos acompanhar. Parece que desta vez as agências (e se der mesmo tudo certo essa denominação tende a sumir) estão mesmo “dispostas” a mudar.

Veremos!

Franquia regional tem nova assessoria

Torteria Haguanaboka passa a ser atendida pela LM Comunicação

A partir do dia 24/01, a LM Comunicação, que tem à frente Liane Mota,  está responsável pela divulgação da expansão da marca Torteria Haguanaboka como franquia.

A rede Hagaunaboka possui 05 lojas franqueadas: três em São José dos Campos (Av. Nove de Julho, Shopping Colinas e Jardim Aquarius), uma em Taubaté (Taubaté Shopping) e uma em Mogi das Cruzes (Mogi Shopping). A marca projeta abrir novas lojas na grande São Paulo e em outras grandes cidades do interior, como Campinas e Ribeirão Preto, por exemplo.

O setor de franquias só tem crescido nos últimos tempos

Essa semana foram divulgados novos dados da ABF – Associação Brasileira de Franchising sobre o mercado: as franquias cresceram nacionalmente 7% em 2018, tendo o setor de franchising faturado aproximadamente 170 bilhões de reais nesse período. As lojas franqueadas também impulsionam a geração de empregos, tendo gerado diretamente 1,3 milhão de vagas em 2018, percentual 8% maior que em 2017.

Coluna Branding: a alma da marca

As armas estão de volta e a cobra vai fumar

Não é de hoje que conceitos militares permeiam o mundo da comunicação. Termos como “below the line – atrás das linhas” e “target – público alvo”, demonstram bem que guerra inspira a propaganda e se relaciona com ela há muito tempo.

Hoje, um novo tipo de guerra e de comunicação se faz presente, trazendo de volta as velhas armas, como o uso da mentira, colocando a comunicação no centro da discussão novamente.

O termo “Firehose of falsehood – Mangueira das falsidades” aparece pela primeira vez em um artigo de Christopher Paul and Miriam Matthews e descreve um método novo de “propaganda” baseado no estudo das técnicas da influência digital dos russos, usado no caso da Crimeia. Essa técnica nada mais são que as chamadas “fake news”, mentiras replicadas em frequências e velocidades ampliadas, em grande potência de disparo como se fosse uma mangueira de bombeiro. Foi usada para desconstruir uma imagem consolidada e com bases culturais sólidas, distorcendo a realidade e o conhecimento cristalizado através da incursão da dúvida.

Essa técnica já está amplamente dominada, e não é mais uma “novidade” no mundo da propaganda, com uso comum nas mais diversas comunicações governamentais do mundo a fora.

O problema é que sabemos que testes de origem militares sempre vazam e acabam virando produtos de mercado, seja um simples travesseiro com gel da NASA, ou o surgimento da grande rede de comunicações que mudou a vida de todos, isso sempre vem parar no mercado comercial. É aí que a “cobra fuma!”.

As marcas podem sofrer muito com o exemplo da guerra híbrida e o uso do fake news para desconstruir imagens consolidadas. Este é o veneno que mata o branding e pode gerar perdas irreparáveis no mundo onde a marca é considerada o principal ativo de uma empresa.

O pior é que, este veneno está nas mãos dos publicitários e de sua big data, e novamente seremos nós, os comunicadores, que decidiremos como usar esta “tecnologia”. Seremos nós os que ganharão este dinheiro, mas também assumiremos este carma. Seremos nós quem teremos o direito moral de escolher se o uso disso melhorará ou piorará a vida das pessoas e a reputação da nossa profissão.

Estamos preparados? Aprendemos com a crise que abalou a imagem dos profissionais de propaganda? Teremos capacidade moral de escolher o certo?

Por enquanto são só perguntas, mas em breve as armas estarão de volta e ai teremos nossa resposta. Que Deus ajude a nossa grande nação!

Coluna Propaganda&Arte

Que tipo de leitor/escritor você quer ser em 2019?

Todo início de ano nós temos um costume quase “religioso” de verificar o que foi feito e quais metas nós queremos alcançar no novo ano que se inicia. E se essa mudança fosse um hábito de leitura? Será que você estaria disposto a mudar?

Eu sempre gostei de escrever tanto como forma de relaxar, extravasar ideias e emoções como profissão. Por isso, descobri que existem perfis de escritores e, consequentemente, de leitores.

Já pensou em qual perfil você se enquadra?

Quantos livros você lê por ano? Mais de 4 ou mais de 20? Qual tipo de leitura você gosta mais? Até que ponto estas leituras estão trazendo resultados para você? (mesmo que esse resultado seja uma satisfação ou um entretenimento). Você tem lido mais ou menos nos últimos 5 anos?

No meio de escritores (um universo bastante maluco onde você encontra todo tipo de interesse e perfis) vejo muitos escritores por ganância, enxergando num best-seller a oportunidade de vencer na vida, conseguir milhões de forma fácil. Outras pessoas que buscam escrever por paixão, sem foco em dinheiro ou fama, mas sim em aperfeiçoamento.

Não vejo um caminho certo ou errado aqui. Você pode ter o sonho de virar milionário escrevendo, mas precisa saber que o trajeto será bastante complicado. Isso se aplica aos leitores, que são cada vez mais raros hoje em dia.

Não estou aqui fazendo uma reclamação para falar sobre como o Brasil é um país que não favorece e incentiva a leitura, acho que temos uma cultura muito forte da TV, do vídeo, como no resto do mundo e os livros estão sim perdendo a batalha do entretenimento para plataformas como Netflix, e isso é algo a se pensar, pois livro não é só entretenimento, você aprende sobre visões, análises críticas, aprende a pensar melhor, articular e criar bagagem. Isso é imprescindível para o desenvolvimento mental do indivíduo crítico. Mas como disse, não estou aqui para reclamar de nada. Estamos livres para ler, escrever, ver Netflix, passear, fazer Yoga, plantar uma árvore, nem preciso te falar das vantagens de cada atividade. Isso é cultural e ponto. Mas sempre é possível mudar.

Veja as referências e locais aonde você consome conteúdo. São todos vídeos? Fotos? Textos? As notícias que você lê são de jornalistas independentes? Você já pensou nas comunidades alternativas de produção de textos? Você tem o hábito de ler e-books ou só impressos? Você já ouviu falar de plataformas, como Wattpad? Medium? Muitos escritores estão lá, do mundo todo, mas minha dúvida é: será que os leitores estão lá também?

Sigo nas minhas metas de 2019: escrever mais, ler mais, aumentar meu raio de leitura, diversidade de leitura, ler coisas de meu interesse, como: ficção científica, distopias, psicologia, etimologia, cultura, música, filosofia, mas também ler conteúdos que pouco me interessam, como: tabloides de notícia, fofoca, fanfics, culinária, dicas de beleza, moda feminina, correntes do whats, biografias de caras que nem gosto, softporn etc.

Você é do tipo que escreve/lê somente o que você gosta? Será que isso não está sendo um problema para sua evolução pessoal e profissional? Vamos sair dessa bolha em 2019?

Coluna “Discutindo a relação…”

O que 2019 nos reserva

Bom, o ano já começou. Já se foi o Natal e o Revellion. Agora é hora de retomar o batente e encarar mais um ano. Mas o que será que 2019 pode oferecer ao mercado de comunicação e propaganda?

Vou dar alguns palpites com base no que tenho ouvido, lido e assistido por aí.

1 – Para começar esse será um ano sem eleições, sem Copa do Mundo e Olimpíadas. Um ano mais normal. Também será um ano com menos feriados prolongados. Nesse cenário vale ficar atento às datas promocionais que vêm ganhando relevância, como Black Friday e Dia do Consumidor;

2 – É mais do que hora de investir em dados. Eles são decisivos e quem buscar maneiras de obtê-los, tratá-los e transformá-los em inteligência de marketing e comunicação levará enorme vantagem. Para as agências e anunciantes regionais fica a observação de que esse não é um jogo só para grandes corporações. A tecnologia está cada vez mais acessível e nivelando tudo;

3 – E como está tudo mais nivelado graças à banalização de boa parte da tecnologia é hora de apostar em mercados fora do Vale do Paraíba. Várias agências de comunicação daqui já atendem contas e jobs de várias regiões do país e até mesmo clientes transnacionais;

4 – Não dá mais para as agências se comportarem apenas como simples fornecedores de peças de comunicação. Ainda vejo muito disso em nosso mercado. Isso tem baixo valor. O que entrega valor e, portanto, melhor remuneração é INTELIGÊNCIA, ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO. Cabeça de consultoria com corpinho de criativo. Essa é a onda;

5 – Acompanhe de perto as startups que estão surgindo em nossa região. Vá conhecer os polos de tecnologia e de fomento, as incubadoras. Elas poderão ser grandes anunciantes. Já temos casos que comprovam isso aqui no Vale do Paraíba;

5 – O ano é de aposta na volta do crescimento econômico. Não será uma grande maravilha, mas vai haver crescimento. E todos devemos estar prontos para aproveitar a melhora. O novo governo – gostemos dele ou não – traz uma visão econômica liberal e deve destravar diversos setores da atividade empresarial. Fique de olho: oportunidades vão surgir!

Vamos pegar 2019 com mãos fortes e cabeça aberta e atenta!

Pense 2019 de olho na jornada digital

Jornada digital: reflexões para seu planejamento em 2019

Por Enio Klein, CEO da Doxa Advisers; Professor de Pós-Graduação na Business School SP; Especialista em TI e Vendas; Coach pessoal e profissional pela International Association of Coaching – IAC/SLAC

Segundo pesquisa do Gartner Group, realizada em 2018, 64% dos CEOs tem algum tipo de estratégia digital. Enquanto 54% destes pensam em transformar o negócio, para 46% a ambição digital é otimizar o negócio existente. Qual a diferença?

Enquanto a transformação digital repensa o negócio sob a perspectiva de novos fluxos de receita a partir de novos produtos e novos segmentos de clientes, a otimização atua sobre a receita e processos existentes, melhorando o desempenho e a experiência do cliente. Enquanto a transformação digital cria um novo negócio a partir do uso da tecnologia, a otimização digital transforma empresas em organizações enxutas ou ágeis.

Entre os principais obstáculos na jornada da otimização digital estão a falta de padronização dos métodos de trabalho e na definição de prioridades, papéis e responsabilidades. Estas questões impactam diretamente em métricas importantes como a transparência na execução, baixos níveis de serviço com o cliente, atrasos em tarefas e projetos, tendo como consequência a baixa rentabilidade e resultados pouco expressivos. A baixa maturidade na gestão de processos é a causa mais frequente destes obstáculos. E como avaliamos esta maturidade?

É muito comum, quando chegamos em alguma empresa, os executivos recomendarem que a gente escute alguns funcionários considerados chave para entendermos como as coisas funcionam. “Sente ao lado dele ou dela e veja com eles fazem no dia a dia. É a única forma de saber exatamente como funciona a empresa”. Quando isto acontece, estamos diante do nível de maturidade mais baixo: “depende de pessoas”. E isso, além de não ser bom, não permite qualquer otimização. Documentação, sistematização, implantação e automatização. Muita coisa falta para que se esteja em um estágio que permita otimização.

Sua jornada começa nesta avaliação: entender onde está e desenvolver um plano de ação para a melhoria. Qual a abrangência, profundidade e o tempo necessário dependerá do seu negócio, das suas capacidades atuais e de onde quer chegar. Contudo, para que possa ser uma organização ágil, você precisará criar um ambiente que promova eficiência, alivie gargalos, atenda às expectativas de clientes externos e internos e gere resultados econômicos previsíveis e robustez financeira. Somente com estas condições atendidas você poderá pensar em futuras transformações.

Precisamos lembrar que o mundo dos negócios não é feito somente de startups que partem do novo e iniciam novos negócios. A maior parte da economia é construída de empresas que já existem e precisam se modernizar, eliminar desperdícios para a partir das novas capacidades desenvolvidas, criarem novos negócios e alçarem novos voos. Inovação e disrrupção existem e são necessárias tanto na transformação quanto na otimização. E isso inclui todas as empresas. Inclusive a sua.

O ano está começando. A jornada da transformação digital está aí. As empresas estão utilizando a tecnologia para otimizar os negócios existentes ou criar modelos de negócio completamente disrruptivos. Estude, avalie e considere tendências, ferramentas e outras informações para ajudar a se planejar, considerando como as estratégias digitais poderão melhorar o desempenho organizacional e qual será o seu papel e de sua área.

Fonte: FGR Comunicação – Flávia Ghiurghi

“Guia da Facu” estreia neste sábado na tela da Band

Programa vai mostrar a realidade dos jovens e da educação no Brasil

A Band estreia neste sábado (12), ao meio-dia, o programa Guia da Facu. Apresentada por Bia Bauer, Marcello Palermo e Isa Dornelles, a atração será uma importante fonte de informação para jovens e pais que acreditam que a educação universitária é uma ferramenta imprescindível para uma vida melhor.

A apresentadora Bia Bauer

Com participação de convidados especiais como o cartunista Mauricio de Sousa e o reitor do Centro Universitário Belas Artes, Paulo Cardim, o Guia da Facu vai mostrar a realidade dos jovens e da educação no Brasil, levando conhecimento para o público que busca saber mais sobre o mercado de educação e de trabalho. E esse público é imenso: por ano, mais de 2 milhões de estudantes brasileiros ingressam em faculdades; em 2018, mais de 6 milhões de estudantes prestaram ENEM.

O programa vai ajudar os jovens a tirar dúvidas sobre em qual curso se matricular, como escolher a melhor universidade e como ter acesso a bolsas de estudo – oportunidade bem-vinda em um país onde o fator financeiro é apontado como principal obstáculo ao acesso ao ensino superior. Através de parceria com a empresa Quero Bolsa, o site do programa disponibilizará para aquisição dos interessados 1,5 milhão de bolsas de estudo para o primeiro semestre de 2019 em 1.300 instituições de ensino em todo o país. O público também conhecerá lindas histórias de alunos e de professores que foram construídas através da educação.

Na edição de estreia, o Guia da Facu abordará o valor da educação e como ela pode mudar a vida das pessoas.

Guia da Facu será exibido todo sábado, às 12h, na tela da Band. Após a exibição na TV, a atração continua por uma hora, ao vivo, neste site.

Fonte: Comunicação Band – André Rizzatto