Coluna Propaganda&Arte

A arte de criar valores falsos, mas bonitos para as marcas

Atualmente as empresas mais valiosas do mundo são Google, Apple e Amazon, respectivamente. Será que as empresas mais valiosas do planeta também são as que possuem os melhores valores para o planeta?

Toda empresa bem estruturada possui uma missão, visão e valores. Frases como: “Somos uma empresa sustentável”, “Nossa equipe prioriza materiais ecológicos”, “Nossos processos são transparentes”, são apenas algumas das mentiras que lemos muitas vezes em sites ou nas recepções das empresas. Mas se tudo isso é mentira, nós, publicitários, também somos culpados disso e eu explico porquê.

Quando se constrói uma empresa, pensa-se em tudo, inclusive na marca e nos valores que irão direcioná-la. O problema é que esses valores precisam vir antes das ações da empresa e não depois que já está em movimento e produzindo, para não se tornar uma camada artificial, cheia de propaganda bonita e frases “da moda” para vender algo que não é a essência da empresa.

Se a marca diz ser sustentável, mas não prova isso em nenhuma ação, seus vídeos, anúncios ou posts perdem peso e não são mais valorizados pelo público. Uma hora a verdade aparece e o que era um ponto positivo pode se tornar uma grande propaganda negativa.

A Google, empresa que mais valorizou nos últimos anos, tem se mostrado extremamente útil para as pessoas, investe em tecnologia, comunicação, se mostra muito preocupada com o futuro e a cultura. Muitas ações dela provam isso, como os ambientes de trabalho descolados, mais relaxados e divertidos que os padrões normais que imperam nos escritórios em todo o mundo.

As pessoas possuem valores e, por isso as marcas também devem ter. Isso ajuda na comunicação, na escolha das imagens, nas pautas, nas lutas, nas ações que devem ou não devem ser apoiadas. Se as empresas estão ainda batendo cabeça com assuntos polêmicos é porque não conseguem mostrar suas essências, onde querem chegar e como.

O futuro será de empresas que realmente são úteis para a humanidade com valores que a maioria concorda e defende. Ainda não vivemos 100% esse mundo, mas alguns fatos apontam para um dia em que você só irá consumir produtos de empresas que estão totalmente alinhadas com a sua forma de viver e entender o mundo. Ou seja, os valores das empresas serão os itens mais valiosos nas prateleiras dos supermercados.

Atleta paralímpico fecha com novo patrocinador

Braskem é o novo patrocinador do atleta André Rocha

Na manhã dessa terça-feira, 10 de outubro, aconteceu no Centro de Treinamento Paralímpico na Rodovia dos Imigrantes, a assinatura do contrato de patrocínio entre o atleta André Rocha, campeão mundial de paratletismo, e a empresa Brasken Petroquímica.

A empresa é patrocinadora da Equipe Brasileira de Paratletismo desde setembro de 2015, e acredita que o apoio ao esporte paralímpico reforça o seu propósito de que a química e o plástico melhoram a vida das pessoas. No paratletismo brasileiro, o plástico tem uma aplicação prática, já que está presente na composição das próteses, tornando-as mais leves e confortáveis às pernas dos atletas.

De olho nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, André Rocha se orgulha da nova parceria: “Quem me acompanha e conhece a minha trajetória sabe o quanto lutei até alcançar o mais alto lugar no pódio. Ter conquistado uma parceria desse nível é motivo de muito orgulho para mim”, declarou o atleta.

Fonte: Acontece Comunicação e Eventos

Coluna Brandig: a alma da marca

E aí, Fanta Guaraná ou Guaraná Antártica?

Hoje vou falar de um assunto bem dentro do branding, falo de uma estratégia que me parece acertada e bastante ousada. O “lançamento” da Fanta guaraná.

Primeiramente explico as aspas na palavra lançamento do parágrafo anterior.
Para quem não sabe já houve Fanta guaraná no final da década de 70 no Brasil, há até um bordão dos mais antigos que dizia “do tempo da Fanta guaraná”.

Pelo que pesquisei a Coca Cola Company usava a marca que surgiu durante o período da segunda guerra e consolidada na década de 70 para testar sabores antes de lança-los com outros nomes. Isso aconteceu com a Fanta limão, que virou Sprite e com a Fanta guaraná, que virou Taí. Mostrando que está no DNA da marca Fanta a capacidade de se reinventar.

Mas se no passado ela separou o guaraná da marca Fanta, por que motivo estariam voltando agora?

Essa pergunta, para mim tinham duas respostas: ou estavam testando uma nova fórmula de sabor e repetindo a estratégia da década de 70, ou descobriram que o problema de seu guaraná era cultural e estão tentando corrigir.

Minha resposta ficou mais evidente ao experimentar o produto e perceber que o sabor não é muito distinto do atual Kuat. Dessa forma nos sobra a percepção de que a empresa está tentando reposicionar seu produto e usando da estratégia da Fanta para isso.

Bingo. Acredito que acertaram em cheio! Explico:

Temos visto na última década um “rejuvenescimento” da imagem da Fanta, com propagandas repletas de personagens coloridos, animados, e ações que premiam um público recém chegados a juventude. Os pré-adolescentes.

Este reposicionamento está consolidado hoje e sua influência no público infanto-juvenil é nítido, transformando a marca na grande competidora desse público.

Pegar carona neste posicionamento então, significa introduzir o sabor de seu guaraná neste público, ainda sem opiniões bem definidas, experimentalista e que terá toda uma vida útil de consumo pela frente.

Pelo jeito, o objetivo é ganhar este público mais jovem, para que estes vejam o sabor do Guaraná da Coca Cola company mais atrativo que o da Ambev no futuro. A aposta então é na construção de cultura, para combater a já existente cultura do brasileiro adulto no Guaraná Antártica.

Estamos vendo hoje uma batalha que irá render frutos em 10 anos, uma aposta interessante e muito ousada.

O segredo aí está em crer que o peso da marca Fanta nestes infantos-juvenis já é suficiente para migrá-los do consolidado sabor do Guaraná Antártica para o novo sabor da Fanta Guaraná.

Se há uma estratégia que pode funcionar, acredito que está aí …. já que nem Taí, nem Kuat conseguiram ganhar a confiança do consumidor mais adultecido.

O resultado nos espera no futuro. Façamos nossas apostas. E aí é Fanta Guaraná ou Guaraná Antártica?

Oportunidade para atuar em marketing

Empresa em SJCampos contrata para atuar em marketing

– Formação COMPROVADA em Marketing
– Tem entre 25 e 35 anos
– Entender processos e referências de MKT de Varejo
– Análise de mercado
– Fechamentos de parcerias B2B e B2C
– Criar atmosfera de vendas para datas comerciais importantes
– Planejar, gerir e acompanhar os eventos comerciais da casa
– Cuidar do relacionamento da marca em todos os canais oficiais de comunicação da casa (Mídias sociais, site, Imprensa)

(Salário a combinar + Comissão)

Curriculos até o dia 12 de setembro para o email: vagas@amiccidalvino.com.br

Como o big data pode impulsionar novos negócios

A influência da Big Data nos negócios

por Marcos Alex Rodrigues

Até alguns anos atrás, toda a informação gerada e divulgada acontecia de maneira off-line, através de cartas (mala direta), matérias em televisão, rádio, publicações em revistas, jornais, folhetins, folders e ligações (telemarketing). Aos poucos, esse cenário foi mudando e a informação começou a chegar por diversas frentes, o tempo todo.

Se por um lado isso facilitou a comunicação, por outro, há exagero na dose. Pelo menos é o que eu ando acompanhando no meu dia a dia. Com o aumento da tecnologia e com a chegada das redes sociais, a maneira de se relacionar passou por uma revolução e hoje são os consumidores e os influenciadores digitais que ditam as regras. São eles que falam abertamente o que pensam e o que não pensam; são eles que interagem com as empresas atestando ou reprovando determinados produtos ou serviços.

E embora eu acredite que algumas mudanças sejam inevitáveis e irremediáveis, é preciso ficar atento a dose, já que estas mudanças podem ser proporcionalmente drásticas se não forem bem trabalhadas, principalmente no que diz respeito a comunicação. O que parece ser ideal para a sua marca, pode ser considerado invasivo aos olhos do seu consumidor e toda a estratégia de marketing irá por água baixo.

Tudo está se transformando e ainda não temos a dimensão como isso será no futuro. Com base no meu modelo de negócio, posso afirmar que as ações online, quando executadas com parcimônia estão trazendo cada dia mais, resultados efetivos para os meus clientes. Mas também estamos o tempo todo, nos reinventando e tentando acompanhar essa evolução.

Até porquê, o aprimoramento constante das tecnologias, o acúmulo de dados e a informação (BIG DATA) favorecem esse quadro de transformação e acabamos tendo muito mais informação e conteúdo armazenado, do que imaginávamos lá trás. Poucas as informações que estão conseguindo ficar oculta aos olhos das máquinas e algoritmos, que avançam a cada vez que alimentamos browsers com buscas e curiosidades; eles são inteligentes o suficiente para conhecer nossos desejos e nossos próximos passos no mundo virtual.

O que quero realmente compartilhar com vocês é que hoje não somos os mesmos que éramos ontem e como empresários, temos a missão de analisar e tentar prever quais diretrizes teremos amanhã, com a tecnologia que estamos criando. Precisamos mudar nossos conceitos, assim como a tecnologia tem mudado a nossa maneira de se comunicar.

Sobre o autor:

Presidente da Central Mailing List, (www.centralmailinglist.com.br) Marcos Alex Rodrigues é um cientista de dados que há mais de 20 anos inseriu a comercialização de banco de dados no mercado. Hoje, além desse serviço, a empresa também trabalha com a correção, atualização, enriquecimento de database (banco de dados), disparos de e-mail marketing inteligente, SMS e geração de leads. Tudo isso, de maneira consciente, fazendo o uso coerente das informações e seguindo as regras de mercado com altos níveis de segurança. Projetos de consultoria mercadológica para a definição de público alvo atendendo as demandas dos departamentos de marketing, vendas, prospecção, retenção, fidelização, cobranças, pesquisas, TI e RH também faz parte da portfólio da empresa.

Fonte: Alline Carvalho

Chegou o Papo na Nuvem

Coletivo reúne especialidades de conteúdo digital

Papo na Nuvem é um coletivo que trabalha com conteúdo digital. Tem como público alvo o profissional liberal ou a empresa que precisa de uma ajuda para entrar no mundo digital e/ou alinhar suas estratégias de marketing digital.

O Papo Na Nuvem Conteúdo Digital quer ajudar a promover as marcas no ambiente das redes sociais de forma profissional e eficiente, usando as ferramentas de Design Thinking e Branded Content. Criar, Planejar, Aplicar e Metrificar conceitos do marketing digital em ações de comunicação de empresas de forma integrada.

O papo na Nuvem aposta em um tripé de serviços:

Assessoria – Sua equipe está pronta para oferecer serviço especializado em marketing digital e de conteúdo para ajudar a sua empresa a atingir resultados relevantes no ambiente digital.

Gestão –  Uma boa gestão vai garantir que o planejamento estratégico dê resultado. Tudo que diz respeito a produção de conteúdo e marketing de influência fica por conta do coletivo.

Design –  Preocupação constante com a Marca, traduzindo qualidade, credibilidade, valor agregado em todas as peças.

Coluna Branding: a alma da marca

“Festas” juninas

Rapidamente o ano está passando. Mal se viu e junho já está acabando, junto com o primeiro semestre de 2017. Neste artigo vou rever uma notícia que pode ter passado despercebida neste Brasil de “festas” juninas, mas que sob a ótica da gestão da marca pode ser importante.

Rojões
Entre tantos estouros e delações bombásticas que a mídia se ocupou em noticiar, levanto a bola para um fato que ela não valorizou muito, mas que não pode passar despercebido.

O fato é que pela primeira vez em décadas, um jogo da seleção brasileira de futebol não foi transmitido por uma grande emissora de TV aberta, a detentora do monopólio destas transmissões e, que aliás, pode ter seus dias contados.

O teste de transmissão da CBF TV pela internet não foi lá algo muito memorável, mas, pode ter mudado o rumo de uma cultura desenvolvida no Brasil.

Balão
Se a CBF achava que o advento da tecnologia poderia substituir a cultura da transmissão aberta pela emissora líder em audiência, facilmente, esse balão perdeu a tocha rapidinho e não alçou grandes voos.

Está claro que em termos de audiência, o teste não foi nenhuma sensação, principalmente pelo boicote da emissora em questão, quanto a cobertura dos jogos, onde se ocupou apenas em relatar o resultado e o pós jogo.

Não será assim tão fácil transformar uma manhã de terça em horário nobre brasileiro, pelo simples fato da seleção estar jogando e estar sendo transmitido pelo Facebook. Porém, não podemos descartar o importante passo que foi dado para uma abertura de mercado, e a transferência do dinheiro vindo dessa relação para outras mãos que não o da grande emissora.

Não é a primeira derrota da emissora neste novo cenário da tecnologia audiovisual, e entendo ser este um caminho irreversível para a mesma.

Para a CBF o fato agora é ver se existe alguma outra TV aberta interessada em botar uma grana preta nessa transmissão sem exclusividade, caso contrário, acredito que este teste foi um voo de balão de papelaria, bem curtinho. Pois, será preciso um trabalho muito mais profundo para mudar a cultura do brasileiro em assistir o seu futebol por sua mídia predileta.

Pau de sebo
Ainda sobre este assunto, podemos concluir que, construir marca não é trabalho de um dia para outro, mas destruí-la é bem rápido.

Entendo que será difícil a CBF TV conquistar a mesma audiência e influencia dessa TV aberta, mas a imagem que o novo público internauta tem desta emissora, gera um cenário futuro dos piores possíveis para a emissora.

A se julgar pelo vídeo gravado nesta transmissão e principalmente pelos comentários nele contidos, a marca da emissora tem hoje sérios problemas de rejeição, e não será fácil se desvincular da imagem de gananciosa, manipuladora e de vínculo político.

Mas o que isso traz realmente de problema?
É fato que a tecnologia irá obrigar todos nesse ramo a se reinventar, e a extensão de marca que poderia ser uma solução para o negócio, hoje, para mim, seria impossível para esta TV.

O exemplo para explicar isso é simples:

Vemos uma marca como a Coca Cola conseguir colocar sua reputação e prestígio em uma camiseta ou tênis com grande sucesso de venda. Mas a pergunta é: você usaria uma camiseta que tivesse a estampa da marca dessa emissora? Mesmo que fosse de graça?

Se sua resposta for não. Você é mais um dos que rejeitam a credibilidade desta marca. E esta parecem ser a opinião de muitos no Brasil.

Quadrilha
O ditado “diga-me com quem tu andas e eu te direi quem és” vale muito para explicar esta gestão da marca.

Ao tomar posição em fatos políticos em seu conteúdo jornalístico, ao boicotar tudo o que não lhe trazia dinheiro imediato, ao assumir um posicionamento ganancioso e criar polêmicas com nomes das marcas e produtos em suas transmissões, a marca dessa emissora foi sendo deteriorada, criando rejeição no publico internauta, que passou a trocar informações contrarias a este posicionamento e influências negativamente quanto a sua credibilidade.

Fogueira
É uma pena imaginar que uma marca como essa pode ter seus anos de história colocados em risco porque deixou de ouvir seus consumidores e se voltou para o poder que detinha de influenciá-los a seu bel prazer, sem se preocupar que o que tinha de mais importante era a proteção de sua imagem isenta e imparcial.

Do meu ponto de vista, não fico feliz por esta situação!
Sendo coerente com minha forma de ver as coisas, a desvalorização dessa marca BRASILEIRA me entristece. Assim como me entristeceu o trabalho de difamação da marca Petrobras, como me chateou o desprestígio com que foi tratado a marca Odebrecht, com o desrespeito que a política e a mídia tiveram com o papel institucional da presidência da republica e de partidos que destruíram suas marcas ideológicas por ganância.

No entanto é interessante ver que muito dessas fogueiras que queimaram as outras marcas brasileiras foram incendiadas por essa emissora que agora se vê tomada pelo próprio fogo que ajudou a atear.

Aguardemos o que o futuro poderá nos revelar, por enquanto viva as “festas” Juninas!

Seda lança seu novo posicionamento e abraça definitivamente a sororidade

Seda incentiva a colaboração entre as mulheres 

A marca de cuidados para os cabelos mais querida das brasileiras propõe o debate sobre como a empatia pode quebrar os estereótipos que prejudicam o empoderamento das mulheres. #JuntasArrasamos conta com uma série de ações que reforçam a importância da sororidade e tem parceria com o projeto social Plano de Menina

Muitas mulheres já devem ter ouvido frases como “não dá para ter amiga mulher”, “mulher é tudo falsa”, e “mulher não se arruma para ela mesma, mas sim para causar inveja nas outras”. Cada vez mais estas afirmações têm atraído o olhar de mulheres que querem fazer diferente, gerando debates, sobretudo nas redes sociais. E a reflexão é importante: a colaboração entre mulheres pode contribuir para quebrar os estereótipos sociais que prejudicam o empoderamento da mulher?

Esta foi a pergunta que Seda, marca #1 do segmento de cabelos do Brasil, teve como ponto de partida para construir seu novo posicionamento. O resultado é a campanha #JuntasArrasamos, – o projeto consiste em um conjunto de ações que reforçam a importância da sororidade – palavra que significa empatia e a colaboração entre as mulheres.

“As mulheres são bombardeadas diariamente com informações que reforçam a competição entre elas nas novelas, filmes e comerciais de TV e, em algum momento, passamos a achar normal julgar suas atitudes, estilos e escolhas”, afirma Juliana Carvalho, diretora de marketing de Seda.

O primeiro passo de Seda nesta jornada é o lançamento do manifesto, no estilo textão, que começa a circular hoje (13), nas redes sociais da marca. Nele, Seda confirma o compromisso de olhar para suas campanhas, abordar o discurso colaborativo e fazer diferente, além de convidar as consumidoras a fazerem parte desse movimento colaborativo.

“Como marca líder da categoria, percebemos que também temos um papel importante na construção desta cultura. Por isso, partir de hoje, queremos fazer a diferença na vida das nossas consumidoras, quebrando este ciclo de competição. Sabemos que o movimento da sororidade não é de Seda, mas temos o dever de somar força a esse movimento”, afirma Juliana.

PLANO DE MENINA #JUNTASARRASAMOS

Com o objetivo de levar os conceitos de sororidade para o maior número possível de meninas, Seda se uniu ao projeto social Plano de Menina, da jornalista Viviane Duarte e criou a plataforma digital Plano de Menina #JuntasArrasamos. A inspiração para o site surgiu das ações já realizadas pela jornalista que, por meio da parceria com outras mulheres de diferentes áreas de atuação, leva workshops sobre empoderamento feminino e capacitação feminina para regiões onde adolescentes vivem em situação de vulnerabilidade.

“Ter um plano faz toda a diferença na história dessas meninas. Por isso, vamos ajudá-las promovendo a conscientização de seu real papel social, para que elas se tornem agentes de transformação para outras mulheres, criando um ciclo positivo de sororidade”, comenta Viviane Duarte.

Na versão digital do projeto, meninas de todo o país terão acesso às aulas ministradas por profissionais e especialistas convidadas, que serão divididas por temas-chave como educação financeira e carreira, autoestima, beleza e consumo consciente, comportamento, gênero, raça, direitos, entre outros. O objetivo da marca é impactar mais de 200 mil meninas até o fim deste ano.

CICLO DE SORORIDADE

Outra iniciativa que faz parte do conjunto de ações de Seda é a parceria com a plataforma colaborativa de troca de conhecimento Bliive, que fomenta a troca de experiências e a doação de tempo entre pessoas interessadas em se engajar na causa e contribuir para esta transformação.

“A ideia é conectar as meninas que saem do Plano de Menina #Juntasarrasamos com outras mulheres dispostas a trocarem experiências com essas meninas e criar um ciclo de sororidade fomentado pela marca”, finaliza Juliana Carvalho.

Para conhecer o Manifesto Seda, acesse www.facebook.com.br/seda. Já para saber sobre as ações e conteúdo cocriado no Plano de Menina #JuntasArrasamos, clique em www.planodemenina.com.br.

Fonte: In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação – Raissa Noronha

Artigo aborda relação branding e perfomance

Mas afinal, existe branding sem performance?

Por Gabriela Viana*

Recentemente, estive em pelo menos dois eventos nos quais o assunto de marca e performance foram direta ou indiretamente discutidos, bem como apresentações de uma empresa sobre plataformas tecnológicas para marketing. Entre os comentários feitos durante os eventos, os que mais me chamaram a atenção foram:

— Por que empresas de tecnologia estão agora assumindo que fazem marketing?

— Grande parte do que essa empresa de tecnologia acaba de apresentar, nós nem sabemos para o que serve.

— Branding é branding, e performance é performance.

Mais de um cliente ou representante de agências de publicidade questionou a tecnologia, os impactos negativos do seu uso, a invasão de empresas de tecnologia e outras frases de estranhamento ao assunto chato da performance – e ao uso da tecnologia para garantir performance. Uma pergunta (a meu ver, retórica), não saiu da minha cabeça durante os eventos:

— Existe branding sem performance?

A abertura do IAB Branding & Performance deste ano, por exemplo, teve um manifesto do IAB a respeito de Brand Safety: como plataformas digitais e a compra programática de mídia podem garantir que comerciais das marcas não apareçam próximos a conteúdos impróprios. Também incluiu discussões sobre Fake News e o impacto que a disseminação de notícias falsas nas plataformas digitais tem, por exemplo, na política.

Com dois sinais tão claros de que a tecnologia transformou de forma radical a mídia, não deveríamos estar discutindo se cabe ou não o uso da tecnologia e dos dados na construção das marcas. Deveríamos evoluir na discussão de que, para construir marcas, são mandatórios grandes investimentos em mídia. Deveríamos estar discutindo quais as tecnologias eficientes na construção de marcas – e como usá-las.

Existem impactos negativos no uso prevalente de tecnologia? Sim, também. Estamos renegociando vários aspectos da nossa vida, nossa matéria profissional sendo apenas uma parte afetada.

Isso não quer dizer que não haja qualquer impacto negativo em como o marketing tradicional ainda é feito. Desde alocar investimento em um único tipo de mídia até considerar que a comunicação realmente vive apartada da experiência: um comercial lindo, uma experiência com a marca não tão linda.

Experiência! A comunidade do marketing não pode opor branding à performance, como se existissem como elementos isolados. Menos ainda pode seguir adiante usando a tecnologia como mero acessório – obrigatório, porém marginal. Mesmo a frase tantas vezes repetida como um mantra – “a tecnologia é apenas um meio” –, é perigosa, pois aparta. Define a tecnologia como canal e não como centro nevrálgico do que estamos presenciando como uma revolução que já está em curso.

Usemos a Netflix e a Amazon como exemplos. Outras perguntas – retóricas, novamente:

Podemos argumentar que não são grandes marcas? E podemos, realmente, questionar o quanto de tecnologia – e portanto, performance também – está envolvido em entregar a experiência de conteúdo e compras que ambas entregam?

Essas marcas não foram construídas a partir de “campanhas 360” e comerciais no horário nobre da TV. O uso da tecnologia é irreversível, simplesmente porque os consumidores aprenderam a usar – e a gostar – da experiência. Estamos falando de apenas duas marcas que já existem e são gigantes em suas áreas, não sobre marcas que ainda vão surgir. A Netflix vai tão longe quanto criar uma série baseada no perfil de uso da sua audiência. É informação em escala alterando o produto, e não a entrega do produto, nem apenas comunicando a existência do produto.

Uma estratégia de marketing baseada em dados, informação e criatividade é fundamental para criar uma experiência de impacto que seja tanto individual quanto escalável. Isso obviamente não elimina a criatividade. Pelo contrário, a coloca a serviço da entrega de boas experiências aos consumidores.

Será que nós, profissionais de marketing e agências, se pudéssemos escolher, ficaríamos só com o branding? O branding aqui entendido como: “vamos ter uma ideia bem legal e então criar uma campanha linda”? Já perdi a conta das vezes em que me pediram para indicar “alguém bom em digital”. Quantas empresas ainda estão terceirizando atividades que envolvam dados e informação sobre seus próprios clientes? Ou empresas que não fizeram distinção entre mídia e tecnologia na hora de escolher parceiros.

O uso da tecnologia não pode ser entendido como uma simples maneira de mensurar os resultados (como algo que acontece isolado no tempo). A performance faz parte da experiência do consumidor, tanto quanto a ideia criativa. Toda a experiência do consumidor com a sua marca – e o quanto desta experiência demonstra que você o reconhece e o quanto a experiência se transforma ao reconhecer esse consumidor – será determinante para a construção de marca.

Novas marcas nascem de um novo uso ou aplicação dada à tecnologia e outras marcas se transformam, e se mantêm relevantes, ao também encarar a tecnologia como um aspecto indissociável do negócio – e da marca.

Então, vamos à boa (ou à má, dependendo do ponto de vista) notícia: não vai ter branding sem performance. Escolha um caminho através do qual esta seja uma boa notícia para a sua empresa. Comece aprendendo para que servem os produtos criados pelas intrometidas empresas de tecnologia de marketing e então tome decisões sobre quais das soluções disponíveis vão ajudar a sua marca a entregar incríveis experiências de consumo.

*Gabriela Viana é diretora de Marketing da Adobe Systems para a América Latina

Coluna Papo Reto

E se, nós da Comunicação e Marketing, partíssemos para a guerra contra a pirataria?

Para quem viaja bastante e conhece muitas cidades, micro, pequenas, médias e gigantes, não importa o tamanho, sempre há aquele centro comercial cheio de camelos e produtos pirateados, salvo raras exceções. Para ser sincero, só consegui lembrar de duas cidades que visitei onde não vi este comércio.

Não quero avaliar se isso é caso de polícia, prefeitura ou seja lá de quem é a responsabilidade.

Mas pergunto: Onde estão as campanhas do tipo “Compre o original”.

Acredito ser muito válido discutirmos sobre esse desafio, afinal de contas, isso sim seria prova de amor a marca, a verdadeira relação com uma LoveMark.

Se a pirataria atrapalha os fabricantes, lojas e consequentemente as agências, já que sua verba vem das vendas, essa briga também não seria nossa ?

Mas olha, também não vale instalar aquele software que você trabalha na versão pirata, beleza?!