Coluna Propaganda&Arte

Os números da campanha podem enganar você e ninguém fala disso

Sempre que vejo discussões sobre campanhas on-line e off-line, fico de olho. Algumas pessoas defendem 100% as novas mídias e outras ainda confiam muito nas tradicionais (TV, Rádio etc.). No meio dessa bagunça de opiniões/resultados, onde você se enquadra? Talvez os números estejam enganando você e ninguém parece querer tocar nesse ponto.

Falsos indicadores

Há pouco tempo atrás (e para algumas pessoas ainda é uma realidade), o sucesso das redes sociais e campanhas on-line só podia ser medido em números e quantidades. Mais curtidas, milhões de seguidores, centenas de compartilhamentos, recorde de leads, mais impressões e por aí vai.

Essa fissura por números astronômicos tem se mostrado ineficiente em longo prazo e está fazendo as próprias empresas e agências reverem seus indicadores relevantes, os KPIs e metas. Afinal, já perceberam que conseguir mais curtidas no post não vende produto, fazer viralizar algum meme não garante fidelidade de marca ou investir em Google Search não é certeza de ficar em 1º lugar nas buscas.

Além do mal-uso dos dados, problemas técnicos nas plataformas e nos resultados dos dashboards podem levar as agências e clientes a terem uma falsa compreensão da realidade. Muitas vezes, até as agências podem fazer (sem querer ou por má-fé) uma divulgação parcial dos números de uma campanha para se chegar a conclusões precipitadas ou até equivocadas. Isso é compreensível, as regras e algoritmos mudam toda hora! Mas isso não é tudo culpa deles, tem culpa nossa no meio.

Na era da internet, todos querem números e respostas imediatas

Números ok, você consegue. Respostas? Nem tanto. Por não saber exatamente o que se passa na cabeça do consumidor, você apenas sabe que ele curtiu, compartilhou, visualizou, converteu, se interessou (no máximo). Daí o trabalho segue para compreender mais esse cara e seus anseios reais.

Não adianta, por mais que você tenha alguns resultados eles não podem gerar interpretações consequentes apenas no achismo. “Esse post teve mais visualização, por causa disso”. Você só sabe que ele teve mais visualizações que outras peças e só.

Falsos usuários

Para deixar esse cenário digital ainda mais caótico (o que muitas agências preferem dizer que é perfeito), ainda temos milhares de perfis e programas sendo usados para criar perfis falsos, vender likes, criar falsos engajamentos e até falsos influenciadores. Isso mesmo.

Já existem pessoas que criam “falsos influenciadores” para conseguir enganar grandes marcas

O Facebook está tentando ao máximo acabar com os robôs, o Instagram está tentando ganhar mais controle de seus usuários, tirando funções e colocando novas. Outros canais como Youtube têm feito mudanças ainda mais duras, forçando usuários e canais a produzirem como loucos, tudo para entregar algo mais relevante e gerar mais interações na sua plataforma. No final, já não sabemos exatamente para onde correr.

Quem disser que sabe de tudo da internet é desinformado ou mal-intencionado

Nos últimos meses, o Instagram mostrou 15 vezes mais interações que outras redes sociais, mas não basta seguir as tendências. Temos que ver o público do cliente. Se ele não está nessa nova onda, esquece. Você vai falar com pessoas que não são seu público. Não dá para vender aquele pack de plataformas pra todos os clientes. Pode funcionar, mas você não vai nem saber o motivo.

Pare de “andar na moda”, fazer o que todos fazem. Comece a olhar pro seu cliente com carinho

Não quero deixar você com uma impressão negativa do mundo on-line. Acredito que é possível sim criar uma relação de confiança com o cliente, mas é preciso abrir o jogo, mostrar que não existem verdades absolutas, mas sim tendências, experiências e testes. Rever seus objetivos e metas ajuda. Busque ser um consultor do cliente para ele buscar as perguntas certas.

Alguns indicativos relevantes para seu cliente podem ser caminhos para se chegar a algo e não o próprio algo, entende? Senão, você vai alcançar seus objetivos digitais e não vai ajudar o cliente mesmo assim. No final, é vendas, fidelidade e lembrança de marca que vão realmente fazer a diferença nas contas de quem paga a sua conta (agência). Vamos ser profissionais mais sinceros e não nos contentar com os primeiros números e as primeiras respostas? Vamos mergulhar nessa loucura do mundo digital com vontade de aprender e acertar muito além dos números? Posso contar com você?

Pesquisa detalha consumo das redes sociais no Brasil

Cerca de 88% dos brasileiros acessam as redes sociais

O consumo de redes sociais é o mais alto da América Latina, superando Argentina (83%) e México (80%). De acordo com a Comscore, no Brasil há 121 milhões de pessoas online

Mais de 114 milhões de pessoas acessam as redes sociais por mês no Brasil. O levantamento feito com dados de abril de 2019 pela Comscore, por meio da ferramenta Media Metrix Multi-Plataform, aponta as seguintes tendências no país:

● O acesso a redes sociais por meio de dispositivos móveis e outros multiplataforma chega 98 milhões de pessoas. Enquanto que 68 milhões acessam exclusivamente por mobile;

● A faixa etária que mais consome redes sociais é a de adultos com mais de 45 anos (275), seguida por adultos entre 25 e 34 anos (25%);

● A região sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro nas primeiras posições, concentram metade do consumo das redes sociais de todo o país;

● Levando em conta o acesso por aplicativo e browser, o WhatsApp alcança 85% entre os usuários de aplicativos de mensagens, considerando o acesso mobile por browser e aplicativos. Já o Facebook Messenger chega a 50%;

● Os brasileiros gastam aproximadamente 4 horas por mês nas redes sociais através de múltiplas plataformas (mobile, desktop e tablets);

● O Instagram é a rede social que gera maior quantidade de engajamento com os conteúdos (74%), seguido pelo Facebook (21%) e Twitter (5%);

● Com relação à presença das marcas nas redes sociais o Brasil é o país com a maior quantidade de conteúdos pagos (38%) do continente, à frente do México (24%), Argentina (20%) e Chile (20%);

● As cinco principais categorias de influenciadores são:

– Músicos

– Atletas

– Política

– Artistas

– Jornalistas

● Anitta, Gustavo Lima e Marília Mendonça são os três maiores influenciadores no âmbito musical.

Alcance das redes sociais no Brasil:

“As redes sociais se converteram em plataformas de alcance transversal e multiplataforma. Isso impulsiona o crescimento de um mercado publicitário pujante. Portanto, é essencial desenvolver métricas que permitam detectar e interpretar as principais tendências de usuários e consumidores. O branded content, vídeos e celular são três formatos que ganham força em nosso país em tudo e no mundo”, completa Eduardo Carneiro, diretor da Comscore Brasil.

Fonte: Comscore – Denilson Oliveira

O papel dos microinfluenciadores no marketing

Porque os microinfluenciadores são importantes para o marketing

por Maria Carolina Avis*

Você já precisou de indicação de alguém para resolver algum assunto ou adotou algum hábito por influência de uma celebridade? E quantas vezes você foi influenciado por alguém de prestígio na sua cidade, faculdade ou rede de amigos, por exemplo?

A autoridade exercida por blogueiros e influencers nas estratégias de marketing é cada vez maior, não dá para negar. Enquanto o poder de influência das grandes celebridades está diminuindo, os microinfluenciadores são cada vez mais procurados pelas grandes marcas.

Os microinfluenciadores são aquelas pessoas com até 100 mil seguidores — e tornaram-se a minha aposta para o marketing daqui para frente. São usuários de redes sociais que compartilham conteúdos sobre seus interesses.

Mesmo com poucos seguidores, conseguem uma alta taxa de engajamento e principalmente de conversão, se compararmos com os grandes influencers. Além disso, os microinfluenciadores têm maior proximidade com o público e relacionamento mais próximo com os seguidores, já que seu fluxo de mensagens é menor do que o dos “grandes” influencers.

De acordo com pesquisa da Markerly, quanto mais seguidores um influenciador tem, menor é seu número de curtidas e comentários. A empresa analisou mais de 8.000 contas no Instagram que tenham mais de 1.000 seguidores.

As contas que têm entre 1.000 e 10.000 seguidores alcançaram 4% de engajamento, enquanto aquelas com mais de 10.000 atingiram apenas 2,4%. Para os perfis com mais de 1.000.000 de seguidores o engajamento é de apenas 1,7%.

Outro ponto a se considerar é que geralmente os grandes influenciadores cobram caríssimo para uma única publicação e não querem experimentar os produtos. Já um microinfluenciador está disposto a entender sobre a marca, experimentar os produtos e divulgá-los caso goste.

Um levantamento da Expercity mostrou que microinfluenciadores alcançam 22,2 vezes mais conversões do que influenciadores comuns ao recomendar um produto. A mesma pesquisa mostrou que 82% dos consumidores estão dispostos a seguir indicações de um microinfluenciador.

Os grandes influenciadores têm uma vida totalmente diferente de muitos de seus seguidores, enquanto os microinfluenciadores são “gente como a gente”: produzem um conteúdo único e autêntico, já que são pessoas com rotinas mais próximas das nossas.

Cada um tem suas características. O microinfluenciador tem um conhecimento em uma área, logo, trabalha conteúdos em nichos. Já o grande influencer tem seguidores de todos os perfis, já que o volume é alto. Portanto se sua marca vende um produto ou serviço para um público específico e tem uma verba diminuída, aposte em microinfluencers.

Ter um alto número de seguidores não garante que o número de vendas também seja alto. Mas ter relevância em um determinado nicho é fundamental para as marcas.

* Maria Carolina Avis é professora do Centro Universitário Internacional Uninter e especialista em marketing digital.

Vaga de estágio em jornalismo

BRZ Content abre vaga

A agência está em busca de um estudante de jornalismo para atuar como estagiário em produção de conteúdo e assessoria, além de atuar junto a influenciadores.

7 dicas para trabalhar com influenciadores no Instagram

Veja como se dar bem em uma das redes que mais cresce em engajamento

por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup*

O Instagram se tornou uma das redes sociais mais importantes para promover as marcas. Não é a toa que em oito anos de existência acumula cerca de um bilhão de usuários ativos mensalmente e mais de 25 milhões de pessoas interagindo com as 8 milhões de marcas presentes por lá. O sucesso crescente é resultado da proposta da rede em estabelecer um diálogo entre as pessoas, criando novas funcionalidades que fazem a participação e engajamento dos usuários aumentar a cada ano.

Marina dos Anjos – Gerente de Marketing da Scup

 

Um dos pontos fortes para a estratégia de marketing no Instagram é contar com os influenciadores para promover e divulgar um produto ou serviço. Eles oferecem uma mensagem mais autêntica, que mostra o lado humano e prático da marca, ensinando como usam um determinado produto e os resultados dele. Tudo isso incita uma conversa mais próxima e empática com o público.

Para trabalhar com os influenciadores, no entanto, alguns cuidados e precauções são necessários. Por isso, confira abaixo sete dicas para não errar:

1. Trace metas e planeje com antecedência

Ao traçar as metas, considere alguns pontos como: Quais os objetivos da sua campanha? Você pretende divulgar a marca? Vender mais? Lançar produtos novos? Quais são os pontos de partida que te auxiliam a ter sucesso no Instagram? Além disso, ter um orçamento antes mesmo de escolher o influenciador te ajudará a entender qual seria mais adequado para a sua marca.

Lembre-se que durante o ano há várias oportunidades que podem ser aproveitadas para alavancar as vendas. Para que tudo dê certo, no entanto, é necessário se preparar com antecedência. Para os influenciadores, datas comemorativas, como dia das mães, dia dos namorados, natal, etc, são muito movimentadas e a quantidade de marcas que procuram parcerias para promover seus produtos também são altas.

2. Aposte na criatividade

As compras em datas comemorativas são as que mais geram lucro para as empresas, então você deve encontrar uma maneira de usar o alcance dos influenciadores de forma criativa, então, pense fora da caixa.

Uma forma de explorar a criatividade é usar seus produtos para contar histórias. Os usuários do Instagram gostam de assistir a experiência dos influenciadores, e isso pode fazer a diferença para sua empresa. Quando eles veem alguém usando, principalmente pessoas influentes, as chances de compra aumentam.

3. Determine como oferecer seu produto

Uma vez que você já decidiu as metas e o orçamento da sua campanha com influenciadores, é importante pensar quais produtos você vai vender e como. Essa é uma etapa fundamental para indicar como eles deverão abordar o seu conteúdo.

Separe quais os produtos você quer que façam parte da campanha e dê “adjetivos”. Sabe quando você vê um publipost com “uma opção maravilhosa para dar de presente de natal” na legenda da foto? É quase isso, mas de maneira mais incisiva. Seu produto pode ser a melhor opção de presente, basta você indicar como você quer que o influenciador fale sobre ele.

Uma dica: considere o trajeto de entrega do produto até o endereço do influenciador quando traçar as estratégias. Pense em uma forma criativa e cativante para que, assim, a pessoa que receber se sinta mais motivada a falar do seu produto.

4. Faça um guia de postagens para seu influenciador

Imagina o tanto de job que um influenciador tem nas datas comemorativas. Pois é, é muita coisa para falar! E certamente você não quer que seu produto seja divulgado com informações erradas. Por isso é necessário fazer um guia do que você quer anunciar na campanha.

Você pode reunir desde as coisas mais básicas, como para que serve, até as mais complexas, como explicar o processo de criação e produtos utilizados. Claro, tudo depende do produto da sua marca. Quanto mais seu influenciador parceiro souber, melhor ele vai falar sobre.

Foto: Pixabay

5. Encontre o influenciador certo para sua marca

Ao escolher um parceiro no Instagram, você deve procurar por alguém que combine com o que sua marca vende. Uma forma fácil de fazer isso é buscar por pessoas que falam sobre produtos parecidos com o seu. Se sua marca vende produtos para estudantes, por exemplo, não faz sentido tentar parceria com um influenciador mais famoso que não converse diretamente com seu público-alvo.

Neste caso, vale a pena você pensar se não seria melhor trabalhar com micro influenciadores. Eles têm um número menor de seguidores mas um público muito mais segmentado, com quem conversam diretamente e têm um interesse em comum.

6. Aproveite as fotos dos influenciadores

As produções das fotos de influenciadores são, provavelmente, de alta qualidade até porque eles trabalham, principalmente, com a imagem deles, então já sabem o jeito certo de fazer as coisas no Instagram.

Fazer repost das fotos super-produzidas deles pode ajudar o seu perfil na rede social. Assim, você mostrará que está trabalhando com um parceiro e, ao mesmo tempo, melhora o feed do seu Instagram. Você pode até conversar com o influenciador e estabelecer datas para fazer os reposts, assim já consegue deixar os dias programados.

7. Monitore seu Instagram e veja os resultados

Com ferramentas de monitoramento você consegue cuidar da sua conta do Instagram e ver os resultados das campanhas. Com ele, é possível coletar todas as postagens (ou seja, tudo que alimenta o perfil da sua marca), os comentários feitos em fotos, quando alguma outra conta te marca em uma publicação e muitas outras coisas.

Além disso, é possível gerar relatórios que te ajudam a ver o comportamento dos seguidores mostrando, por exemplo, o horário em que o engajamento é maior e quais as palavras mais usadas relacionadas a sua marca. Uma vez que você monitora tudo isso, consegue segmentar melhor as próximas campanhas e estratégias.

*Sobre Marina dos Anjos

Marina dos Anjos é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo e possui MBA em Marketing e Vendas. Trabalha com comunicação corporativa desde 2009, tendo passado por agências de comunicação e atendido startups e empresas como BIC, boo-box (já vendida) e Scup (antes de passar a integrar a equipe da empresa). Na Scup desde 2014, foi head de conteúdo e atualmente gerencia o marketing da plataforma.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

Atuar como microinfluenciador pode ser uma opção de renda

Ser influenciador é alternativa para voltar ao mercado de trabalho

Segundo a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo IBGE no final de setembro, a queda da taxa de desemprego tem sido puxada pelo aumento do número de postos informais. Entre junho e agosto, foram registrados 12,7 milhões de desocupados, 4,8 milhões de desalentados e a taxa de subutilização era de 24,4%. Uma das alternativas encontradas por aqueles que não conseguem uma vaga formal é atuar em mídias sociais.

Chamadas de microinfluenciadoras, estas pessoas contam milhares de seguidores e atuam em nichos de mercado. Têm conhecimento sobre temas específicos e, por isso, chamam a atenção de alguns públicos que interessam às empresas. Por isso, acabam divulgando os produtos de forma efetiva, gerando mais conversões – negócios.

Mesmo que a pessoa esteja fora do mercado de trabalho, pode se engajar nas mídias sociais de forma a cativar públicos específicos. Ao fazer vídeos didáticos sobre como pintar uma parede, escolher a cor e como combinar com os móveis, um arquiteto conquista as pessoas que estão interessadas em reformar sua casa. Por que não associar uma marca a estas recomendações? Este tipo de material vale ouro para as empresas e muitas pessoas abandonaram seus empregos formais para viver disso.

Há influenciadores que têm poucos seguidores, mas que possuem grande credibilidade perante pessoas que se interessam por diferentes temas, desde informática a finanças, fitness a pets, o que permite que eles influenciem decisões de compra. É isso que as empresas querem, pois, ao invés de pagar fortunas para que uma celebridade mencione suas marcas nas mídias sociais eles têm o alcance sobre públicos que podem utilizar seus produtos e resultam em leads de melhor qualidade.

A valorização desse tipo de internauta se deve ao fato de que, com um investimento bem modesto, atingirem diretamente quem interessa às companhias. No entanto, as empresas que procuram influenciadores com esse perfil sofrem com um problema: ninguém sabe como encontra-los e mensurar o engajamento gerado. A questão que se impõe é como unir as empresas e estes influenciadores espalhados por todo o Brasil. Neste sentido, a tecnologia vem a facilitar a conexão. Plataformas específicas para isso, funcionam como uma espécie de “agência de modelos”, unindo o perfil do influenciador com a necessidade da empresa.

Além disso, o profissional de marketing consegue remunerar o microinfluenciador conforme seu alcance. O ideal é que as plataformas ranqueiem estes profissionais com notas diárias, pois sua influência muda a todo o momento. Ser influenciador pode ser uma saída para driblar o desemprego ou complementar a renda e a Inflr está entre as recrutadoras do mercado.

Thiago Cavalcante é sócio-fundador da Inflr

Fonte: Compliance Comunicação – Ana Borges

Prêmio para os influenciadores digitais

Influenciadores digitais ganham premiação nível Oscar

Organizado pelos mesmos idealizadores do Prêmio Comunique-se, evento reconhecido por ser o “Oscar do Jornalismo Brasileiro”, Prêmio Influency.me será realizado em setembro. Objetivo é prestigiar o trabalho dos principais influenciadores digitais do país

 

Os principais influentes digitais do Brasil vão se reunir em festa especialmente preparada para eles. Trata-se da primeira edição do Prêmio Influency.me, que será realizada na noite de 12 de setembro, em São Paulo. Iniciativa idealizada pelo Comunique-se, empresa que há 17 anos realiza premiação voltada aos profissionais de imprensa, o mais novo evento busca valorizar quem consegue engajar milhares – e milhões – de pessoas por meio de conteúdo relevante produzido originalmente por meio de plataformas online.

 

Em sua edição de estreia, o Prêmio Influency.me será dividido em 16 categorias. A cerimônia de gala, produzida nos moldes do Oscar, entregará troféus em: ‘Beleza’, ‘Casa & Decoração’, ‘Ciências & Curiosidades’, ‘Cultura’, ‘Educação’, ‘Família’, ‘Fitness’, ‘Gamers’, ‘Gastronomia & Culinária’, ‘Humor’, ‘Moda’, ‘Música’, ‘Negócios’, ‘Opinião & Comportamento’, ‘Tecnologia’ e ‘Viagem & Turismo’. Os nomes dos 48 finalistas da disputa (três em cada divisão) foram revelados nesta semana, quando a votação para definir os vencedores foi aberta para o público.

Programada para 12 de setembro, a festa do Prêmio Influency.me servirá para revelar quem serão os grandes vencedores da noite. Além dos finalistas, o espaço VIP do Tom Brasil será reservado a 500 pessoas, entre outros influenciadores digitais, executivos dos patrocinadores e representantes dos apoiadores de mídia. Entre as personalidades que já confirmaram presença estão Rachel Apollonio, Gabbie Fadel, Mc Loma, Maicon Santini, Igor Saringer, Dany Martines e André Pilli. Eles e todos os demais presentes irão se deparar com uma festa lúdica planejada com toque indiano. Afinal, o evento vai prestigiar os “gurus da influência”.

Encontro com fãs

O Prêmio Influency.me também será uma forma de aproximar influenciadores digitais de seguidores. Isso porque cada finalista terá o direito de distribuir 20 ingressos entre seus próprios fãs. Com isso, creators e público ficarão próximos. “O Prêmio Influency.me terá os influenciadores digitais como principais astros. Estrelas essas que poderão contar com suas torcidas, que poderão acompanhar toda a festa ao vivo, diretamente do Tom Brasil”, comenta Rodrigo Azevedo, CEO e fundador do grupo Comunique-se. “Será uma noite especial para o mundo da influência digital”, complementa o executivo, que é o idealizador da premiação.

Votação aberta

Antes da festa do primeiro Prêmio Influency.me, o público poderá compor o júri online da última fase de votação da disputa. Cada internauta pode indicar o seu influenciador favorito em cada uma das 16 categorias. O “pleito” para a eleição dos “gurus da influência” ficará aberto até 2 de setembro. Para participar, basta clicar aqui. Os vencedores serão definidos com base na taxa de engajamento, fórmula que combina o total de votos, com o alcance e o poder de persuasão de cada concorrente. Os nomes dos ganhadores só serão revelados apenas na noite de cerimônia da entrega de troféus. “Para levar o Oscar da influência pra casa, não basta ter muitos seguidores”, indica a organização do evento.

Serviço

Prêmio Influency.me 2018

Onde:
Tom Brasil
(Rua Bragança Paulista, 1281 – Santo Amaro – São Paulo/SP)

Quando:

12 de setembro, a partir das 19h

Fonte: Comunique-se

FAPCOM terá evento com influencers

Faculdade realiza o 1° Painel com influencers

Os influenciadores digitais Elektra, Evie Dee e Matheus Ferreira estarão na FAPCOM para falar sobre o papel do influenciador e o mercado de consumo

Acontece no dia 29 de agosto, às 19h30, o 1° Painel com Influencers FAPCOM, que terá como tema – “Influência e Empreendedorismo: como ingressar no mercado de consumo”. O evento é uma parceria entre a FAPCOM, Faculdade Paulus de Comunicação, e a Misci.Sampa.

Na ocasião os participantes terão a oportunidade de ouvir os 3 influencers: Elektra (@elektra), Evie Dee (@wtfevie) e Matheus Ferreira (@geekpublicitario) falando um pouco sobre suas experiências no mercado digital, formação acadêmica e a postura empreendedora para quem quer seguir este caminho. “O projeto tem como objetivo apresentar os impactos de influenciadores digitais no mercado”, diz Thiago Misciasci, CEO da Misci.Sampa.

“A FAPCOM, por ter sua expertise em comunicação, vê como algo essencial essa iniciativa em estar mais próxima aos influenciadores, pois entendemos que eles são um novo canal de mídia. Desta forma, é uma oportunidade para eles também estarem inclusos neste ambiente acadêmico, já que os cursos como Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Relações Públicas, dentre outros, de alguma forma convergem na prática do Influenciador Digital”, comenta Fernando Mendes, Gerente de Marketing da FAPCOM.

As inscrições podem ser feitas até o dia 15/08, através da plataforma Sympla. O valor do ingresso custa R$ 22,00 + 2,20 de taxa.

Informações:

Inscrições: até 15/08/2018 – direto pelo link: https://www.sympla.com.br/1-painel-com-influencers-fapcom__303655

Local: FAPCOM – Rua Major Maragliano, 191 – Vila Mariana – SP

Entre as estações do metrô Vila Mariana e Ana Rosa.

Horário: das 19h30 às 21h.

Site: www.fapcom.edu.br

Micro-influenciadores e seu papel no marketing

Especialista explica a importância do marketing com micro-influenciadores

O marketing com micro-influenciadores é uma tendência forte no universo digital e parece que vai se manter em alta por muito tempo. Mesmo empresas que ainda não estão investindo nesta vertente do marketing digital pensam em começar o quanto antes, pois é uma estratégia que tende a gerar bons resultados a baixo custo.

Porém, há quem ainda pense que os micro-influenciadores não são tão importantes, pois são comparados com os números de seguidores de celebridades ou líderes da indústria. Porém, o que deve ser destacado é o envolvimento direto que ele tem com seu público, geralmente muito mais relevante do que seu número de seguidores como um todo.

“O que ocorre é que os micro-influenciadores, apesar de possuírem um público relativamente menor em comparação com celebridades da internet, tendem a ser extremamente ativos e fiéis, gerando uma alta taxa de resposta para praticamente qualquer coisa que publicam”, explica Rodrigo Darzi, CEO e sócio da Agência de Marketing Digital IMMA.

Rodrigo também comenta que os micro-influenciadores dão um ar de autenticidade maior do que celebridades quando comentam algo sobre uma determinada empresa ou produto. “As pessoas sabem que as celebridades são pagas para fazer propaganda, mesmo em suas páginas pessoais. Por outro lado, elas veem os micro-influenciadores como pessoas que estão simplesmente dando uma opinião sincera”.

Como os seguidores de um micro-influencidor costumam confiar em sua opinião, o engajamento acontece de forma natural, rápida e econômica. E empresas de diversos portes tem visto com bons olhos como uma estratégia fundamental no marketing digital, principalmente as menores, que não possuem uma grande verba para gastar com publicidade.

Para ter sucesso com o marketing por micro-influenciadores, conhecer o público da marca é fundamental, pois são as interações e discussões da comunidade que irão indicar as pessoas que se destacam como influenciadores de opinião.

Fonte: Agência de Marketing Digital IMMA

Uso das redes sociais na educação

Criadores de conteúdo promovem oficina sobre uso das redes sociais na educação

No próximo dia 09 de novembro acontecerá na Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, em São José dos Campos, a primeira oficina promovida pelo “Vale Influenciadores”, movimento iniciado em setembro e que visa fomentar os produtores de conteúdo da região e auxiliar quem deseja conhecer mais sobre a área.

Depois do sucesso do primeiro evento, a oficina cujo público alvo são os profissionais da educação, contará com três painéis que vão debater assuntos sobre como lidar com alunos viciados em redes sociais e como os professores podem usar as mídias ao seu favor sem perder seu foco principal.

Participantes da última edição do Vale Influenciadores, que aconteceu em setembro na FAAP São José dos Campos

Os painéis serão ministrados por Letícia Zucco, que atua como criadora de conteúdo, editora e assessora de impressa no portal Estante LZ , e por Gabu Camacho, que é editor-chefe e diretor de relações públicas do site Beco Literário, além de professores convidados especialmente para contar um pouco sobre suas experiências.

O evento tem capacidade limitada para 30 pessoas, e vai acontecer das 8h às 9h30, na Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, localizada na rua Quinze de Novembro, 99, no centro de São José dos Campos. Além de confirmar a presença no Facebook, os interessados deverão se inscrever através do link http://bit.ly/oficinaeducacao para garantir a sua entrada, que é totalmente gratuita.

Sobre o Vale Influenciadores
O Vale Influenciadores é um projeto idealizado por Gabu Camacho, do Beco Literário e por Letícia Zucco, do Estante LZ, e realizado em parceria com o fotógrafo Henrique Silva e o blogueiro Gabriel Lucas, do #OGL, que visa promover e fomentar o relacionamento e networking entre criadores de conteúdo e influenciadores de todas as plataformas, sem diferenciação. A primeira edição, que aconteceu em setembro na FAAP contou com a participação de mais de 100 pessoas em um debate sobre o futuro da comunicação.

Sobre a Oficina Redes Sociais na Educação
Data: 09/11/2017
Horário: das 8h ao 09h30
Entrada: Gratuita, com inscrição no link http://bit.ly/oficinaeducacao
Onde: Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo – Rua Quinze de Novembro, 99
Link do evento: https://www.facebook.com/events/176091716283100/
Inscrições: http://bit.ly/oficinaeducacao
Apresentação e Organização: Gabu Camacho e Letícia Zucco
Patrocinadores: Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, Estante LZ e Beco Literário.

Programação
• Painel 01: Como lidar com o vício dos alunos de manterem-se conectados a todo momento?
– Celular: amigo ou vilão?
– Lidando com o vício.

• Painel 02: Redes Sociais: como usar a seu favor na sala de aula?
– Quais as principais redes? Como usá-las?
– Case Luana Helena

• Painel 03: Profissão blogueiros/youtubers, o que é?
– Como lidar com o sonho do aluno em se tornar um influenciador?
– O que é essa profissão?

Fonte: BecoRP & Beco Literário – Gabu Camacho