Sindicato dos Jornalistas de São Paulo oxigena sua área de formações e oferece cursos de extensão à categoria

A temática dos conteúdos oferecidos é voltada a atualização e mercado editorial

Com o intuito de oferecer novas oportunidades de especialização aos profissionais, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP), em parceria com o programa De Olho na Rede oferecem cursos de especialização em cinco áreas diferentes: Jornalismo Sindical; Jornalismo para a Diversidade; Jornalismo Esportivo; Jornalismo Científico; e Jornalismo de Dados.

Os cursos são online, em tempo real e já começam em maio. As aulas serão ministradas por profissionais que atuam nessas áreas e são desenhados na perspectiva do meio digital. “Estamos em um momento propício para o oferecimento de cursos, tendo em vista o rápido desenvolvimento tecnológico e a necessidade para os jornalistas de ampliarem o seu conhecimento e capacidade de atuação profissional”, considera o presidente do Sindicato, Paulo Zocchi.

Veja quais são os cursos oferecidos:

1 – JORNALISMO SINDICAL

Neste curso, os participantes terão o conceito e a contextualização do jornalismo sindical, assim como o entendimento de como se deve atuar na prática do dia a dia. É uma oportunidade interessante de descobrir um outro campo de atuação, na qual poderão exercitar o jornalismo nos seus variados canais, como TV, rádio, impresso e internet.

Os objetivos são:

– Discutir o jornalismo no âmbito da história do movimento sindical no Brasil

– Contextualizar a força do jornalismo impresso na área sindical

– Trabalhar a integração e a conexão das variadas mídias de forma que possam beneficiar o trabalho dos jornalistas e gerar valor para os trabalhadores

– Analisar a presença da internet e das mídias sociais digitais como parceiras do jornalismo sindical

– Adaptar assessoria de imprensa e RP nas funções do jornalista sindical.

2 – JORNALISMO PARA A DIVERSIDADE

Este curso traz a adequação do tema para a comunicação digital, com vistas a atender a diferentes públicos.

Os objetivos são:

– Discutir a prática do jornalismo com foco na diversidade

– Entender o contexto de diversidade no momento atual

– Compreender o alcance e particularidades das plataformas digitais na disseminação de informação e engajamento

3 – JORNALISMO ESPORTIVO

O curso visa apresentar o trabalho do jornalista no setor esportivo, com a experiência e vivência diária de profissionais que atuam há muito tempo nesse campo.

Objetivos:

– Apresentar o contexto do jornalismo esportivo no Brasil e no Mundo.

– Discutir as áreas, canais e recursos utilizados pelos profissionais.

– Contextualizar os conteúdos para cada um deles.

– Destacar a força da internet, sobretudo no apoio ao rádio e à TV.

– Avaliar como são feitas as transmissões e as análises esportivas

4 – JORNALISMO CIENTÍFICO

É uma especialização que se dedica a decodificar ao público fatos relativos a pesquisas, estudos e investigações sobre as mais diversas áreas da ciência, como tecnologia, biologia, medicina, arqueologia, astronomia, economia, direito, entre tantas outras.

Este curso destina-se aos profissionais que buscam diversificar sua atuação no jornalismo, por meio do jornalismo especializado, aproveitando-se de um vasto campo de atuação. Além da introdução ao jornalismo científico, esta formação trabalhará a pauta; a cultura científica versus narrativas jornalísticas, tradução e pesquisa online, plataformas para divulgação científica, além de promover discussões e reflexões com exercícios práticos.

5 – JORNALISMO DE DADOS

O curso orienta sobre como desenvolver conteúdo a partir de dados, analisando-os na perspectiva da informação ao grande público. Auxilia na apuração e investigação de matérias jornalísticas. Voltado a jornalistas que querem se aprimorar e entender o a lógica da informação em bancos de dados relevantes para o seu dia a dia. Dentre os quais destacamos não apenas Google, Facebook e outras ferramentas digitais, mas inclusive arquivos de veículos como Folha de S.Paulo, Estadão, Globo, entre outros.

O curso discutirá os temas: o novo processo de produção de informações; recursos e vantagens do Big Data; os riscos do jornalismo mecânico; visão crítica desse novo formato do jornalismo; o apoio dos dados nos segmentos jornalísticos.

Para mais informações e inscrições, acesse aqui

SOBRE O DE OLHO NA REDE

Ivone Rocha e Naia Veneranda

O DE OLHO NA REDE é um programa de cursos criado pelas gestoras Ivone Rocha e Naia Veneranda para dividir seus conhecimentos de mais de 20 anos e trocar experiências sobre comunicação, branding, marketing e negócios digitais.

Ivone Rocha é jornalista, especialista em mídia digital e em tecnologia da informação, mestre em políticas públicas e professora do ensino superior em comunicação integrada e digital.

Naia Veneranda é jornalista, tradutora, professora e palestrante, formada também em História e especialista em Letras e Comunicação Digital e mestre em Estudos da Tradução. Desenvolve produção técnica em EAD para curso de Letras.

Fonte: KAMPLIE COMUNICAÇÃO – Paula Farias

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Dança das cadeiras

A primeira de abril

E saiu a primeira edição do Dança das cadeiras deste mês. E quem domina a cena são as mulheres. E mulheres jornalistas! Confira!!!

A jornalista Mayra Salles acaba de assumir o cargo de Marketing Copywriter na BOX28 Marketing, agência de Taubaté.

A também jornalista Maitê Andrine passa a responder pelo cargo de Assistente de Marketing na Olist Pax.

E a ainda estudante de jornalismo Liliane Carvalho acabou de chegar para compor o time de estagiários aa Acom – Unitau (Central de Comunicação da Universidade de Taubaté.

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Dança das cadeiras

Mais gente em movimento

Começo de ano parece que é sempre assim: momento de buscar e encarar novas oportunidades profissionais. Confira algumas das movimentações deste mês no mercado de Comunicação da RMVP.

A publicitária Carol Santos é a mais nova Agilista em Projetos de Comunicação na Prodweb, agência situada em Passa Quatro, Minas Gerais. Carol é oriunda do Vale do Paraíba e já atuou na Fino Tom Produções, em São Paulo.

Já Rayssa Marine assume o novo cargo de Jornalista na CBN Vale. A jornalista já acumula passagens pelas rádios 99FM e Metropolitana.

Renzo Fernades, publicitário, assume o posto de Diretor de Arte na Hail Comunicação, agência de SJCampos.

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Artigo trata de inteligência artificial e jornalismo

Inteligência artificial no jornalismo: atravessamos a mais recente fronteira tecnológica, e agora?

por Guilherme Carvalho*

O dilema entre seres humanos e máquinas é, sem dúvida, um dos mais instigantes temas da modernidade. Seja por instrumentos movidos por força mecânica, a vapor, carvão, ondas eletromagnéticas, eletricidade, bytes ou algoritmos, este assunto é motivo de medos e, ao mesmo tempo, fascínio. Filmes como “Blade runner” (1982), “Matrix” (1999), “A.I. Inteligência Artificial” (2001), “Eu Robô” (2004) e “Ela” (2013), além da série “Black Mirror” (2019) não fizeram sucesso à toa. Além dos efeitos especiais, são produções que tocam na ferida e apontam para um futuro possível na convergência humana e tecnológica, geralmente retratada de modo conflituoso.

Como é característica de toda polêmica, este assunto é permeado por um dualismo. Parafraseando Umberto Eco, os “apocalípticos” tendem a traçar um futuro sombrio, no qual o trabalho humano se torna obsoleto. Para muitos destes, as máquinas são inimigas e o discurso soa conservador, percepção que remete aos tempos de ludismo, quando operários resolveram quebrar máquinas de tear no início do século XIX ao notaram que estavam sendo substituídos.

Esta percepção muitas vezes pessimista é confrontada pelos “integrados”, que tendem a ver os benefícios do desenvolvimento científico e tecnológico, sobretudo para o mundo dos negócios. Para estes, o uso de máquinas, robôs, e outras tecnologias é imperativa e um caminho sem volta que deve ser considerado como o futuro da humanidade. Temos então uma visão mais otimista que se referencia nos benefícios que isto pode trazer.

Eu, que não gosto de ditados populares, principalmente aqueles que reforçam o senso comum, me rendo em busca de uma frase que possa explicar de forma simples meu pensamento. “Nem tanto ao céu, nem tanto à terra”, meus amigos.

O jornalismo, atividade profissional como poucas que trabalha no tratamento da informação, vive intimamente uma relação de amor e ódio com as tecnologias. De um lado, acelerou a produção de conteúdos, facilitou o acesso a dados e fontes de informação, diversificou as atividades destes profissionais, expandiu de forma ilimitada a circulação de produtos jornalísticos, comprimiu tempo e espaço aumentando a produtividade. Ninguém negaria que estes são bônus colecionados ao longo dos anos para o jornalismo. Entretanto, vemos também as demissões de jornalistas, o esvaziamento das redações, a explosão de notícias falsas e desinformação, o cenário de hiperconcorrência midiática, o fim do monopólio da informação e as crises do modelo de negócios, entre tantos fatores que impactam negativamente a profissão.

A mais recente fronteira tecnológica atravessada pelo jornalismo é a do uso de inteligência artificial (IA) para a produção de notícias. Acontece que comparado a outras áreas como a indústria, o mercado financeiro, a medicina e a engenharia, o negócio jornalístico está ainda engatinhando. Apesar que devemos reconhecer as iniciativas que já circulam em nosso meio. É o caso da Narrative Science, empresa norte-americana que processa dados e os transforma em textos noticiosos. A agência Associated Press utiliza a ferramenta Automated Insights. O Washington Post, o Heliograf. O Los Angeles Times, o Bot Quake, que produz pequenas notas sobre tremores de terra. CNN, Forbes e The Wall Street Journal também já utilizam estes recursos. Em um nível intermediário, encontramos iniciativas como a Local Labs que opera pequenos jornais regionais e oferece edições locais e outros serviços para jornais de metrôs nos subúrbios. Também a ProPublica, que inspira vários projetos brasileiros, já utiliza um aplicativo de notícias, a Opportunity Gap. Estes exemplos são empregados desde 2009.

No Brasil, tirando alguns poucos casos (um exemplo é o Aos Fatos, que oferece aos leitores um robô checador de informações chamado “Fátima”), o assunto ainda é um tabu entre muitos jornalistas e pesquisadores. Parte deste silêncio se deve ao desconhecimento sobre o assunto. Termos como Machine learning e NLG e mesmo a utilização de algoritmos são pouco tratados no meio. Talvez, seja esta a sina expressa naquela velha máxima jornalística de que o jornalismo fala de tudo, menos de jornalismo.

É o que explica porque notícias que apontam a adoção de Inteligência artificial no jornalismo causem ainda arrepios. O episódio mais recente foi o anúncio da Microsoft Notícias e da MSN e que estaria demitindo 50 jornalistas para substituí-los por IA. Casos semelhantes já haviam sido publicados em outros lugares. A editora portuguesa MotorPress já havia sido denunciada pela demissão de 28 funcionários em 2009 pelo mesmo motivo.

Um dos desafios atuais, portanto, daqueles que vivem o meio jornalístico, seja profissional ou academicamente, é justamente o de entender o uso destas ferramentas e compreender de que maneira podem ser utilizadas para o bem do próprio jornalismo. Se partirmos da premissa descrita pelo pesquisador finlandês Carl-Gustav Linden, ou seja, de que se trata de um sistema regido por “um conjunto de operações autossuficientes a serem desempenhadas passo-a-passo, como cálculos, processamento de dados e raciocínio automatizado – um conjunto de regras que definem precisamente uma sequência de instruções que serão compreendidas por um computador”, perceberemos que a ação humana é insubstituível. Afinal, quem programa estes sistemas, quem define o que é mais ou menos relevante, qual estrutura hierárquica de informações deve ser considerada na elaboração do conteúdo?

Não perceber esta realidade pode relegar os jornalistas a um papel secundário neste processo, enquanto programadores, engenheiros, gestores e tecnólogos da informação, entre outros profissionais, assumirão este posto.

A partir de uma compreensão mais técnica, podemos vislumbrar o uso destas tecnologias no processamento de grande volume de dados, a busca de informações em bases restritas ou segmentadas, o acesso a informações de arquivos históricos, na checagem de informações e declarações de autoridades, na produção de notas complementares que podem ser somadas a reportagens e outros conteúdos. Enfim, são várias as possibilidades.

Estou convencido de que ponto fundamental deste debate deve seguir no sentido de compreender os aspectos técnicos da IA associado aos princípios éticos do jornalismo e seu caráter de interesse público, que incluem a honestidade para com os consumidores de produtos jornalísticos. Nesse sentido, é preciso superar o dualismo entre humanos e máquinas e começar a pensar sobre as aplicações e implicações desta associação, reconhecendo o papel do trabalho humano, crítico, criativo, sensível às condições sociais e aos mais variados contextos.

A superação destas limitações pode não apenas apontar a superação da crise de legitimidade do jornalismo aberta com a difusão da internet, mas colocar o jornalismo de fato no século XXI, associando precisão, volume e rapidez, aspectos que caminham de braços dados com a sustentação financeira e relevância social dos veículos.

*Guilherme Carvalho é pós-doutor em Jornalismo e coordenador do curso de Bacharelado em Jornalismo do Cento Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação

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Tem um novo e enorme horizonte para os publicitários

A hora e a vez dos novos comunicadores

*Por Arison Nakazato Sonagere

Já dizia Confúcio, “se queres prever o futuro, estuda o passado”. Para quem analisa o mercado publicitário as duas primeiras décadas deste século, mesmo ainda tão recentes, já descrevem algo muito importante sobre o futuro da 4ª Revolução Industrial.

O mercado publicitário foi um dos grandes laboratórios desta nova experiência, já que o setor viveu antes de todos os demais, uma profunda mudança de paradigma: glamorosas agências de publicidade, empresas renomadas, experientes profissionais simplesmente foram dizimados. Muitos abandonaram a profissão, outros se refugiaram nos redutos das mídias sociais. As grandes mídias de massa foram obrigadas a repensar sua forma de atuar e até os cursos universitários precisaram se reinventar.

Mas esta persistência parece ter valido a pena para os novos comunicadores publicitários. Chamo de “comunicadores publicitários” porque estes novos perfis de comunicólogos têm habilidades amplas e definem-se muito pela multifuncionalidade, pelo conhecimento interdisciplinar e pela grande força de vontade por fazer acontecer.

Não são só publicitários, são jornalistas, relações públicas, marqueteiros, criativos, profissionais de mídia. São generalistas da comunicação que, dentro das novas corporações ajudaram a construir ideias desse tão próximo futuro, por meio de experiências inovadoras como o design thinking, o estudo da experiência do usuário (UX), a compreensão dos pontos de contato da marca, a jornada do consumidor, a análise de big data e todas as demais que marcam a nova economia.

Essa nova era do conhecimento deve muito aos comunicadores publicitários que entenderam primeiro a visão mais sistêmica da sociedade, a cultura do usar e não do ter e a gestão baseada na colaboração.

Conforme apresentado no último Fórum Econômico Mundial, entre as dez habilidades consideradas importantes para o novo profissional do futuro estão a flexibilidade e visão para a resolução por meio da colaboração. E todas elas já são tratadas continuamente nos cursos de Publicidade e Propaganda.

Não é à toa que nos últimos anos o perfil do estudante de publicidade é um dos mais procurados para vagas de estágios, normalmente relacionadas a novos projetos ou para vagas em departamento comercial, seja na indústria, serviços ou varejo, com objetivo de ajudar corporações mais antigas a se readequarem ao novo pensamento de mercado.

Para quem vai se aventurar no universo da comunicação, o cenário é muito positivo. Novas possibilidades de emprego ou empreendedorismo. Novos modelos de negócios baseados nas expertises dos publicitários continuam a surgir diariamente e anunciar um futuro promissor.

Se antigamente o publicitário via seu mundo profissional girar apenas nas agências de publicidade, hoje este mercado é tão amplo quanto a imaginação possa alcançar, pois todos os setores abriram os olhos e os braços para estes profissionais que vivem o diferente. Isso porque, possuem a elasticidade mental necessária para poder contornar situações incomuns, característica essencial para as corporações que requerem resultados inovadores. Estes profissionais se tornaram uma espécie de coringa na adaptação dos negócios.

* Arison Nakazato Sonagere, publicitário, professor e coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade Anhanguera de São José dos Campos.

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Curso gratuito para jornalistas em SJCampos

FAAP recebe até 05/08 as inscrições para a 3.ª turma de curso gratuito para jornalistas

Programa terá 7 aulas e será realizado na unidade de São José dos Campos, com aulas sobre economia, política internacional, big data, empreendedorismo, entre outros temas

A Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) está formando a 3.ª turma do Agenda Brasil – curso gratuito para jornalistas. O programa de aulas contempla temas que fazem parte da agenda e da cobertura diária da imprensa, contribuindo para a troca de informações que podem ajudar no trabalho do repórter.

O curso será realizado uma vez por semana, das 9h30 às 12h30, a partir do próximo dia 14 de agosto, sempre às terças-feiras, com exceção do dia 22/8, quando a aula ocorrerá em uma quarta-feira.

Para participar, o jornalista deve fazer a inscrição até 05 de agosto. O processo seletivo compreende duas etapas:

  • preenchimento da ficha de inscrição online, disponível no link: http://bit.ly/AgendaBrasil_2018_SJC
  • envio de carta de recomendação assinada pelo superior direto e currículo atualizado para o e-mail agendabrasil@faap.br

O corpo docente do curso é formado por professores de São Paulo e de São José dos Campos. Confira a lista, por ordem de aula:

Prof. Eduardo Mekitarian
Profª Fernanda Magnotta
Prof. Lincoln Firoozmand
Prof. Ednei Januário
Embaixador Rubens Ricupero
Prof. Felipe Barros
Profª Talita Rosa

Todos os alunos recebem certificado de conclusão de curso de extensão. Mais informações podem ser obtidas com a Assessoria de Imprensa da FAAP, pelos e-mails fabiana@oboecomunicacao.com.br e iracema@oboecomunicacao.com.br ou, ainda, pelos telefones (11) 3662-7270 / 7271.

Sobre o Agenda Brasil

O Agenda Brasil foi criado em 2004, no campus de São Paulo, e já contou com a participação de mais de 400 jornalistas da grande imprensa e de publicações especializadas e segmentadas. Em 2016, a FAAP realizou a primeira edição do curso nas unidades de São José dos Campos e de Ribeirão Preto, com a participação de jornalistas dos principais veículos das duas regiões.

Agenda Brasil – São José dos Campos

Período de inscrições: até 5 de agosto

Ficha de inscrição: http://bit.ly/AgendaBrasil_2018_SJC

Anúncio dos selecionados: 8 de agosto

Período de matrícula: de 8 a 12 de agosto

Local do curso: FAAP SJC

Endereço: Av. Dr. Jorge Zarur, 650

Carga horária: 21 horas – aulas nos dias 14, 22 e 28 de agosto; 4, 11, 18 e 25 de setembro

Fonte: OBOÉ COMUNICAÇÃO CORPORATIVA – Fabiana Dourado

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Nova agência focada em digital

Gerenciamento Digital: um novo conceito sobre mídias digitais

Chega ao mercado a Post Marketing Digital, uma agência especializada em mídias digitais que tem como objetivo facilitar a comunicação entre a empresa e seus clientes, gerando conteúdo profissional, estratégico e específico para as redes sociais.

Elen Cristina

O novo player do mercado de agências de comunicação é comandado pelas jornalistas Elen Cristina e Leticia Domingues.

Ambas apostam que as empresas que enxergam a importância das mídias digitais são empresas com diferencial, pois estabelecem uma ferramenta poderosa de comunicação entre o serviço prestado e o cliente.

Leticia Domingues

A Post Marketing Digital acredita que um bom gerenciamento das ações no ambiente digital proporciona o crescimento da empresa, além de um contato mais abrangente com seu cliente. Esse é o objetivo da agência: trazer para Taubaté e região um novo conceito sobre comunicação social.

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Coluna Entre Parenteses

O Jornalismo no Youtube

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Se você não está familiarizado com a Comunicação Social de maneira geral, você deve estar se perguntando, como o jornalismo pode se relacionar de forma positiva com o Youtube? Bem, vamos lá.

A febre do momento, entre as novas e antigas gerações, são os canais do Youtube. Todos os dias milhares de canais surgem com inúmeros temas, para diferentes idades e personalidades. Cada canal, embora possua similaridades, possui diferenciais que contribuem para o seu sucesso em particular.

No Jornalismo, o Youtube surgiu como uma nova fonte de trabalho e informação. É possível extrair comportamentos e histórias reais de canais já conceituados, como também é possível criar seu próprio meio de atuação profissional.

A plataforma de vídeos do Google existe desde 2005, mas esse potencial como veículo de comunicação de massa só foi descoberto há pouco tempo pelos profissionais de todo mundo. Atualmente, já podemos observar diferentes canais de jornalistas inseridos na plataforma, oferecendo um conteúdo variado com conhecimento e prática profissional, diferenciando-se de todo conteúdo amador veiculado no Youtube.

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Embora a plataforma possua canais com produções quase cinematográficas, ainda é muito difícil encontrar canais comprometidos com o jornalismo e com foco total na informação. O conteúdo jornalístico ainda não se consolidou tanto quanto os canais de temas segmentados, de humor e entretenimento. Mas a nova ferramenta pode ser utilizada a favor do jornalismo, de maneira geral.

Com engajamento e um pouco mais de tempo, a profissão pode ganhar um espaço importante para produzir conteúdo e conquistar uma liberdade de atuação que, talvez, não seja possível na imprensa tradicional.

Nós, profissionais da área, temos a ferramenta perfeita nas mãos, se nos comprometermos com a verdade, mas estivermos abertos às inovações do nosso tempo, com certeza o jornalismo irá sobreviver ao tempo e se adaptar aos novos moldes da comunicação, ao contrário do que muitos falam por aí. Pense nisso!

Aqui tem uma lista de canais criados por jornalista brasileiros. Confere aí:

Canal Comunicômio – do jornalista Luiz Eugenio.
http://bit.ly/21LkNV0
Manual do Mundo – do jornalista Iberê Thenório
http://bit.ly/2a8T2Ve
Roda e Avisa – do jornalista René de Paula Jr.
http://bit.ly/2aucBXf

Além desses canais, os veículos tradicionais também conquistaram seu espaço na plataforma de vídeos e estão buscando se adaptar.

TV Globo: http://bit.ly/29VhXJO
TV Cultura: http://bit.ly/2a8TB1r
TV Record: http://bit.ly/29Vilbv

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Leitores escolherão o melhor ovo de páscoa

Estadão convida leitores para serem degustadores de ovos de Páscoa

Leitores podem fazer parte do júri do caderno Paladar que escolherá os melhores ovos de Páscoa de 2016 da cidade

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O Paladar, do Estadão, abre vagas para os chocólatras de plantão. A tradicional maratona para escolha do melhor ovo de Páscoa da cidade mais uma vez contará com a participação dos leitores do jornal. Desde 2003, a equipe do caderno varre a cidade em busca dos melhores ovos de Páscoa, visitando supermercados, chocolaterias, docerias, empórios, lojas, entre outros locais, para escolher 50 ovos. Depois disso, com degustações às cegas e com a participação dos leitores serão escolhidos os melhores.

Um júri composto por leitores, jornalistas do Paladar e especialistas, no dia 9 de março (quarta-feira), na sede do jornal, participa de uma maratona chocólatra: provar os ovos pré-selecionados, anotar impressões, comparar comentários e votar nos melhores. Para participar desse júri, o leitor deve se inscrever o interessado deve escrever uma “crítica” de no máximo 250 caracteres e postar como comentário nesta matéria até as 23h59 do dia 3 de março (quinta-feira).

O texto deve ser uma pequena avaliação de um chocolate (que não precisa ser um ovo) e deve citar o nome do chocolate provado. Ninguém precisa ser especialista e ou ter experiência em degustações, só saber apreciar o bom chocolate.

Cada candidato pode mandar apenas uma crítica. É preciso fazer login no sistema do Estadão para conseguir comentar. Os primeiros selecionados receberão e-mail da equipe do Paladar. Depois, uma conversa por telefone definirá os vencedores. Conheça as regras para participar:

1. É obrigatório gostar de chocolate;
2. Ter mais de 18 anos;
3. Ter disponibilidade para provar os ovos no dia 9 de março (quarta-feira), na sede do Estadão;
4. É vetada a participação de profissionais da área de confeitaria, padarias, cacau e chocolaterias;
5. A participação no júri não é remunerada;
6. Serão lidos e avaliados apenas os comentários enviados dentro do prazo e os com até 250 caracteres. Os demais serão descartados;
7. A identidade dos leitores selecionados só será revelada ao público na edição especial de Páscoa;
8. Os candidatos pré-selecionados serão contatados por telefone pela equipe do Paladar;
9. Não serão considerados os comentários enviados por redes sociais ou e-mail, apenas os postados como comentário desta matéria.

Fonte: Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Focas terão reforço em jornalismo econômico

Estadão abre inscrições para o Curso Estado de Jornalismo Econômico

Inscrições podem ser feitas de terça-feira (26) até 28 de fevereiro no site vagas.com.br

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O Estadão abriu, a desde terça-feira (26), as inscrições para o 6º Curso Estado de Jornalismo Econômico, o mais completo programa de treinamento para jovens repórteres que desejam trabalhar no setor. Podem participar jornalistas formados em 2014 e 2015, além de alunos de último semestre de faculdades de jornalismo de todo o País.

O processo de inscrição é on-line, junto com a primeira fase de seleção, e vai até 28 de fevereiro. O candidato deve fazer o cadastro do currículo no site vagas.com.br, justificar seu interesse pelo curso e dizer qual foi, em sua opinião, o principal fato da cobertura econômica em 2015. Na sequência, passa por testes digitais de conhecimentos econômicos, português e inglês.

Serão aprovados para a segunda fase, em março, até 75 jovens. Em um dia de programação, eles vão fazer novo teste de conhecimentos e terão de redigir uma reportagem econômica. Há, ainda, entrevista com profissionais do Grupo Estado. O resultado final será divulgado em 20 de março. O curso tem patrocínio do Itaú.

O curso vai de 4 de abril a 30 de junho e será realizado em parceria com a Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EESP), que desenvolveu o currículo teórico de acordo com as necessidades apontadas por editores do jornal. O programa, criado em 2011, é gratuito e ocorre em período integral.

Pela manhã, os participantes têm aulas com professores da FGV e desenvolvem atividades jornalísticas específicas, como entrevistas coletivas realizadas especialmente para os alunos. Nos anos anteriores, os focas – como são chamados os jornalistas novatos – tiveram a oportunidade de sabatinar líderes da economia nacional, como o atual ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, por exemplo. À tarde, os alunos passam por diversas editorias do Estadão e da Agência Estado, para aprender na prática como atuar em jornalismo econômico.

“As aulas são tão fáceis de entender, com professores tão pacientes e didáticos, que o medo da matemática é liquidado logo no primeiro dia”, diz Flávia Alemi, aluna em 2015 e hoje repórter do portal Economia & Negócios, do Estadão. “Além disso, a experiência na redação, o contato com jornalistas do setor e a possibilidade de entrevistar pessoas do alto escalão são itens que fazem a diferença do curso.”

Na página www.estadao.com.br/focas, o candidato encontra mais informações sobre o curso e, a partir do dia 26, o link para o Vagas.com. É possível também ver novidades e dicas em www.facebook.com/CursosEstadoDeJornalismo.

Fonte:Lucia Faria Comunicação Corporativa – Marco Barone

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