O que é branding?

O que é branding? Porque falam tanto nisso?

por Achiles Batista Ferreira Junior*

Se você pesquisar, verá que branding significa “gestão da marca”, é isso, porém o conceito vai além, uma vez que as marcas que mais se preocupam com a sua sobrevivência mercadológica, questionam a forma ideal de melhorar sua performance, seja no segmento de produto ou serviço. Isto porque, a fidelização do consumidor/cliente é bem mais interessante do que conquistar um novo cliente, e a marca tem justamente este papel, fidelizar e manter clientes. Logo, a prática, prestar bons serviços para fortalecer a imagem da marca, se torna fundamental para a continuidade dos negócios da empresa.

Achiles Junior

É fundamental entender um pouco sobre o poder de uma marca e sua gestão, uma vez que a marca pode influenciar na decisão e avaliação dos produtos/serviços. Neste contexto, se faz necessário diferenciar a gestão das marcas (branding) da criação/design do logotipo de uma marca.

Primeiro vamos entender o que é marca e o que é logotipo. Marca é o nome, termo, design ou qualquer outra característica que identifique um bem ou serviço de um vendedor como distinto dos bens ou serviços oferecidos por outros vendedores (CHURCHILL; PETER, 2012). Já logotipo é definido como sendo a representação gráfica da marca, ou seja, ele faz parte da marca. Porém as marcas são mais que simples nomes e símbolos, elas são elementos primordiais na relação entre empresa e consumidor, pois representam a percepção e os sentimentos do mesmo em relação a um produto e seu desempenho (KOTLER; ARMSTRONG, 2007).

Por sua vez, branding vem do inglês e é formada pela junção de brand que significa “marca” com a terminologia “ing” formando um gerúndio, uma palavra que sempre denota uma ação, o “fazer algo”, então, de maneira resumida, branding significa fazer ações para a marca, ou seja, se refere à gestão da marca como um todo e não apenas a criação de sua representação gráfica (logotipo).

Grandes empresas tais como Coca Cola, Apple, Harley Davidson, Disney, entre outras conseguiram atingir o ápice no quesito boa imagem, relacionamento e fidelização dos seus consumidores com uma boa gestão de marca, ou branding. Pois segundo Roberts (2004), o que basicamente move o ser humano é a emoção e não a razão.

*Prof. Dr. Achiles Batista Ferreira Junior é coordenador do curso superior de Marketing Digital e Marketing do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Hyundai segue como a marca mais procurada pelo público em setembro

5/11/2020 –

Modelo HB20, da empresa sul-coreana, ficou novamente no topo da lista dos consumidores, segundo o site da Digicarro

Aos poucos, o setor automotivo vem retomando o ritmo de vendas, após meses de recessão, em razão dos efeitos negativos causados pela pandemia do novo coronavírus.

Segundo dados da Fenabrave (Associação dos concessionários), com base nos resultados consolidados do Renavam, setembro foi o melhor mês para o setor em 2020. Mesmo com crescimento mensal ainda abaixo do que o registrado no ano passado (- 11%), no total, 198.792 veículos leves foram licenciados nesse período, representando mais 14,5% sobre agosto deste ano.

O modelo HB20 se manteve no topo da lista de preferência, de acordo com o portal da Digicarro. A alta na demanda pelo automóvel, com relação ao mês anterior, foi de 13,4%. Na sequência vem o Chevrolet Ônix (9,9%) e o Creta (6,7%), também da marca sul-coreana.

Seguindo na categoria SUV, o Kicks, da Nissan, teve maior procura pelos consumidores (6,1%). Já os modelos Honda Fit e T-cross, da Volkswagen, tiveram crescimento na popularidade de 4,4% e 4%, respectivamente. Entre os mais requisitados, no site do Digicarro, estão ainda o Ford Ka (3,9%), o Jeep Renegade (3,8%), o Fiat Argo (3,2%) e o Honda City (3%).

Victor Raful, CEO da Digicarro, ressalta o trabalho desenvolvido pela empresa. “O isolamento social acelerou o movimento da digitalização no país e mostrou que é possível negociar e fechar a compra de um carro zero quilômetro por meio de uma plataforma virtual. Este é o trabalho da Digicarro: mais conveniência, preço justo e segurança”, conclui.

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Pandemia alavanca empreendedorismo de oportunidade

Uberlândia – MG 4/11/2020 –

Segmento de limpeza e higienização cresce dentro da crise

As medidas recomendadas para a prevenção do contágio da Covid-19 mudaram hábitos e costumes no mundo todo. A suspensão das aulas e das atividades comerciais e serviços não essenciais desestabilizaram a economia e acenderam o alerta de crise. Porém, assim como gerou desespero e impacto negativo sobre vários setores, desencadeou um movimento de expansão em alguns segmentos. Esse é o caso, por exemplo, do ramo de limpeza e higienização, que teve um crescimento superior a 20% somente nos primeiros meses da pandemia.

Dentro desse cenário econômico, empreendedores perceberam nesse nicho a abertura de oportunidades. Os produtos utilizados para desinfecção e esterilização vão continuar em alta e as novas medidas de higiene vieram para ficar. Esse é um mercado que vai movimentar oito bilhões de dólares no país, somente em 2020. O segmento não para de crescer, o que o deixa ainda mais atrativo.

Empreendedorismo ancorado em uma marca forte

Um outro fator que fortalece ainda mais a segurança de empreender no segmento de limpeza e higienização é a possibilidade de poder contar com a parceria de uma marca forte. Começar o próprio negócio contando com o poder de uma marca reconhecida é quase uma garantia de sucesso.

A Start Química, fundada em 1987, é uma das marcas mais fortes no Brasil em higiene e limpeza. Aliando experiência e pioneirismo, a empresa lançou um modelo de negócio ideal para quem quer empreender e crescer, com investimento inicial proporcional ao porte do empreendimento.

O licenciamento de uma unidade de Centro de Soluções em Limpeza e Higienização é uma oportunidade de iniciar um negócio novo com enorme potencial de crescimento, ou ainda agregar uma fonte de renda garantida a um varejo já existente.

A Start Shop é uma moderna concepção que foge dos obstáculos próprios do formato de franquia. Em outras palavras, não é franquia, é uma parceria. Dentro desse conceito, idealizado para facilitar a adesão de pequenos investidores até grandes varejistas, a Start Shop consiste em uma cessão da marca Start Química.

Modelo de negócios Start Shop

O modelo Start Shop prevê apenas um investimento inicial de mil reais por metro quadrado de instalação, considerando infraestrutura da loja e primeiro pedido, e o compromisso de exclusividade com a marca Start Química. O lojista tem a liberdade de trabalhar com outras linhas e outros segmentos, dentro da mesma loja, oferecendo, por exemplo, embalagens, descartáveis, EPIs, ferragens, ou linha Pet.

O contrato não penaliza o parceiro com multas, em caso de desistência, e não contempla pagamento de royalties, mensalidade ou participação em resultados. Basta ter perfil comercial, o capital necessário de acordo com o tamanho da loja, estar pronto para aprender, colocar a mão na massa e trabalhar com os padrões compactuados.

Cada loja tem seu próprio nome, que é colocado junto com a marca Start Shop, conforme layout padrão de fachada, desenvolvido pela equipe de marketing da Start. A unidade também recebe assessoria e treinamentos presenciais e online, através da Unistart – primeira Universidade de limpeza online, para parceiros e funcionários. Além disso, conta com um técnico permanente à disposição para tirar dúvidas e fornecer orientações.

Uma empresa com presença em todo o território nacional

Presente em quase 3.500 cidades, nos 26 estados brasileiros e no distrito federal, a Start Química faz parte de um grupo organizacional que agrega 14 tipos de negócios, com mais de 3.850 colaboradores diretos e indiretos. São mais de 700 toneladas produzidas diariamente, atendendo todo o território nacional e exportando para vários países.

Dentre os setores de atuação do Grupo Lima & Pergher estão os segmentos de higiene e limpeza, reciclagem, embalagens plásticas, cosméticos, beleza, agronegócio, bebidas e oral care. Os produtos de limpeza e higienização incluem soluções domésticas e linha profissional.

O Azulim, primeiro produto brasileiro criado especificamente para cerâmicas, hoje é símbolo de limpeza e se transformou em uma completa linha de produtos. Da mesma forma, o Asseptgel, segmento de álcool gel, é agora apresentado em vários formatos e compõe diversos outros produtos, como lenços umedecidos e sabonetes.

A história dos Centros de Soluções de Limpeza e Higienização

Com uma procura cada vez maior por seus produtos, a empresa criou, em 2006, a primeira loja modelo da Start Shop, que se transformou no mais completo centro de soluções de limpeza e higienização. Em 2019, com a comprovação do êxito da experiência, iniciou a expansão desse modelo para todo o Brasil, no formato de parceria, e não de franquia. O diferencial das lojas parceiras da Start Shop é a assessoria dinâmica ao consumidor final, auxiliando com soluções para cada necessidade de limpeza.

Abrangendo mais de 120 municípios, o modelo de Centro de Soluções em Limpeza e Higienização já foi implementado em mais de 225 lojas parceiras empreendedoras, em apenas um ano. A meta para 2020 é alcançar um total de trezentas e cinquenta unidades em lojas parceiras, considerando a viabilidade comercial e estratégica de um estabelecimento para cada 30 mil habitantes.

“O segredo do sucesso do modelo de negócio da Start Shop está na prospecção ativa do empreendedor, no posicionamento diferenciado frente à concorrência, contando com o apoio da Start, com suporte técnico, consultoria de produtos, apoio de marketing e a força da marca. A Start Química possui um dos maiores mix de produtos de limpeza e higienização do Brasil, ultrapassando 1.800 itens”, conta o sócio-diretor de marketing da empresa, Marcos Pergher.

Website: http://www.startquimica.com.br

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Artigo traz dicas para a construção de um blog diferenciado

Seis dicas para construir um blog diferenciado e fortalecer a marca da empresa

por Rodrigo Gomes de Oliveira*

A criação de um blog é uma estratégia de marketing eficiente para trazer resultados positivos à empresa. Um blog com conteúdo de qualidade traz autoridade e credibilidade à empresa tornando-se uma boa referência dentro do setor, gerando maior visibilidade e fortalecendo o relacionamento entre a marca e o cliente.

A construção de um blog não é um bicho de sete cabeças, mas existem seis dicas importantes que podem facilitar o processo:

1. Estude o seu público-alvo

Ao começar um blog, você precisa atentar-se ao seu público alvo e estudá-lo ao máximo para saber o que funcionará com esse público. Portanto, o blog deve ser adequado para agradar ao público. Não adianta começar um blog e insistir em fórmulas que afastam o público que você quer atingir do seu conteúdo.

É preciso conhecer bem os seus leitores, estudando quais são seus hábitos e que tipo de conteúdo consomem e qual linguagem estão acostumados.

O próximo passo é elaborar um calendário editorial que definirá os assuntos a serem pesquisados.

2. Pesquise a concorrência

Ao começar um canal, é preciso deixar claro qual é o seu diferencial em relação aos demais. Os leitores precisam enxergar o seu blog como canal principal de conteúdo. É nesse momento que concorrência pode ajudar. Nos canais semelhantes você pode pesquisar quais os assuntos que eles ainda não abordaram e quais os pontos que faltam em seus conteúdos. É analisando o que os outros blogs estão fazendo que você conseguirá ser diferenciado e desenvolver assuntos que atrairão os leitores para o seu blog.

3. Escolha a ferramenta correta ao começar um blog

Um blog precisa ser elaborado para ser funcional e capturar a atenção dos leitores. Hoje, existem diversas plataformas no mercado que permitem a criação de um site ou blog na internet sem a necessidade de conhecimentos técnicos na área. Uma dessas plataforma é o WordPress, com uma estrutura que é extremamente intuitiva e um suporte que funcionará perfeitamente para atender todas as suas dúvidas iniciais.

Aproximadamente 60% dos domínios em toda a internet estão associados ao WordPress. É mais da metade do mundo digital, oferecendo quantidade enorme de temas e de recursos disponíveis.

4. Gerencie o tempo que você dedicará para o blog

Um blog é um projeto a longo prazo. Assim é preciso ter constância nas atualizações e na quantidade de informações. Para isso, é essencial dividir o tempo disponível da melhor maneira possível e alimentar o conteúdo periodicamente. Além de produzir novos conteúdos, recomendamos que você visite os posts mais antigos e os atualize, coloque novos links internos. Não utilize o seu tempo apenas para criar novos posts.

Atualize o canal de modo que o calendário de postagens seja funcional e natural. Assim, seus leitores se habituarão às datas de postagem e irão visitar seu blog nesses dias.

5. Invista em técnicas de SEO

O SEO (Search Engine Optmization, ou Otimização para os Motores de Busca) consiste na aplicação de técnicas envolvendo os conteúdos para que sejam ranqueados nas primeiras páginas dos principais buscadores, como o Google e o Bing.

É uma técnica indispensável para quem quer começar um blog e deseja que o conteúdo do blog faça parte da sua estratégia de captação e conversão de clientes.

O SEO é responsável por trazer tráfego orgânico para o seu blog, ou seja: seu blog será visto por mais pessoas, sem a necessidade de se investir em conteúdo pago. Por exemplo, se seu blog falar sobre advocacia e alguém buscar por alguma palavra-chave da qual fale sobre em seu blog (como remuneração, por exemplo), ele aparecerá logo nos primeiros resultados de busca.

Lembrando que esse resultado depende da qualidade do conteúdo e leva algum tempo.

6. Cuidado com os erros de português

Por fim, cuidado com os erros gramaticais. Não adianta ter um blog com o melhor design do mundo se o conteúdo estiver cheio de erros gramaticais e de ortografia.

Blogs com muitos erros causam uma má impressão em qualquer visitante e perdem totalmente a credibilidade, não importa o assunto do qual estejam falando.

Além do português podemos entender como erro uma imagem mal cortada, um design sem acabamento ou links incorretos. Isso faz parecer que o seu blog foi feito “às pressas” ou que o autor é desleixado.

Seguindo essas seis dicas é possível dar o pontapé inicial e oferecer conteúdo de qualidade ao seu público, fortalecendo sua marca.

*Rodrigo Gomes de Oliveira é sócio fundador na Agência Tupiniquim, especialista em marketing digital e performance.

Fonte:Case Comunicação Integrada – Cristiane Pinheiro

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Marketing de conteúdo para gerar credibilidade

Ah, a credibilidade. Tão desejada, tão sonhada e tão possível!

Mas, para isso é preciso entender a importância do marketing de conteúdo que bem produzido e realizado tem o poder de construí-la positivamente junto ao público-alvo, além de uma ótima oportunidade para abrir portas e conquistar clientes.

Eu e você fazemos parte de um novo cenário, onde as pessoas passam mais tempo conectadas, pesquisando e de olho em tendências, seja para a vida ou para os negócios. E o marketing de conteúdo nunca saiu de moda –talvez esquecido por um tempo-, porém, voltou com força total. E saber entender essa nova realidade é o grande diferencial de um profissional, seja ele o ‘criador’ ou o representante da marca.

Vivian Zwaricz

O fato é que saber se posicionar com um bom conteúdo é sinônimo de resultados como reconhecimento da marca, fidelização de clientes, facilidade na captação e autoridade no mercado.

Conteúdo bom é informação relevante, de qualidade e de interesse do público. Todo marketing de conteúdo deve apresentar objetivos que agregam valores, que despertam a curiosidade, o desejo de saber mais sobre o tema proposto, revelar problemas e oferecer maneiras para solucioná-los.

Caso contrário, quando o conteúdo não é relevante ou inovador, é esquecido, podendo até prejudicar a imagem da empresa/negócio.

Conteúdos precisam ser construídos pensando no interesse das personas da marca, mostrando valor, verdade, humanismo, seriedade, profissionalismo e por que não uma pitada de humor. Tudo é necessário e válido quando feito com planejamento, foco e respeito.

Pare e reflita: já que conteúdo está em todo lugar, ele é uma peça fundamental no relacionamento de qualquer empresa com seu público-alvo. Agora, imagine se ele não existisse. Qual mensagem seria transmitida?

Por isso, o marketing de conteúdo é uma das principais ferramentas para ativar o modo credibilidade e conquistar o sucesso.

Não é possível falar de credibilidade sem mostrar o conteúdo, como não é possível manter a credibilidade sem reputação.

Todos caminham de mãos dadas, pois a comunicação é um dos principais pilares que sustentam uma estratégia, principalmente a digital.

Então, o recado é: jamais esqueça que o marketing de conteúdo é uma ferramenta usada para gerar valor por meio de informações relevantes e construir a credibilidade da sua marca, conversando, entendendo e respeitando o tempo de cada lead.

Talvez a credibilidade seja um dos primeiros passos que devem ser conquistados rumo ao sucesso tão sonhado e, diante dessa realidade e mais do que nunca, não há espaço para mentiras. E, mais uma vez, entender e aproveitar o momento são estratégicos e de extrema sabedoria.

A gente se conecta com o que a gente acredita!

Vivian Zwaricz
Jornalista e produtora de conteúdo digital
Agência de Marketing Digital – Código BR Comunicação

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Artigo trata de exposição digital e marketing pessoal

Exposição virtual e Marketing pessoal

*por Flávia Roberta Fernandes

No período do isolamento social, a tecnologia intensificou a aproximação dos indivíduos, separados fisicamente. Lives, reuniões, eventos, todos estes acontecimentos facilitados pelas tecnologias da informação evidenciaram neste período, o comportamento frente “as câmeras” diárias do mundo virtual. Da mesma forma, reforçou certos cuidados de comportamento e uma atenção redobrada frente a tamanha exposição virtual.

Podemos considerar que a postura e comportamento devem ser balizados pelo tipo de evento virtual que participamos. Em um evento social on-line realizado entre amigos, a descontração, as brincadeiras e toda a informalidade são bem-vindas. Mas diferentemente, em um evento corporativo, uma reunião organizacional, lives ou gravações institucionais, a postura dos participantes deve refletir o profissionalismo, bem como os comportamentos advindos de suas competências técnicas e comportamentais.

No ambiente virtual, as informações, ações e atitudes pessoais ou organizacionais tornam-se mais aparentes e tomam proporções globais em tempo real, neste sentido cabe lembrarmos que a proximidade e a facilidade das conexões proporcionadas pelo ambiente virtual, podem ser um aliado para marketing pessoal ou um grande vilão e criar uma imagem negativa deste profissional.

Já que de alguma forma, cada indivíduo exerce uma determinada influência a um grupo social e tem a capacidade de projetar sua imagem ou a forma como pretende ser visto nos ambientes que percorre, alguns cuidados e atenção podem ajudar a reforçar a marca pessoal e profissional e até protege-lo de críticas quanto sua postura:

1. Se “nós somos nossa marca”, nosso valor deve ser fundamentado no produto do conhecimento que apresentamos. Expertises profissionais, Know-how, habilidades técnicas, comportamentais e relacionais devem ser a primeira impressão e a constante percepção que as pessoas devem ter de nós.
2. As redes sociais podem ser fortes aliadas para reforçar nosso conhecimento, habilidades e atitudes, para tanto, o cuidado com a privacidade, com as exposições da vida pessoal, com publicações e comentários ou abertura de informações organizacionais, devem ser observadas atentamente e até evitadas.
3. O tempo é uma moeda preciosa, por isso ser pontual, seguir pautas de reuniões, evitar conversas desnecessárias e respeitar o tempo estabelecido para os eventos virtuais, demonstra respeito aos participantes.
4. O marketing pessoal nas redes sociais não tem relação com egocentrismo, exibicionismo ou ainda, com uma promoção pessoal.

A construção da identidade e da credibilidade de um profissional não está dissociada da postura pessoal, ambas andam juntas e conectadas. Por isso é importante lembrar que a maneira como nos portamos em “ambientes informais”, como tratamos superiores ou subordinados, não deve ser oportunizada pela relação de ganha-ganha ou por uma posição hierárquica-social, mas regida pela métrica do respeito aos indivíduos a despeito de seus títulos e posições. Cabe ressaltar que no mundo virtual, tudo fica mais aparente, então cada vez mais as dualidades se sobressaem.

* Flávia Roberta Fernandes é professora-tutora do curso Assessoria Executiva Digital do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Página 1 Comunicação – Ana Paula Scorsin

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Ruston Alimentos é finalista do Prêmio ReclameAQUI 2020

Votação para escolha dos destaques do ano acontece entre 1° de setembro e 31 de outubro

A Ruston Alimentos, das marcas de arroz e feijão Saboroso e Fantástico, está concorrendo a uma das maiores premiações de atendimento ao público do Brasil: o Prêmio ReclameAQUI 2020.

Segundo Katia Pizarro, gerente de marketing da Ruston Alimentos, estar entre os finalistas já é um reconhecimento. “Somos uma marca com atuação regional, e fomos selecionados juntamente com marcas que atuam nacionalmente. Então, a indicação ao Prêmio ReclameAQUI já é uma conquista importante para a empresa”.

Para Ester Guedes, analista de atendimento ao cliente da Ruston, a indicação ao prêmio reflete o compromisso da marca com o consumidor. “Nos empenhamos diariamente para oferecer um atendimento cada vez mais humanizado e atento aos pedidos dos nossos clientes, que são próximos e fiéis à marca, então acreditamos que esse foi o fator fundamental para essa indicação”.

Atualmente, o Prêmio ReclameAQUI é a maior premiação de atendimento ao consumidor do Brasil, reconhecida por milhares de pessoas que utilizam o site para manifestar suas opiniões sobre diversas marcas. O evento, que elege por meio de voto popular as melhores empresas em serviços e atendimento ao consumidor, surgiu há dez anos, a partir de uma iniciativa do ReclameAQUI, o maior site brasileiro de reclamações sobre atendimentos, compras, vendas, produtos e serviços.

A votação popular será realizada entre os dias 1º de setembro e 31 de outubro. Para apoiar a Ruston Alimentos, basta fazer o cadastro no site do ReclameAQUI e buscar pela categoria “Alimentos – Mercearia”. Depois, é só procurar pelo nome da marca e deixar o seu voto. Você também pode acessar o link clicando aqui.

Sobre a Ruston Alimentos

Desde 1977, a Ruston Alimentos atua no mercado de grãos. Proprietária das marcas Saboroso e Fantástico, entre outras, atualmente a Ruston é reconhecida como uma das principais empresas no setor de beneficiamento e comercialização de arroz e feijão, especialmente pela tecnologia empregada e controle de qualidade, e é líder em vendas na região do Vale do Paraíba. A Ruston é uma empresa familiar, que cuida com carinho de cada detalhe dos seus produtos, além de ter uma forte presença no atendimento ao consumidor. Por meio de suas redes sociais e do Portal do Futuro – blog destinado a notícias relacionadas à ecologia, educação, saúde e trabalho, entre outros – a marca faz parte da vida de milhares de brasileiros.

Fonte: CABANA | Alexia Silva

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Arroz e Feijão Fantástico estreia projeto com aulas de culinária online

Culinarista da marca, Claudete Brescancini ensina receitas e dá dicas de cozinha nas redes sociais

A partir de quarta-feira (24), às 17h, o Arroz e Feijão Fantástico oferece aulas de culinária online em sua redes sociais. O projeto Receitas Fantásticas tem a culinarista da marca, Claudete Brescancini, ensinando receitas e dando dicas de cozinha.

Dona Clau

Com o arroz e o feijão, a culinarista ensina o passo a passo de diferentes receitas, como massa de coxinha com arroz, e minestrone de feijão. As aulas serão divulgadas no YouTube, Facebook e Instagram da marca.

O projeto foi criado com o intuito de ensinar, de forma dinâmica, os pratos mais pedidos pelos seguidores do Fantástico, por meio de técnicas que surpreendem até mesmo a cozinheira mais experiente.

As aulas serão realizadas todas as quartas-feiras, às 17h. A participação é gratuita e acontece nas redes sociais da marca: @fantasticoalimentos.

Arroz Carreteiro

Sobre a Ruston Alimentos
A Ruston Alimentos está desde 1975 no mercado de grãos, quando lançou a marca “Fantástico”. Atualmente, é reconhecida como uma das principais empresas no setor de beneficiamento e comercialização de arroz e feijão, especialmente pela tecnologia empregada e controle de qualidade, e é líder em vendas na região do Vale do Paraíba. Além da linha “Fantástico”, a Ruston Alimentos também beneficia e comercializa os produtos: arroz e feijão “Saboroso” e arroz “Santo Gourmet”, entre outras marcas.

Fonte: CABANA – Alexia Silva

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Coluna “Discutindo a relação…”

Uma estratégia para um propósito ou um propósito para uma estratégia?

Sim, eu sei.. num primeiro momento isso lembra aquele famosíssimo slogan: “A Tostines vende mais porque tá sempre fresquinha ou tá sempre fresquinha porque vende mais?”.  Além de bom, esse slogan sempre me soou muito engraçado…

O papo aqui, entretanto, é sério. Muito sério!

Muita gente tem dado entrevista, falado em podcasts e em lives que as marcas que tiverem um propósito firme e verdadeiro se darão bem neste momento de crise. E eu concordo 100%. Super! Mas o que ninguém consegue dizer com clareza é que devemos buscar uma estratégia que gere um propósito ou se devemos ter um propósito que gere uma estratégia de marketing e comunicação?

Eu digo que fico com a segunda hipótese. E não estou apenas chutando ou dando palpite (o que também está muito em alta nos dias atuais). O que eu penso e verbalizo está apoiado (e muito bem apoiado) nas ideias de Cynthia A. Montgomery, professora da Harvard Business School e autora do ótimo livro “O Estrategista – Seja o líder de que sua empresa precisa”.

A “roda da estratégia”

Neste livro a Cynthia (desculpa a intimidade) defende que o propósito deva ser o ponto central de toda empresa de destaque em seu segmento de atuação. Ela propõe o que chama de “roda da estratégia”, um sistema de criação de valor pensado em torno do propósito e que direciona toda a estratégia da empresa. Incluindo marketing e comunicação.

Ela traz exemplos bastante práticos de empresas como Ikea, Nike, Gucci e outras, que
estabeleceram estratégias de mercado e comunicação a partir de uma forte compreensão de seu propósito.

O interessante da proposta da autora é que ela não fecha um modelo único da “roda da estratégia”. Ao contrário. Ela propõe que cada empresa e cada propósito demandem um sistema diferente de apoio e consecução da estratégia.

Então, acredito que devemos ter o propósito para depois ter uma estratégia de comunicação do mesmo. Ache seu propósito e crie sua estratégia em torno dele.

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CX: lições da pandemia para melhorar a experiência do cliente

Com a continuação do distanciamento social e a dependência maior do e-commerce em detrimento dos pontos físicos, experiência se torna essencial

É possível dizer que a pandemia da COVID-19 terá consequências para atuação das marcas mesmo depois que o vírus for controlado. Primeiramente, fica visível a importância de um propósito maior do que apenas vender, com empresas em todo o mundo se solidarizando com as vidas dos seus colaboradores e consumidores. E por último, a necessidade de uma presença digital forte, por meio de conteúdo e um e-commerce preparado.

Mas depois que muitas empresas tentaram melhorar sua estrutura – ou mesmo “correr atrás do prejuízo”, um novo desafio surge: o da experiência. Em época de distanciamento social, com lojas fechadas e menos viagens aos varejistas, e uma vez que as emoções são mais do que nunca responsáveis ​​por gerar as melhores experiências e satisfação do consumidor, o que as marcas devem fazer?

“Para qualquer estratégia de experiência do cliente, há três desafios: primeiro, projetar as jornadas; depois, absorver os dados entre esses pontos e, no final, elaborar uma estratégia entre esses pilares de contatos principais, sempre seguindo o objetivo da marca”, afirma Daniel Machado, diretor de CX da Kantar para a América Latina. “Uma experiência bem pensada fornece resultados de curto e longo prazo para qualquer empresa.”

Em tempos de emoções e preocupações fortes, torna-se ainda mais vital colocar o consumidor no centro. De acordo com os estudos que realizamos com a Kantar os clientes preferem até 10 vezes mais a uma marca quando percebem que ela é centrada no cliente e as chances de recomendar essa marca para as pessoas próximas são dobradas.

Para Machado é preciso analisar a experiência em três níveis: na sua indústria; no commerce (dos varejistas, empresas digitais e mesmo da indústria) e entre seus colaboradores.

Repensando seu mercado

Com a pandemia, muitas marcas precisaram repensar o jeito tradicional como faziam seus negócios. A jornada do cliente muda completamente quando lojas estão fechadas e pessoas estão se isolando. O desafio, então, se torna entender as novas jornadas e pontos de contatos das pessoas e como se inserir nelas – ou mesmo ajudar a criar novas jornadas.

Isso pode significar criar conteúdos e interações novas, assim como novas parcerias para driblar todos os desafios criados pela crise do coronavírus.

O uso da tecnologia de forma humanizada

A pandemia tornou-se um período para compradores digitais de primeira viagem, além de ter proporcionado um crescimento no e-commerce como um todo.

E apesar de 47% dos brasileiros acharem que a compra no digital é mais satisfatória que a física, segundo a onda mais recente do nosso Barômetro COVID-19, ainda há muito o que fazer em termos de experiência. Com a progressão da pandemia, tempo e dinheiro perdem relevância para a conveniência e energia gasta no processo de compra digital. “Os e-commerces ainda são complexos para a maioria das pessoas. Trabalhar fluidez é fundamental”, diz Machado.

Para o especialista, no caso do e-commerce é preciso tomar três importantes passos:

1 – Melhorar ainda mais o que é positivo;
2 – Entender as dores dos compradores de primeira viagem;
3 – Tentar transpor pontos positivos da experiência física para o digital.

O bem-estar em primeiro lugar

O ponto final de uma boa estratégia de CX é garantir uma boa experiência interna, para os colaboradores da empresa. Sob uma crise como a atual, saber o que os funcionários sentem, pensam e como estão lidando com a situação é vital para as empresas. Segundo nosso Barômetro COVID-19, 83% dos brasileiros esperam que essas companhias se preocupem com a saúde de seus colaboradores; 65% esperam que elas flexibilizem o modelo de trabalho.

Modelo de trabalho, por sinal, é uma das maiores mudanças ocasionadas pela pandemia, já que levou a um crescimento do trabalho remoto. Segundo o projeto Stay-At-Home da Kantar, 24% dos entrevistados puderam passar mais tempo com a família com um modelo mais flexível proporcionado pela quarentena; 15% focaram em seu bem-estar; 15% falaram que conseguiram manejar melhor sua rotina.

“A empresa precisa garantir as condições para que o trabalho remoto funcione da melhor maneira possível”, diz Machado. “Isso inclui metodologias para administração de tempo, financiamento para uma estrutura ideal – como internet e hardware -, avaliações constantes e outros.”

Fonte: Karina Rodrigues – Assessora de Imprensa

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