Infográfico mostra desafios da comunicação interna

2018: Desafios da comunicação interna nas empresas

Quais são os principais desafios da comunicação interna numa empresa? Por que é tão importante investir nesse setor? Não é novidade para ninguém que comunicação é essencial para uma empresa! Mas será que ela é bem aproveitada dentro das empresas? Para saber mais sobre os desafios que todas as empresas vão passar no que diz respeito a comunicação interna , o Contact Telecom preparou um infográfico mostrando aqui os desafios mais enfrentados por colaboradores da área e como melhorar afim de obter o sucesso da sua empresa ou corporação.

Veja o conteúdo a seguir:

Fonte: Assessoria de Imprensa Contact Telecom – Nayrison da Costa

Novos negócios no último trimestre

Via Vale recebe novas marcas no último trimestre

O empreendimento recebeu em suas dependências operações que geraram mais de 200 empregos diretos

Nos últimos dois meses, o Via Vale Garden Shopping ganhou nove novas operações em suas dependências. As novas lojas chegaram para compor o time do mall e geraram mais de 200 empregos diretos para a região.

Entre as inaugurações de novembro está a loja Havan, que chegou com tudo e trouxe inovação e exclusividade de produtos para àqueles que visitam o Garden. A Scaranza veio para o mall para compor o setor de vestuário e tem feito muito sucesso desde então. Além disso o Lava Car Bastos Rimedi e a chocolateria Choco L´Amour, foram as outras duas inaugurações do mês de novembro.

Já em dezembro foram inauguradas cinco novas operações: Super Hot, Sóbrancelhas, Oliver Folheados, Neon Bike e Miss Cake.

Mais inaugurações

E mais duas lojas chegam para compor o mix de operações do Garden. A Nextel inaugurou dia 22 e está instalada no piso 1, em frente ao Walmart. Já a CIA do Churrasco, que vem para reforçar o setor de alimentação, inaugura em breve e ficará próximo à entrada principal do shopping, ao lado do balcão Concierge.

“A chegada dessas novas operações é primordial para a contribuição na queda da taxa de desemprego no Vale do Paraíba. Todas essas inaugurações contribuem para gerar um número alto de empregos e isso ajuda muito a movimentar a economia da nossa cidade”, ressalta Bruna Marcon, responsável pelo marketing do Garden.

Fonte: Pilares RP – Mariana Guedes

Coluna Branding: a alma da marca

As muitas faces da propaganda

Bem-vindos caros leitores ao ano 2018, em tempo, desejo a todos um ano de restauração. Que seja restaurada nossa esperança, a nossa confiança no país, nossa capacidade de trabalhar e desfrutar do resultado de nosso trabalho, enfim, que nossa profissão seja restaurada e ofereça objetivos futuros.

Janeiro ainda é férias, e em nossa primeira coluna tenho como tema a capacidade do mercado publicitário de reagir a crise, se transformando e apresentando caminhos diferenciados, um verdadeiro dragão de muitas cabeças, digno das 7 faces do dr. Lao, um filme clássico das tardes de férias.

As principais redes globais de publicidade deram a boa nova, 2018 chega com perspectiva de crescimento no mercado publicitário mundo a fora, algo entre 3,5 e 4,5% alavancado principalmente pela copa do mundo da Rússia. Para o Brasil esta perspectiva é ainda maior 5%, dado ao fato de termos eleições neste mesmo ano.

Esta seria uma notícia a comemorar em nosso pequeno mercado, se não fosse o fato de que esta “publicidade global” esta cada vez mais centrada em poucos e grandes grupos, o que significa dizer que a grande verba estará nas mãos das grandes agências e um pouquinho mais espalhado no mercado digital, que tem números melhores e mais pulverizados, mas que vive a tendência da integração do on-line e off-line.

Na prática significa dizer que o mercado crescerá para as grandes agências, mas para aqueles que se seguraram fazendo da mídia digital seu porto seguro, com pequena estrutura, vem aí uma nova onda que terá que reinventar tais agências para atender aos demais segmentos muito em breve.

Então você pode me perguntar, por que mesmo assim diz nesta coluna que espera restaurar expectativas no mercado?

Respondo que tenho visto o mercado se metamorfosear com outras formas de empregabilidade para os comunicadores, o que deve dar uma nova face para esta profissão, e que nos pequenos centros tem surgido um outro tipo de agência que me chama atenção e que embora não goste, tem bastante mercado.

Vamos começar pela empregabilidade. No ano passado, menos de 5% dos meus alunos conseguiram emprego em agências de propaganda. O que pode parecer assustador à primeira vista, não passa de um reflexo histórico do que sempre foi a taxa de conversão de aluno de publicidade em profissional de agências de propaganda. A formação dava ao aluno 2 possibilidades: se fosse destacado ia para as agências, mas se não era, ficava nos periféricos fornecedores ou se encontrava no comercial de industrias e do varejo por ter boa técnica de venda.

A boa notícia é que neste mesmo ano, pelo menos outros 20% dos alunos encontrou um caminho distinto e novo, a “houseficação”. Cabelereiros, centros médicos, mercadinhos, lojas do comercio local e pequenas indústrias solicitaram estagiários para a comunicação das suas marcas.

O que em primeiro impacto parece ser um fenômeno das mídias sociais que se transforma em pesadelo de agências digitais, é um caminho mais interessante do que parece.

Para os novos profissionais a “houseficação” oferece o desenvolvimento tanto comercialmente como tecnicamente em marketing e publicidade e ainda dá ao mercado uma tendência à profissionalização, o que pode ser um benefício para as agências no futuro, pois, com um mercado mais profissionalizado, o papel das agências pequenas pode ser muito amparado. Imagine que um pequeno comercio tem seu departamento de marketing que oferece briefing coerente e coordena o trabalho publicitário sem que o atendimento da mesma tenha que fazer a doutrinação do cliente. É um avanço, por linhas tortas, mas é um avanço.

O segundo fenômeno que observei, estou chamando de varejo de marca uma referência ao termo usado por Oswaldinho Rodrigues, conhecido publicitário do Vale do Paraíba, para expressar a marca que usa da propaganda para repetir sua estética no maior número de vezes e na máxima possibilidade de comunicação possível.

Não sei bem se ele já tinha em mente a ideia de que haveriam no futuro essas agências que se tornariam uma espécie de varejo. Mas que este termo define tais lojas de propaganda que vendem serviços em pacotes prontos de criação e produção, não há dúvida.

Posso receber até algumas críticas por incentivar esse tipo de modelo de propaganda pouco diferenciada e nada científica, mas o fato que baratear custo oferecendo volume de materiais e criações diversas e rápidas não está em discordância com um dos princípios da propaganda: a necessidade de frequência e dinamismo.

Se juntarmos os dois fenômenos veremos um cenário muito interessante no futuro próximo. Serão clientes “houseficados” com departamentos de comunicação com funcionários que pelo menos tem formação na publicidade e propaganda, e agências que barateiam o custo por brigarem no mercado varejista, oferecendo produtos diferenciados por preço e volume.

Assim espero em breve ver mais de uma loja de publicidade concorrendo em um mesmo shopping e onde vários comunicadores se encontrando para as compras de suas marcas.

Nesse cenário há espaço para muita gente e um crescimento de volume de investimento que pode superar os míseros 5% que tanto aclamamos. As vezes é preciso olhar para este monstro que surge, pois de perto ele não é nada mais do que a nossa velha e boa a propaganda com suas muitas faces.

Que venha logo o carnaval para que as férias acabem e voltemos logo ao trabalho, que o novo mercado clama por investimento.

Startup Kakau reinventa o mercado de seguros ao apostar em tecnologias como IA e Big Data

Objetivo da InsurTech é oferecer o seguro mais barato e descomplicado do Brasil

Ao falar sobre seguros, a maioria dos brasileiros ainda pensa em muita burocracia e papelada para assinar. Mas a startup Kakau acaba de chegar ao mercado com o intuito de mudar essa visão. 100% digital, a InsurTech (termo que nasceu da junção de insurance – seguro – com technology) se apoia no uso de tecnologias como inteligência artificial e big data para descomplicar a aquisição e o uso do seguro. Com mensalidades a partir de R$19,00, a startup deseja que cada vez mais brasileiros possam proteger o seu patrimônio.

Henrique Volpi, co-fundador e CEO da Kakau Seguros

Por enquanto, a Kakau comercializa seguro residencial, com diferentes planos para casas e apartamentos. Futuramente, outras modalidades de seguros irão entrar para o catálogo da empresa. O principal atrativo para novos clientes é o fato de a plataforma ser muito mais acessível para o usuário, sendo o primeiro seguro por assinatura do mercado, isso significa que, o próprio segurado pode solicitar a aquisição ou o cancelamento do serviço quando quiser através de um computador, tablet ou smartphone.

No caso de um sinistro, a inteligência artificial é utilizada para gerar índices de precisão e facilitar o processo de assistência. Por isso, o serviço é oferecido ao segurado de maneira ágil e transparente.

Vale ressaltar também que o trabalho desenvolvido com a assistente pessoal de seguros Anna, inteligência artificial que realiza atendimentos on-line e está programada para aprender a cada atendimento e, com isso, tornar-se referência em informação e assistência para os clientes da Insurtech, melhorando constantemente a experiência do usuário.

A cada contratação, uma nova doação

Além de descomplicar o conceito de seguro e oferecer aos brasileiros a possibilidade de proteger seu patrimônio com um preço justo e sem burocracia, a Kakau também deseja criar uma comunidade on-line que traga benefícios para toda a população. Por isso, a cada contratação, a startup faz uma doação para a ONG Teto.

Com mais de 10 anos de atuação na América Latina e Caribe, a Teto realiza um trabalho nas comunidades carentes para superar a pobreza e a exclusão, por meio do trabalho conjunto entre voluntários e as famílias atendidas. A ONG constrói moradias mais dignas e cria lideranças representativas para as comunidades.

Três sócios e um investimento de R$ 650 mil

A Kakau Seguros é fruto da união de três sócios: Henrique Volpi, Marcelo Torres e Diogo Russo. A ideia surgiu quando Henrique realizava um curso sobre fintechs no MIT e as InsurTechs foram o seu tema no projeto de avaliação. “Gostei muito do tema e queria trazer algo assim para o Brasil. Quando voltei, apresentei a proposta para o Diogo e o Marcelo e juntos desenvolvemos o negócio. Para começar, realizamos um período de testes e depois recrutamos uma seguradora e uma corretora como parceiras estratégicas”, explica Volpi. Com lançamento oficial realizada no mês de setembro, a Kakau conta atualmente com mais de 1.000 usuários cadastrados.

Sócios: Marcelo Torres, Diogo Russo e Henrique Volpi

Para a estruturação e lançamento da empresa, os sócios não contaram com nenhuma ajuda externa, investindo R$ 650 mil reais próprios. Agora em 2017, a empresa já conta com apoio de anjos e pretende aumentar isso em 2018.

Sobre a Kakau Seguros
A Kakau é uma empresa de tecnologia que convida você a ter um futuro seguro. Primeira InsurTech brasileira 100% digital, a plataforma oferece acesso rápido e fácil para que o próprio segurado consiga solicitar ou cancelar serviços. A seguradora inova também ao fazer o uso de tecnologias como inteligência artificial e big data.

Com planos a partir de R$19,00 para seguro residencial, a startup tem como objetivo oferecer a cada vez mais brasileiros a possibilidade de protegerem seu patrimônio com um preço justo e sem burocracia. Saiba mais no site: https://www.kakau.co/

Fonte: Conecte – Eliane Tanaka