O futuro já chegou

Nosso futuro com robôs inteligentes já começou. E isso é ótimo!

por Luiz Alexandre Castanha*

Há pouco tempo, vi um vídeo do Will Smith tentando flertar com a robô Sophia. Eles estavam nas Ilhas Cayman, com uma paisagem fantástica, digna de filme de Hollywood. Will serviu espumante, disse algumas frases românticas, olhou nos olhos dela e tentou um beijo. O resultado? Sophia ficou olhando para ele com uma feição desconcertada e ofereceu para, no máximo, incluí-lo na lista de amigos dela. Will Smith acabou na friendzone de um robô.

Para quem não conhece, a Sophia é um robô desenvolvido pela empresa Hanson Robotics. Com mais de 62 expressões faciais, ela é apontada atualmente como a andróide de inteligência artificial mais avançada do mundo. Em outubro de 2017, Sophia fez história sendo apresentada para a Organização das Nações Unidas e, no dia 25 de outubro, recebeu a cidadania da Arábia Saudita, tornando-se o primeiro robô a ter uma nacionalidade. Além disso, Sophia apareceu em diversos sites e programas de TV e virou, inclusive, capa de uma famosa revista de moda brasileira.

Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital

Desde que assisti ao vídeo dela com o Will Smith, fiquei perturbado. Ou melhor, inquieto. Uma coisa é você assistir “Blade Runner – O Caçador de Andróides”, ou ver o próprio “Eu, Robô” do Will Smith. Você está confortavelmente sentado no seu sofá e pensa: “Bom, é só um filme. Pura ficção!”. Mas ao ver Sophia enfrentando uma plateia, participando de debates e comprovadamente aprendendo a cada interação… Bom, isso é um pouco desconcertante.

Por um lado, você já começa a pensar em como os robôs realmente vão dominar o mundo do trabalho, já que trabalham 24 horas, sete dias por semana sem necessidade de descanso, estão sempre de bom humor, não ficam doentes, etc. Mas eu, pessoalmente, prefiro olhar esse novo mundo pelo lado positivo. Um bom exemplo é o fato dos algoritmos e robôs já serem capazes de identificar e tratar diversos tipos de câncer, com habilidades que seriam impossíveis para um grupo de médicos humanos.

Hoje mesmo, quase sem perceber, usei os serviços de vários bots e seus algoritmos. O primeiro me recomendou um livro e um tênis esportivo. De fato, estou precisando mesmo me exercitar… Depois, eu precisava fazer uma visita, então utilizei um serviço de táxi que usou um algoritmo para localizar o motorista mais próximo e outro algoritmo para conseguir traçar a rota mais rápida para o destino. Mal comecei meu dia e mais de cinco algoritmos já foram utilizados ativamente. Fora os que nos monitoram e nós nem ficamos sabendo…

Novas tecnologias e a Educação

Na educação, também vejo com bons olhos a participação de bots, algoritmos e as outras novas tecnologias. A Inteligência Artificial e os robôs vão revolucionar desde a alfabetização básica até o ensino superior, sem esquecer, é claro, da educação corporativa.

Imagine se cada um de nós tiver um robô que possa ajudar a conduzir os estudos? Em um piscar de olhos, ele poderia apresentar pesquisas, calcular probabilidades, montar protótipos, cruzar dados, etc. São muitas possibilidades! As experiências de aprendizagem serão, com certeza, muito mais enriquecedoras e divertidas no futuro.

Antigamente, os robôs eram valorizados porque podiam fazer um trabalho pesado muito melhor e mais rápido do que um ser humano. A grande diferença é que hoje esses mesmos robôs podem aprender a pensar cada vez mais como um humano, aprendendo a tomar as melhores decisões e transformando nosso bom e velho “feeling” em dados reais e tangíveis.

Certamente teremos muitas questões a serem debatidas, como qual o limite da utilização de um robô e suas questões éticas. Para que criaremos um robô: para a paz ou para a guerra? E os robôs autônomos, quem seria o responsável em caso de acidentes? Mas apesar de tudo isso, é fato que também viveremos um tempo muito interessante.

Ainda estamos engatinhando. A Sophia, que é o exemplar mais avançado de robôs autônomos, não entendeu quando Will Smith esticou o braço e lhe ofereceu uma taça de espumante. Ela provavelmente não se deu conta daquele gesto, culturalmente tão natural para um ser humano. Mesmo com toda a tecnologia, ela ainda não sabe diferenciar o sabor de uma pizza napolitana ao uma de quatro queijos. Mas acredito que tudo está no caminho para o bem, pelo menos é o que eu espero.

E você: já imaginou para que você gostaria de ter o seu próprio robô ou assistente pessoal? Muito em breve eles estarão caminhando entre nós, provavelmente passando despercebidos.

Agora vou para casa para treinar meu robot.

* Luiz Alexandre Castanha é diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais. Mais informações você pode obter aqui

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

O dia da internet

No Dia da Internet, conheça 7 grandes inovações que estão levando à expansão da “IoT”

Estudo aponta quais ações estão contribuindo para que a Internet das Coisas entre de vez no dia a dia das pessoas

Hoje, dia 17 de maio, é celebrado o Dia da Internet, tecnologia que revolucionou a maneira como vivemos e trabalhamos nas últimas décadas. Um dos avanços proporcionados graças à Internet é o IoT, ou a Internet of Things (Internet das Coisas), que conecta objetos a rede mundial de computadores. Hoje em dia, com a “IoT” nossos dispositivos são inteligentes e estão conectados, produzindo dados que geram insights e tornam nosso cotidiano mais eficiente e nossa economia mais aquecida. A Internet das Coisas está trazendo todo o potencial dos softwares e da internet para o mundo físico, fazendo uma revolução por meio de sensores, dados, criptografia e nuvens.

“Muitas ferramentas tecnológicas poderosas estão convergindo para multiplicar as oportunidades geradas ao se conectar os dispositivos que fazem parte do nosso dia a dia”, explica o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “Estamos no caminho certo para que a revolução dos dispositivos conectados melhore nossa qualidade de vida e transforme novamente a maneira como trabalhamos, além de ser um gás na nossa economia, criando novos empregos, indústrias e oportunidades para um futuro mais próspero”, analisa.

As principais inovações que estão permitindo o desenvolvimento da IoT (Internet das Coisas) são apresentadas no estudo “Sensor Sensibility – Getting the Most from the Internet of Things”, da Software.org, uma organização de pesquisa internacional, independente e apartidária.

Conheça os 7 principais avanços apresentados pelo estudo:

Sensores estão ficando cada vez menores, baratos e poderosos
Eles permitem que dispositivos vejam, escutem e sintam além da capacidade humana. Permitir que os dispositivos sintam e controlem o ambiente é parte fundamental para a criação de uma rede conectada.

Dados criados por dispositivos estão crescendo exponencialmente
O aumento do volume de dados faz com que possamos aproveitá-los mais, já que estamos criando um gigantesco banco de informações que pode ser consultado para tomar decisões mais estratégicas. Quanto mais explorarmos os dados, mais possibilidades se abrirão.

Softwares inteligentes podem ser embutidos em qualquer produto ou solução
Ao inserir softwares em dispositivos e objetos, permitimos sua conexão com a internet e com a Nuvem, deixando-os mais inteligentes, além de possibilitar a sua integração a um sistema. Igualmente, viabiliza que o sistema seja aperfeiçoado por meio de simples atualizações de software. A presença dos códigos em nossas vidas cresceu tanto que hoje em dia, por exemplo, geladeiras de última geração têm mais linhas de código que um computador de mesa tinha há 20 anos.

A conectividade está ficando mais rápida, onipresente e indo mais longe
Para atingir todo o potencial de rede da Nuvem, dispositivos devem estar conectados por meio de internet de alta velocidade, baixo custo e ampla abrangência. Conexões preparadas para lidar com redes mais densas já estão sendo desenvolvidas para serem mais flexíveis e rápidas.

Softwares de análise estão usando a Nuvem para deixar dados mais acessíveis, úteis e cada vez mais valiosos
Quando dois dispositivos se comunicam, é essencial que exista a Nuvem para armazenar, processar e analisar os dados obtidos. A Nuvem também garante que os dados sejam armazenados e consultados remotamente, além de permitir a criação de sistemas integrados e inteligentes que deixam os aparelhos cada vez mais smarts. A análise inteligente das informações atrelada aos dispositivos resulta em uma rede muito mais poderosa do que a simples adição isolada deles.

Tecnologias de segurança evoluem continuamente para permitir que os dispositivos fiquem conectados e os dados fiquem protegidos mesmo com a evolução das ameaças
Quanto mais os dispositivos conectados fazem parte de nossas vidas, mais precisamos que tecnologias se renovem continuamente para garantir um uso seguro da rede. A criptografia, por exemplo, já esta sendo utilizada para proteger dados, para assegurar que apenas dispositivos habilitados estejam conectados à rede e para proteger dados em trânsito e armazenados na Nuvem.

A inovação não está restrita a grandes empresas, mas também nasce nas garagens de empreendedores e inventores independentes
Com a proliferação de dispositivos conectados e das Nuvens e a facilidade para se comprar e conectar sensores, o percurso entre ideia e protótipo e entre protótipo e produto está encurtado, facilitando a criação de novas soluções conectadas por inventores independentes. A inovação não está mais limitada às grandes corporações.

Fonte: Textual – Maria Alice Vila – BSA | The Software Alliance

Vai ter premiação

Departamento realiza Prêmio de Comunicação

O evento contará com categorias entre melhor Arte Digital, Fotografia e Plano de
Gestão de Crise além da presença de convidados de honra

No próximo dia 22 de maio, terça-feira, às 19h, alunos do 7º semestre de
Publicidade e Propaganda, do Departamento de Comunicação Social da
Universidade de Taubaté, realizarão o evento intitulado “Comunicannes – Prêmio de
Comunicação” com o tema: “Inovação e Criatividade no Vale do Paraíba” ,
premiando e oportunizando o reconhecimento de talentos e fomento das diversas
formas de expressão artística e inovadora de seus alunos.

Ao todo, serão nove categorias, sendo cinco categorias internas para os
alunos e professores, além de quatro categorias externas para convidados pré
selecionados. As categorias internas serão separadas entre melhor Arte Digital,
Fotografia e Plano de Gestão de Crise, de acordo com os critérios pré exigidos em
edital, sendo o principal deles a adequação ao tema “Maus tratos x cuidados com os
animais” – escolhido para apoiar a causa animal. Os vencedores serão escolhidos
por uma banca de profissionais de comunicação e divulgados no dia do evento.

Modelos de e-commerce

3 modelos de e-commerce para colocar as indústrias no cenário digital

*Por Maurício Trezub

O e-commerce está cada dia mais forte no Brasil e podemos acompanhar esse movimento pelo crescimento das lojas virtuais, que estão obtendo retorno de anos de investimento. Segundo o relatório Webshoppers, divulgado pela Ebit, em 2016, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 44,4 bilhões e alcançou um crescimento nominal de 7,4% em relação ao registrado em 2015. Este ano, isso tende a aumentar ainda mais. Ao observar a maturidade do setor, as indústrias, em sua maioria off-line, começam a se interessar pelo universo digital por enxergar nele novas oportunidades e um grande potencial para divulgar sua marca e ampliar seu campo de atuação.

No modelo de negócio atual, para um produto chegar ao consumidor, ele passa por diversas etapas – a do fabricante, a do atacado/distribuidor e a do varejista. Isso faz com que o cliente final pague mais caro pelo produto, que é tributado em cada um desses passos. Outros pontos fracos do processo são a distância entre o fabricante e o consumidor, que acaba não conhecendo o perfil de quem consome os seus produtos e nem tendo acesso às demandas em tempo real. Desta forma, a marca permanece afastada e fica na dependência dos grandes varejistas, que controlam os preços de venda e a experiência do cliente. Porém, esse jogo está virando. Hoje, com o fortalecimento das redes sociais, a expansão dos aplicativos e das opções para vendas virtuais, esse cenário está num processo de forte transformação.

É nesse momento que as indústrias devem ingressar no e-commerce, sem se afastar dos seus canais. Então, quais são os caminhos que elas podem seguir para se aproximar dos consumidores, fechar negócios, aumentar sua receita, seu alcance e diminuir esses custos? Existem três modelos que podem ser adotados, contribuindo, inclusive para o gerenciamento das vendas, distribuição e controle do retorno sem grandes desafios. O que determina a escolha por um deles é a capacidade de investimento e maturidade da indústria no cenário digital. Vamos analisar:

Direto puro: o fabricante abre seu site, publica seus produtos no marketplace e centraliza toda a operação de vendas. É uma estratégia barata, rápida e que mantém o contato direto com o consumidor final. Em termos de relacionamento com o cliente, este modelo é um dos mais indicados. Com o formato direto, o fabricante conhece tudo sobre os seus clientes e evita conflitos com os revendedores, já que normalmente são eles que retém a informação. A experiência de compra é a melhor possível por não oferecer transtornos e complicações.

Híbrido: este modelo é para quem já tem uma estrutura de canais e não quer competir com ela, mas quer colocar um pé na entrada das vendas e, para isso, adere à uma plataforma de e-commerce. É um formato compartilhado de responsabilidades que atende às necessidades de indústrias de todos os portes. Aqui o propósito é encarregar tarefas críticas que se afastam do conhecimento da manufatura e, ao mesmo tempo, absorvem as questões operacionais e de atendimento ao consumidor. A fabricante controla todas as etapas e acompanha diretamente o desempenho das vendas, já que ela envia os pedidos aos clientes. Caberá a um intermediário, no caso, um parceiro contratado, assumir as estratégias do e-commerce, manter a plataforma operando com estabilidade e segurança, pois sua marca que aparecerá nos marketplaces. Esse intermediário faz as parcerias, fornece relatórios e informa à manufatura sobre todos os dados da operação.

Parceiro digital: é o modelo ideal para a fabricante que já atua por meio de revendas e deseja ingressar também no e-commerce. Para isso, cria seu próprio comércio eletrônico com os seus produtos. Caberá ao consumidor escolher a revenda mais próxima do endereço de entrega, evitando processos longos na cadeia. Aqui, a manufatura tem um e-commerce de venda direta para o consumidor final e repassa os pedidos às revendas escolhidas pelo cliente, que pode, inclusive, optar por buscar o produto na revenda, aumentando assim, as chances dessa loja vender outros produtos.
Mais do que optar pelo modelo mais adequado à sua empresa, ter um bom planejamento é essencial para sustentabilidade do negócio. Apesar das indústrias possuírem marcas conhecidas no mercado, elas precisam entender e ingressar cada vez mais no ambiente virtual. O fato é que as fabricantes que entenderem como ganhar visibilidade no universo digital, conseguirão garantir sua competitividade no mercado.

É necessário inovar até mesmo na forma de vender e se relacionar com os clientes e só por meio do e-commerce que as indústrias conseguirão ficar mais próximas de seus consumidores. Desta forma, poderão estabelecer um canal direto com eles e, até mesmo, alinhar sua estratégia de negócio aos gostos e preferências dos clientes. É hora indústria ser sinônimo de inovação, não só no processo de fabricação, mas também no modelo de vendas.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Escarminio

Abriu o calendário

ACIT inicia atividades do Projeto Empreende 2018

Na manhã da última quinta-feira, 25, aconteceu na Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) o lançamento do Projeto Empreende 2018, realizado em parceria com o Sebrae.

O evento teve a participação de cerca de 60 convidados e o diretor André Saik fez a abertura, recepcionando os presentes e explicando um pouco mais sobre a impor

tância da Associação para a cidade e os serviços oferecidos aos associados, sempre com foco no desenvolvimento do município.

O lançamento foi organizado para apresentar aos interessados todos os cursos, oficinas e capacitações que serão oferecidas ao longo do ano para as mais diversas áreas de atuação, com temas como: formalização, formação de preços, marketing, vendas, gestão de pessoas, gestão financeira, fluxo de caixa, entre outros. Durante o evento, aconteceu ainda a oficina “Inove para ganhar mais”, ministrada por Tatiana Amorim e Maria Lucia Baltazar Candido, que abordaram sobre porque é necessário inovar, o que é inovação, as ferramentas e como utilizá-las além de colocar em discussão como está a inovação em sua empresa, com o intuito de levar à redução de custos e otimização de processos. Além disso, foi oferecido um café em parceria com as empresas Amani Esfiha, Torteria Haguanaboka e Supermercado Fantástico.

Os interessados em conhecer a agenda completa e adquirir as atividades do Projeto Empreende devem entrar com contato direto com a ACIT para obter as informações, por meio do telefone (12) 2125-8211 ou pelo email cursos.acit@taubate.com.br. Associados tem desconto e facilidades no pagamento.

Projeto Empreende – Foi implementado em 2016 e surgiu da necessidade de desenvolver e capacitar os empresários de Taubaté, oferecendo cursos, oficinas e treinamentos de qualidade, voltados para cada setor especificamente. Para 2018, o Projeto mantém o mesmo formato e traz novidades nos temas das atividades, que acontecerão ao longo do ano, com realização da ACIT em parceria com o SEBRAE.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Com memes, plataforma de seguros aposta no bom humor e na experiência do usuário para conquistar novos clientes

Campanha #CHEGADETRAMPINHO é uma co-criação entre Spiral Design e a InsurTech Kakau Seguros

O meme é uma linguagem que, com muito humor, já faz parte da vida do brasileiro. Por isso, a startup Kakau Seguros aposta no poder deste formato para lançar a campanha #CHEGADETRAMPINHO. A ideia surgiu como uma co-criação entre alguns usuários da plataforma e a Spiral Design, que deu corpo à campanha, desenvolvendo as peças e a dinâmica da experiência.

A #CHEGADETRAMPINHO investe nos memes para apresentar situações nas quais as assistências prestadas pela seguradora podem fazer a diferença. Desenvolvida especialmente para o Facebook e Instagram, a campanha foi dividida em três etapas de divulgação e uma, off-line, focada na experiência do usuário.

Primeiro, será apresentado o teaser com os memes para trazer a palavra “trampinho” para o vocabulário da Kakau Seguros. Depois, teremos a apresentação de um manifesto e, em seguida, a apresentação das assistências oferecidas pela seguradora. Nesse ponto, a campanha ganha um novo nível e o usuário passa por uma experiência na sua própria casa: a Kakau, em parceria com a IguanaFix, oferece um presente, o check up domiciliar, para que o usuário descubra quais são os “trampinhos” existentes na sua casa.

“O uso de memes foi uma escolha para nos aproximarmos do público jovem que já é responsável pela sua própria casa e aposta sempre em ferramentas inovadoras para facilitar o seu dia a dia. Junto com a Spiral Design, optamos pela co-criação da ideia e o uso das redes sociais por já fazer parte da rotina desse público. Queremos apresentar a Kakau como uma solução rápida e prática para os inconvenientes que toda casa tem, os famosos trampinhos”, explica o CMO e co-fundador da Kakau Seguros, Diogo Russo.

A aposta na inovação não é novidade, já que a Kakau é a primeira plataforma de seguros 100% digital que utiliza tecnologias como inteligência artificial e big data para simplificar a aquisição e uso de seguro, com valores a partir de R$19,00.

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Artigo aborda geração de valor via tecnologia e inovação

Como enxergar se a Inovação e Tecnologia estão gerando valor ao negócio?*

A transformação digital é um processo que as empresas estão enfrentando há algum tempo. As principais mudanças já estão sendo notadas, como: a proximidade com os clientes em busca de uma vivência sob sua ótica, melhoria nos processos operacionais para integração das áreas e novos formatos de modelos de negócios para a oferta de produtos e serviços inovadores.

É visível também que há um grande investimento em Internet das Coisas (Iot), ou seja, equipamentos e objetos físicos que possuem tecnologia embarcada com sensores e conectados na Internet. Imagine que você não precise ir ao supermercado fazer suas compras e que a sua geladeira identifique os produtos que faltam e os solicite automaticamente a uma rede de supermercados. Ou então, a possibilidade de ler notícias em seu microondas e automóveis, que estacionem sozinhos.

Fabio Correa, consultor de Vendas da MC1 Win The Market

Essas parecem cenas de um filme dos anos 80, mas muitas dessas tecnologias já estão sendo testadas e, em breve, estarão no mercado. Com certeza, isso trará muita agilidade para o nosso cotidiano já que não gastaremos tempo com atividades tão manuais.

Diante desse cenário, em que tudo muda de forma rápida e intensa, é preciso que as empresas estejam preparadas para melhor atender às necessidades de seus clientes de uma forma eficiente.

Para isso, é importante criar áreas de inovação e pesquisa para prever e antecipar solução para as necessidades. Um exemplo disso é a empresa Uber, criada em uma tarde de neve em Paris em 2008, quando Travis Kalanick e Garrett Camp sofriam com dificuldades em pegar um táxi. Então, eles tiveram uma ideia: chamar um carro pelo celular apertando apenas um botão.

Isso demonstra que o mercado exige transformação constante das empresas e se elas não inovarem o concorrente será mais rápido e o fará. Sendo assim, elas correm o risco de perder vendas e, consequentemente, market share. Por isso, acompanhamos o crescimento e destaque das chamadas startups, microempresas conhecidas pela agilidade, inovação e soluções a baixo custo.

Diante disso, vemos cada vez mais companhias investindo em uma cultura criativa, por meio de campanhas de incentivo para novas ideias e ambientes corporativos descontraídos com games e atividades lúdicas. Com a meta de continuarem sólidas e na vanguarda.

Outro exemplo do que é ser inovador é atender um pedido rapidamente e mostrar o trânsito de mercadorias em tempo real. São criações assim que agregam valor para toda a cadeia, desde a indústria até ao usuário final. As empresas que se diferenciam ganham vantagens como satisfação do cliente, melhoria no modelo de negócio, oferta de novos produtos e serviços, contribuindo para mudanças na vida de seus consumidores.

Só nos resta acompanhar e participar ativamente dessa transformação, seja como empresa ou como consumidor.

*Fabio Correa – consultor de Vendas da MC1 Win The Market – Multinacional brasileira com foco em processos de inteligência de negócios utilizando soluções tecnológicas de mobilidade. Presente em mais de 21 países com soluções de gestão de equipes de campo para Vendas, Merchandising e Utilities. Mais informações no site: www.mc1.com.br

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Conheça 6 grandes inovações que estão levando à expansão da “IoT”

Estudo aponta quais ações estão contribuindo para que a Internet das Coisas entre de vez no dia a dia das pessoas

O estudo “Sensor Sensibility – Getting the Most from the Internet of Things”, da Software.org, uma organização de pesquisa internacional, independente e apartidária, indica quais são as principais inovações que estão permitindo o desenvolvimento da IoT (Internet das Coisas). “Apesar do termo ‘internet das coisas’ estar sendo usado há anos, só agora estamos realmente começando a ver seus benefícios”, explica o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “Muitas ferramentas tecnológicas poderosas estão convergindo para multiplicar as oportunidades geradas ao se conectar os dispositivos que fazem parte do nosso cotidiano”, completa.

Conheça os 6 principais avanços :

1 Sensores estão ficando cada vez menores, baratos e poderosos

Eles permitem que dispositivos vejam, escutem e sintam além da capacidade humana. Permitir que os dispositivos sintam e controlem o ambiente é parte fundamental para a criação de uma rede conectada.

2 Dados criados por dispositivos estão crescendo exponencialmente

O aumento do volume de dados faz com que possamos aproveitá-los mais, já que estamos criando um gigantesco banco de informações que pode ser consultado para tomar decisões mais estratégicas. Quanto mais explorarmos os dados, mais possibilidades se abrirão.

3 Softwares inteligentes podem ser embutidos em qualquer produto ou solução

Ao inserir softwares em dispositivos e objetos, permitimos sua conexão com a internet e com a Nuvem, deixando-os mais inteligentes, além de possibilitar a sua integração a um sistema. Além disso, viabiliza que o sistema seja aperfeiçoado por meio de simples atualizações de software. A presença dos códigos em nossas vidas cresceu tanto que hoje em dia, por exemplo, geladeiras de última geração têm mais linhas de código que um computador de mesa tinha há 20 anos.

4 A conectividade está ficando mais rápida, onipresente e indo mais longe

Para atingir todo o potencial de rede da Nuvem, dispositivos devem estar conectados por meio de internet de alta velocidade, baixo custo e ampla abrangência. Conexões preparadas para lidar com redes mais densas já estão sendo desenvolvidas para serem mais flexíveis e rápidas.

5 Softwares de análise estão usando a Nuvem para deixar dados mais acessíveis, úteis e cada vez mais valiosos

Quando dois dispositivos se comunicam, é essencial que exista a Nuvem para armazenar, processar e analisar os dados obtidos. A Nuvem também garante que os dados sejam armazenados e consultados remotamente, além de permitir a criação de sistemas integrados e inteligentes que deixam os aparelhos cada vez mais smarts. A análise inteligente das informações atrelada aos dispositivos resulta em uma rede muito mais poderosa do que a simples adição isolada deles.

6 Tecnologias de segurança evoluem continuamente para permitir que os dispositivos fiquem conectados e os dados fiquem protegidos mesmo com a evolução das ameaças

Quanto mais os dispositivos conectados fazem parte de nossas vidas, mais precisamos que tecnologias se renovem continuamente para garantir um uso seguro da rede. A criptografia, por exemplo, já esta sendo utilizada para proteger dados, para assegurar que apenas dispositivos habilitados estejam conectados à rede e para proteger dados em trânsito e armazenados na Nuvem.

7 A inovação não está restrita a grandes empresas, mas também nasce nas garagens de empreendedores e inventores independentes

Com a proliferação de dispositivos conectados e das Nuvens e a facilidade para se comprar e conectar sensores, o percurso entre ideia e protótipo e entre protótipo e produto está encurtado, facilitando a criação de novas soluções conectadas por inventores independentes. A inovação não está mais limitada às grandes corporações.

“Estamos no caminho certo para que a revolução dos dispositivos conectados melhore nossa qualidade de vida e transforme a maneira como trabalhamos, além de ser um gás na nossa economia, criando novos empregos, indústrias e oportunidades para um futuro mais próspero”, analisa o country manager da BSA no Brasil, Antônio Eduardo Mendes da Silva, conhecido como Pitanga. “A Internet das Coisas está trazendo todo o potencial dos softwares e da internet para o mundo físico, fazendo uma revolução por meio de sensores, dados, criptografia e nuvens”, completa.

Estudo na íntegra (em inglês): https://we.tl/rmr2DGjrMv

Aplicativo busca impactar a educação

Inovação para Educação: ClassApp

Em 2015, o Governo do Estado de São Paulo propôs um grande desafio a todas as Startups do Brasil: resolver cinco grandes desafios pendentes na educação pública. A ClassApp foi finalista deste Edital, se propondo a atender duas dessas demandas:

  • Aumentar o engajamento dos pais na vida escolar dos filhos,
  • Criar sistema de interação social entre alunos, pais, coordenadores e gestores

A partir daí, a startup teve a oportunidade de validar sua proposta, por meio do projeto piloto que envolveu nove escolas técnicas do Centro Paula Souza no interior paulista e beneficiou mais de 10 mil alunos e seus familiares!

Estamos muito felizes em ver os resultados iniciais e estamos em busca de instituições que queiram apoiar a expansão do projeto!

Quer ver como o ClassApp está ajudando as escolas? Veja esse vídeo.

MIS receberá exposição de Steve Jobs

Steve Jobs, o visionário chega em 15 de junho ao MIS, em São Paulo
Mostra sobre a vida e obra de um dos maiores gênios do século XX fica na cidade até 20 de agosto

Homem que impactou o mundo com sua personalidade e capacidade de inovação, Steve Jobs é o tema da exposição Steve Jobs, o visionário, que abre ao público de São Paulo a partir do dia 15 de junho, no Museu da Imagem e do Som (MIS), instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. A mostra do gênio americano permanece no Museu até o dia 20 de agosto, com apresentação do Ministério da Cultura e Bradesco.

Cartaz Oficial – Exposição “Steve Jobs, O Visionário”, entre os dias 15 de junho e 20 de junho, no MIS, em São Paulo.
Crédito: Photo by Albert Watson

Na exposição, o público tem acesso ao rico universo de Steve Jobs. São fotos, objetos pessoais, filmes, reportagens e produtos históricos que mostram a forma como pensava e criava uma das maiores personalidades do século XX. Steve Jobs, o visionário conta ainda com patrocínio da Cielo e apoio da Superga. A realização é da agência ítalo-brasileira FullBrand e co-realização do Museu da Imagem e do Som.

“Steve Jobs é uma grande inspiração para as nossas criações. Ele buscava sempre apresentar tecnologias inovadoras através de uma interface fácil para o usuário, porém, sua visão de mercado sempre estava atrelada não apenas a forma de consumo, mas principalmente ao conteúdo de alta qualidade e criatividade enaltecido através da tecnologia. Somos grandes fãs e admiradores tanto que resolvemos montar esta exposição inédita em sua homenagem”, explica Marco Guidone, presidente da FullBrand Brasil. “Sua personalidade e carreira impactaram o mundo. Steve Jobs abriu portas para uma revolução digital, personificando e unindo elementos como mobilidade, design e tecnologia. Buscamos em nossos projetos essa mesma interação para nossos clientes, com o objetivo de conquistar o público e mercado“, complementa Eduardo Sallouti, sócio da empresa.

“Steve Jobs defendeu a ideia de que pequenos gestos mudam o mundo. Espero que essa exposição traga um pouco dessa essência e inspire o público do MIS”, revela Isa Castro, diretora artística e de programação do MIS.

O Bradesco é um dos principais viabilizadores do projeto no país e, para Márcio Parizotto, diretor de Marketing do Banco, é extremamente importante inserir o Brasil na rota de exposições de relevância internacional. “Steve Jobs é um case de inovação e empreendedorismo que impactou o mundo com suas criações. Trazer essa exposição ao Brasil cumpre o nosso papel de fomento e democratização da cultura e do conhecimento”, avalia.

Sobre a exposição

Em Steve Jobs, o visionário, um percurso estruturado por células narrativas – Espiritualidade, Inovação, Competição, Fracasso, Negócios e Sonho – concebido pelo escritório Migliore + Servetto Architects traz uma experiência rica e profunda do universo de Jobs. Nela, o público terá acesso a 209 itens entre fotos, reportagens, objetos pessoais, filmes e produtos históricos que mostram a forma como o empresário pensava e criava.

Macintosh – Uma das peças expostas em “Steve Jobs, O Visionário”, entre os dias 15 de junho e 20 de agosto, no MIS, em São Paulo

Uma das facetas mais emblemáticas de Steve Jobs é sua espiritualidade. Na célula dedicada ao tema, a primeira da exposição, o público encontra itens ligados à sua relação com o budismo além de uma videoinstalação que ilustra a escolha pelo nome Apple.

“Só há verdadeira inovação, quando a tecnologia é acessível a todos”. Essa frase de Jobs inspira a coleção disponível na célula Inovação que exibe importantes produtos desenvolvidos por ele e que foram saltos evolutivos na tecnologia de informação. Centenas de pequenas e grandes inovações foram criadas por ele. Nesta seção, o público tem acesso a ícones como o Apple II, o Macintosh, iMac, e a primeira geração do iPod, IPhone e iPad, entre outros.

A exposição tem continuidade na célula Competição, outra característica marcante de Steve Jobs, na qual são destacados os embates com IBM e Bill Gates, entre outros. Em Fracasso, o público conhece a peça mais rara da exposição: o Apple 1, fabricado em 1976, que foi adquirido em um leilão da Christie’s por U$ 213,6 mil, em novembro de 2010, por Marco Boglione, fundador e presidente do Grupo BasicNet, multinacional italiana proprietárias de numerosas marcas de roupa e acessórios para esporte e tempo livre, entre as quais Superga, Kappa, Robe di Kappa e K-Way. Hoje, o computador já triplicou de valor. Outro destaque nesse tema é o Lisa, que, lançado em 1983, foi o primeiro computador pessoal a ter um mouse e uma interface gráfica – mas foi considerado como um dos maiores fracassos da Apple.

Já em Negócios, o público pode ver produtos revolucionários e que foram sucesso de vendas criados por Steve Jobs, como o MacBook, diversas gerações do iPod, o MacBook Pró e a Apple TV. Ao término da exposição, a célula Sonho apresenta parte do trabalho da Pixar (comprada por Jobs em 1986) com a exibição de 20 curtas desenvolvidos pelo estúdio, além de trechos de consagrados longas-metragens e peças de acervo.

O público verá ainda uma sala dedicada às imagens de autoria de Jean Pigozzi, francês radicado em Nova York, fotógrafo de confiança de Steve Jobs. Por mais de trinta anos, ele acompanhou Jobs em seus momentos mais íntimos e conseguiu captar a essência desse homem multifacetado. Dormindo, conversando, brincando com os amigos. São imagens inéditas de Jobs em sua vida cotidiana.

A exposição foi totalmente idealizada pela FullBrand, que reuniu um time de qualidade, dividido em conteúdo (Cecília Botta e Massimo Temporelli), cenografia (Ico Migliore), tecnologia (Giuseppe Accardi) e parte criativa da divulgação (Silvano Guidone & Associati). A inspiração surgiu a partir de uma mostra sobre o criador da Apple realizada na Itália, porém, o formato implantado no Brasil é totalmente original. Antes de São Paulo, a exposição passou pelo Rio de Janeiro, onde ficou em cartaz no Píer Mauá.

“Mais de 40 anos após o lançamento de seu primeiro produto, podemos dizer o que o Steve Jobs imaginou e desenvolveu foi uma revolução cultural surpreendente, causando impacto direto e mudanças em atividades humanas como economia, criatividade, informação, mobilidade e entretenimento”, explica a curadora Cecilia Botta, acrescentando o que pensa ser o verdadeiro exemplo deixado pelo gênio. “Este homem mostrou ao mundo que você precisa ser criativo, apaixonado e que você deve colocar toda a sua energia em suas ideias e projetos, mesmo quando as chances de sucesso não são tão altas”.

Aplicativo meCult

Na entrada da exposição, o público pode fazer o download do aplicativo gratuito meCult, desenvolvido pela Fullbrand. O aplicativo, que usa a tecnologia Beacon, funciona como portal para acessar os conteúdos extras da mostra, e também como áudio guia e mapa das atrações. O app pode ser usado pelo público logo no início da exposição, na Linha do Tempo. Nela, as datas ativam conteúdos exclusivos de cada período permitindo ter uma visão completa da vida do Steve Jobs e também do contexto histórico da época em que Steve Jobs viveu.

Steve Jobs, o visionário é a primeira exposição a ser hospedada no meCult que, no futuro, poderá conter mais exposições e eventos se tornando ponto de referência no acesso à cultura.

Sobre Steve Jobs

Nascido em 1955 em São Francisco, no Estado da Califórnia (EUA), Steve Jobs foi dado para adoção pelos seus pais, que não tinham condição de criá-lo. Desde jovem demonstrou interesse e habilidade para inovar e, em 1976, fundou a Apple, empresa consagrada seguidas vezes como a mais valiosa do mundo. Jobs revolucionou o universo da tecnologia ao lançar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Em 1984, demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, companhia especializada em desenvolvimento de softwares. Anos mais tarde, em 1996, a Apple comprou a NeXT e Jobs assumiu o cargo de CEO da gigante da tecnologia, onde permaneceu até 2011, quando renunciou ao cargo em função de um câncer. Morreu ainda em 2011, aos 56 anos, em decorrência da doença.

Steve Jobs, o visionário
Data: 15 de junho a 20 de agosto
Horário: terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h
Local: Espaço Expositivo 1º andar e Espaço Redondo
Ingresso: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia)
Classificação etária: livre
Museu da Imagem e do Som – MIS
Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

Fonte: Textual Comunicação – Eduardo Manães