Novo Corel Draw chega ao mercado

CorelDRAW Graphics Suite 2018 chega ao mercado

Nova suíte foi 100% atualizada com base em comentários e principais solicitações de usuários, para otimizar resultados e qualidade superior a projetos de design gráfico – desde o processo criativo até a produção

A Corel acaba de anunciar o lançamento da suíte de software de design CorelDRAW® Graphics Suite 2018.

Com foco em comentários e nas principais solicitações des usuários, a nova versão chega ao mercado com renovados recursos de design e edição de fotos e amplos aprimoramentos no fluxo de trabalho – tornando mais rápido que nunca entregar produções de alta qualidade e visual profissional superior, desde simples gráficos online a complexas cópias impressas em grandes formatos.

“Não importa o segmento ou a experiência, todo profissional que trabalha com gráficos possui uma lista de desejos essenciais que inclui criar, dentro do prazo, designs sem limites e entregar produtos finais que causem alto impacto final”, diz John Falsetto, Diretor Sênior de Produtos, CorelDRAW e Produtividade. “O CorelDRAW® Graphics Suite 2018 oferece essa produtividade dos sonhos, uma vez que trabalhamos em estreita colaboração com a comunidade de usuários para encontrar o equilíbrio ideal entre possibilidades e praticidade”. Além disso, diz Falsetto, a suíte oferece uma abordagem mais simples e inteligente dos fundamentos do design, como o uso de nós e imagens, garantindo que projetos sejam concluídos no prazo e dentro do orçamento. “O resultado final é uma suíte poderosa que suporta o fluxo de trabalho, desde a inspiração até a produção.”

Para Fernando Soares, executivo da Corel no Brasil, o CorelDRAW Graphics Suite 2018 é a atualização mais importante em muitas versões do pacote de design. “É um pacote integrado, moderno e eficiente que oferece novas e excitantes possibilidades criativas e produtividade radicalmente superiores em um ambiente de design completo já conhecido mundialmente por sua facilidade de uso”.

O melhor ficou ainda melhor
Novas funções e aprimoramentos do CorelDRAW® Graphics Suite 2018 incluem:

● Modo de desenho Simetria: automatiza o fluxo de trabalho, tornando possível criar uma variedade de designs simétricos e gráficos de alta complexidade, desde desenhos simples até mandalas repletas de detalhes e efeitos caleidoscópicos, em tempo real.

● Efeito Adicionar Perspectiva: cria ilusão de distância e de profundidade rapidamente ao aplicar perspectiva a bitmaps, objetos vetoriais ou ambos, diretamente na janela de desenho. Ideal para criação de maquetes e propostas para exibição de trabalhos artísticos em cenários reais.

● Ferramenta aprimorada de impacto, Pointillizer™ e PhotoCocktail™: funções permitem adicionar movimento ou foco a elementos de um desenho, criar mosaicos vetoriais de alta qualidade a partir de objetos de vetor ou de bitmap e produzir colagens de fotos .

● Bloquear Sombra: recurso interativo que adiciona sombras vetoriais sólidas a objetos e texto, reduzindo consideravelmente o tempo de preparação de arquivos para saída.

● Alinhar e distribuir nós: promove alinhamento de nós utilizando a caixa delimitadora de uma seleção, a borda ou o centro da página, a linha de grade mais próxima ou um ponto específico; adiciona espaçamento igual entre os nós, tanto na horizontal como na vertical.

● LiveSketch™ aprimorado: ferramenta baseada em Inteligência Artificial que cria esboços e designs dinamicamente e com maior precisão, desenhando no computador de forma tão natural quanto se desenha com papel e caneta.

● Compatibilidade com dispositivos stylus e caneta: ao trabalhar com uma caneta e um tablet, agora é possível utilizar pressão para variar o tamanho da ponta da borracha, vincular a inclinação e o rolamento ao nivelamento e à rotação e inverter o stylus ou a caneta para ativar a ferramenta Borracha. O CorelDRAW Graphics Suite 2018 também oferece compatibilidade avançada com o Microsoft Surface Dial.

● Publicação no WordPress: envia o trabalho diretamente para uma biblioteca de mídia do WordPress, convertendo objetos ou projetos inteiros em arquivos JPEG, GIF ou PNG e os carregando na conta do WordPress.

● Project Timer: ferramenta de gerenciamento de tempo precisa e não intrusiva que permite controlar o timing do projeto, ajudando na organizacao, no faturamento de clientes e demais minúcias de um projeto

Experiência de design personalizada
O CorelDRAW 2018 traz ainda uma gama de atualizações para aumento de produtividade, a exemplo de visualizações personalizadas de curvas e de vetores, seletores de preenchimento e de transparência redesenhados e o novo recurso Alternar Alinhamento, que agiliza tarefas diárias, a nova versão inclui ferramentas do PHOTO-PAINT® 2018 e do CorelDRAW 2018, além do extra adicionado pelo AfterShot® 3 HDR – recursos que permitem, de forma interativa, ajustar perspectivas e indireitar fotos, formatar e integrar bitmaps em envelopes criados ou pré-definidos, com opções de arrastamento de nós e personalização do zero, realizar correções e melhorias não destrutivas de nível profissional em fotos RAW ou JPEG e criação de imagens HDR (High Dynamic Range).

A suíte também dispõe de dez mil imagens digitais e de clipart, duas mil fotos digitais de alta resolução, mais de mil fontes, 350 modelos criados por profissionais, dois mil modelos de veículos, mais de 500 molduras interativas e molduras de fotos e mais de 600 preenchimentos gradientes, vetoriais e de bitmap.

Disponibilidade e valores
O CorelDRAW Graphics Suite 2018 está disponível para Windows nos idiomas português (Brasil), inglês, alemão, italiano, francês, espanhol, holandês, polonês, tcheco, russo, chinês simplificado, chinês tradicional, turco e japonês.

O valor da versão completa é de R$ 2399,00 e inclui os programas CorelDRAW® 2018 (ilustração vetorial e layout de página), PHOTO-PAINT® 2018 (edição de imagens), Font Manager™ 2018 (ferramenta de gerenciamento e exploração de fontes), PowerTRACE® 2018 (conversão de bitmap em vetor – incluído como parte do aplicativo CorelDRAW 2018), CONNECT™ 2018 (localizador de conteúdo), CAPTURE™ 2018 (ferramenta de captura de tela), AfterShot™ 3 HDR (editor de fotos RAW) e BenVISTA PhotoZoom Pro 4 (plug-in para ampliar imagens digitais).

Usuários registrados de qualquer versão anterior do CorelDRAW Graphics Suite podem fazer upgrade por R$ 899 (exclui as versões acadêmica, OEM e de revenda proibida [NFR]). O valor da assinatura é de R$ 899 por ano.

Onde encontrar
Além do site www.coreldraw.com/br, o CorelDRAW Graphics Suíte 2018 também está disponível via rede de Canais, com preços e condições diferenciadas, podendo ser igualmente adquirido nos modelos Licença Vitalícia (pagamento único, sem nenhum custo mensal ou anual adicional) ou Assinatura (custo anual acessível, com flexibilidade de interromper a assinatura a qualquer momento e de usufruir da versão mais moderna do CorelDRAW enquanto a assinatura estiver ativa).

Vale lembrar que clientes com licenças vitalícias podem economizar em versões futuras com o Programa de Upgrade – uma forma mais fácil e acessível de estar sempre atualizado com o CorelDRAW Graphics Suite. Para mais informações sobre opções de compra, acesse o website www.coreldraw.com/purchase.

Trial e corporativos
Para usuários finais, a Corel oferece download gratuito de avaliação por 15 dias, sem informações de pagamento necessárias. Basta acessar https://www.corel.com/br e baixar a versão de teste.

Já para clientes corporativos, a Corel conta com opções de Licenciamento por Volume e de Manutenção, que oferecem benefícios como implantação em rede e virtualização, entre outros. Informações em www.coreldraw.com/business.

No Brasil, a Corel está em www.corel.com/br.

Fonte: Alameda – Renata Bosco

Coluna Propaganda&Arte

A arte da Inteligência Artificial chegou para ficar. E você?

A cada nova ferramenta, sejam bots para chat, programas de IA que facilitam a vida dos designers, até alguns robôs artistas, vemos que o ser humano está ficando para trás. Você está se preparando para isso?

Nos últimos meses, estou sendo bombardeado de máquinas e robôs. São bots que respondem as minhas perguntas em sites, são novas experiências do Google ou da Sony, que estão criando verdadeiros robôs artistas. E no meio de tanta novidade, estou pensando comigo: estamos nos preparando para esse futuro com máquinas artistas?

Vejamos o experimento da Sony, que criou um programa que reconhece padrões musicais e compõe as suas próprias melodias (https://super.abril.com.br/tecnologia/ouca-as-duas-primeiras-musicas-criadas-por-inteligencia-artificial/). Ou então, o projeto da Google que já alimentou o nosso amigo robô com obras de grandes pintores e agora a máquina reconhece o estilo e reproduz com fidelidade pouco vista em humanos (http://www.b9.com.br/89559/artista-alemao-cria-inteligencia-artificial-que-pinta-como-pintores-do-seculo-xix/).

Se você gostou do que viu e ouviu, estamos caminhando para um mundo artístico bastante confuso. Onde pouco irá importar se aquele artista existe ou não (em carne e osso).

IA é assim: você ensina padrões, ela aprende e reproduz. Tudo sai perfeito? Ainda não, as criações precisam de um “empurrão” humano, mas a tendência é essa dependência acabar. E aí teremos robôs superinteligentes interagindo mais do que nunca com a gente. E competindo.

Você está estudando, se aperfeiçoando para o mercado de trabalho? Se as coisas já andam bem competitiva entre humanos, imagine quando entrar de vez no mercado de trabalho inteligências autônomas. Elas irão fazer o seu trabalho, artístico ou não, com maestria invejável e não teremos nada o que fazer, a não ser, compreendê-las e evoluir com elas.

Se você não tem um amigo robô ainda, acho melhor rever sua network e rede de amizades. O grande lance aqui é viver grandes experiências, revelações artísticas. Se do outro lado é uma pessoa física ou um programa, não importa. Não importará no futuro. Se tudo é arte, quem somos nós para dizer que isso não é? Qual será o futuro da Inteligência Artificial? Com certeza, se tornarão mais inteligentes e menos artificiais.

Aplicativo ajuda na dieta

Nutricionista digital: chega ao Brasil app fenômeno na Europa que usa inteligência artificial para programar dietas personalizadas

Freeletics Nutrition usa IA para criar receitas personalizadas aos objetivos do usuário, prepara lista de supermercado e ainda ensina a comer fora de casa; app chega ao Brasil e permite conexão com plataformas de exercícios

Seguir a risca a dieta imposta pelo nutricionista é uma tarefa reservada apenas aos mais disciplinados. Mas imagine se ele seguisse você 24 horas, preparasse as receitas de todas as refeições, te ensinasse a cozinhar, exigisse fotos dos pratos para checar se está comendo certo, indicasse a lista de compras para o mercado e ainda te ensinasse a comer melhor quando você está fora de casa? Essa é a proposta do Freeletics Nutrition, uma plataforma de inteligência artificial que acaba de chegar ao Brasil com a proposta de ser um nutricionista de bolso.

Para começar a usar o aplicativo, é necessário passar por uma verdadeira consulta com a plataforma, que inclui uma série de perguntas e cruzamento de dados que vão ajudar a definir o real objetivo da mudança na dieta — pode ser desde simplesmente perder peso, ganhar massa muscular ou até um acompanhamento para criar um estilo de vida mais saudável.

Com o foco definido, o aplicativo constrói o cardápio diário para todas as refeições e lanches durante o dia, cada um deles acompanhada de receita e modo de preparo explicados nos mínimos detalhes. São mais de trezentas receitas, todas com foco na simplicidade (em média, exigem 15 minutos de preparo) e sabores do agrado de cada usuário. Não tem algum dos ingredientes? Você pode pedir uma substituição de acordo com os itens que tem em casa ou pedir para a plataforma incluí-lo na sua lista de supermercado. “A proposta é oferecer uma alternativa para quem quer construir um estilo de vida mais saudável, mas não consegue fazer sem um estímulo e acompanhamento diário”, explica Gabriel Toledo de Oliveira, diretor geral do Freeletics no Brasil.

A cada receita executada e refeição feita, o aplicativo pede uma foto para reconhecer os ingredientes e registrar o desenvolvimento real do planejamento. A cada feedback que você dá para o dispositivo de inteligência artificial, mais ele aprende sobre os seus gostos e hábitos e usa essas informações para adaptar as receitas. Mas esse apoio vai além da rotina normal, o Freeletics Nutrition também ajuda na alimentação fora de casa. Vai ao bar com os amigos? O app te ajuda a escolher a combinação de opções que vai te manter nos trilhos da dieta.

Um dos diferenciais que fez o Freeletics Nutrition atingir a marca de 3 milhões de usuários na Europa nos primeiros meses de funcionamento é a integração com as plataformas de exercícios da marca, que também utilizam a tecnologia de inteligência artificial para preparar as rotinas de treino. Se o usuário utilizar o Freeletics Bodyweight, que propõe treinos de alta intensidade apenas com o peso corporal; o Gym, uma espécie de personal trainer para musculação; ou o Running, que atua como um técnico para corridas, é possível integrá-los com o Freeletics Nutrition, que irá propor lanches pré e pós treino e adaptar as receitas do dia a dia de acordo com a evolução do desempenho do atleta nos exercícios.

Fonte: Equipe Motim – Silas Colombo

Startup Kakau reinventa o mercado de seguros ao apostar em tecnologias como IA e Big Data

Objetivo da InsurTech é oferecer o seguro mais barato e descomplicado do Brasil

Ao falar sobre seguros, a maioria dos brasileiros ainda pensa em muita burocracia e papelada para assinar. Mas a startup Kakau acaba de chegar ao mercado com o intuito de mudar essa visão. 100% digital, a InsurTech (termo que nasceu da junção de insurance – seguro – com technology) se apoia no uso de tecnologias como inteligência artificial e big data para descomplicar a aquisição e o uso do seguro. Com mensalidades a partir de R$19,00, a startup deseja que cada vez mais brasileiros possam proteger o seu patrimônio.

Henrique Volpi, co-fundador e CEO da Kakau Seguros

Por enquanto, a Kakau comercializa seguro residencial, com diferentes planos para casas e apartamentos. Futuramente, outras modalidades de seguros irão entrar para o catálogo da empresa. O principal atrativo para novos clientes é o fato de a plataforma ser muito mais acessível para o usuário, sendo o primeiro seguro por assinatura do mercado, isso significa que, o próprio segurado pode solicitar a aquisição ou o cancelamento do serviço quando quiser através de um computador, tablet ou smartphone.

No caso de um sinistro, a inteligência artificial é utilizada para gerar índices de precisão e facilitar o processo de assistência. Por isso, o serviço é oferecido ao segurado de maneira ágil e transparente.

Vale ressaltar também que o trabalho desenvolvido com a assistente pessoal de seguros Anna, inteligência artificial que realiza atendimentos on-line e está programada para aprender a cada atendimento e, com isso, tornar-se referência em informação e assistência para os clientes da Insurtech, melhorando constantemente a experiência do usuário.

A cada contratação, uma nova doação

Além de descomplicar o conceito de seguro e oferecer aos brasileiros a possibilidade de proteger seu patrimônio com um preço justo e sem burocracia, a Kakau também deseja criar uma comunidade on-line que traga benefícios para toda a população. Por isso, a cada contratação, a startup faz uma doação para a ONG Teto.

Com mais de 10 anos de atuação na América Latina e Caribe, a Teto realiza um trabalho nas comunidades carentes para superar a pobreza e a exclusão, por meio do trabalho conjunto entre voluntários e as famílias atendidas. A ONG constrói moradias mais dignas e cria lideranças representativas para as comunidades.

Três sócios e um investimento de R$ 650 mil

A Kakau Seguros é fruto da união de três sócios: Henrique Volpi, Marcelo Torres e Diogo Russo. A ideia surgiu quando Henrique realizava um curso sobre fintechs no MIT e as InsurTechs foram o seu tema no projeto de avaliação. “Gostei muito do tema e queria trazer algo assim para o Brasil. Quando voltei, apresentei a proposta para o Diogo e o Marcelo e juntos desenvolvemos o negócio. Para começar, realizamos um período de testes e depois recrutamos uma seguradora e uma corretora como parceiras estratégicas”, explica Volpi. Com lançamento oficial realizada no mês de setembro, a Kakau conta atualmente com mais de 1.000 usuários cadastrados.

Sócios: Marcelo Torres, Diogo Russo e Henrique Volpi

Para a estruturação e lançamento da empresa, os sócios não contaram com nenhuma ajuda externa, investindo R$ 650 mil reais próprios. Agora em 2017, a empresa já conta com apoio de anjos e pretende aumentar isso em 2018.

Sobre a Kakau Seguros
A Kakau é uma empresa de tecnologia que convida você a ter um futuro seguro. Primeira InsurTech brasileira 100% digital, a plataforma oferece acesso rápido e fácil para que o próprio segurado consiga solicitar ou cancelar serviços. A seguradora inova também ao fazer o uso de tecnologias como inteligência artificial e big data.

Com planos a partir de R$19,00 para seguro residencial, a startup tem como objetivo oferecer a cada vez mais brasileiros a possibilidade de protegerem seu patrimônio com um preço justo e sem burocracia. Saiba mais no site: https://www.kakau.co/

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Artigo mostra como os chatbots e a IA podem atuar no ambiente corporativo

Chatbots e AI são os próximos passos para os treinamentos corporativos

* por Luiz Alexandre Castanha

Sem dúvidas, 2017 foi o ano dos chatbots. Grande aposta para o futuro, mas já com muitas aplicações na atualidade, essa tecnologia vem mexendo com o mundo do atendimento ao cliente nas empresas, mas promete revolucionar ainda mais o mundo digital como um todo. Segundo o Gartner, em 2020 nós não teremos mais apps: tudo funcionará através de chatbots com inteligência artificial.

Basta pensarmos na Siri ou Cortana para entendermos como essa previsão faz muito sentido. Por que ter o app do cinema instalado no seu aparelho se você pode simplesmente perguntar para seu celular qual a próxima sessão daquele filme imperdível? Aos poucos, as pessoas estão aprendendo a lidar com bots de atendimento, tanto via texto como por voz. Um atendente virtual ligar para a sua residência já não causa tanto estranhamento.

Além do atendimento ao cliente, os bots e a Inteligência Artificial ainda vão transformar diversos aspectos nas nossas vidas. De acordo com o relatório da consultoria americana Tractica, o mercado de Inteligência Artificial deve movimentar US$59,8 bilhões no mundo até 2025. Já a pesquisa da Accenture mostra que a IA pode duplicar as taxas de crescimento econômico atuais até 2035.

Na educação, também estamos experimentando muitas inovações. Hoje é possível aprender dentro da sala de aula ou fora dela. Tecnologias como realidade virtual, realidade aumentada e mobile learning ajudam os educadores a tornar suas aulas mais interativas e completas. O mercado de treinamentos corporativos também aposta nestes novos formatos, auxiliando os trabalhadores a aprenderem cada vez mais e, consequentemente, fazendo as empresas a atingirem seus melhores resultados.

A dificuldade na aceitação de novas tecnologias existe, principalmente por parte dos profissionais com mais idade, que não possuem tanta familiaridade com internet ou smartphones. Mas aos poucos as barreiras estão sendo quebradas e as novas tecnologias para educação corporativa estão chegando a cada vez mais gente.

O uso de chatbots e inteligência artificial em treinamentos corporativos é, sem dúvidas, o próximo passo do nosso mercado. Podemos pensar em treinamentos 100% on-line, que acontecem através de plataformas de ensino ou m-learning, e tem assistentes virtuais para reforçar conteúdos, tirar dúvidas dos alunos, fazer testes e avaliar seu desempenho ao longo do treinamento. É uma forma interessante, inovadora e relativamente barata de manter o interesse dos colaboradores e incentivá-los a aprender ainda mais.

Muitos estudiosos do assunto apostam, no entanto, no ensino híbrido, mesclando momentos presenciais com os digitais. Com as pessoas cada vez mais adeptas dos seus smartphones, esse seria um caminho mais natural para a evolução da educação corporativa. O profissional poderia participar de uma aula presencial com seus colegas para a apresentação de uma nova política do seu setor.

Durante o encontro, poderiam ser realizadas demonstrações com a ajuda da realidade aumentada para demonstrar quais novos procedimentos precisam ser adotados e suas consequências. Ao final do encontro, o facilitador disponibilizaria acesso a uma plataforma digital para que cada um dos participantes pudesse rever o conteúdo aprendido e aprofundar itens que não puderam ser apresentados durante o encontro. Na plataforma, um assistente virtual via chat responderia possíveis dúvidas, apontaria quais lições os colaboradores precisariam rever e ajudaria a medir a sua evolução. O assistente seria responsável também por analisar o desempenho e enviar essas informações para a organização. Dessa forma, a empresa tem total controle sobre o seu treinamento, conseguindo acompanhar quais são os colaboradores mais empenhados, onde a maioria trava durante o processo e quais as principais dificuldades.

O chatbot é interessante também porque ele pode ser disponibilizado tanto para uma pessoa quanto para centenas. Os chatbots foram desenvolvidos para conseguir atender as pessoas em diversas situações. É uma tecnologia desenvolvida para ter a capacidade de atender centenas, mas com o poder de adaptação para entender as especificidades de cada caso como único. Isso faz com que o aprendiz sinta que aquele é um momento só dele, no qual ele tem a liberdade de interagir e rever os assuntos do seu interesse quantas vezes quiser.

Phill Libin, fundador do Evernote, disse em entrevista recente que “em breve o mundo será reescrito baseado em bots e interfaces conversacionais”. Para os treinamentos corporativos, não será diferente. Estamos passando por um momento de muitas novidades na tecnologia e, por consequência, no mercado de bots. Vivemos um momento no qual, mais importante do que pensar em respostas, é pensar em perguntas que nos façam evoluir cada vez mais.

* Luiz Alexandre Castanha, administrador de Empresas com especialização em Gestão de Conhecimento e Storytelling aplicado à Educação, atua em cargos executivos na área de Educação há mais de 10 anos.

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

O ano da IA

2018 será o ano da Inteligência Artificial
O Gartner Symposium/Itxpo, um dos maiores eventos de tecnologia do planeta, deixou claro as principais tendências para 2018

Quando o assunto é tecnologia, as maiores referências globais em pesquisa, análises e assessoria são Gartner, Ovum, Forrester e IDC. De acordo com Christian Geronasso, consultor especialista em geração de valor e inovação e membro o Comitê Macroeconômico do ISAE – Escola de Negócio, os estudos dessas instituições orientam a tomada de decisão dos principais executivos de tecnologia do mercado.

“No início do mês de outubro, a cidade de Orlando, na Flórida (EUA), recebeu o Gartner Symposium/Itxpo, evento que contou com a participação das maiores empresas de tecnologia do mundo, entre elas IBM, Microsoft, Intel, Amazon e Google. Durante o simpósio, as gigantes do mercado compartilharam suas visões estratégicas sobre as tendências da tecnologia e negócios”, detalha Geronasso.

Durante o evento, foram listadas 10 tendências tecnológicas como apostas para 2018, agrupadas em três categorias: Inteligente, Digital e Mesh (rede em malha). Para Christian Geronasso, cinco delas irão revolucionar o mundo:

· Fundação IA (Inteligência Artificial): a criação de sistemas com a capacidade de aprender, se adaptar e, potencialmente, atuar sozinhos, será um campo de batalha para fornecedores de tecnologia até 2020.

· Aplicativos Inteligentes e Capacidade Analítica: aplicativos inteligentes podem criar uma camada intermediária entre pessoas e sistemas, com o objetivo de aumentar o potencial humano e não substituí-lo.

· Coisas Inteligentes: o número de dispositivos conectados só aumenta com o passar dos anos. Além de aumentar em tamanho, a Internet das Coisas (IoT) passará a ser mais autônoma ou semi autônoma, e o Gartner aposta que, até 2022, teremos automóveis se deslocando em rodovias sem ser necessário que um ser humano esteja atrás do volante.

· Gêmeos Virtuais: é a representação digital do mundo real em que o objeto virtual é um espelho fiel do seu gêmeo físico, com todas as suas propriedades e características. O maior benefício é a simulação de cenários “E se…”, utilizando os gêmeos virtuais, sem a necessidade de desperdício de materiais e horas-homem.

· Da Nuvem à Borda: um automóvel autônomo precisa ter capacidade de processamento suficiente na Borda (Edge) para decidir qual a melhor chance de seus passageiros sobreviverem em um acidente. Precisa também comunicar os dados com a nuvem para que a montadora monitore as manutenções do veículo. Esta arquitetura Nuvem-Borda-Nuvem será um dos desafios dos próximos anos.

“O estudo ainda cita detalhes de como as tecnologias de Plataformas Conversacionais, Experiências imersivas, Blockchain, Modelos Orientados a Eventos e Modelos de Adaptação Contínua de Risco e Confiança”, completa o especialista.

Para mais informações sobre os detalhes dos impactos destas tecnologias, acesse o site http://gtnr.it/2xvyyid (Gartner Top 10 Strategic Technology Trends for 2018).

Fonte: IRR Comunicaçao – Isabelle Kolb

Artigo trata da importância dos chatbots

Chatbots: adote ou fique para trás

*Por Wellington Alves

Atualmente contamos com diversos aplicativos baixados em nossos smartphones e muitos deles possuem funções bastante específicas, como os de previsão do tempo, para solicitar táxi ou até mesmo para pedir comida. Mas em breve este cenário deve mudar e estes apps serão substituídos pelos chatbots – você já ouvir falar deles, não é mesmo?

Os chatbots são software de comunicação que conversam com os usuários dentro de aplicativos de mensagem, buscando usar uma linguagem o mais próxima possível do natural – eliminando a impressão de que se está interagindo com um programa de computador. Apesar de não percebermos, eles já estão em nosso dia a dia. Dados do Gartner Institute apontam que, até 2020, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático.

Sabe aquelas caixas de diálogo “posso ajudar” que alguns sites e aplicativos possuem? São chatbots. Assim como a recarga de celular realizada por mensagem, por exemplo. Esses são os tipos de software mais frequentes nos dias de hoje. São programados para entenderem comandos pré determinados. Por isso, têm sido bastante utilizados para atendimento aos clientes em um primeiro nível.

Já os mais sofisticados – e menos comuns – utilizam inteligência artificial e machine learning, aprendem a cada conversa realizada e vão aprimorando suas interações. Nestes casos, podem ser utilizados para realizar campanhas de marketing, vendas, pesquisas de opinião e satisfação, qualificação de base de dados e também para o entretenimento.

Apesar de serem os substitutos naturais dos aplicativos – há quem diga que já estamos na era pós-apps – os chatbots não facilitam apenas a vida dos usuários. As empresas também se beneficiam e muito desta nova tecnologia. Afinal, não é novidade que a automatização de alguns serviços resulta em redução de custos. Por isso, têm sido tão utilizados no atendimento aos clientes. As demandas mais básicas podem ser atendidas pelo software, que transfere o contato quando as solicitações forem mais complexas. Outra vantagem é a escalabilidade, pois está disponível 24X7 e pode realizar atendimentos simultâneos.

O fato é que os chatbots serão o futuro da interação entre as marcas e seus clientes. E todos serão beneficiados. Os usuários certamente se adaptarão com mais facilidade, pois já estão acostumados com os apps de mensagem. E as companhias, independente do porte e da área de atuação, serão impactadas mais cedo ou mais tarde. Diante disso, é importante não perder tempo, pensar fora da caixa e avaliar qual a melhor forma de implementar esta tecnologia de acordo com o perfil de cada empresa.

* Wellington Alves, Head de Automação da Indigosoft, startup que oferece soluções de automação digital, focadas em simplificar o trabalho diário de empresas de todos os segmentos, além de consultoria especializada. Mais informações em: http://www.indigosoft.tech

IA versus homem

Matrix corporativa: a inteligência artificial vai roubar o meu emprego?

Tecnologias inteligentes de automação já estão presentes em praticamente todas as indústrias. Na de publicidade isso não é diferente, e até mesmo a criatividade já pode ser replicada por máquinas.

por Rodrigo Lobato*

A Inteligência Artificial (IA) facilita muito a vida dos comerciantes, isso é fato. Como reflexo, hoje já não existem muitas indústrias onde os robôs ainda não estejam presentes. Um anúncio recente da Coca-Cola, por exemplo, indicou que a empresa pretende usar bots para atividades como criar músicas para anúncios, escrever scripts, postar nas redes sociais e comprar mídia. E esta é apenas uma das inúmeras iniciativas tecnológicas que estão em andamento e que nos mostram o quanto a revolução das máquinas está mexendo com a indústria da publicidade. E neste cenário de mudança, um questionamento recorrente é: qual será o futuro da força de trabalho humana?

Para se ter uma ideia, um novo relatório da PwC apontou que 38% dos empregos dos EUA serão substituídos por robôs ou algum tipo de Inteligência Artificial até o início de 2030. E embora possa parecer reconfortante pensarmos que características humanas como a criatividade e a empatia ainda são elementos exclusivamente nossos, experiências reais já nos mostram que a prática não é bem assim. E as máquinas não apenas já competem com os seres humanos, como também os superam em inúmeras funções.

Analistas de dados ou algoritmos de autoaprendizagem?

Vejamos a indústria de comércio eletrônico, por exemplo. Existem inúmeras tendências que nós, humanos, conseguimos prever facilmente. Sabemos que a Black Friday, por exemplo, traz um crescimento de vendas incrível. De fato, análises da RTB House mostram que na Black Friday as campanhas são mais de 100% melhores do que a média. Além disso, as terças e quartas possuem conversões mais altas do que outros dias da semana – até 40% a mais do que no sábado.

Mas apesar de serem informações muito úteis para o planejamento das campanhas, o público real não funciona apenas com base nessas restrições simplistas. Os padrões de compra podem ser extremamente específicos e combinar critérios múltiplos. É por isso que o marketing digital hoje é todo voltado para a segmentação individual, com anúncios moldados com base nos interesses e desejos mais pessoais de cada um. E, infelizmente, os seres humanos não conseguem perceber as mudanças mais sutis no comportamento de um comprador online. Já os robôs, não só identificam esses padrões, como fazem isso em tempo real e em larga escala.

Dados da RTB House com foco em retargeting personalizado também indicam que os algoritmos baseados em deep learning – um ramo altamente inovador de métodos de Inteligência Artificial que imitam o cérebro humano – podem responder a milhões de pedidos de compra e venda de anúncios por segundo. Isso é, obviamente, muito mais do que qualquer ser humano poderia analisar. Além disso, as máquinas não dormem, o que lhes permite observar o mercado 24 horas por dia, sete dias por semana e ajustar suas atividades sempre que preciso. Assim fica difícil competir.

O planejamento de mídia subsidiado por máquinas

Ao longo dos últimos anos o planejamento de mídia mudou pouca coisa em seus fundamentos básicos. Porém, o número de indicadores que precisam ser analisados antes, durante e depois de uma campanha explodiu. Hoje, cerca de 2,5 quintilhões de dados são produzidos diariamente e, de acordo com o IDC, menos de 0,5% deles são coletados, analisados e, de fato, utilizados.

Nesse novo cenário, as atividades que formam a espinha dorsal de qualquer processo de compra e venda de mídia, incluindo relatórios, auditoria, verificação periódica, etc., já podem ser totalmente automatizadas, permitindo que os especialistas se concentrem puramente na estratégia e na criatividade. Além de obter informações altamente precisas, é possível analisar rapidamente os crescentes conjuntos de dados coletados. No retargeting personalizado, por exemplo, as decisões sobre os produtos que devem ser exibidos nos anúncios geralmente são feitas em menos de 10 milissegundos – e isso é mais rápido do um piscar de olhos.

Por fim, a incorporação de algoritmos de autoaprendizagem possibilita analisar as pessoas individualmente, e não a partir de uma segmentação ordinária por grupos. Isso permite que os anunciantes comprem mídia considerando um cenário muito mais específico, sem aquela tradicional dúvida sobre onde um anúncio será colocado – agora a discussão é para quem o banner será mostrado.

Diretores de arte versus algoritmos

Por mais incrível que possa parecer, a Inteligência Artificial também está se fortalecendo para enfrentar o universo criativo. Recentemente a agência McCann-Erickson do Japão promoveu uma batalha interessante, colocando o primeiro robô Diretor de Arte do mundo, chamado AI-CD β, contra um homólogo humano, o Diretor Criativo Mitsuru Kuramoto. Ambos receberam a tarefa de criar um anúncio que seria julgado por votação popular.

Embora o computador tenha sido capaz de dirigir a peça publicitária com sucesso, analisando um banco de dados tagueado e também comerciais de TV antigos, a humanidade aparentemente triunfou nesse desafio. Kuramoto ganhou 54% dos votos populares em comparação com sua concorrente, a IA, que ficou com 46%. Mas temos que admitir que estamos muito próximos do empate.

Uma luz no fim do túnel

Somente o tempo nos dirá se a IA poderá se tornar ainda mais criativa e eficaz do que as mentes humanas, e como isso irá influenciar os locais de trabalho. Por enquanto, sabemos que a tecnologia felizmente também impulsionará o surgimento e o crescimento de muitos novos empregos – incluindo algumas categorias inteiramente novas.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, 65% das crianças que entram na escola primária hoje acabarão em empregos que atualmente não existem. Alguns papéis se tornarão extintos, outros serão criados. Mas no fim do dia, pelo menos no setor de marketing, é inegável que quando os algoritmos são capazes de aprender com os dados, definitivamente fica mais fácil para as marcas entenderem e se comunicarem de forma eficaz com os clientes.

*Rodrigo Lobato é country manager Brasil da RTB House, uma empresa de tecnologia europeia focada em oferecer um serviço completo e personalizado de retargeting baseado em algoritmos de deep learning. A RTB House opera atualmente mais de mil campanhas exclusivas para marcas globais em mais de 40 mercados da Europa, América Latina, África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

 

Artigo mostra como atuam os integradores de tecnologia

Integração tecnológica: expectativas e desafios

por Fábio Camara

O que vem a sua cabeça ao ouvir o termo ‘Tecnologia da Informação’? Há muita novidade nesse mercado, ao ponto de o termo “Informação” não ser mais suficiente para representar esse “guarda-chuva”.

Internet das Coisas (IoT) – que vai além do uso de dados -, Inteligência Artificial e Arquitetura Orientada a Serviços (AOS) são só alguns exemplos do que temos visto por aí, cada dia com mais força. Se a sua empresa ainda não adotou nenhum desses recursos, sem dúvida o fará em breve. Entretanto, o ponto de atenção que levanto diante desse cenário é o preparo do mercado para gerir tantas tecnologias. Estamos, de fato, prontos para torná-las diferenciais de negócios?

Acredito que as empresas que estão abertas a adotarem estratégias aderentes com as suas necessidades – e investirem nisso – conseguem administrar o uso das tecnologias de forma inteligente e, sim, torná-las de fato um gerador de oportunidades.

Até mesmo porque tenho observado que os projetos voltados a área de Tecnologia da Informação não são mais concebidos como eram antes. Isso porque evoluíram diante do crescimento de tantos recursos e possibilidades. O que não mudou foi o fato dos clientes ainda precisarem de soluções completas, que de fato permitam a gestão de suas informações de forma clara e rápida.

Para isso, investem no desenvolvimento do setor de tecnologia na empresa ou recorrem a parceiros que façam essa ponte. Neste processo, o que fica evidente é o importante papel dos profissionais que atuam como integradores de tecnologia, que hoje contam com uma série de metodologias que ajudam no desenrolar dos projetos. O reconhecimento das empresas que atuam nesse campo é uma tendência em evidência nos últimos anos.

Vejo que esse reconhecimento é reflexo do amadurecimento dos clientes, que estão mais bem preparados para lidar com iniciativas que lhes permitam melhorar seus indicadores de eficiência e ferramentas de produtividade. Além disso, as empresas também passaram a compreender a necessidade de ter um parceiro com visão “agnóstica” em termos de produtos e fabricantes.

Por isso, acredito que o DNA de uma empresa integradora de tecnologia deve ser o seu potencial exploratório. É preciso que ela detenha habilidades e conhecimentos diferenciados. Mais do que a escolha da melhor solução tecnológica, é necessário ver como ela afeta a organização. A consultoria, engenharia, projetos e a implementação devem ser previstas já no pré-projeto. Quanto maior o conhecimento das dores do cliente e da previsibilidade do contrato, melhor o resultado final.

Como profissional que atua diretamente na gestão de projetos que envolvem integração tecnológica, acredito que o melhor é olhar para o mercado com total objetividade e rigor – sabendo aproveitar quais tendências encaixam-se melhor ao seu negócio.

Em resumo? O importante é não perder de vista os objetivos da empresa e escolher parceiros comprometidos. Só assim seu negócio de fato conseguirá extrair o melhor do que este big mercado de Tecnologia da Informação tem a oferecer.

Fábio Camara é CBO da Engemon IT

Coluna “Discutindo a relação…”

Um mundo digital requer empresas e negócios digitais

O digital está aí pra todo mundo ver. E usar! É inquestionável. É presente, real e atual. Muito têm se falado em transformação digital. Todos os setores, indústrias, serviços, varejo, enfim, negócios e atividades dos mais diversos e diferentes segmentos de atuação serão obrigados a buscar soluções e ferramentas digitais.

É um caminho sem volta.

Um caminho que, de acordo com Tushar Parikh, head aqui no Brasil da Tata Consultancy Services (um dos importantes braços de TI do grupo indiano Tata Motors) passa obrigatoriamente por cinco ferramentas que serão o pilar de toda transformação digital: cloud, big data, inteligência artificial, robótica e social media.

Eu incluiria aí – principalmente na área de marketing e comunicação – os aplicativos. Afinal de contas, como costumo brincar com meus alunos e amigos, há um app pra tudo e se ainda não existe um app para determinado fim alguém irá criá-lo na próxima hora. Eles são úteis para os consumidores. E utilidade é algo que pode alavancar a presença de qualquer marca no coração e na cabeça das pessoas.

Aplicativos e mídias sociais têm sido, na minha opinião, ferramentas cada vez mais presentes e decisivas para clientes/anunciantes em todos os segmentos. Outra coisa que está afetando (e alterando) as relações de negócios pra valer são os chatbots ou assistentes virtuais. Fique de olho nesse caminho.

O fato é que se nem todas as empresas estão prontas para se transformarem digitalmente, boa parte delas está mergulhando de cabeça. E obrigando outras (concorrentes diretos e indiretos) a se lançar na mesma rota. Tomar a decisão de se digitalizar pra valer já é vencer uma importante etapa.

E depois?

Depois deve vir investimento e bastante disposição e boa vontade, além, é claro, de uma bem definida estratégia. A partir deste momento três coisas são fundamentais: pessoas, processos e tecnologia. Podemos chamar isso de três eixos da digitalização.

Em relação às pessoas é preciso saber quais membros de sua equipe estão prontos, motivados e aptos para a mudança digital. Eles têm expertise?

Já com os processos o foco deve estar na tomada de decisão baseada em dados. Business intelligence e big data são áreas que devem ser valorizadas para refinar processos.

E, por último, a tecnologia. Que recursos tecnológicos a empresa lançara mão para adentrar de vez no mundo digital? Adotar a tecnologia adequada é fundamental para conduzir a empresa à digitalização de processos.

E você que atua em marketing e comunicação… Já pensou como pode colaborar para que a empresa em que trabalha ou para as quais presta consultoria/serviços possa(m) fazer sua transformação digital? Pense nisso. É decisivo! É pra já!

Obs.: Com dados de matéria de capa da Revista Consumidor Moderno n°225, junho de 2017.