Vaga aberta para redator publicitário

Redator Publicitário

A Quero Educação é uma startup brasileira de marketing educacional que desenvolve soluções para instituições do ensino superior. Seu principal produto é o Quero Bolsa, marketplace que ajuda futuros alunos do Brasil inteiro a escolher o curso ideal, por um preço que podem pagar.

Reune talentos do Oiapoque ao Chuí em sua sede, que fica em São José dos Campos – SP.

O Redator Publicitário, irá planejar e executar estratégias de otimização com foco na aquisição de tráfego orgânico qualificado para nossos sites e canais, o principal deles sendo querobolsa.com.br. Haverá uma interação constante com as áreas de produção de conteúdo, design, produto e desenvolvimento.

COMO SERÁ O DIA A DIA?

Será responsável pela elaboração dos materiais de comunicação do Quero Bolsa;
Caberá a essa pessoa desenvolver as peças de comunicação, campanhas e identidade visual da empresa junto com a equipe de designers e atendimento;
Planejamento e criação de conteúdo para mídias sociais – facebook, twitter e revista eletrônica;
Desenvolvimento de conceitos para campanhas publicitárias 360;
Contribuição em Brainstorms;
Participação efetiva no desenvolvimento de planejamentos;
Revisão de textos.

NO QUE VOCÊ PRECISA MANDAR BEM?

Conhecimento em técnicas de texto e redação;
Facilidade em criar textos curtos, criativos e diretos;
Desenvoltura para falar;
Bom relacionamento com equipe;
Ser proativo, antenado, informado e ter domínio da língua portuguesa;
Inglês para leitura é um diferencial.

O QUE OS COLABORADORES TÊM?

Cozinha (alimentação)
Alojamento
Jogos (video game, pingue-pongue, arcade etc)
Ambiente descontraído
Snacks e bebidas à vontade
Aula de dança
Aula de inglês
Gente talentosa e feliz
Planos de saúde e odontológico

Inscreva-se para a vaga por aqui

Levantamento feito pela Adobe traz dados importantes

Conteúdo personalizado e marketing orientado por dados são base para boa experiência de compra no varejo, aponta levantamento da Adobe
Após experiências personalizadas em diferentes canais de uma marca, 78% dos consumidores dizem que estão propensos a comprar – saiba mais

Cada vez mais, a experiência de compra tem que ser rápida, fluida e personalizada. Um levantamento da Adobe mostra que, no varejo, não há mais espaço para conteúdo sem relevância e marketing intuitivo: 78% dos consumidores dizem que a personalização influencia suas decisões de compra; 71% preferem comprar produtos com boa nota nos rankings on-line; e 75% esperam uma experiência consistente com uma marca independentemente do canal.

Nesse contexto, a personalização deve ser profunda: 70% dos consumidores consideram a personalização superficial quando ela se restringe ao e-mail marketing; 66% dizem que trocariam uma marca se sentissem que estão sendo tratados como um número; e 73% estão dispostos a substituir uma marca se a experiência de compra não for boa.

Empresas inovadoras estão atentas a esse momento e vêm transformando a forma de se conectar com o público: 78% dos varejistas consultados combinam marketing digital com Analytics; 72% aumentarão o investimento em mobile marketing; e 75% investirão em personalização no contexto mais robusto do marketing orientado por dados, ou seja, personalização multicanal.

O fato é que a boa experiência de compra garante conversão: dos varejistas que apostam em data-driven marketing com foco nas necessidades dos consumidores, 73% aumentam o engajamento de seus clientes nos canais digitais; 53% ampliam as taxas de conversão; 45% registram aumento das taxas de aquisição de novos clientes; e 34% relatam crescimento da receita de seus e-commerces.

“Basta de conteúdo sem sentido. É preciso apostar em conteúdo personalizado, com velocidade, independentemente do canal. O marketing intuitivo morreu. As empresas, hoje, devem investir em marketing orientado por dados. Essa é a melhor maneira de saber o que o cliente espera e precisa”, afirma Gabriela Viana, diretora de Marketing na Adobe Brasil para América Latina.

Confira o Infográfico

Fonte: RMA Comunicação – Vanessa Domingues

Uso das redes sociais na educação

Criadores de conteúdo promovem oficina sobre uso das redes sociais na educação

No próximo dia 09 de novembro acontecerá na Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, em São José dos Campos, a primeira oficina promovida pelo “Vale Influenciadores”, movimento iniciado em setembro e que visa fomentar os produtores de conteúdo da região e auxiliar quem deseja conhecer mais sobre a área.

Depois do sucesso do primeiro evento, a oficina cujo público alvo são os profissionais da educação, contará com três painéis que vão debater assuntos sobre como lidar com alunos viciados em redes sociais e como os professores podem usar as mídias ao seu favor sem perder seu foco principal.

Participantes da última edição do Vale Influenciadores, que aconteceu em setembro na FAAP São José dos Campos

Os painéis serão ministrados por Letícia Zucco, que atua como criadora de conteúdo, editora e assessora de impressa no portal Estante LZ , e por Gabu Camacho, que é editor-chefe e diretor de relações públicas do site Beco Literário, além de professores convidados especialmente para contar um pouco sobre suas experiências.

O evento tem capacidade limitada para 30 pessoas, e vai acontecer das 8h às 9h30, na Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, localizada na rua Quinze de Novembro, 99, no centro de São José dos Campos. Além de confirmar a presença no Facebook, os interessados deverão se inscrever através do link http://bit.ly/oficinaeducacao para garantir a sua entrada, que é totalmente gratuita.

Sobre o Vale Influenciadores
O Vale Influenciadores é um projeto idealizado por Gabu Camacho, do Beco Literário e por Letícia Zucco, do Estante LZ, e realizado em parceria com o fotógrafo Henrique Silva e o blogueiro Gabriel Lucas, do #OGL, que visa promover e fomentar o relacionamento e networking entre criadores de conteúdo e influenciadores de todas as plataformas, sem diferenciação. A primeira edição, que aconteceu em setembro na FAAP contou com a participação de mais de 100 pessoas em um debate sobre o futuro da comunicação.

Sobre a Oficina Redes Sociais na Educação
Data: 09/11/2017
Horário: das 8h ao 09h30
Entrada: Gratuita, com inscrição no link http://bit.ly/oficinaeducacao
Onde: Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo – Rua Quinze de Novembro, 99
Link do evento: https://www.facebook.com/events/176091716283100/
Inscrições: http://bit.ly/oficinaeducacao
Apresentação e Organização: Gabu Camacho e Letícia Zucco
Patrocinadores: Biblioteca Municipal Cassiano Ricardo, Estante LZ e Beco Literário.

Programação
• Painel 01: Como lidar com o vício dos alunos de manterem-se conectados a todo momento?
– Celular: amigo ou vilão?
– Lidando com o vício.

• Painel 02: Redes Sociais: como usar a seu favor na sala de aula?
– Quais as principais redes? Como usá-las?
– Case Luana Helena

• Painel 03: Profissão blogueiros/youtubers, o que é?
– Como lidar com o sonho do aluno em se tornar um influenciador?
– O que é essa profissão?

Fonte: BecoRP & Beco Literário – Gabu Camacho

Via Vale começa a semana com palestra

Gerenciamento de Redes Sociais para ONGs será o tema apresentado

No mundo atual, as Redes Sociais são uma realidade mercadológica. Cada vez mais as empresas querem ter seus serviços, produtos e projetos sendo visualizados por todos. Mas fazer isso sem nenhum conhecimento é difícil e acaba não trazendo os resultados esperados.

E pensando em todos esses aspectos e na necessidade que as ONGs muitas vezes têm em saber estratégias e domínios das ferramentas certas para gerenciar Redes Sociais, o Via Vale Garden Shopping sediará amanhã (10/10), das 18h às 22h, um curso de Gerenciamento de Redes Sociais para ONGs.

A palestra será comandada por Fabricio Oliveira, CEO da Ative Comunicação Estratégica e terá um custo de R$49,90, abordando temas como “Teoria das Redes Sociais”, “Comunicação Interna”, “Estratégia de Engajamento” e muito mais.

As inscrições podem ser realizadas pelo e-mail contato@portalvitrinesocial.com.br ou pelo telefone (12) 99749-1463.

Serviço:
Gerenciamento de Redes Sociais para ONGs – Via Vale Garden
Data: Terça-feira (10)
Horário: das 18h às 22h
Local: Auditório
Investimento: R$49,90

Agência abre vagas

BZ abre duas vagas

A BZ Propaganda & Marketing, agência situada em SJCampos, abre duas vagas para ampliar sua equipe.

Programar também para o mobile é um diferencial

Desenvolvedor web: como migrar para o mobile?

* por Roberto Rodrigues

A demanda por desenvolvedores web ainda é grande, mas como a multidisciplinaridade é uma habilidade requisitada para profissionais de diversas áreas, em TI não poderia ser diferente. Programar também para o mobile é um diferencial, afinal, hoje existem aplicativos disponíveis para as mais diferentes atividades: comunicação, serviços, saúde, finanças, etc. A oferta é grande. Além disso, as empresas também estão interessadas em ter seus próprios apps para melhorar a experiência de seus clientes. Por isso, vale considerar a possibilidade de migrar do desenvolvimento web para o mobile.

Quem se interessa por esta área e já estudou essa alternativa deve ter ouvido falar em apps híbridos, que não são nem móveis nativos e nem puramente web-based, e são criados a partir de frameworks como Ionic ou PhoneGap, por exemplo, que permitem o desenvolvimento multiplataforma. Desta maneira, a partir de um único código-fonte, consegue-se exportar a aplicação para os principais sistemas do mercado. Certamente, este é o caminho mais curto para o profissional interessado em fazer esta transição, mas não é a solução.

Os aplicativos criados com linguagem exclusiva para um sistema operacional, conhecidos como nativos, apresentam mais vantagens para o usuário final. A primeira delas é usabilidade proporcionada pela compatibilidade tecnológica, pois exploram melhor os recursos dos aparelhos, como o envio de SMS, realização de chamadas, acesso à câmera, GPS e notificações push, e desta forma conseguem melhorar a experiência do usuário. Além terem acesso às APIs necessárias para tirar fotos, obter dados de sensores e modificar configurações do sistema.

Outro benefício é o funcionamento off-line, pois estão armazenados no dispositivo. A velocidade também deve ser destacada, pois os apps híbridos dependem da velocidade da internet; e a performance também é aprimorada nos apps nativos – erros e falhas de segurança são menos frequentes. Ou seja, um app nativo é mais rápido e confiável do que os demais.

Certamente, a decisão entre criar um app híbrido ou um nativo depende de diversos fatores, como a necessidade de um processo de criação simplificado, os recursos disponíveis, o tipo de dispositivo utilizado pelo público-alvo ou o tipo de recurso que se pretende implementar.

Contudo, para tomar a decisão é necessário ter habilidade técnica para atuar em ambas as frentes. E desenvolver um app nativo requer conhecimentos específicos, como conhecer programação orientada ao objeto; estudar a linguagem nativa, que pode ser Swift para iOS e Java para Android; conhecer a plataforma de desenvolvimento (IDE, do inglês), para iOS é o xCode e para o Android é o Android Studio, entre outros recursos.

Apenas dominando estas competências o desenvolvedor web consegue ter um bom desempenho na criação de apps e se destacar, estando apto para aproveitar as oportunidades disponíveis no mercado.

*Roberto Rodrigues, CEO da Quaddro – centro de treinamento focado no universo mobile, sendo seus carros-chefe cursos de desenvolvimento de aplicativos em sistemas iOS e Android.

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka

Reforço na área de mídia online

Focusnetwork tem novidade no time

Ariel Marcon, aluno de quarto semestre de publicidade e propaganda da Unitau é o novo nome no time da Focusnetwork Onlife Business Group.

Desde ontem ele passou a dar expediente como Analista de Mídia Online. O jovem já acumulava passagens ACOM (Assessoria de Comunicação da Unitau) e pela Bendertec, onde atuava com marketing interno.

Booktubers atraem grande público para debate sobre leitura no Taubaté Shopping

Nomes de destaque dentro dos canais sobre literatura estiveram no centro de compras para um debate sobre o tema

O mundo está cada vez mais digital e como encontrar espaço para a leitura nesse novo contexto? Esse é o trabalho que os booktubers desenvolvem: eles usam a internet para falar sobre suas grandes paixões, no caso, os livros. No domingo (24), três deles compareceram ao evento “Ler pra quê? ”, do projeto Brain Fitness, para discutir um pouco sobre o mercado, o trabalho que realizam e importância da leitura.

Em pouco mais de uma hora e meia de debate, Isabala Lubrano, Tatiana Feltrin e Danilo Leonardi, que juntos somam mais de 500 mil inscritos em seus canais, contaram sobre suas experiências literárias, deram dicas de leitura e também para quem não tem o hábito de ler. Em meio a muitas risadas e indo de assuntos mais leves como indicação de livros, até os mais sérios sobre o futuro do mercado editorial, os booktubers tiveram a atenção das mais de 100 pessoas presentes. Quem estava no evento gostou, como Thais Inocêncio. “O trabalho deles é muito interessante, de levar a leitura para onde a maioria dos jovens estão, que é na internet. Isso influencia muito para que eles gostem de ler”, avalia.

Para os booktubers, participar de eventos como o “Ler pra quê?” é uma oportunidade de interagir mais com o público que os assiste. “O nosso segmento é bem restrito, então quanto mais eventos acontecem, mais conseguimos fortalecer contatos e divulgar melhor o que a gente faz”, diz Isabela. Tatiana e Danilo completam dizendo que o contato com o público torna tudo mais real. “Ter a chance de estar reunido assim mostra que somos de carne e osso, de verdade e que o que a gente faz não é nada diferente do que outras pessoas podem fazer”, finaliza Danilo.

Fonte: Communicare – Camila Dezze

Investimento em marketing digital

Especialista fala sobre a importância de investir em marketing digital

A internet e, mais especialmente, as redes sociais mudaram a forma como nos comunicamos e procuramos empresas para fazer negócios. Estar on-line atualmente significa visibilidade para sua marca, o que tende a gerar mais interação e vendas.

Segundo Rodrigo Darzi, especialista em marketing digital e sócio da agência digital IMMA, a internet modificou muito nossos hábitos de compra e marcas que desejam ser vistas precisam ser digitais de alguma forma. “Ter um site ou uma página social passou a ser sinônimo de credibilidade. Quando procuramos por uma empresa na internet e não achamos, logo a olhamos com desconfiança”.

Porém, segundo Rodrigo, simplesmente ter um site ou página social não é sinônimo de sucesso. “As informações viajam a uma velocidade impressionante. Isso fez com que nos acostumássemos a querer conteúdos cada vez mais atualizados. E quando entramos num site ou na rede social de uma empresa e vemos que última atualização já foi há muito tempo, isso causa uma péssima impressão”.

Também vale lembrar que os mecanismos de busca levam em consideração a periodicidade de atualização de uma página para classificá-la nos rankings de busca. “Ou seja, quando você fica sem atualizar seu site também acaba perdendo posições no Google, diminuindo a possibilidade dos usuários acessarem sua página”, comenta.

Neste sentido, Rodrigo explica que empresas e marcas que querem alcançar um sucesso real precisam investir numa estratégia personalizada de marketing digital. “Esse trabalho vai fazer um estudo profundo sobre os objetivos da empresa e seu público-alvo para indicar os melhores caminhos a serem tomados”.

O especialista ainda explica que, apesar de muitas empresas ainda verem o marketing digital com desconfiança e considerá-lo um gasto extra, o certo seria aceita-lo como investimento para gerar lucros a médio e longo prazo. “Uma marca que está on-line está sempre pronta para ser reconhecida, gerar negócios e obter lucros, o que não é possível de ser alcançado de outra forma num mundo cada vez mais conectado”, finaliza.

Artigo trata da importância dos chatbots

Chatbots: adote ou fique para trás

*Por Wellington Alves

Atualmente contamos com diversos aplicativos baixados em nossos smartphones e muitos deles possuem funções bastante específicas, como os de previsão do tempo, para solicitar táxi ou até mesmo para pedir comida. Mas em breve este cenário deve mudar e estes apps serão substituídos pelos chatbots – você já ouvir falar deles, não é mesmo?

Os chatbots são software de comunicação que conversam com os usuários dentro de aplicativos de mensagem, buscando usar uma linguagem o mais próxima possível do natural – eliminando a impressão de que se está interagindo com um programa de computador. Apesar de não percebermos, eles já estão em nosso dia a dia. Dados do Gartner Institute apontam que, até 2020, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático.

Sabe aquelas caixas de diálogo “posso ajudar” que alguns sites e aplicativos possuem? São chatbots. Assim como a recarga de celular realizada por mensagem, por exemplo. Esses são os tipos de software mais frequentes nos dias de hoje. São programados para entenderem comandos pré determinados. Por isso, têm sido bastante utilizados para atendimento aos clientes em um primeiro nível.

Já os mais sofisticados – e menos comuns – utilizam inteligência artificial e machine learning, aprendem a cada conversa realizada e vão aprimorando suas interações. Nestes casos, podem ser utilizados para realizar campanhas de marketing, vendas, pesquisas de opinião e satisfação, qualificação de base de dados e também para o entretenimento.

Apesar de serem os substitutos naturais dos aplicativos – há quem diga que já estamos na era pós-apps – os chatbots não facilitam apenas a vida dos usuários. As empresas também se beneficiam e muito desta nova tecnologia. Afinal, não é novidade que a automatização de alguns serviços resulta em redução de custos. Por isso, têm sido tão utilizados no atendimento aos clientes. As demandas mais básicas podem ser atendidas pelo software, que transfere o contato quando as solicitações forem mais complexas. Outra vantagem é a escalabilidade, pois está disponível 24X7 e pode realizar atendimentos simultâneos.

O fato é que os chatbots serão o futuro da interação entre as marcas e seus clientes. E todos serão beneficiados. Os usuários certamente se adaptarão com mais facilidade, pois já estão acostumados com os apps de mensagem. E as companhias, independente do porte e da área de atuação, serão impactadas mais cedo ou mais tarde. Diante disso, é importante não perder tempo, pensar fora da caixa e avaliar qual a melhor forma de implementar esta tecnologia de acordo com o perfil de cada empresa.

* Wellington Alves, Head de Automação da Indigosoft, startup que oferece soluções de automação digital, focadas em simplificar o trabalho diário de empresas de todos os segmentos, além de consultoria especializada. Mais informações em: http://www.indigosoft.tech