Gifs melhoram a comunicação

Gifs viram recurso coringa para tornar comunicação com clientes mais divertida, expressiva e humanizada

Arquivos de vídeo super curtos e leves possibilitam retratar emoções complexas, tornar a conversa mais informal e receptiva, além de construir uma relação mais próxima com os consumidores nos canais de atendimento digitais

* Por Renato Shirakahsi

Uma imagem vale mais do que mil palavras. O ditado é tão conhecido quanto o fato de que os vídeos são o tipo de mídia predileta para a comunicação no ambiente digital. Mas como não dá para conversar por meio de trechos de filmes e séries de TV, os GIFs assumem o papel de transmitir emoções complexas e dar mais humanidade às conversas entre empresas e clientes.

Renato Shirakashi – Criador da Scup e General Manager da Sprinklr

Esses clips curtos e leves estão virando uma peça coringa para empresas que buscam inovações para o relacionamento e atendimento ao cliente. E a linguagem usada nas conversas está entre os fatores que precisam ser revistos e renovados, já que é parte fundamental para a boa experiência do consumidor.

A criação de experiências mais relevantes para os clientes, inclusive, foi o mote da criação do Scup Care, que não só ajuda em uma interação mais ágil, flexível e eficiente, mas também facilita o uso da comunicação por meio de canais que oferecem recursos além da escrita. Isso traz uma série de possibilidades de aproximação e identificação do consumidor. O uso de GIFs, por exemplo, é uma opção inovadora a ser explorada.

Popular principalmente entre os millennials, mas igualmente adorado por consumidores de todas as faixas etárias, a criação de GIFs para a comunicação com o seu cliente pode ser um tiro certeiro e aquele empurrão que você precisava para fidelizar o seu público de uma vez por todas.

Para isso, veja algumas dicas de como você pode aproveitar os GIFs para alavancar a sua marca no processo de atendimento.

Aproveite os gifs para mostrar a personalidade da sua marca
Os consumidores buscam por empresas mais humanas. A criação de um gif que mostre, em imagens, a personalidade de sua marca será um passo à frente a outras que costumam escrever longos textos sobre sua missão e filosofia. A linguagem jovial e contemporânea dessas figurinhas em movimento vão trazer uma boa autenticidade para a sua marca.

Mostre o seu produto
Quer oportunidade melhor para apresentar o seu produto se não por um gif? Em um vídeo de poucos segundos você poderá atrair a atenção e ainda fazer com que a sua apresentação seja compartilhada com mais pessoas.

Faça um pequeno tutorial
As possibilidades na criação de um gif vão muito além do que imaginamos. Com ele podemos não só mostrar o nosso produto, mas também ensinar o consumidor a como usá-lo, de uma forma lúdica e prática. Certamente será mais eficaz do que um texto e mais rápido que um vídeo.

Use as animações para apresentar dados
Em vez de mostrar números em gráficos e tabelas, que tal criar um gif animado para facilitar a vida de seus consumidores? Você pode, por exemplo, fazer um comparativo entre o seu produto e o da concorrência de forma leve e divertida.

Conte uma história
Este é, provavelmente, o uso mais óbvio dos gifs. Utilize fotografias em sequência para mostrar um acontecimento ou passagem do tempo. Grandes marcas têm criado animações para mostrar a evolução de seus logotipos ao longo dos anos, por exemplo.

Ofereça uma prévia
Os gifs carregam um conceito de vídeos em miniatura. Aproveite esse estigma e utilize-o para mostrar uma prévia de um vídeo maior que você pretende publicar. Certamente chamará atenção e aguçará a curiosidade do seu público.

*Sobre Renato Shirakashi

Renato é formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo e desenvolvedor de produtos da área de tecnologia, focadas em melhorar a comunicação entre empresas e consumidores. Hoje atua como General Manager da multinacional Sprinklr, onde tem o apoio e respaldo para a o desenvolvimento da sua principal criação, a plataforma Scup.

Fonte: Motim Conteúdo Criativo – Bruno Lino

PR e ZMOT

Relações públicas em tempos de ZMOT

Na era do Momento Zero da Verdade, quando o consumo é pautado pelas pesquisas online e opiniões na Internet, o profissional de RP precisa de um “upgrade”

*Por Fabiana Macedo

Em um jantar com amigos experimentei determinado vinho pela primeira vez. Anotei o nome e fiz o que quase todos passaram a fazer quando um produto chama sua atenção: pesquisei, comparei preços, li opiniões e peguei indicações de onde comprá-lo. Pude me informar que se tratava de um vinho nacional e premiado, cultivado em uma cidadezinha do interior paulista, Espírito Santo do Pinhal. Depois, visitei a vinícola, entendi seu engenhoso processo de produção e confirmei que o Brasil avança na vinicultura. Tornei-me consumidora do produto e recomendo o rótulo aos amigos.

Mas o que essa história de descoberta de um produto tem a ver com relações públicas? A trajetória que percorri até me transformar em consumidora do vinho passou pelo que o Google batizou de ZMOT (Zero Moment of Truth, ou Momento Zero da Verdade). Segundo o estudo divulgado pela empresa, o processo mental de compra do consumidor mudou. Encerrou-se o ciclo em que o comprador, impactado por um anúncio, se servia de determinado produto na prateleira e então tinha a experiência do uso. Agora, depois de ter conhecimento de que aquele produto existe, o consumidor vai pesquisar. Quem falou, o que falou, quais os benefícios, quais os problemas. Reviews e comentários de quem já teve a experiência passaram a ser mais importantes que nunca.

Mas onde entra a disciplina de Relações Públicas? Esse contexto deixa claro que não são apenas os processos de marketing que devem se adequar à mudança da jornada de consumo para atingir suas metas. Com a internet literalmente nas mãos dos consumidores, a reputação nunca foi tão importante. O estágio que antecede a compra passou a ocupar lugar central no comportamento do consumidor, que é influenciado pelo que acessa e, em especial pelas recomendações embaladas em credibilidade. O boca-a-boca está mais forte do que nunca. O consumidor “mudou de fase”, ganhou complexidade, e faz valer também a dimensão de sua cidadania quando se relaciona com marcas e organizações da sociedade.

Ora, a quem compete zelar pela marca, estabelecer pontes entre os novos e diferentes atores que hoje influenciam a imagem com que empresas e instituições são percebidas? Não importa a atividade, qual é o produto ou serviço, mas ter referências favoráveis e credibilidade é imprescindível para qualquer ator desse complexo ecossistema. As pessoas pesquisam de apartamentos, assistência médica e escolas a canetas e copos. E conforme o uso de celulares cresce, mais as pessoas criam seus próprios guias de bolso, com análises, tweets, blogs, posts nas redes sociais, artigos de jornais, revistas e vídeos de produtos e serviços de todo tipo. Ou seja, o modelo mental de consumo mudou e isso atinge todos os processos de comunicação.

E a atuação dos profissionais de Relações Públicas, está acompanhando essa evolução? Muitos relatos falam de agências que operam de modo tradicional, limitam-se a cuidar do relacionamento com uma imprensa cada vez menos influente e a disparar press releases de modo pouco estratégico, quando muito produzindo conteúdo para perfis de redes sociais.

Buscar novos conhecimentos, esforçar-se para entender o comportamento do consumidor-cidadão, inserir-se na conversa que acontece nas redes é o primeiro passo para propor ações que façam diferença para o cliente. Não se trata apenas de colocá-lo em evidência, mas de fortalecer sua reputação. Uma marca forte, que conta com uma percepção positiva tem vantagem competitiva.

Esse trabalho de “zeladoria”, no entanto, só será efetivo caso a agência esteja aberta para a checagem contínua do que se diz a respeito de seu cliente – e onde fica esse lugar de fala. Para exercer seu ofício de modo eficiente, o profissional de relações públicas precisa abandonar velhas muletas, abrir a mente para a inovação e parar de encarar a tecnologia com aversão. Vai longe o tempo em que bastava saber “vender boas pautas” para os veículos, fazer o cliente ser citado em várias reportagens e a glória era conquistar uma citação favorável em veículo de circulação nacional.

O campo está aberto para um profissional curioso e atento, que seja capaz de transitar do diálogo com editores do que ainda se considera grande imprensa ao convívio com as redes sociais (o que inclui influenciadores que se comportam como estrelas) e ferramentas de monitoramento a cada dia mais complexas. É um cenário que não para de evoluir e se transformar, o que, é claro, causa um friozinho na barriga. Mas quem não encarar esse desafio pode estar abreviando sua carreira.

*Fabiana Macedo é CEO da Punto Comunicação – www.puntocomm.com.br

Coluna Propaganda&Arte

6 fatores que tornam uma série altamente viciante na Netflix

Se há anos atrás o cinema era a arte mais vista por grandes públicos, gerando movimentações financeiras, sociais e culturais, hoje as séries distribuídas on-line pela Netflix e afins, ganham um número cada vez maior de adeptos e até “viciados”.

Quando alguém fala que está viciado em alguma série da Netflix, ele pode estar exagerando ou sendo realmente fiel a um fato constatado pela Neuromarketing Labs, que fez um estudo a pedido de empresas do ramo do entretenimento. A arte de criar episódios mais tensos ou mais emocionantes que o outro, é uma estratégia que gera mudanças reais no corpo humano e teve efeito na maioria dos pesquisados entre 18 e 47 anos.

Os roteiristas de séries já sabem a fórmula: um bom título, personagens cativantes, suspenses e expectativas, grandes episódios de abertura e uma questão a ser solucionada. Todos querem saber o fim da série ou de algum personagem. Essa fórmula pode se repetir em cada episódio para te prender em um looping de emoções e expectativas.

Não podemos esquecer que muitas séries estão se tornando superproduções comparadas aos clássicos do cinema, com altos investimentos que geram igualmente grandes volumes de retorno. É importante entender que são formatos criativos bem diferentes e que geram sentimentos e envolvimentos incomparáveis, mas que transitam em um mesmo universo.

O filme pode gerar uma onda de fãs, movimentar produtos e gerar conteúdo. Já as séries conseguem expandir esse tempo, criar níveis de envolvimento, níveis de interações mais complexas e por mais tempo gerando novos produtos, histórias paralelas, spin-offs, dentre outros subprodutos mais numerosos.

O fator social que a série cria também precisa ser considerada nesse fato de vício. O filme você indica uma vez e pode gerar alguns debates com seus amigos e familiares. As séries te convidam a discutir cada momento, cada personagem, abre diálogos, uma verdadeira corrida para saber quem vai concluir aquela temporada primeiro para trazer um belo “spoiler” antes do outro e não ser prejudicado. Atrelado a isso, podemos colocar também 6 fatores que tornam uma série altamente viciante:

1-Comodidade de assistir em casa e na hora que quiser;

2-Algoritmo da Netflix que indica filmes que realmente são perfeitos para você;

3-Histórias que geram muito suspense e nos envolvem emocionalmente;

4-Apelo social – para fazer parte de um grupo (não ficar de fora do papo da firma);

5-Grandes produções de qualidade superior – a arte na sua melhor forma;

6-Dentre outras (histórias específicas, cenas emblemáticas, momento histórico etc).

Se você ainda não pegou para ver uma série dessas com alto teor viciante, cuidado. Antes de iniciar, aconselho a organizar o seu tempo, preparar a pipoca e escolher uma boa companhia para irem discutindo cada episódio. No final da série, fica aquele gosto de quero mais e a famosa “abstinência”. Qual a série mais viciante na sua opinião? Para mim, foi Breaking Bad (sem trocadilhos).

Dicas de Orkut

5 dicas de como resgatar paixões com novas tribos online

Por Orkut B.

Em tempos tão agitados no Brasil e nas redes sociais, é uma boa ideia oxigenar os ares e estabelecer novas conexões e experiências. Para te ajudar nessa jornada de encontrar novas tribos, novos assuntos e paixões, o visionário em redes sociais Orkut Buyukkokten, criador do antigo orkut.com e da nova rede social hello dá ótimas dicas:

Para o alto e avante!
Novas conexões nunca são demais! Se você mergulhar nas suas redes de contatos perceberá que faz parte de diferentes tribos: a galera do colégio, os colegas de trabalho, os amigos de infância, o grupo da família e a turma daquele curso que você fez anos atrás. Em cada uma dessas comunidades há um assunto em comum que anima a todos, e escolha o que mais te entusiasma para dividir.

Resgate suas paixões
A melhor maneira de começar a se conectar com novas pessoas é entrar em novos grupos online que compartilham interesses comuns. Pense naquela sua paixão que está escondida e que precisa ganhar mais espaço em sua vida? Se você gosta de filme, futebol, animais fofos ou música junte-se a comunidades para discutir esses assuntos e traga uma dose de leveza para seu dia-a-dia.

Enriqueça as discussões
Chega de textão e discussões intermináveis. Se é para comentar que seja sobre aquele filme que acabou de sair nos cinemas, sobre uma receita desafiadora ou as últimas tendências do universo da moda, escolha o que agora faz seu coração pulsar e os dedos digitarem com agilidade e felicidade.

Dê espaço para novas amizades
Nunca é tarde para fazer novas amizades. Se você se identifica com postagens e comentários de um grupo, essa conexão virtual pode se tornar real também! Inspire-se na bem sucedida experiência de uma comunidade de apaixonados por cerveja do app hello, que marcou um encontro em um pub de São Paulo e transformou o papo online em uma experiência offline muito divertida.

Mostre interesse
O mais importante é lembrar de dar importância e demonstrar interesse pelas pessoas, assuntos e comunidades de suas novas conexões. O segredo é saber interagir, mantendo debates enriquecedores e amistosos. O tempo de interação mostrará quão compatível são os interesses de vocês e quem sabe essa conexão vire uma linda amizade?

Fonte: HUG Comunicação Corporativa – Thamiris Rezende

Conheça o Click&Collect

Isso é o Click&Collect: o avanço significativo da estratégia omnichannel

*Por Maurício Trezub

Uma das grandes tendências do novo varejo tem nome conhecido, já é praticada por muitos players do mercado no exterior e ganha força total agora no Brasil. Isso é o Click&Collect! De todas as estratégias omnichannel, este modelo de vendas é o que tem se alastrado em maior velocidade e o que mais tem agradado os consumidores. A rápida experiência de entrada e saída nas lojas – escolher o produto, clicar e levá-lo para casa – que o Click&Collect proporciona é primordial para ter sucesso nos negócios. É perceptível que, com o desenvolvimento das tecnologias, a distância entre os mundos físico e virtual fique cada vez menor.

A empresa Bell and Howell divulgou um levantamento recente, nos Estados Unidos, sobre as razões pelas quais as pessoas realizam uma compra nessa modalidade. Mais de 70% dos entrevistados se identificam como compradores experientes de Click&Collect. Um dos principais motivos para a escolha é a agilidade ao adquirir um produto. Cerca de 88% dos clientes disseram preferir esse tipo de venda. Além de desejarem ter seus itens rapidamente, os consumidores têm uma vasta gama de produtos que antes apenas o e-commerce proporcionaria somados a rapidez da retirada em uma loja física.

Mas, quais são os motivos do consumidor gostar e preferir o Click&Collect, ao invés de comprar em um e-commerce ou ir diretamente na loja física? De acordo com o estudo, em primeiro lugar, está a economia com as despesas logísticas dos envios de produtos, motivo que representou 76% da preferência de compra. Na sequência, aparece a autonomia – hoje, o cliente quer comprar o item e tê-lo no mesmo dia, por isso, este foi o segundo critério, com 54% por cento. Outros motivos, como a proximidade com a loja (50%), seguido pela vantagem de ter uma promoção (24%), a capacidade de devolver a mercadoria imediatamente (16%), além de saber lidar com erros de forma rápida (16%), também foram citados como essenciais durante a escolha.

Fazer o pedido online, retirar o produto na loja que escolher e quando quiser é o que o estimula o consumidor. Diferentemente de um processo comum, em que o e-commerce usa a loja física apenas como ponto de retransmissão da mercadoria, aqui, é ele quem tem o poder durante a jornada. Os entrevistados responderam qual era a duração aceitável de tempo no momento em que eles entravam na loja para buscar seus produtos. Ao todo, 53% desejam pegar o seu item em menos de 10 minutos e outros 25% esperam menos de quatro minutos.

Tudo gira em torno do cliente, que escolhe o que deseja reservar, como deseja, se será pelo site ou pelo aplicativo, se quer retirá-lo na loja e qual horário prefere. Esse conceito de compra já é muito bem conhecido na Europa e está andando a passos largos nos Estados Unidos e em outros países, onde até pequenos comércios de bairro já oferecem o serviço. Como muitas empresas estão competindo entre si, não importando o porte delas, a busca por inovar é essencial para se destacar no mercado. Se até o comércio de bairro no exterior está investindo e adotando tecnologias, por que os comerciantes brasileiros não podem fazer o mesmo? O varejo nacional está ainda em um processo de maturidade, mas acredito que podemos encontrar caminhos para aderir aos poucos às inovações e novas soluções tecnológicas.

Lá fora, um exemplo é a rede de cafeterias americana Starbucks, que mostrou como a integração entre os cenários online e offline pode ser positiva. No ano passado, a empresa que já utilizava um aplicativo próprio, adicionou a funcionalidade do Click&Collect para os seus clientes. A intenção inicial era apenas evitar as filas gigantescas que se formavam nos balcões, mas a mudança acabou estimulando ainda mais as vendas de seus produtos. Os consumidores passaram a ter um novo canal e a opção de realizar as compras via mobile e isso permitiu que eles fossem até o ponto de venda desejado apenas para retirar o seu produto.

Oferecer aos clientes um aplicativo em que por meio de uma identificação e do cartão de débito ou crédito eles consigam escolher, em poucos cliques, a mercadoria que querem e ainda acessar as lojas, é diversificar os seus canais de venda e, acima de tudo, dar novas chances de conversão. Essa é a essência do novo varejo.

Citando algo mais próximo, aqui no Brasil, a Campneus, um dos maiores e mais bem conceituados autocenters do país, também adotou algo similar para seus clientes e teve sucesso. Com 280 pontos de instalação no Brasil, a estratégia é gerar tráfego para a loja física por meio do upsell e agendamento online de serviços de balanceamento, geometria e etc. A experiência mostra que o mercado brasileiro já caminha para esse novo formato e está em uma fase de transição, rumo a transformação digital.

O Click&Collect é o meio mais estratégico e transparente do movimento omnichannel. O caminho é experimentar. A alternativa do varejo é buscar essa integração dos canais de vendas para oferecer as melhores experiências possíveis aos seus clientes e da forma mais natural possível. As empresas que desejam diversificar a sua atuação podem olhar para o seu negócio e se perguntar por onde começar a aplicar o conceito. Os varejistas precisam ser curiosos nesse sentido: tentar, testar e se adaptar. Mesmo que falhas aconteçam nessa jornada, é preciso, e muito importante, fazer esse exercício. Isso é o que ajudará a construir e a atingir o modelo de varejo digital.

*Maurício Trezub é diretor de e-commerce da TOTVS

Fonte: RMA Comunicação – Marina Zimmaro

Vaga aberta para estágio em jornalismo

Estágio em jornalismo

Se você está cursando jornalismo, gosta de escrever é antenado e manja de redes sociais, tem uma oportunidade para você!

A vaga é para área de conteúdo, então tem que gostar de escrever!

Prioridade para residentes em Pindamonhangaba e alunos a partir do 2º ano e lógico disponibilidade para começo imediato.

Se você tem o perfil de ostentar no conteúdo, venha fazer parte da nossa TRIBO enviando seu currículo para thais@pinacomunicacao.com.br até o final do dia 15/06

Tem vaga aberta para atuar em marketing

Vaga para Assistente de Marketing

Necessário:
– Residir em Taubaté
– Conhecimento em Illustrator
– Conhecimento em ferramentas web
– Disponibilidade para viagens

ÁREA DE FORMAÇÃO:
– Marketing
– Publicidade e Propaganda

Interessados enviar currículo para isabela.vilela@grupocetro.com.br

Novo conteúdo em áudio

Pesquisa sobre universo digital

O nosso conteúdo de áudio dessa semana traz dados de uma importante pesquisa realizada sobre o universo das mídias sociais e as marcas/anunciantes.

Vale muito a pena conferir!

 

Vaga para atuar como social media

Deze7 abre vaga

A agência sediada em Taubaté e especializada em digital procura alguém  apaixonado por Internet e Redes Sociais e que entenda de Photoshop.

A preferência é por um candidato que saiba fazer arte (Photoshop e Illustrator) para postagens em redes sociais.

Mande seu currículo e portfólio para contato@deze7.com.br.

Unitau lança websérie

“Dez fatos sobre” traz curiosidades sobre cursos da UNITAU

Escolher um curso que será sua futura profissão é uma responsabilidade que faz parte do cotidiano de muitos alunos do Ensino Médio. Uma forma de ser mais assertivo é conhecer mais sobre a rotina de um universitário. E ninguém melhor para dar essas respostas do que um aluno de graduação.

Foto: Mariana Souza/ACOM

Essa é a proposta da websérie “Dez fatos sobre”, lançada pela Universidade de Taubaté (UNITAU). A proposta é colocar alunos do Ensino Médio da Escola de Aplicação Dr. Alfredo José Balbi para tirar dúvidas e curiosidades sobre os cursos da UNITAU com os próprios estudantes de graduação.

O primeiro episódio sobre o curso de Medicina já está no ar e pode ser conferido no canal do youtube da Universidade. A aluna Isis Paulauskas, do 3º ano do Ensino Médio da Escola de Aplicação, entrevista Amanda Alvarenga, estudante de Medicina da UNITAU. Semanalmente, serão lançados novos vídeos com os cursos que estão com inscrições abertas para o Vestibular de Inverno.

As inscrições para Medicina se encerram nesta sexta-feira, 8. Para os demais cursos, as inscrições podem ser feitas até 13 de julho. Os interessados podem se inscrever no site www.unitau.br

Fonte: ACOM/UNITAU