Taxa de penetração das redes sociais na América Latina é de 66%

Dados apontam que o Instagram é a rede preferida dos brasileiros e que o número de usuários aumentou em 230%

Dar aquela “olhadela” nos aplicativos sociais durante as folgas do dia já virou rotina. Por isso, o Cuponation, plataforma de descontos online, reuniu os melhores dados sobre o Instagram – que é uma das redes sociais mais utilizadas.

O Statista, portal online de estatísticas, revelou um levantamento feito este ano sobre a taxa de penetração das redes sociais em regiões do mundo todo. No ranking, a penetração das mídias sociais na América Latina ficou em 3º lugar, com cerca de 66% da região usufruindo dos apps do gênero.

Surpreendentemente, a Ásia Oriental e a América do Norte disputam o primeiro lugar da lista, com 70% de inserção das redes nas regiões. O segundo lugar ficou com o Norte da Ásia, com 67%. Por último ficou a África Central, com apenas 7% da população utilizando esse tipo de serviço de comunicação. A taxa da média global ficou em 45%.

Uma segunda pesquisa também feita pelo Statista registrou que em janeiro de 2019 o Instagram, em conjunto com a ferramenta Stories, já havia conquistado 500 milhões de usuários ativos diariamente pelo mundo. Ao comparar este número com o último dado levantado em junho de 2018, em que o número de usuários alcançava 450 milhões, o aumento é de 11,11%.

Entretanto, se compararmos o começo de 2019 com o mesmo período do ano de 2017 (na qual o número de usuários era de 150 milhões), verificamos que em apenas 2 anos a rede social cresceu e ganhou visibilidade em mais de 230%.

O portal ainda divulgou em abril deste ano que os maiores públicos do Instagram são Estados Unidos, Brasil e índia. Em confirmação com este dado, o Statista revela o Instagram é a mídia preferida pelos brasileiros.

O relatório Digital In 2018 já havia publicado que o brasileiro está entre os dois primeiros países no ranking da população que fica mais tempo nas redes sociais, sendo em média mais de 3h e meia por dia.

O Cuponation estimou, em um estudo feito no meio deste ano com 329 jovens brasileiros de classe média com idade entre 18 e 25 anos, que estes costumam passar cerca de 1h30 por dia apenas no Instagram.

No entanto, o aumento de usuários do aplicativo não se dá apenas por causa dos jovens, pois é preciso ressaltar que a mídia social está inovando com novidades para o mercado. Depois de perceber que a forma mais rápida de chegar ao público é por meio das redes sociais, o lojista agora faz sua própria loja online – idéia que agrada à equipe do Instagram, que apoiando o lojista e o consumidor/usuário se beneficia com a tráfego da rede e uma possível monetização.

Hoje em dia, até mesmo marcas como Amaro, Renner, C&A, Zara, entre outras, já possuem um perfil de venda na rede mesmo tendo o próprio site como plataforma oficial. “A ideia é lançarmos, também, campanhas publicitárias destinadas ao público final, inclusive com a realização de eventos”, afirma Beatriz Bottesi, country marketing manager do Instagram no Brasil, em entrevista para o UOL.

Fonte: Cuponation – Giovanna Rebelatto

Recorrência como modelo de negócios para agências

Receita previsível: A recorrência é o futuro das agências digitais

por Alessandra Sadan, vice-presidente da Duda para América Latina

A recorrência é um modelo de negócio que se disseminou nos últimos anos pelas mãos das empresas de tecnologia – mais especificamente, das que trabalham com plataformas SaaS (Software as a Service). Quem assina Netflix, guarda fotos no OneDrive ou tem conta no Spotify está imerso nesse sistema, baseado em pagamentos mais parecidos com uma assinatura para ter acesso a um serviço do que com a compra de um produto. Alguns anos atrás, talvez soasse impossível aplicar o modelo a segmentos tradicionalmente habituados a trabalhar “por job”, como é o caso de certos serviços das agências digitais. Efetivamente, não é. A recorrência, na verdade, pode ser o principal aliado delas na sustentabilidade dos seus negócios.

Image by Megan Rexazin from Pixabay

Depender da prestação de serviços pontuais é uma grande dor das agências digitais. Esse modelo dificulta estimativas de demanda no longo prazo e, principalmente, atrapalha qualquer espécie de planejamento financeiro. Não à toa, aumentar a carteira de clientes recorrentes foi eleito o principal desafio das agências para 2020*. Isso porque o modelo assegura que pelo menos parte da receita seja previsível, garantindo a sustentabilidade dos negócios. Fora isso, manter um relacionamento de longo prazo também eleva as chances de vender novamente para os mesmos clientes – com um custo menor do que adquirir novos contratos.

Presença online por assinatura

Pode soar contra-intuitivo, mas mesmo serviços como a criação de sites podem ser vendidos em um modelo semelhante ao de assinaturas. Pense na situação em que um pequeno empreendedor esteja em busca de presença online para seu novo negócio. Para que possa fazer anúncios pagos, investir em conteúdo para blog ou apostar na gestão de suas redes sociais (que são, esses sim, serviços de marketing digital recorrentes para as agências) o primeiro passo é ter um site. Como criar sites normalmente não é o foco das agências, é comum que indiquem um profissional externo ou demandem uma equipe especializada para um serviço que tipicamente é pontual.

Daí derivam alguns problemas. Colocar um site no ar costuma ser demorado e caro. O pequeno empreendedor, que precisava de presença digital, logo sente que gastou tempo e dinheiro demais só com o primeiro passo. Para compensar, ou busca alguém mais barato para os próximos serviços de marketing digital, ou improvisa internamente com a própria equipe, ou simplesmente adia os planos (quando não desiste deles). Conclusão: a agência perde a oportunidade de vender seus produtos e serviços de marketing digital para esse cliente potencial.

Image by mohamed Hassan from Pixabay

O que aconteceria se a criação de sites fosse assumida pela agência digital em um modelo de recorrência? Usando tecnologia de ponta, é possível fazer isso de maneira escalável, precificando o serviço de forma recorrente. A agência poderia, por exemplo, reduzir o valor cobrado na entrega de um site e diluir a diferença em mensalidades que abranjam também serviços de manutenção (como hospedagem, backup ou segurança). Ou poderia oferecer uma revisão de funcionalidades e layout das páginas a cada ano, na época da renovação de um contrato com pagamentos mensais. Poderia ainda estabelecer diferentes pacotes de serviços de marketing digital, por assinatura, que incluíssem a criação do site.

Pacotes que cabem no bolso

A sensação de que o preço de um conjunto de serviços “cabe no bolso” (assim como as parcelas de uma geladeira comprada no crediário) pode ser decisiva para um pequeno empreendedor contratar uma agência digital. Se estiverem dispostas a mudar a forma como sempre cobraram por certos trabalhos, buscando ferramentas tecnológicas que permitam ampliar seu rol de ofertas sem acrescentar custos fixos elevados, as agências digitais tendem a se beneficiar. As chances de conseguir reter e fidelizar os clientes aumentam. Fora o alívio nas contas, considerando a previsibilidade da receita e dos custos das entregas que precisarão ser feitas ao longo do contrato.

Estarão os clientes brasileiros preparados para contratar serviços como a criação de sites em um modelo de recorrência? Respondo essa pergunta com outra: por que não estariam? Em mercados maduros, como o norte-americano, a recorrência é a regra entre as agências digitais e os jobs, a exceção. Uma assinatura normalmente garante ao cliente ser abastecido com o que há de mais moderno e atualizado no segmento que for – voltemos aos exemplos de Netflix, OneDrive e Spotify. Não seria diferente com as agências. Quanto vale não ter de se preocupar com a manutenção do site? Ou ganhar um site novo todos os anos? Ou ter uma agência que conheça seu negócio, oferecendo todos os produtos e serviços necessários a cada passo da jornada digital? Convencer clientes não é a parte difícil. O maior desafio talvez seja convencer as próprias agências.

* Panorama Agências Digitais Brasil 2020 (Resultados Digitais e Rock Content)

Duda é uma empresa de tecnologia do Vale do Silício que desenvolve soluções para criação de sites de alta performance, com foco em agências digitais e plataformas SaaS.

Fonte: Dialetto – Mariana Segala

Coluna Propaganda&Arte

Você precisa falar com os haters mais do que com os brand lovers?

Você já deve ter ouvido falar do termo “haters”? Possivelmente sim, pois o termo é muito difundido no universo das redes sociais como aquelas pessoas que seguem você apenas para denegrir sua imagem, xingar ou criticar duramente. (com ou sem razão).

Os brand lovers, por sua vez, são os queridinhos da marca, quem protege e defende você de graça. O que às vezes acontece é que nem sempre queremos tê-los ou não lidamos com eles. Quer ver provas disso?

Bem me quer ou mal me quer: como as marcas estão lidando com os Haters?

Com a exposição das marcas nas redes sociais (aquelas que se aventuraram nesse caminho sem volta), vem tem a enxurrada de críticas e alguns elogios. Quem se coloca no meio digital precisa saber se planejar para se comunicar com pessoas de diferentes origens e intenções.

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Os trolls são aqueles internautas que não querem contribuir em nada na construção da sua marca, estão criticando ou falando coisas aleatórias apenas para confundir. Com esse público, é quase impossível conversar.

Os haters podem ter várias origens e a forma que você vai lidar com ele, pode definir o seu sucesso na rede. Um bom exemplo são os cases de Burguer King, Skol, Chevrolet e Sprite.

De Burguer King a Chevrolet, quem está falando dos seus haters sem medo?

No primeiro caso, a rede de fast-food percebeu uma série de críticas sobre um comercial de vídeo que mostrava um trisal, ou seja, um tipo de casal com três pessoas.

O poliamor, que fora criticado, se transformou em poliamigos, fazendo uma sátira e tirando com bom-humor um assunto importante que é o respeito das diferenças.

A Skol já recebia suas críticas dos haters pontualmente, mas ao invés de não escutar, apagar os comentários ou simplesmente “xingar muito no Twitter” a marca resolveu abraçar esses pedidos, colheu todas as reclamações dos produtos e lançou uma cerveja Puro malte, feita para “haters” e pelos “haters”.

Outra empresa que entendeu bem o ambiente digital foi a Chevrolet que apresentou seu novo carro com comentários dos clientes, tentando entender suas intenções e aproveitar o que era válido em um novo produto para mostrar que todo comentário, negativo ou positivo, pode ser um insight para uma melhoria.

Já a Sprite, apresentou um homem, profissional de pole dance que precisa conviver com diversos comentários na internet, de todo tipo: invalidando aquilo que ele faz ou simplesmente sendo preconceituoso. A marca se aproximou da situação e mostrou sua postura, mostrou seu DNA. Tudo a ver como momento de valorização do propósito das marcas que estamos vivendo.

Brand lover indesejado: a sociedade é mesmo incontrolável

Você já percebeu que se posicionar nas redes sociais é complicado. Sempre temos que conter crises, saber ser transparente e lembrar dos objetivos da marca. Se você estiver fazendo algo fora disso, sendo hipócrita em algum momento, as pessoas vão cobrar. Assim, nascem muitos haters, pessoas que dedicam seu tempo e saúde para expor raivas, injustiças ou incompreensões ligadas a sua marca. Mas nem todo brand lover, ou amante da sua marca, pode te proteger desse cenário. Na verdade, o próprio brand lover pode ser um problema. Sabe como?

Veja a nova onda de moda “outfit”. Não são apenas roupas de marca caras e com foco no público urbano e jovem (até adolescente), estamos falando de uma grande tendência que vai conversar com públicos além da classe A, que deveria ser o público-alvo.

Precisamos ir além do público-alvo, haters e brand lovers

As marcas de luxo são um bom exemplo de quando seu público-alvo nem sempre é o grande brand lover. Às vezes, a classe C está mais ligada a uma marca cara do que a classe B ou até A.

Essa busca por status pode gerar brand lovers indesejados, pois essa camada poderá se esforçar para comprar algo original ou fomentar o comércio de réplicas ou falsificados. Mas será que isso é ruim? A marca quer vender não importa para quem?

Nem sempre. Acho que como todo publicitário e “marketeiro” de plantão, precisamos entender as relações da sociedade como algo caótico que merece estudo e ações pontuais. Por exemplo, o crescimento do consumo de classes menores pode sim movimentar altos valores de marcas de luxo, mas nunca esse será o foco da marca, pois ela preza por outros elementos, um estilo que vai muito além da roupa. Na verdade, a roupa acaba sendo um acessório, muitas vezes de menor fidelidade para uma classe maior. Ela tem tantas marcas de luxo que não elege uma favorita. Por incrível que pareça, essa pode ser a realidade de muitas pessoas que consomem, mas estão longe de serem brand lovers.

No final, fica o aprendizado que nem sempre temos os brand lovers que desejamos, mas precisamos reconhecer e tratar todos bem. Como? Daí eu deixo para vocês pensarem em como e se devemos agir quando haters e lovers saem do nosso controle. Como você está lidando com os seus?

Obs.: E não se esqueça, como diria o filósofo dessa geração: “haters gonna hate”. Sendo assim, seja você, seja verdadeiro como marca e siga em frente!

Vaga para estagiar com redes sociais

Bruna Herrera busca estagiário

A influencer/youtuber Bruna Herrera está em busca de estagiário (a) que esteja fazendo  algum dos seguintes cursos:

Marketing
Publicidade e propaganda
Relações públicas

Que tenha conhecimento de redes sociais e edição de vídeos (essencial)
Pró-ativo e responsável

Você pode se candidatar a vaga mandando seu currículo para: brunaherrerasou@gmail.com

Pesquisa mostra relação do brasileiro com as “fake news”

Oito entre dez brasileiros alegam preocupação com “fake news”, revela pesquisa

Segundo levantamento da consultoria Conversion, a televisão é o canal mais confiável de informação para 82,8% da população

Imagem de Gordon Johnson por Pixabay

Pesquisa inédita da consultoria Conversion, especializada em performance e líder em SEO no Brasil, revela que 79,3% dos brasileiros possuem grande preocupação com as chamadas “fake news” (notícias falsas). Entre os canais de informação com maior índice de confiança da população, a televisão é apontada pela maioria (82,8%) como a mídia que inspira mais credibilidade.

De acordo com levantamento “Consumidor Digital 2020”, elaborado entre os meses de agosto e setembro deste ano, 80,2% dos brasileiros confiam em jornais e revistas impressos, 71,9% acreditam nas informações de redes sociais 68,5% dão credibilidade às notícias dos blogueiros.

A pesquisa mostra ainda que 73,2% dos cidadãos buscam informações diversas vezes ao dia nos mecanismos do Google, cujos resultados (orgânicos e pagos) inspiram confiança para 95,2% dos usuários. O estudo aponta também que 93,2% acessam à internet diversas vezes ao dia, tendo o celular como o principal dispositivo para 94,4% dos entrevistados.

Imagem de rawpixel por Pixabay

O wi-fi é o tipo de internet mais utilizado pelos brasileiros, com 69,1% dos acessos, seguindo pelo sistema 4G, com 44,1%. E cerca de 55% afirmaram estourar o plano de dados pela quantidade de acesso e downloads.

“Com a democratização em massa da informação e do conhecimento, propiciada pelo avanço da internet, o brasileiro tem adotado uma postura mais cuidadosa, atenta e conservadora com relação os conteúdos propagados na mídia e na web”, comenta Diego Ivo, CEO da Conversion.

A pesquisa da Conversion ouviu homens e mulheres, acima de 18 anos, de todo o Brasil e todas as classes sociais, a partir de um questionário estruturado com perguntas fechadas e aplicado via internet. O estudo contou com a participação de 395 pessoas, com nível de confiança de 95% e erro relativo de 4,9 pontos percentuais (para cima ou para baixo).

Fonte: Thiago Nassa – Assessoria de Imprensa

Redes sociais servem de inspiração para Skol

SKOL lança latas inspiradas em gírias das redes sociais

Arroba, Fanfiqueira, Biscoiteira, Afrontosa, Atenta ou Embuste? Novo pack de SKOL incentiva pessoas a mostrarem quem são nas internets da vida

Dizem que a arte imita a vida. Mas nos tempos atuais, podemos afirmar que a internet e as redes sociais assumiram o papel de guiar e influenciar a nossa realidade. Inspirada por gírias populares do mundo virtual, SKOL traz para a vida real latas especiais saídas diretamente de sua novela social, a “Tour das Tours”.

Se o conteúdo inédito produzido por SKOL – ao lado de Facebook e da Endemol Shine Brasil – nasceu nas redes sociais (e foi produzido especificamente para a internet), nada melhor do que trazer mais inspirações desse ambiente para a vida das pessoas. Assim, esse pack exclusivo com seis latas de 269ml traz seis gírias muito comuns do mundo virtual: Arroba, Fanfiqueira, Biscoiteira, Afrontosa, Atenta e Embuste. Além da palavra, os consumidores encontrarão o significado de cada uma delas. Afinal, quem é você nas internets da vida?

Esse kit está sendo vendido exclusivamente no site do Empório da Cerveja por R$ 12.

Sucesso na internet, a “Tour das Tours” é uma novela social inspirada nas histórias do LDRV, um grupo da plataforma que conta com mais de 400 mil membros. SKOL é a primeira marca brasileira a acreditar nesse ambiente de conversa da rede social, afinal, o Facebook está cheio de histórias prontas para extrapolar a internet, principalmente dentro dos Grupos de discussão. Com 11 capítulos, o conteúdo conta com roteiro e a produção pensados para o formato vertical para atender o hábito do consumidor de conteúdo mobile. A última parte desse conteúdo entrou no ar nesta segunda-feira, dia 4.

“A novela social de SKOL mostra tudo o que os grupos das redes sociais têm de mais engajador, com histórias reais e muito interessantes. Agora, conseguimos levar para a vida das pessoas alguns elementos que fazem parte dessas conversas virtuais, como essa linguagem única e divertida”, afirmou Leandro Thot, gerente de marketing de SKOL.

Para assistir ‘Tour das Tours’ basta acessar as redes sociais de SKOL. Já é possível conferir os 11 episódios completos.

Ficou na dúvida do que significa cada uma das latas?

– Arroba: pessoa que te faz quase enfartar do coração. Vulgo crush. Já teve outros nomes, como: paquera, paixonite, lance… mas a sofrência é a mesma.

– Fanfiqueira: pessoa cheia dos migué, que adora uma historinha falsa. Nem sempre é ruim: bons fanfiqueiros criam famas dignas de prêmio.

– Biscoiteira: pessoa que faz tudo para hitar no grupo. Exagera, faz drama, tenta ser afrontosa e chamar a atenção. Tudo em nome do like.

– Afrontosa: pessoa que não tem papas na língua. Diz, faz e posta tudo o que lhe convém, sem medo de ser feliz.

– Atenta: pessoa esperando ansiosamente por alguma coisa, alguma tour, algum fato, alguma thread, algum flop ou alguém.

– Embuste: pessoa com atitudes e ideias questionáveis. Alguém difícil de lidar e muito fácil de pegar ranço.

Fonte: Comuniquese – Guilherme Cardoso

Vaga aberta para estágio em MQL

RE9 busca profissional para atuar com MQL

A RE9 – Desenvolvimento Profissional e Gerencial estamos contratando  uma profissional para MQL e que irá atuar “in company” em um dos seus clientes.

A vaga é para trabalhar com qualificação de leads – Marketing Qualified Lead – gerados por campanhas digitais.

É desejável que o candidato a vaga tenha habilidades com redes sociais, atendimento ao cliente, boa comunicação e fluência verbal e desenvoltura.

Mandar curriculo para franciele@danelli.com.br

Os melhores aplicativos para vídeo no celular

Especialista aponta 5 aplicativos para fazer vídeos incríveis usando o celular

Os celulares hoje em dia têm apresentado câmeras com cada vez mais resolução e qualidade de vídeo, o que ajuda a capturar os melhores momentos daquela sua viagem especial com amigos, família e até mesmo sozinho. No entanto, editar estes vídeos sem o auxílio de um computador pode ser uma tarefa difícil se você não tiver o aplicativo certo para a tarefa.

O filmmaker Gabriel Queiroz, conhecido pelo projeto WeGoFilm, revela que para fazer boas edições pode não ser necessário ser um expert em softwares profissionais e nem mesmo ter um computador à mão: “com o aumento do uso do celular e também do poder de processamento dos mesmos, é possível fazer boas edições usando o próprio aparelho, sem necessariamente ser um expert. Dentro das limitações do formato e de captação, é possível fazer bons videos usando apenas o celular sim”, comenta

Gabriel Queiroz

Gabriel conta que com os mais recentes softwares disponíveis nas lojas de aplicativos das principais plataformas, como iOS e Android, é possível transformar todo o conteúdo gravado com o celular em vídeos com efeitos de transição, apresentações em slides e até mesmo trilha sonora.

O filmmaker fez uma lista com cinco dos aplicativos melhor avaliados pelos usuários e disponíveis para iPhone e celulares Android. Confira:

1- Quik

O Quik é um aplicativo de edição desenvolvido pela GoPro, que pode ser usado com vídeos feitos em praticamente qualquer aparelho, não somente com a famosa câmera GoPro. Através do app é possível juntar vídeos, fazer apresentações com fotos, aplicar transições, colocar uma trilha sonora, legendas, textos, sem precisar ter prévia experiência com edição de vídeos, de uma forma intuitiva.O app é totalmente gratuito.

2 – FilmoraGo

O FilmoraGo procura trazer para a experiência mobile a mesma interface e experiência do usuários das suas versões para Windows e macOS e permite a edição de vídeos e apresentações até mesmo a partir de postagens do Facebook e do Instagram.

O app é um editor de vídeo poderoso e traz diversas ferramentas especializadas e filtros, embora seja bastante simples de usar graças a opções de automatização e sugestões. O FilmoraGo é gratuito, mas oferece compras no app de filtros adicionais.

3- Adobe Premiere Clip

Disponível para Android e iPhone, o Premiere Clip tem uma interface intuitiva e simplificada, oferecendo recursos automatizados, O app é gratuito e oferece 2 GB de armazenamento gratuito na nuvem, através da conta Creative Cloud.

4- YouCut

Exclusivo para usuário do sistema Android, o YouCut é um dos aplicativos mais bem cotados desta lista. Suas ferramentas permitem cortar e unir vídeos, inserir trilha sonora, molduras, efeitos e transições em suas apresentações. Ele conta com um compressor de vídeo, voltado especificamente para o compartilhamento dos arquivos em apps de mensagens instantâneas, como WhatsApp e Telegram, principalmente para evitar o consumo da franquia de dados desnecessariamente. O YouCut é gratuito, mas mostra propaganda durante a utilização. Para se livrar dos anúncios é preciso pagar R$ 9,99.

5- iMovie

Exclusivo para os usuários de iPhone, o iMovie é uma ferramenta poderosa e feita sob medida para os usuários do iOS. Com o iMovie, é possível fazer edições e até mesmo trailers com aspecto cinematográficos usando seus videos gravados no aparelho, com direito a trilhas sonoras licenciadas. A vantagem do aplicativo é sua integração com o macOS e o iOS, assim se você tem um Mac, tem acesso facilitado à sua biblioteca e ao conteúdo armazenado no iCloud, O iMovie se tornou gratuito desde 2017.

Fonte: MF Press Global – Fabiano de Abreu

Semana de Marketing Digital

ACIT realiza 1ª Semana do Marketing Digital

Sempre atenta às inovações para trazer o que tem de mais atual no mercado e auxiliar no desenvolvimento do comércio de Taubaté, a Associação Comercial e Industrial de Taubaté (ACIT) realiza a 1ª Semana do Marketing Digital, um evento repleto de informações e muito bate papo sobre o que há de mais moderno no uso das mídias sociais para negócios.

O evento, que acontece entre os dias 04 e 08 de novembro (segunda à sexta-feira), oferece diversas atividades com foco no marketing digital. Dentre elas:

– Oficina SEBRAE “Facebook Empresarial” – ministrada por Fausto Lulio, Consultor do SEBRAE.

Nesta oficina, o empresário irá conhecer o conceito de Fanpage (página empresarial no Facebook), e terá contato com os principais pontos para gerenciamento da presença de sua empresa nesta importante rede social. Dentre o conteúdo, serão abordados: Potencial e oportunidades para negócios; Características e alcance do Facebook; e Conhecendo o gerenciador de anúncios.

– Palestra: Consumidores e empresas no ambiente digital – Ministrada por Vitor Chinaglia, Fundador da Ozem Marketing e Diretor de Assuntos de Marketing da ACIT.

O tema será trazido para que os empresários possam compreender os novos comportamentos do consumidor, as novas formas de se realizar negócios pela internet e como as empresas precisam atuar para atingir seus objetivos e conquistar esse novo consumidor.

– Bate papo sobre Marketing Digital. Tendências e desafios do mercado regional.

Sob a mediação de Vitor Chinaglia (Fundador da Ozem Marketing e Dir. Assuntos de Marketing da ACIT), os convidados Diego Fernandes e Lucas Rodrigues (Diretores da Agência Casa 33), Davi Luz Soares Azevedo e Pedro Luz Soares Azevedo (Coordenadores de Vendas e Relacionamento e Comunicação e Marketing da escola Fisk) e Bruna Abifadel (Assessora de Imprensa da ACIT) irão discutir, nesse bate papo, quais das previsões feitas para o mercado nesse ano de 2019 se confirmaram, bem como as principais tendências para os próximos anos dentro do cenário de Marketing Digital. Além disso, irão abordar quais são os maiores desafios do mercado regional nesse cenário que está em constante mudança.

– Oficina de Marketing de Conteúdo e Comunicação Assertiva Nas Redes Sociais – ministrada por Karina Bizarria, Jornalista, Coach de Comunicação Assertiva, Celebrante e Palestrante.

Durante o curso, serão apresentados temas como Marketing de Conteúdo: Saiba o que fazer para engajar o seu público e ganhar visibilidade nas redes sociais; e Comunicação Assertiva: Saiba como se comunicar com o seu cliente de forma objetiva e eficaz.

Painel: Conteúdo Audiovisual na Comunicação das Marcas

Novamente Vitor Chinaglia comanda o bate papo com os convidados Luis Henrique da Silva e Marcelo Haruo Tomita (Sócios da Agência Central Marketing), Tiago Crepaldi e Nicoli Motta (Sócios da empresa Jobshot) e Susan Peloggia (Fundadora da Escola Educar e Crescer

Mediador), em que irão discutir o conteúdo em vídeo, que dominou a internet e se tornou tendência para todas as empresas. Ainda irão apresentar estratégias que as grandes marcas e influenciadores estão utilizando para atrair clientes através dos stories nas redes sociais.

Oficina: Destaque sua marca nas redes sociais: estratégia, criação e resultados – ministrada por Débora Salles e Beto Rezende, Sócios da Box 28 Estúdio Criativo.

Nessa oficina, os participantes irão aprender a criar campanhas e ações criativas para conquistar, engajar cada vez mais os seguidores e obter o máximo de resultado nas redes sociais. Os palestrantes irão apresentar, ainda, as mudanças nas métricas digitais e como medir os resultados das campanhas.

O evento, realizado em parceria com o SEBRAE, acontece no auditório da instituição, sempre das 19h às 22h. As vagas são limitadas e podem ser feitas diretamente na instituição até o dia 01 de novembro, sexta-feira. Associados ACIT tem desconto e facilidades no pagamento. Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones (12) 2125-8210/8211.

Vaga de estágio em Comunicação

Supera está em busca de estagiário

A Supera Ginástica para o Cérebro está com vaga de estágio aberta para quem está cursando JORNALISMO, PUBLICIDADE E PROPAGANDA, MARKETING ou RELAÇÕES PÚBLICAS.

A vaga de estágio é para atuar em atendimento.

Requisitos:

– Fazendo faculdade na área de marketing, publicidade e propaganda, jornalismo ou relações públicas
– Experiência com produção de textos
– Familiaridade com redes sociais
– Gostar de se relacionar com pessoas

Combina com você?

Envie seu currículo para isabella.comunicacao@metodosupera.com.br com assunto VAGA ESTÁGIO COMUNICAÇÃO