‘Estudo MARCO Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’

54% dos brasileiros realizarão mais compras online após o isolamento

  • 65% dos brasileiros afirmam ter feito mais compras via internet durante o período de distanciamento social, consolidando o ‘boom’ do e-commerce e a reinvenção obrigatória do comércio tradicional
  • A televisão é o canal de informação preferido por 75% dos brasileiros durante a crise, seguido pela imprensa online (58%), Facebook (38%) e WhatsApp (34%)
    Quase metade dos brasileiros (47%) acredita haver censura ou controle da mídia e das redes sociais

A futura retomada das atividades será o início de um “novo normal” após a pandemia da COVID-19. Essa nova realidade será marcada por importantes mudanças adotadas pelos cidadãos no Brasil e em outros países afetados pelo novo coronavírus. Visando conhecer em detalhes a evolução dos hábitos de consumo pós-COVID-19, a agência de comunicação MARCO elaborou o ‘Estudo MARCO de Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’. A sondagem internacional foi realizada entre mais de 4.500 pessoas no Brasil, Espanha, Itália, Portugal, México e Colômbia. Uma de suas principais conclusões aponta que 76% dos cidadãos que vivem nos países pesquisados mudaram definitivamente seus hábitos de consumo.

Hábitos de consumo

O crescimento vertiginoso do e-commerce chegou para ficar após o isolamento. O Brasil se destaca como um dos mercados com maior número de consumidores (65%) que afirmam ter feito mais compras online durante esse período. Essa tendência se repete na Espanha (60%) e nos outros países da América Latina (ao menos 65%), ficando abaixo da Itália (81%).

65% dos brasileiros afirmam ter feito
mais compras online durante o isolamento

Do mesmo modo, depois do distanciamento social, 54% dos brasileiros farão mais compras online do que antes. Essa tendência de alta também é perceptível no mercado latino (ao menos 51%), mas novamente tem destaque na Itália (82%). Consequentemente, esse crescimento tem impacto no setor de varejo, resultando na aposta obrigatória em canais online de vendas e marketing. Isso também gera consequências para a adaptação dos varejistas a um novo modelo de logística.

Canais de informação

No período de isolamento, 75% dos brasileiros escolheram a televisão como o principal meio para se manterem informados. Em seguida está a imprensa online, com 58%. Tanto a TV quanto os portais de notícias ocupam as duas primeiras posições em todos os países pesquisados. No Brasil completam o ranking Facebook (38%), WhatsApp (34%), rádio (17%), LinkedIn (5%) e jornais impressos (4%).

Em paralelo, também houve um grande crescimento em várias plataformas de streaming. As que tiveram maior aumento na utilização pelos brasileiros foram Netflix (73%), Amazon Prime (32%) e Globoplay (26%). Os consumidores também optaram pelos videogames (50% entre os homens e 37% entre as mulheres) como uma das principais opções de lazer durante o isolamento.

Controle dos meios de comunicação e redes sociais

De acordo com dados do ‘Estudo MARCO de Hábitos de Consumo Pós-COVID-19’, quase metade dos brasileiros (47%) acredita que há censura ou controle da mídia e das redes sociais desde o início da crise da COVID-19. Colômbia e México, os outros países da América Latina pesquisados, registram os maiores percentuais (61% e 59%, respectivamente), seguidos pela Espanha, com 54%. Dos seis países pesquisados, Portugal (30%) é o único cuja população não aponta um controle governamental relevante sobre meios de comunicação.

Quase metade dos brasileiros (47%) acredita em censura ou
controle da mídia e das redes sociais desde o início da crise

Em relação à volta das aglomerações em atividades presenciais, como aulas nas escolas de período integral, 53% dos brasileiros consideram apropriado manter aulas em meio período, com o restante do tempo de estudo sendo realizado em casa.

Didier Lagae, CEO e fundador da MARCO e Profissional Global e Europeu de Relações Públicas de 2019, faz a seguinte observação: “Há um ‘boom’ do comércio eletrônico que veio para ficar. Além disso, vemos que quase metade dos brasileiros acusa o governo de exercer controle ou censura sobre a mídia e as redes sociais”.

Fonte: Agency – Douglas Meira e Camilla Ginesi

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Experiência de vida com isolamento social faz Geração Z resgatar valores das dimensões humanas, diz pesquisa

Levantamento da HSR Specialist Researchers comprova o nascimento de um novo olhar dos jovens sobre a vida familiar

As experiências de vida que a pandemia provocada pelo novo coronavírus está proporcionando aos jovens da Geração Z, têm possibilitado que vivenciem momentos significativos em relação ao convívio familiar. Esse cenário, até então inédito para alguns, tem se mostrado transformador pois tem estimulado uma maior valorização dos vínculos familiares, indicando um movimento de resgate das dimensões humana.Essa é uma das constatações do estudo “Zners – A Geração que Viveu a Quarentena”, realizado pela HSR Specialist Researchers. Essa expressão foi criada pela HSR para definir a Geração Z que vivencia a fase de isolamento no inédito.

A pesquisa aponta que os Zners estão descobrindo mais prazer e dando maior valor à proximidade e aos vínculos familiares. A interação com a família cresceu e o compartilhamento das refeições faz parte da rotina. Para 49% dos Zners há mais conversas com as pessoas de casa e 41% estão participando mais das refeições em família. Além disso, 30% também estão conversando mais com familiares que moram em outra casa.

O isolamento social está contribuindo para os jovens descobrirem novas formas de participar da vida em família, experimentando atividades das quais não faziam parte antes. Nesse sentido, 72% dos jovens entrevistados afirmam que estão participando do preparo das refeições e 80% deles estão lavando a louça. E o engajamento com as tarefas domésticas não para por aí. Entre os entrevistados, 80% limpam o próprio quarto, 75% arrumam a própria cama e 77% ajudam na limpeza da casa. Adicionalmente, 68% estão contribuindo para deixar os ambientes da casa mais arrumados.

O resultado desses novos hábitos é uma mudança no comportamento, pois os Zners que estão tendo mais contato com trabalhos domésticos passaram a valorizar os trabalhos de diaristas ou da própria mãe.

“Os aprendizados ocasionados pela quarentena estão sendo transformadores em várias dimensões, mas especificamente em relação ao convívio familiar, vimos que os Zners pretendem levar para a vida os comportamentos experienciados. Os dados mostram que 52% querem continuar a conversar e conviver mais com pais, mães, irmãos e outros familiares após o fim do isolamento social. Além disso, 50% deles querem permanecer participando das refeições em família”, ressalta Naira Maneo, diretora da HSR Specialist Researchers.

“Apesar das perdas e dificuldades geradas pela pandemia, vemos também uma oportunidade para que esses jovens saiam fortalecidos e mais maduros desse período. A maior convivência familiar e a cooperação deixam claro para esses jovens a importância de seu papel dentro da família”, comenta Karina Milaré, diretora da HSR.

Metodologia e dimensões – A pesquisa realizada na segunda semana de maio ouviu mais de 1,5 mil jovens, entre 16 e 24 anos, classes sociais A, B e C, das principais capitais brasileiras, tendo como base questionário estruturado a partir de levantamento qualitativo realizado em abril. O estudo foi estruturado em cinco dimensões para analisar de forma ampla os pensamentos e sentimentos dos jovens. Nesta primeira, se abordou o relacionamento familiar e os demais temas serão, na ordem: ‘Vivendo em um Mundo 100% Online’; ‘Alimentação e Saúde’; ‘Educação e EAD’; e ‘Valores Emergentes e Aprendizados da Pandemia’.

Fonte: LF Comunicação Corporativa – Marco Barone

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Internet fixa cresce

Busca por planos de internet fixa cresce 17% em abril

Desde que se iniciou o isolamento social a procura por serviços de internet cresceu no Brasil. De acordo com levantamento do site Portal de Planos (https://portaldeplanos.com.br/) – plataforma que reúne em um único lugar todos os planos de internet, celular, TV e telefone – no mês de abril a busca por internet fixa teve um aumento de 16,97%, com relação a ao mês anterior de março.

Image by Tumisu from Pixabay

Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres foram as que mais procuraram o serviço, representando 57,9% das buscas do último mês, enquanto os homens representam 42,1%.

Já os estados com maior procura por esses serviços foram:

São Paulo – 41,5%

Rio de Janeiro – 10,8%

Minas Gerais -7,6%

Paraná – 6,1%

Rio Grande do Sul – 5,6%

Outros estados – 28,4%

“O isolamento social mostrou a todos o quanto é importante ter em casa um serviço de internet de qualidade, seja para trabalhar em home office, para estudar, assistir filmes e séries, seja para falar com os amigos e familiares. Notamos que muitas pessoas que não tinham banda larga buscaram por esse serviço e por isso tivemos um grande pico na procura no primeiro mês de isolamento, em março. Também percebemos um crescimento na procura por melhorias nos planos atuais nos últimos meses”, comenta Yuri Kaminski, especialista em marketing digital do Portal de Planos.

Outros serviços

Ainda segundo o levantamento do Portal de Planos, outros serviços de telecomunicações já não estão mais sendo tão procurados pelos consumidores quanto no início da quarentena. A busca por TV por assinatura caiu 8,27% em abril com relação a março e a procura por Internet Móvel também apresentou queda de 10,28%.

De acordo com o especialista, essa queda pode estar relacionada ao fato das pessoas estarem mais em casa do que na rua e, por isso, não precisaram contratar ou aumentar seus planos de telefonia móvel. Em relação a TV, muitos brasileiros apostam nas plataformas de streaming, além do uso gratuito de alguns canais – muitas operadoras liberaram o seu sinal durante a pandemia.

Fonte: Agência NoAr – Mariah Freitas

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Centennials e Millennials esperam mais das marcas, usam mais redes sociais como TikTok, mas se descuidam da alimentação durante a pandemia

Gerações mais jovens são mais digitais e esperam um posicionamento mais proativo das marcas

Uma nova análise do Barômetro Kantar COVID-19, o principal estudo que explora as influências do coronavírus nas atitudes, comportamentos e expectativas de pessoas em mais de 50 mercados, revelou como os jovens das gerações Centennials (18-24 anos) e Millennials (25-34 anos) se diferenciam das faixas etárias seguintes.

48% deles acreditam que as marcas precisam servir de exemplo e guiar a mudança, contra 31% das pessoas com 55 anos ou mais; 35% deles esperam que as marcas usem seu conhecimento para explicar e informar seus consumidores, contra 28% com 55 anos ou mais. “Isso revela que em comparação com outras gerações, os jovens adultos têm uma expectativa maior de uma participação mais proativa das marcas na sociedade”, afirma Valkiria Garré, CEO de insights da Kantar Brasil.

Comportamento digital, consumo de mídia

Os Centennials e Millennials saem na dianteira como as gerações que aumentaram suas compras online em decorrência do COVID-19 (39%) em relação a população geral (32%), entre 35 e 54 anos (30%) e com 55 ou mais (24%). 47% deles também esperam aumentar seus pedidos de e-commerce em relação ao mês anterior (apenas 25% dos entrevistados com 55 ou mais farão o mesmo).

Essas duas gerações também se destacaram no uso de todas as redes sociais, sendo que a novata TikTok mostrou um crescimento expressivo desde o início da pandemia. Confira o gráfico:

“Com os desafios que geram engajamento em massa e viralizam, o TikTok se tornou uma forma de entretenimento rápido e de socialização digital em tempos de isolamento social”, afirma Valkiria. “Mas YouTube e Instagram ainda continuam líderes devido ao crescimento de transmissões ao vivo (lives) que incluem treinamento virtual, receitas de culinária e, claro, os shows de música.”

Já o consumo tradicional de mídia doméstica, assim como o online, cresceu significativamente durante a quarentena, principalmente entre os mais jovens: 63% dos Centennials e Millennials consumiram mais TV tradicional depois do COVID-19 (56% da população geral e 22% com 55 anos ou mais fizeram o mesmo); 58% começaram a consumir mais TV streaming (51% da população geral e 39% dos 55+; e 77% passaram a assistir mais vídeos online em diferentes plataformas (67% da população geral e 48% dos 55+).

“Os hábitos de consumo de mídia digitais das gerações mais jovens se acentuaram consideravelmente com o distanciamento social. Mas é interessante ver que eles também recorreram à TV Tradicional como fonte de entretenimento e informação”, diz Valkiria.

Muito tempo em casa, pouco tempo para a dieta

Em contrapartida, os entrevistados com 55 anos ou mais não deixaram a nova rotina mudar sua dieta: apenas 25% se preocuparam menos com a dieta durante a quarentena (38% dos Centennials e Millennials se descuidaram nesse ponto). 55% dessas gerações mais jovens também falaram que passaram a fazer mais lanches ao longo do dia (44% dos brasileiros com 55 ou mais fizeram o mesmo).

Isso não impediu, porém, essas gerações mais jovens de entrar na cozinha: 61% estão tentando novas receitas durante a quarentena (em comparação a 58% da população geral e 49% dos brasileiros com 55 anos ou mais).

“Não é à toa que estamos vendo um boom de conteúdo sobre receitas e comidas nas redes sociais. Ele leva ao engajamento e cria uma conexão com as pessoas que estão distantes em tempo de quarentena”, afirma Valkiria.

Sobre o Barômetro COVID-19

A pesquisa foi realizada online com 500 brasileiros com 18 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março (primeira onda), 27 e 31 de março (segunda onda) e 13 a16 de abril de 2020. A versão completa conta com 17 questionamentos sobre hábitos dos entrevistados relacionados à pandemia. Ele foi feito em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores. Entre os temas abordados estão: atitudes dos consumidores; hábitos de mídia; hábitos de viagem; impacto nos comportamentos de compra online e off-line; e expectativas em relação às marcas. Para saber como ter acesso a todos os dados, clique aqui.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues/Assessora de Imprensa

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O que você está fazendo?

O que as pessoas estão fazendo no isolamento social

Já há algum tempo sigo/assino a newsletter do Gabriel Ishida. E ele sempre traz ótimas dicas e resumos das principais notícias relacionadas a marketing, comunicação, tecnologia e inovação. Recomento fortemente.

A última que recebi traz um conteúdo muito legal. Trata-se de uma pesquisa realizada pela monday.com. A partir de uma amostra de 1.000 entrevistados coletada nesse mês, buscou-se saber quais as principais atividades que as pessoas estão fazendo durante a quarentena. Como elas estão se virando em casa?

E o Gabriel separou as principais e eu reproduzo aqui pra vocês:

  • 69% dos pesquisados estão gostando mais de trabalhar em casa do que esperavam
  • 54% se sentem mais produtivos em casa
  • 17% trabalham com algum pet em seus colos
  • 61% sentem que estão trabalhando com maior frequência à noite ou mais cedo
  • 50% sentem falta da separação casa-escritório
  • 44% sentem falta dos colegas de trabalho
  • 21% sentem falta dos almoços fora do escritório
  • 37% usam pijama durante o dia inteiro
  • 42% estão conversando mais com a família e amigos
  • 28% sentem que estão se alimentando melhor
  • 17% estão tomando menos banhos

Confesso que me identifiquei fortemente com algumas das coisas levantadas na pesquisa. Mas não fico de pijamas o dia inteiro…rsrs

E você? Está fazendo o que nessa quarentena?

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Estudo da Kantar mostra crescimento das compras on line

COVID-19: e-commerce cresce e compra nas lojas físicas caem, mas brasileiros ainda esperam que as marcas sejam práticas e ajudem do dia a dia da pandemia

Segunda onda de estudo Kantar mostra um crescimento nas compras online (de 19% para 34%) enquanto as pessoas que diminuíram as idas a lojas físicas (de 32% para 46%)

O que os brasileiros esperam das marcas? Com quase 60% da população escolhendo o isolamento social*, uma segunda onda de entrevistas da Kantar para o estudo Barômetro COVID-19 mostra que muitos consumidores querem que as marcas tenham um impacto social maior e já estão migrando seu consumo para o digital – o que exige um preparo das empresas para um e-commerce mais robusto.

Valkiria Garré

Em tempos de crise, os brasileiros esperam que as empresas sejam mais do que funcionais. De acordo com a segunda onda do Barômetro COVID-19 da Kantar, realizada entre 27 e 31 de março, 28% dos brasileiros querem que as marcas sejam práticas e realistas e ajudem os consumidores no dia a dia (21% na semana anterior). Já 25% deles querem que elas sirvam de exemplo e sejam guias para a mudança (constante nas duas semanas).

“Para atingir esses objetivos, é necessário evoluir o propósito de marca para abraçar o impacto humano e social, além de adaptar sua comunicação para essa nova realidade”, afirma Valkiria Garré, CEO de Insights da Kantar Brasil.

Mais compras no online, menos idas às lojas físicas

Já na presença digital, nota-se que alguns hábitos que estavam se desenvolvendo a passos mais lentos, foram acelerados com esse processo – por necessidade – e devem permanecer e fazer parte do novo normal, como, por exemplo, o uso de podcasts, shopvertising e o e-commerce.

Na segunda onda do Barômetro COVID-19, por exemplo, já é possível confirmar o crescimento das compras online no período de crise: o número de pessoas que aumentaram compras online subiu de 19% para 34%. Enquanto isso, o de pessoas que diminuíram compras em lojas físicas subiu de 32% para 46%.

“Isso demanda que as empresas sejam rápidas na disponibilidade e sortimento em um primeiro momento e, depois, conseguir escalonar a operação e entrega para acompanhar o crescimento de pedidos”, diz Valkiria.

O mesmo estudo mostra que 72% compram online para economizar tempo e 71% acreditam que o e-commerce é mais conveniente do que ir a lojas físicas. Muitos brasileiros usaram o período de pandemia para fazer suas primeiras compras online:

17% alimentos e bebidas
15% remédios sem prescrição médica
12% cosméticos e produtos de cuidado pessoal
12% serviços
8% roupas e acessórios
7% eletrônicos

* Índice de Isolamento Social da In Loco em parceria com a Universidade de São Paulo (USP)

Metodologia

A pesquisa foi realizada online com 500 brasileiros com 18 anos ou mais entre os dias 13 e 16 de março (primeira onda) e 27 e 31 de março (segunda onda) de 2020. A versão completa conta com 17 questionamentos sobre hábitos dos entrevistados relacionados à pandemia. Ele foi feito em 30 mercados com mais de 25 mil consumidores. Entre os temas abordados estão: atitudes dos consumidores; hábitos de mídia; hábitos de viagem; impacto nos comportamentos de compra online e off-line; e expectativas em relação às marcas. Para saber como ter acesso a todos os dados, clique aqui.

Fonte: Tamer Comunicação – Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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Coleta de dados faz diferença no desempenho de empresas

Gartner diz que empresas em crescimento são mais ativas na coleta de dados de experiência dos clientes

As organizações que têm registrado crescimento positivo de receita coletaram mais dados de experiência dos clientes (CX – Consumer Experience, em inglês) do que as companhias que não cresceram, de acordo com recente pesquisa do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. O estudo indica que quase 80% das organizações em crescimento usam pesquisas para coletar dados de experiência dos clientes, comparado com apenas 58% das organizações sem crescimento.

Image by emudria from Pixabay

“Há uma clara tendência, entre as empresas que crescem, em coletar ativamente dados de CX usando uma ampla variedade de ferramentas, como pesquisas, testes de usabilidade, grupos focais e análises em tempo real”, diz Jessica Ekholm, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “Isso é o que chamamos de abordagem de fora para dentro – a ideia de que a criação de valor para o cliente e a abordagem orientada à experiência dos clientes impulsionará o sucesso dos negócios a longo prazo.”

Uma organização em crescimento é definida como aquela que teve um crescimento positivo da receita de 2018 a 2019. Além disso, tem expectativa de crescimento positivo da receita de 2019 a 2020. Uma organização sem crescimento teve receita inalterada ou em declínio entre 2018 e 2019, com o mesmo ritmo esperado para 2019 a 2020.

Pesquisas de clientes usadas pela maioria das organizações em crescimento – As pesquisas com consumidores continuam sendo o meio mais popular entre as organizações que crescem e as que não crescem para coletar dados de experiência dos clientes, segundo a pesquisa do Gartner. Embora as pesquisas podem fornecer aos gerentes de produto um entendimento básico das experiências e sentimentos dos clientes, elas têm algumas limitações. Os consumidores estão experimentando cada vez mais uma sensação de “cansaço de pesquisas”, com os levantamentos mostrando taxas de resposta em declínio para cada pesquisa subsequente que um cliente recebe. Além disso, as respostas das pesquisas geralmente são escritas às pressas ou fornecem informações ambíguas, diminuindo a qualidade dos dados coletados. As pesquisas são incapazes de trazer informações em tempo real. “Apesar de seu amplo uso, as pesquisas com clientes apresentam algumas falhas que limitam sua capacidade de coletar dados com qualidade da experiência dos clientes”, diz Ekholm. “Reconhecendo isso, as empresas em crescimento estão começando a usar análises em tempo próximo ou real para complementar ou aproveitar os dados coletados nas pesquisas.”

Análise em tempo real acelera e aprofunda insigths da experiência dos clientes – O uso de analytics em tempo próximo e real para coletar dados de Consumer Experience é uma tendência crescente entre empresas em crescimento, com 43% dos gerentes de produtos dessas operações usando ferramentas de analytics para coletar e analisar dados de percepção e sentimentos dos clientes, em comparação a apenas 22% dos gerentes de produtos em empresas que não crescem. As tecnologias de Inteligência Artificial (IA) podem ajudar as organizações a coletar dados em tempo próximo e real sobre os problemas e experiências atuais dos clientes. Esses dados podem ser usados ​​para prever a próxima ação dos consumidores, recomendando proativamente recursos, soluções ou ações que melhoram a jornada do cliente. “As empresas que aproveitam aplicações de Inteligência Artificial e analytics em tempo próximo e real para coletar dados de clientes se destacarão como líderes nos índices de experiencia dos consumidores nos próximos cinco a 10 anos”, afirma Ekholm.

A pesquisa Gartner “Mudando Abordagens para o Desenvolvimento de Produtos” foi realizada on-line entre julho e setembro de 2019, entre participantes com o título de gerente, equivalente e superior, em organizações do setor de alta tecnologia com receita prevista em 2019 de mais de US$ 100 milhões. No total, 214 participantes foram entrevistados nos EUA, China, Índia, Canadá, Reino Unido, França e Alemanha.

Fonte: Planin – Assessoria de Comunicação e de Imprensa do Gartner no Brasil –
Caroline Belleze

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Levantamento aponta crescimento no alcance e nos likes de centenas de criadores de conteúdo

Quarentena aumenta em 60% comentários em posts de influenciadores no Instagram

Levantamento feito pela Celebryts nas últimas semanas mostra ainda crescimento de quase 16% no alcance e 9% nos likes de centenas de criadores de conteúdo que estão trabalhando em campanhas com a startup de marketing de influência

A Celebryts, startup focada em marketing de influência, fez um levantamento com centenas de criadores de conteúdo nesta época de quarentena e identificou aumento de 60,89% nos comentários em diferentes posts dos perfis no Instagram destes influenciadores. Além disso, os perfis analisados mostram crescimento de 15,73% de alcance e 9,06% de aumento nos likes dos conteúdos postados.

Os dados foram enviados por influenciadores que estão trabalhando em campanhas com a Celebryts atualmente. Foram analisados três posts de cada criador de conteúdo que correspondem ao período de três semanas: a passada, cuja quarentena começou, e as duas anteriores. O objetivo da análise é identificar o comportamento do mercado neste período, conta Leandro Bravo, co-fundador e CMO da Celebryts. “Temos plena consciência da situação delicada e acreditamos que um dos nossos papéis essenciais é o consultivo. Identificando como o mercado está se comportando, conseguimos ajudar nossos clientes e parceiros a pensar em ações criativas para fortalecer os criadores e as marcas num momento tão delicado como o da pandemia que estamos vivendo”, explica.

Outro ponto identificado foi a diversificação de conteúdos. Os criadores passaram não só a falar de outros temas, além dos nativos de seus canais, mas também apresentaram os conteúdos em novos formatos. “O uso das lives passou a ganhar força tanto pelo fato das pessoas terem mais tempo de consumir os conteúdos, como também como alternativa para que os criadores, principalmente aqueles que trabalham em equipe, possam manter sua produção em dia em tempos de isolamento”, conta Leandro.

Outro movimento interessante observado pela Celebryts foi o crescimento de procura de marcas que nunca trabalharam com marketing de influência. “Notamos um crescimento de cerca de 25% nos pedidos de orçamentos e campanhas por empresas que nunca fizeram ações com influenciadores”, ressalta o especialista.

A análise também foi essencial para a base de clientes da Celebryts. Com os dados em mãos e a identificação do cenário atual foi possível traçar uma estratégia para adaptar as campanhas no ar. “Sabemos da delicadeza do momento e que o principal foco é a saúde das pessoas, mas entendemos que apesar de sabermos que todas as vidas importam, precisamos fazer nossa parte para ajudar a economia e o marketing de influência se firma como uma das principais soluções. Entendemos que é chegada a hora de criar oportunidades sem ser oportunista e tratar a situação com o cuidado e sutiliza que merece, tentando conciliar a segurança de todos com ações que movimentam o mercado”, diz.

Os dados da análise foram cedidos por influenciadores que estão trabalhando em campanhas da Celebryts em diversas marcas. Todas as informações foram tabuladas e analisadas pela equipe de inteligência de mercado da Celebryts juntamente às informações da plataforma proprietária. “Sabemos das incertezas, mas acreditamos que seja pontual e, por isso, não podemos nos deixar abalar. Então, estamos trabalhando de forma criativa para nos movimentar e ajudar toda nossa cadeia”, conclui.

Fonte: Luísa Pinheiro | Comunicação

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O crescimento dos marketplaces no Brasil

Estudo aponta tendência de crescimento dos marketplaces online brasileiros

Apesar da liderança do Mercado Livre e B2W, mercado brasileiro apresenta grande fragmentação do setor, com destaque para o investimento feito pela Amazon no Brasil. Resultado indica forte tendência ao crescimento do setor nos próximos cinco anos

Gabriel Lima, CEO da Enext: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos”

Nos últimos anos o mercado de comércio eletrônico tem sido impulsionado pelos marketplaces, lojas virtuais que fazem a intermediação da compra entre o consumidor e o vendedor. Este modelo de intermediação de vendas online tem ajudado o mercado de e-commerce a manter os altos índices de crescimento, e para entender o comportamento da indústria no setor, a Enext, empresa focada em soluções para negócios digitais, realizou a 1º edição do estudo “O comportamento da Indústria nos Marketplaces Online Brasileiros”. A pesquisa foi realizada entre os dias 28 e 31 de janeiro de 2020.

O segmento de moda, esportes e acessórios teve a maior representatividade, com 23% das respostas, seguido pelo setor de serviços (que contempla serviços financeiros, viagens, entre outros ) com 18%. Em terceiro lugar, com 15%, houve um empate entre os setores de alimentos & bebidas e eletroeletrônicos & telefonia. Também tiveram relevância no estudo as empresas das áreas de beleza & saúde, com 10% das respostas, e materiais de construção, com 5% dos respondentes. Outros setores que apareceram na pesquisa foram os de móveis & acessórios, automotivo, químico, livros e brinquedos.

Quando perguntadas sobre quais marketplaces costumam utilizar para a venda de seus produtos, o Mercado Livre e a B2W apareceram como os principais players, com 68% e 60% das respostas, respectivamente. Nomes de grande relevância no mercado, como Magazine Luiza, Via Varejo e Amazon, apareceram logo em seguida, todos com 44% das respostas. De acordo com Gabriel Lima, CEO da Enext, estes números mostram a grande fragmentação do setor no mercado nacional, pois as empresas acabam comercializando através de diversos marketplaces, diferente do que ocorre em mercados mais desenvolvidos como os Estados Unidos e a China, onde a Amazon e Alibaba detêm quase que a totalidade do mercado, respectivamente: “No entanto, podemos perceber o resultado do investimento que a Amazon tem feito no Brasil, pois em pouco tempo conseguiu uma grande relevância e já tem o trafego de seu website superior a grandes varejistas”, afirma.

Ao analisar o estudo, Gabriel destaca ainda que há muito espaço para as empresas comercializarem seus produtos por meio destas plataformas, pois quando perguntadas se atualmente estão vendendo seus produtos em marketplaces, 45% afirmaram que ainda não utilizam o canal online para vendas: “Este número pode ser considerado bastante elevado, visto que a presença online das categorias e dos segmentos analisados já possuem vendas online quase em sua totalidade”, avalia.

Ao buscar entender os motivos pelos quais as empresas ainda não comercializam por meio de marketplaces, 38,9% afirmaram não ter conhecimento ou recursos disponíveis. Já as questões de ser irrelevante para o mercado, assim como o problema de conflito de canal, aparecem em segundo lugar, com 1/3 dos motivos pelos quais não são feitas vendas, deixando o quesito margem de vendas em último lugar, com pouco mais de 20% das respostas.

Apesar de ver os marketplaces como concorrentes, empresas reconhecem a importância dos players para os seus negócios

A maior parte das empresas que vendem por meio de marketplace preferem fazer de forma direta. 87% responderam que elas mesmas vendem e operam o relacionamento com o cliente: “Essa prática é feita pela maioria tanto para capturar as margens dos intermediários, eliminando os processos de distribuição, quanto para ter um relacionamento mais próximo com o seu consumidor, buscando entender o seu comportamento com uma quantidade e qualidade maior de informações e atendê-los com melhor nível de qualidade de acordo com as características de sua marca e posicionamento”, ressalta Gabriel.

Com relação à competição, 72,5% das empresas entendem que há uma concorrência entre os mesmos produtos por parte de elos diferentes da cadeia dentro de um mesmo marketplace, mas 80% delas acreditam que o canal se tornará um modelo relevante de negócios nos próximos cinco anos, sendo que mais da metade acredita que mais de 25% das buscas acontecerão por meio desse canal, enquanto mais de 1/3 acredita que 40% ou mais das buscas virão dos marketplaces: “As empresas mostram que acreditam muito no potencial do canal e que o comportamento de busca do consumidor, amparado pelo potencial futuro de buscas dos produtos diretamente através dos Marketplaces, deve crescer de forma consistente nos próximos anos, assim como a relevância e importância do negócio”, avalia Gabriel, ao afirmar que o estudo realizado pela Enext mostra que o Marketplace, efetivamente, já é uma realidade para as empresas, mas que existe uma oportunidade latente: “Muitos players não estão comercializando seus produtos no canal, e os que estão ainda têm um grande desafio para potencializar a adoção”, conclui.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Motim.cc – Bruno Lino

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Visualiza e não lembra

Consumidores brasileiros não conseguem recordar marcas de anúncios considerados “visíveis” pelas métricas do setor

Anunciantes precisam fazer mais do que apenas serem vistos na internet para deixar uma boa impressão. De acordo com estudo divulgado esta semana, experiência do usuário é o fator chave na lembrança de marca

A Outbrain, empresa pioneira em descoberta nativa da open web, realizou uma pesquisa de viewability com 1007 consumidores brasileiros e revela que 76% dos consumidores não lembravam da marca de um anúncio dentro dos padrões de viewability da indústria.

O levantamento também aponta que oferecer uma melhor experiência publicitária aliada à relevância do conteúdo junto ao usuário, gera ótimos resultados. A maior parte dos consumidores (88%) se envolvem conscientemente com publicidade. E desse número, 32% se lembram da marca se tiverem uma interação positiva. Além disso, 83% priorizam que o anúncio seja relevante e interessante para eles e 48% consideram que o fator mais importante para engajar com um anúncio é a relevância.

Atualmente, o IAB (Interactive Advertising Bureau) define que apenas 50% dos pixels de um anúncio devem estar visíveis na tela por dois segundos consecutivos para ser considerado visível. “Como indústria, temos um desafio em torno de como medimos visibilidade versus engajamento”, diz Gilad de Vries, vice-presidente sênior de estratégia da Outbrain. “Em vez de focar em métricas de engajamento mais precisas, as marcas ainda estão pagando demais por uma maior visibilidade e assumindo de forma equivocada que isso garante maior engajamento”.

O estudo também revela que vídeos reproduzidos com um clique (45%) aparece como o formato que mais chama a atenção, seguido das recomendações de conteúdo (42%). 53% afirmaram que as recomendações de conteúdo no final das matérias foram consideradas as menos invasivas entre todos os formatos de publicidade em vídeo.

Por outro lado, 89% dos entrevistados têm maior probabilidade de ter uma atitude negativa em relação a uma marca que afete sua atividade on-line; 43% ignoram anúncios que interrompem sua navegação; mensagens pop-ups (47%), reprodução automática de vídeo com som (40%) e reprodução automática de vídeo sem som (33%) são considerados os formatos mais irritantes.

Para o Gilad de Vries, anunciantes e empresas de mídia precisam considerar a adequação do formato do anúncio, seu ambiente e relevância. “Para eliminar o desperdício do que é gasto em anúncios, é necessário reconsiderar a ênfase e a importância que damos ao “viewability”. Esta é a chave para melhorar a experiência do usuário”, finaliza.

Outros países

A pesquisa também foi realizada em outros quatro países, como Espanha (com 1008 entrevistados), Itália (com 1036), Alemanha (com 1000) e Reino Unido (com 1000), totalizando 5051 consumidores. Em todos os mercados, a pesquisa confirmou que estar dentro dos padrões de viewability não é suficiente para que a marca seja lembrada pelos consumidores. Na média entre todos os países, 73% dos entrevistaram não souberam determinar as marcas dos anúncios aos quais foram expostos.

Além de avaliar a métrica relacionada ao viewability, o estudo também apontou que em todas as praças, 64% dos entrevistados conscientemente se envolvem com publicidade. Proporcionar uma experiência positiva, relevante, interessante e não intrusiva é uma influência significativa no recall da marca dos consumidores: 50% consideram a relevância como o fator mais importante no envolvimento com anúncios; também para a metade (50%) dos entrevistados as recomendações de conteúdo ao final das matérias são menos invasivas; e 48% admitem prestar atenção à marca no futuro após ver um anúncio relevante.

Fonte: CommunicaBrasil – Marcela Martinez

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