Dança das cadeiras

Mulheres em foco

Nesta edição do Dança só deu elas. Vejam as profissionais que estão mandando bem demais no mercado de comunicação e marketing.

A jornalista Ariane Caldas acaba de assumir o cargo de Analista de Marketing Comercial na Monthac Salas Limpas. Ela estava atuando anteriormente na Quero Educação.

Outra jornalista, Carolina Tavares,  passa a atuar como Assessora Comercial na Bevel – Criação e Marketing, em Taubaté.

E a publicitária Gabriela Torres, que estudou e iniciou carreira no Vale do Paraíba,  agora passa a ser Gerente de Conteúdo na Prodweb, em Passa Quatro, MG.

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Agência busca analista de comunicação jr

Supera abre vaga para analista de comunicação

Agência procura um profissional recém-formado para atuar em um de seus clientes do setor de Higiene e Saúde. A vaga é para atuação em São Paulo.

O que esperamos?

– Recém-formado em Comunicação Social – Jornalismo, Relações Públicas, Publicidade ou áreas correlatas
– Experiência em redação de textos jornalísticos (sugestão de pauta, apuração, redação) e rotina de Comunicação Interna
– Proativo e organizado
– Visão crítica e analítica
– Conhecimento do Pacote Office

Diferenciais:
– Inglês intermediário
– Experiência anterior em agências de Comunicação

Interessados deverão enviar currículo para selecao@superacomunicacao.com.br, até 13/07, com o nome da vaga.

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Evo Estágios disponibiliza vagas

Empresa de integração empresa-escola busca estagiários

A EVO ESTÁGIOS, uma Agência de Integração Empresa Escola, disponibiliza quatro vagas nas áreas de publicidade e propaganda,marketing e design gráfico. Confira:

1. VAGA DE ESTÁGIO EM TAUBATÉ: NÍVEL SUPERIOR EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA/ DESIGN GRÁFICO E CURSOS RELACIONADOS NA ÁREA DE MARKETING.

HORÁRIO: 09:00 – 16:00

BOLSA AUXÍLIO R$800 + AUXÍLIO TRANSPORTE R$150,00

PERFIL DA VAGA: CRIATIVO, COMUNICATIVO, RESPONSÁVEL E DINÂMICO.

EXIGÊNCIA: CONHECIMENTO EM EDITORES DE IMAGEM

ENVIAR CURRÍCULO: recrutamento.evoestagios@gmail.com

CADASTRE O CURRÍCULO: https://www.evoestagios.com.br/cadastro_de_curriculo/

2. VAGA DE ESTÁGIO EM TAUBATÉ: NÍVEL SUPERIOR EM PUBLICIDADE E PROPAGANDA/ DESIGN GRÁFICO E CURSOS RELACIONADOS NA ÁREA DE MARKETING.

 

HORÁRIO: 09:00 – 16:00

BOLSA AUXÍLIO R$700 + AUXÍLIO TRANSPORTE R$100,00

PERFIL DA VAGA: CRIATIVO, COMUNICATIVO, RESPONSÁVEL E DINÂMICO.

EXIGÊNCIA: CONHECIMENTO EM EDITORES DE IMAGEM

ENVIAR CURRÍCULO: recrutamento.evoestagios@gmail.com

CADASTRE O CURRÍCULO: https://www.evoestagios.com.br/cadastro_de_curriculo/

 

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Artigo trata de inteligência artificial e jornalismo

Inteligência artificial no jornalismo: atravessamos a mais recente fronteira tecnológica, e agora?

por Guilherme Carvalho*

O dilema entre seres humanos e máquinas é, sem dúvida, um dos mais instigantes temas da modernidade. Seja por instrumentos movidos por força mecânica, a vapor, carvão, ondas eletromagnéticas, eletricidade, bytes ou algoritmos, este assunto é motivo de medos e, ao mesmo tempo, fascínio. Filmes como “Blade runner” (1982), “Matrix” (1999), “A.I. Inteligência Artificial” (2001), “Eu Robô” (2004) e “Ela” (2013), além da série “Black Mirror” (2019) não fizeram sucesso à toa. Além dos efeitos especiais, são produções que tocam na ferida e apontam para um futuro possível na convergência humana e tecnológica, geralmente retratada de modo conflituoso.

Como é característica de toda polêmica, este assunto é permeado por um dualismo. Parafraseando Umberto Eco, os “apocalípticos” tendem a traçar um futuro sombrio, no qual o trabalho humano se torna obsoleto. Para muitos destes, as máquinas são inimigas e o discurso soa conservador, percepção que remete aos tempos de ludismo, quando operários resolveram quebrar máquinas de tear no início do século XIX ao notaram que estavam sendo substituídos.

Esta percepção muitas vezes pessimista é confrontada pelos “integrados”, que tendem a ver os benefícios do desenvolvimento científico e tecnológico, sobretudo para o mundo dos negócios. Para estes, o uso de máquinas, robôs, e outras tecnologias é imperativa e um caminho sem volta que deve ser considerado como o futuro da humanidade. Temos então uma visão mais otimista que se referencia nos benefícios que isto pode trazer.

Eu, que não gosto de ditados populares, principalmente aqueles que reforçam o senso comum, me rendo em busca de uma frase que possa explicar de forma simples meu pensamento. “Nem tanto ao céu, nem tanto à terra”, meus amigos.

O jornalismo, atividade profissional como poucas que trabalha no tratamento da informação, vive intimamente uma relação de amor e ódio com as tecnologias. De um lado, acelerou a produção de conteúdos, facilitou o acesso a dados e fontes de informação, diversificou as atividades destes profissionais, expandiu de forma ilimitada a circulação de produtos jornalísticos, comprimiu tempo e espaço aumentando a produtividade. Ninguém negaria que estes são bônus colecionados ao longo dos anos para o jornalismo. Entretanto, vemos também as demissões de jornalistas, o esvaziamento das redações, a explosão de notícias falsas e desinformação, o cenário de hiperconcorrência midiática, o fim do monopólio da informação e as crises do modelo de negócios, entre tantos fatores que impactam negativamente a profissão.

A mais recente fronteira tecnológica atravessada pelo jornalismo é a do uso de inteligência artificial (IA) para a produção de notícias. Acontece que comparado a outras áreas como a indústria, o mercado financeiro, a medicina e a engenharia, o negócio jornalístico está ainda engatinhando. Apesar que devemos reconhecer as iniciativas que já circulam em nosso meio. É o caso da Narrative Science, empresa norte-americana que processa dados e os transforma em textos noticiosos. A agência Associated Press utiliza a ferramenta Automated Insights. O Washington Post, o Heliograf. O Los Angeles Times, o Bot Quake, que produz pequenas notas sobre tremores de terra. CNN, Forbes e The Wall Street Journal também já utilizam estes recursos. Em um nível intermediário, encontramos iniciativas como a Local Labs que opera pequenos jornais regionais e oferece edições locais e outros serviços para jornais de metrôs nos subúrbios. Também a ProPublica, que inspira vários projetos brasileiros, já utiliza um aplicativo de notícias, a Opportunity Gap. Estes exemplos são empregados desde 2009.

No Brasil, tirando alguns poucos casos (um exemplo é o Aos Fatos, que oferece aos leitores um robô checador de informações chamado “Fátima”), o assunto ainda é um tabu entre muitos jornalistas e pesquisadores. Parte deste silêncio se deve ao desconhecimento sobre o assunto. Termos como Machine learning e NLG e mesmo a utilização de algoritmos são pouco tratados no meio. Talvez, seja esta a sina expressa naquela velha máxima jornalística de que o jornalismo fala de tudo, menos de jornalismo.

É o que explica porque notícias que apontam a adoção de Inteligência artificial no jornalismo causem ainda arrepios. O episódio mais recente foi o anúncio da Microsoft Notícias e da MSN e que estaria demitindo 50 jornalistas para substituí-los por IA. Casos semelhantes já haviam sido publicados em outros lugares. A editora portuguesa MotorPress já havia sido denunciada pela demissão de 28 funcionários em 2009 pelo mesmo motivo.

Um dos desafios atuais, portanto, daqueles que vivem o meio jornalístico, seja profissional ou academicamente, é justamente o de entender o uso destas ferramentas e compreender de que maneira podem ser utilizadas para o bem do próprio jornalismo. Se partirmos da premissa descrita pelo pesquisador finlandês Carl-Gustav Linden, ou seja, de que se trata de um sistema regido por “um conjunto de operações autossuficientes a serem desempenhadas passo-a-passo, como cálculos, processamento de dados e raciocínio automatizado – um conjunto de regras que definem precisamente uma sequência de instruções que serão compreendidas por um computador”, perceberemos que a ação humana é insubstituível. Afinal, quem programa estes sistemas, quem define o que é mais ou menos relevante, qual estrutura hierárquica de informações deve ser considerada na elaboração do conteúdo?

Não perceber esta realidade pode relegar os jornalistas a um papel secundário neste processo, enquanto programadores, engenheiros, gestores e tecnólogos da informação, entre outros profissionais, assumirão este posto.

A partir de uma compreensão mais técnica, podemos vislumbrar o uso destas tecnologias no processamento de grande volume de dados, a busca de informações em bases restritas ou segmentadas, o acesso a informações de arquivos históricos, na checagem de informações e declarações de autoridades, na produção de notas complementares que podem ser somadas a reportagens e outros conteúdos. Enfim, são várias as possibilidades.

Estou convencido de que ponto fundamental deste debate deve seguir no sentido de compreender os aspectos técnicos da IA associado aos princípios éticos do jornalismo e seu caráter de interesse público, que incluem a honestidade para com os consumidores de produtos jornalísticos. Nesse sentido, é preciso superar o dualismo entre humanos e máquinas e começar a pensar sobre as aplicações e implicações desta associação, reconhecendo o papel do trabalho humano, crítico, criativo, sensível às condições sociais e aos mais variados contextos.

A superação destas limitações pode não apenas apontar a superação da crise de legitimidade do jornalismo aberta com a difusão da internet, mas colocar o jornalismo de fato no século XXI, associando precisão, volume e rapidez, aspectos que caminham de braços dados com a sustentação financeira e relevância social dos veículos.

*Guilherme Carvalho é pós-doutor em Jornalismo e coordenador do curso de Bacharelado em Jornalismo do Cento Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação

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Especialista dá 5 dicas para reconhecer as fake news

Pesquisa diz que 62% dos brasileiros não sabem reconhecer notícias falsas

As notícias falsas têm ganhado cada vez mais credibilidade entre os brasileiros. De acordo com um estudo feito pela empresa de cibersegurança Kaspersky, 62% dos brasileiros não sabem reconhecer uma fake news. Além disso, segundo o Massachusetts Institute of Technology (MIT), as notícias falsas circulam 70% mais do que as notícias verdadeiras na internet.

Por isso, é preciso estar atento e entender como descobrir se as notícias compartilhadas por amigos, familiares e conhecidos, são verdadeiras ou não. Para isso, a professora do curso de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis, dá cinco dicas de como verificar uma fake news. Confira:

DICA 1

Verifique se essa notícia é recente ou antiga. Muitas vezes a informação não é falsa, só é antiga. Após esse texto, foi publicada alguma atualização que seja mais recente? Então antes de repassar algo para frente, analise quando o texto foi escrito e se houveram atualizações. O Google Notícias pode ajudar nessa verificação.

DICA 2

Isso realmente é uma notícia? Não é uma propaganda que parece uma notícia? Cuidado com o compartilhamento de “notícias” de produtos milagrosos que se disfarçam de informação. Além disso, analise se o produtor do conteúdo tem credibilidade, se a fonte é confiável. Prefira repassar informações verificadas por grandes canais de comunicação.

DICA 3

Muitas informações disponíveis na internet são análises pessoais, e não informações baseadas em dados. Essas não necessariamente são falsas, mas têm uma intenção clara pelo autor que expôs sua opinião.

DICA 4

Se uma notícia é verdadeira, vários canais de comunicação a publicarão. Antes de compartilhar, faça uma breve pesquisa e analise essa questão. Neste momento, leia as várias versões de uma mesma notícia para ter a sua opinião sobre.

DICA 5

Tem muitos erros de português? Pelo link conseguiu ver que o nome da empresa está incorreto? Desconfie.

As notícias falsas são muito atraentes, por isso são tão compartilháveis. É importante verificar antes de repassar, afinal nem sempre as pessoas que receberão sua mensagem pensarão em verificar a veracidade, antes de compartilhar com ainda mais gente.

Fonte: Página 1 Comunicação – Lorena Oliva Ramos

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Jornalista descomplica a economia no Instagram

Jornalista do Vale do Paraíba ensina economia no Instagram

Aproveitando o período de quarentena, o jornalista Gabu Camacho de São José dos Campos ensina finanças pessoais de graça nas redes sociais

A pandemia do novo coronavírus (COVID-19) fez as pessoas pararem na chamada quarentena, em que muitos estão ficando em casa e realizando suas atividades por meio do computador. Trabalho, escolas e universidades tem adotado cada vez mais os métodos de ensino à distância, que motivam as pessoas a consumirem mais conteúdo na internet.

Com base nisso, o jornalista Gabu Camacho, de São José dos Campos, também usou das ferramentas online para repassar seus conhecimentos em economia e finanças pessoais, mas com uma diferença: DE FORMA TRADUZIDA.

Tudo começou na faculdade, quando Gabu, ainda estudando Jornalismo, se interessava pelas pautas de economia e explicava conceitos complicados aos amigos de forma mais simples e com muito humor. “As pessoas assistiam ao noticiário e não sabiam sequer o que significava a queda da taxa Selic, por exemplo”, conta Gabu. Foi então, que em dezembro do ano passado criou o Jornalista Econômico (@jornalistaeconomico no Instagram), uma conta para desmistificar o “economês” e fazer com que as pessoas entendessem de fato o que estava sendo dito nas notícias.

A conta tem alcançado cada vez mais pessoas e atingiu a marca de 400 seguidores em menos de dois meses. Além de explicar os conceitos, Gabu agora comenta as principais notícias do dia com as pessoas que acompanham a conta. “Eu quero que as pessoas entendam o que acontece de fato no país e saibam que falar sobre dinheiro é necessário, não é um tabu”, completa.

Durante a quarentena, Gabu, agora chamado de Jornalista Econômico pelas pessoas que o seguem, preparou um intensivão de conteúdos gratuitos que são divulgados duas vezes ao dia no Instagram e no seu site, apelidado de #QuarentenaFinanceira. A ideia é que as pessoas aproveitem o tempo em casa e reflitam sobre como podem melhorar sua relação com a economia e com suas finanças pessoais e familiares.

Jornalista Econômico

Instagram: @jornalistaeconomico (https://instagram.com/jornalistaeconomico)

Facebook: Jornalista Econômico (https://facebook.com/jornalistaeconomico)

Blog: www.jornalistaeconomico.com

Fonte: Helpis

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Vagas na Rede Aparecida

Rede Aparecida abre vaga

A Rede Aparecida de Comunicação abre vaga para redator publicitário. Confira abaixo o perfil desejado para a vaga.

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Dança das cadeiras

O mercado em ritmo forte no início do ano

O mercado de comunicação e marketing do Vale do Paraíba está aquecido e várias novas posições foram assumidas recentemente por estagiários e profissionais.

Yasmim Mattos acaba de assumir o cargo de Analista de comunicação na Tecnored Desenvolvimento Tecnológico S.A. Ela estava atuando como Analista de Comunicação Interna Pleno na Spani.

O ainda estudante de publicidade e propaganda Jefferson Oliveira é o novo Redator na Rua Zero.

A estudante de relações públicas Lorrane Figueiredo é a nova estagiária de Marketing Digital na Conecta Marketing Digital, de São José dos Campos.

A publicitária Mariana Mazzi acaba de assumir posição na Comunicação Interna na AmstedMaxion. Ela já foi redatora na Fundação João paulo II e também como freelancer.

E o jornalista Igor Imediato assume função na CODIVAP, Associação dos Municípios do Vale do Paraíba, como Assessor de Comunicação.

 

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Agência abre vaga de estágio

Estágio em social media e marketing digital

A RCA abre vaga
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Atividades: você será a linha de frente com nossos clientes para entender, planejar e executar todas as ações e campanhas de Social Media e Marketing Digital. Vai ser o meio de campo entre o redator e o designer para ajudar a criar as estratégias, atender os clientes, analisar os resultados e relatórios. Também será sua responsabilidade avaliar o negócio de cada cliente e apoiar a criação das melhores campanhas para gerar engajamentos e leads nas redes sociais.

Você precisa ser:
A) Um expertx em Social Media, para agregar valor aos nossos clientes com o seu know-how. Você tem que dominar as ferramentas de Instagram, Facebook, Google Ads, Whats App e as novas plataformas de Social Media que estão surgindo.
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B) Aluno de Comunicação Social (PP, JO, RP, Marketing Digital, Rádio/TV, Design, Produção, etc.), de qualquer período em fevereiro de 2020.
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C) Uma pessoa disposta a aprender e a ensinar, com grandes ambições na sua carreira para se tornar um ótimo profissional de Marketing e Comunicação em um futuro próximo.
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D) Residir nas cidades de Taubaté, Tremembé, Pindamonhangaba ou Caçapava.

Mande seu CV para rcaassessoriaemais@gmail.com com o título VAGA DE ESTÁGIO NA RCA

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