Vendas devem crescer na Black Friday deste ano

Black Friday: vendas no varejo devem crescer 18% este ano

Expectativa é da Abcomm e dados da Klooks, plataforma de big data especializada em inteligência financeira corporativa, confirmam crescimento no ano passado: 9 das 10 maiores varejistas registraram aumento

Apesar do momento de recessão que vivemos, as expectativas para a Black Friday são animadoras para o varejo: a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm) projeta crescimento de 18% de vendas na data em relação ao resultado de 2018. Dados da Klooks – plataforma de big data especializada em inteligência financeira corporativa – demonstram que 9 das 10 maiores varejistas do país registraram crescimento no ano passado.

Esta é a 9ª edição do evento no país e, ao longo dos anos, a aderência do público e as vendas subiram vertiginosamente. No ano passado, a sexta-feira mais esperada do ano cresceu 23% em relação a 2017, movimentando cerca de R$2,6 bilhões.

Segundo o fundador da Klooks, Alexandre Abu-jamra, a Black Friday se tornou um importante termômetro para as vendas de fim de ano. “A data, a cada ano que passa, mostra sua importância para o desenvolvimento nacional, mas ao mesmo tempo aponta a necessidade de planejamento para atender o aumento da demanda”, destaca Alexandre.

O panorama que aponta Abu-jamra é baseado no trabalho da Klooks, que utiliza inteligência artificial e machine learning para mapear, reunir e analisar demonstrativos financeiros de capital fechado, transformando-os em relatórios inteligentes. Com mais de 30 mil empresas em seu banco de dados, a startup tem a maior base de demonstrativos financeiros do país e possui clientes que são referência no mercado, como Standard & Poor’s, Moody’s Analytics, Lexis Nexis, entre outras.

“A Klooks é um grande catálogo de demonstrativos financeiros de empresas privadas. Usamos nossas ferramentas para fornecer dados mais atualizados, padronizados e relevantes para ajudar na tomada de decisão de nossos clientes”, destaca.

Fonte: Agência No Ar – Andréa Camilo

Dias das Crianças anima comércio de São José dos Campos

Pesquisa ACI/Unitau revela que 63% dos consumidores da cidade vão às compras neste Dia das Crianças, um salto em relação ao índice de 2018



Uma boa notícia para a criançada de São José dos Campos: este Dia das Crianças será de presentes e mais presentes.

Isso é o que mostra a mais recente pesquisa sobre tendências de consumo, feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). Realizado entre 17 e 20 de setembro, o levantamento aponta a tendência de compras para o Dia das Crianças, 12 de outubro. A pesquisa ouviu 333 pessoas em polos comerciais da cidade: Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. O levantamento tem uma margem de erro de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa ACI/Unitau mostra que 63,3% dos consumidores pretendem comprar presentes neste Dia das Crianças, um salto em relação a 2018, quando o índice ficou na faixa de 51,2%. Outra boa notícia para a criançada: os brinquedos estão em alta. Segundo os números do levantamento, 58,3% dos consumidores planejam comprar brinquedos, contra 50,3% no ano passado. As outras preferências são roupas (24,7%), livros (5,7%), eletrônicos (5,3%) e calçados (3,8%).

“Além dessa boa notícia para as crianças, a pesquisa ACI/Unitau mostra também uma retomada da economia, que afeta diretamente o ânimo do consumidor de São José dos Campos” – disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

O levantamento aponta também que o tíquete médio de compras deve ficar na faixa de R$ 50 a R$ 200 (62,9%) e que os consumidores pretendem fazer as suas compras à vista (81,2%), usando dinheiro ou cartão de débito. Em 2018, a compra à vista foi feita por 67,8% dos consumidores. Outros dados da pesquisam mostram uma predileção dos consumidores por lojas físicas (90,7%) e por pesquisar preços antes de fazer suas compras (49,7%).

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathalia Barcelos

Otimismo entre os empresários

Nova pesquisa ACI/Unitau aponta otimismo da economia e do empresário para os próximos três meses

Com o objetivo de identificar o nível de confiança do empresário de São José dos Campos, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, em parceria com a Universidade de Taubaté, realizou um levantamento para identificar as expectativas da classe para os próximos três meses. Os resultados revelam que os empresários da cidade estão mais otimistas que em junho de 2018.

Esse é o terceiro levantamento do gênero, feito pela Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação) da Unitau.

A primeira pesquisa foi realizada entre 21 e 25 de maio de 2018 (com 202 empresários), a segunda entre 7 e 9 de novembro de 2018 ( com 275 empresários) e a terceira ente 26 e 28 de junho de 2019 (com 298 empresários). A margem de erro do levantamento é de 5 pontos percentuais para mais ou para menos e um nível de confiança de 95%. Os locais estratégicos utilizados na pesquisa foram o Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro (próxima à Rodoviária Velha) e os shopping Center Vale, Vale Sul e Colinas.

Com relação aos empresários, em junho de 2018, o índice apresentou o valor de 56,37, próximo da neutralidade (50,00). Já em novembro de 2018 houve uma melhora em relação ao anterior, com 66,71 e esse índice ainda foi superado pelo de junho de 2019 apresentando o valor de 68,24. Sobre o crescimento da economia do país, em junho de 2018 o índice foi de 51,36, durante os meses seguintes os pontos foram subindo, até atingirem 70,97 em julho de 2019.

O levantamento também aponta otimismo dos empresários com relação ao aumento no faturamento e no lucro das empresas, assim como no aumento do número de contratação e investimentos em infraestrutura. Os índices de junho de 2018 foram 56,71 e em junho deste ano de 67,42.

Para o presidente da ACI, Humberto Dutra os índices apontam novidades para a economia. “A pesquisa comprova que o ânimo do empresário mudou, fruto de alguns fatores, como a inflação baixa, a aprovação da Reforma da Previdência e a retomada do poder de compra do consumidor. Ainda leve, ela mudança deve se cristalizar nos próximos meses”.

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Apps favoritos em suas categorias

Uber, iFood e Netflix se destacam na preferência do consumidor em suas categorias de aplicativo

Estudo da Bridge Research analisou três tipos de apps: transporte
particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos

Em um mercado volátil, que se transforma e evolui rapidamente, o que faz um aplicativo ser mais usado que outro? Como conquistar diferenciação e preferência do consumidor quando pode ser facilmente copiado pelo concorrente? Essas foram algumas das perguntas que o estudo Customer Choice procurou responder.

A pesquisa desenvolvida pela Bridge Research, empresa pertencente à holding HSR Specialist Researchers, analisou três categorias de aplicativos extremamente competitivas: transporte particular de passageiros, delivery de comida e serviços de streaming de vídeos.

“Praticamente todas as marcas presentes no estudo promoveram disrupção em seus setores. Nas três categorias, as barreiras de adoção são baixas. Os consumidores utilizam múltiplos apps e todos recebem índices de recomendação semelhantes. Nesse cenário, ter indicadores de satisfação do cliente mais altos não representa garantia de nada. A liderança gera preferência nessas três análises”, explica Felipe Menezes, diretor de Research e Consumer Insights da Bridge Research.

A pesquisa Customer Choice, realizada entre 24 de abril e 2 de maio, realizou 379 entrevistas on-line. Envolveu mulheres e homens, em todo o Brasil, com idade entre 16 e 60 anos, das classes A, B e C. Os aplicativos de transporte particular de passageiros foram apontados como os mais usados pelos consumidores. Dos entrevistados, 91% já utilizaram esse tipo de serviço. Os serviços de streaming de vídeo já atenderam a 82% das pessoas ouvidas e 76% recorreram aos de delivery de comida.

Transporte – O app preferido por 75% dos entrevistados é o UBER, seguido do 99 com 20% de preferência. O Uber consegue atrair a preferência de mais heavy users e também mostra força na questão relacionada à disponibilidade de carros. Por outro lado, o 99 se destaca no item “Descontos” e “Aceitação de Corridas pelos Motoristas”. Os resultados indicam que, nessa área, todos os apps têm como principais pontos a melhorar o “Atendimento” e “Segurança”. Além disso, o usuário prefere o app que dá mais sensação de controle (31% da geração de preferência vêm do fator “Acompanhamento em Tempo Real da Localização do Motorista assim que o Carro é Solicitado”).

Alimentação – Os apps de Delivery de Comida preferidos do consumidor foram, na ordem, iFood (78%), Uber Eats (10%), Rappi (3%) e Pedidos Já (0,2%). A pesquisa identificou traços atitudinais mais fortes entre usuários, como o interesse em testar produtos inovadores, ter mais tempo livre, disposição em gastar mais em experiências novas e também para ter mais conveniência. O IFood foi APP mais bem avaliado em opções de pagamento, variedades de restaurantes e tipos de comida e abrangência de entrega. Além disso, quem prefere Uber Eats também usa iFood com freqüência. No caso da geração de preferência, o quesito “Variedade” é o mais decisivo.

Vídeo – Quando analisados os serviços de streaming de vídeo, oito apareceram como os mais usados, sendo que cinco foram apontados como preferidos pelo consumidor: Netflix (86% de preferência), Amazon Prime Video (4%), Now (2%), HBO Go (1%) e Globo Play (1%). Alguns pontos se destacaram como, por exemplo, o fato de a Amazon Prime Video atingir lembrança espontânea maior que Globo Play, Telecine Play, HBO Go, Now e Google Play. Além disso, usuários da Netflix usam, em média, 2,6 apps de streaming de vídeo pagos, contra média de cinco aplicativos entre usuários do Amazon Prime Video. Já a relação custo-benefício se mostrou importante gerador de satisfação e ter conteúdo original é o quesito de maior diferenciação, com 32% de peso na geração de preferência. Por outro lado, “Filmes Novos/Lançamentos” tem peso zero e “Variedade de Séries” corresponde a 20% da geração de preferência.

Sobre a Bridge Research

A Bridge Research oferece serviços de inteligência que contribuem efetivamente para a definição da estratégia de negócios de seus clientes. Formada por um time de profissionais experientes e com habilidade para utilização de ferramentas avançadas, atua em três pilares: expertise no setor, tecnologia avançada e atendimento próximo e acessível. Com foco nos setores de Tecnologia e Telecomunicações, Serviços Públicos, bem como nos mercados Financeiro, Imobiliário e de Utilities, para identificar suas crescentes e complexas demandas. Entre os principais produtos da Bridge Research estão pesquisa de satisfação, conjoint analysis e trade-off analysis, além de pesquisa on-line.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

Seis em cada dez brasileiros devem ir às compras no Dia dos Namorados

Seis em cada dez brasileiros planejam ir às compras no Dia dos Namorados, mas gasto médio deve ser menor que em 2018, estimam CNDL/ SPC Brasil

Expectativa é de que a data movimente R$ 12,5 bilhões; quase 99 milhões de pessoas pretendem presentear o parceiro e shoppings despontam como principal destino de compras. Tíquete médio será de R$ 127, uma queda real de 27% em relação ao ano passado

Ainda em meio a um quadro de atividade econômica desaquecida, o apetite de gastos do brasileiro este ano deve ser mais moderado ao ir às compras no Dia dos Namorados. Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) em todas as capitais mostra que seis em cada dez consumidores (63%) esperam presentear alguém na data, o que representa aproximadamente 98,7 milhões de pessoas — número que se mantém estável na comparação com o ano passado. Os dados também mostram que em 2018, 57% adquiriram presentes. Para este ano, a expectativa é de que sejam injetados cerca de 12,53 bilhões de reais na economia.

Em média, o consumidor planeja desembolsar R$ 126,98 com os presentes do Dia dos Namorados, ante R$ 166,87 em 2018 — uma queda de 27,5%, já descontada a inflação acumulada do período. Importante notar que 15% ainda não decidiram o valor que será gasto. Para um terço (34%) dos entrevistados, a intenção é gastar a mesma quantia do ano passado, enquanto 28% mais. Outros 17% esperam diminuir o valor gasto, principalmente as mulheres (26%). Quanto à forma de pagamento, 59% disseram que pretendem pagar a compra à vista, especialmente em dinheiro (38%) e 39% preferem parcelar.

De acordo com o levantamento, seis em cada dez (63%) consumidores garantem que comprarão um único presente, enquanto 27% pretendem adquirir dois ou mais itens. “O país ainda vive os efeitos de um quadro com altos níveis de desemprego e orçamento apertado. Embora para muitos consumidores o momento seja de conter os gastos, esta é uma data importante, em que o ato de presentear acaba sendo uma demonstração de afeto”, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

Mais da metade dos consumidores tem a percepção de que os produtos estão mais caros este ano; 76% pesquisarão preços antes de comprar

Quase seis em cada dez entrevistados (56%) têm a percepção de que os produtos estão mais caros do que no ano passado. Outros 38% acreditam que os presentes se mantiveram na mesma faixa de preço e apenas 5% acham que os produtos estão mais baratos do que em 2018. De olho no bolso, 76% dos consumidores pretendem fazer pesquisa de preço. Entre os que disseram ir em busca de melhores ofertas, 69% pretendem usar a internet como aliada, 48% pesquisarão em shoppings e 43% em lojas de rua.

O simbolismo em torno desta data comemorativa ajuda a explicar a decisão de presentear. A pesquisa constatou que 47% dos que farão compras no Dia dos Namorados consideram o ato de presentear um gesto importante, ao passo que 46% têm o costume de presentear as pessoas que gostam. Os mais lembrados na ocasião serão os cônjuges (59%) e namorados (35%).

A sondagem revela ainda que 52% pretendem ir às compras na primeira semana de junho. Já 16% deixarão para a véspera do Dia dos Namorados e 14% disseram antecipar para o mês de maio.

Roupas são o principal item de quem irá presentear e se preparar para a comemorar a data; 32% planejam fazer compras em shoppings

Este ano, o levantamento revelou que os gastos devem envolver mais do que a compra do presente. Para 63% dos entrevistados, os gastos com a aquisição de um produto ou serviço terão um motivo especial: a preparação para comemorar a data. Para isso, os itens mais mencionados foram as roupas (30%), os perfumes, cosméticos ou maquiagem (19%), a lingerie ou peça íntima (18%), os calçados (11%) e os tratamentos estéticos, como salão de beleza e barbearia, manicure, depilação (9%).

Quanto ao local de compra, os shopping centers despontam como principal destino, com 32% das citações. Em segundo lugar aparecem as lojas online (18%), seguidas das lojas de rua (11%), das lojas de departamento (11%) e dos shoppings populares (9%). Em relação aos fatores que mais influenciam a escolha do local, 55% mencionaram os preços, 48% a qualidade do produto e 41% as promoções.

Já em relação ao local onde será comemorado o Dia dos Namorados, os consumidores se dividem entre a própria casa (37%) e os restaurantes (27%). Na escolha do presente, os fatores mais levados em conta são a qualidade do produto (23%) e o perfil do presenteado (20%). Ainda segundo apontou a pesquisa, 70% acreditam que também vão receber presentes na data.

33% pretendem comprar presentes mesmo com contas em atraso, entre esses a maioria está com nome sujo

Para impressionar o parceiro, muitos consumidores não veem limites e até ignoram os compromissos financeiros já assumidos. A pesquisa mostra que três em cada dez (33%) entrevistados que pretendem comprar presentes irão às compras mesmo com contas em atraso. Entre esses, 69% estão com CPFs negativados em serviços de proteção ao crédito. Além disso, 7% deixarão de pagar alguma conta para comprar o presente da pessoa amada.

Os dados revelam ainda que 30% reconhecem gastar mais do que podem na compra de presentes para o parceiro. As justificativas para ultrapassar os limites do orçamento passam pelo desejo de agradar o cônjuge ou namorado (37%), por achar que o parceiro merece (34%) e pelo desejo de impressionar (10%). “Para os que têm contas em atraso ou estão negativados, existem outras formas de surpreender o parceiro. Fazer um esforço além da própria capacidade de pagamento pode comprometer ainda mais o orçamento. É preciso, acima de tudo, ter disciplina para conter os gastos e usar a criatividade”, orienta o educador financeiro do SPC Brasil, José Vignoli.

Fonte: CNDL/ SPC Brasil

Pesquisa aponta a intenção de compra no Dia dos Namorados

Pesquisa ACI/Unitau revela intenção de compra no Dia dos Namorados

Roupas, joias, calçados e perfumes estão em alta neste Dia dos Namorados, quando o comércio de São José dos Campos espera um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado.

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Isso é o que mostra pesquisa exclusiva sobre o comportamento do consumidor em relação ao Dia dos Namorados, feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, feita em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi feito entre os dias 27 e 30 de maio, entrevistando 423 pessoas em áreas de concentração do comércio da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro é de 4,76 pontos percentuais para mais ou para menos.

Pelos números, este será o Dia dos Namorados da elegância

Roupas e acessórios aparecem disparados no ranking dos presentes em vista, com 52,5% das citações. Em seguida aparecem joias ou bijuterias (9%), calçados (8,5%) e perfumes e cosméticos (6,2%). Almoços ou jantares românticos, bombons e bolos registraram 4% das citações.

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“Este Dia dos Namorados deve confirmar a tendência de aquecimento nas vendas do comércio de São José dos Campos, registrada deste o Natal do ano passado e reforçada pelo último Dia das Mães. Depois de termos registrado o melhor Natal dos últimos cinco anos e um Dia das Mães muito aquecido, para este Dia dos Namorados devemos ter um aumento de 5% nas vendas em relação ao ano passado. Trata-se de uma retomada lenta, mas constante, o que mostra a volta da confiança do consumidor”– disse o presidente da ACI, Humberto Dutra.

No valor dos presentes, uma boa notícia: o tíquete médio deve ficar na casa dos R$ 101 aos R$ 200 (43%), com 22,4% dos entrevistados apostando em presentes acima de R$ 201.

Outro dado significado: a maioria dos consumidores deve optar por pagar as compras à vista (53,3%). Sobre a forma de pagamento, 26,8% disseram que vão pagar em dinheiro, 25,1% vão optar por pagar de forma parcelada no cartão de crédito, 24,6% vão usar cartão de débito, 13,1% afirmaram que vão pagar à vista no cartão de crédito e 8% vão optar pelo crediário da loja. Não houve citação sobre pagamento em cheque.

Fonte: Matéria Consultoria & Mídia – Nathália Barcelos

Pesquisa mostra satisfação do comércio com o Dia das Mães

Vendas do Dia das Mães animam comércio de São José dos Campos

Pesquisa exclusiva da ACI mostra que satisfação do comércio com movimento do Dia das Mães bateu a casa dos 80%; contratação de temporários cresceu

O índice de satisfação do comércio de São José dos Campos com as vendas do Dia das Mães atingiu o maior patamar dos últimos anos, ultrapassando os 80%.

Isso é o que revela pesquisa exclusiva feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por intermédio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento foi feito entre os dias 20 e 24 de maio, no chamado pós-venda do Dia das Mães, e ouviu 203 empresários nos principais eixos de comércio de São José dos Campos: Calçadão da Rua 7 e rua 15 de Novembro, além dos shoppings CenterVale, Colinas e Vale Sul. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A grande maioria dos lojistas ficou satisfeita com as vendas

O resultado foi considerado bom por 69,8% dos entrevistados, muito bom por 4,5% e ótimo por 5,9%. Somados, os índices positivos alcançam 80,2%, contra uma média inferior a 70% nos últimos anos.

“Esse foi o melhor Dia das Mães dos últimos anos”, disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra. “É uma mostra de que a economia, embora de modo lento, está reagindo em 2019, dando mais confiança ao consumidor.”

Além da satisfação dos empresários do comércio, três outros índices atestam a onda positiva do último Dia das Mães. O tíquete médio para a data passou para a faixa de R$ 101 a R$ 200 (39% das vendas); 47,8% dos consumidores compraram dois presentes para a data (em 2018, a maioria comprou apenas um); e, muito importante, cresceu, embora de modo tímido, o índice de contratação de trabalhadores temporários pós-dia das Mães: o patamar de contratações passou de 6,9% em 2018 para 9,4% em 2019.

Outros índices

A pesquisa ACI/Unitau revelou ainda que os consumidores optaram por pagar suas compras com cartão de crédito (62,2% contra 34,8% em dinheiro). E que as roupas e acessórios foram as campeãs de vendas, alcançando 42,9%, bem a frente de calçados (12,8%), cosméticos e perfumes (10,2%), joias e bijuterias (8,7%) e bolsas de acessórios (7,7%).

Fonte: Matéria Consultoria&Mídia – Nathália Barcelos

Otimismo do consumidor

Consumidor acha que economia do Brasil melhorou em 2019

Pesquisa ACI/Unitau revela que joseense está otimista com a economia do país e que espera 2019 melhor que 2018; desemprego é maior problema

A maioria dos cidadãos de São José dos Campos acha que a economia do Brasil melhorou em 2019.

Isso é o que mostra pesquisa feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

À pergunta feita pela ACI/Unitau se a economia do país melhorou em 2019, 54,6% dos entrevistados disseram que sim, contra 26,8% que disseram não e 18,6% que não souberam responder.

Não é só. Outras duas questões servem para corroborar essa tendência de otimismo.

Primeira: perguntados como se declaram em relação à economia em 2019, 48,5% dos entrevistados se declararam otimistas e 29% declararam ter um otimismo moderado (somadas, as taxas de otimismo somam 77,5%), contra 13,7% que afirmaram não ter expectativa, 5,5% que disseram estar pessimistas e 0,7% declararam um pessimismo moderado (taxas de péssimos, somadas, de 6,2%).

Segunda: perguntados como esperam o comportamento da economia em 2019 frente ao desempenho de 2018, 66,1% esperam um desempenho melhor, 19,2% acreditam em um desempenho igual e 7,8% aguardam um desempenho pior.

“Esse cenário, somadas as diversas respostas, mostra uma expectativa positiva do joseense em relação à economia do país em 2019. Isso tem se refletido nas vendas do comércio, que estão crescentes, como mostrou o movimento deste Dia das Mães, que atingiu uma alta de 5% a 6% sobre 2018” – disse o presidente da ACI de São José dos Campos, Humberto Dutra.

Maior problema

A pesquisa ACI/Unitau perguntou ao cidadão de São José dos Campos qual o principal problema da economia do país. Para 63,8% dos entrevistados, o principal problema é o desemprego, seguido por falta de ações do governo (8,8%), taxa de juros (7,5%), inflação (6,5%) e falta de investimentos públicos (5,2%).

Bolsonaro

O levantamento mediu ainda a aprovação do governo Jair Bolsonaro, pedindo que o cidadão de São José dos Campos desse uma nota de zero a 10 à administração federal. A nota que teve o maior número de citações foi 5, atribuída por 20,2% dos entrevistados, seguida pelas notas 4 (18,2%) e 6 (15,6%). As notas de zero a 4 somam 48,8% das respostas. As notas de 6 a 10 somam 30,9%.

Nesta terça-feira, a Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos irá disponibilizar dados da pesquisa realizada em parceria com a Unitau, que aponta a opinião dos moradores de São José dos Campos sobre as mudanças na economia durante o governo do presidente Bolsonaro.

Fonte: Matéria Consultoria e Mídia – Nathália Barcelos

Consumidor está otimista para o Dia das Mães

Pesquisa ACI/Unitau revela que mais de 77% dos consumidores vão às compras para esta data especial do calendário

Uma boa notícia para o comércio: o consumidor de São José dos Campos está otimista para o Dia das Mães deste ano.

Isso é o que mostra pesquisa exclusiva feita pela Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos em parceria com a Universidade de Taubaté, por meio da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), divulgada hoje (07 de maio). O levantamento ouviu 382 pessoas entre os dias 23 e 26 de abril, em locais de grande circulação da cidade: praça Afonso Pena, Calçadão da Rua 7, rua 15 de Novembro e os shoppings CenterVale, Vale Sul e Colinas. A margem de erro da pesquisa é de 5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O levantamento revela que 77,5% dos consumidores da cidade pretendem comprar presentes neste Dia das Mães, contra 66% em 2018. O índice de consumidores que declararam que não comprarão presentes é de 9,9%, quase metade do patamar do ano passado (17,3%).

“Os números dessa nova rodada de pesquisas da parceria entre ACI e Unitau revelam uma reação da economia neste início de ano e um otimismo do consumidor” disse o presidente da Associação Comercial e Industrial de São José dos Campos, Humberto Dutra.

A pesquisa aponta que o tíquete médio deste Dia das Mães deve girar até R$ 200, segundo revelaram 79,8% dos entrevistados, com 34,5% deles esperando gastar de R$ 100,01 a R$ 200. Esses índices repetem a tendência de 2018.

Na lista de presentes, segundo o levantamento ACI/Unitau, a preferência é por roupas e acessórios (40,5%), seguida por calçados (11,8%), perfumes e cosméticos (9,5%), bolsas e acessórios (8,8%) e joias e perfumes (7,8%). Outras opções, somadas, como dinheiro, viagens, jantares e flores, por exemplo, somaram 14% das citações dos consumidores entrevistados.

Formas de pagamento
Na forma de pagamento, a maioria dos consumidores disse que pretende pagar à visa (63,3%, contra 59,9% registrado em 2018), usando dinheiro (47,3%) ou cartão de débito (15,7%). O cartão de crédito é preferido de 29,7%. O crediário, de 9,7%

Fonte: Matéria & Mídia – Nathália Barcelos

Varejo: retomada e confiança

Retomada econômica do Varejo: sua empresa está pronta para se destacar nesse cenário?

por Robinson Idalgo *

O Varejo está acostumado a enfrentar períodos de instabilidade, avanço e recuo, consciente de que a conjuntura política interfere diretamente nas projeções do mercado. Por isso, é especialmente otimista a visão que o empresariado tem tido nos últimos tempos sobre o setor.

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O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mensalmente, foi o maior para o mês de março desde 2012 e aumentou em 10,9% na comparação com o mesmo mês de 2018. Isso mostra que, embora a reforma da Previdência e seus impactos ainda sejam pontos de interrogação para quem atua no varejo, é esperado um crescimento, ainda que lento, dentro do mercado.

Se a boa onda no comércio tem sido retomada, quem estiver mais preparado e acompanhando as tendências do segmento certamente obterá mais sucesso. E aqui entra a necessidade de se ter uma gestão empresarial precisa, com o uso de um ERP na nuvem, por exemplo.

Criar rotinas para o controle do estoque, orçamentos, vendas e emissão de notas fiscais garante que o micro ou pequeno negócio alie eficiência e organização no gerenciamento. Essas ferramentas, algumas disponíveis até gratuitamente, também permitem conciliação bancária (com movimentações registradas em documentos com formato OFX), controle de logística e algo que penso ser muito vantajoso: integração com marketplaces e e-commerces.

Considerando que 75% dos jovens entre 16 e 22 anos fazem compras em lojas virtuais ou em sites de revenda, conforme pesquisa da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) de agosto de 2018, estar com a marca nessas plataformas não é só uma questão de “estar conectado às novas gerações”; é recalcular rotas para explorar o perfil de novos consumidores, estando no mesmo ambiente de compra e até mesmo expandido a área de atuação do negócio, por meio de uma logística de entrega eficiente.

Destaco ainda a perspectiva de crescimento em lojas físicas. Apesar de saber que a recuperação tem sido mais vagarosa, até o final do ano, a CNC projeta saldo positivo de 102 mil postos de trabalho formal no varejo e abertura de 23,3 mil novos pontos de venda.

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Ou seja, ter em mãos recursos que sirvam de alavanca para direcionar o negócio nesse cenário me parece ser fundamental. Com certeza, um ERP se torna bastante efetivo nesse sentido, pelo fato de gerar informações de venda, do que deu certo e do que não deu, comparando mês a mês, como se diz no ditado popular, “como a banda está tocando”.

Isso porque o comerciante ou o prestador de serviço para ter condições de consultar os dados sem precisar se debruçar em planilhas trabalhosas. Tudo se presta, então, para o desenvolvimento de ações de marketing e de CRM mais apuradas, consolidadas e que, consequentemente, geram melhores resultados.

Especialistas de mercado analisam que não é hora de fazer apostas, mas de se juntar ao empresariado que deposita confiança no setor. Faça um exercício de memória apontando o que pode melhorar dentro de sua empresa, inclusive ouvindo a opinião dos colaboradores, e tire suas próprias conclusões.

*Robinson Idalgo – fundador do Sistema Grátis – sistema de gestão (ERP) grátis. Mais informações no site: www.sistemagratis.com.br