Reforço em agência de Taubaté

Molotov traz gente nova

O recém formado em jornalismo pela Unitau, Vitor Garcez, é a novidade no time da Molotov (Taubaté).

Vitor já acumulava passagens pela TV Câmara (Taubaté), Prefeitura Municipal de Cachoeira Paulista, Inpe, ACI (agência de comunicação integrada do Depto. de Comunicação Social da Unitau) e ACOM (Unitau).

O jovem jornalista reforçará a área de conteúdo da agência, atuando de modo mais específico para o cliente Hospital Reger (voltado para o cuidado e tratamento de idosos).

Vagas em jornalismo

Agência abre duas vagas

A Código BR está com as seguintes vagas abertas:

– Jornalista para atuação como produtor de conteúdo digital, com experiência.
– Estagiário (a) em jornalismo.

Interessados podem enviar currículo para atendimento@codigobr.com.br

Reforço para a equipe

Verge traz jornalista

Fabricio Carmo reforça o time da Verge Studio e Comunicação. O novo contratado passa a atuar na função de Jornalista Corporativo.

Fabricio já coleciona passagens por Viajante Brasileiro como colunista, na Presença Online (São Paulo) e Agência 524 (São Paulo) como Redator.

Equipe do Vale do Paraíba vence festival

Ex-alunos da Comunicação Social da UNITAU vencem o GO Film Festival

No último dia 21, os ex-alunos do Departamento de Comunicação Social da UNITAU Marcela Barreto (PP), Eduardo Spinelli (PP) e André Pires (JO) reuniram um grupo de profissionais de audiovisual do Vale do Paraíba para um grande desafio: criar um curta-metragem em apenas 24 horas. O desafio foi proposto pela 2ª edição do GO Film Goiânia Film Festival e a equipe do Vale participou com o curta “Tudo Vira Filme”, que aborda o tema “o lado bom da vida” e presta uma homenagem aos grandes nomes do Cinema Nacional. O curta venceu a categoria “Melhor Curta Nacional (Público)”.

“Tivemos 24 horas para criar o roteiro, produzir, gravar, editar, finalizar e entregar o filme. E sem nenhuma verba. Foi corrido, mas foi uma experiência incrível, o resultado final valeu a pena. Ficamos muito felizes de sermos eleitos pelo público”, revela Marcela Barreto, produtora executiva do projeto.

A equipe foi composta por Eduardo Spinelli (Roteiro), Marcela Barreto (Produção Executiva), André Pires (Montagem), Marcos Alves (Direção de Cena / Fotografia), Guilherme Midões (Câmera), os atores Jean Oliveira e Rodrigo Pinelli e o músico Cassinho Vieira (Trilha Sonora Original).

“Produzir um curta era um sonho de todos nós. Reunimos pessoas movidas pela paixão pelo cinema e pela vontade de fazer acontecer. Pessoas que colocaram todo o seu tempo, talento e energia no projeto para realizar o melhor trabalho possível. Este troféu é o reconhecimento de todo esse esforço coletivo”, conta Spinelli.

No total, foram 156 equipes inscritas, sendo 152 do Brasil e 4 do exterior. As inscrições internacionais incluem cidades como New York (EUA) e Almada (Portugal). O curta “Tudo Vira Filme” foi selecionado entre os 38 classificados do GO Film. Os vencedores foram revelados na cerimônia de premiação, realizada no dia 29 de outubro, no Cinema Lumière do Shopping Bougainville, em Goiânia.

Vaga para jornalista

Vaga na Metropolitana de Taubaté

A Radio Metropolitana está selecionando jornalistas formados e/ou estagiários para integrar a Equipe de Jornalismo da Emissora.

Currículos para o e-mail jornalismotaubate@redemetropolitana.com.br

Vaga para jornalista

Vaga de jornalista

A agência BKW tem uma oportunidade pra você que está quase se formando ou já está formado em jornalismo.

A agência quer alguém bastante descontraído para combinar com seu ambiente de trabalho.

Envie seu currículo para o e-mail: landrade.rtv@gmail.com

Uma pergunta

Está de volta

Depois de um tempo fora deste blog a editoria “Uma pergunta” está de volta. E desta vez para perguntar ao jovem jornalista Luiz Malheiros. Ele é conteudista na Supera Comunicação. Formado em Jornalismo em 2015 e pós-graduando em Língua Portuguesa – Gramática e Uso pela Universidade de Taubaté (Unitau), já atendeu empresas de diversos segmentos. Entre elas, estão TenarisConfab, Catho, Novelis, Supera – Ginástica para o Cérebro, Drogaria São Paulo, Libbs Farmacêutica, Magneti Marelli e International Paper.

Pedimos a ele: Explique sua atuação como conteudista em uma agência de comunicação. Vejam o que ele nos disse:

“Vamos começar com uma provocação: os “setores” de conteúdo estão sumindo. Ok, esse ponto é polêmico. Não fique bravo comigo! No entanto, pare para pensar: qual é o profissional certo para escrever uma campanha para mídias sociais: um jornalista, um RP ou um redator? Tendo aptidão, todos são capazes. E é nessa névoa cinzenta que entra a função de conteudista.

Na rotina de uma agência de comunicação, esse profissional precisa ir além. Não é montar uma campanha ou produzir uma revista somente porque foi “brifado” para isso. O conteudista deve questionar. Repito: ir além. Qual é a real necessidade do cliente? Esse é o melhor modo? Como adequar a mensagem? O tipo de meio está certo para o público-alvo?

Exemplo: Há alguns meses, um cliente nos procurou para falar de sua revista interna. O veículo estava ok, mas a principal queixa era a falta de colaboradores operacionais nele. Conversamos e – principalmente – questionamos o que poderíamos fazer. Entre outros pontos, a solução foi bem simples: colocar esse público na capa. Tiro e queda .A identificação aumentou, e a empresa se aproximou ainda mais dos funcionários, que começaram a dar feedbacks positivos ao setor de Comunicação.”

Coluna Branding: a alma da marca

Mensagem aos comunicadores

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Sempre fui crítico ao modo como o jornalista Juca Kfouri misturava seu jornalismo esportivo com seu posicionamentos político. Não porque discordava de seu posicionamento, mas sim porque achava que sua posição política atrapalhava sua credibilidade e tirava o foco daquilo que ele faz tão bem ao comentar jogos, times e campeonatos. 

Por admirar seu trabalho esportivo, não gostava de ver nos comentários de suas portagens políticas, pessoas sem a menor condição de questionar, tentando ridicularizar um jornalista coerente que articulava, mesmo quando tudo se mostrava indefensável, o que pensa e defende. 

Me perguntava: Por que manter a argumentação se o pensamento crítico parece tão achatado? Por que se expor?

A resposta veio quando percebi que estava errado em esquecer que ele é um comunicador e como tal, precisa se posicionar!

Vivemos um momento único, onde o mundo sofre uma instabilidade muito profunda social e econômica. Em nosso país, este mal está agravado pela crise moral e política e em nossa profissão um mudança tecnológica e de comportamento trouxe uma profunda depressão aos que ainda fazem a análise semiótica. 

Mas é preciso continuar com alguns princípios jurados em todas as faculdades. Precisamos continuar investigando, checando a informação e de forma alguma permanecer calado para que a gente não transforme a imprensa em mais uma “mídia x” e para que o silêncio dos que ainda tem algo a dizer não se transforme no berro disforme da grande massa manipulada. 

Nós somos a comunicação! Nós devemos nos posicionar.

Uma pergunta

Perguntando para uma jornalista

O “Uma pergunta” resolveu questionar quem geralmente questiona: um jornalista. E fomos conversar com uma jovem jornalista que atua na área de assessoria de comunicação/imprensa, a Bruna Sales.

A Bruna é graduada pela Universidade de Mogi das Cruzes, foi estagiária do Jornal Mogi News e Diário do Alto Tietê e editora do portal Bombarco, especializado em conteúdo náutico. Atuou como assessora de imprensa do Banco GMAC, Hotel.info e Isover, pela agência Casa da Notícia.

Foi assessora de comunicação na Prefeitura Municipal de Caçapava e assessora de imprensa na agência KMS Comunicação, atendendo as unidades do Senac Guaratinguetá e São José dos Campos.

Hoje atua na agência Cápsula – Vale do Paraíba, com atendimento a clientes na área de moda, gastronomia, saúde, beleza, bem-estar e negócios.

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Vamos a pergunta:

Qual o principal desafio para o jornalista que atua com assessoria de comunicação?

O primeiro desafio a vencer nesta área é fazer o cliente entender a importância da assessoria de imprensa ou comunicação, para a empresa ou profissional em questão. Muitos ainda não sabem o que é, ou não entendem como a assessoria pode impactar de forma positiva e grandiosa nos resultados eficazes de comunicação.

E essa dificuldade é nitidamente vista na nossa região. O Vale do Paraíba, apesar de possuir grandes empresas e marcas, ainda é uma região que peca muito na forma de se comunicar.

A assessoria de imprensa vai muito além da foto publicada na coluna social, ela constrói a imagem, dá credibilidade, e estrutura o profissional e/ou a empresa para voos mais altos e caminha além das fronteiras, alcançando o público alvo de forma certeira e promovendo uma comunicação de perto.

O segundo desafio é o cliente perceber que para a construção de uma boa imagem leva-se tempo, e nada é de uma hora para outra. Vivemos um dia a dia corrido e concorrido. Nas redações chovem e-mails com sugestões de pautas e emplacar aquele cliente na matéria não é coisa fácil. É preciso habilidade, calma, jeitinho, e acima de tudo, ideias e dados concretos que sejam de interesse público. Quando um cliente quer estar além da coluna social, ele precisa ter calma e sabedoria para entender que pode demorar, mas aquela participação na reportagem do jornal das 19h vai acontecer e vai mudar a forma do seu público te enxergar.

A assessoria de imprensa é primordial para as empresas e profissionais que acreditam que a comunicação é uma arma poderosa para o sucesso e reconhecimento. Quanto mais você aparece, mais você é lembrado, e quanto mais você é lembrado, mais você vende, mais você se torna referência. E que empresa e profissional não quer ser lembrado?

Coluna Entre Parenteses

O jornalismo e a criatividade no mundo moderno

Como sobreviver em um mercado instável e em crise

coluna renata

De maneira geral a ideia de criatividade se atribui aos profissionais da propaganda e se opõe, de certo modo, a um dos pilares do jornalismo constituído no mundo moderno, que é o compromisso, sobretudo, com a verdade. No entanto, para sobreviver a um mercado que oscila e, todos os anos, recebe novos profissionais formados, é necessário abusar da criatividade profissional.

E quando falamos em criar, estamos falando justamente de inovar o jornalismo no mercado de trabalho, encontrando novas brechas e limites para que a profissão nunca deixe de se atualizar, afinal com o advento do jornalismo informativo, a área aderiu um modelo industrial de produção que requer uma análise cautelosa. Além disso, o mercado de trabalho está cada dia mais receptivo com um novo jeito de atuação, o empreendedorismo. Mas como consciliar uma profissão que necessita de um trabalho em equipe com a arte de empreender, que geralmente vem acompanhada de uma solitária jornada?
Pensando nessa pergunta e em como respondê-la, preparamos uma lista de 5 dicas para o profissional de jornalismo, que deseja também encontrar o seu “lugar ao Sol” com criatividade sem perder seu compromisso com a verdade. Confere ai:

1)FUJA DO PADRÃO:

Vivemos em uma era onde o jornalismo brasileiro vem carregado de notícias e fotografias idênticas, há pouca busca pelo diferente e talvez, até pelo ‘olhar de outro modo’. No primeiro ano da faculdade conhecemos a jornalista Eliane Brum e seu livro “A Vida que Ninguém Vê” e embora já comemore alguns anos de formada, a essência dessa profissional ainda é um ótimo parâmetro de criatividade.
Afinal, como o título sugere, Eliane foge dos padrões e busca sempre o outro lado da moeda.
Para o jornalista que deseja espaço no mercado, a criatividade e o exercício dela na profissão é, não somente “criar”, mas sim recriar o que estamos acostumados a ver todos os dias. É necessário, sobretudo, ver além das manchetes e releases prontos recebidos na caixa de email, o jornalista do mundo moderno precisa ter a sede “de fazer a diferença” todos os dias. Busque novos olhares, busque novas técnicas e não permita que a zona de conforto te prenda apenas em um único ângulo da foto.

2)NÃO CAIA NAS ARMADILHAS DO SENSACIONALISMO

Sabemos que a ansiedade por atrair o público a todo custo é a grande culpada pela sociedade do espetáculo e também por uma mídia superestimada. Para se destacar, aparentemente, vale tudo, mas eu te digo que será o caminho contrário que lhe trará grandes resultados futuros. Destaque-se pela verdade e pelo respeito as histórias que conta, busque sempre a empatia em suas matérias, sem jamais ferir a imparcialidade. Não permita que o jornalismo se torne apenas uma ferramenta de entretenimento, recoloque-se no mercado mostrando que vale a pena manter a pauta, ainda que ela não envolva escândalos ou tragédias. Afinal, a grande luta do jornalismo no mundo moderno é manter viva a informação sem interferências.

3)JORNALISMO VAI ALÉM DE REDAÇÕES E ESTÚDIOS DE TV.

Para sobreviver no mercado de trabalho, você precisa entender que o jornalismo não se resume apenas em notícias de jornal e televisão, mas sim que ele faz parte do enorme leque da Comunicação Social, pensando assim você saberá que há muitas mais ferramentas na profissão do que a sociedade quer que você acredite. Invista no corporativo, no pessoal e no empreendedorismo. A comunicação rompe barreiras e pode, sim, mudar o mundo se usada da maneira correta. Nunca se esqueça que um jornalista é peça importante dessa mutação, instigando o pensamento e a reflexão por onde quer que passe.
Enxergue a profissão como um gancho e desenvolva novas pautas dentro de um mesmo cenário, use neologismos, faça analogias e metáforas, abuse da criatividade, dessa forma seus textos e produções se destacarão por si mesmos.

4)ATUALIZE-SE SEMPRE E SOBRE TUDO.

O mal do século são as informações instantâneas e a superficialidade com que as mesmas são executadas. Saia da margem amplie e aprofunde seus conhecimentos. Nunca se esqueça que um profissional atualizado sempre terá lugar no mercado. Pesquise, seja curioso, descubra o jornalismo digital, o mundo moderno, suas mudanças e suas novas tecnologias. Use a mutação a seu favor, afinal “o que melhor se adapta as mudanças é quem sobrevive”

5)USE O JORNALISMO PARA EMPREENDER

Pense fora da caixa e use o jornalismo, a comunicação social e todas as ferramentas que eles possuem, para criar seu próprio negócio. Não se prenda apenas as oportunidades de mercado, crie seu lugar no mercado e faça a diferença. O mercado carece de assessorias, textos críticos e pontos de vista argumentativos, além de cliques que consigam enxergar além. Esteja sempre a frente e não perca a sensibilidade. O jornalista que faz da criatividade uma aliada, esse sim, sobrevive no mercado de trabalho, pois consegue enxergar novas possibilidades por trás de qualquer crise.